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Resposta que já não pude dar a um militante do Bloco de Esquerda

11.03.18

capa_podemos.png

Por, na altura (final do ano passado) andar eu concentrado noutras coisas mais importantes - e tal blogueiro demorar também muito tempo a responder aos comentários que deixavam as pessoas no seu blogue (por andar também ele ocupado com outros assuntos mais importantes) - não tive eu pressa em responder a um comentário que tinha sido por ele deixado em resposta a um meu (último este, que tinha eu deixado a uma colocação final, de despedida, no blogue de tal autor) após ter sido eu automaticamente notificado, por correio electrónico, da ocorrência do mesmo.
E, lembrado eu - pela natureza da última colocação no meu blogue - de que não tinha ainda escrito tal resposta... Quando fui, anteontem, tentar deixar uma em tal blogue alheio, também alojado aqui no SAPO, já não consegui mais aceder ao blogue de tal autor, por ter sido o mesmo "suspenso".
E, assim sendo, na vaga esperança de que esta minha resposta possa um dia ser lida pelo destinatário em causa - e, já agora, porque (sendo de comentários públicos que se tratam) também poderá ser do interesse de outros ler tal pequena troca de mensagens - aproveito então para publicar aqui, no meu próprio blogue, a resposta que já não fui a tempo de dar (e também para republicar o comentário ao qual se dirigia tal resposta, da autoria do blogueiro Francisco Freima, para o qual já uma vez aqui tinha chamado a atenção para).

 

Francisco Freima respondeu ao seu comentário no post Adeus, pessoal (um adeus pessoal) às 02:31, 30/11/2017:

[...]

Por acaso nunca pensei muito na América Latina como região para viver, embora não me importasse de ir para a zona dos Andes. Se me dessem a escolher um país em todo o mundo, penso que iria para a Rússia. Adoro a cultura deles, sendo também um adepto do frio (e, lendo a teoria de Mackinder acerca do Heartland, percebemos que a Rússia será sempre importante).

Rússia que entronca no outro tema abordado pelo Fernando: os apoios dados a Trotsky por parte de Wall Street. Já tinha lido sobre isso, mas tendo sempre a relativizar. Não me choca que Trotsky tenha tido esse t ipo de ajudas, até porque existe o tal ponto de confluência que é o internacionalismo. Infelizmente, a política tem algumas zonas cinzentas onde um Ribbentrop e um Molotov podem negociar um pacto de não-agressão ou, voltando aos tempos da I Guerra Mundial, Lenine ser ajudado pelos alemães no seu regresso do exílio. Quando forças opostas convergem é sempre na esperança de enganarem o parceiro de ocasião. Escusado dizer, os povos ficam à porta de tais considerações.

Para mim, a importância de Trotsky está mais nas suas teorias da revolução permanente ou do desenvolvimento desigual e combinado do que propriamente nas suas acções enquanto indivíduo/actor político. Talvez, pela época em que viveu, ele não pudesse ter agido de outra forma; talvez, tendo sido um homem ambicioso, aquilo que resulta numa falha ética grave fosse apenas um meio para atingir um fim; na pior das hipóteses, mesmo que ele não acreditasse em nada, ou acreditasse apenas no intern acionalismo (capitalista ou socialista), a verdade é que as suas obras são lidas por muitas pessoas que defendem o internacionalismo socialista sem quaisquer concessões aos interesses capitalistas. É o que eu chamo de triunfo dos ingénuos: vivendo o marxismo um momento de refluxo a nível mundial, hoje em dia quem é marxista pode aprofundar as suas ideias sem grande rebuliço, um pouco à semelhança do período em que Marx viveu. Existem pequenas guerras, independentismos, mas nada que se assemelhe à proximidade de uma revolução como a de 1917.

