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O acesso à Cultura e ao Conhecimento sempre foi, está a e irá ser um dos principais obstáculos a quem quer *escravizar* os outros

16.09.18

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1. Razão pela qual se criam obras distópicas, que visam mentalizar as pessoas para uma sociedade futura onde o acesso a estes seja restringido e proibido.
2. Razão pela qual os meios de divulgação destes são, cada vez mais, electrónicos e requerem o uso de computadores ligados à Internet, onde podem ser controlados.
3. Razão pela qual, por exemplo, na Alemanha nazi se queimavam livros.
4. Razão pela qual, por exemplo, no Brasil era proibido aos escravos aprenderem a ler e a escrever.
5. Razão pela qual foi a invenção da Imprensa que tornou possível a Abolição da Escravatura nos Estados Unidos da América.
6. Razão pela qual se restringe, cada vez mais, o acesso a estes no sistema de escolarização (i.e. de domesticação e estupidificação) obrigatório que temos.
7. Razão pela qual estão as elites governantes a destruir de propósito a sociedade que temos.
8. Razão pela qual há quem apele à censura de quem diz que não há qualquer "aquecimento global" provocado pela actividade humana, cuja evolução tem aumentado muito o acesso a estes.
9. Razão pela qual os principais autores de informação alternativa já começam a ser censurados.
10. Razão pela qual já começaram a ser passadas leis que controlam o fluxo de informação na Internet (e, tal como a conhecemos, tem esta rede os seus dias contados).

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A incrível *Negação da Ciência* que querem uns fazer neste país

07.09.18

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Que pena tenho eu, às vezes, de não saber desenhar e fazer caricaturas políticas...
Para esta situação, acho que o que desenharia seria o Salazar a erguer os dois braços da sua campa, com uma flor numa mão e uma bandeira da Quercus na outra.
É incrível (e esperemos que também contraproducente, em termos de opinião pública) a atitude do quase-poder estabelecido científico (ou melhor, pseudocientífico) deste país perante quem quer praticar Ciência, ao não aceitar nada como verdade absoluta.
"Em ciência, nada é absoluto." - já dizia, repetidamente e bem, a minha professora de Química do 12º ano. Pois, toda a gente que tem um mínimo de formação científica sabe que a Ciência é feita de voltas e reviravoltas - em que, décadas depois, se vem a descobrir que, o que era até então tido como uma verdade fundamental, afinal não era bem verdade. (E têm aqui um potencial exemplo.)
Aliás, isto não se aplica sequer apenas à Ciência, em particular - mas, também ocorre noutros campos do Conhecimento que, como qualquer tipo de conhecimento humano, estão em constante evolução. E, quase certamente que isto deve também já constituir uma pequena parte do que será o "senso comum" moderno - incluindo até entre quem não lê, mas vê muitos filmes de Hollywood.
E, não sei em que estado de estupidificação é que estará agora o ensino da Ciência, em particular. Mas, se ainda não tiver este piorado tanto como o de outros campos... O que os "cientistas" que assinaram a seguinte (ridícula) "carta aberta" fizeram, foi dar um tiro nos seus próprios pés...

 

Universidade do Porto deve escrutinar os eventos que organiza e promover o conhecimento baseado em Ciência

 

(Podem ver nos vários comentários a <esta> notícia o que tive eu mais a dizer sobre tudo isto.)

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Este blogue é também "pró-Vida, anti-Aborto"

14.08.18

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[Um comentário que deixei hoje num blogue cristão, a propósito da polémica que está a ocorrer na Argentina relativa à legalização ou não do Aborto.]

 

“Matamos crianças – e com a plena convicção de que estamos a fazer o que é certo!”

Que orgulho teriam os vossos antepassados da sua descendência.

