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Para que serve a Polícia? (x2, versão curta e grossa)

13.06.18

Um comentário que deixei anteontem a uma colocação num blogue, a propósito das manifestações que têm ocorrido no Reino Unido, por causa da detenção de Tommy Robinson pela Polícia, por ter este conhecido activista simplesmente reportado sobre o veredicto de um julgamento de um caso de proxenetismo, violações, raptos e tráfico de crianças por parte de um grupo de muçulmanos.

 

"NWA was right". :)

Loved that particular tag (the same way I loved their well-known song, when I found out about it - after years of personally witnessing Police abuse and hypocrisy).

The Police *never* served the interests of the common citizen. Their real function is to protect the interests and impose the will of the ruling class. And, if they indeed imprison some criminals, that's because those criminals also represent a danger to that same ruling class. Since, the root cause of most criminal activity that affects the common citizen (drug dealing) is never really combated - but, actually protected by the Police (https://www.youtube .com/watch?v=UT5MY3C86bk + https://www.amazon.co.uk/Shadow-Masters-Governments-Intelligence-Terrorists/dp/0979988616/).

(If you're talking about sheriffs - who are elected officials - then that's a different story... But, when it comes to the regular police force, who obeys the State, that's always the case. Even if most police officers are not aware of such, and sometimes also protect some common citizens - when those common citizens are not opposing the ruling class, that is.)

 

Comentário esse, ao qual aproveito para acrescentar um vídeo de (apenas) parte do que mais faz a Polícia a este activista, ao ponto de afectar até a família do último. (Vejam o vídeo e possivelmente interroguem-se: Quem é que está a Polícia a proteger, no seguinte que é um claro caso de assédio?)

 

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A Fábrica de Nada

29.05.18



No decorrer de um inevitável processo de Colapso económico e desindustrialização (que está à beira de se tornar muito pior) e também já no início de uma era de transição para a mão-de-obra robótica em trabalhos fabris, parece este filme querer dar a dica (obviamente errada e tardia, que levará a um beco sem saída) de que, a maneira de se lidar com este inevitável Colapso industrial, é simplesmente entrar agora em autogestão nas várias fábricas, ignorando as actuais situação e evolução económicas, assim como a necessária adaptação à nova realidade tecnológica.
Como alguém que possui um passado anarquista, este filme provoca inevitavelmente em mim sentimentos mistos - pois, passando ao lado do seu modo de produção claramente não-anarquista e da altura em que este surge, tem também o próprio filme vários aspectos que considero negativos, maioritariamente associados à aplicação prática do conhecido (e notoriamente autodestrutivo) lema "Sexo, Drogas e Rock'n'Roll" (ou, neste caso, "Punk Rock").
Para além de que, parece esta obra criar uma atmosfera maioritariamente distópica e sombria.
E, o facto de ter sido este um filme que foi, muito estranhamente, premiado, bastante elogiado e até promovido internacionalmente pela imprensa controlada, leva-me logo a ficar "de perna atrás" com o mesmo e a suspeitar que possa este constituir uma tentativa de colar tais aspectos negativos à muito positiva experiência original, que o filme diz querer homenagear - ao mesmo tempo que, acima de tudo, seja este uma tentativa de promoção da subcultura decadente que retrata.
Também, logo a começar pela sua parcial origem duvidosa, num muito estranho e contraditório centro social que recebe dinheiro da Comissão Europeia (e onde se promovem conhecidos falsos movimentos controlados, a degradação cultural, a confusão sexual, uma sociedade pós-industrial, a abolição das fronteiras e se disseminam mentiras ecológicas, entre outros claros objectivos do poder estabelecido) inspira esta obra em mim tudo menos confiança e crença nas boas intenções de quem a criou.
No dia em que surga, em Portugal ou qualquer outro país do Mundo, um filme produzido de modo anarquista e que queira realmente promover o Anarquismo, retratando-o de modo essencialmente belo, funcional, verdadeiramente consciente, indubitavelmente sério e mesmo muito positivo, não associando esta ideologia e prática política a subculturas decadentes, poderei então eu encarar tal possível obra com outros olhos.
Até lá... É este filme, para mim, mais um que não tem valor e que assenta maioritariamente na negatividade e na crítica destrutiva e inconsequente, como tantos outros de natureza cínica que nos impinge a imprensa controlada - e também mais um que foi (quase certamente) feito com segundas intenções (que, infelizmente, quem aceitou nele participar e pensa estar a agir contra o "sistema" é incapaz de atingir - por não ter lido um muito importante livro).
Até o próprio nome do filme parece querer instilar a ideia inconsciente, entre quem o vê, de que o resultado final de quando se envereda por um modelo de autogestão é... "Nada".
(Vejam também este cartaz.)

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Para que serve a Polícia (neste país e não só)?

10.05.18

policias.jpg

Um comentário que acabei de deixar, a uma pouco inspirada demonstração de apreço pelo trabalho da Polícia, em Portugal, hoje feita num outro blogue aqui do SAPO.