O capital tem a situação controlada. Dentro do marxismo, os adeptos da revolução permanente podem polemizar com os adeptos do comunismo num só país sem que venha grande mal ao mundo. As figuras tutelares morreram e a própria questão coloca-se hoje sob outros prismas que não os da URSS. A Catalunha, por exemplo, tem suscitado um amplo debate: como podem os internacionalistas apoiar a independência catalã? Não é o Estado-nação uma construção burguesa destinada a desviar o foco da luta de classes? Estando no Bloco, foi um debate que acompanhei com gosto, até por ser militante de base. Na base dos partidos temos sempre aqueles camaradas mais puros, que não afinam as suas opiniões pelas dos notáveis. Claro que chega o dia em que a festa acaba e a vitória cai para um dos lados. Enquanto a festa durou, vi pessoas frontalmente contra a independência catalã e outras que, sendo também elas internacionalistas, colocavam o direito dos povos à auto-determinação num patamar superior. Da minha parte, defendo a independência. Nem tanto pela auto-determinação, para mim a questão premente reside na força imprimida pelo capitalismo à sua globalização. Ainda assim, torna-se um exercício vagamente cómico, o de defender a independência de um povo que pretende ir logo a correr para os braços da União Europeia...

Um abraço, Fernando, e viva a Margem Sul :D

 

[Segue-se então a minha resposta, que já não fui a tempo de publicar...]

 

Olá outra vez, Francisco.

(Com a crescente escassez de recursos naturais e o sério impacto que tal irá ter na agricultura: http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=63630.msg900364#msg900364)

Os melhores sítios para se viver, no futuro próximo (e para os quais eu iria, se pudesse) serão os locais do Mundo ainda pouco populados, que têm solos férteis em grande quantidade e que são também ricos em água - como o Brasil (e restante América Latina) e, sim, também a Rússia. (Tanto o Brasil como a Rússia exportam muita comida. Por isso, são estes dois países onde as pessoas nunca deverão morrer de fome.)

Quanto à criação do Estado-Nação,

Ela não tem (nada) a ver com "desviar o foco da luta de classes" (pois, surgiu até muito antes que tal luta tivesse início, devido à publicação do "Manifesto Comunista" escrito pelo capitalista Friedrich Engels). Mas, é antes algo que surge como uma consequência da vontade de Desenvolvimento económico, motivada pelo ideal de Progresso, a todos os níveis (http://www.schillerinstitute.org/newspanish/InstitutoSchiller/Arte/GoyaLucesCarlosIII.html) - algo que as elites (i.e. os verdadeiros ricos e membros da dita nobreza) não querem (nem nunca quiseram) por gerar tal progresso económico também progresso cultural e tornar as pessoas mais difíceis de controlar e continuar a explorar.

E, o tentar colar algo de positivo a algo mau, através de falácias, é um truque muito usado pelos propagandistas do poder estabelecido (como me lembro de ler, da parte de um Professor seu, que me disse você ser um maçon, que usava num texto pró-UE o ridículo termo "o totalitarismo das nações" - como se ter um governo central europeu, que repetidamente proíbe os vários países de fazerem isto ou aquilo é que não fosse, antes isso mesmo, uma forma de totalitarismo). Sendo o melhor exemplo que conheço, de constantemente dar falsas explicações alternativas (sem argumentos que realmente as sustentem) para certos acontecimentos históricos (do que posso ler da descrição, pois recuso-me a ler tais obras) o livro "A People's History of the United States" do propagandista Howard Zinn.

Quanto ao Trotsky,

Não se tratava de um convergência de apenas alguns interesses comuns que tinha ele com alguns ultra-ricos. O jogo por ambos jogado é um que, certamente, não deve ser ensinado no tipo de cursos universitários sobre História e Política que você tirou - e que se chama "Dialética Hegeliana" (http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=43336.0). Sendo que, o Trotsky estava tão interessado numa verdadeira Revolução Social quanto estão os seus discípulos, de hoje em dia, como são os dirigentes do Bloco de Esquerda (muito contentes em colaborar com o falso Partido Socialista português e ficar-se por aí).