Não lancem areia para os olhos das pessoas. Isto não tem nada a ver com separar a Igreja do Estado – pois, há muito que os vários países cristãos o fizeram. Isto também não tem sequer necessaria, exclusiva ou especificamente a ver com os valores cristãos, mas com algo que deveria ser universal a todos os seres humanos, que é a Valorização de e o Respeito pela Vida Humana, suas novas gerações de acéfalos e degenerados.

Já agora, os falsos “movimentos feministas” de que fazem vocês parte, seus acéfalos e ignorantes, são criações das elites que vos manipulam e vos exploram, que visam destruir as vossas famílias (https://www.prisonplanet.com/10-ways-true-feminism-is-under-attack.htmlhttps://forum.prisonplanet.com/index.php?topic =98774.msg619595#msg619595 + https://www.youtube.com/watch?v=zCpjmvaIgNA). Mas, suponho que também as últimas já não sejam algo de muito importante para vós.

 

[Ao qual acrescento que...]

 

Sei que esta é uma posição muito singular entre quem se diz "socialista libertário" - mas, é esta uma posição que sempre tive, incluindo quando fiz parte de colectivos anarquistas no passado.
Toda a gente tem direito à sua liberdade sexual, é certo. E, tudo o que seja consensual entre pessoas maiores de idade e conscientes do que fazem, não tem de estar sujeito à aprovação dos outros. Mas, a partir do momento em que estamos a falar de uma outra vida humana - e, ainda por cima, de uma criança - que é metida no assunto, não por vontade própria, as coisas mudam.
Não sou contra o que sempre foi o senso comum de permitir abortos em casos de violação, malformação do feto ou em que esteja em risco a vida da mulher.
Agora, qualquer coisa mais para além disto é, para além de infanticídio, um desrespeito imenso pela Vida Humana e a legitimação da irresponsabilidade.
E (não tendo eu votado contra despenalização do mesmo da segunda vez, por entender na altura que isso seria estar a reconhecer a legitimidade da autoridade do Estado para, através das suas corruptas forças policiais, punir quem o fizesse) soubesse eu que a despenalização do Aborto iria permitir, hoje em dia, que dezenas de milhares de crianças sejam mortas pelo próprio Estado - e, ainda por cima, com dinheiro dos contribuintes que são contra (e não querem ser cúmplices com) tal crime - teria mesmo me dirigido, uma vez mais, às cabines de voto locais para tentar impedir tal coisa de ocorrer.

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Greve eterna aos professores!

