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Este blogue é a favor da Liberdade de Expressão

16.08.18

marine.jpg

[Uma série de tweets[1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] - do que não fui eu capaz de deixar de dizer, ontem (apesar de não querer mais usar o ultracontrolado Twitter) a quem quis censurar outras opiniões políticas (e que me vejo forçado a fazer nesta detestável rede social, conhecida por andar também ela a censurar comentários que não agradam ao poder estabelecido financeiro ocidental - na qual, muito convenientemente, estes personagens supostamente "anti-sistema" decidem estar) juntos na única mensagem original que queria eu ter publicado (mas que não pude colocar, por limitação de caracteres) em resposta ao que andavam os falsos esquerdistas do BE a dizer, que Marine Le Pen devia ser proibida de falar na Web Summit.]

 

Bloco de Esquerda e SOS Racismo,

Ao contrário do que vocês querem, nem toda a gente das novas gerações toma drogas - e é, por isso, fácil de enganar com as vossas falácias.

1) Marine Le Pen não é fascista. E, quem diz tal coisa está a MENTIR.

2) Inadmissível é que algum partido financiado com dinheiro do Estado Português queira violar a Constituição desse mesmo Estado, ao proibir o exercício do Direito à Liberdade de Expressão.

3) Não é crime odiar, ter fobias ou ter opiniões racistas. Apenas discriminar segundo critérios raciais é passível de ser moralmente reprovável ou mais que isso.

4) Ainda não é crime ser-se nacionalista (embora quase certamente seja também vossa intenção um dia criminalizá-lo). E, o estar a apelidar quem é nacionalista de ter uma qualquer "fobia" ridícula, é estar a tentar deturpar o debate relativo a esta questão.

5) Dizer que Marine Le Pen "incita" ao que é referido é claramente uma interpretação exagerada e abusiva das suas declarações. E, ficamos então à espera das PROVAS de tal afirmação.

6) A Marine Le Pen, que é anti-sistema, não pode falar. Mas, os vossos amigos capitalistas, como o Al Gore e afins, já podem. E, depois pensam vocês que continuam a conseguir enganar as pessoas com a máscara de que são "anti-sistema".

Como sempre, a mais intolerante de todas, é a suposta Esquerda... A suposta Direita nunca tenta censurar as opiniões ridículas da Esquerda. Mas, "Ai de quem falar mal dos princípios da Esquerda!"

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Resposta que já não pude dar a um militante do Bloco de Esquerda

11.03.18

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Por, na altura (final do ano passado) andar eu concentrado noutras coisas mais importantes - e tal blogueiro demorar também muito tempo a responder aos comentários que deixavam as pessoas no seu blogue (por andar também ele ocupado com outros assuntos mais importantes) - não tive eu pressa em responder a um comentário que tinha sido por ele deixado em resposta a um meu (último este, que tinha eu deixado a uma colocação final, de despedida, no blogue de tal autor) após ter sido eu automaticamente notificado, por correio electrónico, da ocorrência do mesmo.
E, lembrado eu - pela natureza da última colocação no meu blogue - de que não tinha ainda escrito tal resposta... Quando fui, anteontem, tentar deixar uma em tal blogue alheio, também alojado aqui no SAPO, já não consegui mais aceder ao blogue de tal autor, por ter sido o mesmo "suspenso".
E, assim sendo, na vaga esperança de que esta minha resposta possa um dia ser lida pelo destinatário em causa - e, já agora, porque (sendo de comentários públicos que se tratam) também poderá ser do interesse de outros ler tal pequena troca de mensagens - aproveito então para publicar aqui, no meu próprio blogue, a resposta que já não fui a tempo de dar (e também para republicar o comentário ao qual se dirigia tal resposta, da autoria do blogueiro Francisco Freima, para o qual já uma vez aqui tinha chamado a atenção para).

 

Francisco Freima respondeu ao seu comentário no post Adeus, pessoal (um adeus pessoal) às 02:31, 30/11/2017:

[...]