Se alguma vez decidir você pesquisar seriamente sobre o que eu aqui denuncio, da verdadeira natureza deste tipo de líderes comunistas (deixo-lhe mais uma dica aqui: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674) depois interrogue-se sobre porque razão andam os movimentos por eles criados a usar a mesma simbologia que é usada por outros movimentos, que toda a gente bem informada sabe serem controlados por conhecidos capitalistas: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/alguem-ainda-duvida-de-que-o-podemos-e-127764

Um abraço e Boa Sorte para o futuro próximo.

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colocado por Fernando Negro às 12:20

Os meus comentários censurados ao último vídeo de José Sócrates

02.11.17

Descobri apenas hoje que este tem um canal no YouTube. E, obviamente que tenho mais que fazer do que estar a ouvir as mentiras da parte de alguém que, pelos vistos, não tem noção do imenso ridículo que está a protagonizar... Mas, tendo eu visto que o seu vídeo mais recente era sobre a questão do TGV, não resisti a deixar um apontamento meu sobre o assunto.
A hiperligação que deixo no comentário mais recente é <esta>.
E, o artigo que usei como fonte para citar e afirmar tais coisas pode ainda ser encontrado <aqui>.

(Cliquem na imagem, para a ampliar.)

pinocchio.png

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colocado por Fernando Negro às 18:32

E, mais uma vez, censurado pela Blogger

10.07.17

(É por estas e por outras é que abandonei eu tal serviço e me mudei para o SAPO...)
O seguinte, é um comentário que (foi feito de modo apressado e sem grande paciência, mas que, ainda assim) foi repetidamente censurado - [1] [2] [3] - que tentei deixar num recém-criado blogue do mesmo autor da (relativamente conhecida) conta no Twitter "Crimes of Britain", em que se propõe tal autor a denunciar o que chama o "conluio" que existe entre o governo britânico e alguns grupos terroristas a operar em países muçulmanos.
Para melhores esclarecimentos (mais cuidados e elaborados) sobre os assuntos de que a seguir falo, deixo também aqui as seguintes hiperligações - [1] [2] [3] - para colocações minhas anteriores.

 

Fernando Negro 30 June 2017 at 05:29

It's not "collusion" that we're talking about... It's "creation" and "command & control".

The name "al-Qaeda" means "the Base" - and, it comes from the computer/IT term "database" (http://www.globalresearch.ca/al-qaeda-the-database-2/24738). This supposed organization is actually just a list/"database" of Muslim fanatics who are, unknowingly, being used by Western (i.e. UK + USA) intelligence agencies - including on Western soil. And, as even the official History admits, "al-Qaeda" is a creation of the CIA.

Former MP Robin Cook called people's attention to the origin of such supposed organization (https://www.theguardian.com/uk/2005/jul/08/july7.development) a day after the 7/7 terrorist attacks, and appeared dead less than a month afterwards.

The recent change, in name, from "al-Qaeda" to "ISIS", most probably came as a result of the (at the time, increasingly) apparent contradiction, that was becoming too noticeable or obvious, that such supposed organization was actually being supported by the West (for example, in Lybia: http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/africaandindianocean/libya/8391632/Libya-the-West-and-al-Qaeda-on-the-same-side.html) while, at the same time, it was, supposedly, its enemy nº 1.

(And, even if you consider ISIS to be a separate organization from al-Qaeda - which is not, since that, its members are the same: http://tarpley.net/isis-same-fanatics-nato-armed-in-libya-and-syria/ - again, there are also proofs of a Western hand behind the appearance of such supposed organization: http://www.wnd.com/2014/06/officials-u-s-trained-isis-at-secret-base-in-jordan/)

Al-Qaeda/ISIS is just a tool of British and American intelligence agencies, that serves a variety of purposes. And, when it comes to terrorist attacks on Western soil, its purpose is (1) to create a pretext to invade countries in the Middle East, that are rich in natural resources, and (2) to create a pretext for a Police State in the West (in which the ruling elites, who ultimately give orders to our governments, can better control the ignorant masses).

