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Os equipamentos da Huawei como "cavalos de Troia" chineses

09.01.19

[Não é que faça grande diferença que os equipamentos "smart" e afins que usamos sejam vigiados e controlados por interesses fascistas chineses ou antes por interesses protofascistas/neofeudalistas ocidentais. Mas, para quem ainda tenha dúvidas de que a Internet, em si, e também as redes de telemóveis foram montadas com propósitos de vigilância e controlo, aqui fica mais um indício...]

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Poderá Richard Stallman ser um novo Karl Marx?

03.01.19

stallman.png

Esta é uma dúvida, mesmo muito pertinente, que em mim surgiu, depois de ter eu constatado que a fórmula de falsos movimentos sociais (que visam controlar os insatisfeitos ou levar as pessoas a lutar por objectivos que acabam por favorecer o próprio sistema) também se aplica ao domínio ou mundo digital - tal como vejo ocorrer no meu próprio país...
Sendo, no entanto, uma dúvida que não deixa de ser tal, por muito que reflicta eu sobre o assunto em causa - pois, apesar do que a seguir exponho, o Software Livre é (independentemente de quaisquer possíveis dúvidas sobre a sua origem) um movimento que (em muito) deve ser apoiado e deve crescer, se é software que queremos continuar a utilizar, como muito boa criação da Humanidade que foi (independentemente dos seus presentes usos nefastos).
E, o que me faz ter tal dúvida (que exponho no título desta colocação) é, para além do que considero ser um comportamento típico de um "lavado ao cérebro" (de tentar, de qualquer modo, arranjar maus argumentos que contrariem algo que atenta contra o que em que se acredita, em vez de simplesmente julgar novos factos com que se depara de modo racional e despreconceituoso, deixando possíveis novas conclusões que daí advenham irem dar aonde forem dar - vulgo "pensamento livre", que deveria ser a norma em qualquer ser humano que se preze) muito pouco condicente com alguém que é muito inteligente e que muito lida com lógica, com que me deparei de cada vez que escrevi a Stallman a avisá-lo de factos políticos que invalidam algumas das crenças expostas no seu sítio pessoal na Internet, o seguinte...

 

  1. Richard Stallman é originário do MIT - uma instituição privada e elitista, que faz claramente parte do poder estabelecido, no que toca a moldar e a controlar quem nela ingressa e, acima de tudo, uma instituição que é de onde muito do desenvolvimento informático e tecnológico (que depois é usado para servir interesses do sistema) é originário de. Isto é, uma instituição que serve para a pesquisa e o desenvolvimento de projectos tecnológicos do próprio poder estabelecido - tendo Richard Stallman chegado longe dentro desta instituição (onde, certamente, por norma - mas, não exclusivamente - é a quem estiver feito com certos interesses que tal é mais permitido ocorrer) e feito parte de um destes projectos (de criação de Inteligência Artificial, em termos genéricos, que é hoje usada, em termos muito específicos, com propósitos de vigilância).
  2. A Free Software Foundation - e, acima de tudo, o (inadvertido) subproduto pelo movimento do Software Livre criado, a Linux Foundation - é financiada por várias grandes corporações - e, no caso da Linux Foundation, a última é até financiada por multinacionais (Microsoft incluída!) claramente pertencentes a este mesmo poder estabelecido ocidental e não só (as quais depois combinam os resultados deste movimento do Software Livre com software proprietário - algum do qual é também notoriamente usado com propósitos de vigilância, como é o caso do conhecido sistema operativo Android) - sendo que o uso de Software Livre é até promovido por algumas destas multinacionais.
  3. Richard Stallman já foi até convidado para participar na Web Summit (uma cimeira claramente organizada pelo próprio poder estabelecido).
  4. Richard Stallman é apoiante do Partido Democrata e do Partido Verde, nos EUA - tudo instituições imensamente controladas (ou até criadas) por interesses nefastos (e até com finalidades ocultas, no caso do Partido Verde) - sendo, com isto, um apoiante de causas antiprogressistas (ainda que travestidas de rótulos contrários) tal como pode ser constatado no seu sítio pessoal na Internet.
  5. Richard Stallman tem uma nota no final da página inicial do seu sítio na Internet relativa a uma fotografia onde aparece a "tocar música para a borboleta" (um animal genericamente usado como símbolo de controlo mental).
  6. Richard Stallman (e este é que é o aspecto que considero verdadeiramente suspeito em - e que me deixa "de perna atrás" com - o mesmo) é um "anti-religioso militante". Isto é, mais do que ser meramente ateu[?], faz uma discreta campanha contra o Cristianismo, no seu país e não só (ver a fotografia que acompanha esta colocação). E, porquê a necessidade de atacar as crenças pessoais dos outros, no decorrer da sua actividade pública? Se é até o Cristianismo a razão pela qual o Ocidente é muito mais civilizado que o restante Mundo? Para além de que a Religião nada tem a ver com a sua missão de espalhar a ideologia do Software Livre?
  7. Elaborando mais sobre o ponto 2 desta lista... O interesse que poderia ter o próprio sistema no desenvolvimento do Software Livre está até à vista de todos, na quantidade de equipamentos e respectivos firmwares que compramos, hoje em dia - nos quais vem assinalada, na documentação que os acompanha, a presença de componentes de licença "GNU GPL". Ou seja, o Software Livre tem sido um óptimo acrescento que o próprio sistema tem usado, no desenvolvimento dos seus próprios programas de código-fonte fechado. E, se tão útil é este Software Livre para (e tão grande interesse tem notoriamente) o próprio sistema (em utilizar tais produtos)... Não é de suspeitar que tivesse o próprio poder estabelecido tido todo o interesse em criar mais este grande movimento do Software Livre (entre tantos outros que já criou)?

