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Obrigado pelo maravilhoso Ser Humano que foste e sempre serás, John Taylor Gatto. Deste razão a alguns que lutavam contra isso!

18.12.18

 

Um "artigo" que tencionava partilhar com John Taylor Gatto, mas que já não fui a tempo de o fazer, para lhe provar que é, de facto, verdade que há quem (embora sejam, como dizia ele, mesmo muito poucos os que o fazem) seja capaz de se aperceber do processo de domesticação e também estupidificação a que é sujeito, no decorrer (i.e. enquanto é vítima) do mesmo.
(Artigo este, obviamente escrito anos antes de saber eu sequer quem era este autor.)
Foi um relativamente mau artigo, com a palavra "indivíduo" a surgir n vezes e com repetições de argumentos, escrito à pressa para ser partilhado numa manifestação de estudantes que iria ocorrer dentro de poucos dias, na viragem do século, quando fazia eu parte de um colectivo de estudantes anarquistas. Assim como, foi o primeiro artigo teórico que alguma vez escrevi. E, por isso, por favor não associem a falta de qualidade do mesmo aos meus presentes textos, neste blogue.
Também, para além da imaturidade e pouca literacia da altura, outra razão para os erros gramaticais é que sempre fui (e sou) ligeiramente disléxico. Razão pela qual, ainda hoje, faço coisas como escrever "causa" em vez de "casa", como ocorreu na última colocação neste blogue, antes de ter eu corrigido tal erro, só me tendo apercebido do mesmo ao ler o texto uma terceira ou quarta vez.

 

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colocado por Fernando Negro às 11:49

Um homem muito à frente do seu tempo

14.12.18

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(Ou, em alternativa, um homem que não se deixou puxar pela corrente que, há décadas, tem vindo a puxar as pessoas para baixo - pois, modelos educativos alternativos, que visem libertar a mente das pessoas, há mais de um século que andam a ser debatidos pelo movimento anarquista...)

Logo por azar, foi no final de Agosto deste ano que o serviço que eu usava para receber tweets por correio electrónico deixou de funcionar e tive de mudar para outro. E, concentrado como tenho andado noutras coisas e também com os importantes tweets do Daniel Estulin, fui-me esquecendo repetidamente de adicionar os outros três autores que sigo no Twitter à lista de tweets da parte de quem me interessa o que têm a dizer. E, por isso, só ontem soube que John Taylor Gatto tinha falecido (logo no mês seguinte à minha alteração de seguimentos no Twitter).

John Taylor Gatto é uma das muito poucas pessoas que conheço que considero verdadeiramente "brilhantes". Pois, gente muito inteligente há muita. Mas, que queira usar essa inteligência para ajudar, iluminar e libertar os outros, é um fenómeno raro.

E, no estado de decadência intelectual e moral em que agora estamos, talvez só daqui a umas boas décadas (se conseguirmos inverter o sentido evolutivo das coisas, isto é) é que poderá haver um número significativo de pessoas que saibam dar real valor a este ser humano cuja existência passou ao lado de quase todos.

(Sendo, no entanto, o que se passa com o seu desparecimento físico que, tal como no caso de Chávez, o legado por este grande ser humano deixado, de tão positivo que é, provoca uma alegria e um espírito positivo tão grandes, que acabam por ofuscar a tristeza causada pela sua morte.)

Eu podia aqui fazer uma enunciação de tudo o que de imensamente positivo John Taylor Gatto fez e defendeu na sua vida. Mas, (1) ou isso me obrigaria a uma muito extensa colocação, que seria apenas um resumo do que qualquer pessoa poderá por si própria saber, se decidir informar-se sobre quem foi este ser humano que tivemos o privilégio de partilhar o Planeta com, (2) ou me obrigaria tal a cometer o quase-sacrilégio de estar a omitir algumas das suas ideias, nomeando apenas umas outras - pois, sendo quase todas estas igualmente boas e importantes, seria um muito estúpido e mau resultado final que eu produziria.

