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"Dividir para reinar"

23.10.19

[Mais um comentário que fiz, a propósito dos resultados eleitorais do "Livre" e do "Chega".]

 

O racismo sempre foi uma boa maneira de manter a plebe governada dividida e a lutar entre si, impedindo o progresso social.

E, o exemplo mais clássico de que esta é uma fórmula usada pelas elites governantes, é o do "Ku Klux Klan", nos EUA - cujas iniciais se podem traduzir pela sequência maçónica 11, 11, 11. (Já repararam também na data e hora do Armistício da Primeira Guerra Mundial?)

Um dos fundadores e líderes originais do KKK foi o general Albert Pike, muito conhecido maçom de 33º grau e conhecido até como o pai da Maçonaria no sul dos EUA.


Tendo o seu grupo sido ressuscitado nos anos 1950, obviamente para servir de antítese ao Movimento dos Direitos Civis dos negros nos EUA, para criar conflitos raciais.

"The reemergence of the KKK during the late 1950s and 1960s was again centered in the South, and now its purpose was to foment race war between blacks and whites. With the other side of the set-up, the civil rights movement, largely under the control of the various liberal (...) networks (...) the contrived race war scenario enjoyed significant success. Today that same terror capability is still in place, and still under the control of the same forces."
--- https://larouchepub.com/eiw/public/1978/eirv05n39-19781010/eirv05n39-19781010_050-the_rothschild_roots_of_the_ku_k.pdf

(Não sendo por acaso que várias pessoas, incluindo um muito conhecido radialista estadunidense, vão para as manifestações do KKK chamá-los de agentes do próprio sistema: https://www.youtube.com/watch?v =qEomUOe22ew)

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colocado por Fernando Negro às 15:23

O 11 de Março (1975) e o PREC explicados em muito poucas linhas

27.04.19

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[A fotografia que acima coloquei, foi tirada <daqui>. E, a seguinte é a minha opinião (ou melhor dizendo, quase certeza) pessoal, que recentemente partilhei (em correspondência privada) com alguém que se interessa, mais do que eu, sobre este assunto - e que estou presentemente a ajudar a contactar um dos envolvidos (que de nada disto, na altura, sabia - e se limitou a cumprir ordens).]

 

1) O 11 de Março teve o apoio do PS. (Lembro-me de tal ter sido dito na SIC, aquando dos 20 anos do golpe.) Ora, o PS era liderado pelo Mário Soares. E, [para além de ser este maçom] lembro-me bem do Mário Soares ter dito uma vez na televisão que tinha conspirado com o Carlucci [embaixador dos EUA e membro da CIA] durante o PREC.

2) O pretexto para (ou o que provocou) o golpe, que era a informação de que havia uma lista de pessoas a serem eliminadas - e que iria dar origem a uma "Matança da Páscoa" - veio a revelar-se ser falso. Ora, o usar *mentiras* para provocar reacções ou para criar pretextos para acções e golpes políticos é um modo típico de actuar dos serviços secretos ocidentais (tal como os "atentados de bandeira falsa").

3) A data "11 de Março" é quase certamente uma assinatura maçónica: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/dias-maconicos-de-ocorrencia-de-100083

Logo, juntando estes pontos, é para mim praticamente uma certeza de que houve mão da CIA por trás disto. (Pois, dos serviços secretos portugueses, que estariam em "remodelação" e nem deviam praticamente existir na altura, nem ter condições para tentar gerir o que se passava, é que não acredito que tenha havido mão. A União Soviética, soube há uns anos que não tinha interesse em que Portugal se tornasse comunista. E, quem mandava e manda no Ocidente, em termos de serviços secretos, são a CIA e o MI6.)

Para mim, o 11 de Março não foi mais do que uma tentativa falhada do 25 de Novembro. Uma maneira de tentar por o país "na ordem". Isto é, de tentar implementar uma democracia representativa a sério e acabar com a partidarização das Forças Armadas e uso das mesmas pelos comunistas, que tentavam impor as suas reformas, contra a vontade da maioria da população. (Democracia essa, que sabiam a CIA e afins que iriam facilmente controlar, através das farsas de partidos que foram formados que temos - PS, PSD e CDS - que recebem ordens dos bilderbergers e afins.)

