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Mais uma suposta interferência russa, agora nas eleições europeias

18.06.19

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(E, porque a estupidez e a ignorância humanas não têm limites...)
Ainda que tenha sido há pouco tempo demonstrado que a anterior suposta interferência russa em eleições não era verdade... Porque há sempre quem acredite em tudo o que figuras de autoridade lhe dizem, é então de usar outra vez o mesmo tipo de mentira, por saber que a mesma irá pegar.
Segue-se um comentário que eu deixei à notícia de que a "Rússia usou as redes sociais para fomentar a abstenção nas Europeias".
Sendo que, se digo eu que o meu "desmentido" é ao estilo de imprensa controlada (ou dita "de referência") como tal, não tenho de apresentar provas algumas do que digo - e é suposto as pessoas acreditarem nas várias afirmações que faço, só porque sim, ou porque muitas outras pessoas também acreditam.
E, se por acaso alguém for capaz de descobrir, por si próprio, provas que desmintam alguma das afirmações que faço, então esse alguém é, obviamente, um "teórico da conspiração".

 

Escassos meses depois de ter sido provado que a suposta interferência russa nas eleições estadunidenses não passava de uma enorme Mentira, eis que temos uma outra suposta interferência russa em eleições, relativamente à qual, uma vez mais, não são apresentadas provas...

E, como sempre, temos também toda uma enorme quantidade de massa humana que nunca questiona nada do que o poder estabelecido lhe diz – pois, todos sabem que a classe política nunca mente.

Mas, já agora, para essa mesma gente, aqui vai alguma “verificação de factos”, ao estilo de imprensa controlada:

– Quanto mais centralizado o poder estiver, mais democrático este é. E, esta é uma verdade universal.
– É no Parlamento Europeu que está o verdadeiro poder. A não eleita Comissão Europeia decide sobre assuntos meramente secundários.
– Viriato era um agente russo. E, já nas primeiras resistências dos ascendentes dos portugueses e outros povos à primeira versão do Império Romano, houve manipulação russa dos povos europeus por trás.
– O facto do Tratado de Roma (fundador da União Europeia) ter sido assinado, não só nesta cidade, mas também especificamente no local da cidadela dos primeiros romanos, foi fruto do mero acaso.
– A União Europeia não é de origem parcialmente nazi. Para começar, o facto desta poder ser vista como um IV Reich é pura coincidência. Segundo, o movimento nazi desapareceu completamente e não foi evacuado para a América Latina. E, para além disso, o ouro nazi, de paradeiro oficialmente desconhecido, não foi usado para fundar o Clube Bilderberg, nem este último clube tem alguma coisa a ver com a União Europeia. Também, o facto de já ter sido reportada na imprensa ocidental a presença de nazis em reuniões do Clube Bilderberg é desinformação russa.

Por isso, toca a abdicar da independência nacional e de todos os valores que as gerações anteriores consideravam positivos, pois: tais antepassados morreram para nada; não temos nós obrigação moral alguma de honrar tais antepassados; não foi depois da criação dos estados- -nação, derivada do conceito de Bem-Estar Comum, que se deu a grande melhoria das condições de vida; e cabe a nós fazer antes o contrário do que os nossos antepassados fizeram e deixar aos nossos descendentes uma sociedade (notavelmente) pior do que a que recebemos (tal como já estamos a demonstrar ser capazes de fazer).

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colocado por Fernando Negro às 21:59

O golpe que nos permitiu entrar para a União Europeia e que deu início à actual degradação moral e cultural que grassa em Portugal