Por acaso nunca pensei muito na América Latina como região para viver, embora não me importasse de ir para a zona dos Andes. Se me dessem a escolher um país em todo o mundo, penso que iria para a Rússia. Adoro a cultura deles, sendo também um adepto do frio (e, lendo a teoria de Mackinder acerca do Heartland, percebemos que a Rússia será sempre importante).

Rússia que entronca no outro tema abordado pelo Fernando: os apoios dados a Trotsky por parte de Wall Street. Já tinha lido sobre isso, mas tendo sempre a relativizar. Não me choca que Trotsky tenha tido esse t ipo de ajudas, até porque existe o tal ponto de confluência que é o internacionalismo. Infelizmente, a política tem algumas zonas cinzentas onde um Ribbentrop e um Molotov podem negociar um pacto de não-agressão ou, voltando aos tempos da I Guerra Mundial, Lenine ser ajudado pelos alemães no seu regresso do exílio. Quando forças opostas convergem é sempre na esperança de enganarem o parceiro de ocasião. Escusado dizer, os povos ficam à porta de tais considerações.

Para mim, a importância de Trotsky está mais nas suas teorias da revolução permanente ou do desenvolvimento desigual e combinado do que propriamente nas suas acções enquanto indivíduo/actor político. Talvez, pela época em que viveu, ele não pudesse ter agido de outra forma; talvez, tendo sido um homem ambicioso, aquilo que resulta numa falha ética grave fosse apenas um meio para atingir um fim; na pior das hipóteses, mesmo que ele não acreditasse em nada, ou acreditasse apenas no intern acionalismo (capitalista ou socialista), a verdade é que as suas obras são lidas por muitas pessoas que defendem o internacionalismo socialista sem quaisquer concessões aos interesses capitalistas. É o que eu chamo de triunfo dos ingénuos: vivendo o marxismo um momento de refluxo a nível mundial, hoje em dia quem é marxista pode aprofundar as suas ideias sem grande rebuliço, um pouco à semelhança do período em que Marx viveu. Existem pequenas guerras, independentismos, mas nada que se assemelhe à proximidade de uma revolução como a de 1917.

O capital tem a situação controlada. Dentro do marxismo, os adeptos da revolução permanente podem polemizar com os adeptos do comunismo num só país sem que venha grande mal ao mundo. As figuras tutelares morreram e a própria questão coloca-se hoje sob outros prismas que não os da URSS. A Catalunha, por exemplo, tem suscitado um amplo debate: como podem os internacionalistas apoiar a independência catalã? Não é o Estado-nação uma construção burguesa destinada a desviar o foco da luta de classes? Estando no Bloco, foi um debate que acompanhei com gosto, até por ser militante de base. Na base dos partidos temos sempre aqueles camaradas mais puros, que não afinam as suas opiniões pelas dos notáveis. Claro que chega o dia em que a festa acaba e a vitória cai para um dos lados. Enquanto a festa durou, vi pessoas frontalmente contra a independência catalã e outras que, sendo também elas internacionalistas, colocavam o direito dos povos à auto-determinação num patamar superior. Da minha parte, defendo a independência. Nem tanto pela auto-determinação, para mim a questão premente reside na força imprimida pelo capitalismo à sua globalização. Ainda assim, torna-se um exercício vagamente cómico, o de defender a independência de um povo que pretende ir logo a correr para os braços da União Europeia...

Um abraço, Fernando, e viva a Margem Sul :D

 

[Segue-se então a minha resposta, que já não fui a tempo de publicar...]

 

Olá outra vez, Francisco.

(Com a crescente escassez de recursos naturais e o sério impacto que tal irá ter na agricultura: http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=63630.msg900364#msg900364)

Os melhores sítios para se viver, no futuro próximo (e para os quais eu iria, se pudesse) serão os locais do Mundo ainda pouco populados, que têm solos férteis em grande quantidade e que são também ricos em água - como o Brasil (e restante América Latina) e, sim, também a Rússia. (Tanto o Brasil como a Rússia exportam muita comida. Por isso, são estes dois países onde as pessoas nunca deverão morrer de fome.)

