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A mais revoltante peça de distorção dos factos que alguma vez vi!

26.12.18

Jornal Público chama "assassínios em massa" a execuções de terroristas do Estado Islâmico.

 

As prisões da Síria estão a ser esvaziadas por assassínios em massa

 

Centenas de milhares de mortos, o país destruído e pessoas a passar fome em consequência de tudo isto... E querem que o dinheiro dos impostos das pessoas vá para alimentar os *terroristas* responsáveis por isto e por algumas das maiores barbáries dos tempos modernos?
Isto é o cúmulo da estupidez, na constante tentativa de distorcer os factos, para convencer os leitores de que é o regime de Assad o grande vilão.
Mas quem é que ainda lê um jornal tão revoltante, estúpido e nojento como este?!

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Mais uma prova de que os média de massas emitem notícias falsas

20.12.18

der_spiegel.jpg

 

Fraud ‘on grand scale’: Top journalist at reputable German magazine faked his stories for YEARS

[RT] 19 Dec, 2018

One of Germany’s most popular papers, Der Spiegel, has found itself at the center of a scandal involving one of its top reporters who was caught fabricating elements of his stories.

Claas Relotius, who worked at Der Spiegel as a freelancer for 6 years until receiving a staff position in 2017, seemed to be a paragon of modern journalism. The 33-year-old has received numerous prestigious journalism awards, both in Germany and abroad.

Just this December he was awarded a prize by the German reporter’s association for his story about the life of a child in Syria. In 2014, Relotius was warmly welcomed by CNN who named him ‘Journalist of the Year.’

However, his seemingly brilliant career has turned out to be a house of cards that is now falling apart, just as it had with Stephen Glass, a former staff writer at the New Republic who authored one of the most spectacular fabrication campaigns in the history of American journalism.

It was recently revealed that Relotius literally made up details in his stories and even “invented protagonists” – people he had never met in person.

One of his colleagues who was working with Relotius on a story about the situation on the US-Mexican border grew suspicious of some of the details in the journalist’s report. The man then tracked down two alleged sources Relotius quoted extensively in his text, only to find out that none of them ever actually met him.

The subsequent investigation by Der Spiegel into Relotius’ activities also uncovered that he fabricated details in another story including a claim that he had seen a sign in a US town that read: “Mexicans keep out.” When faced with the incriminating evidence, the journalist confessed to faking elements of his texts – not just in one story, but in a number of them.

So far, at least 14 stories out of almost 60 pieces the journalist wrote for Der Spiegel’s print and online editions turned out to contain fake details, the magazine said, adding that that figure might potentially be higher, and warning that other media outlets might also be affected.

Over the years, Relotius worked for about a dozen German news outlets, including the well-known Die Welt, Die Zeit and Financial Times Germany. Notably, the list of his stories that were proven to be at least partially fake included several pieces that had won journalism awards, including stories about Iraqi children kidnapped by Islamic State and prisoners in Guantanamo.

In a lengthy article which serves as both a clarification of the case and an apology, Der Spiegel said it was “shocked” by the discovery and offered an apology to its readers along with all those affected by Relotius’ articles. It also described the situation as "a low point in Der Spiegel's 70-year history."

Relotius, who resigned after the fraud came to light, told Der Spiegel that he regretted his actions and felt “deeply ashamed.” Meanwhile, the magazine’s management has set up a special investigative commission consisting of what it calls “experienced internal and external persons” to look through all of the journalist’s pieces and prepare recommendations to improve “safety mechanisms.”

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colocado por Fernando Negro às 12:05

Obviamente, tratar-se-á de mais um "movimento colorido"

01.12.18

coletes_amarelos.jpg

 

Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado

(Estando eu a enviar esta mensagem a quem vive ou tem vivido em cidades que estão a ser afectadas por este movimento...)

Venho só informar-vos de que,

O a que estamos a assistir com este movimento dos "coletes amarelos", obviamente que (para qualquer pessoa bem informada) nada mais é do que a aplicação da velha fórmula das "revoluções coloridas" (https://pt.wikipedia.org/wiki/Revoluções_coloridas) que tem sido usada para derrubar governos democraticamente eleitos que não alinham com certos interesses ocidentais (https://www.theguardian.com/world/2004/nov/26/ukraine.usa).