 

Fernando Negro / 10.05.2018 - 22:25

Essencialmente,


Irás ser um agente de vigilância do Estado, ao serviço dos corruptos que o lideram e encarregue de manter esta podre ordem das coisas, e não irás combater a principal causa da criminalidade no país - o tráfico de droga, com o qual és conivente, deixando até os traficantes (repetidamente) assediar quem não quer consumir as drogas que mantêm uma boa parte da população subserviente.

(Que o consumo de drogas está na origem da maior parte da criminalidade, é do conhecimento geral. Mas, quem duvidar do que eu aqui digo, de que o tráfico de droga faz-se de maneira maioritariamente impune em Portugal, vá passar umas noites ao Bairro Alto, em Lisboa.)

http://blackfernando.blogs.sapo.pt/como-confiar-na-policia-neste-pais-136755
https://www.wook.pt/livro/os-senhores-da-sombra-daniel-estulin/10118671

 

[Editado a 12/05/2018: Comentário esse, que inesperadamente obteve uma resposta por parte da autora de tal blogue - a qual, muito surpreendentemente, revelou ser ela própria uma agente de polícia - tendo tal resposta dada origem a uma interessante troca de mais alguns comentários.]

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Assassinato de bandeira falsa?

19.03.18

marielle_franco.jpg

Assassinada uma vereadora brasileira que era uma forte crítica da actuação da Polícia Militar (PM) nas favelas do Rio de Janeiro. Reacção imediata da parte de quase todos? Suspeitar da PM como autora de tal assassinato. Mas, será a realidade assim tão simples?
Primeiro que tudo, analizemos o que teria a PM a ganhar com isto...
Calar uma voz dissidente? Imensa gente, no Rio de Janeiro, é crítica (e com razão) da actuação desta polícia - por ser a mesma notoriamente desrespeitadora dos direitos civis e humanos. O que ganharia então a PM em calar uma única voz crítica, quando milhares de outras continuarão activas e poderão tomar o lugar mediático e/ou político desta?
A reacção imediata de quase toda a gente (que não pára para pensar) perante um assassinato destes, é (obviamente) suspeitar imediatamente da PM como autora do mesmo. Ora, o que teria a PM a ganhar em manchar (ainda mais e muito) a sua imagem pública - e, em consequência de um acontecimento destes, ter possivelmente as pessoas a criticá-la de um modo ainda mais forte?
(A ser a PM a responsável por uma coisa destas, tal seria uma acção imensamente estúpida e claramente contraproducente da sua parte.)
Quem é que ganha, então, realmente com isto?
(Para quem souber o que se passa por trás de toda esta guerra ao tráfico de drogas no Brasil e não só, a resposta é óbvia...)
A serem levadas estas fortes críticas (que certamente muito aumentarão com este assassinato) às suas últimas consequências possíveis, no que isto se poderá traduzir, é num retirar das forças policiais e militares das favelas desta cidade.
E, quem é que (ultimamente, ou mais) ganhará com tal retirada?
As favelas do Rio de Janeiro (toda a gente sabe) são a fonte de droga desta enorme metrópole, onde vivem mais de 12 milhões de pessoas. E, o tráfico de drogas (saberão os melhor informados) é algo de imensamente importante para o poder económico estabelecido ocidental e não só (i.e. as multinacionais que controlam os nossos governos e seus serviços secretos - assim como os bancos que lavam o dinheiro de tal tráfico - que dependem até do lucro oriundo deste mesmo tráfico para se manterem em actividade).
Ora, se se acabar com o combate ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro, quem é que ultimamente beneficia com tal termo?
Reparem na intensidade e na rapidez com que a imprensa controlada portuguesa, não só cobriu este caso, como tratou logo de promover as manifestações organizadas em torno do mesmo: https://www.publico.pt/2018/03/15/mundo/noticia/vereadora-critica-da-policia-militar-assassinada-no-rio-de-janeiro-1806715
(E, quando lerem a anterior notícia, reparem também em como até o poder político português quis logo usar este mesmo caso para fazer pressão sobre as autoridades brasileiras...)

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IBM e o Holocausto

15.03.18

O seguinte trecho é apenas uma introdução ao tema da colaboração que houve entre a IBM e o regime nazi alemão. E, se quiserem uma palestra dada pelo autor que escreveu um livro inteiro sobre o assunto, têm por exemplo <esta>.
(Os primeiros 3 entrevistados que aparecem no trecho - que, logo por azar, são do pior que há - são simplesmente para ignorar...)



E, três importantes notas, que quero fazer sobre este tema...
Primeiro, para quem se ficar pelo anterior trecho, reparem que (tal como é mostrado por volta da marca dos 5m20s do mesmo) o contrato que é exibido pelo investigador deste tema, entre a IBM (de Nova Iorque) e o governo alemão, é de 1942. (Ora, os EUA declararam guerra à Alemanha no final de 1941. E, tal como diz o investigador que é entrevistado, as máquinas nunca foram vendidas, mas eram apenas emprestadas, e a IBM foi sempre a responsável pela manutenção das mesmas.)
Segundo, para quem se for informar mais sobre isto, reparem na simbologia usada nos cartazes que eram usados para promover estas "máquinas Hollerith".
Terceiro, para quem se interrogar sobre que interesse poderá este assunto ter para a actualidade, veja esta entrevista feita ao investigador em causa e também esta anterior colocação minha, onde denuncio eu que a Internet foi montada pelo governo estadunidense para espiar as pessoas.