03.07.18

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Que só se preocupam em assegurar os seus postos de trabalho, neste imensamente estupidificante sistema de ensino - e que nada querem saber (porque razão não fazem greves a propósito disso?) sobre melhorar o mesmo (o que, para qualquer pessoa inteligente, deveria ser uma prioridade gritante) e que também nada fazem perante a notória redução da qualidade do mesmo.
A ser preciso uma tal figura, um "professor" só deverá ser necessário para os primeiros anos de escolaridade (talvez os primeiros 4-6?) para ajudar as crianças em causa a criarem os seus próprios hábitos de estudo. E, a partir de uma certa idade, qualquer criança que já saiba ler consegue estudar por si própria - lendo, para isso, os livros necessários em causa.
Se houver, ainda assim, alguma necessidade de orientação de, ou esclarecimento de dúvidas a, os mais novos, então que se crie a figura de um "orientador" ou "tutor", que apenas intervenha quando tal for necessário. Pois, fora disso, não há simplesmente necessidade alguma de ajudar alguém que já saiba ler a fazer algo de tão simples (incluindo consultar dicionários e enciclopédias, para tirar as dúvidas que tenha - o que, com a Internet então, é hoje em dia muito mais fácil que nunca).
Eu tenho um antepassado meu que tirou o ensino secundário inteiro (e não só) sem ir a aulas algumas. E, já conheci pessoalmente quem tivesse também tirado um curso universitário inteiro (numa universidade pública de Lisboa) sem pôr os pés na faculdade (no que toca a aulas).
Eu próprio, em boa parte do meu ensino secundário, passava as aulas a que era obrigado a assistir a jogar à batalha naval (ou ao jogo do galo, com 16 quadrados e a 3 dimensões - por serem estes jogos que dava para jogar, de modo discreto, em papel) sem prestar atenção a (ou perceber nada de) o que era explicado no quadro de aulas de Matemática, por exemplo. E, depois simplesmente estudava por mim próprio a matéria em causa, através do respectivo livro, antes dos exames.
(E, não... Eu não chumbava às várias disciplinas por causa disso.)
Porque, a partir dos 15 anos de idade que me lembro, apercebi-me de que não precisava de ter assistido a aulas sobre a matéria escolar em causa para ser capaz de compreender e lidar com (pela primeira vez e por mim próprio) tais conhecimentos que tinha de adquirir.
Professores: Querem fazer alguma coisa de útil e que não passe pela domesticação das crianças (agora sentem-se, agora levantem-se, agora sentem-se outra vez e oiçam-me falar durante mais 50 minutos - e, quando chegarem a casa, vão ter ainda de fazer este trabalho que eu vos vou dar) que têm de vos aturar e obedecer? Então, deixem tais crianças em paz e apareçam só (mas apareçam) para fazer exames - que é a única coisa de jeito que deverão ter para fazer. Pois, no que toca ao resto, claramente fazem mas é muita m**da (que está muito à vista de todos) ao restringir, cada vez mais, o conhecimento ao qual são as crianças expostas (em vez de permitirem a estas estudar o que bem entenderem e acharem necessário para a compreensão do mundo à sua volta).
Também, o usarem crianças e menores de idade como reféns (que, não tendo poder de voto, não são os culpados da actual situação política) nas vossas lutas de m**da (para assegurar a continuidade desta m**da de sistema de ensino) é simplesmente indecente.
Que se recusem grevistas a assegurar serviços a quem (por ser maior de idade e ter poder de voto) é directa ou indirectamente responsável pelo estado a que chegou a actual situação política, é uma coisa... Agora, recusarem-se a fazer exames a (e a deixar prosseguir) alunos que (ao contrário de vocês) irão, na sua maioria, fazer algo de útil e benéfico para a sociedade, com os cursos superiores que querem tirar, é mesmo muito indecente da vossa parte...
Greve eterna aos professores do secundário e afins!

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Dois melhores exemplos de como conseguem os média controlados alterar eficazmente a percepção de factos entre as novas gerações

28.06.18

(Três tweets que fiz no passado - em resposta a um outro de um conhecido autor - seguidos de um muito bom vídeo que hoje descobri no YouTube.)

reps+dems+nazis.png

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colocado por Fernando Negro às 17:16