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O golpe que nos permitiu entrar para a União Europeia e que deu início à actual degradação moral e cultural que grassa em Portugal

25.04.19

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Que ninguém interprete mal as minhas palavras...
O 25 de Abril era algo que, de qualquer modo, precisava de acontecer - pois, uma coisa é a instauração de uma Democracia e outra coisa é o uso particular que lhe dá um qualquer povo.
É até com muito orgulho que tenho oficiais militares na minha família que participaram neste golpe e também com muito orgulho que tive o privilégio de ser afilhado de um oficial, em particular, que é o que realmente admiro de todos os que conheci, que (por ser de alta patente) fez parte de um orgão de governo temporário.
Oficial último este que, de cada vez que fazia visitas a minha casa, expressava a sua revolta pela corrupção e pela falta de nível e integridade políticas de que tinha conhecimento, não só pelos mesmos meios de informação que toda a restante população, mas também através de contactos de "alto nível" que tinha, derivado dos tempos em que era governante temporário - sendo alguns destes pessoas com quem trocava palavras quando fazia visitas à Assembleia da República, já em plena Democracia.
E oficial este, que me dói saber que morreu desgostoso com o estado em que estava o País pelo qual muito lutou - chegando ao ponto de se considerar um "exilado", dentro do seu próprio país, presumivelmente por não se considerar parte da restante população que o rodeava.
Mas, boas intenções à parte - e não negando o valor da Democracia, em si - o que se passa, também infelizmente, é que a História oficial que nos contam nas escolas costuma ser um mero "conto de fadas", muito simplificado, que omite sempre pormenores mesmo muito importantes, que permitem fazer uma leitura diferente (e mais complexa) dos acontecimentos...

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colocado por Fernando Negro às 09:48

O número 11 como assinatura codificada

03.01.19

ParcGuellOkupas.jpg

Quem tenha lido algumas das colocações neste blogue, sobre a forte presença do número 11 na escolha de importantes datas, já deverá ter concordado que, de facto, há aqui algo que pode, no mínimo, ser considerado mesmo muito suspeito.
Mas, quantos de vós é que já repararam na presença do mesmo, sob a forma de letra?
"Ku Klux Klan", movimento "okupa"...
Se considerarmos cada letra do alfabeto como equivalente a um número, temos A=1, B=2, C=3 etc e... K=11.
Ora, não é claramente o nome escolhido para o grupo "KKK" o resultado da vontade de alguém de que as três iniciais do nome de tal grupo fossem a letra K?
Afinal de contas, "Ku" não quer dizer nada, "Klux" também não e "Klan" não se escreve com K.
A óbvia explicação para isto, está no facto de que quem fundou este grupo foi um conhecido maçom de 33º grau, chamado Albert Pike - conhecido até por ter reformulado alguns dos rituais da (muito presente, na sociedade ocidental) Maçonaria.
Devendo também esta ser a razão pela qual a letra K aparece 3 vezes e a razão pela qual o grupo por este maçom formado tem como símbolo um muito discreto 6 (adoptado também pela multinacional britânica Vodafone) - que, quando repetido também 3 vezes, resulta num número satânico.
O objectivo da criação de tal grupo ou movimento?
Também óbvio: criar divisões raciais nos EUA, no seguimento da máxima "dividir para reinar".
Ora, tornando-se mesmo muito suspeito (ou óbvio) que a presença da letra K em movimento sociais não esteja lá por acaso e que seja uma assinatura oculta...
O que pensar então do movimento "okupa" no nosso país vizinho?
Qualquer pessoa que tenha tido contacto com este movimento, saberá que se distingue o mesmo dos reais movimentos sociais pela sua inconsequência política, promoção de um estilo de vida alternativo (em detrimento de um real e forte activismo social - o que, no que toca a movimentos anarquistas, é conhecido por "lifestyle anarchism" em países anglo-saxónicos) e pela promoção de estéticas e formas de "arte" normalmente feias e degradantes (sugiro a visita a um destes "centros sociais okupados" para o constatar ou, em alternativa, podem procurar por fotografias dos mesmos na Internet) sempre associadas ao consumo de drogas - sejam estas leves ou duras (álcool incluído).
Ora, sabendo isto, não será de suspeitar que também que este movimento "okupa" tenha sido uma criação do próprio poder estabelecido, para desviar as poucas energias que restem (após o consumo das referidas drogas, isto é) por parte dos seus adeptos para formas de "luta" (quando puderem estas sequer ser consideradas como tal) ineficazes e inconsequentes, no seguimento do mesmo princípio sobre o qual elaborava eu <aqui> e também <aqui>?
(Comparem, por exemplo, a quantidade e acima de tudo a qualidade do material - de natureza política e não só - produzido por uma redacção de um qualquer jornal, ou de um qualquer departamento de um serviço secreto, com a quantidade e a qualidade do material produzido pelo mesmo número de integrantes de um qualquer destes centros sociais "okupados"...)