25.04.19

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Que ninguém interprete mal as minhas palavras...
O 25 de Abril era algo que, de qualquer modo, precisava de acontecer - pois, uma coisa é a instauração de uma Democracia e outra coisa é o uso particular que lhe dá um qualquer povo.
É até com muito orgulho que tenho oficiais militares na minha família que participaram neste golpe e também com muito orgulho que tive o privilégio de ser afilhado de um oficial, em particular, que é o que realmente admiro de todos os que conheci, que (por ser de alta patente) fez parte de um orgão de governo temporário.
Oficial último este que, de cada vez que fazia visitas a minha casa, expressava a sua revolta pela corrupção e pela falta de nível e integridade políticas de que tinha conhecimento, não só pelos mesmos meios de informação que toda a restante população, mas também através de contactos de "alto nível" que tinha, derivado dos tempos em que era governante temporário - sendo alguns destes pessoas com quem trocava palavras quando fazia visitas à Assembleia da República, já em plena Democracia.
E oficial este, que me dói saber que morreu desgostoso com o estado em que estava o País pelo qual muito lutou - chegando ao ponto de se considerar um "exilado", dentro do seu próprio país, presumivelmente por não se considerar parte da restante população que o rodeava.
Mas, boas intenções à parte - e não negando o valor da Democracia, em si - o que se passa, também infelizmente, é que a História oficial que nos contam nas escolas costuma ser um mero "conto de fadas", muito simplificado, que omite sempre pormenores mesmo muito importantes, que permitem fazer uma leitura diferente (e mais complexa) dos acontecimentos...

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colocado por Fernando Negro às 09:48

O problema maior das leis de "direitos de autor", aprovadas pela UE, que resultam em taxação e censura de conteúdos na Internet

15.04.19

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O meu comentário à aprovação hoje feita da Directiva europeia, em que se transformaram estas polémicas leis (já anteriormente aprovadas pelo Parlamento Europeu) - que irá agora forçar os vários estados-membros da UE a incorporarem tais leis genéricas nas suas leis nacionais.

 

O problema destes artigos não é tanto a sua forma actual, mas antes o (muito) perigoso precedente que estes estão a criar... Pois,

Hoje a taxa de direitos de autor não se aplica a meras hiperligações – mas, amanhã já poderá possivelmente vir a ser aplicada às mesmas (pois, os mecanismos para fazer tal coisa já estão montados). E, desta forma, poderá no futuro matar-se o “jornalismo cidadão”, ou o praticado por instituições alternativas, que não recebam grandes volumes de dinheiro do poder estabelecido.

Também, hoje só têm estas plataformas a obrigação de censurar previamente conteúdos protegidos por direitos de autor – mas, amanhã poderão também ser censurados conteúdos de outras coisas que no futuro possam ser ilegais, como o “discurso de ódio”, por ser o último já considerado “crime de pensamento”. E, desta maneira, quem sabe, poder-se-á abrir o caminho até para censurar fortes críticas sociais, por poderem estas ser abusivamente consideradas como apelativas ao ódio.

Sabem quem é que criou a União Europeia, que está a passar estas leis? Foi uma associação de políticos e grande capital conhecida como Clube Bilderberg. E, sabem qual é um dos requisitos para se fazer parte deste Clube? É ser o que se chama um “socialista fabiano” (https://ionline.sapo.pt/647269).

Ora, o “fabianismo” consiste numa gradual (em oposto a rápida e revolucionária) alteração das normas da sociedade, através de sucessivas reformas que vão sendo implementadas. Logo, muito do que é aprovado pela União Europeia faz parte de um gradual processo de evolução, em direcção a um objectivo que não é declarado.

Com esta Directiva criam-se os mecanismos de controlo. E, daqui para a frente, será uma mera questão de se irem (gradualmente) alterando os critérios de taxação e de censura.

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colocado por Fernando Negro às 19:20

Deputados europeus foram enganados de modo a automaticamente aprovar polémicos artigos 11º e 13º, da UE, de Censura na Internet

28.03.19

[O pseudo-alternativo The Guardian também fala disto - convenientemente omitindo, no entanto, o facto da lista de votos ter sido alterada à última hora e que foi isso é que causou o engano na votação por parte dalguns deputados europeus. Mas, se clicarem na hiperligação para a publicação Techdirt, que serve de fonte ao The Guardian, poderão nela confirmar o que é também denunciado na seguinte notícia.]

 

MEPs Tricked Into Voting Wrong Way, But EU Refuses Do-Over

Shocking example of European Union’s byzantine tyranny

Paul Joseph Watson
PrisonPlanet.com
March 28, 2019

13 MEPs were tricked into voting for the European Union Copyright Directive when they initially planned to vote against it, a crucial error which led to the measure passing by just 5 votes, but the EU has refused to hold the vote again.