A Fábrica de Nada

29.05.18



No decorrer de um inevitável processo de Colapso económico e desindustrialização (que está à beira de se tornar muito pior) e também já no início de uma era de transição para a mão-de-obra robótica em trabalhos fabris, parece este filme querer dar a dica (obviamente errada e tardia, que levará a um beco sem saída) de que, a maneira de se lidar com este inevitável Colapso industrial, é simplesmente entrar agora em autogestão nas várias fábricas, ignorando as actuais situação e evolução económicas, assim como a necessária adaptação à nova realidade tecnológica.
Como alguém que possui um passado anarquista, este filme provoca inevitavelmente em mim sentimentos mistos - pois, passando ao lado do seu modo de produção claramente não-anarquista e da altura em que este surge, tem também o próprio filme vários aspectos que considero negativos, maioritariamente associados à aplicação prática do conhecido (e notoriamente autodestrutivo) lema "Sexo, Drogas e Rock'n'Roll" (ou, neste caso, "Punk Rock").
Para além de que, parece esta obra criar uma atmosfera maioritariamente distópica e sombria.
E, o facto de ter sido este um filme que foi, muito estranhamente, premiado, bastante elogiado e até promovido internacionalmente pela imprensa controlada, leva-me logo a ficar "de perna atrás" com o mesmo e a suspeitar que possa este constituir uma tentativa de colar tais aspectos negativos à muito positiva experiência original, que o filme diz querer homenagear - ao mesmo tempo que, acima de tudo, seja este uma tentativa de promoção da subcultura decadente que retrata.
Também, logo a começar pela sua parcial origem duvidosa, num muito estranho e contraditório centro social que recebe dinheiro da Comissão Europeia (e onde se promovem conhecidos falsos movimentos controlados, a degradação cultural, a confusão sexual, uma sociedade pós-industrial, a abolição das fronteiras e se disseminam mentiras ecológicas, entre outros claros objectivos do poder estabelecido) inspira esta obra em mim tudo menos confiança e crença nas boas intenções de quem a criou.
No dia em que surga, em Portugal ou qualquer outro país do Mundo, um filme produzido de modo anarquista e que queira realmente promover o Anarquismo, retratando-o de modo essencialmente belo, funcional, verdadeiramente consciente, indubitavelmente sério e mesmo muito positivo, não associando esta ideologia e prática política a subculturas decadentes, poderei então eu encarar tal possível obra com outros olhos.
Até lá... É este filme, para mim, mais um que não tem valor e que assenta maioritariamente na negatividade e na crítica destrutiva e inconsequente, como tantos outros de natureza cínica que nos impinge a imprensa controlada - e também mais um que foi (quase certamente) feito com segundas intenções (que, infelizmente, quem aceitou nele participar e pensa estar a agir contra o "sistema" é incapaz de atingir - por não ter lido um muito importante livro).
Até o próprio nome do filme parece querer instilar a ideia inconsciente, entre quem o vê, de que o resultado final de quando se envereda por um modelo de autogestão é... "Nada".
(Vejam também este cartaz.)

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Vale a pena sequer falar com alguém a partir de uma certa idade?

01.02.18

Cada vez mais dou razão a quem (já em círculos anarquistas eu ouvia o mesmo) diz que, a partir de uma certa idade, é mesmo muito difícil (ou quase impossível) conseguir fazer alguém "acordar" para o que realmente se passa à sua volta.
Há poucos dias escrevia Daniel Estulin no Twitter o seguinte.

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Parafraseado de uma parte do conhecido filme "Matrix", em que diz tal personagem:


"We have a rule. We never free a mind once it's reached a certain age. It's dangerous, the mind has trouble letting go."

Tal como respondia eu nos comentários a tal tweet, a parte que mais me dizia alguma coisa neste filme, é quando fala tal personagem no modo agressivo como reagem muitas pessoas, quando são confrontadas com factos ou argumentos que contradizem o em que acreditam. (Coisa que muito acontece, neste meu país de broncos...)

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colocado por Fernando Negro às 07:18

Estupidez ao quadrado

30.01.18

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Reparem neste mais recente exemplo da bela "tradição" portuguesa de calar aqueles que exprimem opiniões contrárias à nossa ou à suposta verdade oficial...
Distorce o autor do seguinte blogue, repetidamente, o que eu digo - e depois (não me concedendo o "direito à resposta" e tendo até ele feito uma pergunta) não me dá a oportunidade de fazer um comentário final, onde corrigia eu o que dizia ele sobre o que eu tinha escrito. (Ou seja, pode ele deixar um comentário final, mas eu não.) E, depois (não sei se para esconder a crítica implícita que lhe fazia eu, de me estar a ameaçar com censura, escreve ele (e apenas ele) ainda mais um comentário final, a falar em "respeito" (depois de ter cortado o discurso de outra pessoa!) fazendo com que quem leia o resultado final fique a pensar que fui eu é que faltei ao respeito a outrém. (Continuando, também, eu sem obter uma resposta e sem saber então em que é que criticar ou contra-argumentar o que dizem os outros constitui uma falta de "respeito"...)
Deixo então aqui aquele que foi o último que escrevi na seguinte <cadeia de comentários>, que o autor de tal publicação decidiu eliminar, para foleiramente escrever outra vez "THE END" por cima.

