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A falta de assistência médica que aguarda as próximas gerações

17.06.19

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Dois comentários que deixei a uma notícia sobre um novo tratamento de laser que destrói células cancerígenas, que foi revelado.
Aos quais acrescento que, por não estar eu a par dos mais recentes desenvolvimentos na luta contra a SIDA, não sei qual é a taxa de mortalidade actual da mesma, nem o quão bem sucedidos são os actuais métodos de controlo da mesma. O que sei, é que quem é familiar da estrela do mundo desportivo, que menciono no meu primeiro comentário, chegou a dizer que a última estava "curada". E que, anos depois, uma pessoa na minha família não teve a mesma sorte, tendo falecido em consequência desta doença contagiosa (depois de ter visto um irmão falecer de cancro).
Também, se duvidam de que as abaixo mencionadas elites tratam de casos de cancro em segredo, têm esta notícia, sobre a mais conhecida família real de todas.

 

E, isto é o que é do conhecimento público...

Qual é que foi a última vez que viram algum membro das verdadeiras elites (famílias reais, de banqueiros internacionais etc) morrer de cancro?

Não acham estranho, por exemplo, que enquanto para o comum cidadão ser diagnosticado com SIDA é sinónimo de morte anunciada, tal não se verificou quando se tratou de uma muito rica estrela do mundo desportivo estadunidense?

Não acham estranho, por exemplo, que enquanto em África não se conseguem salvar os infectados por Ébola, quando tal doença atinge alguma pessoa ocidental de considerável estatuto, aí já se consegue salvar tal pessoa, com um tratamento supostamente “experimental”?

Se temos cada vez mais a situação de haver pessoas a mais para recursos naturais a menos, pensam que seria do interesse das elites que gerem estes programas de desenvolvimento de tecnologias que salvam vidas partilhar tais tecnologias com *toda* a gente – e, com isso, ultimamente deixar de salvaguardar recursos naturais para tais elites?

Se nada disto acham estranho, então continuem a injectar-se com vacinas – e ignorem as repetidas descobertas de vírus que provocam cancro, ou de enzimas que muito o facilitam, que têm sido feitas nas mesmas.

Mas, se alguma destas coisas levantar suspeitas e quiserem saber qual é o plano a longo prazo, vejam o filme de 2013 Elysium, que descreve parte do futuro que têm as mencionadas elites planeado para nós.

 

*

 

Esse é outro dos principais pontos, no qual apenas toquei ao de leve, quando (no meu anterior comentário) mencionei um filme que retrata um futuro no qual a grande maioria da população é pobre.

Os problemas económicos ainda mal começaram – e já há hospitais que não conseguem funcionar bem e muitas pessoas que não conseguem manter o seu anterior estilo de vida.

Ora, entre outras coisas, com a imensa desindustrialização que irá ser causada pela treta do “aquecimento global”, onde é que os pobres e os desempregados do futuro irão buscar dinheiro para estes tratamentos de alta tecnologia?

Se não mudarem as coisas, à custa do que as actuais gerações estão a fazer, as gerações do futuro obviamente que não irão ter dinheiro para este tipo de tratamentos.

(Vejam o que se passa na América Latina ou em África, em que imensa gente morre por falta de dinheiro para tratamentos que no Ocidente são relativamente comuns... A não ser que se contrarie tal degeneração, é esse o futuro que aguarda os vossos descendentes.)

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Quando são os próprios editores dos média de massas (ou imprensa dita de referência) que admitem que as suas publicações mentem

21.03.19

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Dois comentários que fiz à notícia de que Apple se juntou recentemente à campanha de tentativa de desacreditação da informação não emitida pelos grandes interesses económicos.
(Sendo que, se consultarem os outros comentários que deixei a tal notícia - de resposta a comentários de outras pessoas - poderão ver como me defendi eu do que outros diziam.)
A primeira citação é de um caso para o qual aqui já chamei a atenção. E, a segunda citação é de uma situação específica no campo científico (que, obviamente, se pode estender ao restantes ramos deste campo do conhecimento) que eu citava em correspondência privada, quando avisava os outros da propaganda mentirosa sobre vacinas.

 

Certamente, uma iniciativa de treta...

