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Razões de ser para a fraude do "aquecimento global" antropogénico

03.10.19

[Um comentário que deixei num tópico que foi criado num fórum de militares portugueses, onde pessoas que estão (pelo menos, algo) informadas sobre o projecto da Nova Ordem Mundial (e agora afins) têm feito colocações em cadeia.]

 

O suposto "aquecimento global" de origem antropogénica é uma falácia que qualquer pessoa com o 9º ano de escolaridade(?) consegue facilmente aperceber-se de...

 

 

(Se nunca viram o anterior muito bom documentário, feito pelo Channel 4 britânico - https://www.globalresearch.ca/global-warming-a-convenient-lie/5086 - há uma boa razão para tal... Alguém com muito dinheiro comprou os direitos de autor do mesmo e tratou de que este nunca mais fosse exibido publicamente. Sendo os vários vídeos que estão ainda disponíveis no YouTube "cópias piratas" do mesmo.)

Já repararam que, de cada vez que os média de massas portugueses vos diziam, repetidamente, no decorrer das duas décadas que passaram, que o ano anterior tinha sido o mais quente de sempre, nunca vos mostravam tais média quaisquer gráficos que provassem tais afirmações? Isso é porque, qualquer pessoa que vá aos arquivos de medição das temperaturas por satélite, usados nomeadamente pela NASA (que são públicos: http://data.remss.com/msu/monthly_time_series/) e elabore os seus próprios gráficos, consegue ver que tais afirmações são mentira.

 

no_warming.png

 

(O anterior gráfico foi tirado do seguinte vídeo - https://www.youtube.com/watch?v=bSAgCFLgaVI - sendo que, têm também na seguinte hiperligação uma confirmação do mesmo, sob a forma de um gráfico elaborado pela própria equipa que mantém os registos de satélite: http://www.remss.com/blog/recent-slowing-rise-global-temperatures/)

Parte das razões de ser para esta enorme impostura científica, denunciei-a hoje, neste vosso fórum: http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=2098.msg318291#msg318291

E, se quiserem saber qual é a principal razão de todas, têm também a seguinte denúncia que recentemente fiz, num comentário que deixei no blogue da historiadora Raquel Varela: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/a-principal-razao-i-e-a-razao-de-fundo-175885

 

*

 

"...the claims of climate change are exaggerated in an attempt to usher in more government control and regulation."
--- https://www.heartland.org/publications-resources/publications/vatican-climate-conference-presentation-lord-christopher-monckton

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colocado por Fernando Negro às 16:11

Votem em quem votarem, irá o Fascismo ganhar próximas eleições

19.09.19

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[Comentário que deixei há pouco, num blogue que aparenta ser comunista, chamado "Foicebook".]

 

1) CDS, PSD e PS são todos controlados pelo fascista Clube Bilderberg: http://octopedia.blogspot.com/2013/06/bilderberg-2013-seguro-e-portas.html

2) O Bloco de Esquerda é claramente controlado pela Finança Internacional, também de orientação fascista: https://twitter.com/search?q=trotsky%20from%3AEstulinDaniel

3) E o PCP, de partido revolucionário, passou a muleta do Clube Bilderberg (que ajuda a implementar algumas componentes socialistas da sua Terceira Via)...

Venha então o Diabo e escolha!

Também, com as tretas ecologistas que *todos* defendem (incluindo o PCP, através do seu partido-satélite Os Verdes) é garantido que a quase todos os trabalhadores do turismo lhes aguardam a fome e a miséria - pois, o turismo de massas está dependente da indústria da aviação, que muito vai desaparecer, à custa da farsa do "aquecimento global": https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/2019/09/19/o-fantasma-de-salazar-e-o-reitor-da-universidade-de-coimbra/#comment-11317

Que tristes figuras faz o PCP, único partido pelo qual eu ainda tinha alguma consideração... Digam então a Os Verdes para continuarem a apelar ao desarmamento civil (https://twitter.com/heloisapolonia/status/994145686269693952) que é para, quando a Democracia for "suspensa" (devido a uma qualquer série de ataques terroristas de origem duvidosa) não poderem as pessoas defender-se do regime fascista que se instalar.

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colocado por Fernando Negro às 18:16

Caiu a máscara a Richard Stallman

18.09.19

IGNUcius.jpg

Pessoalmente, nada disto me surpreende...
Pois, tal como disse "de passagem" numa colocação anterior que fiz, há já um bom tempo que, no seguimento de correspondência privada que troquei com esta importante figura, me apercebi da verdadeira natureza da mesma (i.e. que se trata esta, quase certamente, de mais um agente do próprio sistema) - dadas as respostas que poderão ser descritas como "muito estranhas", que eu recebia em retorno (e que, a serem sinceras, se costumam associar apenas a pessoas desprovidas de inteligência - coisa que Stallman, notoriamente, possui em grande quantidade).
Sendo também que, as recentes revelações de afirmações chocantes por esta figura feitas apenas confirmam, para mim, a avaliação pessoal que fiz - pois, sabem as pessoas melhor informadas que existe uma clara agenda, por parte das elites governantes, de sexualização das crianças.
Mas, para que as coisas se tornem mais claras para quem seja mais ingénuo, acrescento duas notas prévias de interesse.

  1. O MIT é uma universidade privada e elitista, que recebe dinheiro do poder estabelecido dos EUA. Maioritariamente (a) do Grande Capital - no qual se inclui até o "arqui-inimigo" do Software Livre, Bill Gates - e também (b) do Departamento de Defesa (ou, melhor dizendo, da "máquina de guerra") estadunidense. Sendo que, no caso deste último, serve o MIT de conhecido laboratório para o desenvolvimento de projectos da DARPA. E, que pessoa supostamente ética é que aceita trabalhar para um laboratório financiado pela DARPA e ajuda também a desenvolver Inteligência Artificial para este mesmo poder estabelecido, que (sabem as pessoas bem informadas) irá ser maioritariamente usada para projectos de vigilância? (Para além de apelar esta mesma pessoa ao voto em candidatos do Partido Democrata, também responsável por operar a máquina de guerra estadunidense.)

