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O Caso do Colar

14.11.18



Ainda sobre conspirações que ajudaram a derrubar monarquias...
Dada a quantidade de anos que já passaram desde a criação deste filme, já muitos o deverão ter visto. Mas, porque há pormenores aos quais, por vezes, as pessoas não dão a devida importância, venho só chamar a atenção para dois seguintes, desta obra (de Hollywood, que retrata com clara simpatia e de modo romântico - quase que, em jeito de ridícula homenagem - tais conspiradores, que recorriam aos mais baixos tipos de comportamento humano).
Reparem em como este caso serviu para espalhar o equivalente antigo a "notícias falsas" sobre a coroa francesa, para denegrir a última, já depois de ter esta apoiado a Revolução Americana contra o Império Britânico. E, talvez importante, reparem em como depois de ter feito a conspiradora-mor o que fez, escolheu como destino de exílio... Londres.

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Quando em Lisboa, podem sempre espreitar uma certa Biblioteca

12.11.18

[No seguimento da minha anterior colocação, venho chamar a atenção para a simbologia Illuminati presente numa Biblioteca-Museu pertencente à mesma Câmara Municipal de onde foi feita a tão conhecida Proclamação da República.]

 

museu_republica.png

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Parte da História de Portugal que ainda deverá estar por contar

12.11.18

[Não tendo eu um grande interesse por este assunto específico, em particular - e, por isso, não sendo minha intenção alguma vez estar a pesquisar sobre o mesmo - venho, em alternativa, tornar aqui pública uma mensagem que enviei a alguém que me é algo próximo e que sei que investiga este tipo de episódios nacionais, para o caso de haver mais alguém que, possivelmente, um dia queira pegar neste assunto...]

 

Assunto: O regicídio de 1908 deverá ter tido mão maçónica por trás

Já há uns anos que eu suspeito disto...

E, na muito boa entrevista a Webster Tarpley, para a qual aponta a hiperligação da minha mensagem anterior [equivalente, neste blogue, à minha anterior colocação] (ficheiro mp3: http://tarpley.net/audio/20140926-WGT_on_GB.mp3) este investigador explica que o assassinato do rei português se inseriu numa (clara) série de assassinatos políticos, naquela época, de líderes que não alinhavam com (os interesses de) o Império Britânico.

Ora, é sabido que:

(1) o regicídio teve mão da Carbonária por trás; e que

(2) a Carbonária tinha ligações à Maçonaria.

E, o que me leva a suspeitar da mão de interesses nefastos por trás do movimento republicano em Portugal, é porque a actuação dos líderes da I República não teve nada de "progressista" - muito pelo contrário. Passando pela participação na estúpida Primeira Guerra Mundial, pela dura repressão dos movimentos operários contra as péssimas condições de vida e pela perseguição à Igreja Católica.

E, o anticlericalismo é, para além de um dos princípios da Carbonária original, que tinha sido fundada em 1822, também uma das características da sociedade dos Illuminati, fundada em 1776, que é sabido controlar agora a Maçonaria.

Ora, juntando os pontos, tudo me leva a suspeitar de mão maçónica por trás deste assassinato político - e também do movimento republicano da época (que terão então sido instigados por a Casa de Bragança não estar sob o controlo do Império Britânico, ao contrário da Maçonaria e seus presumíveis fantoches republicanos - que nomeadamente trataram de enviar "carne para canhão" portuguesa para lutar por interesses britânicos na Primeira Guerra Mundial).

 

[Acrescentado, poucas horas depois: E como, tal como pode ser inferido do que eu disse, a pessoa a quem eu enviei esta mensagem está bem informada sobre este tipo de assuntos... Recebi, logo após tal pessoa ter lido a minha mensagem, a hiperligação para um artigo que fala sobre um livro, que eu desconhecia, intitulado Com permissão de Sua Majestade: Família real inglesa e Maçonaria na instauração da República em Portugal, da autoria de Jorge Morais, que fala exactamente sobre a mão maçónico-britânica por trás do movimento republicano da época, contribuindo ainda mais para a minha (agora muito mais forte) suspeita...]

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Isolada, mas não alienada (ao contrário de muitos na civilização)

05.08.18

O seguinte trecho que seleccionei no seguinte documentário - sobre a última sobrevivente da família Lykov - vem a propósito de um aviso recente que fiz, num blogue cristão que descobri, sobre o facto do "número da besta" ser já usado, presentemente, para "comprar ou vender" (Apocalipse 13:16-18) - tal como denunciava eu, há uns anos, <aqui>.

