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Como confiar na Polícia, neste país?

18.04.18

Respeito e consideração é algo que, logo por volta dos meus 14 anos, perdi pelas várias polícias deste país - não só pelas histórias que ouvia eu, do que fazia a polícia na minha freguesia, como também devido ao que eu próprio, enquanto adolescente, não só testemunhei mas também fui vítima de. (E, de modo algum deixaram este tipo de histórias negativas de chegar ao meu conhecimento, através de pessoas próximas, depois de ter eu entrado em plena idade adulta.*)
E, saber de um polícia que mente em Tribunal não é para mim novidade alguma. Mas, sendo o seguinte um caso que é do conhecimento público, torna-se então agora este um fenómeno que passa a ser do conhecimento geral - e sobre o qual posso aqui elaborar um pouco...
A sorte dos agredidos, neste caso, foi que as agressões foram gravadas em vídeo. E, assim sendo, sobre as agressões em si, não pode a Polícia mentir. Mas, se não pode a Polícia, neste caso, mentir sobre as agressões, pode sempre inventar uma desculpa ridícula para o sucedido.
E, reparem bem no posto da entidade em causa: este não é um polícia qualquer - mas, antes um subcomissário desta instituição. E, se isto é como se comporta um subcomissário... Podem todos facilmente deduzir como se comporta toda a instituição.

 

 

Subcomissário alega ter sentido “medo” para justificar agressões a adeptos em Guimarães

 

* (E isto, já para não falar do caso específico da polícia de choque e de vários conhecidos episódios de cargas policiais gratuitas - incluindo espancamentos - que é sabido terem ocorrido neste país.)

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Para quem queira tentar mobilizar os alienados que o/a rodeiam

14.04.18

(Eu é que há muito que desisti de tentar acordar quem não o quer fazer, ou é até incapaz de. Mas, se houver quem, ao contrário de mim, tenha esperança em tais tentativas, aproveito para deixar aqui a seguinte informação de interesse...)

A seguinte é a <localização> da Embaixada dos Estados Unidos da América, em Lisboa, que fica a cerca de 600 metros da Praça de Espanha, no sentido norte-noroeste.

 

(Cliquem na imagem para a ampliar.)

embaixada_eua.png

Também, quem tiver um smartphone com os sistemas operativos Android ou iOS, pode instalar a muito boa aplicação gratuita Maps.me e, nas opções da mesma, escolher descarregar os mapas do OpenStreetMap de Portugal - e, deste modo, não precisa depois de estar a gastar dados móveis de Internet, de cada vez que quiser usar esta aplicação para se orientar.

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Assassinato de bandeira falsa?

19.03.18

marielle_franco.jpg

Assassinada uma vereadora brasileira que era uma forte crítica da actuação da Polícia Militar (PM) nas favelas do Rio de Janeiro. Reacção imediata da parte de quase todos? Suspeitar da PM como autora de tal assassinato. Mas, será a realidade assim tão simples?
Primeiro que tudo, analizemos o que teria a PM a ganhar com isto...
Calar uma voz dissidente? Imensa gente, no Rio de Janeiro, é crítica (e com razão) da actuação desta polícia - por ser a mesma notoriamente desrespeitadora dos direitos civis e humanos. O que ganharia então a PM em calar uma única voz crítica, quando milhares de outras continuarão activas e poderão tomar o lugar mediático e/ou político desta?
A reacção imediata de quase toda a gente (que não pára para pensar) perante um assassinato destes, é (obviamente) suspeitar imediatamente da PM como autora do mesmo. Ora, o que teria a PM a ganhar em manchar (ainda mais e muito) a sua imagem pública - e, em consequência de um acontecimento destes, ter possivelmente as pessoas a criticá-la de um modo ainda mais forte?
(A ser a PM a responsável por uma coisa destas, tal seria uma acção imensamente estúpida e claramente contraproducente da sua parte.)
Quem é que ganha, então, realmente com isto?
(Para quem souber o que se passa por trás de toda esta guerra ao tráfico de drogas no Brasil e não só, a resposta é óbvia...)
A serem levadas estas fortes críticas (que certamente muito aumentarão com este assassinato) às suas últimas consequências possíveis, no que isto se poderá traduzir, é num retirar das forças policiais e militares das favelas desta cidade.
E, quem é que (ultimamente, ou mais) ganhará com tal retirada?
As favelas do Rio de Janeiro (toda a gente sabe) são a fonte de droga desta enorme metrópole, onde vivem mais de 12 milhões de pessoas. E, o tráfico de drogas (saberão os melhor informados) é algo de imensamente importante para o poder económico estabelecido ocidental e não só (i.e. as multinacionais que controlam os nossos governos e seus serviços secretos - assim como os bancos que lavam o dinheiro de tal tráfico - que dependem até do lucro oriundo deste mesmo tráfico para se manterem em actividade).
Ora, se se acabar com o combate ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro, quem é que ultimamente beneficia com tal termo?
Reparem na intensidade e na rapidez com que a imprensa controlada portuguesa, não só cobriu este caso, como tratou logo de promover as manifestações organizadas em torno do mesmo: https://www.publico.pt/2018/03/15/mundo/noticia/vereadora-critica-da-policia-militar-assassinada-no-rio-de-janeiro-1806715
(E, quando lerem a anterior notícia, reparem também em como até o poder político português quis logo usar este mesmo caso para fazer pressão sobre as autoridades brasileiras...)

