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Vale sequer a pena tentar alertar comunistas portugueses disto?

04.10.19

Os seguintes, são alguns tweets da minha autoria, que foram simplesmente ignorados - e que eram, por sua vez, respostas a dois tweets de um ex-deputado do PCP.
O primeiro conjunto, foram respostas à publicação de um texto escrito por tal militante comunista, que termina dizendo que "a CDU foi a força que puxou para a esquerda (...) se queres esquerda mesmo esquerda que não seja só de nome, vota CDU."
E, o segundo conjunto, foram respostas a um tweet que, certamente comentando as recentes sondagens eleitorais, dizia apenas que "Isto para o CDS tá mau."

 

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(A hiperligação que eu deixo, no último tweet, para sustentar o que eu digo sobre o BE, é esta: https://twitter.com/search?q=trotsky from:EstulinDaniel)

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Sindicalismo de curtos horizontes nunca irá resolver as coisas

22.08.19

greve-motoristas.jpg

(Óbvia justeza de, e óbvia solidariedade que se deve ter para com, as recente e futura greves deste sindicato de camionistas à parte... Venho só chamar a atenção de que,)

O sindicalismo reformista (em oposição ao revolucionário, praticado por comunistas e anarquistas, que pretende também implementar uma alternativa política) não resolve, nem nunca irá resolver, realmente os problemas...
Pois, todas as "conquistas" feitas são sempre meramente temporárias, podendo ser retiradas quando o Povo está desatento - sendo uma boa prova disso mesmo, o enorme retrocesso que houve após a privatização da Galp, com estes camionistas hoje, em pleno século XXI, a trabalhar em condições que mais fazem lembrar o século XIX.
Para além de que, por ser este tipo de sindicalismo praticado por pessoas que não têm verdadeira consciência política, há sempre toda uma outra série de maneiras através das quais os trabalhadores poderão ser atirados de volta para a miséria, das quais estes não têm conhecimento.
Segue-se um comentário que hoje deixei a mais uma colocação da historiadora Raquel Varela sobre a anunciada nova greve dos camionistas.

 

«E aqui reside toda a questão da justiça – para que serve um Estado se não é para garantir uma sociedade de bem-estar?»

O que ainda temos, serve claramente – tal como no caso dos regimes assumidamente fascistas – para que o Grande Capital possa, através desse mesmo Estado, melhor controlar as pessoas.

Mas, no regime neofeudalista que está planeado (pelo Clube Bilderberg e afins: https://twitter.com/EstulinDaniel/status/1096448713419964416) com as multinacionais a serem os novos senhores feudais, irá o Estado ser praticamente extinto, para que fiquem as pessoas quase totalmente à mercê dos seus novos senhores feudais – o que está a ser já conseguido através da falência propositada dos Estados, causada pela contracção de dívidas que toda a gente bem informada sabe serem impagáveis.

E, quando tal acontecer efectivamente, não irá haver leis do Estado às quais os trabalhadores explorados possam mais recorrer para se defender.

Disto (e doutras coisas) anda a avisar um conhecido investigador, cujo documentário até já passou na RTP: https://www.rtp.pt/programa/tv/p34917

Mas, como este tipo de sindicalistas ocupam os seus tempos livres a ver futebol, em vez de a informarem-se sobre o que é importante – ou a pensar em alternativas políticas...

(E, que tal nacionalizar a indústria petrolífera, para acabar de vez com estes problemas?)

...Boa sorte, a estes, para tentar impedir tal de acontecer.

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colocado por Fernando Negro às 11:57

O golpe que nos permitiu entrar para a União Europeia e que deu início à actual degradação moral e cultural que grassa em Portugal

25.04.19

25Abril.jpg

Que ninguém interprete mal as minhas palavras...
O 25 de Abril era algo que, de qualquer modo, precisava de acontecer - pois, uma coisa é a instauração de uma Democracia e outra coisa é o uso particular que lhe dá um qualquer povo.
É até com muito orgulho que tenho oficiais militares na minha família que participaram neste golpe e também com muito orgulho que tive o privilégio de ser afilhado de um oficial, em particular, que é o que realmente admiro de todos os que conheci, que (por ser de alta patente) fez parte de um orgão de governo temporário.
Oficial último este que, de cada vez que fazia visitas a minha casa, expressava as suas revolta e indignação pela corrupção e pela falta de nível e integridade políticas de que tinha conhecimento, não só pelos mesmos meios de informação que toda a restante população, mas também através de contactos de "alto nível" que tinha, derivados dos tempos em que era governante temporário - sendo alguns destes pessoas com quem trocava palavras quando fazia visitas à Assembleia da República, já em plena Democracia.
E oficial este, que me dói saber que morreu desgostoso com o estado em que estava o País pelo qual muito lutou - chegando ao ponto de se considerar um "exilado", dentro do seu próprio país, presumivelmente por não se considerar parte da restante população que o rodeava.
Mas, boas intenções à parte - e não negando o valor da Democracia, em si - o que se passa, também infelizmente, é que a História oficial que nos contam nas escolas costuma ser um mero "conto de fadas", muito simplificado, que omite sempre pormenores mesmo muito importantes, que permitem fazer uma leitura diferente (e mais complexa) dos acontecimentos...