Quanto à criação do Estado-Nação,

Ela não tem (nada) a ver com "desviar o foco da luta de classes" (pois, surgiu até muito antes que tal luta tivesse início, devido à publicação do "Manifesto Comunista" escrito pelo capitalista Friedrich Engels). Mas, é antes algo que surge como uma consequência da vontade de Desenvolvimento económico, motivada pelo ideal de Progresso, a todos os níveis (http://www.schillerinstitute.org/newspanish/InstitutoSchiller/Arte/GoyaLucesCarlosIII.html) - algo que as elites (i.e. os verdadeiros ricos e membros da dita nobreza) não querem (nem nunca quiseram) por gerar tal progresso económico também progresso cultural e tornar as pessoas mais difíceis de controlar e continuar a explorar.

E, o tentar colar algo de positivo a algo mau, através de falácias, é um truque muito usado pelos propagandistas do poder estabelecido (como me lembro de ler, da parte de um Professor seu, que me disse você ser um maçon, que usava num texto pró-UE o ridículo termo "o totalitarismo das nações" - como se ter um governo central europeu, que repetidamente proíbe os vários países de fazerem isto ou aquilo é que não fosse, antes isso mesmo, uma forma de totalitarismo). Sendo o melhor exemplo que conheço, de constantemente dar falsas explicações alternativas (sem argumentos que realmente as sustentem) para certos acontecimentos históricos (do que posso ler da descrição, pois recuso-me a ler tais obras) o livro "A People's History of the United States" do propagandista Howard Zinn.

Quanto ao Trotsky,

Não se tratava de um convergência de apenas alguns interesses comuns que tinha ele com alguns ultra-ricos. O jogo por ambos jogado é um que, certamente, não deve ser ensinado no tipo de cursos universitários sobre História e Política que você tirou - e que se chama "Dialética Hegeliana" (http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=43336.0). Sendo que, o Trotsky estava tão interessado numa verdadeira Revolução Social quanto estão os seus discípulos, de hoje em dia, como são os dirigentes do Bloco de Esquerda (muito contentes em colaborar com o falso Partido Socialista português e ficar-se por aí).

Se alguma vez decidir você pesquisar seriamente sobre o que eu aqui denuncio, da verdadeira natureza deste tipo de líderes comunistas (deixo-lhe mais uma dica aqui: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674) depois interrogue-se sobre porque razão andam os movimentos por eles criados a usar a mesma simbologia que é usada por outros movimentos, que toda a gente bem informada sabe serem controlados por conhecidos capitalistas: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/alguem-ainda-duvida-de-que-o-podemos-e-127764

Um abraço e Boa Sorte para o futuro próximo.

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colocado por Fernando Negro às 12:20

E assim se impede o desenvolvimento tecnológico de todo um país

08.12.17

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[Uma notícia do movimento LaRouche que aqui deixo, para quem tenha ainda dúvidas de que o golpe recentemente ocorrido no Brasil foi uma acção ordenada por interesses estrangeiros...]

 

"Minha prisão é um ataque aos BRICS": polemiza o legendário Almirante Othon da Silva

16 de novembro (EIRNS) - Nas últimas três semanas, o Almirante aposentado Othon Luiz Pinheiro da Silva, conhecido como "o pai do programa nuclear brasileiro", falou pela primeira vez desde que foi condenado - aos 76 anos - a 43 anos de prisão através de falsas acusações de corrupção, identificando seus inimigos como o "sistema internacional" que é inimigo de seu país.

Perguntado pelo semanário brasileiro Carta Capital sobre quem estava interessado em sentenciá-lo em 43 anos de prisão, o Almirante Othon respondeu: "Certamente, interessa ao sistema internacional preocupado com o fortalecimento de um dos países integrantes dos BRICS. Os brasileiros transnacionais, muito provavelmente, ficaram satisfeitos com o meu processo e a minha saída do cenário. Considero como brasileiros transnacionais aqueles que, embora tenham nascido neste belo país, gostariam de ser cidadãos de outros países, em particular dos Estados Unidos. Não dão importância aos grandes problemas e desafios nacionais, não se preocupam em resolvê-los e, às vezes, em proveito próprio, não se importam em agravá-los".