 

Fernando Negro - 30 de janeiro de 2018 às 05:59

Repito que as principais "provas" apresentadas pelo campo que diz que há aquecimento antropogénico foram invalidadas. E, por isso, deixaram de o ser. Enquanto que, no núcleo duro do campo oposto, continuam as provas deste à espera de ser desmentidas. (O que eu chamo a atenção para não são meras acusações. São provas irrefutáveis, confirmadas pelos autores das mesmas, que qualquer pessoa é capaz de ler e entender.) Mas, descreva a situação como quiser...

Já não tenho, então, mais nada a dizer.

[É uma regra pessoal minha não publicar comentários onde sei que os mesmos poderão ser alvo de censura (o que me acontece repetidamente em Portugal: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/e-mais-uma-vez-censurado-115908 + https://zap.aeiou.pt/os-islandeses-erradicaram-a-sindrome-de-down-171987#comment-271285 + http://blackfernando.blogs.sapo.pt/como-avisar-as-pessoas-disto-num-pais-94911). E, a simples ameaça (e confirmação da sua parte) de que tal pode acontecer nesta sua publicação, é razão suficiente para não querer eu mais deixar aqui quaisquer comentários. (Como sempre, quem fica a perder é quem engole as mentiras e se recusa a ler o contrário...)]

Disse.


(É o que eu digo repetidamente... Com mentalidades destas, ainda continuo eu a pensar que este país vai a algum lado...)
Tudo isto, da parte de um autor que escolhe como "belo" nome para a sua publicação o título de mais um violento e m**doso filme de Hollywood - que, entre outras coisas, normaliza a pedofilia (e que não fui eu capaz de ver mais do que os primeiros minutos de).
Mas, vá lá... Não liguem a estas coisas que andam alguns maluquinhos por aí a dizer na Internet...
Voltem mas é para os vossos smartphones (com um SO que não percebem, ou se interrogam sequer, vocês porque razão tem um nome referente a um humanóide) e usem e abusem dos mesmos.
("Já viram esta nova app para o Android? Oh, tão giro, para andar com o meu smartphone sempre ligado atrás de mim! Já repararam que também os novos carros vêm agora com localizadores GPS? Uau! Adoro toda esta nova geração de computadores, cheios de funcionalidades acrescidas!")

P.S. - Quando falo eu nos comentários de ter sido previamente censurado em tal sítio na Internet, lembro-me agora melhor de que, o comentário que lá deixei anteriormente nada tinha no texto que pudesse ser considerado indecente ou insultuoso. E, era apenas uma crítica (certamente séria, para se ter justificado eu escrevê-la) que contrariava ou corrigia o que dizia o autor do artigo em causa. Ou seja, a política de comentários em tal publicação é tal e qual como diz o autor da mesma. (Se o comentário contraria o que foi escrito no artigo, não é aprovado!)

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Presidente Marcelo sobre a possibilidade de vacinação obrigatória

24.11.17

Porque há muita gente neste país que não prima pela inteligência, incapaz de pensar por si própria e para quem as únicas interpretações válidas da Lei são aquelas oriundas de figuras de autoridade, deixo aqui o seguinte vídeo, onde até um próprio membro do Clube Bilderberg, que tem como missão andar a destruir (entre outras coisas, intelectualmente) o seu próprio país, admite que o direito à integridade física (que é o que se estaria a violar, caso se quisesse injectar alguém com algo, contra a sua vontade) é simplesmente *inviolável*.
O seguinte trecho é tirado, não de uma notícia sobre vacinas, mas sobre uns episódios recentes de violência que ocorreram. Mas, obviamente que - sendo de direitos constitucionais que falamos - o que é a seguir dito aplica-se também a qualquer outra situação.
Também, o que este presidente-traidor afirma não é mais do que mero senso comum. Mas, como a degradação moralintelectual neste país vai atingindo níveis que começam a surpreender (e não faço eu ideia do quão se terá degradado este país, daqui a uns anos, se alguma vez ocorrer uma epidemia ou pandemia) achei por bem deixar isto aqui, uma vez mais, mesmo *muito claro*.