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colocado por Fernando Negro às 09:48

A liberdade de pensamento defendida pelo Bloco de Esquerda

22.03.19

Fotografia de ecrã de um comentário que fiz há pouco no Twitter.
(A primeira hiperligação, para a notícia de uma publicação do BE, é esta. E, a hiperligação que eu deixo no meu comentário, é <esta>.)

 

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Haddad é um adepto da Escola de Francoforte, autor do "kit gay" e recorre à mentira contra Bolsonaro (revelando carácter desonesto)

25.10.18

No passado dia 18 de Outubro, claramente para tentar influenciar o voto na segunda volta das eleições presidenciais brasileiras, publicou o jornal Folha de São Paulo uma notícia de que há um grupo de empresários que estão a usar o seu dinheiro para publicar mensagens na Internet contra o Partido dos Trabalhadores.
notícia em causa só está acessível, na sua versão original, a assinantes deste jornal. Mas, <este> vídeo no YouTube possui uma filmagem da mesma, acompanhada de uma leitura electrónica.
Ora, nesta notícia, a única coisa que é denunciada é essa mesma rede de empresários e o seu modo de actuação. E, nada é dito ou denunciado sobre uma ligação de Bolsonaro a tais empresários. Sendo, por isso, verdade o que Bolsonaro diz, de que não é ele o responsável por esta campanha.
Mas, o que faz Haddad perante isto?
Ora, usa a mesma mentira (ou ilação imensamente abusiva - óbvia para toda a gente inteligente, na qual se inclui o próprio Haddad) que é publicada pelo jornal Folha de São Paulo na referida notícia, de que isto constitui uma doação ilegal à campanha de Bolsonaro, para tentar impedir Bolsonaro de se poder candidatar à segunda volta das eleições.



E, sobre o candidato Haddad (independentemente da mentira e da injustiça de que estejam a ser alvo Lula da Silva e Dilma Rousseff) impera fazer um esclarecimento - para além da demonstração de clara falta de carácter, que acabei de fazer...
Ao contrário do que se diz, Haddad não é Lula.
Pois, o PT é uma mistura de verdadeiros sociais-democratas com falsos sociais-democratas, estes últimos claramente ao serviço dos grandes interesses económicos ocidentais.
Eu não irei fazer uma longa análise do percurso político do PT, marcado por boas acções misturadas com más acções (nas quais se inclui o chamado "kit gay", da autoria de Fernando Haddad - que Dilma Rousseff ordenou que não fosse distribuído - para o qual Jair Bolsonaro tanto chamava a atenção, ao mesmo tempo que denunciava um livro que sexualizava as crianças) para demonstrar este ponto.



Irei, em vez disso, chamar apenas a atenção para uma das "raizes" ideológicas do que digo eu serem os falsos sociais-democratas presentes neste Partido dos Trabalhadores.
Tal como podem ler na seguinte notícia (e até se começarem a pesquisar sobre o mesmo) Haddad é um grande adepto da chamada Escola de Francoforte.

 

Fernando Haddad, um marxista adepto da Escola de Frankfurt

 

Escola de pensamento esta, que está por trás do (tão falado, pela verdadeira direita anglo-saxónica) fenómeno do "marxismo cultural", que visa denegrir a nossa sociedade e dela eliminar valores - e cujo instituto que a fundou, depois de ter sido inicialmente desapoiado por Estaline, foi durante as seguintes três décadas financiado por instituições do poder estabelecido ocidental, nas quais se inclui a Rockefeller Foundation.

 

The New Dark Age: The Frankfurt School and "Political Correctness"

 

(Marxismo cultural esse, que não tem como intenção criar uma sociedade socialista - mas antes, uma sociedade que misture ideais socialistas com capitalistas, que pode ser descrita como neofeudalista ou fascista - [1] [2] - onde não tenham os grandes interesses económicos de se preocupar com concorrência, ou sequer com rebeliões - por terem os seus adversários sido bem-sucedidamente denegridos a todos os níveis.)

Logo, torna-se óbvio quem é que é o candidato apoiado pelo Ocidente, nestas eleições brasileiras (i.e. quem é que é realmente apoiado pelos - verdadeiramente grandes - interesses económicos) e por que razão até a imprensa portuguesa alinha na demonização de Bolsonaro.