“An extra vote was inserted into the voting list at the last minute which threw most MEPs’ voting lists out of sync,” reports the Guido Fawkes blog. “Unlike the Commons where MPs have to physically make the decision to walk through lobbies, MEPs just robotically press buttons according to a long voting list handed out to them. A clear warning of the dangers of electronic voting...”

Since the measure passed by a mere 5 votes, the 13 votes that went the wrong way were crucial to the outcome. If the MEPs had not been tricked, they would not have been blocked from voting on amendments to the bill, including the notorious Article 13.

However, despite complaints, the EU has refused to revisit the result of the vote or hold the vote again, merely agreeing to change the voting record of the individual MEPs.

“It’s appalling, but that’s how this place works on a regular basis,” said Brexit Party MEP Bill Etheridge . “It’s only come to people’s attention this time because it’s a high profile issue.”

This is a shocking illustration of how the EU operates. The vote has basically been stolen and yet the European Parliament refuses to do anything about it.

Critics say Article 13 will force social media companies to introduce filters that will automatically block content uploaded by users. This would include transformative content, including memes that are widely considered fair use but would be blocked by the filter.

Such a system would also be completely open to abuse in terms of censoring free speech.

 

***

 

 

[E, sobre o vídeo acima colocado, aproveito só para fazer uma pequena correcção, citando parte de um comentário que fiz noutro sítio...]

 

Quem está por trás deste tipo de leis nem é a indústria do entretenimento. É o próprio poder estabelecido (grande capital e seus fantoches políticos, que criaram estas leis) que está a ser cada vez mais denunciado na Internet – e que quer pôr cobro a este fenómeno. [BlackFerdyPT - 26 de Março de 2019]

 

[Nota importante: Outra coisa que gostava de dizer é que, eu não descarto a hipótese de tudo isto ter antes sido uma maneira de, numa votação tão renhida, terem aqueles que se fazem passar por defensores da Liberdade de Expressão aproveitado para garantir que as leis passavam - e depois terem retomado os seus personagens, dizendo que aprovaram as leis por engano...]

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colocado por Fernando Negro às 21:20

Obviamente, tratar-se-á de mais um "movimento colorido"

01.12.18

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Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado

(Estando eu a enviar esta mensagem a quem vive ou tem vivido em cidades que estão a ser afectadas por este movimento...)

Venho só informar-vos de que,

O a que estamos a assistir com este movimento dos "coletes amarelos", obviamente que (para qualquer pessoa bem informada) nada mais é do que a aplicação da velha fórmula das "revoluções coloridas" (https://pt.wikipedia.org/wiki/Revoluções_coloridas) que tem sido usada para derrubar governos democraticamente eleitos que não alinham com certos interesses ocidentais (https://www.theguardian.com/world/2004/nov/26/ukraine.usa).

Pois, o que se passa agora no Ocidente é que - tal como tem denunciado o agente dos serviços secretos russos, Daniel Estulin, na sua conta no Twitter e denuncia também este no seu último livro que já foi publicado em Portugal (https://www.wook.pt/livro/nos-bastidores-de-trump-da-russia-e-do-mundo-daniel-estulin/21876488) - a eleição do Donald Trump e o Brexit são duas manifestações de uma divisão que ocorreu entre as elites ocidentais, com uma facção que quer implementar um novo modelo económico que sirva de substituto ao que já entrou em Colapso (formada pela velha oligarquia europeia e outros, na qual se incluiu a monarquia britânica) e outra facção que continua a insistir neste modelo económico sem futuro - que é a facção que ainda controla a União Europeia e a grande maioria dos média de massas (incluindo as redes sociais) e que é formada essencialmente por uma grande parte dos chamados banqueiros internacionais.

Ora, o Macron antes de ser Presidente de França trabalhava para a família Rothschild. E, a família Rothschild é uma conhecida família de "sócios" da família real britânica (ex: http://kontrainfo.com/capitulo-5-la-casa-rothschild-sionismo-financiero-estado-israel/). E, como tal, o Macron tem sido repetidamente denunciado pelo autor Daniel Estulin como um agente britânico, tal como foi o Napoleão III (https://twitter.com/search?q=macron napoleon from:EstulinDaniel).