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Sempre a mesma história (x2)

16.12.18

strasbourg.jpg

[Uma série de mensagens que enviei a quem me é próximo e está, ou tem estado, emigrado na Europa francófona, que tiveram início na noite de 11 para 12 deste mês. As referências aos números 11 e 7, explico-as <aqui>. E, reparem que o suspeito em causa tinha granadas em casa - que são algo que não se compra no supermercado e que indicia que não estava a agir de modo isolado.]

 

 

Assunto: Dia 11

https://www.rt.com/news/446209-strasbourg-shots-injured-christmas-market/

Se o suspeito não for capturado vivo (para não contar quem lhe deu as ordens) deverá quase certamente ter sido mais um atentado pertencente à mesma série para a qual eu tenho avisado.

Reparem que o suspeito convenientemente "escapou" de uma detenção por parte das autoridades, para depois ir cometer este atentado - https://www.rt.com/news/446221-strasbourg-shooting-suspect-terrorism/ - tendo conseguido passar pela suposta segurança do mercado, quando era um homem supostamente procurado.

Como eu disse, daqui para a frente, evitar grandes aglomerações de pessoas - especialmente nestes dias.

 

*

 

Assunto: Dia 11 - adendo

E, reparem na altura em que (no mesmo dia) ocorreu um típico tiroteio gratuito no Brasil...

Pouco tempo depois do novo [i.e. futuro, que ainda não tomou posse] Presidente, Jair Bolsonaro, ter dito que irá facilitar o acesso às armas de fogo, para que as pessoas se possam defender - e que os estadunidenses garantiram como direito, na 2ª Emenda à sua Constituição, para que possam as pessoas se defender do próprio governo, caso o último se torne tirânico.

Este tipo de tiroteios gratuitos, que não fazem qualquer sentido (e que costumam ocorrer no Ocidente, em especial nos EUA) muita gente suspeita que sejam também operações dos próprios governos, que visam demonizar a posse de armas pelo comum cidadão. (Ex: tiroteio ocorrido numa escola na Finlândia, no dia 7/11/07 - https://en.wikipedia.org/wiki/Jokela_school_shooting)

 

*

 

Assunto: Dia 11 - segundo adendo

Sobre o aparente facto deste atentado em Estrasburgo ter ocorrido com a conivência das autoridades, podem ver um vídeo [disponível no YouTube] relativo a outros três atentados terroristas anteriores: https://www.youtube.com/watch?v=WB-6VikW9kQ

(Nota: Eu não estou, com isto, a dizer que os meros polícias de rua e militares em causa possam estar envolvidos nisto. Apenas, o que suspeito é que não recebam estes as ordens e os avisos que seria suposto receberem - e que possam até receber ordens para não estar em certo sítio, em certo dia, ou para não agirem segundo procedimentos que seriam normais.)

 

*

 

Assunto: Dia 11 - adendo final

Não disse eu logo que o suspeito não iria ser capturado vivo?

É uma das regras deste tipo de atentados, na qual quem está atento aos mesmos já terá reparado: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/sempre-a-mesma-historia-113713

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Quando em Lisboa, podem sempre espreitar uma certa Biblioteca

12.11.18

[No seguimento da minha anterior colocação, venho chamar a atenção para a simbologia Illuminati presente numa Biblioteca-Museu pertencente à mesma Câmara Municipal de onde foi feita a tão conhecida Proclamação da República.]

 

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Parte da História de Portugal que ainda deverá estar por contar

12.11.18

[Não tendo eu um grande interesse por este assunto específico, em particular - e, por isso, não sendo minha intenção alguma vez estar a pesquisar sobre o mesmo - venho, em alternativa, tornar aqui pública uma mensagem que enviei a alguém que me é algo próximo e que sei que investiga este tipo de episódios nacionais, para o caso de haver mais alguém que, possivelmente, um dia queira pegar neste assunto...]

 

Assunto: O regicídio de 1908 deverá ter tido mão maçónica por trás

Já há uns anos que eu suspeito disto...

E, na muito boa entrevista a Webster Tarpley, para a qual aponta a hiperligação da minha mensagem anterior [equivalente, neste blogue, à minha anterior colocação] (ficheiro mp3: http://tarpley.net/audio/20140926-WGT_on_GB.mp3) este investigador explica que o assassinato do rei português se inseriu numa (clara) série de assassinatos políticos, naquela época, de líderes que não alinhavam com (os interesses de) o Império Britânico.

Ora, é sabido que:

(1) o regicídio teve mão da Carbonária por trás; e que

(2) a Carbonária tinha ligações à Maçonaria.