Em entrevistas posteriores para a Folha de São Paulo, em 7 de novembro, e ao Brasil 247, em 13 de novembro, o Almirante Othon disse estarem os Estados Unidos por trás de sua prisão, comentando que por "EUA" ele entende o "sistema que explora" o povo americano.

O Almirante foi sentenciado a morrer na prisão em 4 de agosto de 2016, menos de duas semanas antes da votação pelo senado brasileiro pelo impeachment da presidenta legítima do país, Dilma Rousseff, como parte da operação Lava-Jato, dirigida pela City de Londres e Wall Street no mesmo modelo feito com a operação Mãos Limpas, na Itália, que destruiu o sistema político daquele país, jogando aos chacais financeiros toda sua população.

Na entrevista com Carta Capital, o Almirante Othon se defende com maestria contra as ridículas acusações de corrupção, baseadas no "ouvir dizer" de testemunhas em delações premiadas, temerosas de irem para a cadeia. Ele contou sobre suas décadas de trabalho científico e de engenharia em prol de seu país, coordenando o "programa de desenvolvimento tecnológico que assegurou ao Brasil, com esforço nacional, o domínio das tecnologias de todos os aspectos estratégicos da energia nuclear", durante o qual ele estabeleceu o programa de treinamento que dotou centenas de engenheiros e cientistas nucleares para o Brasil. Na mesma época em que foi condenado aos 76 anos de idade, ele estava supervisionando a criação de um sistema de armazenagem de combustível nuclear altamente reativo desenhado por ele; participando de pesquisas para identificar vários tipos de novas usinas nucleares que o Brasil precisaria construir e, em fins de semana e feriados, trabalhando no desenvolvimento de uma familia de hidroturbogeradores integrados para muito baixas quedas-d’água.

O Almirante respondeu por escrito às perguntas de Carta Capital, logo após a Justiça Federal ordenar sua prisão domiciliar em 11 de outubro, em razão de seu delicado estado de saúde e uma operação recente contra um câncer de pele.

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Recomendação de leitura

06.12.17

viriato.jpg"Excelente estratega y líder carismático, Viriato ha pasado a la historia envuelto en los ropajes del mito. Sus continuas victorias sobre el poderoso ejército imperial romano terminaron con un acuerdo de paz, por el que el Senado reconocía su condición de «rey de los lusitanos». Sólo la traición de tres de sus colaboradores más cercanos conseguiría poner fin a la exitosa carrera política y militar del héroe, cuyas magníficas exequias fueron el preludio de múltiples leyendas inmortales. El historiador Mauricio Pastor nos ofrece en estas vibrantes páginas no sólo la biografía definitiva de uno de los grandes héroes de la historia de la península Ibérica, sino también el retrato de una época y un mundo convulso, así como las pruebas inequívocas de que el valor de unos pocos puede hacer tambalear hasta al más arrogante de los imperios."

--- Tirado da contracapa da versão mais recente (de 2017) do original em castelhano, de um livro que foi traduzido para português em 2013.

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colocado por Fernando Negro às 10:16

Isto é que é Patriotismo

04.12.17

Bravos irlandeses, que nunca deixaram de lutar pela independência do seu país, apesar de séculos de repressão e de terem até sido alvo de uma campanha genocida por parte do Império Britânico.



E, cujos alguns dos descendentes, mantendo-se fiéis ao espírito dos seus antepassados, continuam a lutar contra as novas formas de opressão imperialista.

 

David Rockefeller confronted at his dinner table by "The Sovereign Independent" at the Trilateral Commission

Sovereign Independent
May 10, 2010

At approximately 12:15 pm on 9th May, two representatives of the Irish newspaper, The Sovereign Independent entered The Four Seasons Hotel in Dublin, Ireland, where the latest meeting of the Trilateral Commission was taking place and confronted David Rockefeller at his dinner table.

We unassumingly entered the reception area of the hotel and proceeded through the lobby to the seating and dining area at the back of the premises where we sat down and ordered coffee. There was a table immediately behind us which was set up for lunch for 6 people.