  2. Falando de vigilância e não só... Reparem em quem são as principais entidades que usam Software Livre: Facebook; Google; Amazon; vários departamentos do governo estadunidense (parcerias com a Red Hat); a esmagadora maioria da Internet, em si (servidores HTTP Apache e Nginx); quase todos os supercomputadores que existem (por norma, detidos por governos); até a própria Microsoft... O maior utilizador de Software Livre é o próprio poder estabelecido! E, sabido isto, acham que foi (a) pura coincidência que tenha surgido um movimento destes que produz um tipo de software que tanto agrada a esse mesmo poder estabelecido (que terá tido a imensa sorte de, por mero acaso, ter surgido tal tipo de software), ou acham antes que, (b) como pessoas muito inteligentes que são as que conduzem esta sociedade (também conhecidas por planearem tudo com décadas de antecedência), anteviram estas as grandes vantagens que poderia ter este tipo de software e foram estas mesmas que criaram o movimento do Software Livre (tal como tantos outros conhecidos que já foram por si criados)? Já repararam que existe até uma "licença MIT"? E, que o sistema operativo BSD (cuja mascote é um demónio) é assumidamente uma criação da Universidade da Califórnia em Berkeley, que é sobejamente conhecida por ser mais um centro de lavagem ao cérebro do poder estabelecido estadunidense?

Ora, feita a chamada de atenção para os dois pontos anteriores... Acham então que foi pura coincidência que o movimento do Software Livre e o sistema operativo GNU tenham sido criados quando Richard Stallman trabalhava para o MIT?

Mas, uma nota pessoal e importante...
Eu continuo a ser (e serei sempre) um "entusiasta" do Software Livre. Pois, independentemente de tudo, considero que é este um movimento que, por boas razões várias, deve muito ser cultivado.
Sendo que, as razões pelas quais penso que é do interesse do poder estabelecido usar também este tipo de software, são as suas consequentes (1) maior qualidade (por ter sempre muito mais pessoas envolvidas no seu desenvolvimento) e também (2) maior "agilidade", ou capacidade evolutiva (providenciada pelo facto de, por ser o seu código-fonte aberto, ser este tipo de software muito mais facilmente "reparável").
E, tal como todas as tecnologias inventadas pelo Império Romano ou até mesmo pelos nazis - que muito beneficiaram a Humanidade - uma coisa é uma tecnologia específica, em si, e outra coisa é quem a criou (e porquê). E, a tecnologia, em si, muito poucas vezes pode ser considerada má. Pois, maus são, por norma, apenas alguns dos usos que lhe podem ser dados.
Vejam o exemplo da fissão nuclear. Surgiu para que os EUA pudessem bombardear o Japão, tendo com isso morto dezenas de milhares de pessoas - e é hoje em dia usada para providenciar energia para muitas localidades, incluindo para hospitais, onde se salvam vidas.

 

Renowned MIT Scientist Defends Epstein: Victims Were ‘Entirely Willing’

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Por isto faz o Ocidente da Amazónia uma questão internacional

23.08.19

(A voz que se ouve no vídeo acima colocado é a do Dr. Enéas Carneiro. E, podem saber mais sobre como o Ocidente está de olho nas riquezas minerais do Brasil, através das ONG ocidentais ditas ecologistas, aqui.)

 

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colocado por Fernando Negro às 12:55

Poderá Richard Stallman ser um novo Karl Marx?

03.01.19

stallman.png

Esta é uma dúvida, mesmo muito pertinente, que em mim surgiu, depois de ter eu constatado que a fórmula de falsos movimentos sociais (que visam controlar os insatisfeitos ou levar as pessoas a lutar por objectivos que acabam por favorecer o próprio sistema) também se aplica ao domínio ou mundo digital - tal como vejo ocorrer no meu próprio país...
Sendo, no entanto, uma dúvida que não deixa de ser tal, por muito que reflicta eu sobre o assunto em causa - pois, apesar do que a seguir exponho, o Software Livre é (independentemente de quaisquer possíveis dúvidas sobre a sua origem) um movimento que (em muito) deve ser apoiado e deve crescer, se é software que queremos continuar a utilizar, como muito boa criação da Humanidade que foi (independentemente dos seus presentes usos nefastos).
E, o que me faz ter tal dúvida (que exponho no título desta colocação) é, para além do que considero ser um comportamento típico de um "lavado ao cérebro" (de tentar, de qualquer modo, arranjar maus argumentos que contrariem algo que atenta contra o que em que se acredita, em vez de simplesmente julgar novos factos com que se depara de modo racional e despreconceituoso, deixando possíveis novas conclusões que daí advenham irem dar aonde forem dar - vulgo "pensamento livre", que deveria ser a norma em qualquer ser humano que se preze) muito pouco condicente com alguém que é muito inteligente e que muito lida com lógica, com que me deparei de cada vez que escrevi a Stallman a avisá-lo de factos políticos que invalidam algumas das crenças expostas no seu sítio pessoal na Internet, o seguinte...

 

