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Está na hora de começar a descarregar, comprar e arquivar

14.10.20

Um excerto de uma carta electrónica, que enviei a quem me é próximo, menos de 3 semanas após ter sido declarado, em Março último, o Estado de Emergência no nosso país - e que serve como um bom resumo do que eu tenho vindo a dizer em colocações anteriores.

 

...todos os anos morrem milhares de pessoas por gripe, e não é por isso que os governos mandam toda a gente ficar em casa.

O que verdadeiramente se passa, é que a Economia Capitalista que temos está montada na expectativa de eterno "crescimento económico". E, num mundo de recursos finitos, é impossível manter tal sistema económico eternamente. Ora, tudo o que são ecologistas e cientistas sociais honestos tinham vindo a avisar, nas últimas décadas, que os recursos naturais do Planeta iriam entrar em declínio algures na primeira metade do século XXI. E, estando a Economia Mundial a mostrar sinais de Colapso há já mais de uma década, é óbvio que essa altura chegou.

A Economia, aliás, já era suposto ter colapsado em 2008. Razão pela qual houve a onda de desemprego que houve, nessa altura - da qual nunca recuperaram verdadeiramente os vários países. (Os salários em Portugal baixaram muito, desde então. E, só não há elevado desemprego no país, porque *imensa* gente emigrou para países com alguma falta de mão-de-obra. Sendo também que, em Portugal tal não se tem notado tanto porque, em consequência das revoltas e convulsões sociais resultantes do ligeiro Colapso que tem ocorrido, os turistas têm fugido dos tradicionais destinos turísticos europeus e mediterrânicos de excelência, e escolhido antes Portugal para passar férias, o que tem beneficiado temporariamente a nossa Economia.)

Como digo, a Economia que temos foi montada na expectativa de eterno crescimento económico. E, para sustentar tal crescimento económico, é preciso usar uma cada vez maior quantidade de recursos naturais. Ora, a partir do momento em que tais recursos naturais começam a escassear, não só deixa a Economia de crescer, como (por já se ter esgotado uma boa parte destes recursos, ou terem estes entrado em declínio) começa tal Economia a "decrescer" - ou, por outras palavras, a entrar em Colapso.

 

Seguido do que seria um outro aviso que poderia também ter enviado - mas que, como estou cansado de fazer tal coisa, é um dos que, a partir de agora, só irei publicar aqui.

 

Para quem valorize Cultura (https://blackfernando.blogs.sapo.pt/o-acesso-a-cultura-e-ao-conhecimento-147909),

Escrevo o seguinte Aviso, ou chamada de atenção.

Com o Colapso Económico que já teve início (sob um falso pretexto - que visa, em parte, criar um colapso controlado da Economia, seguindo o mesmo princípio das avalanches controladas),

A Internet, tal como a conhecemos (como um grande repositório de Informação, ou o equivalente moderno a uma Biblioteca de Alexandria) irá em breve, obviamente, deixar de existir (https://twitter.com/EstulinDaniel/status/1284498273538121728). E, passará a ser esta rede pouco mais do que um meio de controlo e vigilância das pessoas (propósito esse, aliás, com o qual foi inicialmente criada: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/uma-muito-importante-e-interessante-127429) para além de um meio, imensamente censurado (https://twitter.com/TheJASPO/status/1306625578854907905) de divulgação da moderna e decadente "cultura" de lixo que temos (Netflix, YouTube e afins).

E, se pensam que o tipo de obras distópicas (de "ficção científica") como a seguinte mais recente versão de Fahrenheit 451, que visam mentalizar (https://www.bertrand.pt/livro/o-instituto-tavistock-daniel-estulin/14530212) as pessoas para um Futuro que está planeado, são demasiado abusivas no tipo de futuro que descrevem...

 

 

Pensem, outra vez.

Da mesma maneira que a circulação de dinheiro físico está a ser cada vez mais restrita (https://www.jornaldenegocios.pt/economia/justica/detalhe/o-que-nao-pode-mesmo-pagar-em-dinheiro-vivo) obrigando as pessoas a usar antes dinheiro electrónico - e, como tal, tem o dinheiro físico obviamente os seus dias contados,

É muito possível que, com o pretexto das tretas ambientalistas, seja uma questão de tempo até que se comece a restringir (e eventualmente proibir) a produção de livros físicos, com a desculpa de que estar a cortar árvores constitui um crime ambiental etc.