(Têm a confirmação da razão de ser de tal rejeição, a partir da marca dos 33m e 31s do documentário.)

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colocado por Fernando Negro às 16:30

O real objectivo da falsa esquerda (do Robles e amigos) que temos

03.08.18

martins_be.jpg

[Uma explicação por mim dada há dias, num blogue católico que descobri, que está muito atento à (e é crítica da) erosão e destruição que está a ser insidiosamente feita dos princípios católicos pelo próprio Vaticano (que, denuncia o Estulin, é feita pelos jesuítas, maçons e afins infiltrados neste).]

 

É mesmo de “baixo” que vem esta suposta esquerda…

(Provavelmente sem o saber totalmente, acertou o Basto mesmo “na muche”.)

A esquerda parlamentar que temos, na Europa e não só, é uma criação da sociedade secreta dos Illuminati – que se distingue das outras [entre outras coisas] por ser satânica.

Informem-se sobre que sociedade foi esta, não através dos livros fictícios e mirabolantes do Dan Brown, mas através de livros históricos, como este – http://www.sacred-texts.com/sro/pc/index .htm – que foi escrito no final do século XVIII, quando este sociedade secreta foi descoberta.

Se lerem esse livro, irão constatar que, os princípios defendidos pelos Illuminati eram os mesmos que, poucas décadas depois, foram regurgitados no conhecido “Manifesto Comunista”, escrito pelo capitalista Friedrich Engels e propagado pelo (denunciado há poucos anos, numa televisão estatal russa, como um agente da coroa britânica: https://www.youtube.com/watch?v =8VbI-t-HUuA) Karl Marx e seus descendentes familiares.

O objectivo da criação dos princípios socialistas nunca foi a verdadeira implementação dos mesmos. Mas, apenas que estes servissem de argumento retórico de oposição aos princípios capitalistas vigentes – para que, no uso da “Dialéctica Hegeliana”, da “Tese + Antítese = Síntese”, permitissem estes princípios socialistas a criação de uma nova sociedade, que não é nem socialista nem capitalista, mas neofeudalista (a fazer lembrar as sociedades fascistas, que combinavam elementos de ambos os lados do espectro político autoritário).

Exemplo 1: Os comunistas defendem a abolição da propriedade privada (Tese). Os capitalistas defendem a manutenção da mesma (Antítese). Resultante do debate parlamentar em torno do assunto, ambos os lados do debate (controlados pelos mesmos interesses) chegam a um meio-termo, em que a propriedade passa a ser, ao mesmo tempo, colectiva e privada, criando então um pretexto (supostamente legítimo, apoiado no princípio socialista) para impostos sobre a propriedade, porque esta supostamente também deve ser de todos (Síntese).

Exemplo 2: Os comunistas defendem a abolição do direito à herança… Seguindo o mesmo raciocínio, o objectivo é criar um pretexto para a criação de impostos sobre as heranças.

Impostos atrás de impostos. O regresso da maior prática medieval de opressão, em que as elites governantes se arrogam ao “direito” de cobrar imposto atrás de imposto ilegítimo. (Impostos esses, que na sociedade que temos, não ficam no Estado – e, não são subsequentemente usados pelos cidadãos – mas que, servem antes para pagar as dívidas fictícias e fraudulentas contraídas pelos nossos governos perante os banqueiros internacionais – e que, deste modo, vão parar aos bolsos dos interesses privados, que controlam os nossos governos.)

Mais informação e explicações sobre isto nas seguintes hiperligações:

https://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674
[https://blackfernando.blogs.sapo.pt/portugueses-votai-55860]

 

[À qual depois acrescentei que...]

 

O facto do dinheiro dos nossos impostos servir para pagar dívidas fraudulentas (https://www.youtube.com/watch?v=JobaR9LLcfA) é apenas um dos propósitos de tal colecta de impostos (https://blackfernando.blogs .sapo.pt/os-antigos-e-que-sabiam-bem-julgar-80727) – para além de que, não é isto que acontece a todo o dinheiro que serve para pagar a dívida externa, pois há muitos países (que fazem parte do FMI) que criam o seu próprio dinheiro, em vez de o pedir emprestado aos privados, como fazem os EUA.