  1. Richard Stallman é originário do MIT - uma instituição privada e elitista, que faz claramente parte do poder estabelecido, no que toca a moldar e a controlar quem nela ingressa e, acima de tudo, uma instituição que é de onde muito do desenvolvimento informático e tecnológico (que depois é usado para servir interesses do sistema) é originário de. Isto é, uma instituição que serve para a pesquisa e o desenvolvimento de projectos tecnológicos do próprio poder estabelecido - tendo Richard Stallman chegado longe dentro desta instituição (onde, certamente, por norma - mas, não exclusivamente - é a quem estiver feito com certos interesses que tal é mais permitido ocorrer) e feito parte de um destes projectos (de criação de Inteligência Artificial, em termos genéricos, que é hoje usada, em termos muito específicos, com propósitos de vigilância).
  2. A Free Software Foundation - e, acima de tudo, o (inadvertido) subproduto pelo movimento do Software Livre criado, a Linux Foundation - é financiada por várias grandes corporações - e, no caso da Linux Foundation, a última é até financiada por multinacionais (Microsoft incluída!) claramente pertencentes a este mesmo poder estabelecido ocidental e não só (as quais depois combinam os resultados deste movimento do Software Livre com software proprietário - algum do qual é também notoriamente usado com propósitos de vigilância, como é o caso do conhecido sistema operativo Android) - sendo que o uso de Software Livre é até promovido por algumas destas multinacionais.
  3. Richard Stallman já foi até convidado para participar na Web Summit (uma cimeira claramente organizada pelo próprio poder estabelecido).
  4. Richard Stallman é apoiante do Partido Democrata e do Partido Verde, nos EUA - tudo instituições imensamente controladas (ou até criadas) por interesses nefastos (e até com finalidades ocultas, no caso do Partido Verde) - sendo, com isto, um apoiante de causas antiprogressistas (ainda que travestidas de rótulos contrários) tal como pode ser constatado no seu sítio pessoal na Internet.
  5. Richard Stallman tem uma nota no final da página inicial do seu sítio na Internet relativa a uma fotografia onde aparece a "tocar música para a borboleta" (um animal genericamente usado como símbolo de controlo mental).
  6. Richard Stallman (e este é que é o aspecto que considero verdadeiramente suspeito em - e que me deixa "de perna atrás" com - o mesmo) é um "anti-religioso militante". Isto é, mais do que ser meramente ateu[?], faz uma discreta campanha contra o Cristianismo, no seu país e não só (ver a fotografia que acompanha esta colocação). E, porquê a necessidade de atacar as crenças pessoais dos outros, no decorrer da sua actividade pública? Se é até o Cristianismo a razão pela qual o Ocidente é muito mais civilizado do que o restante Mundo? Para além de que a Religião nada tem a ver com a sua missão de espalhar a ideologia do Software Livre?
  7. Elaborando mais sobre o ponto 2 desta lista... O interesse que poderia ter o próprio sistema no desenvolvimento do Software Livre está até à vista de todos, na quantidade de equipamentos e respectivos firmwares que compramos, hoje em dia - nos quais vem assinalada, na documentação que os acompanha, a presença de componentes de licença "GNU GPL". Ou seja, o Software Livre tem sido um óptimo acrescento que o próprio sistema tem usado, no desenvolvimento dos seus próprios programas de código-fonte fechado. E, se tão útil é este Software Livre para (e tão grande interesse tem notoriamente) o próprio sistema (em utilizar tais produtos)... Não é de suspeitar que tivesse o próprio poder estabelecido tido todo o interesse em criar mais este grande movimento do Software Livre (entre tantos outros que já criou)?

 

Como digo, esta é apenas uma dúvida, ou possível suspeita, que tenho (e que continua a não deixar de o ser) - mas, que achei que era de interesse partilhar com os demais...
Quem não entenda a referência que faço a Karl Marx, pode perceber a mesma lendo <esta> minha anterior colocação.
E, atenção que, mesmo que tal suspeita minha possa corresponder à verdade... Da mesma maneira que o facto de Karl Marx ou Mikhail Bakunin terem inventado duas formas de Socialismo não invalida o Socialismo, em si, nada disto invalida o movimento do Software Livre, em si - que, como disse e repito, é um movimento que muito deve ser cultivado entre quem produz e entre quem usa software, pelas razões que tanto são referidas pelos seus adeptos.

[Acrescentado a 09/01/2019: Tal como denuncio nos comentários posteriores que fiz a esta colocação, o facto de ter eu entretanto constatado que Richard Stallman afinal só saiu efectivamente do MIT em 1998, tendo continuado até ao referido ano a trabalhar para o seu laboratório de Inteligência Artificial, financiado pela DARPA, acabou por promover uma mera possibilidade que levantava eu nesta colocação a uma agora forte suspeita que tenho, quanto aos reais propósitos do movimento informático por esta conhecida figura criado...]

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O número 11 como assinatura codificada

03.01.19

ParcGuellOkupas.jpg

Quem tenha lido algumas das colocações neste blogue, sobre a forte presença do número 11 na escolha de importantes datas, já deverá ter concordado que, de facto, há aqui algo que pode, no mínimo, ser considerado mesmo muito suspeito.
Mas, quantos de vós é que já repararam na presença do mesmo, sob a forma de letra?
"Ku Klux Klan", movimento "okupa"...
Se considerarmos cada letra do alfabeto como equivalente a um número, temos A=1, B=2, C=3 etc e... K=11.
Ora, não é claramente o nome escolhido para o grupo "KKK" o resultado da vontade de alguém de que as três iniciais do nome de tal grupo fossem a letra K?
Afinal de contas, "Ku" não quer dizer nada, "Klux" também não e "Klan" não se escreve com K.
A óbvia explicação para isto, está no facto de que quem fundou este grupo foi um conhecido maçom de 33º grau, chamado Albert Pike - conhecido até por ter reformulado alguns dos rituais da (muito presente, na sociedade ocidental) Maçonaria.
Devendo também esta ser a razão pela qual a letra K aparece 3 vezes e a razão pela qual o grupo por este maçom formado tem como símbolo um muito discreto 6 (adoptado também pela multinacional britânica Vodafone) - que, quando repetido também 3 vezes, resulta num número satânico.
O objectivo da criação de tal grupo ou movimento?
Também óbvio: criar divisões raciais nos EUA, no seguimento da máxima "dividir para reinar".
Ora, tornando-se mesmo muito suspeito (ou óbvio) que a presença da letra K em movimento sociais não esteja lá por acaso e que seja uma assinatura oculta...
O que pensar então do movimento "okupa" no nosso país vizinho?
Qualquer pessoa que tenha tido contacto com este movimento, saberá que se distingue o mesmo dos reais movimentos sociais pela sua inconsequência política, promoção de um estilo de vida alternativo (em detrimento de um real e forte activismo social - o que, no que toca a movimentos anarquistas, é conhecido por "lifestyle anarchism" em países anglo-saxónicos) e pela promoção de estéticas e formas de "arte" normalmente feias e degradantes (sugiro a visita a um destes "centros sociais okupados" para o constatar ou, em alternativa, podem procurar por fotografias dos mesmos na Internet) sempre associadas ao consumo de drogas - sejam estas leves ou duras (álcool incluído).
Ora, sabendo isto, não será de suspeitar que também que este movimento "okupa" tenha sido uma criação do próprio poder estabelecido, para desviar as poucas energias que restem (após o consumo das referidas drogas, isto é) por parte dos seus adeptos para formas de "luta" (quando puderem estas sequer ser consideradas como tal) ineficazes e inconsequentes, no seguimento do mesmo princípio sobre o qual elaborava eu <aqui> e também <aqui>?
(Comparem, por exemplo, a quantidade e acima de tudo a qualidade do material - de natureza política e não só - produzido por uma redacção de um qualquer jornal, ou de um qualquer departamento de um serviço secreto, com a quantidade e a qualidade do material produzido pelo mesmo número de integrantes de um qualquer destes centros sociais "okupados"...)