Notice, for example, how the most important terrorist attacks on Western soil (the ones that cause more victims, and require serious planning) always happen on days or months 7, 11 and 22 (i.e. dates with Masonic numbers).

Please, take a look at the following great lecture, given in 2002, by Prof. Michel Chossudovsky, editor of the well-known "Centre for Research on Globalization" (GlobalResearch.ca), for an introduction to what I'm talking about.



And, please also take a look at the following sources, for more information about this: https://www.infowars.com/https://twitter.com/EstulinDanielhttp://www.globalresearch.ca/https://www.corbettreport.com/http://tarpley.net/http://www.voltairenet.org/enhttp://www.larouchepub.com/ + http://www.tenc.net/

With all due respect, to know what you're (really) talking about, you should first do some serious reading of the above-mentioned sources... Otherwise, you'll just write tons and tons of wrong/incorrect analysis of what's (really) going on - and you'll possibly only realize some years from now how wrong/incorrect you were about this particular subject.

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colocado por Fernando Negro às 17:32

"Acabou-se a papa doce..."

14.04.17

when-economic-collapse.jpg

[Uma última(?) carta electrónica que enviei a quem me é próximo, a avisar do iminente, inevitável e horrível Colapso Económico (agora, propriamente dito) que se aproxima...]

 

Assunto: (Muito importante) Actual sistema económico não irá durar mais do que 1 ano

É a última informação que tenho daquela que é uma das melhores fontes que conheço e que mais tem acertado nas previsões que tem feito:

https://www.youtube.com/watch?v=ZjVT26Sm-EY#t=17m50s

O que tem acontecido desde o início de 2016 - com, por exemplo, milhares de pessoas a serem despedidas pelos famosos bancos suíços (incluindo também este ano: http://www.zerohedge.com/news/2017-02-14/credit-suisse-announces-another-6500-layoffs-after-reporting-2016-loss) - têm sido apenas as "fissuras" que muitas vezes surgem num edifício previamente à derrocada do mesmo.

Não há dinheiro que chegue para salvar (ou "recapitalizar") todos os bancos. E, numa economia onde os recursos energéticos e de vária ordem já começaram a escassear (https://www.amazon.com/Peak-Everything-Waking-Century-Declines/dp/0865716455), o facto de que a mesma irá entrar em Colapso é tão certo como é certo que um carro irá parar por falta de gasolina, depois de entrar no chamado "depósito de emergência" e não haver possibilidade de reabastecimento.

Não sendo a Economia uma ciência exacta, a previsão poderá falhar por alguns meses(?)... Mas, digamos que, o que diz o melhor painel de medição que tenho disponível é que já só há "gasolina" para mais um ano.

Preparem-se como puderem, pois irá ser muito mau.

E, se têm alguma coisa de importante a comprar numa empresa que não tenha uma posição dominante no mercado, talvez seja melhor fazerem-no até ao final do ano (ou estarem precavidos para o fazer de imediato, caso tal empresa entre em falência):

http://www.businessinsider.com/the-american-retail-apocalypse-in-photos-2017-3/

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Os BRICS *não* são uma falsa oposição à Nova Ordem Mundial