Outro, talvez ainda mais importante, propósito da colecta de impostos, é financiar o “Estado Social” (de que o Bloco de Esquerda tanto gosta) que serve como um mecanismo de controlo da população (permitindo ao Estado gerir o dinheiro que deveria ser das próprias pessoas) e como uma maneira de lentamente destruir a sociedade que temos (ao dar dinheiro a quem não trabalha, para desincentivar o trabalho). E, podem ler mais sobre o que quero eu dizer com isto, aqui: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/atencao-aos-pseudo-esquerdistas-61558

 

[E também que...]

 

Para além de que, outra maneira através da qual o dinheiro de todos estes impostos vai parar ao bolso de privados, é quando (no meio de uma Economia que está claramente em Colapso desde 2008) os governos pegam no dinheiro deste “Estado Social”, com o pretexto de que querem rentabilizá-lo, e compram acções em certas companhias, pouco tempo depois essas acções desvalorizam imenso (https://ionline.sapo.pt/491541) e os privados que venderam tais acções vão-se embora todos contentes com o dinheiro dos contribuintes.

 

[Editado a 07/08/2018: E, obviamente que o último esquema que eu descrevi, através do qual o dinheiro cobrado nos impostos vai parar ao bolso de privados, é apenas um de vários que se sabe que existem - e em que isto pode ser claramente observado... (Sendo um outro tipo inteiro, o dos contratos feitos com condições e preços absurdos, que beneficiam imenso os contratados, quando o Estado contrata privados para serviços essenciais - como no caso das PPP ou mesmo do combate aos fogos, tal como denunciado numa reportagem da TVI para a qual eu chamei aqui a atenção.)]

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colocado por Fernando Negro às 11:53

"Morte"

02.06.18

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Um pormenor em que reparei melhor, depois de ter hoje arranjado tempo para ver, uma segunda vez, o filme A Fábrica de Nada, à procura de possíveis "assinaturas" e também de pormenores que me tivessem escapado.
(Reparem, sobretudo, em como o "A" da palavra foi convenientemente convertido em triângulo...)
O cartaz em causa faz-me lembrar (em muito) um outro, presente num outro filme onde também se fala português.
Sendo de um cartaz de promoção de um filme que se trata, suponho que tenha sido o colectivo de realizadores quem escolheu incluir o mesmo na cena.
Também, desta segunda vez, pude reparar que (muito discretamente, em letras muito pequenas) é mesmo no final do genérico dito que esta obra foi financiada pela "RTP" e pelo "Instituto do Cinema e Audiovisual" (ambas instituições sob a alçada do Ministério da Cultura).
A escolha do cartaz ainda posso admitir que se trate de mera coincidência... Mas, o referenciado "apoio financeiro" da parte do próprio Estado, tirou em mim quaisquer dúvidas que ainda pudesse eu ter quanto à verdadeira natureza deste filme.

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IBM e o Holocausto

15.03.18

O seguinte trecho é apenas uma introdução ao tema da colaboração que houve entre a IBM e o regime nazi alemão. E, se quiserem uma palestra dada pelo autor que escreveu um livro inteiro sobre o assunto, têm por exemplo <esta>.
(Os primeiros 3 entrevistados que aparecem no trecho - que, logo por azar, são do pior que há - são simplesmente para ignorar...)



E, três importantes notas, que quero fazer sobre este tema...
Primeiro, para quem se ficar pelo anterior trecho, reparem que (tal como é mostrado por volta da marca dos 5m20s do mesmo) o contrato que é exibido pelo investigador deste tema, entre a IBM (de Nova Iorque) e o governo alemão, é de 1942. (Ora, os EUA declararam guerra à Alemanha no final de 1941. E, tal como diz o investigador que é entrevistado, as máquinas nunca foram vendidas, mas eram apenas emprestadas, e a IBM foi sempre a responsável pela manutenção das mesmas.)
Segundo, para quem se for informar mais sobre isto, reparem na simbologia usada nos cartazes que eram usados para promover estas "máquinas Hollerith".
Terceiro, para quem se interrogar sobre que interesse poderá este assunto ter para a actualidade, veja esta entrevista feita ao investigador em causa e também esta anterior colocação minha, onde denuncio eu que a Internet foi montada pelo governo estadunidense para espiar as pessoas.