Tendo então estalado uma guerra interna entre as elites ocidentais, entre quem está do lado dos britânicos e outros interesses que se tornaram nacionalistas e quem está do lado dos liberais-financeiros, que insistem na União Europeia, obviamente que não é do interesse do sector liberal-financeiro ter um presidente como o Macron a comandar os destinos de um tão grande e importante país como França. E, tendo este sector liberal o controlo das redes sociais (o Facebook e afins são empresas de fachada da CIA - https://blackfernando.blogs.sapo.pt/ja-aderiram-ao-facebook-49568 - ainda sob o controlo de tal sector)... Não é preciso puxar muito pelos neurónios para perceber o que se passa agora nas ruas de França.

Tudo o que é oriundo de "redes sociais" é sinónimo de movimento controlado. Pois, primeiro que tudo, são estas redes imensamente populadas pelo fenómeno dos "trolls", que são (tal como tem sido repetidamente denunciado também na imprensa portuguesa: https://zap.aeiou.pt/sporting-meio-milhao-blogs-contas-falsas-209537 + http://videos.sapo.pt/osVD6KZEr9jc8zwnbAKm) pessoas que são pagas pelo poder estabelecido para emitir certo tipo de críticas, pontos-de-vista e propaganda nestas redes. E, segundo, qualquer pessoa que seja verdadeiramente "anti-sistema" e use este tipo de redes controladas para difundir mensagens que não interessam a esse mesmo sistema, é por norma censurada e alvo de golpes baixos, que visam impedir a difusão de tais mensagens (tal como tem acontecido ao autor Daniel Estulin, a inúmeros apoiantes do Donald Trump nos EUA e até a mim próprio, quando denunciava coisas mais incómodas - razão pela qual já não uso mais as minhas contas na Google/YouTube/Blogger ou no Twitter: https://www.rt.com/usa/441075-facebook-twitter-banned-accounts/).

E, por isso, venho avisar-vos...

Razões legítimas que possam haver para certos protestos (que normalmente há - e é exactamente por se usarem as mesmas é que este tipo de "movimentos coloridos" têm tido o sucesso que têm tido: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/que-se-fa-a-constituicao-38423?thread=72983#t72983) à parte, desconfiem de tudo o que lêem nas ditas redes sociais para o qual não sejam apresentadas provas. E, tenham consciência de que estas redes são imensamente usadas, através de perfis falsos, para tentar manipular as pessoas e espalhar desinformação.

E, se não querem estar possivelmente a ser constantemente manipulados por estes ou aqueles interesses que desconhecem, se alguma vez se quiserem envolver em actividades políticas, informem-se primeiro sobre quem são e o que fazem os actores deste teatro, para que não sejam enganados pelos mesmos - podendo vós, para isso, começar por recorrer às melhores fontes de informação que existem, para as quais eu tenho chamado a atenção no meu blogue (ex: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/934827651533099009 + https://www.globalresearch.ca/cia-backed-color-revolutions/5611641 + https://blackfernando.blogs.sapo.pt/o-celebre-maio-de-68-explicado-em-muito-78960).

 

*

 

Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado - adendo

No fundo, trata-se este movimento de um do mesmo tipo do que ocorreu em Portugal, nos anos 90 junto à Ponte 25 de Abril, para derrubar o que a imprensa controlada chamava de "Cavaquistão".

O Cavaco Silva é um de dois ou três Presidentes da República que tivemos que não estava sob o controlo dos grandes interesses económicos - e a prová-lo está (para além do facto de ainda hoje ser ele imensamente denegrido por esta mesma imprensa controlada) o facto de ter sido Cavaco Silva quem nomeou a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, responsável pela prisão de várias altas figuras da corrupta sociedade que temos - e que o actual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, obviamente tratou de correr do seu cargo.