Assim sendo, em alternativa, deixo aqui apenas uma introdução aos seus trabalhos e denúncias, na seguinte entrevista, que toca em alguns dos aspectos fulcrais que explicam a observável verdadeira castração mental que ocorre em quase toda a gente que é obrigada a submeter-se ao normal sistema de ensino que temos.



E, reparem na humildade, abertura de espírito e prazer em ser educado (ainda que já se saiba mesmo muito e que são típicos de quem é verdadeiramente inteligente) que John Taylor Gatto demonstrou até aos seus últimos dias de vida, aos 82 anos de idade... Ainda no mês de Março, deste ano, num de muito poucos comentários que fiz a tweets da sua autoria, consegui ser merecedor de um "gosto", ao corrigi-lo no seguinte: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/970559729868115969

Que pena é que não tenha ele podido viver para assistir ao (possivelmente grande) impacto que irão (ou começam a) ter as suas muito importantes ideias e descobertas.

Um imenso Obrigado, John Taylor Gatto!

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colocado por Fernando Negro às 06:27

Michael Ruppert no seu melhor

26.04.14
Uma coisa que eu não disse, aquando da minha última colocação e respectivos comentários, foi que, a razão pela qual o desaparecimento deste grande autor é, para mim, um acontecimento mesmo muito triste e marcante... É porque foi Michael C. Ruppert uma das minhas (principais e muito importantes) referências, aquando do meu tempo de "jornalista cidadão".
Tendo sido este investigador, em particular - para além de uma das pessoas que me iniciaram na verdadeira história do 11 de Setembro - uma das minhas principais fontes de inspiração e muito bons exemplos de conduta, aquando da minha, que foi curta, actividade jornalística amadora.
Sendo isto equivalente a dizer que, se não fosse o trabalho deste e outros investigadores, que corajosamente denunciaram a verdadeira história, que tinham descoberto, dos atentados de 11 de Setembro, nunca teria eu pesquisado tanto, e tão a sério, sobre tal tema e teria acabado por descobrir aquela que é a principal temática que serve de propósito a este blogue.
(Ou seja... Não fosse Ruppert ter feito o grande e muito bom trabalho que fez, é possível que este meu blogue nunca viesse sequer a existir... Sendo, portanto, também a ele que deverão estar agradecidos todos os que possam encontrar algo de interessante nesta minha humilde publicação.)

Ainda hoje me lembro, como se fosse ontem, das várias vezes seguidas que ouvi a seguinte palestra (incrédulo com tudo o de que, através dela, ia tendo conhecimento) para garantir que conseguia absorver toda a grande quantidade de informação, muito importante, que dela podia assimilar... Tendo sido esta uma das muito importantes peças que me iniciaram na construção do "puzzle" relativo ao 11 de Setembro.

E, é chamando a atenção para esta palestra, de particular qualidade (das várias muito boas, aliás, que Ruppert deu) que aproveito para prestar mais uma sentida homenagem a este autor que, como muito poucos, sempre foi capaz de se manter fiel aos seus princípios e ideais - e que, não só pagou o habitual preço, que muitos pagam, da ruína financeira, como, ao que tudo indica, terá pago por isso também com a sua própria vida.

A tua partida prematura foi, por mim e por muitos, grandemente sentida, Michael Ruppert.

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Não serás nunca esquecido, herói dos tempos modernos, Ruppert

20.04.14
"Why do we go through this stuff?... And, the answer that I keep coming to, is something that I wrote on Facebook, a couple of months ago... Someone went, 'Why just we don't roll up, and die now, and give up?'... And, I said, 'A warrior in times of great stress, like this, and when facing imminent death' - and, these are my words - 'continues with the daily routines, and the daily rituals, as if there will be a tomorrow, because it holds open the possibility of Victory'."

"And, if I'm happier, now (...) You have to allow me... That I've spent a lifetime earning the right to smile, when I realize that I'm not alone, and I see other really exceptional people rising up, and be innovating, and kicking ass, and
leading..."

"There are people who would lay down, and die. Well, that's not a warrior's path. (...) The warrior's way... You fight until the last minute."


--- Michael C. Ruppert (1951-2014)

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