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colocado por Fernando Negro às 00:10

Resposta que já não pude dar a um militante do Bloco de Esquerda

11.03.18

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Por, na altura (final do ano passado) andar eu concentrado noutras coisas mais importantes - e tal blogueiro demorar também muito tempo a responder aos comentários que deixavam as pessoas no seu blogue (por andar também ele ocupado com outros assuntos mais importantes) - não tive eu pressa em responder a um comentário que tinha sido por ele deixado em resposta a um meu (último este, que tinha eu deixado a uma colocação final, de despedida, no blogue de tal autor) após ter sido eu automaticamente notificado, por correio electrónico, da ocorrência do mesmo.
E, lembrado eu - pela natureza da última colocação no meu blogue - de que não tinha ainda escrito tal resposta... Quando fui, anteontem, tentar deixar uma em tal blogue alheio, também alojado aqui no SAPO, já não consegui mais aceder ao blogue de tal autor, por ter sido o mesmo "suspenso".
E, assim sendo, na vaga esperança de que esta minha resposta possa um dia ser lida pelo destinatário em causa - e, já agora, porque (sendo de comentários públicos que se tratam) também poderá ser do interesse de outros ler tal pequena troca de mensagens - aproveito então para publicar aqui, no meu próprio blogue, a resposta que já não fui a tempo de dar (e também para republicar o comentário ao qual se dirigia tal resposta, da autoria do blogueiro Francisco Freima, para o qual já uma vez aqui tinha chamado a atenção para).

 

Francisco Freima respondeu ao seu comentário no post Adeus, pessoal (um adeus pessoal) às 02:31, 30/11/2017:

[...]

Por acaso nunca pensei muito na América Latina como região para viver, embora não me importasse de ir para a zona dos Andes. Se me dessem a escolher um país em todo o mundo, penso que iria para a Rússia. Adoro a cultura deles, sendo também um adepto do frio (e, lendo a teoria de Mackinder acerca do Heartland, percebemos que a Rússia será sempre importante).

Rússia que entronca no outro tema abordado pelo Fernando: os apoios dados a Trotsky por parte de Wall Street. Já tinha lido sobre isso, mas tendo sempre a relativizar. Não me choca que Trotsky tenha tido esse t ipo de ajudas, até porque existe o tal ponto de confluência que é o internacionalismo. Infelizmente, a política tem algumas zonas cinzentas onde um Ribbentrop e um Molotov podem negociar um pacto de não-agressão ou, voltando aos tempos da I Guerra Mundial, Lenine ser ajudado pelos alemães no seu regresso do exílio. Quando forças opostas convergem é sempre na esperança de enganarem o parceiro de ocasião. Escusado dizer, os povos ficam à porta de tais considerações.

Para mim, a importância de Trotsky está mais nas suas teorias da revolução permanente ou do desenvolvimento desigual e combinado do que propriamente nas suas acções enquanto indivíduo/actor político. Talvez, pela época em que viveu, ele não pudesse ter agido de outra forma; talvez, tendo sido um homem ambicioso, aquilo que resulta numa falha ética grave fosse apenas um meio para atingir um fim; na pior das hipóteses, mesmo que ele não acreditasse em nada, ou acreditasse apenas no intern acionalismo (capitalista ou socialista), a verdade é que as suas obras são lidas por muitas pessoas que defendem o internacionalismo socialista sem quaisquer concessões aos interesses capitalistas. É o que eu chamo de triunfo dos ingénuos: vivendo o marxismo um momento de refluxo a nível mundial, hoje em dia quem é marxista pode aprofundar as suas ideias sem grande rebuliço, um pouco à semelhança do período em que Marx viveu. Existem pequenas guerras, independentismos, mas nada que se assemelhe à proximidade de uma revolução como a de 1917.

O capital tem a situação controlada. Dentro do marxismo, os adeptos da revolução permanente podem polemizar com os adeptos do comunismo num só país sem que venha grande mal ao mundo. As figuras tutelares morreram e a própria questão coloca-se hoje sob outros prismas que não os da URSS. A Catalunha, por exemplo, tem suscitado um amplo debate: como podem os internacionalistas apoiar a independência catalã? Não é o Estado-nação uma construção burguesa destinada a desviar o foco da luta de classes? Estando no Bloco, foi um debate que acompanhei com gosto, até por ser militante de base. Na base dos partidos temos sempre aqueles camaradas mais puros, que não afinam as suas opiniões pelas dos notáveis. Claro que chega o dia em que a festa acaba e a vitória cai para um dos lados. Enquanto a festa durou, vi pessoas frontalmente contra a independência catalã e outras que, sendo também elas internacionalistas, colocavam o direito dos povos à auto-determinação num patamar superior. Da minha parte, defendo a independência. Nem tanto pela auto-determinação, para mim a questão premente reside na força imprimida pelo capitalismo à sua globalização. Ainda assim, torna-se um exercício vagamente cómico, o de defender a independência de um povo que pretende ir logo a correr para os braços da União Europeia...