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Obviamente, tratar-se-á de mais um "movimento colorido"

01.12.18

coletes_amarelos.jpg

 

Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado

(Estando eu a enviar esta mensagem a quem vive ou tem vivido em cidades que estão a ser afectadas por este movimento...)

Venho só informar-vos de que,

O a que estamos a assistir com este movimento dos "coletes amarelos", obviamente que (para qualquer pessoa bem informada) nada mais é do que a aplicação da velha fórmula das "revoluções coloridas" (https://pt.wikipedia.org/wiki/Revoluções_coloridas) que tem sido usada para derrubar governos democraticamente eleitos que não alinham com certos interesses ocidentais (https://www.theguardian.com/world/2004/nov/26/ukraine.usa).

Pois, o que se passa agora no Ocidente é que - tal como tem denunciado o agente dos serviços secretos russos, Daniel Estulin, na sua conta no Twitter e denuncia também este no seu último livro que já foi publicado em Portugal (https://www.wook.pt/livro/nos-bastidores-de-trump-da-russia-e-do-mundo-daniel-estulin/21876488) - a eleição do Donald Trump e o Brexit são duas manifestações de uma divisão que ocorreu entre as elites ocidentais, com uma facção que quer implementar um novo modelo económico que sirva de substituto ao que já entrou em Colapso (formada pela velha oligarquia europeia e outros, na qual se incluiu a monarquia britânica) e outra facção que continua a insistir neste modelo económico sem futuro - que é a facção que ainda controla a União Europeia e a grande maioria dos média de massas (incluindo as redes sociais) e que é formada essencialmente por uma grande parte dos chamados banqueiros internacionais.

Ora, o Macron antes de ser Presidente de França trabalhava para a família Rothschild. E, a família Rothschild é uma conhecida família de "sócios" da família real britânica (ex: http://kontrainfo.com/capitulo-5-la-casa-rothschild-sionismo-financiero-estado-israel/). E, como tal, o Macron tem sido repetidamente denunciado pelo autor Daniel Estulin como um agente britânico, tal como foi o Napoleão III (https://twitter.com/search?q=macron napoleon from:EstulinDaniel).

Tendo então estalado uma guerra interna entre as elites ocidentais, entre quem está do lado dos britânicos e outros interesses que se tornaram nacionalistas e quem está do lado dos liberais-financeiros, que insistem na União Europeia, obviamente que não é do interesse do sector liberal-financeiro ter um presidente como o Macron a comandar os destinos de um tão grande e importante país como França. E, tendo este sector liberal o controlo das redes sociais (o Facebook e afins são empresas de fachada da CIA - https://blackfernando.blogs.sapo.pt/ja-aderiram-ao-facebook-49568 - ainda sob o controlo de tal sector)... Não é preciso puxar muito pelos neurónios para perceber o que se passa agora nas ruas de França.

Tudo o que é oriundo de "redes sociais" é sinónimo de movimento controlado. Pois, primeiro que tudo, são estas redes imensamente populadas pelo fenómeno dos "trolls", que são (tal como tem sido repetidamente denunciado também na imprensa portuguesa: https://zap.aeiou.pt/sporting-meio-milhao-blogs-contas-falsas-209537 + http://videos.sapo.pt/osVD6KZEr9jc8zwnbAKm) pessoas que são pagas pelo poder estabelecido para emitir certo tipo de críticas, pontos-de-vista e propaganda nestas redes. E, segundo, qualquer pessoa que seja verdadeiramente "anti-sistema" e use este tipo de redes controladas para difundir mensagens que não interessam a esse mesmo sistema, é por norma censurada e alvo de golpes baixos, que visam impedir a difusão de tais mensagens (tal como tem acontecido ao autor Daniel Estulin, a inúmeros apoiantes do Donald Trump nos EUA e até a mim próprio, quando denunciava coisas mais incómodas - razão pela qual já não uso mais as minhas contas na Google/YouTube/Blogger ou no Twitter: https://www.rt.com/usa/441075-facebook-twitter-banned-accounts/).

E, por isso, venho avisar-vos...

Razões legítimas que possam haver para certos protestos (que normalmente há - e é exactamente por se usarem as mesmas é que este tipo de "movimentos coloridos" têm tido o sucesso que têm tido: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/que-se-fa-a-constituicao-38423?thread=72983#t72983) à parte, desconfiem de tudo o que lêem nas ditas redes sociais para o qual não sejam apresentadas provas. E, tenham consciência de que estas redes são imensamente usadas, através de perfis falsos, para tentar manipular as pessoas e espalhar desinformação.

E, se não querem estar possivelmente a ser constantemente manipulados por estes ou aqueles interesses que desconhecem, se alguma vez se quiserem envolver em actividades políticas, informem-se primeiro sobre quem são e o que fazem os actores deste teatro, para que não sejam enganados pelos mesmos - podendo vós, para isso, começar por recorrer às melhores fontes de informação que existem, para as quais eu tenho chamado a atenção no meu blogue (ex: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/934827651533099009 + https://www.globalresearch.ca/cia-backed-color-revolutions/5611641 + https://blackfernando.blogs.sapo.pt/o-celebre-maio-de-68-explicado-em-muito-78960).

 

*

 

Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado - adendo

No fundo, trata-se este movimento de um do mesmo tipo do que ocorreu em Portugal, nos anos 90 junto à Ponte 25 de Abril, para derrubar o que a imprensa controlada chamava de "Cavaquistão".