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Tribunal Europeu dos Direitos Humanos proíbe críticas à religião muçulmana (mantendo condenação na Áustria por crítica a Maomé)

10.11.18

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[Em mais uma aparente demonstração da excelência da imprensa portuguesa, não consigo sequer encontrar esta (importante e grave) notícia em sítios portugueses na Internet - mas, até em sítios do continente americano...]

 

Mulher é condenada por chamar Maomé de pedófilo

 

E, o que esta sentença para mim também demonstra, é que...
Torna-se claro que esta condenação faz parte de um processo de gradual eliminação do Direito à Liberdade de Expressão, na União Europeia em que vivemos.
O "piropo" já foi ilegalizado. O "discurso de ódio" também deverá ser. E, mais tarde, num futuro talvez não distante, quase certamente que virão as leis que proíbem a expressão de sentimentos e valores nacionalistas (dos quais os nossos antepassados - pertencentes às gerações que deixavam os seus países em melhor estado do que quando neles nasceram - eram adeptos) acompanhadas da falácia de que são tais ideias uma manifestação de racismo ou dita xenofobia.

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colocado por Fernando Negro às 00:43

Conheçam a maior anedota de organização de suposta luta pelos direitos civis (na Internet) que recentemente surgiu em Portugal

08.11.18

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Eu acho que nem vale a pena elaborar muito sobre isto... Pois, a seguinte cadeia de comentários é, por si só, bastante elucidativa.

 

A EDRi e a EFF são financiadas pelo próprio poder estabelecido

 

Mas, sobre o último comentário que lá foi deixado, antes de (muito convenientemente) ter sido o tópico encerrado - não me sendo, deste modo, permitido o exercício do direito de resposta - fica então aqui a resposta que não pude lá deixar, à direcção desta organização.

 

1) "narrativas em que não nos revemos e com ligações para sites pouco recomendáveis"

Tudo avaliações subjectivas e não argumentadas, que não justificam a perda do direito à Liberdade de Expressão. E, se fosse eu um membro da vossa organização? Corriam comigo por causa disso?

2) "boa dose de auto-promoção", "está aqui (...) porque este fórum lhe dá pódio e holofote para os seus ensaios e para os (muitos) links para o seu blog"

A razão pela qual incluía eu hiperligações para o meu blogue é a mesma pela qual incluía hiperligações para outros sítios - para providenciar provas e argumentos que sustentem o que eu digo. Que interesse tenho eu numa suposta "autopromoção"? Não ganho dinheiro nenhum com isto, só perco tempo a escrever estas coisas e quase ninguém conhece a minha identidade.

3) "tom arrogante e condescendente para com quem se atrevia a encetar diálogo [comigo]"

Mentira. Podem ler as mensagens que foram trocadas entre mim e quem respondia ao que eu colocava (as que não tiveram já sido escondidas, isto é). Sempre tratei os outros da mesma maneira que gostava de ser tratado. Então, eu é que iniciava o debate e depois ia estar a responder mal a quem me respondesse? Sendo eu uma pessoa que tem por hábito fazer muitas perguntas e contestar o que lhe é dito, ia eu estar a reagir mal para com quem fizesse o mesmo relativamente ao que eu escrevo?


4) "apesar disso, optámos por não actuar"

Eh, lá! Obrigado pela vossa imensa benevolência. Têm vocês todo o direito de censurar quem escreve coisas de que vocês não gostam. (Cuidado, membros da organização que façam o mesmo que eu fiz!)

5) "acresce que o utilizador em causa tem uma posição declarada de que não irá fazer qualquer contributo para a associação ou os seus objetivos"

Mentira. Em várias das colocações que fiz, fazia avisos e alertas sobre este tema dos direitos no ciberespaço e chamadas de atenção para o que eu considero serem erros estratégicos na suposta luta desta organização. E, a razão pela qual o fazia, é porque também eu estou interessado no sucesso desta luta genérica - ainda que não faça eu parte desta organização específica.

6) "liberdade para espalhar as suas opiniões e auto-promoção nos fóruns que entender, mas não neste"

Ora aí está. Admitem que no vosso fórum não existe Liberdade de Expressão. E, se deixo eu alguma hiperligação para uma colocação no meu próprio blogue (para encurtar os textos, deixando que cada um decida o quão se quer aprofundar no assunto - e para não ter de estar a repetir-me) sou logo acusado de estar a fazer "autopromoção".