13.12.15

brics.jpgPara quem esteja consciente da falsidade desta história do "aquecimento global" e não compreenda, então, porque razão países não controlados pelo Ocidente foram também assinar algo como o recente Acordo de Paris, (para além do que já dizia eu, no final da minha anterior colocação) a explicação é bastante simples...
O que estamos a assistir, é a uma adopção camuflada de algo semelhante ao que era proposto pelo geólogo Colin Campbell e pelo ecologista Richard Heinberg, intitulado de "Oil Depletion Protocol".
O mundo está, inevitavelmente, à beira de um Colapso, derivado do fim das principais reservas energéticas existentes. E, se não querem os diferentes países do Mundo que tal Colapso ocorra de forma descontrolada, com todos a lutar uns com os outros pelos recursos que restam, a solução mais inteligente - e que mais convém a todos - é que se faça um racionamento de tais recursos energéticos, com quotas a serem atribuídas aos diferentes países, consoante as necessidades de cada um. Pois, o caos é algo que não interessa a ninguém nesta planeta. Seja para governos que, como no caso dos BRICS, realmente se preocupam com o bem-estar (em diferentes graus) dos seus cidadãos, seja até para quem, como no caso do Ocidente, quer implantar um Estado Policial. Pois, o caos é sinónimo de perda de controlo por parte de todos estes governos - e também de total imprevisibilidade, que pode afectar também quem faz parte dos diferentes poderes estabelecidos.
Como tal, não há alternativa racional a um qualquer acordo deste tipo... E, ainda que haja governos, como no caso dos BRICS - tal como explico eu <aqui> - que estejam realmente interessados em desenvolver as suas economias, não há simplesmente (por enquanto) uma maneira de conciliar tais desejos com a mesmo muito infeliz realidade com que nos defrontamos.
Os sinais de que um Colapso generalizado da Economia Mundial já teve início são claros. E, até as economias emergentes mais promissoras, como a China e o Brasil, já estão a ser afectadas por uma recessão económica e um crescente desemprego.
Como tal, torna-se urgente chegar a um acordo deste tipo, agora.
(Sendo que, o que estamos a assistir, é também à prova provada de que nenhum governo neste Mundo é completamente honesto com os seus cidadãos - e também à indicação de que, se é numa sociedade honesta que queremos viver, não parece que poderá esta alguma vez passar pela existência de governos autoritários, em que uns poucos decidem por todos e tomam as suas decisões em reuniões longe dos olhares públicos. Mas, isso já é outra história...)
Por isso, preparem-se, como puderem, para o que aí vem.
E, mais uma vez: Bom Colapso.

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colocado por Fernando Negro às 06:32

A história do "aquecimento global" é uma enorme mentira (x2)

30.11.15

(Repetindo o título de uma colocação que fiz neste blogue, há um ano - na conclusão de uma série de colocações que fiz, a propósito do 5º aniversário do escândalo "Climategate" - venho aqui deixar um comentário por mim feito, há poucos dias, no sítio do jornalista James Corbett.)

environmentalmovement.png

Completando o que digo eu neste comentário...
Têm, por exemplo, <aqui> e <aqui> o que as mencionadas fontes têm a dizer sobre isto.
E, quem quiser saber mais sobre esta história, pode usar a etiqueta "alterações climáticas" deste blogue - de cuja uma das colocações eu extraio a seguinte (muito boa) palestra.

 


Para quem se interroge sobre porque razão estão, então, regimes não controlados pelo Ocidente a alinhar nesta farsa... A explicação para tal estará, muito provavelmente, no que já dizia eu, numa outra colocação, há 7 anos, quando falava numa "camouflage they [are] building for the Peak Oil phenomenon, in order not to scare people about the huge problems this last fact will bring"... (Se quiserem saber que grandes problemas são esses - causados pelo facto de que o petróleo e o gás natural estão a acabar - podem espreitar esta colocação. E, para mais informação sobre este último fenómeno e suas consequências, podem clicar nas etiquetas deste blogue denominadas "pico do petróleo" e "colapso".)
Quanto à mencionada "Fusão Nuclear"... O problema é que o uso da mesma, para produção contínua de energia, está (tal como poderão constatar, se virem esta palestra) ainda a algumas décadas de distância. E, até que esta alternativa energética seja (muito possivelmente) desenvolvida, ainda muitas coisas más irão acontecer...

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colocado por Fernando Negro às 16:23

Quem (realmente) está por trás destes atentados

23.11.15

Who_Is_REALLY_Behind_ISIS.jpg

 

[Uma carta que enviei hoje a algumas pessoas que me são próximas - e que podem, se quiserem, "copiar-colar" para enviá-la, também vocês, a pessoas que conheçam...]