Pois, o que se passa agora no Ocidente é que - tal como tem denunciado o agente dos serviços secretos russos, Daniel Estulin, na sua conta no Twitter e denuncia também este no seu último livro que já foi publicado em Portugal (https://www.wook.pt/livro/nos-bastidores-de-trump-da-russia-e-do-mundo-daniel-estulin/21876488) - a eleição do Donald Trump e o Brexit são duas manifestações de uma divisão que ocorreu entre as elites ocidentais, com uma facção que quer implementar um novo modelo económico que sirva de substituto ao que já entrou em Colapso (formada pela velha oligarquia europeia e outros, na qual se incluiu a monarquia britânica) e outra facção que continua a insistir neste modelo económico sem futuro - que é a facção que ainda controla a União Europeia e a grande maioria dos média de massas (incluindo as redes sociais) e que é formada essencialmente por uma grande parte dos chamados banqueiros internacionais.

Ora, o Macron antes de ser Presidente de França trabalhava para a família Rothschild. E, a família Rothschild é uma conhecida família de "sócios" da família real britânica (ex: http://kontrainfo.com/capitulo-5-la-casa-rothschild-sionismo-financiero-estado-israel/). E, como tal, o Macron tem sido repetidamente denunciado pelo autor Daniel Estulin como um agente britânico, tal como foi o Napoleão III (https://twitter.com/search?q=macron napoleon from:EstulinDaniel).

Tendo então estalado uma guerra interna entre as elites ocidentais, entre quem está do lado dos britânicos e outros interesses que se tornaram nacionalistas e quem está do lado dos liberais-financeiros, que insistem na União Europeia, obviamente que não é do interesse do sector liberal-financeiro ter um presidente como o Macron a comandar os destinos de um tão grande e importante país como França. E, tendo este sector liberal o controlo das redes sociais (o Facebook e afins são empresas de fachada da CIA - https://blackfernando.blogs.sapo.pt/ja-aderiram-ao-facebook-49568 - ainda sob o controlo de tal sector)... Não é preciso puxar muito pelos neurónios para perceber o que se passa agora nas ruas de França.

Tudo o que é oriundo de "redes sociais" é sinónimo de movimento controlado. Pois, primeiro que tudo, são estas redes imensamente populadas pelo fenómeno dos "trolls", que são (tal como tem sido repetidamente denunciado também na imprensa portuguesa: https://zap.aeiou.pt/sporting-meio-milhao-blogs-contas-falsas-209537 + http://videos.sapo.pt/osVD6KZEr9jc8zwnbAKm) pessoas que são pagas pelo poder estabelecido para emitir certo tipo de críticas, pontos-de-vista e propaganda nestas redes. E, segundo, qualquer pessoa que seja verdadeiramente "anti-sistema" e use este tipo de redes controladas para difundir mensagens que não interessam a esse mesmo sistema, é por norma censurada e alvo de golpes baixos, que visam impedir a difusão de tais mensagens (tal como tem acontecido ao autor Daniel Estulin, a inúmeros apoiantes do Donald Trump nos EUA e até a mim próprio, quando denunciava coisas mais incómodas - razão pela qual já não uso mais as minhas contas na Google/YouTube/Blogger ou no Twitter: https://www.rt.com/usa/441075-facebook-twitter-banned-accounts/).

E, por isso, venho avisar-vos...

Razões legítimas que possam haver para certos protestos (que normalmente há - e é exactamente por se usarem as mesmas é que este tipo de "movimentos coloridos" têm tido o sucesso que têm tido: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/que-se-fa-a-constituicao-38423?thread=72983#t72983) à parte, desconfiem de tudo o que lêem nas ditas redes sociais para o qual não sejam apresentadas provas. E, tenham consciência de que estas redes são imensamente usadas, através de perfis falsos, para tentar manipular as pessoas e espalhar desinformação.

E, se não querem estar possivelmente a ser constantemente manipulados por estes ou aqueles interesses que desconhecem, se alguma vez se quiserem envolver em actividades políticas, informem-se primeiro sobre quem são e o que fazem os actores deste teatro, para que não sejam enganados pelos mesmos - podendo vós, para isso, começar por recorrer às melhores fontes de informação que existem, para as quais eu tenho chamado a atenção no meu blogue (ex: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/934827651533099009 + https://www.globalresearch.ca/cia-backed-color-revolutions/5611641 + https://blackfernando.blogs.sapo.pt/o-celebre-maio-de-68-explicado-em-muito-78960).