7) "este fórum é um espaço para se discutir livremente as questões dos direitos digitais com total liberdade de opiniões"

Hilariante e enorme Mentira! Vocês próprios admitem (e nesse mesmo texto) que censuram opiniões e denúncias das quais simplesmente não gostam.

8) "um espaço que queremos (...) que sirva para real discussão construtiva"

E, onde é que enveredei eu pela crítica destrutiva? Se apontava eu coisas que considerava estarem vocês a fazer mal, fazia-o acompanhado de dicas do que considerava eu ser uma alternativa melhor.

9) "com elementos que não querem saber da D3"

Uma vez mais, se fazia eu colocações neste fórum, era para tentar ajudar na luta pelos "direitos digitais" (ou civis, na Internet).

10) "comentários tóxicos"

Não publiquei nada de indecente ou ilegal neste fórum. Apenas coisas de que a direcção não gostou - e às quais outros membros da organização até acharam por bem responder.

 

Em suma, façam como faz a D3.
Mandem cartas aos políticos do sistema (que são boas pessoas e são bem-intencionados).
E, se não responderem tais políticos de forma satisfatória, virem-se para as supostas alternativas mais mediáticas, como o Bloco de Esquerda - pois, o Trotsky era muito boa pessoa e também os seus modernos seguidores o são.
(Sendo de grandes adeptos das novas tecnologias que se tratam os dirigentes desta organização, ficamos então à espera das "selfies" tiradas nos gabinetes dos políticos que forem tais membros mais visitar, enquanto a Internet pela qual supostamente lutam se transforma em "Censornet", com os dirigentes desta organização a darem o exemplo de como se faz tal coisa.)
E, já agora, tópicos sobre como possivelmente desactivar, de modo legal, o novo sistema de vigilância "eCall", não só não têm nada a ver com "direitos digitais", como indubitavelmente não são do interesse dos participantes do fórum desta organização e, por isso, têm de ser censurados.
Também, cadeias de comentários onde apareça alguém a alertar para o perigo de mexer nas nossas contas bancárias através dos novos "spyphones" são também tópicos que podem ser escondidos do ocasional visitante deste fórum.
Adiram já à D3!

[Acrescentado a 09/11/2018: Tendo eu recebido, entretanto (horas depois de ter feito esta colocação) uma reposta da parte da direcção desta falsa organização de luta pelos direitos civis, a confirmar a minha dúvida sobre se o facto do moderador em causa ter censurado este tópico no fórum reflectia as políticas de orientação gerais da própria direcção (resposta a uma carta que tinha eu escrito horas antes de ter sido feita a última colocação, por parte da direcção, no tópico para o qual chamo a atenção) e tendo tal resposta (em nome da direcção) sido feita pelo mesmo "Rui Cruz" que posso ver, pelas fotografias neste fórum, ser um conhecido elemento associado à versão portuguesa da WikiLeaks... Que cada um (que esteja bem informado) tire então a sua própria conclusão sobre a natureza, pelo menos parcial, desta organização "D3"... Já agora, o autor Daniel Estulin concordou comigo, em mensagem privada no Twitter, que a dita "TugaLeaks" é certamente, tal como a original WikiLeaks, uma versão portuguesa do mesmo tipo de operação.]

[Acrescentado a 10/11/2018: E, para cúmulo do que era já uma grande anedota, numa clara demonstração de que isto se trata de Censura pura e dura - e também demonstrando o medo que esta gente tem da informação que eu lá deixei... O seguinte é o aviso que mais vejo agora que foi adicionado às colocações da minha autoria que não foram (ainda?) escondidas. E, quem quiser ver como eram as colocações originais, com as hiperligações para as fontes do que eu afirmava, pode descarregá-las <aqui>.]

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O "Admirável Mundo Novo", caracterizado pelo surgimento de um Estado Policial de natureza informática, também passa por Lisboa

31.10.18

(Pois, que sítio melhor para o ir montando, do que no país da Europa Ocidental - a seguir aos várias da fria e consequentemente pouco acolhedora Escandinávia - onde as pessoas menos ciosas são dos seus direitos...)