We had a few copies of our newspaper with us and discussed posting a few at reception to Henry Kissinger and David Rockefeller when to my utter surprise I noticed David Rockefeller’s bodyguard walking in my direction. Without acting suspicious I then observed the trademark walking stick behind the bodyguard and David Rockefeller was suddenly walking past us and took the seat at the table set for lunch directly behind us.

We immediately decided that we couldn’t miss this opportunity to confront the evil sitting in our midst and to our complete surprise were given the opportunity when the bodyguard appeared to leave the room.

With a few deep breaths we both rose and confronted David Rockefeller at his dinner table in front of his guests with the words. “Mr. Rockefeller, you will never get your New World Order. We are not your slaves; we are not your slaves.”

The room fell into complete silence as our words reverberated all the way through to the reception area with the stunned looks on Rockefeller’s guest’s faces evident in the footage. Rockefeller had a look of complete shock on his face as I leant over him and placed a copy of The Sovereign Independent right in front of him on his table taking care not to touch him in any way or to disturb anything on his table.

We calmly turned away as the bodyguard, clearly not knowing that we had caused the disturbance, ran past us to get to Rockefeller. We walked the approximately 40m to the front entrance, down the drive past the attending police officers and onto the street.

Unfortunately due to the risk of our phone being taken from us as we were filming the video is a bit shaky and Rockefeller can only be seen briefly at the end, almost in silohette, although, anyone who knows what he looks like should clearly recognise him. He is only in the last few frames of the video on the far left.

We’d been there the previous day with Jim Tucker, holding a peaceful protest, outside the gates with a number of other groups which had gone well. Hundreds of copies of the newspaper were handed to passersby who had wanted to know what was going on.

There had also been an attempt to have Henry Kissinger arrested under an arrest warrant issued by the Spanish authorities which was, as far as was known, still valid. This evidence was presented to the police officers on duty and recorded. This matter is currently ongoing with visits to the Spanish embassy in Dublin being made this morning, Monday 10th May.

Neil Foster & Dave Derby, The Sovereign Independent

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Denúncias de espionagem electrónica por parte da CIA a cidadãos estadunidenses são da autoria de funcionários da própria agência

11.03.17

Uma edição imperdível (das tantas) do programa de rádio de Alex Jones - em que, de acordo com o alto funcionário governamental Steve Pieczenik, se denuncia que as recentes revelações de espionagem electrónica ilegal por parte da CIA a cidadãos do seu próprio país, que estão a ficar conhecidas como "Cofre 7", fazem parte da guerra interna governamental, entre nacionalistas e agentes da NOM, que se iniciou após a vitória de Donald Trump nas últimas eleições presidenciais.

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colocado por Fernando Negro às 01:23

A vitória do Brexit poderá ser algo de mau por ocorrer nesta altura

24.06.16

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(Interrompo as minhas "férias literárias", para vir aqui fazer um importante aviso.)

Reparem que foi um governo fantoche da União Europeia quem organizou este referendo. E, se decidiu tal governo fazer uma coisa destas, foi obviamente porque isto acaba por ser benéfico para o mesmo - ou, por outras palavras, para os interesses que estão por trás do mesmo (pois, não havia uma muito forte pressão nas ruas para que tal acontecesse e que não deixasse a este governo outra alternativa que não fosse realizar este referendo). Ora, se assim é, temo-nos então de interrogar: "Porque razão fez o governo britânico este referendo?"

E, as respostas a tal interrogação são óbvias...

O UKIP não pára de subir nos resultados eleitorais. E, se nada fosse feito, obviamente que os sentimentos anti-UE acabariam por levar este partido não-alinhado ao poder. Ora, sendo o actual governo, ou outro governo fantoche da UE que lhe siga, quem "decide" sair da União Europeia (pois, o UKIP ainda não tem força suficiente para ganhar umas eleições britânicas), temos então duas vantagens. Primeiro, tenta-se deste modo roubar eleitorado ao UKIP e manter, dentro do possível, o controlo da situação. Segundo, se for um partido fantoche da UE quem decide como sair da mesma, obviamente que tal partido irá fazê-lo da pior maneira possível, para com isso tentar "demonstrar" que sair da UE é uma coisa má.