 

*

 

Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado - adendo

No fundo, trata-se este movimento de um do mesmo tipo do que ocorreu em Portugal, nos anos 90 junto à Ponte 25 de Abril, para derrubar o que a imprensa controlada chamava de "Cavaquistão".

O Cavaco Silva é um de dois ou três Presidentes da República que tivemos que não estava sob o controlo dos grandes interesses económicos - e a prová-lo está (para além do facto de ainda hoje ser ele imensamente denegrido por esta mesma imprensa controlada) o facto de ter sido Cavaco Silva quem nomeou a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, responsável pela prisão de várias altas figuras da corrupta sociedade que temos - e que o actual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, obviamente tratou de correr do seu cargo.

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Um dos inspiradores políticos de Bolsonaro, que nunca foi eleito - certamente, em boa parte, por na altura não haver ainda Internet

29.10.18

No seguinte vídeo de mera introdução a quem foi o Dr. Enéas Carneiro (para saberem das ideias e denúncias dele, podem ver muitos vídeos interessantes disponíveis no YouTube) faz, e muito bem, o jovem youtuber em causa (que apesar de pertencer a uma das novas gerações, não foi extensa ou bem-sucedidamente estupidificado) a seguinte observação:
"Eu imagino o que seria de Enéas, se ele tivesse acesso a falar com o Povo através da Internet..."



E, sobre esta observação, reparem bem no que aconteceu com Bolsonaro.
Apesar de ter direito a apenas segundos de tempo de antena na televisão e de ter acabado por não poder participar em debates televisivos, não deixou com isso de conseguir fazer uma campanha de sucesso. Pois, até para se dirigir a uma grande manifestação de apoio público que ocorreu na muito conhecida Avenida Paulista, em São Paulo, conseguiu este candidato fazer tudo a partir de sua casa, através de emissões de vídeo.
E, o que tornou isto possível?
A existência de algo chamado Internet - que, ao contrário de antigamente, permite aos cidadãos comuns e que não estejam sob o controlo dos grandes interesses económicos conseguir difundir directamente as suas mensagens, sem distorções feitas por estes mesmos interesses económicos que dominam o que até há poucos anos eram os média convencionais.
Permitindo esta mesma Internet que, não só possamos agora fazer isto, como até dispensar (em boa parte) o uso de tais média convencionais - ao ponto de poder denunciá-los (livremente) pelos mentirosos, distorcedores e muito omissores que estes verdadeiramente são - e também passar grande e simplesmente a ignorá-los, tornando-os muito irrelevantes.
(Sendo por estas e por outras é que - como eu tenho repetidamente dito - a Internet, tal como a conhecemos, tem certamente os seus dias contados - e se criam até mentiras ecológicas para se pôr termo a estes muito libertadores avanços tecnológicos, que ocorrem de forma descontrolada.)

Como eu digo, os vários vídeos que podem encontrar no YouTube sobre o Dr. Enéas Carneiro são bastante interessantes. E, para que saibam do quão bem informado ele estava, observem que ele era até um leitor da revista Executive Intelligence Review, do movimento LaRouche[1] [2].

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colocado por Fernando Negro às 07:52

