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Daniel Estulin entrevistado pelo "Jornal de Negócios"

16.02.19

[Entrevista ontem publicada, dada a propósito da aparente mudança de editora para (e do relançamento de) o seu livro sobre o Clube Bilderberg. Nesta entrevista é explicitamente denunciado o facto do Fascismo, na sua vertente económica, estar de volta a Portugal (aliás, qualquer pessoa minimamente atenta ao que se passa na sociedade há muito que terá reparado nisto). Até um meio de comunicação de massas o denuncia... E, cabe então agora aos filhos das gerações de Abril demonstrar de que fibra são (ou não são) feitos.]

 

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O número 11 como assinatura codificada

03.01.19

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Quem tenha lido algumas das colocações neste blogue, sobre a forte presença do número 11 na escolha de importantes datas, já deverá ter concordado que, de facto, há aqui algo que pode, no mínimo, ser considerado mesmo muito suspeito.
Mas, quantos de vós é que já repararam na presença do mesmo, sob a forma de letra?
"Ku Klux Klan", movimento "okupa"...
Se considerarmos cada letra do alfabeto como equivalente a um número, temos A=1, B=2, C=3 etc e... K=11.
Ora, não é claramente o nome escolhido para o grupo "KKK" o resultado da vontade de alguém de que as três iniciais do nome de tal grupo fossem a letra K?
Afinal de contas, "Ku" não quer dizer nada, "Klux" também não e "Klan" não se escreve com K.
A óbvia explicação para isto, está no facto de que quem fundou este grupo foi um conhecido maçom de 33º grau, chamado Albert Pike - conhecido até por ter reformulado alguns dos rituais da (muito presente, na sociedade ocidental) Maçonaria.
Devendo também esta ser a razão pela qual a letra K aparece 3 vezes e a razão pela qual o grupo por este maçom formado tem como símbolo um muito discreto 6 (adoptado também pela multinacional britânica Vodafone) - que, quando repetido também 3 vezes, resulta num número satânico.
O objectivo da criação de tal grupo ou movimento?
Também óbvio: criar divisões raciais nos EUA, no seguimento da máxima "dividir para reinar".
Ora, tornando-se mesmo muito suspeito (ou óbvio) que a presença da letra K em movimento sociais não esteja lá por acaso e que seja uma assinatura oculta...
O que pensar então do movimento "okupa" no nosso país vizinho?
Qualquer pessoa que tenha tido contacto com este movimento, saberá que se distingue o mesmo dos reais movimentos sociais pela sua inconsequência política, promoção de um estilo de vida alternativo (em detrimento de um real e forte activismo social - o que, no que toca a movimentos anarquistas, é conhecido por "lifestyle anarchism" em países anglo-saxónicos) e pela promoção de estéticas e formas de "arte" normalmente feias e degradantes (sugiro a visita a um destes "centros sociais okupados" para o constatar ou, em alternativa, podem procurar por fotografias dos mesmos na Internet) sempre associadas ao consumo de drogas - sejam estas leves ou duras (álcool incluído).
Ora, sabendo isto, não será de suspeitar que também que este movimento "okupa" tenha sido uma criação do próprio poder estabelecido, para desviar as poucas energias que restem (após o consumo das referidas drogas, isto é) por parte dos seus adeptos para formas de "luta" (quando puderem estas sequer ser consideradas como tal) ineficazes e inconsequentes, no seguimento do mesmo princípio sobre o qual elaborava eu <aqui> e também <aqui>?
(Comparem, por exemplo, a quantidade e acima de tudo a qualidade do material - de natureza política e não só - produzido por uma redacção de um qualquer jornal, ou de um qualquer departamento de um serviço secreto, com a quantidade e a qualidade do material produzido pelo mesmo número de integrantes de um qualquer destes centros sociais "okupados"...)

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Obrigado pelo maravilhoso Ser Humano que foste e sempre serás, John Taylor Gatto. Deste razão a alguns que lutavam contra isso!