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colocado por Fernando Negro às 11:43

Assim se vê o afundamento (ou suicídio?) político do PC

11.10.17

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Concordem ou não as pessoas com as posições que, até recentemente, eram defendidas pelo PCP, uma coisa que ninguém podia negar (e isto, oiço até da parte de pessoas que me são próximas e que são fortemente anticomunistas) era que, ao menos, era este um partido formado por pessoas coerentes e fiéis aos seus princípios. Pois, por mais ou menos votos que tivessem (no passado recente, isto é) nunca abandonavam (e bem, na minha opinião) os seus princípios, continuando sempre a bater-se pelos mesmos.
Mas, eis que chegamos às últimas eleições legislativas, de 2015, e somos surpreendidos com a inédita atitude do PCP (a nível deste tipo de eleições nacionais) de formar uma coligação com o partido que toda a gente sabe ser centrista, mas dito "socialista", o PS.
Que já tinha havido anteriores tentativas, da parte do PS, Bloco de Esquerda e seus satélites, como o "Partido Livre", de formar uma suposta "união das esquerdas", sabia eu. Mas, o que pensei foi que o PCP fosse se manter coerente, como sempre, com os seus princípios - e que, consequentemente, não se fosse deixar levar por esta ideia, que toda a gente minimamente atenta e consciente politicamente sabe ser uma farsa, por não ser o PS (que privatiza empresas, em vez de nacionalizá-las, quando está no governo) um partido que se possa considerar de "esquerda" (sendo este também o caso do dito "Bloco de Esquerda", que mais recentemente já se começava a assumir antes como "social-democrata").
Pois, pelos vistos, estava enganado. E, a "tacanhez" e rigidez política da parte dos comunistas deste país, que sempre se limitaram a seguir fórmulas, que já vão a caminho de um século de existência (pelos fundadores do seu partido criadas), foi quebrada - mas, não para melhor... E, em vez de terem os militantes desta ideologia adoptado novos métodos de luta, adequados ao século XXI, que passem por novas fórmulas que não impliquem uma cedência dos seus princípios (ex: criar sítios de notícias e análise na Internet, do tipo Infowars.com ou GlobalResearch.ca, de orientação comunista ou socialista) decidem estes fazer o que era, até agora, impensável... Começar a trair (ou ceder em) os seus próprios princípios, no que toca à sua actividade política.
E, dito isto, tenho eu apenas a dizer o seguinte - que sei que não irá ser lido pelos militantes de tal partido, mas que aqui deixo, para saberem outras pessoas qual é a opinião que tem sobre isto alguém que ainda se assume como "socialista libertário", atento à corrupção que assola este país...


Militantes do PCP,

A partir do momento em que começa uma pessoa, grupo ou partido - por questões políticas ou para ganhar alguns (muito) pequenos avanços - a ceder nos seus princípios, deixa de haver (realmente) um limite para até onde poderá ir tal incoerência. Pois, a lógica que se adopta, desde o início, é sempre a mesma. Se se faz esta pequena cedência aqui, por causa disto, também se pode então fazer mais outra pequena cedência ali, por causa daquilo. E, passo a passo, quando derem por isso, já em muito se terão vocês desviado daquele que era o vosso caminho inicial. E, quando forem finalmente pôr as mãos na cabeça por causa disto, já não irão ser capazes de se reconhecer como eram dantes. Isto é, quando derem por vós, depois de irem fazendo pequena cedência após pequena cedência, irão estar transformados em algo que não era o que queriam ser, inicialmente. E, mesmo que decidam depois voltar atrás em tudo isto, quem vos garante que os vossos herdeiros políticos não irão enveredar outra vez por esse caminho? Afinal de contas, vocês já deram o (mau) exemplo. E, quando voltarem tais herdeiros políticos a enveredar por esse caminho, que garantia têm vós de que irão eles parar na mesma altura que vocês decidiram parar?