Um abraço, Fernando, e viva a Margem Sul :D

 

[Segue-se então a minha resposta, que já não fui a tempo de publicar...]

 

Olá outra vez, Francisco.

(Com a crescente escassez de recursos naturais e o sério impacto que tal irá ter na agricultura: http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=63630.msg900364#msg900364)

Os melhores sítios para se viver, no futuro próximo (e para os quais eu iria, se pudesse) serão os locais do Mundo ainda pouco populados, que têm solos férteis em grande quantidade e que são também ricos em água - como o Brasil (e restante América Latina) e, sim, também a Rússia. (Tanto o Brasil como a Rússia exportam muita comida. Por isso, são estes dois países onde as pessoas nunca deverão morrer de fome.)

Quanto à criação do Estado-Nação,

Ela não tem (nada) a ver com "desviar o foco da luta de classes" (pois, surgiu até muito antes que tal luta tivesse início, devido à publicação do "Manifesto Comunista" escrito pelo capitalista Friedrich Engels). Mas, é antes algo que surge como uma consequência da vontade de Desenvolvimento económico, motivada pelo ideal de Progresso, a todos os níveis (http://www.schillerinstitute.org/newspanish/InstitutoSchiller/Arte/GoyaLucesCarlosIII.html) - algo que as elites (i.e. os verdadeiros ricos e membros da dita nobreza) não querem (nem nunca quiseram) por gerar tal progresso económico também progresso cultural e tornar as pessoas mais difíceis de controlar e continuar a explorar.

E, o tentar colar algo de positivo a algo mau, através de falácias, é um truque muito usado pelos propagandistas do poder estabelecido (como me lembro de ler, da parte de um Professor seu, que me disse você ser um maçon, que usava num texto pró-UE o ridículo termo "o totalitarismo das nações" - como se ter um governo central europeu, que repetidamente proíbe os vários países de fazerem isto ou aquilo é que não fosse, antes isso mesmo, uma forma de totalitarismo). Sendo o melhor exemplo que conheço, de constantemente dar falsas explicações alternativas (sem argumentos que realmente as sustentem) para certos acontecimentos históricos (do que posso ler da descrição, pois recuso-me a ler tais obras) o livro "A People's History of the United States" do propagandista Howard Zinn.

Quanto ao Trotsky,

Não se tratava de um convergência de apenas alguns interesses comuns que tinha ele com alguns ultra-ricos. O jogo por ambos jogado é um que, certamente, não deve ser ensinado no tipo de cursos universitários sobre História e Política que você tirou - e que se chama "Dialética Hegeliana" (http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=43336.0). Sendo que, o Trotsky estava tão interessado numa verdadeira Revolução Social quanto estão os seus discípulos, de hoje em dia, como são os dirigentes do Bloco de Esquerda (muito contentes em colaborar com o falso Partido Socialista português e ficar-se por aí).

Se alguma vez decidir você pesquisar seriamente sobre o que eu aqui denuncio, da verdadeira natureza deste tipo de líderes comunistas (deixo-lhe mais uma dica aqui: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674) depois interrogue-se sobre porque razão andam os movimentos por eles criados a usar a mesma simbologia que é usada por outros movimentos, que toda a gente bem informada sabe serem controlados por conhecidos capitalistas: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/alguem-ainda-duvida-de-que-o-podemos-e-127764

Um abraço e Boa Sorte para o futuro próximo.

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colocado por Fernando Negro às 12:20

Alguém ainda duvida de que o Podemos é movimento controlado?

09.03.18

Reparem, não só no símbolo do "punho erguido" que repetidamente aparece no seguinte vídeo, mas também no conhecido gesto de fazer um triângulo com as mãos, tão usado pelos "artistas" do novos estilos de música, criados por uma conhecida sociedade secreta.



(Por estas e por outras, é que eu digo o que digo sobre este tipo de "esquerda" europeia...)

falsa_esquerda.png

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