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colocado por Fernando Negro às 00:10

Dunquerque e Segunda Guerra Mundial explicadas em 5 "tweets"

13.03.18



(Por ser este um filme que ainda não passou nos canais de cinema da TV por cabo, ainda não o vi. Mas, tendo sido realizado por Christopher Nolan, arrisco-me já a "pré-recomendá-lo" - por pensar que será, certamente, mais um bom filme deste realizador, que estou muito curioso em ver.)

Deixo então aqui, a propósito desta obra e da temática de uma colocação que fiz há poucos dias, uma pequena série de 5 tweets que fiz, em resposta a um outro da conta "Crimes of Britain" que se referia à famosa retirada de Dunquerque como um episódio cobarde, por parte dos britânicos.

(Já agora, o que é dito por vários historiadores, que Hitler "deixou" que os britânicos fugissem, é um mito. Pois, tal como melhor explica o historiador David Irving, o que aconteceu foi que, vendo os britânicos encurralados e não como um obstáculo, estavam os alemães mais preocupados em prosseguir com a Blitzkrieg na restante França e deixaram a luta com os britânicos para mais tarde. Pois, não esperavam os alemães que os britânicos fossem retirar, por pensarem que os britânicos estavam realmente interessados em combater os alemães naquela altura. Mas, o que já muita gente sabe, actualmente, é que não era essa a intenção, a médio prazo, dos britânicos... E, quem duvidar do que eu digo nos seguintes tweets, que espreite então o que é dito neste vídeo.)

https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861314311372902400
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861314994067177473
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861315833129312258
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861327915375636485
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861329486406615041

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colocado por Fernando Negro às 16:21

Negação

07.03.18



Neguei-me a ver mais do que os primeiros 5 minutos(?) deste filme...
Pois, com o autor em causa a ser logo retratado como uma pessoa sorrateira e inconveniente (que fala - e em tom agressivo - com quem não quer falar com ele) a distorção dos factos, logo no início do filme, foi tanta, que não fui capaz de assistir a mais.
Quem quiser ouvir o que tem este historiador a dizer sobre a confrontação que é retratada no início do filme, pode ver o seguinte vídeo.



O homem nem sequer nega o que a maior parte das pessoas se refere a como o Holocausto, ou que tenham sido pessoas mortas por gás.
Apenas, é um historiador sério e honesto que, para além de ter descoberto várias mentiras sobre e também muito importantes omissões em o que, ainda hoje, é a história oficial da Segunda Guerra Mundial, após 30 livros publicados sobre a mesma, descobriu uma grande mentira sobre o que é dito às pessoas que se passou no conhecido campo de concentração de Auschwitz.
Não se fiquem, por isso, por apenas alguns vídeos que podem encontrar no YouTube e vejam tantos quanto puderem. Pois, irão ficar a saber de muitos aspectos interessantes sobre o que realmente se passou nesta muito marcante guerra.
O sítio oficial deste (ultrademonizado pela imprensa controlada) muito bom historiador é <este>.

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Uma muito importante e interessante nota sobre a Internet, em si

05.03.18

(Mais um tweet meu que recebeu um "like" da melhor fonte que conheço no Twitter.)

 

internet.png

(Uma explicação sobre o que é o software P*OMIS <aqui>. Mas, MUITA ATENÇÃO: Não pesquisem seriamente sobre o que isto é!)

 

E, já agora, deixo aqui também uma palestra da autoria do jornalista na conta no Twitter do qual eu deixei tal comentário, seguida de uma sessão de perguntas e respostas.

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colocado por Fernando Negro às 18:41

Recomendação de leitura

06.12.17

viriato.jpg"Excelente estratega y líder carismático, Viriato ha pasado a la historia envuelto en los ropajes del mito. Sus continuas victorias sobre el poderoso ejército imperial romano terminaron con un acuerdo de paz, por el que el Senado reconocía su condición de «rey de los lusitanos». Sólo la traición de tres de sus colaboradores más cercanos conseguiría poner fin a la exitosa carrera política y militar del héroe, cuyas magníficas exequias fueron el preludio de múltiples leyendas inmortales. El historiador Mauricio Pastor nos ofrece en estas vibrantes páginas no sólo la biografía definitiva de uno de los grandes héroes de la historia de la península Ibérica, sino también el retrato de una época y un mundo convulso, así como las pruebas inequívocas de que el valor de unos pocos puede hacer tambalear hasta al más arrogante de los imperios."

--- Tirado da contracapa da versão mais recente (de 2017) do original em castelhano, de um livro que foi traduzido para português em 2013.

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colocado por Fernando Negro às 10:16