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Resposta que já não pude dar a um militante do Bloco de Esquerda

11.03.18

capa_podemos.png

Por, na altura (final do ano passado) andar eu concentrado noutras coisas mais importantes - e tal blogueiro demorar também muito tempo a responder aos comentários que deixavam as pessoas no seu blogue (por andar também ele ocupado com outros assuntos mais importantes) - não tive eu pressa em responder a um comentário que tinha sido por ele deixado em resposta a um meu (último este, que tinha eu deixado a uma colocação final, de despedida, no blogue de tal autor) após ter sido eu automaticamente notificado, por correio electrónico, da ocorrência do mesmo.
E, lembrado eu - pela natureza da última colocação no meu blogue - de que não tinha ainda escrito tal resposta... Quando fui, anteontem, tentar deixar uma em tal blogue alheio, também alojado aqui no SAPO, já não consegui mais aceder ao blogue de tal autor, por ter sido o mesmo "suspenso".
E, assim sendo, na vaga esperança de que esta minha resposta possa um dia ser lida pelo destinatário em causa - e, já agora, porque (sendo de comentários públicos que se tratam) também poderá ser do interesse de outros ler tal pequena troca de mensagens - aproveito então para publicar aqui, no meu próprio blogue, a resposta que já não fui a tempo de dar (e também para republicar o comentário ao qual se dirigia tal resposta, da autoria do blogueiro Francisco Freima, para o qual já uma vez aqui tinha chamado a atenção para).

 

Francisco Freima respondeu ao seu comentário no post Adeus, pessoal (um adeus pessoal) às 02:31, 30/11/2017:

[...]

Por acaso nunca pensei muito na América Latina como região para viver, embora não me importasse de ir para a zona dos Andes. Se me dessem a escolher um país em todo o mundo, penso que iria para a Rússia. Adoro a cultura deles, sendo também um adepto do frio (e, lendo a teoria de Mackinder acerca do Heartland, percebemos que a Rússia será sempre importante).

Rússia que entronca no outro tema abordado pelo Fernando: os apoios dados a Trotsky por parte de Wall Street. Já tinha lido sobre isso, mas tendo sempre a relativizar. Não me choca que Trotsky tenha tido esse t ipo de ajudas, até porque existe o tal ponto de confluência que é o internacionalismo. Infelizmente, a política tem algumas zonas cinzentas onde um Ribbentrop e um Molotov podem negociar um pacto de não-agressão ou, voltando aos tempos da I Guerra Mundial, Lenine ser ajudado pelos alemães no seu regresso do exílio. Quando forças opostas convergem é sempre na esperança de enganarem o parceiro de ocasião. Escusado dizer, os povos ficam à porta de tais considerações.