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O "Admirável Mundo Novo" do Bloco de Esquerda

07.08.18

(Que, para além de ser a favor da União Europeia - que toda a gente bem informada sabe ser um prelúdio para um Governo Mundial - quer pôr o próprio Estado a distribuir droga!)

 

"Para nós, o toxicodependente não é um caso de polícia mas de saúde pública. E é indispensável admitir a necessidade de se ir mais longe, até à legalização do consumo e à distribuição pelo Estado e sob controlo médico, das drogas duras."
--- "Manifesto fundador do BE"

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O real objectivo da falsa esquerda (do Robles e amigos) que temos

03.08.18

martins_be.jpg

[Uma explicação por mim dada há dias, num blogue católico que descobri, que está muito atento à (e é crítica da) erosão e destruição que está a ser insidiosamente feita dos princípios católicos pelo próprio Vaticano (que, denuncia o Estulin, é feita pelos maçons e afins infiltrados neste).]

 

É mesmo de “baixo” que vem esta suposta esquerda…

(Provavelmente sem o saber totalmente, acertou o Basto mesmo “na muche”.)

A esquerda parlamentar que temos, na Europa e não só, é uma criação da sociedade secreta dos Illuminati – que se distingue das outras [entre outras coisas] por ser satânica.

Informem-se sobre que sociedade foi esta, não através dos livros fictícios e mirabolantes do Dan Brown, mas através de livros históricos, como este – http://www.sacred-texts.com/sro/pc/index .htm – que foi escrito no final do século XVIII, quando este sociedade secreta foi descoberta.

Se lerem esse livro, irão constatar que, os princípios defendidos pelos Illuminati eram os mesmos que, poucas décadas depois, foram regurgitados no conhecido “Manifesto Comunista”, escrito pelo capitalista Friedrich Engels e propagado pelo (denunciado há poucos anos, numa televisão estatal russa, como um agente da coroa britânica: https://www.youtube.com/watch?v =8VbI-t-HUuA) Karl Marx e seus descendentes familiares.

O objectivo da criação dos princípios socialistas nunca foi a verdadeira implementação dos mesmos. Mas, apenas que estes servissem de argumento retórico de oposição aos princípios capitalistas vigentes – para que, no uso da “Dialéctica Hegeliana”, da “Tese + Antítese = Síntese”, permitissem estes princípios socialistas a criação de uma nova sociedade, que não é nem socialista nem capitalista, mas neofeudalista (a fazer lembrar as sociedades fascistas, que combinavam elementos de ambos os lados do espectro político autoritário).

Exemplo 1: Os comunistas defendem a abolição da propriedade privada (Tese). Os capitalistas defendem a manutenção da mesma (Antítese). Resultante do debate parlamentar em torno do assunto, ambos os lados do debate (controlados pelos mesmos interesses) chegam a um meio-termo, em que a propriedade passa a ser, ao mesmo tempo, colectiva e privada, criando então um pretexto (supostamente legítimo, apoiado no princípio socialista) para impostos sobre a propriedade, porque esta supostamente também deve ser de todos (Síntese).

Exemplo 2: Os comunistas defendem a abolição do direito à herança… Seguindo o mesmo raciocínio, o objectivo é criar um pretexto para a criação de impostos sobre as heranças.

Impostos atrás de impostos. O regresso da maior prática medieval de opressão, em que as elites governantes se arrogam ao “direito” de cobrar imposto atrás de imposto ilegítimo. (Impostos esses, que na sociedade que temos, não ficam no Estado – e, não são subsequentemente usados pelos cidadãos – mas que, servem antes para pagar as dívidas fictícias e fraudulentas contraídas pelos nossos governos perante os banqueiros internacionais – e que, deste modo, vão parar aos bolsos dos interesses privados, que controlam os nossos governos.)

Mais informação e explicações sobre isto nas seguintes hiperligações:

https://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674
[https://blackfernando.blogs.sapo.pt/portugueses-votai-55860]

 

[À qual depois acrescentei que...]

 

O facto do dinheiro dos nossos impostos servir para pagar dívidas fraudulentas (https://www.youtube.com/watch?v=JobaR9LLcfA) é apenas um dos propósitos de tal colecta de impostos (https://blackfernando.blogs .sapo.pt/os-antigos-e-que-sabiam-bem-julgar-80727) – para além de que, não é isto que acontece a todo o dinheiro que serve para pagar a dívida externa, pois há muitos países (que fazem parte do FMI) que criam o seu próprio dinheiro, em vez de o pedir emprestado aos privados, como fazem os EUA.

Outro, talvez ainda mais importante, propósito da colecta de impostos, é financiar o “Estado Social” (de que o Bloco de Esquerda tanto gosta) que serve como um mecanismo de controlo da população (permitindo ao Estado gerir o dinheiro que deveria ser das próprias pessoas) e como uma maneira de lentamente destruir a sociedade que temos (ao dar dinheiro a quem não trabalha, para desincentivar o trabalho). E, podem ler mais sobre o que quero eu dizer com isto, aqui: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/atencao-aos-pseudo-esquerdistas-61558

 

[E também que...]

