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Algumas verdades que irão ser escondidas por Facebook e Google

20.02.19

facebook-censorship.png

Um comentário que deixei a uma notícia de anteontem de que o Facebook e a Google irão começar a esconder (i.e. censurar) conteúdo que denuncie os malefícios das vacinas.

 

1) O sarampo tem ressurgido recentemente no mundo desenvolvido devido à (notória) pioria das condições de vida, que tem vindo a ocorrer desde 2008 (https://www.rt.com/op-ed/418572-us-decline-poverty-un/). Pois, os dois principais factores que determinam a propagação das doenças contagiosas são (a) a higiene (que, quando boa, diminui a exposição aos agentes patogénicos) e (b) a nutrição (que, quando boa, aumenta a capacidade do organismo de resistir aos agentes patogénicos). Ora, com as infra-estruturas sociais a falharem e a degradarem-se e as pessoas com cada vez menos dinheiro para pagar contas da água e do gás e também com cada vez menos dinheiro para uma boa alimentação, outra coisa não é de esperar que não seja o aumento da propagação de doenças (https://www.rt.com/op-ed/418572-us-decline-poverty-un/).

2) Não foram as vacinas que levaram ao quase-desaparecimento do sarampo no mundo desenvolvido. Mas, as melhorias nos dois factores que mencionei no ponto anterior, causadas pelo desenvolvimento económico que ocorreu. E, têm uma *prova* de que as vacinas não tiveram influência na redução da ocorrência desta doença aqui: https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gb515139f/20376610_LRws1.png (gráfico tirado deste documentário, feito também por médicos: https://archive.org/details/Vaccination..The.Hidden.Truth.1998).

3) O autismo é apenas outro nome para envenenamento por mercúrio (pois, os sintomas são os mesmos). E, o autismo é claramente causado pelo mercúrio contido num dos preservantes usados nas vacinas (https://www.infowars.com/autism-reported-as-vaccine-side-effect-fda-insert-shows/ + https://www.youtube.com/watch?v=1XUM2gvfbW8).

(Mas, claro... Aos grandes interesses económicos, de que o Facebook e a sua amiga e multimilionária indústria médico-farmacêutico fazem parte, não interessa que se denuncie isto... E, por isso, toca a censurar colocações no Facebook como esta: https://www.facebook.com/courtney.mindyourbusiness/videos/10217775063031869/)

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Neurologista anteriormente chamado para testemunhar a favor da CDC-EUA despedido por revelar que vacinas afinal causam autismo

11.01.19

(Vídeo tirado desta notícia. Para quem não sabe, este facto já foi até admitido também pela FDA-EUA. E, podem também ver aqui o que uma enfermeira reformada depois se sentiu à vontade para denunciar.)

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Votem, carneiros

20.08.18

bastonaria.jpg

Bastonária dos Enfermeiros aumentou salários na Ordem à “socapa” (e com retroativos)

 

(Já repararam que as leis e decisões mais polémicas tendem a ser aprovadas no período de férias de Verão ou de Natal, quando está toda a gente com a sua mente concentrada noutras coisas?)
O que esta bastonária fez é o que fazem também os deputados da Assembleia da República.
Sendo estes quem cria as regras e as próprias leis, obviamente que se aproveitam os mesmos para criar regras e leis que os beneficiam, com salários chorudos e todo o tipo de privilégios.
E, o que fazem tais pessoas com poder de decisão, quando tais benefícios são postos em causa?
Ora, refilam e indignam-se! ("Que injustiça! Serem tratados com tal despeito, quando têm feito um óptimo trabalho a servir verdadeiramente os interesses do povo!")
Já agora, para quem não sabe, esta bastonária é a mesma [explícito] que, num debate da RTP, veio dizer com a maior das tranquilidades (obviamente, concordando com tal acto) que o Estado português chantageia as pessoas desempregadas, para que injectem os seus filhos com vacinas, ou caso contrário não dá o Estado a essas mesmas pessoas o dito "subsídio de reinserção social".