O Cavaco Silva é um de dois ou três Presidentes da República que tivemos que não estava sob o controlo dos grandes interesses económicos - e a prová-lo está (para além do facto de ainda hoje ser ele imensamente denegrido por esta mesma imprensa controlada) o facto de ter sido Cavaco Silva quem nomeou a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, responsável pela prisão de várias altas figuras da corrupta sociedade que temos - e que o actual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, obviamente tratou de correr do seu cargo.

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Conheçam a maior anedota de organização de suposta luta pelos direitos civis (na Internet) que recentemente surgiu em Portugal

08.11.18

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Eu acho que nem vale a pena elaborar muito sobre isto... Pois, a seguinte cadeia de comentários é, por si só, bastante elucidativa.

 

A EDRi e a EFF são financiadas pelo próprio poder estabelecido

 

Mas, sobre o último comentário que lá foi deixado, antes de (muito convenientemente) ter sido o tópico encerrado - não me sendo, deste modo, permitido o exercício do direito de resposta - fica então aqui a resposta que não pude lá deixar, à direcção desta organização.

 

1) "narrativas em que não nos revemos e com ligações para sites pouco recomendáveis"

Tudo avaliações subjectivas e não argumentadas, que não justificam a perda do direito à Liberdade de Expressão. E, se fosse eu um membro da vossa organização? Corriam comigo por causa disso?

2) "boa dose de auto-promoção", "está aqui (...) porque este fórum lhe dá pódio e holofote para os seus ensaios e para os (muitos) links para o seu blog"

A razão pela qual incluía eu hiperligações para o meu blogue é a mesma pela qual incluía hiperligações para outros sítios - para providenciar provas e argumentos que sustentem o que eu digo. Que interesse tenho eu numa suposta "autopromoção"? Não ganho dinheiro nenhum com isto, só perco tempo a escrever estas coisas e quase ninguém conhece a minha identidade.

3) "tom arrogante e condescendente para com quem se atrevia a encetar diálogo [comigo]"

Mentira. Podem ler as mensagens que foram trocadas entre mim e quem respondia ao que eu colocava (as que não tiveram já sido escondidas, isto é). Sempre tratei os outros da mesma maneira que gostava de ser tratado. Então, eu é que iniciava o debate e depois ia estar a responder mal a quem me respondesse? Sendo eu uma pessoa que tem por hábito fazer muitas perguntas e contestar o que lhe é dito, ia eu estar a reagir mal para com quem fizesse o mesmo relativamente ao que eu escrevo?


4) "apesar disso, optámos por não actuar"

Eh, lá! Obrigado pela vossa imensa benevolência. Têm vocês todo o direito de censurar quem escreve coisas de que vocês não gostam. (Cuidado, membros da organização que façam o mesmo que eu fiz!)

5) "acresce que o utilizador em causa tem uma posição declarada de que não irá fazer qualquer contributo para a associação ou os seus objetivos"

Mentira. Em várias das colocações que fiz, fazia avisos e alertas sobre este tema dos direitos no ciberespaço e chamadas de atenção para o que eu considero serem erros estratégicos na suposta luta desta organização. E, a razão pela qual o fazia, é porque também eu estou interessado no sucesso desta luta genérica - ainda que não faça eu parte desta organização específica.

6) "liberdade para espalhar as suas opiniões e auto-promoção nos fóruns que entender, mas não neste"

Ora aí está. Admitem que no vosso fórum não existe Liberdade de Expressão. E, se deixo eu alguma hiperligação para uma colocação no meu próprio blogue (para encurtar os textos, deixando que cada um decida o quão se quer aprofundar no assunto - e para não ter de estar a repetir-me) sou logo acusado de estar a fazer "autopromoção".

7) "este fórum é um espaço para se discutir livremente as questões dos direitos digitais com total liberdade de opiniões"

Hilariante e enorme Mentira! Vocês próprios admitem (e nesse mesmo texto) que censuram opiniões e denúncias das quais simplesmente não gostam.

8) "um espaço que queremos (...) que sirva para real discussão construtiva"

E, onde é que enveredei eu pela crítica destrutiva? Se apontava eu coisas que considerava estarem vocês a fazer mal, fazia-o acompanhado de dicas do que considerava eu ser uma alternativa melhor.

9) "com elementos que não querem saber da D3"

Uma vez mais, se fazia eu colocações neste fórum, era para tentar ajudar na luta pelos "direitos digitais" (ou civis, na Internet).

10) "comentários tóxicos"

Não publiquei nada de indecente ou ilegal neste fórum. Apenas coisas de que a direcção não gostou - e às quais outros membros da organização até acharam por bem responder.

 

Em suma, façam como faz a D3.
Mandem cartas aos políticos do sistema (que são boas pessoas e são bem-intencionados).
E, se não responderem tais políticos de forma satisfatória, virem-se para as supostas alternativas mais mediáticas, como o Bloco de Esquerda - pois, o Trotsky era muito boa pessoa e também os seus modernos seguidores o são.
(Sendo de grandes adeptos das novas tecnologias que se tratam os dirigentes desta organização, ficamos então à espera das "selfies" tiradas nos gabinetes dos políticos que forem tais membros mais visitar, enquanto a Internet pela qual supostamente lutam se transforma em "Censornet", com os dirigentes desta organização a darem o exemplo de como se faz tal coisa.)
E, já agora, tópicos sobre como possivelmente desactivar, de modo legal, o novo sistema de vigilância "eCall", não só não têm nada a ver com "direitos digitais", como indubitavelmente não são do interesse dos participantes do fórum desta organização e, por isso, têm de ser censurados.
Também, cadeias de comentários onde apareça alguém a alertar para o perigo de mexer nas nossas contas bancárias através dos novos "spyphones" são também tópicos que podem ser escondidos do ocasional visitante deste fórum.
Adiram já à D3!