 

Para além de que, outra maneira através da qual o dinheiro de todos estes impostos vai parar ao bolso de privados, é quando (no meio de uma Economia que está claramente em Colapso desde 2008) os governos pegam no dinheiro deste “Estado Social”, com o pretexto de que querem rentabilizá-lo, e compram acções em certas companhias, pouco tempo depois essas acções desvalorizam imenso (https://ionline.sapo.pt/491541) e os privados que venderam tais acções vão-se embora todos contentes com o dinheiro dos contribuintes.

 

[Editado a 07/08/2018: E, obviamente que o último esquema que eu descrevi, através do qual o dinheiro cobrado nos impostos vai parar ao bolso de privados, é apenas um de vários que se sabe que existem - e em que isto pode ser claramente observado... (Sendo um outro tipo inteiro, o dos contratos feitos com condições e preços absurdos, que beneficiam imenso os contratados, quando o Estado contrata privados para serviços essenciais - como no caso das PPP ou mesmo do combate aos fogos, tal como denunciado numa reportagem da TVI para a qual eu chamei aqui a atenção.)]

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colocado por Fernando Negro às 11:53

A Fábrica de Nada

29.05.18



No decorrer de um inevitável processo de Colapso económico e desindustrialização (que está à beira de se tornar muito pior) e também já no início de uma era de transição para a mão-de-obra robótica em trabalhos fabris, parece este filme querer dar a dica (obviamente errada e tardia, que levará a um beco sem saída) de que, a maneira de se lidar com este inevitável Colapso industrial, é simplesmente entrar agora em autogestão nas várias fábricas, ignorando as actuais situação e evolução económicas, assim como a necessária adaptação à nova realidade tecnológica.
Como alguém que possui um passado anarquista, este filme provoca inevitavelmente em mim sentimentos mistos - pois, passando ao lado do seu modo de produção claramente não-anarquista e da altura em que este surge, tem também o próprio filme vários aspectos que considero negativos, maioritariamente associados à aplicação prática do conhecido (e notoriamente autodestrutivo) lema "Sexo, Drogas e Rock'n'Roll" (ou, neste caso, "Punk Rock").
Para além de que, parece esta obra criar uma atmosfera maioritariamente distópica e sombria.
E, o facto de ter sido este um filme que foi, muito estranhamente, premiado, bastante elogiado e até promovido internacionalmente pela imprensa controlada, leva-me logo a ficar "de perna atrás" com o mesmo e a suspeitar que possa este constituir uma tentativa de colar tais aspectos negativos à muito positiva experiência original, que o filme diz querer homenagear - ao mesmo tempo que, acima de tudo, seja este uma tentativa de promoção da subcultura decadente que retrata.
Também, logo a começar pela sua parcial origem duvidosa, num muito estranho e contraditório centro social que recebe dinheiro da Comissão Europeia (e onde se promovem conhecidos falsos movimentos controlados, a degradação cultural, a confusão sexual, uma sociedade pós-industrial, a abolição das fronteiras e se disseminam mentiras ecológicas, entre outros claros objectivos do poder estabelecido) inspira esta obra em mim tudo menos confiança e crença nas boas intenções de quem a criou.
No dia em que surga, em Portugal ou qualquer outro país do Mundo, um filme produzido de modo anarquista e que queira realmente promover o Anarquismo, retratando-o de modo essencialmente belo, funcional, verdadeiramente consciente, indubitavelmente sério e mesmo muito positivo, não associando esta ideologia e prática política a subculturas decadentes, poderei então eu encarar tal possível obra com outros olhos.
Até lá... É este filme, para mim, mais um que não tem valor e que assenta maioritariamente na negatividade e na crítica destrutiva e inconsequente, como tantos outros de natureza cínica que nos impinge a imprensa controlada - e também mais um que foi (quase certamente) feito com segundas intenções (que, infelizmente, quem aceitou nele participar e pensa estar a agir contra o "sistema" é incapaz de atingir - por não ter lido um muito importante livro).
Até o próprio nome do filme parece querer instilar a ideia inconsciente, entre quem o vê, de que o resultado final de quando se envereda por um modelo de autogestão é... "Nada".
(Vejam também este cartaz.)

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O filme "Amerigeddon" num dos canais da TV por cabo em Portugal

18.05.18

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(Tendo eu visto este filme anteontem, quem tiver também caixas de televisão da NOS e uma assinatura que inclua o canal de TV em causa, "AMC", ainda vai a tempo de ver o filme, pelo menos, nos próximos 5 dias.)

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colocado por Fernando Negro às 08:27