Em que, como fontes “credíveis” que sirvam para averiguar a veracidade dos factos, serão usados os média de massas (ou serviços de “verificação de factos”, controlados pelos mesmos grandes interesses económicos) – esses sim, os maiores mentirosos que existem:

“...taught to lie, to betray and not to tell the truth to the public.”
--- Dr. Udo Ulfkotte, ex-editor do Frankfurter Allgemeine Zeitung (a descrever como a classe jornalística ocidental *mente* e escreve o que o poder estabelecido lhe diz para escrever – admissão esta, feita quando sabia ele que já lhe restavam poucos meses de vida)

 

*

 

Sobre as questões mais científicas, relativamente às quais só quem tiver conhecimentos específicos suficientes é que poderá estar em posição de avaliar a credibilidade ou não do que é reportado... Podemos confiar nas mais conhecidas publicações dos respectivos ramos?

“It is simply no longer possible to believe much of the clinical research that is published, or to rely on the judgment of trusted physicians or authoritative medical guidelines. I take no pleasure in this conclusion, which I reached slowly and reluctantly over my two decades as an editor of The New England Journal of Medicine.”
--- https://en.wikipedia.org/wiki/Marcia_Angell

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colocado por Fernando Negro às 23:24

Sem comentários

05.03.19

Quase metade dos portugueses acredita que um grupo secreto governa o Mundo

Por ZAP - 26 Novembro, 2018

A maioria dos portugueses não confia nos governos, nem nos militares, jornalistas, sindicalistas ou líderes religiosos.

Portugal é o país onde menos se acredita em teorias da conspiração, muitas vezes difundidas através de notícias falsas, como as que negam, por exemplo, a importância das vacinas e a responsabilidade humana no aquecimento global ou as que veiculam sentimentos anti-imigração.


Esta é uma das conclusões de um estudo da Universidade de Cambridge realizado em oito países europeus e nos EUA. De acordo com os resultados do estudo “Conspiracy and Democracy”, do Centre for Research in the Arts, Social Sciences and Humanities e a YouGov Cambridge, só 10% dos portugueses defendem que os verdadeiros efeitos das vacinas estão a ser escondidos — em França, por exemplo, ultrapassa os 25%.

Em relação aos imigrantes, apenas 13% acreditam que o Governo esconde o número real de imigrantes no país — lá fora, a média é 28%.

Por outro lado, Portugal é o país onde mais se crê que existe um grupo que governa secretamente todo o Mundo – 42%, o dobro da média. 66% dos portugueses acredita que, apesar de vivermos em democracia, haverá sempre uma elite a mandar.

“É a correlação entre estas duas posições que surpreende”, conclui Hugo Leal, investigador que participou no estudo. “Por um lado, há razões histórico-sociais que justificam a crença de que o país não está nas mãos dos eleitos, mas nas mãos das elites. Por outro lado, não há condições sociais e políticas para a emergência de fenómenos de base nativista ou nacionalista que espalhem essa desinformação pela Internet.”

Os níveis de desconfiança nas instituições já vêm de trás. “A grande maioria dos portugueses está acostumada às elites. São sempre os mesmos a mandar”, afirma o historiador Manuel Loff, citado pelo Expresso.

Já Pedro Magalhães, politólogo, explica que o sentimento de desafeição política — “uma combinação entre a perceção de que quem tem poder não ouve o cidadão comum e de que se é pessoalmente impotente para mudar as coisas” — é já uma característica da cultura política nacional.

O que surpreende é que essa descrença na política não leve os portugueses a embarcar na desinformação que circula na Internet, à semelhança do que tem acontecido nos Estados Unidos, Brasil ou Reino Unido.

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Google, Facebook e amigos com medo dos conteúdos antivacinas

26.02.19

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Um comentário que hoje deixei a uma notícia que denuncia que o YouTube já impede os canais que difundem conteúdos antivacinas de poderem rentabilizar os seus vídeos e que o Facebook também irá tomar medidas de "contenção" deste conteúdo, na qual está embebido um péssimo <vídeo> que tenta desacreditar quem denuncia os malefícios das vacinas. (O comentário foi feito de modo a desmentir cada um dos 7 pontos enunciados no vídeo em causa...)

 

Quanto à censura por parte da Google e do Facebook, só usa estes serviços quem quer (mas, tenham consciência de o que Mark Zuckerberg andou a dizer sobre quem usa a sua rede social: https://www.theregister.co.uk/2010/05/14/facebook_trust_dumb/). E, se querem ser tratados como crianças desprovidas de sentido crítico, se se consideram incapazes de pensar por vós próprios e querem compactuar com estes controlo e censura da informação, então usem tais serviços.