18.12.18

 

Um "artigo" que tencionava partilhar com John Taylor Gatto, mas que já não fui a tempo de o fazer, para lhe provar que é, de facto, verdade que há quem (embora sejam, como dizia ele, mesmo muito poucos os que o fazem) seja capaz de se aperceber do processo de domesticação e também estupidificação a que é sujeito, no decorrer (i.e. enquanto é vítima) do mesmo.
(Artigo este, obviamente escrito anos antes de saber eu sequer quem era este autor.)
Foi um relativamente mau artigo, com a palavra "indivíduo" a surgir n vezes e com repetições de argumentos, escrito à pressa para ser partilhado numa manifestação de estudantes que iria ocorrer dentro de poucos dias, na viragem do século, quando fazia eu parte de um colectivo de estudantes anarquistas. Assim como, foi o primeiro artigo teórico que alguma vez escrevi. E, por isso, por favor não associem a falta de qualidade do mesmo aos meus presentes textos, neste blogue.
Também, para além da imaturidade e pouca literacia da altura, outra razão para os erros gramaticais é que sempre fui (e sou) ligeiramente disléxico. Razão pela qual, ainda hoje, faço coisas como escrever "causa" em vez de "casa", como ocorreu na última colocação neste blogue, antes de ter eu corrigido tal erro, só me tendo apercebido do mesmo ao ler o texto uma terceira ou quarta vez.

 

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colocado por Fernando Negro às 11:49

Um homem muito à frente do seu tempo

14.12.18

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(Ou, em alternativa, um homem que não se deixou puxar pela corrente que, há décadas, tem vindo a puxar as pessoas para baixo - pois, modelos educativos alternativos, que visem libertar a mente das pessoas, há mais de um século que andam a ser debatidos pelo movimento anarquista...)

Logo por azar, foi no final de Agosto deste ano que o serviço que eu usava para receber tweets por correio electrónico deixou de funcionar e tive de mudar para outro. E, concentrado como tenho andado noutras coisas e também com os importantes tweets do Daniel Estulin, fui-me esquecendo repetidamente de adicionar os outros três autores que sigo no Twitter à lista de tweets da parte de quem me interessa o que têm a dizer. E, por isso, só ontem soube que John Taylor Gatto tinha falecido (logo no mês seguinte à minha alteração de seguimentos no Twitter).

John Taylor Gatto é uma das muito poucas pessoas que conheço que considero verdadeiramente "brilhantes". Pois, gente muito inteligente há muita. Mas, que queira usar essa inteligência para ajudar, iluminar e libertar os outros, é um fenómeno raro.

E, no estado de decadência intelectual e moral em que agora estamos, talvez só daqui a umas boas décadas (se conseguirmos inverter o sentido evolutivo das coisas, isto é) é que poderá haver um número significativo de pessoas que saibam dar real valor a este ser humano cuja existência passou ao lado de quase todos.

(Sendo, no entanto, o que se passa com o seu desparecimento físico que, tal como no caso de Chávez, o legado por este grande ser humano deixado, de tão positivo que é, provoca uma alegria e um espírito positivo tão grandes, que acabam por ofuscar a tristeza causada pela sua morte.)

Eu podia aqui fazer uma enunciação de tudo o que de imensamente positivo John Taylor Gatto fez e defendeu na sua vida. Mas, (1) ou isso me obrigaria a uma muito extensa colocação, que seria apenas um resumo do que qualquer pessoa poderá por si própria saber, se decidir informar-se sobre quem foi este ser humano que tivemos o privilégio de partilhar o Planeta com, (2) ou me obrigaria tal a cometer o quase-sacrilégio de estar a omitir algumas das suas ideias, nomeando apenas umas outras - pois, sendo quase todas estas igualmente boas e importantes, seria um muito estúpido e mau resultado final que eu produziria.

Assim sendo, em alternativa, deixo aqui apenas uma introdução aos seus trabalhos e denúncias, na seguinte entrevista, que toca em alguns dos aspectos fulcrais que explicam a observável verdadeira castração mental que ocorre em quase toda a gente que é obrigada a submeter-se ao normal sistema de ensino que temos.



E, reparem na humildade, abertura de espírito e prazer em ser educado (ainda que já se saiba mesmo muito e que são típicos de quem é verdadeiramente inteligente) que John Taylor Gatto demonstrou até aos seus últimos dias de vida, aos 82 anos de idade... Ainda no mês de Março, deste ano, num de muito poucos comentários que fiz a tweets da sua autoria, consegui ser merecedor de um "gosto", ao corrigi-lo no seguinte: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/970559729868115969

Que pena é que não tenha ele podido viver para assistir ao (possivelmente grande) impacto que irão (ou começam a) ter as suas muito importantes ideias e descobertas.

Um imenso Obrigado, John Taylor Gatto!