Para mim, a importância de Trotsky está mais nas suas teorias da revolução permanente ou do desenvolvimento desigual e combinado do que propriamente nas suas acções enquanto indivíduo/actor político. Talvez, pela época em que viveu, ele não pudesse ter agido de outra forma; talvez, tendo sido um homem ambicioso, aquilo que resulta numa falha ética grave fosse apenas um meio para atingir um fim; na pior das hipóteses, mesmo que ele não acreditasse em nada, ou acreditasse apenas no intern acionalismo (capitalista ou socialista), a verdade é que as suas obras são lidas por muitas pessoas que defendem o internacionalismo socialista sem quaisquer concessões aos interesses capitalistas. É o que eu chamo de triunfo dos ingénuos: vivendo o marxismo um momento de refluxo a nível mundial, hoje em dia quem é marxista pode aprofundar as suas ideias sem grande rebuliço, um pouco à semelhança do período em que Marx viveu. Existem pequenas guerras, independentismos, mas nada que se assemelhe à proximidade de uma revolução como a de 1917.

O capital tem a situação controlada. Dentro do marxismo, os adeptos da revolução permanente podem polemizar com os adeptos do comunismo num só país sem que venha grande mal ao mundo. As figuras tutelares morreram e a própria questão coloca-se hoje sob outros prismas que não os da URSS. A Catalunha, por exemplo, tem suscitado um amplo debate: como podem os internacionalistas apoiar a independência catalã? Não é o Estado-nação uma construção burguesa destinada a desviar o foco da luta de classes? Estando no Bloco, foi um debate que acompanhei com gosto, até por ser militante de base. Na base dos partidos temos sempre aqueles camaradas mais puros, que não afinam as suas opiniões pelas dos notáveis. Claro que chega o dia em que a festa acaba e a vitória cai para um dos lados. Enquanto a festa durou, vi pessoas frontalmente contra a independência catalã e outras que, sendo também elas internacionalistas, colocavam o direito dos povos à auto-determinação num patamar superior. Da minha parte, defendo a independência. Nem tanto pela auto-determinação, para mim a questão premente reside na força imprimida pelo capitalismo à sua globalização. Ainda assim, torna-se um exercício vagamente cómico, o de defender a independência de um povo que pretende ir logo a correr para os braços da União Europeia...

Um abraço, Fernando, e viva a Margem Sul :D

 

[Segue-se então a minha resposta, que já não fui a tempo de publicar...]

 

Olá outra vez, Francisco.

(Com a crescente escassez de recursos naturais e o sério impacto que tal irá ter na agricultura: http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=63630.msg900364#msg900364)

Os melhores sítios para se viver, no futuro próximo (e para os quais eu iria, se pudesse) serão os locais do Mundo ainda pouco populados, que têm solos férteis em grande quantidade e que são também ricos em água - como o Brasil (e restante América Latina) e, sim, também a Rússia. (Tanto o Brasil como a Rússia exportam muita comida. Por isso, são estes dois países onde as pessoas nunca deverão morrer de fome.)

Quanto à criação do Estado-Nação,

Ela não tem (nada) a ver com "desviar o foco da luta de classes" (pois, surgiu até muito antes que tal luta tivesse início, devido à publicação do "Manifesto Comunista" escrito pelo capitalista Friedrich Engels). Mas, é antes algo que surge como uma consequência da vontade de Desenvolvimento económico, motivada pelo ideal de Progresso, a todos os níveis (http://www.schillerinstitute.org/newspanish/InstitutoSchiller/Arte/GoyaLucesCarlosIII.html) - algo que as elites (i.e. os verdadeiros ricos e membros da dita nobreza) não querem (nem nunca quiseram) por gerar tal progresso económico também progresso cultural e tornar as pessoas mais difíceis de controlar e continuar a explorar.

E, o tentar colar algo de positivo a algo mau, através de falácias, é um truque muito usado pelos propagandistas do poder estabelecido (como me lembro de ler, da parte de um Professor seu, que me disse você ser um maçon, que usava num texto pró-UE o ridículo termo "o totalitarismo das nações" - como se ter um governo central europeu, que repetidamente proíbe os vários países de fazerem isto ou aquilo é que não fosse, antes isso mesmo, uma forma de totalitarismo). Sendo o melhor exemplo que conheço, de constantemente dar falsas explicações alternativas (sem argumentos que realmente as sustentem) para certos acontecimentos históricos (do que posso ler da descrição, pois recuso-me a ler tais obras) o livro "A People's History of the United States" do propagandista Howard Zinn.