Quanto aos argumentos ou mentiras pró-vacinas enunciados no vídeo embebido na colocação,

1) O mercúrio ainda é usado como preservante – é o que admitem as próprias autoridades. E, injectar uma substância directamente no sangue não é a mesma coisa que ingeri-la – pois, o nosso sistema digestivo tem algumas barreiras de defesa contra elementos tóxicos que eventualmente lá vão parar. (https://www.naturalnews.com/2019-01-28-top-10-facts-about-the-vaccine-industry.html)

2) Se as vacinas são eficazes, porque é que, de cada vez que ocorrem alguns surtos, a maioria ou grande parte dos infectados tinha sido vacinada contra tal doença? (https://www.naturalnews.com/033399_vaccines_measles.html) O próprio inventor das vacinas mais tarde admitiu que estas não resultavam (https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_Jenner#Later_life). E, o estar a dizer que quem foi vacinado apanha versões menos severas das doenças, não serve como argumento – pois, as pessoas são diferentes umas das outras, em termos de resistência às doenças (dependendo da idade, condição física, nutrição, genética) e não há maneira de averiguar tal coisa para uma mesma pessoa. Também, o que alguns estudos mostram é que a vacinação até aumenta a incidência das doenças em causa (https://www.sciencedaily.com/releases/2009/05/090519172045.htm + https://www.naturalnewsblogs.com/vaccines-really-safe-effective/).

3) Tenho conhecimento de pelo menos um estudo independente, que foi feito, em que a quantidade de problemas de saúde e de doenças crónicas é muitíssimo maior nas crianças que foram vacinadas: http://archive.is/fZfYb + http://archive.is/leoEn

4.1) As doenças para as quais as crianças são vacinadas são, por norma, doenças não mortais. Ou seja, mesmo que se apanhe tal doença, não se morre por isso (a não ser que já se tenha um qualquer outro problema de saúde, isto é – da mesma maneira que todos os anos muitos idosos morrem com uma “simples” gripe – e, nesse caso, não se pode propriamente dizer que foi de tal doença contagiosa que se morreu). Por exemplo, o recente caso da conhecida jovem de 17 anos em Portugal que morreu de sarampo, ocorreu em alguém que estava já internada com (e tinha o seu sistema imunitário deprimido por causa de) uma mononucleose – razão pela qual a taxa de mortalidade do sarampo, nos países desenvolvidos, é de apenas 0,2%. Também, no caso desta doença, é muitíssimo maior o número de crianças que morre da vacina do que o que morre da doença: https://www.thenewamerican.com/usnews/health-care/item/20132-over-100-measles-vaccine-deaths-zero-measles-deaths-since-04

4.2) Não foram as vacinas que levaram ao quase-desaparecimento de várias doenças no mundo desenvolvido. E, há gráficos (que são omitidos pela propaganda mentirosa pró-vacinas) que o *provam*: https://archive.org/details/Vaccination..The.Hidden.Truth.1998 (exemplo do referido sarampo: https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gb515139f/20376610_LRws1.png)

5) Até a própria FDA estadunidense já admitiu que as vacinas causam autismo (https://www.infowars.com/autism-reported-as-vaccine-side-effect-fda-insert-shows/). E, têm sido vários os casos ganhos em tribunal por causa disto: http://healthimpactnews.com/2015/u-s-media-blackout-italian-courts-rule-vaccines-cause-autism/

6) Os mesmos argumentos relativos ao ponto 2, expostos acima.

7) Os supostos estudos apresentados (i.e. pagos) pela indústria farmacêutica têm sido repetidamente denunciados (i.e. provados) como tendo sido falsificados: https://www.prisonplanet.com/big-pharma-researcher-admits-to-faking-dozens-of-research-studies-for-pfizer-merck.html

E, sobre a nota no final do vídeo “muito obrigado ao Bill e à Melinda Gates por terem patrocinado o episódio de hoje”,

O Bill Gates é um participante das reuniões de Bilderberg (não leiam este livro: https://fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg) onde todos os anos (a amálgama de) os grandes interesses económicos ocidentais, dos vários sectores da Economia, se reúnem para delinear conjuntamente o futuro da sociedade, funcionando como um grande cartel (https://twitter.com/EstulinDaniel/status/1096448713419964416) - nos quais se inclui, obviamente, a indústria farmacêutica: http://kontrainfo.com/capitulo-6-los-cuatro-grandes-megafondos-financieros-complejo-industrial-militar-la-otan/ (E também o Facebook e a Google: https://www.thenewamerican.com/tech/computers/item/7224-after-bilderberg-meeting-facebook-official-says-end-internet-anonymity)

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Algumas verdades que irão ser escondidas por Facebook e Google

20.02.19

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Um comentário que deixei a uma notícia de anteontem de que o Facebook e a Google irão começar a esconder (i.e. censurar) conteúdo que denuncie os malefícios das vacinas.