E, o que me leva a suspeitar da mão de interesses nefastos por trás do movimento republicano em Portugal, é porque a actuação dos líderes da I República não teve nada de "progressista" - muito pelo contrário. Passando pela participação na estúpida Primeira Guerra Mundial, pela dura repressão dos movimentos operários contra as péssimas condições de vida e pela perseguição à Igreja Católica.

E, o anticlericalismo é, para além de um dos princípios da Carbonária original, que tinha sido fundada em 1822, também uma das características da sociedade dos Illuminati, fundada em 1776, que é sabido controlar agora a Maçonaria.

Ora, juntando os pontos, tudo me leva a suspeitar de mão maçónica por trás deste assassinato político - e também do movimento republicano da época (que terão então sido instigados por a Casa de Bragança não estar sob o controlo do Império Britânico, ao contrário da Maçonaria e seus presumíveis fantoches republicanos - que nomeadamente trataram de enviar "carne para canhão" portuguesa para lutar por interesses britânicos na Primeira Guerra Mundial).

 

[Acrescentado, poucas horas depois: E como, tal como pode ser inferido do que eu disse, a pessoa a quem eu enviei esta mensagem está bem informada sobre este tipo de assuntos... Recebi, logo após tal pessoa ter lido a minha mensagem, a hiperligação para um artigo que fala sobre um livro, que eu desconhecia, intitulado Com permissão de Sua Majestade: Família real inglesa e Maçonaria na instauração da República em Portugal, da autoria de Jorge Morais, que fala exactamente sobre a mão maçónico-britânica por trás do movimento republicano da época, contribuindo ainda mais para a minha (agora muito mais forte) suspeita...]

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Como o ditador Estaline descarrilou os planos da NOM para a Rússia

24.08.18

estaline.jpg

[Um comentário que fiz ontem e hoje, em várias partes, no blogue da historiadora Raquel Varela, à sua última colocação "Trotsky poderia ter sido Stalin?". Quem se quiser informar sobre o que foi a "Nova Política Económica" de Lenine, pode começar pela boa página na Wikipedia sobre o assunto.]

 

Já muita gente bem informada sabe, hoje em dia, que Trotsky era um agente dos interesses capitalistas ocidentais, de Wall Street e afins – que, ao contrário do Estaline, não estavam interessados na implementação de um verdadeiro regime socialista (seja ele nacionalista ou internacionalista) na Rússia.

(Eu, que digo isto, não sou estalinista, ou sequer comunista… Sou apenas um “socialista libertário” que está bem informado, através de fontes fidedignas, sobre o que se passa nos bastidores políticos – e que não aprova as acções de nenhum dos intervenientes em causa.)

Todas as seguintes citações, em inglês, são tiradas de um livro – http://www .reformation.org/wall-st-bolshevik-ch2.html – escrito por um conhecido historiador e economista britânico – https://en.wikipedia.org/wiki/Antony_ C._Sutton – cujas obras são até recomendadas (como uma forma de se gabarem tais interesses do que fizeram) por um ex-Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA chamado Zbigniew Brzezinski.

1) Quem é que suportava os inexplicáveis altos custos de vida de Trotsky, quando este vivia em Nova Iorque?

«How did Trotsky, who knew only German and Russian, survive in capitalist America? According to his autobiography, My Life, “My only profession in New York was that of a revolutionary socialist.” In other words, Trotsky wrote occasional articles for Novy Mir, the New York Russian socialist journal. Yet we know that the Trotsky family apartment in New York had a refrigerator and a telephone, and, according to Trotsky, that the family occasionally traveled in a chauffeured limousine. This mode of living puzzled the two young Trotsky boys. When they went into a tearoom, the boys would anxiously demand of their mother, “Why doesn’t the chauffeur come in?”1 The stylish living standard is also at odds with Trotsky’s reported income. The only funds that Trotsky admits receiving in 1916 and 1917 are $310, and, said Trotsky, “I distributed the $310 among five emigrants who were returning to Russia.” Yet Trotsky had paid for a first-class cell in Spain, the Trotsky family had traveled across Europe to the United States, they had acquired an excellent apartment in New York — paying rent three months in advance — and they had use of a chauffeured limousine. All this on the earnings of an impoverished revolutionary for a few articles for the low-circulation Russian-language newspaper Nashe Slovo in Paris and Novy Mir in New York! Joseph Nedava estimates Trotsky’s 1917 income at $12.00 per week, “supplemented by some lecture fees.”2 Trotsky was in New York in 1917 for three months, from January to March, so that makes $144.00 in income from Novy Mir and, say, another $100.00 in lecture fees, for a total of $244.00. Of this $244.00 Trotsky was able to give away $310.00 to his friends, pay for the New York apartment, provide for his family — and find the $10,000 that was taken from him in April 1917 by Canadian authorities in Halifax. Trotsky claims that those who said he had other sources of income are “slanderers” spreading “stupid calumnies” and “lies,” but unless Trotsky was playing the horses at the Jamaica racetrack, it can’t be done. Obviously Trotsky had an unreported source of income.»