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colocado por Fernando Negro às 09:23

Estupidez ao quadrado

30.01.18

aberto.png

Reparem neste mais recente exemplo da bela "tradição" portuguesa de calar aqueles que exprimem opiniões contrárias à nossa ou à suposta verdade oficial...
Distorce o autor do seguinte blogue, repetidamente, o que eu digo - e depois (não me concedendo o "direito à resposta" e tendo até ele feito uma pergunta) não me dá a oportunidade de fazer um comentário final, onde corrigia eu o que dizia ele sobre o que eu tinha escrito. (Ou seja, pode ele deixar um comentário final, mas eu não.) E, depois (não sei se para esconder a crítica implícita que lhe fazia eu, de me estar a ameaçar com censura, escreve ele (e apenas ele) ainda mais um comentário final, a falar em "respeito" (depois de ter cortado o discurso de outra pessoa!) fazendo com que quem leia o resultado final fique a pensar que fui eu é que faltei ao respeito a outrém. (Continuando, também, eu sem obter uma resposta e sem saber então em que é que criticar ou contra-argumentar o que dizem os outros constitui uma falta de "respeito"...)
Deixo então aqui aquele que foi o último que escrevi na seguinte <cadeia de comentários>, que o autor de tal publicação decidiu eliminar, para foleiramente escrever outra vez "THE END" por cima.

 

Fernando Negro - 30 de janeiro de 2018 às 05:59

Repito que as principais "provas" apresentadas pelo campo que diz que há aquecimento antropogénico foram invalidadas. E, por isso, deixaram de o ser. Enquanto que, no núcleo duro do campo oposto, continuam as provas deste à espera de ser desmentidas. (O que eu chamo a atenção para não são meras acusações. São provas irrefutáveis, confirmadas pelos autores das mesmas, que qualquer pessoa é capaz de ler e entender.) Mas, descreva a situação como quiser...

Já não tenho, então, mais nada a dizer.

[É uma regra pessoal minha não publicar comentários onde sei que os mesmos poderão ser alvo de censura (o que me acontece repetidamente em Portugal: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/e-mais-uma-vez-censurado-115908 + https://zap.aeiou.pt/os-islandeses-erradicaram-a-sindrome-de-down-171987#comment-271285 + http://blackfernando.blogs.sapo.pt/como-avisar-as-pessoas-disto-num-pais-94911). E, a simples ameaça (e confirmação da sua parte) de que tal pode acontecer nesta sua publicação, é razão suficiente para não querer eu mais deixar aqui quaisquer comentários. (Como sempre, quem fica a perder é quem engole as mentiras e se recusa a ler o contrário...)]

Disse.


(É o que eu digo repetidamente... Com mentalidades destas, ainda continuo eu a pensar que este país vai a algum lado...)
Tudo isto, da parte de um autor que escolhe como "belo" nome para a sua publicação o título de mais um violento e m**doso filme de Hollywood - que, entre outras coisas, normaliza a pedofilia (e que não fui eu capaz de ver mais do que os primeiros minutos de).
Mas, vá lá... Não liguem a estas coisas que andam alguns maluquinhos por aí a dizer na Internet...
Voltem mas é para os vossos smartphones (com um SO que não percebem, ou se interrogam sequer, vocês porque razão tem um nome referente a um humanóide) e usem e abusem dos mesmos.
("Já viram esta nova app para o Android? Oh, tão giro, para andar com o meu smartphone sempre ligado atrás de mim! Já repararam que também os novos carros vêm agora com localizadores GPS? Uau! Adoro toda esta nova geração de computadores, cheios de funcionalidades acrescidas!")

P.S. - Quando falo eu nos comentários de ter sido previamente censurado em tal sítio na Internet, lembro-me agora melhor de que, o comentário que lá deixei anteriormente nada tinha no texto que pudesse ser considerado indecente ou insultuoso. E, era apenas uma crítica (certamente séria, para se ter justificado eu escrevê-la) que contrariava ou corrigia o que dizia o autor do artigo em causa. Ou seja, a política de comentários em tal publicação é tal e qual como diz o autor da mesma. (Se o comentário contraria o que foi escrito no artigo, não é aprovado!)

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Presidente Marcelo sobre a possibilidade de vacinação obrigatória

24.11.17

Porque há muita gente neste país que não prima pela inteligência, incapaz de pensar por si própria e para quem as únicas interpretações válidas da Lei são aquelas oriundas de figuras de autoridade, deixo aqui o seguinte vídeo, onde até um próprio membro do Clube Bilderberg, que tem como missão andar a destruir (entre outras coisas, intelectualmente) o seu próprio país, admite que o direito à integridade física (que é o que se estaria a violar, caso se quisesse injectar alguém com algo, contra a sua vontade) é simplesmente *inviolável*.
O seguinte trecho é tirado, não de uma notícia sobre vacinas, mas sobre uns episódios recentes de violência que ocorreram. Mas, obviamente que - sendo de direitos constitucionais que falamos - o que é a seguir dito aplica-se também a qualquer outra situação.
Também, o que este presidente-traidor afirma não é mais do que mero senso comum. Mas, como a degradação moralintelectual neste país vai atingindo níveis que começam a surpreender (e não faço eu ideia do quão se terá degradado este país, daqui a uns anos, se alguma vez ocorrer uma epidemia ou pandemia) achei por bem deixar isto aqui, uma vez mais, mesmo *muito claro*.