 

1) O "Estado Islâmico" é uma criação dos próprios serviços secretos ocidentais, tal como têm indicado vários média ditos de "referência" (http://www.wnd.com/2014/06/officials-u-s-trained-isis-at-secret-base-in-jordan/).

2) Os governos ocidentais dizem que apenas apoiam os grupos ditos "moderados", na Síria, e não os extremistas islâmicos. Mas, onde é que vai o Estado Islâmico buscar as suas munições? Compra-as aos ditos "moderados" (https://www.rt.com/news/322996-islamic-state-journalist-todenhofer/) que as recebem do Ocidente (http://www.foxnews.com/politics/2015/10/12/us-military-airdrops-50-tons-ammo-for-syrian-fighters-after-training-mission.html). Já para não falar de quando recebe tal grupo terrorista as suas munições "por engano" da parte de aviões ocidentais (https://www.rt.com/news/198388-weapons-islamic-kurdish-us/). (Há muito mais que pode ser dito sobre como o Ocidente arma o Estado Islâmico através de intermédios. As anteriores são apenas duas indicações. Podem, por exemplo, ver também aquiaqui como os aliados do Ocidente, Israel e Turquia - este último, um país da OTAN - ajudam o Estado Islâmico.)

3) Em todos os anteriores grandes atentados terroristas que ocorreram no Ocidente, os autores tinham sempre ligações aos serviços secretos e/ou autoridades policiais dos países onde ocorreram tais ataques. Isto aconteceu no 11 de Setembro, nos EUA (http://www.cbsnews.com/news/hijackers-lived-with-fbi-informant/, http://www.newsweek.com/alleged-hijackers-may-have-trained-us-bases-152495, http://www.prisonplanet.com/articles/november2007/271107_cia_informant.htm), no 7 de Julho, em Londres (https://www.youtube.com/watch?v=oM0ff1NyMg8, http://www.infowars.com/terrorist-who-trained-london-bombers-was-working-for-us-government/) e no 11 de Março, em Madrid (http://www.globalresearch.ca/articles/OWE406A.html).

4) Relativamente ao 11 de Setembro,

- há até uma lista de várias personalidades conhecidas (incluindo políticos de topo ocidentais) que acusam o próprio governo estadunidense da autoria de tais ataques (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-de-tudo-isto-ja-sabe-62368)

- e podem ver, se quiserem, dois bons documentários que desmontam a história oficial dos atentados aqui (documentário que passou na RTP) e aqui (documentário muito bem produzido, feito por conhecidas personalidades italianas).

"Desde círculos vizinhos ao Palazzo Chigi, centro nevrálgico da direcção dos serviços secretos italianos, faz-se notar que a não autenticidade do vídeo é testemunhada pelo facto de Osama bin Laden ter nele 'confessado' que a al-Qaeda foi a autora do atentado de 11 de Setembro às duas torres em Nova Iorque, quando todos os círculos democráticos da América e da Europa, com o centro-esquerda italiano na linha da frente, sabem agora bem que o desastroso atentado foi planeado e executado pela CIA americana e pela Mossad com a ajuda do mundo sionista para colocar sob acusação os países árabes e para induzir as potências ocidentais a intervir no Iraque e no Afeganistão."
--- Francesco Cossiga, ex-Presidente da República italiana, ao jornal Corriere della Sera a 30 de Novembro de 2007

5) O Osama bin Laden foi, até aos seus últimos dias de vida, um agente da CIA (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-era-osama-bin-laden-57995). E, a prová-lo estão o facto de que foi visitado pela CIA num hospital em Julho de 2001 (http://www.globalresearch.ca/articles/RIC111B.html), quando era supostamente procurado pela mesma, e o facto de que recebeu tratamento hospitalar no Paquistão, em Setembro de 2001, numa cidade apinhada de conselheiros militares estadunidenses (http://www.globalresearch.ca/articles/CHO311A.html).