Também, muito importante, com que cara, orgulho e coerência é que, a partir de agora, poderão vocês continuar a assumir-se como um partido dito "revolucionário" - depois de, não só serem cúmplices com, como serem até autores ou proponentes de medidas reformistas? A vossa reputação política fica, com isto, em muito manchada, perante quem é verdadeiramente socialista e revolucionário. Pois, o "PS" a quem se decidiram aliar, não só é uma farsa de partido - que de "socialista" apenas tem o nome - como (toda a gente bem informada sabe) está feito com os grandes interesses económicos que dominam a nossa sociedade.

E, ainda mais importante de notar, é o seguinte... Esta iniciativa de "unir" as supostas esquerdas, partiu de partidos que não o vosso - que foram o Bloco de Esquerda mais o seu satélite "Partido Livre" e o próprio PS. Ora, se foi a própria falsa esquerda quem teve esta ideia de vos meter no mesmo saco do que a mesma, é porque certamente, de algum modo, isto é vantajoso e benéfico para a mesma (deixo neste texto, mais abaixo, uma dica para a explicação) - e não para vocês, que (supostamente) defendem ideias opostas a ela. Ou seja, se foi a falsa esquerda quem teve e vos propôs esta ideia, é porque é ela quem irá usar-vos na implementação de e ganhar com a mesma - e não o contrário. (E, isto é da mais simples e elementar lógica que qualquer pessoa minimamente inteligente deve ser capaz de recorrer a e reparar em.) E, não será a vossa inteligência capaz de perceber que, se teve esta "união das esquerdas" como resultado expectável a desilusão da parte dos vossos militantes mais fiéis aos princípios comunistas (que obviamente se traduziu num abandono do apoio por partes destes e numa redução dos seus votos) terá sido tal resultado também um dos objectivos de quem teve a ideia desta suposta "união"?

Também, que história é esta de, em vez de defenderem ideias mais coerentes com os vossos princípios revolucionários, de tornar os salários menos desiguais, em termos do valor recebido, são vocês próprios quem sugere ideias típicas da falsa esquerda, de insentar de impostos as pessoas que menos ganham, em vez de lutar pela subida dos salários das mesmas, para que possam estas pagar confortavelmente tais impostos? Estar a fazer quem mais estuda e trabalha ter de pagar por quem menos o faz é estar a pôr trabalhadores a serem roubados por outros trabalhadores. E, não deveria o dinheiro de tais impostos, através da subida dos salários de quem menos ganha, ser antes pago (originalmente) pelas entidades empregadoras - isto é, pelos capitalistas, vossos supostos inimigos (e não pelos trabalhadores, vossos supostos protegidos)?

E, depois admiram-se de perder Câmaras Municipais, por ter uma boa parte desses trabalhadores não gostado destas vossas (inusitadas e incoerentes) tomadas de posição e (manifestamente injustas) medidas reformistas de carácter de "Estado Social", típicas da falsa esquerda (que o que quer é desincentivar o progresso na sociedade - ao roubar, cada vez mais, de quem mais se esforça por fazer avançar a mesma)?

Obviamente que, no infeliz panorama político que temos, pouca gente que seja socialista gostará que vocês percam votos. Mas... Associam-se aos corruptos e depois não querem ser vistos também como mais uma farsa de partido?


Pois mal, PCP. De progressistas sempre tiveram vocês pouco. Mas, parece que agora também de coerentes vão tendo cada vez menos...

P.S. - Essa história do vosso partido satélite "Os Verdes" continuar a falar em "aquecimento global" antropogénico - quando já toda a gente bem informada sabe que isso é uma enorme mentira - gostava eu um dia de entender...

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