A "estratégia" de Jair Bolsonaro para evitar os debates televisivos

27.10.18

Como creio que disse, numa das colocações que fiz no início deste blogue, não é minha intenção, depois de ter criado este meu sítio na Internet, estar a usá-lo com o propósito central de publicar desmentidos relativos ao que os média de massas dizem, quase todos os dias, que não é verdade...
(Pois, se o fizesse, teria de estar a perder horas inteiras, também quase todos os dias, que prefiro usar a pesquisar sobre e a denunciar coisas mais importantes, para quem já tomou a sábia decisão de quase não se dar ao trabalho de ouvir o que estes média controlados têm a dizer...)
Mas, como esta corrida presidencial brasileira me tem despertado muito interesse, lá tenho por vezes tomado a decisão de ver uma ou outra reportagem televisiva sobre o que se passa no Brasil, para ver que tipo de apoio popular é que têm estes dois candidatos - e, em especial, Bolsonaro.
E, não surpreendentemente, lá apanhei uma e outra mentira que é dita sobre Bolsonaro, que nem me quero dar ao trabalho de desmentir, para quem não tiver a inteligência para as topar.
Mas, ainda assim, uma houve e há que, de tão ridícula que é, não resisto a chamar a atenção para...
Ora, reparem bem em como os vários repórteres portugueses (nos quais se inclui a "estrela" do jornalismo-canalha, Judite "boca de operação plástica, com dificuldade em mover-se" de Sousa, que foi para o Brasil enviada pela TVI, como correspondente especial) dizem que o facto de Bolsonaro não ter participado em debates televisivos se deve a uma "estratégia" que foi por este adoptada...
(Quando, toda a gente que espreitar entrevistas a ele feitas, que podem ser vistas no YouTube, pode constatar que este candidato se distingue até claramente por aceitar participar muito mais em debates nos quais sabe previamente que irá ser "maltratado", por não ter medo de perguntas que possam ser difíceis de responder e que lhe possam colocar.)
Podemos então concluir, segundo a lógica absurdo-cómica dos média de massas portugueses, que o ataque de que foi alvo Bolsonaro se tratou então de um "atentado de bandeira falsa"?
(E, já agora, que o ar claramente doente com que ele é fotografado em algumas das visitas que lhe fazem a casa se trata então de uma cínica encenação?)

bolsonaro_17.png

[Editado ou acrescentado, duas horas depois da publicação original: Incrível! A pesquisar por mais vídeos no YouTube, encontrei a seguinte "pérola" da mencionada TVI. Oiçam Miguel "sisudo" Sousa Tavares a dizer que Bolsonaro está a fingir(!) que está doente, avaliação com a qual concorda o anfitrião do telejornal em causa: https://www.youtube.com/watch?v=vbQ0I8YIsFo#t=1m56s]

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colocado por Fernando Negro às 09:12

Haddad é um adepto da Escola de Francoforte, autor do "kit gay" e recorre à mentira contra Bolsonaro (revelando carácter desonesto)

25.10.18

No passado dia 18 de Outubro, claramente para tentar influenciar o voto na segunda volta das eleições presidenciais brasileiras, publicou o jornal Folha de São Paulo uma notícia de que há um grupo de empresários que estão a usar o seu dinheiro para publicar mensagens na Internet contra o Partido dos Trabalhadores.
notícia em causa só está acessível, na sua versão original, a assinantes deste jornal. Mas, <este> vídeo no YouTube possui uma filmagem da mesma, acompanhada de uma leitura electrónica.
Ora, nesta notícia, a única coisa que é denunciada é essa mesma rede de empresários e o seu modo de actuação. E, nada é dito ou denunciado sobre uma ligação de Bolsonaro a tais empresários. Sendo, por isso, verdade o que Bolsonaro diz, de que não é ele o responsável por esta campanha.
Mas, o que faz Haddad perante isto?
Ora, usa a mesma mentira (ou ilação imensamente abusiva - óbvia para toda a gente inteligente, na qual se inclui o próprio Haddad) que é publicada pelo jornal Folha de São Paulo na referida notícia, de que isto constitui uma doação ilegal à campanha de Bolsonaro, para tentar impedir Bolsonaro de se poder candidatar à segunda volta das eleições.



E, sobre o candidato Haddad (independentemente da mentira e da injustiça de que estejam a ser alvo Lula da Silva e Dilma Rousseff) impera fazer um esclarecimento - para além da demonstração de clara falta de carácter, que acabei de fazer...
Ao contrário do que se diz, Haddad não é Lula.
Pois, o PT é uma mistura de verdadeiros sociais-democratas com falsos sociais-democratas, estes últimos claramente ao serviço dos grandes interesses económicos ocidentais.
Eu não irei fazer uma longa análise do percurso político do PT, marcado por boas acções misturadas com más acções (nas quais se inclui o chamado "kit gay", da autoria de Fernando Haddad - que Dilma Rousseff ordenou que não fosse distribuído - para o qual Jair Bolsonaro tanto chamava a atenção, ao mesmo tempo que denunciava um livro que sexualizava as crianças) para demonstrar este ponto.



Irei, em vez disso, chamar apenas a atenção para uma das "raizes" ideológicas do que digo eu serem os falsos sociais-democratas presentes neste Partido dos Trabalhadores.
Tal como podem ler na seguinte notícia (e até se começarem a pesquisar sobre o mesmo) Haddad é um grande adepto da chamada Escola de Francoforte.