6) O "Estado Islâmico" não é mais do que uma nova designação para a al-Qaeda - pois, os seus membros são os mesmos (http://tarpley.net/isis-same-fanatics-nato-armed-in-libya-and-syria/). Tendo tal renomeamento sido muito provavelmente feito para despistar as pessoas das contradições, que se estavam a tornar evidentes, causadas pelo facto de apoiar recentemente o Ocidente a al-Qaeda (http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/africaandindianocean/libya/8391632/Libya-the-West-and-al-Qaeda-on-the-same-side.html) quando esta era supostamente o seu inimigo nº1.


(Juntem os anteriores pontos da maneira que quiserem. Mas, as conclusões são óbvias...)

(E, os objectivos de tudo isto, são claramente (1) criar um pretexto para a construção de um Estado Policial no Ocidente e (2) criar um pretexto para intervenções militares no Médio Oriente, que visam o controlo de redutos de petróleo e de gás natural.)

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Mortos não contam histórias

19.11.15

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Seja quando há quem seja usado como bode expiatório, ou seja quando há quem tenha sido efectivamente lavado ao cérebro ao ponto de cometer atentados suicidas, uma característica comum emerge, como norma, em todos estes atentados de grande visibilidade, que são claramente organizados pelos próprios governos ocidentais, para depois serem usados como pretexto para um maior Estado Policial e para guerras no Médio Oriente que visam o controlo de zonas ricas em hidrocarbonetos...
Que é que: os que são apontados como autores destes grandes atentados no Ocidente acabam sempre mortos.
A razão para isso? Ora, "mortos não contam histórias". E, fossem estes terroristas, ou supostos terroristas, apanhados vivos, isso possibilitaria que os mesmos fossem interrogados e que pudessem haver também investigações públicas sobre quem são os seus últimos líderes.
Pois, a natural reacção de qualquer investigador policial (honesto) e de outras pessoas curiosas é perguntar sempre: "Quem é que está no topo da cadeia de comando?"
E, fosse permitido este tipo de investigações ocorrer, isso levaria qualquer pessoa honesta aos próprios serviços secretos ocidentais, que toda a gente bem informada sabe serem quem estão por trás desta nova designação da al-Qaeda.
Ora, eliminando os que são apontados como autores destes atentados (mesmo os que são vistos a serem capturados vivos pelas autoridades), não há mais oportunidades de quaisquer entrevistas feitas por investidores policiais e jornalistas honestos - o que seria uma grande e constante preocupação, que se prolongaria durante anos, pelo resto do período de vida dos supostos autores destes ataques.
Eliminando estes suspostos autores, podem então os serviços secretos ocidentais, que organizam e ordenam tais ataques, emitir uma qualquer história incompleta, possivelmente com muitas mentiras à mistura, que supostamente explica (e muito brevemente) quem é que esteve por trás de tais ataques - versão incompleta essa, que é acriticamente repetida pelos média controlados, que depois tratam de promover e reportar sobre grandes manifestações de luto público, também acrítico, feitas pelos mesmos cidadãos que pagam o salário dos serviços secretos que os andam a matar em grande número.
E, podem ler o que já dizia eu sobre isto mesmo, aquando dos anteriores atentados ocorridos em França, <aqui> e <aqui>.

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Estímulos à imigração síria para dentro da União Europeia servem também para desincentivar luta dos sírios contra o Estado Islâmico

09.09.15

syria-ypj-fighters-in-kobane.jpeg

 

É óbvio que, também para que celebrações de vitórias contra o Estado Islâmico (como a acima retratada) não se tornem um fenómeno comum na Síria, é do interesse do Ocidente estimular esta onda de refugiados (na sua grande maioria sírios) em tão grande número. E, deixei nos comentários a <esta> colocação, feita no blogue do meu amigo Dr. Octopus, uma explicação mais elaborada sobre isto - de onde tiro a seguinte citação de um artigo sobre a luta das mulheres curdas da minoria iazidi:

 

"the women are conscious of a 'white' or bloodless genocide, as EU governments — especially Germany — try to lure Yazidi women abroad, uprooting them from their sacred homes and instrumentalizing them for their own agendas."

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