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colocado por Fernando Negro às 06:27

A minha eterna pega com os professores...

12.12.18

 

[Comentário que deixei há pouco no blogue da conhecida historiadora de movimentos sociais, Raquel Varela, a uma colocação sobre "burn-out docente".]

 

Professores do Ensino Secundário,

Fiquem em casa, que quando saem da mesma, só fazem é m**da. Vejam os resultados do vosso “sistema educativo”…

Gerações inteiras de gente domesticada e acéfala, demasiado estúpida para avançar com soluções para os graves (e que chegam a ser ridículos) problemas sociais que existem. (Ex: Mas que raio de gente é que tolera, durante duas décadas, andar a trabalhar com contratos que cessam ao fim de cada dia? Só ao fim de duas décadas é que acharam que isso está errado?)

A razão pela qual as pessoas não se rebelam, é porque foram domesticadas. E, quem é que as domesticou?

A razão pela qual as pessoas são cada vez mais estúpidas, é porque nunca são ensinadas e estimuladas a pensar por si próprias – e porque o Conhecimento ao qual são expostas é cada vez mais reduzido. E, quem são os responsáveis por isso?

Vocês são piores do que guardas prisionais – pois, encarceram o que de mais fundamental e sagrado qualquer ser humano tem, que é o Desenvolvimento da sua Personalidade e a sua própria Liberdade de Pensamento.

Fiquem em casa a editar páginas na Wikipedia ou outros sítios na Internet, que dessa maneira talvez venham a ter alguma utilidade. Pois, qualquer criança que atinja a puberdade é já capaz de ler livros por si própria e de tirar as suas próprias dúvidas em dicionários e enciclopédias. E, para qualquer outra dúvida que surja, se tiver pais que tenham sido bem educados, também os últimos lhe poderão ajudar a tirá-la.

Aproveitem também, já agora, para ler o que tem a dizer um autor que foi nomeado Professor do Ano, nos EUA, sobre o quão nocivo se deu ele conta que é o vosso sistema “educativo”: https://www.wook.pt/livro/compreender-a-escola-de-hoje-john-taylor-gatto/170407

(A ligação anterior é para a tradução em português do mais conhecido livro deste autor. Se não forem capazes de perceber o inglês dos seus outros livros e das muito boas entrevistas a ele feitas que estão disponíveis no YouTube, adivinhem porque razão não conseguem fazer tal coisa…)

Solidariedade para com todos os trabalhadores que lutam pelos seus direitos, excepto quem os domesticou e estupidificou!

Greve eterna aos professores do Secundário e afins! (https://blackfernando .blogs.sapo.pt/greve-eterna-aos-professores-142881)

Assinado,

Alguém que sempre odiou a Escola (e detestou a experiência) e que sempre preferiu aprender por si próprio.

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colocado por Fernando Negro às 11:14

O acesso à Cultura e ao Conhecimento sempre foi, está a e irá ser um dos principais obstáculos a quem quer *escravizar* os outros

16.09.18

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1. Razão pela qual se criam obras distópicas, que visam mentalizar as pessoas para uma sociedade futura onde o acesso a estes seja restringido e proibido.
2. Razão pela qual os meios de divulgação destes são, cada vez mais, electrónicos e requerem o uso de computadores ligados à Internet, onde podem ser controlados.
3. Razão pela qual, por exemplo, na Alemanha nazi se queimavam livros.
4. Razão pela qual, por exemplo, no Brasil era proibido aos escravos aprenderem a ler e a escrever.
5. Razão pela qual foi a invenção da Imprensa que tornou possível a Abolição da Escravatura nos Estados Unidos da América.
6. Razão pela qual se restringe, cada vez mais, o acesso a estes no sistema de escolarização (i.e. de domesticação e estupidificação) obrigatório que temos.
7. Razão pela qual estão as elites governantes a destruir de propósito a sociedade que temos.
8. Razão pela qual há quem apele à censura de quem diz que não há qualquer "aquecimento global" provocado pela actividade humana, cuja evolução tem aumentado muito o acesso a estes.
9. Razão pela qual os principais autores de informação alternativa já começam a ser censurados.
10. Razão pela qual já começaram a ser passadas leis que controlam o fluxo de informação na Internet (e, tal como a conhecemos, tem esta rede os seus dias contados).