Assim sendo, muito pouco de bom é de esperar nos próximos tempos, para o Reino Unido, com esta vitória do Brexit. E, o que provavelmente irá acontecer, é que tal sirva de motivação para uma maior (/mais acelerada) destruição da Economia do mesmo. (Lembrem-se de que estamos a assistir a uma destruição propositada das várias economias europeias. [fontes])

A sairem diferentes países da UE, para que tal seja feito da melhor maneira possível, terá de ser feito por partidos não alinhados com os interesses que estão por trás da mesma. E, ainda assim, é preciso ver que, numa Economia ocidental imensamente privatizada e onde os grandes interesses económicos que a dominam são exactamente os que estão por trás da UE, o processo de reconquista da independência dos vários países europeus será tudo menos fácil...

E, a título de curiosidade, deixo aqui o que recentemente respondi a alguém na Internet, que perguntava o que achavam as pessoas do possível Brexit - onde destaco agora (a "negrito") o que já há duas semanas dizia eu sobre isto ser possivelmente uma coisa má de ocorrer nesta altura.

 

 

[–] Fernando_Negro 2 points 16 days ago

A União Europeia é uma coisa mesmo muito má. Logo a começar por algo que nos afecta directamente a todos, que é esta história da "moeda única" - que, entre outras coisas, desde que foi implementada em Portugal, reduziu o poder de compra das pessoas. (Pergunte a quem é mais velho e viveu no tempo do escudo se as coisas não estão hoje em dia muito mais caras e se, quando vão às compras, o dinheiro estranhamente "desaparece" muito mais rápido do que a que estavam habituados...)

A União Europeia é - tal como a União Norte-Americana, União Africana etc - um governo "regional" cujo objectivo último é fundir-se com outros governos "regionais" num único Governo Mundial fascista (/"antidemocrático", ou o que lhe quiser chamar): http://www.prisonplanet.com/financial-times-editorial-admits-agenda-for-dictatorial-world-government.html

A União Europeia é uma criação do Clube Bilderberg (http://www.prison planet.com/leaked-1955-bilderberg-docs-outline-plan-for-single-european-currency.html), formado pela oligarquia ocidental, que anda há décadas e há séculos a explorar os povos europeus e restantes povos do mundo. E, se quiser você saber o que este Clube é, pode ler um livro cuja primeira versão foi censurada em Portugal, mas cuja segunda versão ainda está à venda: https://fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg

A União Europeia é, em parte, uma concretização do sonho fascista do século XX de criar um único superestado europeu. Não sendo por acaso que grande parte das suas características são uma concretização dos planos de alguns dos fascistas que se reorganizaram após a derrota na 2ª Guerra Mundial (https://en.wikipedia.org/wiki/National_Party_of_Europe), não sendo por acaso que o Clube Bilderberg e algumas organizações ocidentais têm nazis entre os seus membros (http://paramimtantofaz.blogspot.pt/2010/06/quem-sera.html) e não sendo por acaso que serviu o Clube Bilderberg como veículo para gastar parte do ouro que foi pilhado pelos nazis na 2ª Guerra Mundial (fonte: Daniel Estulin, que escreveu o livro censurado em Portugal, numa qualquer entrevista de rádio, de que não me lembro exactamente). Tem mais informação sobre isto, muito resumida, aqui: http://octopedia.blogspot.pt/2015/09/os-estados-unidos-querem-enfraquecer_16.html?showComment=1442507517665 #c1790505247670078841

A União Europeia assemelha-se também à União Soviética, em termos do modo antidemocrático como é gerida. Fazendo a não-eleita Comissão Europeia lembrar o Politburo Soviético: http://www.prisonplanet.com/articles/march2006/020306socialistdictatorship.htm

E, a União Europeia em nenhum lado surgiu por vontade dos povos europeus, mas por vontade de políticos corruptos maçons e afins, fantoches dos grandes interesses económicos ocidentais (veja para onde vão os nossos ministros trabalhar, depois de deixarem os seus cargos). Em muitos países a adesão à mesma não foi sequer referendada. E, no caso do nosso país, o partido actualmente no poder nem sequer cumpriu a promessa de referendar um dos seus muito importantes tratados (de Lisboa), que retiravam ainda mais soberania/independência nacional.