Quanto ao Trotsky,

Não se tratava de um convergência de apenas alguns interesses comuns que tinha ele com alguns ultra-ricos. O jogo por ambos jogado é um que, certamente, não deve ser ensinado no tipo de cursos universitários sobre História e Política que você tirou - e que se chama "Dialética Hegeliana" (http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=43336.0). Sendo que, o Trotsky estava tão interessado numa verdadeira Revolução Social quanto estão os seus discípulos, de hoje em dia, como são os dirigentes do Bloco de Esquerda (muito contentes em colaborar com o falso Partido Socialista português e ficar-se por aí).

Se alguma vez decidir você pesquisar seriamente sobre o que eu aqui denuncio, da verdadeira natureza deste tipo de líderes comunistas (deixo-lhe mais uma dica aqui: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674) depois interrogue-se sobre porque razão andam os movimentos por eles criados a usar a mesma simbologia que é usada por outros movimentos, que toda a gente bem informada sabe serem controlados por conhecidos capitalistas: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/alguem-ainda-duvida-de-que-o-podemos-e-127764

Um abraço e Boa Sorte para o futuro próximo.

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colocado por Fernando Negro às 12:20

Rui Rangel reduziu substancialmente a pena de Duarte Lima

09.02.18

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(Já o disse aqui anteriormente - mas, aproveito o recente caso mediático, que pelo menos a mim nada surpreende, para chamar outra vez a atenção para isto.)
Toda a gente minimamente inteligente é capaz de perceber que a história que Duarte Lima conta sobre o homicídio que ocorreu no Brasil (digamos que) não bate certo em vários aspectos. E, continuando este a ser considerado o principal suspeito pela justiça brasileira, e sendo que o móbil do crime terá sido dinheiro, que cada um tire então as suas conclusões quanto ao carácter deste ex-líder parlamentar da bancada do PSD.
Ora, tendo em conta o que pensam sobre Duarte Lima, interroguem-se sobre porque razão é que alguém iria querer reduzir a pena de prisão dada a uma pessoa destas... E, consequentemente, reflictam sobre que carácter é que é preciso também alguém ter para usar o seu cargo judicial para uma coisa destas.

Pois bem, "Excelentíssimo" Senhor Juiz Rui Rangel, vá para imprensa controlada dizer o que quiser (incluindo escrever colunas no jornal "Correio da Manhã", dizendo cinicamente que escreve tais palavras "com carinho") que há muita gente que já sabe o quão corrupta é a sua classe judicial de juízes (pessoalmente, sempre que penso em juízes, por alguma razão, penso sempre em Maçonaria) e há também quem saiba que todos esses falsas organizações e até partidos políticos que são por vós, propagandistas do sistema, montados não passam de armadilhas para controlar os insatisfeitos.
Sendo você um irmão do ex-director da SIC, Emídio Rangel, também o que é que era de esperar de um membro de tal família?

E, relativamente a todo este processo mediático, reparem no seguinte, de muito importante...
Uma das razões para se ser aplicada a prisão preventiva a alguém - como terão certamente já muitos reparado em alguns dos casos que são noticiados - é o "perigo de perturbação do decurso do inquérito ou da instrução do processo" (artigo 204.° do Código de Processo Penal).
Ora, quem é que estará em melhor posição para interferir no decorrer de um processo judicial do que alguém que pertence ao topo das instituições judiciais - e que, por isso, terá certamente uma alargada rede de contactos dentro da mesma (incluindo, obviamente, entre a própria classe de juízes que irá julgar tal suspeito)?
É apenas uma de várias contradições legais, que só demonstram que este tipo de leis (nas quais se incluem a "imunidade parlamentar" e afins) não derivam de quaisquer princípios éticos ou de Justiça, mas são antes leis aprovadas por quem as cria para beneficiar os próprios e os seus amigos.
(Votem carneiros!)

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colocado por Fernando Negro às 00:26

Estupidez ao quadrado

30.01.18

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Reparem neste mais recente exemplo da bela "tradição" portuguesa de calar aqueles que exprimem opiniões contrárias à nossa ou à suposta verdade oficial...
Distorce o autor do seguinte blogue, repetidamente, o que eu digo - e depois (não me concedendo o "direito à resposta" e tendo até ele feito uma pergunta) não me dá a oportunidade de fazer um comentário final, onde corrigia eu o que dizia ele sobre o que eu tinha escrito. (Ou seja, pode ele deixar um comentário final, mas eu não.) E, depois (não sei se para esconder a crítica implícita que lhe fazia eu, de me estar a ameaçar com censura, escreve ele (e apenas ele) ainda mais um comentário final, a falar em "respeito" (depois de ter cortado o discurso de outra pessoa!) fazendo com que quem leia o resultado final fique a pensar que fui eu é que faltei ao respeito a outrém. (Continuando, também, eu sem obter uma resposta e sem saber então em que é que criticar ou contra-argumentar o que dizem os outros constitui uma falta de "respeito"...)
Deixo então aqui aquele que foi o último que escrevi na seguinte <cadeia de comentários>, que o autor de tal publicação decidiu eliminar, para foleiramente escrever outra vez "THE END" por cima.