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A incrível *Negação da Ciência* que querem uns fazer neste país

07.09.18

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Que pena tenho eu, às vezes, de não saber desenhar e fazer caricaturas políticas...
Para esta situação, acho que o que desenharia seria o Salazar a erguer os dois braços da sua campa, com uma flor numa mão e uma bandeira da Quercus na outra.
É incrível (e esperemos que também contraproducente, em termos de opinião pública) a atitude do quase-poder estabelecido científico (ou melhor, pseudocientífico) deste país perante quem quer praticar Ciência, ao não aceitar nada como verdade absoluta.
"Em Ciência, nada é absoluto." - já dizia, repetidamente e bem, a minha professora de Química do 12º ano. Pois, toda a gente que tem um mínimo de formação científica sabe que a Ciência é feita de voltas e reviravoltas - em que, décadas depois, se vem a descobrir que, o que era até então tido como uma verdade fundamental, afinal não era bem verdade. (E têm aqui um potencial exemplo.)
Aliás, isto não se aplica sequer apenas à Ciência, em particular - mas, também ocorre noutros campos do Conhecimento que, como qualquer tipo de conhecimento humano, estão em constante evolução. E, quase certamente que isto deve também já constituir uma pequena parte do que será o "senso comum" moderno - incluindo até entre quem não lê, mas vê muitos filmes de Hollywood.
E, não sei em que estado de estupidificação é que estará agora o ensino da Ciência, em particular. Mas, se ainda não tiver este piorado tanto como o de outros campos... O que os "cientistas" que assinaram a seguinte (ridícula) "carta aberta" fizeram, foi dar um tiro nos seus próprios pés...

 

Universidade do Porto deve escrutinar os eventos que organiza e promover o conhecimento baseado em Ciência

 

(Podem ver nos vários comentários a <esta> notícia o que tive eu mais a dizer sobre tudo isto.)

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Este blogue é também "pró-Vida, anti-Aborto"

14.08.18

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[Um comentário que deixei hoje num blogue cristão, a propósito da polémica que está a ocorrer na Argentina relativa à legalização ou não do Aborto.]

 

“Matamos crianças – e com a plena convicção de que estamos a fazer o que é certo!”

Que orgulho teriam os vossos antepassados da sua descendência.

Não lancem areia para os olhos das pessoas. Isto não tem nada a ver com separar a Igreja do Estado – pois, há muito que os vários países cristãos o fizeram. Isto também não tem sequer necessaria, exclusiva ou especificamente a ver com os valores cristãos, mas com algo que deveria ser universal a todos os seres humanos, que é a Valorização de e o Respeito pela Vida Humana, suas novas gerações de acéfalos e degenerados.

Já agora, os falsos “movimentos feministas” de que fazem vocês parte, seus acéfalos e ignorantes, são criações das elites que vos manipulam e vos exploram, que visam destruir as vossas famílias (https://www.prisonplanet.com/10-ways-true-feminism-is-under-attack.htmlhttps://forum.prisonplanet.com/index.php?topic =98774.msg619595#msg619595 + https://www.youtube.com/watch?v=zCpjmvaIgNA). Mas, suponho que também as últimas já não sejam algo de muito importante para vós.

 

[Ao qual acrescento que...]

 

Sei que esta é uma posição muito singular entre quem se diz "socialista libertário" - mas, é esta uma posição que sempre tive, incluindo quando fiz parte de colectivos anarquistas no passado.
Toda a gente tem direito à sua liberdade sexual, é certo. E, tudo o que seja consensual entre pessoas maiores de idade e conscientes do que fazem, não tem de estar sujeito à aprovação dos outros. Mas, a partir do momento em que estamos a falar de uma outra vida humana - e, ainda por cima, de uma criança - que é metida no assunto, não por vontade própria, as coisas mudam.
Não sou contra o que sempre foi o senso comum de permitir abortos em casos de violação, malformação do feto ou em que esteja em risco a vida da mulher.
Agora, qualquer coisa mais para além disto é, para além de infanticídio, um desrespeito imenso pela Vida Humana e a legitimação da irresponsabilidade.
E (não tendo eu votado contra despenalização do mesmo da segunda vez, por entender na altura que isso seria estar a reconhecer a legitimidade da autoridade do Estado para, através das suas corruptas forças policiais, punir quem o fizesse) soubesse eu que a despenalização do Aborto iria permitir, hoje em dia, que dezenas de milhares de crianças sejam mortas pelo próprio Estado - e, ainda por cima, com dinheiro dos contribuintes que são contra (e não querem ser cúmplices com) tal crime - teria mesmo me dirigido, uma vez mais, às cabines de voto locais para tentar impedir tal coisa de ocorrer.