 

1) O sarampo tem ressurgido recentemente no mundo desenvolvido devido à (notória) pioria das condições de vida, que tem vindo a ocorrer desde 2008 (https://www.rt.com/op-ed/418572-us-decline-poverty-un/). Pois, os dois principais factores que determinam a propagação das doenças contagiosas são (a) a higiene (que, quando boa, diminui a exposição aos agentes patogénicos) e (b) a nutrição (que, quando boa, aumenta a capacidade do organismo de resistir aos agentes patogénicos). Ora, com as infra-estruturas sociais a falharem e a degradarem-se e as pessoas com cada vez menos dinheiro para pagar contas da água e do gás e também com cada vez menos dinheiro para uma boa alimentação, outra coisa não é de esperar que não seja o aumento da propagação de doenças (https://www.rt.com/op-ed/418572-us-decline-poverty-un/).

2) Não foram as vacinas que levaram ao quase-desaparecimento do sarampo no mundo desenvolvido. Mas, as melhorias nos dois factores que mencionei no ponto anterior, causadas pelo desenvolvimento económico que ocorreu. E, têm uma *prova* de que as vacinas não tiveram influência na redução da ocorrência desta doença aqui: https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gb515139f/20376610_LRws1.png (gráfico tirado deste documentário, feito também por médicos: https://archive.org/details/Vaccination..The.Hidden.Truth.1998).

3) O autismo é apenas outro nome para envenenamento por mercúrio (pois, os sintomas são os mesmos). E, o autismo é claramente causado pelo mercúrio contido num dos preservantes usados nas vacinas (https://www.infowars.com/autism-reported-as-vaccine-side-effect-fda-insert-shows/ + https://www.youtube.com/watch?v=1XUM2gvfbW8).

(Mas, claro... Aos grandes interesses económicos, de que o Facebook e a sua amiga e multimilionária indústria médico-farmacêutico fazem parte, não interessa que se denuncie isto... E, por isso, toca a censurar colocações no Facebook como esta: https://www.facebook.com/courtney.mindyourbusiness/videos/10217775063031869/)

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Neurologista anteriormente chamado para testemunhar a favor da CDC-EUA despedido por revelar que vacinas afinal causam autismo

11.01.19

(Vídeo tirado desta notícia. Para quem não sabe, este facto já foi até admitido também pela FDA-EUA. E, podem também ver aqui o que uma enfermeira reformada depois se sentiu à vontade para denunciar.)

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Votem, carneiros

20.08.18

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Bastonária dos Enfermeiros aumentou salários na Ordem à “socapa” (e com retroativos)

 

(Já repararam que as leis e decisões mais polémicas tendem a ser aprovadas no período de férias de Verão ou de Natal, quando está toda a gente com a sua mente concentrada noutras coisas?)
O que esta bastonária fez é o que fazem também os deputados da Assembleia da República.
Sendo estes quem cria as regras e as próprias leis, obviamente que se aproveitam os mesmos para criar regras e leis que os beneficiam, com salários chorudos e todo o tipo de privilégios.
E, o que fazem tais pessoas com poder de decisão, quando tais benefícios são postos em causa?
Ora, refilam e indignam-se! ("Que injustiça! Serem tratados com tal despeito, quando têm feito um óptimo trabalho a servir verdadeiramente os interesses do povo!")
Já agora, para quem não sabe, esta bastonária é a mesma [explícito] que, num debate da RTP, veio dizer com a maior das tranquilidades (aparentemente, concordando com tal acto) que o Estado português chantageia as pessoas desempregadas, para que injectem os seus filhos com vacinas, ou caso contrário não dá o Estado a essas mesmas pessoas o dito "subsídio de reinserção social".

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colocado por Fernando Negro às 09:23

Estupidez ao quadrado

30.01.18

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Reparem neste mais recente exemplo da bela "tradição" portuguesa de calar aqueles que exprimem opiniões contrárias à nossa ou à suposta verdade oficial...
Distorce o autor do seguinte blogue, repetidamente, o que eu digo - e depois (não me concedendo o "direito à resposta" e tendo até ele feito uma pergunta) não me dá a oportunidade de fazer um comentário final, onde corrigia eu o que dizia ele sobre o que eu tinha escrito. (Ou seja, pode ele deixar um comentário final, mas eu não.) E, depois (não sei se para esconder a crítica implícita que lhe fazia eu, de me estar a ameaçar com censura, escreve ele (e apenas ele) ainda mais um comentário final, a falar em "respeito" (depois de ter cortado o discurso de outra pessoa!) fazendo com que quem leia o resultado final fique a pensar que fui eu é que faltei ao respeito a outrém. (Continuando, também, eu sem obter uma resposta e sem saber então em que é que criticar ou contra-argumentar o que dizem os outros constitui uma falta de "respeito"...)
Deixo então aqui aquele que foi o último que escrevi na seguinte <cadeia de comentários>, que o autor de tal publicação decidiu eliminar, para foleiramente escrever outra vez "THE END" por cima.