E, assim que começarem as pessoas todas a usar antes leitores de livros electrónicos (eu, de qualquer modo, também tenho um - pois, dá muito jeito para se poupar dinheiro) com a quantidade de "portas dos fundos" que vão cada vez mais tendo os pequenos computadores que as pessoas usam (https://www.gnu.org/proprietary/proprietary-back-doors.en.html) será esta mais uma maneira do poder instituído controlar (i.e. vigiar e censurar) o que as pessoas lêem (https://www.defectivebydesign.org/amazon-kindle-swindle).

Por isso,

Se sabem de informação de muito interesse que queiram salvaguardar para o Futuro,

Sugiro que comecem a descarregar a mesma para fora da Internet (exemplo de um software que podem usar: https://www.httrack.com/) e a comprar cópias físicas dos vários livros com informação mais valiosa e importante que conheçam.

Pois, com o Colapso Económico que já teve início, não vai ser preciso esperar pelo possível Futuro que descrevo. Mas antes, basta que comecem as várias companhias que alojam informação na Internet e também as várias editoras a falir (https://expresso.pt/economia/2019-12-27-Europa-America-entra-em-insolvencia) para que a informação valiosa e os livros que vocês pensam que irão estar sempre disponíveis possam deixar de existir.

Boas leituras.

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Os média de massas, como sempre, a fazer o seu trabalho sujo de tentar difamar quem se insurja contra o poder instituído

10.10.20

[Tirado da página no Facebook dos "Médicos pela Verdade - Portugal".]

 

COMUNICADO

 

Desde há alguns dias que vimos sendo assediados pelo Jornal Polígrafo na figura do seu subdiretor com uma sucessão de perguntas, algumas concernentes ao nosso suporte informático, alegando o mesmo ser composto por elementos anti-vacinas.

Dado o teor difamatório e a atitude persecutória daquela entidade, urge esclarecer:

1 - Sendo os Médicos pela Verdade Portugal (MpVP) um movimento cívico composto por médicos e outros profissionais de saúde, será óbvio à compreensão de todos, que, por inerência das funções que desempenham, as aptidões dos seus membros não passam pela informática nem pelo manejo de uma qualquer página numa qualquer rede social.
Por conseguinte, tivemos que contratar quem nos ajudasse a construir um site e uma página nesta plataforma.
Para a escolha da equipa de suporte concorreram a vontade de contribuir para a nossa causa e a experiência de quem se apresentou disponível para nos ajudar.
Não fizemos interrogatórios acerca de local de residência, raça, orientação sexual, confissão religiosa, posições sanitárias, políticas ou de outra índole, por tal ser irrelevante para o objectivo pretendido.

2 - São os conteúdos que importam e são os conteúdos que nos dão ou não a credibilidade e não quem nos suporta.

3 - São os conteúdos juntamente com o nosso Manifesto que falam por nós e ao que vimos.

4 - Nada existe que tenha sido por nós dito, escrito ou publicado quer da nossa autoria, em artigos de revisão bem como alguns artigos de opinião ou notícias veiculadas pela imprensa nacional e internacional, que espelhe negacionismo, campanhas anti-vacinação ou qualquer ideologia política ou religiosa.
Portanto, insinuá-lo é má fé e afirmá-lo é calúnia ou difamação.

5 - Pelo exposto e por conseguinte esse atentado persecutório e difamatório contra a nossa honra, a nossa integridade e as nossas credibilidade e competência, com base numa mentira, não nos deixará outra alternativa senão o processo judicial e o pedido de indemnização conforme e na proporção dos danos causados.

Assim, para que não restem dúvidas:

A - A credibilidade dos Médicos pela Verdade Portugal não depende daqueles que constituem o suporte informático antes dos Curricula Vitae dos seus membros, dos conteúdos que publicam com base em artigos científicos de qualidade e ainda da sua conduta social, ética e deontologicamente irrepreensível.

B - Não serão mais tolerados o insulto, o assédio ou a ameaça pessoal ou colectiva, tampouco insinuações ou calúnias que belisquem a honra e a integridade dos profissionais de saúde envolvidos neste movimento cívico pela ciência e pela reabilitação, em pleno, da actividade assistencial do SNS.