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Greve eterna aos professores!

03.07.18

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Que só se preocupam em assegurar os seus postos de trabalho, neste imensamente estupidificante sistema de ensino - e que nada querem saber (porque razão não fazem greves a propósito disso?) sobre melhorar o mesmo (o que, para qualquer pessoa inteligente, deveria ser uma prioridade gritante) e que também nada fazem perante a notória redução da qualidade do mesmo.
A ser preciso uma tal figura, um "professor" só deverá ser necessário para os primeiros anos de escolaridade (talvez os primeiros 6 a 9?) para ajudar as crianças em causa a criarem os seus próprios hábitos de estudo. E, a partir de uma certa idade, qualquer criança que já saiba ler consegue estudar por si própria - lendo, para isso, os livros necessários em causa.
Se houver, ainda assim, alguma necessidade de orientação de, ou esclarecimento de dúvidas a, os mais novos, então que se crie a figura de um "orientador" ou "tutor", que apenas intervenha quando tal for necessário. Pois, fora disso, não há simplesmente necessidade alguma de ajudar alguém que já saiba ler a fazer algo de tão simples (incluindo consultar dicionários e enciclopédias, para tirar as dúvidas que tenha - o que, com a Internet então, é hoje em dia muito mais fácil do que nunca).
Eu tenho um antepassado meu que tirou o ensino secundário inteiro (e não só) sem ir a aulas algumas. E, já conheci pessoalmente quem tivesse também tirado um curso universitário inteiro (numa universidade pública de Lisboa) sem pôr os pés na faculdade (no que toca a aulas).
Eu próprio, em boa parte do meu ensino secundário, passava as aulas a que era obrigado a assistir a jogar à batalha naval (ou ao jogo do galo, com 16 quadrados e a 3 dimensões - por serem estes jogos que dava para jogar, de modo discreto, em papel) sem prestar atenção a (ou perceber nada de) o que era explicado no quadro de aulas de Matemática, por exemplo. E, depois simplesmente estudava por mim próprio a matéria em causa, através do respectivo livro, antes dos exames.
(E, não... Eu não chumbava às várias disciplinas por causa disso.)
Porque, a partir dos 15 anos de idade que me lembro, apercebi-me de que não precisava de ter assistido a aulas sobre a matéria escolar em causa para ser capaz de compreender e lidar com (pela primeira vez e por mim próprio) tais conhecimentos que tinha de adquirir.
Professores: Querem fazer alguma coisa de útil e que não passe pela domesticação das crianças ("agora sentem-se, agora levantem-se, agora sentem-se outra vez e oiçam-me falar durante mais 50 minutos - e, quando chegarem a casa, vão ter ainda de fazer este trabalho que eu vos vou dar") que têm de vos aturar e obedecer? Então, deixem tais crianças em paz e apareçam só (mas apareçam) para fazer exames - que é a única coisa de jeito que deverão ter para fazer. Pois, no que toca ao resto, claramente fazem mas é muita m**da (que está muito à vista de todos) ao restringir, cada vez mais, o conhecimento ao qual são as crianças expostas (em vez de permitirem a estas estudar o que bem entenderem e acharem necessário para a compreensão do mundo à sua volta).
Também, o usarem crianças e menores de idade como reféns (que, não tendo poder de voto, não são os culpados da actual situação política) nas vossas lutas de m**da (para assegurar a continuidade desta m**da de sistema de ensino) é simplesmente indecente.
Que se recusem grevistas a assegurar serviços a quem (por ser maior de idade e ter poder de voto) é directa ou indirectamente responsável pelo estado a que chegou a actual situação política, é uma coisa... Agora, recusarem-se a fazer exames a (e a deixar prosseguir) alunos que (ao contrário de vocês) irão, na sua maioria, fazer algo de útil e benéfico para a sociedade, com os cursos superiores que querem tirar, é mesmo muito indecente da vossa parte...
Greve eterna aos professores do Secundário e afins!

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Dois melhores exemplos de como conseguem os média controlados alterar eficazmente a percepção de factos entre as novas gerações

28.06.18

(Três tweets que fiz no passado - em resposta a um outro de um conhecido autor - seguidos de um muito bom vídeo que hoje descobri no YouTube.)

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colocado por Fernando Negro às 17:16