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colocado por Fernando Negro às 11:43

O tipo de estudos (sobre vacinas) que o nosso poder estabelecido simplesmente se recusa a fazer (ou divulgar, de forma honesta)

12.05.17

(Pois, se o fizesse ou publicitasse, poria a descoberto várias verdades inconvenientes...)

 

Assunto: Estudo recente provou que as crianças não vacinadas são (muito) mais saudáveis



(Não surpreendentemente, quando o sítio na Internet onde estavam alojadas ambas as componentes deste estudo - e apesar de ser um sítio que supostamente prima pela sua "abertura" - se apercebeu que a imprensa alternativa o descobriu, o estudo desapareceu do sítio em causa... Sendo as seguintes hiperligações que apresento cópias arquivadas do mesmo. Aproveitem - pois, para fazer estudos é preciso dinheiro. E, nem a indústria médico-farmacêutica nem os governos que a ela obedecem têm interesse em fazer este tipo de estudos honestos e independentes - tendo este sido financiado por duas organizações de caridade para com crianças. E, como tal, esta deverá ser uma descoberta rara. Está muito bem resumido e apenas têm de consultar as tabelas com os dados estatísticos comparativos. Por ter sido feito sobre uma amostra pequena da população, os dados variam um bocado em termos de alguma consistência que seria expectável. Mas, nele dá para ver que a população não vacinada é claramente mais saudável - o que contraria a propaganda oficial.)

http://archive.is/fZfYb
http://archive.is/leoEn

 

*

 

[E aqui fica um pequeno adendo que enviei aos mesmos destinatários da anterior carta...]

 

Assunto: Pequena clarificação sobre o estudo sobre vacinas para o qual vos chamei a atenção

Quando eu, na minha mensagem anterior sobre este assunto, referia (ao descrever tal estudo que mencionava) que "os dados variam um bocado em termos de alguma consistência que seria expectável", esta era uma (talvez muito má) maneira através da qual tentava eu, muito resumidamente, dizer que há nesse estudo alguns dados sobre os quais tenho eu muitas dúvidas de que sejam representativos da maior população em que se insere a amostra que foi usada...

Sendo estes, os que referem que, entre as crianças que foram vacinadas, existe uma menor percentagem de incidência de doenças para as quais existem vacinas.
E, isto porque, da limitada pesquisa que fiz (e tal como poderão constatar, se consultarem a minha anterior correspondência sobre este assunto), nunca vi eu provas algumas de que as vacinas funcionassem - ainda que, em pequeno grau (tal como poderá ser interpretado, por quem leia os dados de tal estudo).

Aliás, o tipo de dados com que (repetidamente) me deparo, por parte de quem estuda este assunto em profundidade, são coisas como:

"Measles, for instance, which declined by more than 95 percent before the vaccine was introduced, is 14 times more likely to be contracted by vaccinated than by unvaccinated persons. (...)
"Dr. Viera Scheibner, author of 'Vaccinations: 100 Years of Orthodox Research' sums up the position of researchers not funded by pharmaceutical companies: 'There is no evidence whatsoever that vaccines of any kind (...) are effective in preventing the infectious diseases they are supposed to prevent.'"

--- tiradas daqui: http://www.naturalnewsblogs.com/vaccines-really-safe-effective/

E, assim sendo, o que concluo eu de tal estudo, é o seguinte:

1. Sendo as vacinas compostos cheios de componentes tóxicas que danificam o organismo de quem com elas é injectado, inquestionavelmente (ou, por outras palavras, de certeza) que, quem com estas componentes tóxicas é injectado/a, tem uma muito maior probabilidade de vir a ter sérios problemas de saúde - tal como demonstra tal estudo, em que a percentagem de crianças que têm sérios problemas de saúde é sempre (muito) maior entre as crianças que foram vacinadas.