C - Os MpVP não são e não assentam em movimentos anti-vacinas, negacionistas, políticos, religiosos nem conspiracionistas.

Margarida Gomes de Oliveira, OM 34309
Médicos pela Verdade Portugal

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Por estas e por outras, é que devemos sempre EXIGIR FONTES do que é afirmado pelos vários média, sejam estes quem forem...

14.09.20

Comparem, por vós próprios, a seguinte notícia falsa, por parte do português Jornal Económico, com a fonte original que devia ser citada - ou para a qual devia tal jornal deixar uma hiperligação.

 

Antigo conselheiro de Trump aconselha Presidente a deter CEOs da Apple e Facebook e a família Clinton caso perca as eleições [segundo o Jornal Económico]

 

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colocado por Fernando Negro às 19:42

MUITA ATENÇÃO: VACINAÇÃO FORÇADA VIOLA DIREITOS HUMANOS!

21.08.20

human_rights.jpg

 

Esta é uma colocação que nem sequer deveria ter de ser feita...
Pois, o que a seguir é expresso, em documentos oficiais, é algo que deverá (ou deveria) ser senso comum - e também algo que deverá (ou deveria) ser óbvio para qualquer pessoa mentalmente sã, que valorize Direitos e Liberdades.
Mas, como a fronteira entre o que se pode fazer e o que nunca deveria ser feito, já foi ultrapassada há uns anos... E, também porque "senso comum" é algo que, infelizmente, cada vez menos existe na sociedade europeia, notoriamente decadente, que temos (começando a última a assumir até já contornos quase surreais)...
Aqui fica a seguinte, muito importante, chamada de atenção.

Estar a injectar no corpo de alguém algo, contra a vontade desse mesmo alguém (isto é, violar a Integridade Física de uma pessoa) viola os princípios expressos nas:

1) Constituição da República Portuguesa (Artigo 25º)

2) Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos, da UNESCO (Artigo 6º)

(Podem clicar nas anteriores hiperligações, para serem levados para os documentos em causa.)

E, sim... Se lerem o que diz a Constituição Portuguesa sobre isto, poderão confirmar que: o muito importante "Direito à integridade pessoal", que é nela enunciado, é algo que não pode nunca ser violado, nem mesmo no decorrer de um "Estado de Emergência" ou "Estado de Sítio".

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colocado por Fernando Negro às 06:01

Definitivamente, andam a mentalizar-nos para o que aí vem...

31.07.20

(Ver um outro exemplo do que eu estou a dizer, de um outro teledisco também muito recente, aqui.)

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Que "bunito"

31.07.20

bunitas.png

A canção é, realmente, muito "bunita"... E, também uma aparente confirmação de que, se queremos ouvir música cantada em português que seja de indubitável qualidade, temos muitas vezes de ouvir aquela que é de influência africana.
Agora, o que já não é tão apreciável, é o teledisco em causa - em que, não surpreendentemente, para além do simbolismo satânico, mais uma vez tentam alterar os valores de quem a este tipo de vídeos assiste.

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colocado por Fernando Negro às 13:12

Para quem seja capaz de "unir os pontos" por si próprio

23.06.20

 

[Comentário que deixei, no YouTube, ao vídeo em causa.]

 

Reparem em como,

Os países nos quais são reportados, pelos média de massas, os maiores números de vítimas são exactamente aqueles (Brasil, Rússia, EUA) que têm Presidentes não alinhados com os interesses liberal-financeiros que controlam os média de massas.

Em Portugal,

Pouco tempo depois do governo ter proibido as autarquias de reportarem os números de mortos, numa entrevista da RTP aos responsáveis por um estudo feito por uma instituição portuguesa qualquer, foi dito que os números de mortos por região e os totais nacionais não batiam certo.

Também, quem andou a consultar as estatísticas oficiais, reparou que, não só (1) foram acrescentados números ao período de final de Março e início de Abril, criando um pico que não lá estava anteriormente - que fez com que fosse ultrapassada a barreira dos 400 mortos por dia (o que pode, no entanto, ser justificado com uma actualização das informações) - como (2) foi alterado o modo como são apresentadas as estatísticas oficiais, para um em que as actuais aparentam agora ser anormais: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/1253871578338729984

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colocado por Fernando Negro às 15:01