 

Fernando Negro - 30 de janeiro de 2018 às 05:59

Repito que as principais "provas" apresentadas pelo campo que diz que há aquecimento antropogénico foram invalidadas. E, por isso, deixaram de o ser. Enquanto que, no núcleo duro do campo oposto, continuam as provas deste à espera de ser desmentidas. (O que eu chamo a atenção para não são meras acusações. São provas irrefutáveis, confirmadas pelos autores das mesmas, que qualquer pessoa é capaz de ler e entender.) Mas, descreva a situação como quiser...

Já não tenho, então, mais nada a dizer.

[É uma regra pessoal minha não publicar comentários onde sei que os mesmos poderão ser alvo de censura (o que me acontece repetidamente em Portugal: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/e-mais-uma-vez-censurado-115908 + https://zap.aeiou.pt/os-islandeses-erradicaram-a-sindrome-de-down-171987#comment-271285 + http://blackfernando.blogs.sapo.pt/como-avisar-as-pessoas-disto-num-pais-94911). E, a simples ameaça (e confirmação da sua parte) de que tal pode acontecer nesta sua publicação, é razão suficiente para não querer eu mais deixar aqui quaisquer comentários. (Como sempre, quem fica a perder é quem engole as mentiras e se recusa a ler o contrário...)]

Disse.


(É o que eu digo repetidamente... Com mentalidades destas, ainda continuo eu a pensar que este país vai a algum lado...)
Tudo isto, da parte de um autor que escolhe como "belo" nome para a sua publicação o título de mais um violento e m**doso filme de Hollywood - que, entre outras coisas, normaliza a pedofilia (e que não fui eu capaz de ver mais do que os primeiros minutos de).
Mas, vá lá... Não liguem a estas coisas que andam alguns maluquinhos por aí a dizer na Internet...
Voltem mas é para os vossos smartphones (com um SO que não percebem, ou se interrogam sequer, vocês porque razão tem um nome referente a um humanóide) e usem e abusem dos mesmos.
("Já viram esta nova app para o Android? Oh, tão giro, para andar com o meu smartphone sempre ligado atrás de mim! Já repararam que também os novos carros vêm agora com localizadores GPS? Uau! Adoro toda esta nova geração de computadores, cheios de funcionalidades acrescidas!")

P.S. - Quando falo eu nos comentários de ter sido previamente censurado em tal sítio na Internet, lembro-me agora melhor de que, o comentário que lá deixei anteriormente nada tinha no texto que pudesse ser considerado indecente ou insultuoso. E, era apenas uma crítica (certamente séria, para se ter justificado eu escrevê-la) que contrariava ou corrigia o que dizia o autor do artigo em causa. Ou seja, a política de comentários em tal publicação é tal e qual como diz o autor da mesma. (Se o comentário contraria o que foi escrito no artigo, não é aprovado!)

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Recomendação de leitura

06.12.17

viriato.jpg"Excelente estratega y líder carismático, Viriato ha pasado a la historia envuelto en los ropajes del mito. Sus continuas victorias sobre el poderoso ejército imperial romano terminaron con un acuerdo de paz, por el que el Senado reconocía su condición de «rey de los lusitanos». Sólo la traición de tres de sus colaboradores más cercanos conseguiría poner fin a la exitosa carrera política y militar del héroe, cuyas magníficas exequias fueron el preludio de múltiples leyendas inmortales. El historiador Mauricio Pastor nos ofrece en estas vibrantes páginas no sólo la biografía definitiva de uno de los grandes héroes de la historia de la península Ibérica, sino también el retrato de una época y un mundo convulso, así como las pruebas inequívocas de que el valor de unos pocos puede hacer tambalear hasta al más arrogante de los imperios."