2. Sendo o facto de se apanhar uma doença contagiosa algo que depende de vários factores que são (muito) aleatórios, com uma tão pequena quantidade de pessoas que constituem a amostra deste estudo, não poderão/deverão tais resultados poder ser correctamente (ou, por outras palavras, com certeza alguma) extrapolados para a maior população geral em que se insere tal amostra. Tendo de ser feitos estudos mais abrangentes, para que se cheguem a dados que correctamente sejam demonstrativos do que se passa em toda a população.

(Quem tiver um mínimo de formação científica - nomeadamente em Matemática, no que toca ao campo da Estatística - saberá do que estou a falar...)

E, penso que é tudo o que tenho a dizer... Da parte de alguém que, por não ser afectado por esta questão, não tem um interesse "por aí além" de se informar sobre este assunto. Sendo as minhas cartas, acima de tudo, apelos a que vocês, como pais, se informem seriamente sobre esta questão - e tirem as vossas próprias conclusões.

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Nem o Estado, nem ninguém têm o direito de introduzir quaisquer substâncias estranhas no nosso corpo, contra a nossa vontade!!!

22.04.17

De cada vez que apanho um autocarro, na minha localidade, que tem de passar pela principal estrada de accesso à mesma, passo sempre por um daqueles grandes cartazes que são colocados junto à estrada - este, por uma entidade pública - para serem vistos por quem por essa estrada de acesso circula. O cartaz, colocado pela minha Câmara Municipal, de orientação comunista, diz em letras bem grandes: "A vida humana é inviolável". Sendo que, tal como poderão ver na fotografia que abaixo coloco, o cartaz consiste claramente numa tentativa (ainda que subtil) de alertar e consciencializar as crianças de que nenhum adulto tem o direito de violar a sua integridade física.

 

a_vida_humana_é_inviolável.png


A frase que está neste cartaz, não é uma que foi criada apenas para tal campanha de consciencialização. Pois, para quem tiver um conhecimento mínimo daquela que é a nossa Constituição da República Portuguesa - à qual gostam (e muito bem) os comunistas de frequentemente recorrer - estas palavras deverão soar familiares.
A frase é tirada da seguinte componente deste documento, que se quer sagrado:

 

Artigo 24.º
Direito à vida

1. A vida humana é inviolável.

 

A qual é logo complementada pela componente seguinte:

 

Artigo 25.º
Direito à integridade pessoal

1. A integridade moral e física das pessoas é inviolável.

 

Ora, com este Mais Fundamental dos Direitos bem explicitado na nossa Constituição, com que justificação, ou como, é que se atrevem os nossos políticos a querer sequer debater o mesmo, a propósito da paranóia em volta das vacinas?
(Se uma pessoa quer adoptar o que, supostamente, é um comportamento de risco, é problema dela. E, se representar tal pessoa um perigo para os outros por ter depois, em consequência disto, contraído uma doença, então nesse caso - e, apenas nesse caso - que, em última instância, se quarentene essa pessoa e se restringa o seu direito à liberdade de circulação - se for preciso, contra a vontade da mesma... Agora, tudo o resto que se venha querer defender, não passa de uma enorme Barbaridade, que nem acredito que possam sequer querer que seja discutida!)
O estar a injectar uma pessoa (ou algum menor que esteja sob a sua responsabilidade) com qualquer substância que seja (ou forçá-la a ingerir algo) contra sua vontade, é simplesmente uma das maiores transgressões e violações de um dos mais fundamentais Direitos Humanos que existem!
(Sendo que, estar a mexer com o próprio corpo físico de alguém, contra sua vontade, é ainda mais violento e transgressor do que impedir alguém de exercer o mais fundamental dos direitos que existem no domínio mental - que é o Direito à Liberdade de Expressão!)
A quem venha dizer que a Constituição também prevê, num dito "estado de emergência", a violação de (ou seja, o acto de "infringir" - e não apenas o acto de "restringir", como diz o Artigo 18.º) os mais fundamentais direitos por ela enunciados, tenho a chamar a atenção para a seguinte parte deste documento:

 

Artigo 19.º
Suspensão do exercício de direitos

6. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência em nenhum caso pode afectar os direitos à vida, à integridade pessoal, à identidade pessoal, à capacidade civil e à cidadania, a não retroactividade da lei criminal, o direito de defesa dos arguidos e a liberdade de consciência e de religião.