[Acrescentado a 09/11/2018: Tendo eu recebido, entretanto (horas depois de ter feito esta colocação) uma reposta da parte da direcção desta falsa organização de luta pelos direitos civis, a confirmar a minha dúvida sobre se o facto do moderador em causa ter censurado este tópico no fórum reflectia as políticas de orientação gerais da própria direcção (resposta a uma carta que tinha eu escrito horas antes de ter sido feita a última colocação, por parte da direcção, no tópico para o qual chamo a atenção) e tendo tal resposta (em nome da direcção) sido feita pelo mesmo "Rui Cruz" que posso ver, pelas fotografias neste fórum, ser um conhecido elemento associado à versão portuguesa da WikiLeaks... Que cada um (que esteja bem informado) tire então a sua própria conclusão sobre a natureza, pelo menos parcial, desta organização "D3"... Já agora, o autor Daniel Estulin concordou comigo, em mensagem privada no Twitter, que a dita "TugaLeaks" é certamente, tal como a original WikiLeaks, uma versão portuguesa do mesmo tipo de operação.]

[Acrescentado a 10/11/2018: E, para cúmulo do que era já uma grande anedota, numa clara demonstração de que isto se trata de Censura pura e dura - e também demonstrando o medo que esta gente tem da informação que eu lá deixei... O seguinte é o aviso que mais vejo agora que foi adicionado às colocações da minha autoria que não foram (ainda?) escondidas. E, quem quiser ver como eram as colocações originais, com as hiperligações para as fontes do que eu afirmava, pode descarregá-las <aqui>.]

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Este livro é que devia ser (e muito) vendido na "Festa do Avante!"

20.09.18

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[Em vez do tão publicitado livro de um activista luso-angolano, que é obviamente uma tentativa da parte da editora - de fachada do Bloco de Esquerda? - "Tinta da China" de ajudar a derrubar o governo angolano, por estar este agora aliado com o chinês.]

 

Foi escrito há já 24 anos. Sendo que, se havia pouca gente que, na altura, dominasse bem a língua inglesa no nosso país, hoje em dia já todos os elementos das novas gerações têm a obrigação de o fazer. Mas, como foi escrito por um cristão e capitalista - e, como se de um culto se tratasse, devem os militantes do PCP, só por isso, recusar- -se a ler tal livro - hão-de ficar eternamente os adeptos da ideologia comunista no nosso país ignorantes sobre o que realmente se passou...

As seguintes citações são tiradas deste livro de G. Edward Griffin, The Creature from Jekyll Island - e foram "copiadas-coladas" desta página (da qual também aproveito para copiar título e imagens).

 

 

Who financed Lenin and Trotsky?



Page 123:

The top Communist leaders have never been as hostile to their counterparts in the West, as the rhetoric suggests. They are quite friendly to the world's leading financiers and have worked closely with them, when it suits their purposes. As we shall see in the following section, the Bolshevik revolution actually was financed by wealthy financiers in London and New York. Lenin and Trotsky were on the closest of terms with these moneyed interests both before and after the Revolution. Those hidden liaisons have continued to this day and occasionally pop to the surface, when we discover a David Rockefeller holding confidential meetings with a Mikhail Gorbachev in the absence of government sponsorship or diplomatic purpose.

Pages 263-267:

Chapter 13 - MASQUERADE IN MOSCOW

One of the greatest myths of contemporary history is that the Bolshevik Revolution in Russia was a popular uprising of the downtrodden masses against the hated ruling class of the Tsars. As we shall see, however, the planning, the leadership and especially the financing came entirely from outside Russia, mostly from financiers in Germany, Britain and the United States. Furthermore we shall see, that the Rothschild Formula played a major role in shaping these events.

This amazing story begins with the war between Russia and Japan in 1904. Jacob Schiff, who was head of the New York investment firm Kuhn, Loeb and Company, had raised the capital for large war loans to Japan. It was due to this funding that the Japanese were able to launch a stunning attack against the Russians at Port Arthur and the following year to virtually decimate the Russian fleet. In 1905 the Mikado awarded Jacob Schiff a medal, the Second Order of the Treasure of Japan, in recognition of his important role in that campaign.

 

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Jacob Schiff was head of the New York
investment firm Kuhn, Loeb and Co. He
was one of the principal backers of the
Bolshevik revolution and personally
financed Trotsky's trip from New York
to Russia. He was a major contributor
to Woodrow Wilson's presidential
campaign and an advocate for passage
of the Federal Reserve Act. (p. 210)

 

 

During the two years of hostilities thousands of Russian soldiers and sailors were taken as prisoners. Sources outside of Russia, which were hostile to the Tsarist regime, paid for the printing of Marxist propaganda and had it delivered to the prison camps. Russian-speaking revolutionaries were trained in New York and sent to distribute the pamphlets among the prisoners and to indoctrinate them into rebellion against their own government. When the war was ended, these officers and enlisted men returned home to become virtual seeds of treason against the Tsar. They were to play a major role a few years later in creating mutiny among the military during the Communist takeover of Russia.

TROTSKY WAS A MULTIPLE AGENT

One of the best known Russian revolutionaries at that time was Leon Trotsky. In January of 1916 Trotsky was expelled from France and came to the United States. It has been claimed that his expenses were paid by Jacob Schiff. There is no documentation to substantiate that claim, but the circumstantial evidence does point to a wealthy donor in New York. He remained for several months, while writing for a Russian socialist paper, the Novy Mir (New World) and giving revolutionary speeches at mass meetings in New York City. According to Trotsky himself, on many occasions a chauffeured limousine was placed at his service by a wealthy friend, identified as Dr. M. In his book, My Life, Trotsky wrote:

 

The doctor's wife took my wife and the boys out driving and was very kind to them. But she was a mere mortal, whereas the chauffeur was a magician, a titan, a superman! With the wave of his hand he made the machine obey his slightest command. To sit beside him was the supreme delight. When they went into a tea room, the boys would anxiously demand of their mother, "Why doesn't the chauffeur come in?" (Leon Trotsky: My Life, New York publisher: Scribner's, 1930, p. 277)

 

It must have been a curious sight to see the family of the great socialist radical, defender of the working class, enemy of capitalism, enjoying the pleasures of tea rooms and chauffeurs, the very symbols of capitalist luxury.