2) Sabe como é que o Trotsky conseguiu entrar na Rússia para fazer a Revolução Bolchevique? Com um passaporte americano! Que lhe foi dado por intervenção do presidente estadunidense Woodrow Wilson.

«This American passport was accompanied by a Russian entry permit and a British transit visa. Jennings C. Wise, in ‘Woodrow Wilson: Disciple of Revolution,’ makes the pertinent comment, “Historians must never forget that Woodrow Wilson, despite the efforts of the British police, made it possible for Leon Trotsky to enter Russia with an American passport.”»

3) Sabe quem é que interveio para que Trotsky fosse libertado, quando este foi detido pelas autoridades canadianas a caminho de fazer a Revolução na Rússia? O governo britânico.

«However, the next day, April 21, Gwatkin wrote Coulter: “Our friends the Russian socialists are to be released; and arrangements are being made for their passage to Europe.” The order to Makins for Trotsky’s release originated in the Admiralty, London. Coulter acknowledged the information, “which will please our New York correspondents immensely.”»

E, não é só relativamente ao Trotsky que há provas da existência de (muito importantes) ajudas dos capitalistas ocidentais. É a mesma história de que com o Lenine (leia o livro em causa: http://www.reformation.org/wall-st- bolshevik-rev.html). E, até o próprio Marx já foi denunciado numa televisão estatal russa, há poucos anos, como um agente da coroa britânica (https:// www.youtube.com/watch?v=8VbI-t-HUuA).

Existem muito boas explicações para tudo isto. E, isso é outra história, que demora muito tempo a explicar…

Mas, sobre o Estaline,

Obviamente que este e outros membros das cúpulas dirigentes terão, a dada altura, ficado a saber de como é que o Trotsky tinha conseguido entrar na Rússia. E, como tal, terão achado tal coisa suspeita e mandado elementos da polícia secreta investigar. E, tendo a polícia secreta certamente feito o seu trabalho, terão conseguido esta e o Estaline perceber de que realmente se tinha tratado então a Revolução Bolchevique.

O Estaline não matou “camaradas” dirigentes e revolucionários, um atrás de outro, porque queria o poder para ele. Estaline fê-lo certamente porque, a partir de dada altura, percebeu que uma grande parte destes eram na verdade agentes de interesses capitalistas estrangeiros (i.e. traidores) que não queriam nenhum real Socialismo na Rússia (certamente membros da Maçonaria e afins).

Leia o que tem a dizer sobre isto o actual coronel dos serviços secretos militares russos, Daniel Estulin: https://twitter.com/search?l=&q=trotsky %20from%3AEstulinDaniel

O que o Trotsky realmente queria, é o que querem os seus verdadeiros discípulos de hoje em dia, como o falso esquerdista Bloco de Esquerda. Usar o Socialismo como mera “cenoura” metafórica que se pendura em frente a um burro para o fazer andar, mas que nunca irá tal burro conseguir alcançar.

O Trotsky, como todos sabem, era suposto ser o sucessor do Lenine.

E, o que é que andou o Lenine a fazer até aos seus últimos dias de vida?

A implementar a “Nova Política Económica”, que adoptava princípios capitalistas – e que, de acordo com o próprio, era uma política “importante” e para ser implementada a “longo prazo”.

Com a interferência de Estaline, acabou-se com tal política e iniciou-se então uma sociedade verdadeiramente socialista – que viria a fazer da URSS a união socialista que conhecemos – tendo Estaline, com isto, provado que Lenine estava errado (ou estava a mentir) e que não havia necessidade alguma da NPE para fazer a Rússia atingir (rapidamente) o Socialismo.

É por isto é que é Estaline, ainda hoje, tão odiado e demonizado pelo Ocidente – com tudo o que são publicações ocidentais a exagerar imenso o número de pessoas que foram por ele mortas (https://twitter.com/search?q= solzhenitsyn%20from%3AEstulinDaniel + https://twitter.com/search?q= stalin%20from%3AEstulinDaniel).

(Repito, eu não sou estalinista, nem sequer comunista. Apenas conto as coisas como sei que elas verdadeiramente se passaram.)

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