--- Tirado da contracapa da versão mais recente (de 2017) do original em castelhano, de um livro que foi traduzido para português em 2013.

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colocado por Fernando Negro às 10:16

Patriotismos da tanga

02.12.17

Dois comentários que não resisti a deixar a um vídeo no YouTube - que encontrei a propósito do <comentário> que deixei à minha última colocação - seguidos de um interessante vídeo.
A hiperligação incluída no primeiro comentário é <esta>. (E, quem duvidar de que os afegãos nem sequer sabem o que foi o 11 de Setembro, tem <esta> notícia.)
Quem quiser ver as provas de que as plantações de ópio, não só não diminuiram, como continuam a bater recordes - não "apesar" da presença de tropas ocidentais, mas obviamente por causa das mesmas - tem <esta> notícia.
E, têm também <aqui> uma série de belas fotografias, demonstradoras da "passividade" das tropas ocidentais perante as plantações de ópio no Afeganistão.

 

(Podem clicar na imagem, para ler melhor.)

comandos.png

 

 

[Aos quais aproveito para deixar aqui uma pergunta retórica...]

 

Militares das Forças Armadas portuguesas,

A necessidade de pegar em armas (na altura, para defender a população de ataques de guerrilhas criadas por potências estrangeiras, no que era ainda considerado território português) acabou há mais de 40 anos.
Ninguém, no seu perfeito juízo, vai querer invadir um (atraso de) país destes (nem que seja apenas porque não quer contrair uma dívida equivalente a 130% do PIB e que deverá crescer).
O nosso país está, neste momento, a ser destruído - não pela via militar e física, mas pela via política e económica - por interesses estrangeiros (nomeadamente, através de traidores no governo, que servem os mesmos).
Assim sendo, que tal largarem as armas e os muito dispendiosos veículos e equipamentos (que, aparentemente, muito gostam de usar) e adoptarem antes formas efectivas de luta pelo bem-estar do vosso país, lutando social e politicamente contra a destruição que está em curso e os traidores responsáveis pela mesma?

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colocado por Fernando Negro às 02:17

Incrível: Propaganda "Soylent Green" à portuguesa e para crianças!

26.11.17

grilos.jpg

(Uma notícia à qual nem tento deixar um comentário, por já saber que iria qualquer crítica que fosse feita a tal colocação ser certamente censurada...)
Bem a propósito da degradação social de que falava na minha colocação anterior, para quem tiver ainda dúvidas de que a enorme quantidade de filmes de ficção científica distópicos que sempre foram exibidos não são meras obras de entretenimento (mas antes, filmes que visam mentalizar as pessoas que os vêem para algo que está planeado para o futuro) aqui fica uma das provas mais inequívocas do que já dizia eu numa colocação anterior, em que mencionava este filme, de que algumas das "possibilidades" que são nele mostradas se estão já a tornar realidade.

http://kids.pplware.sapo.pt/curiosidades/por-favor-um-galao-e-um-pao-de-farinha-de-grilo/

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Presidente Marcelo sobre a possibilidade de vacinação obrigatória

24.11.17

Porque há muita gente neste país que não prima pela inteligência, incapaz de pensar por si própria e para quem as únicas interpretações válidas da Lei são aquelas oriundas de figuras de autoridade, deixo aqui o seguinte vídeo, onde até um próprio membro do Clube Bilderberg, que tem como missão andar a destruir (entre outras coisas, intelectualmente) o seu próprio país, admite que o direito à integridade física (que é o que se estaria a violar, caso se quisesse injectar alguém com algo, contra a sua vontade) é simplesmente *inviolável*.
O seguinte trecho é tirado, não de uma notícia sobre vacinas, mas sobre uns episódios recentes de violência que ocorreram. Mas, obviamente que - sendo de direitos constitucionais que falamos - o que é a seguir dito aplica-se também a qualquer outra situação.
Também, o que este presidente-traidor afirma não é mais do que mero senso comum. Mas, como a degradação moralintelectual neste país vai atingindo níveis que começam a surpreender (e não faço eu ideia do quão se terá degradado este país, daqui a uns anos, se alguma vez ocorrer uma epidemia ou pandemia) achei por bem deixar isto aqui, uma vez mais, mesmo *muito claro*.

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colocado por Fernando Negro às 11:43