 

A Internet (tal como tenho eu ultimamente denunciado) é uma ferramenta de vigilância e de controlo, montada pelo próprio poder estabelecido.
Por enquanto, tem funcionado de modo contraproducente, ao permitir a circulação de informação contrária aos interesses desse mesmo poder estabelecido. Mas, não faltará muito, certamente, para que se torne numa rede controlada, onde não irá haver verdadeira liberdade de circulação de ideias e de notícias.
As leis que controlam a informação nesta rede já começaram a ser passadas. E, daqui para a frente, será uma mera questão de se irem (gradualmente) fazendo acrescentos e "melhoramentos" a estas mesmas leis.
Bem-vindos ao Estado Policial do futuro, onde quase tudo irá ser controlado via Internet.

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colocado por Fernando Negro às 05:27

O acesso à Cultura e ao Conhecimento sempre foi, está a e irá ser um dos principais obstáculos a quem quer *escravizar* os outros

16.09.18

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1. Razão pela qual se criam obras distópicas, que visam mentalizar as pessoas para uma sociedade futura onde o acesso a estes seja restringido e proibido.
2. Razão pela qual os meios de divulgação destes são, cada vez mais, electrónicos e requerem o uso de computadores ligados à Internet, onde podem ser controlados.
3. Razão pela qual, por exemplo, na Alemanha nazi se queimavam livros.
4. Razão pela qual, por exemplo, no Brasil era proibido aos escravos aprenderem a ler e a escrever.
5. Razão pela qual foi a invenção da Imprensa que tornou possível a Abolição da Escravatura nos Estados Unidos da América.
6. Razão pela qual se restringe, cada vez mais, o acesso a estes no sistema de escolarização (i.e. de domesticação e estupidificação) obrigatório que temos.
7. Razão pela qual estão as elites governantes a destruir de propósito a sociedade que temos.
8. Razão pela qual há quem apele à censura de quem diz que não há qualquer "aquecimento global" provocado pela actividade humana, cuja evolução tem aumentado muito o acesso a estes.
9. Razão pela qual os principais autores de informação alternativa já começam a ser censurados.
10. Razão pela qual já começaram a ser passadas leis que controlam o fluxo de informação na Internet (e, tal como a conhecemos, tem esta rede os seus dias contados).

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Voltamos aos atentados de bandeira falsa em Itália

18.08.18

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Far-Left Anarchist Extremists Take Credit For Bombing Italian Populist Party Office

 

A história é sempre a mesma...

  1. O motivo/alvo do ataque é algo de imensamente estúpido (como, pôr uma bomba numa igreja na véspera de Natal, ou neste caso pôr uma bomba numa sede de um partido político que, claramente, não é pior do que os outros - muito pelo contrário).
  2. E, quanto à autoria dos ataques, estes são sempre (a) ou reinvidicados por um qualquer grupo que ninguém (no meio anarquista) conhece (b) ou não são reinvidicados por ninguém, sendo alguns verdadeiros anarquistas acusados de e presos por isto (enquanto os média muito reportam tal coisa) e sendo posteriormente tais anarquistas ilibados disto (enquanto os média, convenientemente, mal reportam tal coisa).

E, reparem em como são os verdadeiros progressistas quem constitui o alvo deste atentado (muito a fazer lembrar o assassinato de Aldo Moro)...
Que sentido é que faria, para alguém que supostamente quer melhorar a sociedade, atacar logo os que querem também claramente fazê-lo, em vez de atacar os restantes?
A quem é que verdadeiramente interessa (ou, por outras palavras, quem é que realmente beneficia de) este atentado? (Lembrem-se de que o "Liga Norte" é indubitavelmente anti-sistema!)

Tenham sempre em mente o seguinte relatório, que eu parcialmente traduzi há uns bons anos, de cada vez que oiçam falar de atentados terroristas em Itália atribuídos a anarquistas.

 

Statewatch: "Anarchists to be targeted as 'terrorists' alongside Al Qaeda"

 

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colocado por Fernando Negro às 04:57