 

Fernando Haddad, um marxista adepto da Escola de Frankfurt

 

Escola de pensamento esta, que está por trás do (tão falado, pela verdadeira direita anglo-saxónica) fenómeno do "marxismo cultural", que visa denegrir a nossa sociedade e dela eliminar valores - e cujo instituto que a fundou, depois de ter sido inicialmente desapoiado por Estaline, foi durante as seguintes três décadas financiado por instituições do poder estabelecido ocidental, nas quais se inclui a Rockefeller Foundation.

 

The New Dark Age: The Frankfurt School and "Political Correctness"

 

(Marxismo cultural esse, que - cumprindo as verdadeiras intenções de Marx, Lenine e Trotsky - não tem como intenção criar uma sociedade socialista - mas antes, uma sociedade que misture ideais socialistas com capitalistas, que pode ser descrita como neofeudalista ou fascista - [1] [2] - onde não tenham os grandes interesses económicos de se preocupar com concorrência, ou sequer com rebeliões - por terem os seus adversários sido bem-sucedidamente denegridos a todos os níveis.)

Logo, torna-se óbvio quem é que é o candidato apoiado pelo Ocidente, nestas eleições brasileiras (i.e. quem é que é realmente apoiado pelos - verdadeiramente grandes - interesses económicos) e porque razão até a imprensa portuguesa alinha na demonização de Bolsonaro.

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É disto que eu falo, quando por vezes digo que temos de reparar na chamada "linguagem corporal" dos vários personagens políticos

22.08.18

Reparem na cara da entrevistada, que parece, mais do que uma vez, estar prestes a partir a rir-se, como quem está a gozar com (ou, neste caso, literalmente a contar uma grande mentira a) quem fala, ou a quem a sua mensagem se dirige. (A expressão facial em causa é ligeira, mas está lá...)

(Como em muitíssimas outras ocasiões, a imprensa controlada apenas mostra um lado da história. A mesma imprensa controlada que até instiga outros "artistas" a apoiarem esta banda. E, para quem não saiba de tal por não ler imprensa alternativa, esta banda usa até um símbolo que denuncia a sua verdadeira natureza.)

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Voltamos aos atentados de bandeira falsa em Itália

18.08.18

gladio.jpg

 

Far-Left Anarchist Extremists Take Credit For Bombing Italian Populist Party Office

 

A história é sempre a mesma...

  1. O motivo/alvo do ataque é algo de imensamente estúpido (como, pôr uma bomba numa igreja na véspera de Natal, ou neste caso pôr uma bomba numa sede de um partido político que, claramente, não é pior do que os outros - muito pelo contrário).
  2. E, quanto à autoria dos ataques, estes são sempre (a) ou reinvidicados por um qualquer grupo que ninguém (no meio anarquista) conhece (b) ou não são reinvidicados por ninguém, sendo alguns verdadeiros anarquistas acusados de e presos por isto (enquanto os média muito reportam tal coisa) e sendo posteriormente tais anarquistas ilibados disto (enquanto os média, convenientemente, mal reportam tal coisa).

E, reparem em como são os verdadeiros progressistas quem constitui o alvo deste atentado (muito a fazer lembrar o assassinato de Aldo Moro)...
Que sentido é que faria, para alguém que supostamente quer melhorar a sociedade, atacar logo os que querem também claramente fazê-lo, em vez de atacar os restantes?
A quem é que verdadeiramente interessa (ou, por outras palavras, quem é que realmente beneficia de) este atentado? (Lembrem-se de que o "Liga Norte" é indubitavelmente anti-sistema!)

Tenham sempre em mente o seguinte relatório, que eu parcialmente traduzi há uns bons anos, de cada vez que oiçam falar de atentados terroristas em Itália atribuídos a anarquistas.

 

Statewatch: "Anarchists to be targeted as 'terrorists' alongside Al Qaeda"

 

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colocado por Fernando Negro às 04:57

Dois melhores exemplos de como conseguem os média controlados alterar eficazmente a percepção de factos entre as novas gerações

28.06.18

(Três tweets que fiz no passado - em resposta a um outro de um conhecido autor - seguidos de um muito bom vídeo que hoje descobri no YouTube.)

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colocado por Fernando Negro às 17:16