On March 23, 1917 a mass meeting was held at Carnegie Hall to celebrate the abdication of Nicolas II, which meant the overthrow of Tsarist rule in Russia. Thousands of socialists, Marxists, nihilists and anarchists attended to cheer the event. The following day there was published on page two of the New York Times a telegram from Jacob Schiff, which had been read to this audience. He expressed regrets, that he could not attend and then described the successful Russian revolution as "...what we had hoped and striven for these long years". ('Mayor Calls Pacifists Traitors', The New York Times, March 24, 1917, p. 2)

In the February 3, 1949 issue of the New York Journal-American Schiff's grandson, John, was quoted by columnist Cholly Knickerbocker as saying that his grandfather had given about $20 million for the triumph of Communism in Russia. (To appraise Schiff's motives for supporting the Bolsheviks, we must remember, that he was a Jew and that Russian Jews had been persecuted under the Tsarist regime. Consequently the Jewish community in America was inclined to support any movement, which sought to topple the Russian government and the Bolsheviks were excellent candidates for the task. As we shall see further along, however, there were also strong financial incentives for Wall Street firms, such as Kuhn, Loeb and Company, of which Schiff was a senior partner, to see the old regime fall into the hands of revolutionaries, who would agree to grant lucrative business concessions in the future in return for financial support today.)

When Trotsky returned to Petrograd in May of 1917 to organize the Bolshevik phase of the Russian Revolution, he carried $10,000 for travel expenses, a generously ample fund considering the value of the dollar at that time. Trotsky was arrested by Canadian and British naval personnel, when the ship, on which he was traveling, the S.S. Kristianiafjord, put in at Halifax. The money in his possession is now a matter of official record. The source of that money has been the focus of much speculation, but the evidence strongly suggests, that its origin was the German government. It was a sound investment.

Trotsky was not arrested on a whim. He was recognized as a threat to the best interests of England, Canada's mother country in the British Commonwealth. Russia was an ally of England in the First World War, which then was raging in Europe. Anything, that would weaken Russia - and that certainly included internal revolution - would be, in effect, to strengthen Germany and weaken England. In New York on the night before his departure Trotsky had given a speech, in which he said: "I am going back to Russia to overthrow the provisional government and stop the war with Germany." (A full report on this meeting had been submitted to the U.S. Military Intelligence. See Senate Document No. 62, 66th Congress, Report and Hearings of the Subcommittee on the Judiciary, United States Senate, 1919, Vol. II, p. 2680.) Trotsky therefore represented a real threat to England's war effort. He was arrested as a German agent and taken as a prisoner of war.

With this in mind we can appreciate the great strength of those mysterious forces both in England and the United States, that intervened on Trotsky's behalf. Immediately telegrams began to come into Halifax from such divergent sources, as an obscure attorney in New York City, from the Canadian Deputy Postmaster-General and even from a high-ranking British military officer, all inquiring into Trotsky's situation and urging his immediate release. The head of the British Secret Service in America at the time was Sir William Wiseman, who, as fate would have it, occupied the apartment directly above the apartment of Edward Mandell House and who had become fast friends with him. House advised Wiseman, that President Wilson wished to have Trotsky released. Wiseman advised his government and the British Admiralty issued orders on April 21st, that Trotsky was to be sent on his way. ('Why Did We Let Trotsky Go? How Canada Lost an Opportunity to Shorten the War', MacLean's magazine, Canada, June 1919. Also see Martin, pp. 163-164.) It was a fateful decision, that would affect not only the outcome of the war, but the future of the entire world.

It would be a mistake to conclude, that Jacob Schiff and Germany were the only players in this drama. Trotsky could not have gone even as far as Halifax without having been granted an American passport and this was accomplished by the personal intervention of President Wilson. Professor Antony Sutton says:

 

President Woodrow Wilson was the fairy godmother, who provided Trotsky with a passport to return to Russia to "carry forward" the revolution... At the same time careful State Department bureaucrats, concerned about such revolutionaries entering Russia, were unilaterally attempting to tighten up passport procedures. (Antony C. Sutton, Ph. D.: Wall Street and the Bolshevik Revolution, published by Arlington House in New Rochelle, NY, 1974, p. 25)

 

And there were others, as well. In 1911 the St. Louis Dispatch published a cartoon by a Bolshevik named Robert Minor. Minor was later to be arrested in Tsarist Russia for revolutionary activities and in fact was himself bankrolled by famous Wall Street financiers. Since we may safely assume, that he knew his topic well, his cartoon is of great historical importance. It portrays Karl Marx with a book entitled Socialism under his arm, standing amid a cheering crowd on Wall Street. Gathered around and greeting him with enthusiastic handshakes are characters in silk hats identified as John D. Rockefeller, J.P. Morgan, John D. Ryan of National City Bank, Morgan partner George W. Perkins and Teddy Roosevelt, leader of the Progressive Party.

 

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This cartoon by Robert Minor appeared in the St. Louis Post-Dispatch in 1911. It shows Karl Marx surrounded by enthusiastic Wall Street financiers: Morgan partner George Perkins, J.P. Morgan, John Ryan of National City Bank, John D. Rockefeller and Andrew Carnegie. Immediately behind Marx is Teddy Roosevelt, leader of the Progressive Party. (p. 211)

 

 

What emerges from this sampling of events is a clear pattern of strong support for Bolshevism coming from the highest financial and political power centers in the United States; from men, who supposedly were "capitalists" and who according to conventional wisdom should have been the mortal enemies of socialism and communism.

Nor was this phenomenon confined to the United States. Trotsky in his book My Life tells of a British financier, who in 1907 gave him a "large loan" to be repaid after the overthrow of the Tsar. Arsene de Goulevitch, who witnessed the Bolshevik Revolution firsthand, has identified both the name of the financier and the amount of the loan. "In private interviews", he said, "I have been told that over 21 million rubles were spent by Lord [Alfred] Milner in financing the Russian Revolution... The financier just mentioned was by no means alone among the British to support the Russian revolution with large financial donations." Another name specifically mentioned by de Goulevitch was that of Sir George Buchanan, the British Ambassador to Russia at the time. (See Arsene de Goulevitch: Czarism and Revolution, published by Omni Publications in Hawthorne, California, no date; rpt. from 1962 French edition, pp. 224, 230)

It was one thing for Americans to undermine Tsarist Russia and thus indirectly help Germany in the war, because American were not then into it, but for British citizens to do so was tantamount to treason. To understand, what higher loyalty compelled these men to betray their battlefield ally and to sacrifice the blood of their own countrymen, we must take a look at the unique organization, to which they belonged.