 

E, para aqueles que venham dizer que a Constituição, ao defender a "protecção da saúde" dos cidadãos, está a dar carta branca aos governos para infringir quaisquer outros direitos (defendendo um princípio tão absurdo e imensamente abusivo, como, por exemplo, estar a defender a castração de, ou já agora a implantação de microchips de rastreio em, pessoas sexualmente promíscuas, para o impedimento da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis) publico a seguir o Artigo em causa, na sua totalidade, onde todos poderão ver que, em nenhuma parte é dito que, para "proteger" a saúde de outros, se pode violar a vida humana:

 

Artigo 64.º
Saúde

1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.

2. O direito à protecção da saúde é realizado:

a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.

3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:

a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o serviço nacional de saúde, por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;
e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;
f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.

4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.

 

Resumindo, a Constituição do Estado de Direito em que vivemos diz claramente que, em nenhum caso, pode o mais fundamental Direito à Inviolabilidade da Vida Humana, de cada cidadão, ser retirado, ou infringido.

 

*

 

[E aqui vai mais uma pequena nota, acrescentada apenas algumas horas depois de ter eu feito esta colocação, para possivelmente a tornar ainda mais clara...]

Sendo que, não falando sequer a Constituição em "infringir" quaisquer direitos (que seria no que se traduziria uma violação da vida humana), no que toca a "restringir" alguns (como limitar a liberdade de circulação e afins), esta é também bem clara, ao falar apenas em casos expressamente previstos na mesma - como é o dito "estado de emergência":

 

Artigo 18.º
Força jurídica

 

2. A lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos.

 

(E, não sei o que mais tenho de dizer, para demonstrar o quão absurda é toda esta situação, de quererem injectar pessoas à força... Isto é ainda muito mais grave do que estar a defender que, agora para "proteger a saúde" dos cidadãos, vai o Estado começar a limitar a liberdade de expressão e a liberdade de circulação de quem é crítico das vacinas!)

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E, mais uma vez, omitem os média o que realmente se passou...

20.04.17

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[Aqui deixo mais uma carta que enviei, a algumas pessoas, sobre o surto de sarampo que ocorreu no nosso país - esta, uma que fala especificamente sobre a cobertura mediática deste acontecimento.]

 

Assunto: Jovem de 17 anos que morreu com sarampo tinha sido internada por causa de uma mononucleose

(Porque pude eu constatar que, nas várias notícias televisivas que vi sobre o sucedido, era sempre - muito convenientemente - omitido este muito importante facto, venho só informar-vos do seguinte...)

A jovem que morreu em Portugal neste surto de sarampo, não era uma mera jovem que apanhou esta doença no decorrer da sua normal actividade. O vírus do sarampo que apanhou foi contraído no Hospital, onde estava ela já internada (i.e. em estado muito grave) por causa de uma mononucleose que tinha apanhado. Mononucleose essa, que (tal como diz um médico entrevistado sobre isto: http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/medico-jose-vera-a-questao-do-contagio-e-relativamente-irrelevante) lhe deprimiu o sistema imunitário.

Ora, se esta pessoa em idade de ter uma sistema imunitário forte morreu por causa de uma doença cuja taxa de mortalidade nos países desenvolvidos anda na ordem dos 0.2% (https://www.cdc.gov/vaccines/pubs/pinkbook/meas.html), é óbvio que, quase certamente, terá sido exactamente por ter o seu sistema imunitário enfraquecido (e não por não ter sido "vacinada" - pois, como digo, as ditas vacinas em nada ajudam a imunizar uma pessoa contra as doenças).

Todos os anos morrem também pessoas no decorrer dos surtos de gripe. E, a esmagadora maioria das pessoas que morrem, são invariavelmente pessoas idosas (http://news.nationalpost.com/news/world/the-reason-older-people-die-from-the-flu-isnt-the-virus-study-suggests-its-their-immune-response) que têm o seu sistema imunitário enfraquecido (e que, se não fosse por causa da gripe, facilmente poderiam também ter morrido por causa de uma outra doença).

E, penso que não preciso de dizer mais nada sobre isto...

(Para além de aproveitar para vos avisar de que, a mentira é apenas uma das maneiras que os meios de comunicação de massas têm de enganar as pessoas. E, um método que é muito mais usado do que esta, é a simples omissão de (muito) importantes factos, que permitem uma leitura diferente dos acontecimentos. E, se querem estar bem informados sobre o que acontece no mundo à vossa volta, o melhor é começarem a procurar por fontes de informação alternativas: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/sitios-recomendados-68840)

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colocado por Fernando Negro às 13:24