 

Fernando Negro - 30 de janeiro de 2018 às 05:59

Repito que as principais "provas" apresentadas pelo campo que diz que há aquecimento antropogénico foram invalidadas. E, por isso, deixaram de o ser. Enquanto que, no núcleo duro do campo oposto, continuam as provas deste à espera de ser desmentidas. (O que eu chamo a atenção para não são meras acusações. São provas irrefutáveis, confirmadas pelos autores das mesmas, que qualquer pessoa é capaz de ler e entender.) Mas, descreva a situação como quiser...

Já não tenho, então, mais nada a dizer.

[É uma regra pessoal minha não publicar comentários onde sei que os mesmos poderão ser alvo de censura (o que me acontece repetidamente em Portugal: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/e-mais-uma-vez-censurado-115908 + https://zap.aeiou.pt/os-islandeses-erradicaram-a-sindrome-de-down-171987#comment-271285 + http://blackfernando.blogs.sapo.pt/como-avisar-as-pessoas-disto-num-pais-94911). E, a simples ameaça (e confirmação da sua parte) de que tal pode acontecer nesta sua publicação, é razão suficiente para não querer eu mais deixar aqui quaisquer comentários. (Como sempre, quem fica a perder é quem engole as mentiras e se recusa a ler o contrário...)]

Disse.


(É o que eu digo repetidamente... Com mentalidades destas, ainda continuo eu a pensar que este país vai a algum lado...)
Tudo isto, da parte de um autor que escolhe como "belo" nome para a sua publicação o título de mais um violento e m**doso filme de Hollywood - que, entre outras coisas, normaliza a pedofilia (e que não fui eu capaz de ver mais do que os primeiros minutos de).
Mas, vá lá... Não liguem a estas coisas que andam alguns maluquinhos por aí a dizer na Internet...
Voltem mas é para os vossos smartphones (com um SO que não percebem, ou se interrogam sequer, vocês por que razão tem um nome referente a um humanóide) e usem e abusem dos mesmos.
("Já viram esta nova app para o Android? Oh, tão giro, para andar com o meu smartphone sempre ligado atrás de mim! Já repararam que também os novos carros vêm agora com localizadores GPS? Uau! Adoro toda esta nova geração de computadores, cheios de funcionalidades acrescidas!")

P.S. - Quando falo eu nos comentários de ter sido previamente censurado em tal sítio na Internet, lembro-me agora melhor de que, o comentário que lá deixei anteriormente nada tinha no texto que pudesse ser considerado indecente ou insultuoso. E, era apenas uma crítica (certamente séria, para se ter justificado eu escrevê-la) que contrariava ou corrigia o que dizia o autor do artigo em causa. Ou seja, a política de comentários em tal publicação é tal e qual como diz o autor da mesma. (Se o comentário contraria o que foi escrito no artigo, não é aprovado!)

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Presidente Marcelo sobre a possibilidade de vacinação obrigatória

24.11.17

Porque há muita gente neste país que não prima pela inteligência, incapaz de pensar por si própria e para quem as únicas interpretações válidas da Lei são aquelas oriundas de figuras de autoridade, deixo aqui o seguinte vídeo, onde até um próprio membro do Clube Bilderberg, que tem como missão andar a destruir (entre outras coisas, intelectualmente) o seu próprio país, admite que o direito à integridade física (que é o que se estaria a violar, caso se quisesse injectar alguém com algo, contra a sua vontade) é simplesmente *inviolável*.
O seguinte trecho é tirado, não de uma notícia sobre vacinas, mas sobre uns episódios recentes de violência que ocorreram. Mas, obviamente que - sendo de direitos constitucionais que falamos - o que é a seguir dito aplica-se também a qualquer outra situação.
Também, o que este presidente-traidor afirma não é mais do que mero senso comum. Mas, como a degradação moralintelectual neste país vai atingindo níveis que começam a surpreender (e não faço eu ideia do quão se terá degradado este país, daqui a uns anos, se alguma vez ocorrer uma epidemia ou pandemia) achei por bem deixar isto aqui, uma vez mais, mesmo *muito claro*.

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colocado por Fernando Negro às 11:43