Quanto mais centralizado o poder, pior é. Veja o quão corruptos e tirânicos se tornam os estados que governam sob grandes extensões de território, onde quase ninguém sabe o que andam as pessoas no seu governo central a fazer, como começa a ser o caso da UE (https://euobserver.com/justice/121489 + http://blackfernando.blogs.sapo.pt/ue-proibe-a-franca-de-banir-o-uso-de-um-33442) e o quão mais democráticos são os pequenos estados, onde podem as pessoas manter os seus políticos debaixo de olho e sob pressão, como é o caso da Islândia (http://www.independent.co.uk/news/world/europe/icelands-pots-and-pans-revolution-lessons-from-a-nation-that-people-power-helped-to-emerge-from-its-10351095.html). Não foi por acaso que os Impérios caíram, ao longo da História. E, a evolução a sério da Humanidade, em termos de melhorias no bem-estar e na qualidade de vida, começou com o surgimento dos estados-nação, há poucos séculos (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/os-ditos-referendos-independentistas-37545 + http://blackfernando.blogspot.pt/2014/10/o-exercito-zapatista-de-libertacao.html).

Por estas e por várias outras razões (https://www.youtube.com/watch? v=rNJ05NfM-4Y), se o Brexit ganhar, será um bom passo na direcção de um Reino Unido mais democrático e onde se viva melhor. Mas, sendo a situação a de que as pessoas que estão no poder, no Reino Unido, são os políticos fantoches da UE... Case ganhe o Brexit, é de esperar que tais fantoches arruínem de propósito a economia britânica, para tentar fazer desta um exemplo. ("Vêem? É nisto que dá sair da UE!") Mas, o mais provável é aproveitarem-se da pouca diferença de votos para aldrabar os resultados.

E, respondendo à sua pergunta sobre se estaríamos nós também melhor se não fizéssemos parte da UE, pergunte, uma vez mais, a quem viveu a época antes do "euro" - e outras importantes implementações europeias - se não vivia melhor nesse tempo.

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Imigração é muito útil para alterar as diferentes culturas europeias

04.09.15

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Tragédias à parte, é importante reflectirmos sobre as causas de todo este fenómeno de imigração massiva para a Europa (para além do facto de ter o mesmo origem em guerras criadas ou instigadas pelo próprio Ocidente). Nomeadamente, questionando-nos sobre porque razão não decidem antes estas pessoas lutar pela libertação das suas pátrias e como conseguem elas, numa situação de desemprego, arranjar tanto dinheiro para pagar a traficantes de seres humanos - ainda mais, quando são oriundas de países (muito) pobres.

E, quanto à reacção do poder estabelecido europeu a este fenómeno, é também importante fazer algumas perguntas.

  • Porque razão se disponibilizam, prontamente, os diferentes líderes europeus para acolher estas pessoas estrangeiras?
  • Porque razão tem existido uma clara e contínua propaganda, por parte do poder estabelecido e dos seus média de massas, que visa misturar culturas - e, consequentemente, "diversificar" ou miscigenar as populações europeias?
  • Porque razão atribuem alguns estados-membros da União Europeia subsídios a quem não é cidadão do seu país, para ajudar tais pessoas a se fixarem dentro dos seus países de acolhimento, financiam algumas autarquias destes estados a construção de templos de religiões diferentes das predominantes locais e se atribuem até cargos ministeriais a quem nem sequer é natural do país onde exerce tal cargo?

A resposta a todas estas interrogações deverá, uma vez mais, ser óbvia para quem já conhece este blogue... [1] [2]

Alterando significativamente as populações humanas e as culturas dos diferentes estados europeus, para uma situação em que comecem estes, outrora diferentes, a assemelhar-se uns aos outros (por terem acolhido o mesmo tipo de populações estrangeiras), é mais uma facilidade que se cria para a pretendida extinção dos diferentes estados-nação europeus e sua substituição por um, cada vez mais homogéneo, superestado europeu.

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