Pages 274-277:

ROUND TABLE AGENTS IN RUSSIA

In Russia prior to and during the revolution there were many local observers, tourists and newsmen, who reported, that British and American agents were everywhere, particularly in Petrograd, providing money for insurrection. One report said, for example, that British agents were seen handing out 25-rouble notes to the men at the Pavlovski regiment just a few hours, before it mutinied against its officers and sided with the revolution. The subsequent publication of various memoirs and documents made it clear, that this funding was provided by Milner and channeled through Sir George Buchanan, who was the British Ambassador to Russia at the time. (See de Goulevitch, p. 230) It was a repeat of the ploy, that had worked so well for the cabal many times in the past. Round Table members were once again working both sides of the conflict to weaken and topple a target government. Tsar Nicholas had every reason to believe, that since the British were Russia's allies in the war against Germany, British officials would be the last persons on Earth to conspire against him. Yet the British Ambassador himself represented the hidden group, which was financing the regime's downfall.

The Round Table Agents from America did not have the advantage of using the diplomatic service as cover and therefore had to be considerably more ingenious. They came not as diplomats or even as interested businessmen, but disguised as Red Cross officials on a humanitarian mission. The group consisted almost entirely of financiers, lawyers and accountants from New York banks and investment houses. They simply had overpowered the American Red Cross organization with large contributions and in effect purchased a franchise to operate in its name. Professor Sutton tells us:

 

The 1910 [Red Cross] fund-raising campaign for $2 million, for example, was successful only, because it was supported by these wealthy residents of New York City. J.P. Morgan himself contributed $100,000... Henry P. Davison [a Morgan partner] was chairman of the 1910 New York Fund-Raising Committee and later became chairman of the War Council of the American Red Cross... The Red Cross was unable to cope with the demands of World War I, and in effect was taken over by these New York bankers. (Sutton: Revolution, p. 72)

 

For the duration of the war the Red Cross had been made nominally a part of the armed forces and subject to orders from the proper military authorities. It was not clear, who these authorities were and in fact there were never any orders, but the arrangement made it possible for the participants to receive military commissions and wear the uniform of American army officers. The entire expense of the Red Cross Mission in Russia, including the purchase of uniforms, was paid for by the man, who was appointed by President Wilson to become its head, "Colonel" William Boyce Thompson.

Thompson was a classical specimen of the Round Table network. Having begun his career as a speculator in copper mines, he soon moved into the world of high finance. He:

 

  • refinanced the American Woolen Company and the Tobacco Products Company;
  • launched the Cuban Cane Sugar Company;
  • purchased controlling interest in the Pierce Arrow Motor Car Company;
  • organized the Submarine Boat Corporation and the Wright-Martin Aeroplane Company;
  • became a director of the Chicago Rock Island & Pacific Railway, the Magma Arizona Railroad and the Metropolitan Life Insurance Company;
  • was one of the heaviest stockholders in the Chase National Bank;
  • was the agent for J.P. Morgan's British securities operation;
  • became the first full-time director of the Federal Reserve Bank of New York, the most important bank in the Federal Reserve System;
  • and of course contributed a quarter-million dollars to the Red Cross.

 

When Thompson arrived in Russia, he made it clear, that he was not your typical Red Cross representative. According to Hermann Hagedorn, Thompson's biographer:

 

He deliberately created the kind of setting, which would be expected of an American magnate: established himself in a suite in the Hotel de l'Europe, bought a French limousine, went dutifully to receptions and teas and evinced an interest in objects of art. Society and the diplomats, noting that here was a man of parts and power, began to flock about him. He was entertained at the embassies, at the houses of Kerensky's ministers. It was discovered, that he was a collector and those with antiques to sell fluttered around him offering him miniatures, Dresden china, tapestries, even a palace or two. (Hermann Hagedorn: The Magnate: William Boyce Thompson and His Time, published by Reynal & Hitchcock, New York, 1935, pp. 192-93)

 

When Thompson attended the opera, he was given the imperial box. People on the street called him the American Tsar. And it is not surprising, that according to George Kennan, "He was viewed by the Kerensky authorities as the 'real' ambassador of the United States." (George F. Kennan: Russia Leaves the War: Soviet-American Relations, 1917-1920 published by Princeton University Press in Princeton, NJ, 1956, p. 60)

It is now a matter of record, that Thompson syndicated the purchase on Wall Street of Russian bonds in the amount of ten million roubles. (Hagedorn, p. 192) In addition, he gave over two million roubles to Aleksandr Kerensky for propaganda purposes inside Russia and with J.P. Morgan gave the rouble equivalent of one million dollars to the Bolsheviks for the spreading of revolutionary propaganda outside of Russia, particularly in Germany and Austria. (Sutton: Revolution, pp. 83, 91.) It was the agitation made possible by this funding, that led to the abortive German Spartacus Revolt of 1918. (See article 'W.B. Thompson, Red Cross Donor, Believes Party Misrepresented' in the Washington Post of Feb. 2, 1918) A photograph of the cablegram from Morgan to Thompson advising, that the money had been transferred to the National City Bank branch in Petrograd, is included in this book.

AN OBJECT LESSON IN SOUTH AFRICA

At first it may seem incongruous, that the Morgan group would provide funding for both Kerensky and Lenin. These men may have both been socialist revolutionaries, but they were miles apart in their plans for the future and in fact were bitter competitors for control of the new government. But the tactic of funding both sides in a political contest by then had been refined by members of the Round Table into a fine art. A stunning example of this occurred in South Africa during the outset of the Boer War in 1899.

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colocado por Fernando Negro às 00:47