 

Como digo, esta é apenas uma dúvida, ou possível suspeita, que tenho (e que continua a não deixar de o ser) - mas, que achei que era de interesse partilhar com os demais...
Quem não entenda a referência que faço a Karl Marx, pode perceber a mesma lendo <esta> minha anterior colocação.
E, atenção que, mesmo que tal suspeita minha possa corresponder à verdade... Da mesma maneira que o facto de Karl Marx ou Mikhail Bakunin terem inventado duas formas de Socialismo não invalida o Socialismo, em si, nada disto invalida o movimento do Software Livre, em si - que, como disse e repito, é um movimento que muito deve ser cultivado entre quem produz e entre quem usa software, pelas razões que tanto são referidas pelos seus adeptos.

[Acrescentado a 09/01/2019: Tal como denuncio nos comentários posteriores que fiz a esta colocação, o facto de ter eu entretanto constatado que Richard Stallman afinal só saiu efectivamente do MIT em 1998, tendo continuado até ao referido ano a trabalhar para o seu laboratório de Inteligência Artificial, financiado pela DARPA, acabou por promover uma mera possibilidade que levantava eu nesta colocação a uma agora forte suspeita que tenho, quanto aos reais propósitos do movimento informático por esta conhecida figura criado...]

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O "Admirável Mundo Novo", caracterizado pelo surgimento de um Estado Policial de natureza informática, também passa por Lisboa

31.10.18

(Pois, que sítio melhor para o ir montando, do que no país da Europa Ocidental - a seguir aos várias da fria e consequentemente pouco acolhedora Escandinávia - onde as pessoas menos ciosas são dos seus direitos...)

 

A Internet (tal como tenho eu ultimamente denunciado) é uma ferramenta de vigilância e de controlo, montada pelo próprio poder estabelecido.
Por enquanto, tem funcionado de modo contraproducente, ao permitir a circulação de informação contrária aos interesses desse mesmo poder estabelecido. Mas, não faltará muito, certamente, para que se torne numa rede controlada, onde não irá haver verdadeira liberdade de circulação de ideias e de notícias.
As leis que controlam a informação nesta rede já começaram a ser passadas. E, daqui para a frente, será uma mera questão de se irem (gradualmente) fazendo acrescentos e "melhoramentos" a estas mesmas leis.
Bem-vindos ao Estado Policial do futuro, onde quase tudo irá ser controlado via Internet.

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colocado por Fernando Negro às 05:27

O acesso à Cultura e ao Conhecimento sempre foi, está a e irá ser um dos principais obstáculos a quem quer *escravizar* os outros

16.09.18

book_burning.jpg

1. Razão pela qual se criam obras distópicas, que visam mentalizar as pessoas para uma sociedade futura onde o acesso a estes seja restringido e proibido.
2. Razão pela qual os meios de divulgação destes são, cada vez mais, electrónicos e requerem o uso de computadores ligados à Internet, onde podem ser controlados.
3. Razão pela qual, por exemplo, na Alemanha nazi se queimavam livros.
4. Razão pela qual, por exemplo, no Brasil era proibido aos escravos aprenderem a ler e a escrever.
5. Razão pela qual foi a invenção da Imprensa que tornou possível a Abolição da Escravatura nos Estados Unidos da América.
6. Razão pela qual se restringe, cada vez mais, o acesso a estes no sistema de escolarização (i.e. de domesticação e estupidificação) obrigatório que temos.
7. Razão pela qual estão as elites governantes a destruir de propósito a sociedade que temos.
8. Razão pela qual há quem apele à censura de quem diz que não há qualquer "aquecimento global" provocado pela actividade humana, cuja evolução tem aumentado muito o acesso a estes.
9. Razão pela qual os principais autores de informação alternativa já começam a ser censurados.
10. Razão pela qual já começaram a ser passadas leis que controlam o fluxo de informação na Internet (e, tal como a conhecemos, tem esta rede os seus dias contados).

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A Internet é um instrumento de vigilância (e também de controlo)

26.08.18

Um excerto da edição de 21/08/2018 do The Alex Jones Show, que vem confirmar o que eu já tinha vindo a denunciar aquiaqui e aqui.

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colocado por Fernando Negro às 01:09

Crimes Invisíveis

25.07.18

Pensei em escrever uma longa colocação, sobre todas as implicações que a seguinte notícia representa... Mas, como a paciência já não é muita - e, já agora, também para tentar estimular alguns neurónios - irei então, de modo sucinto, referir apenas algumas das mais importantes implicações - que poderão depois vocês complementar, à medida que forem, por outros meios, aprendendo mais sobre as possibilidades que oferecem este tipo de sistemas de vigilância, que operam com recurso à inteligência artificial.

Vejam o seguinte filme e depois leiam a notícia - ou, se quiserem, façam ao contrário...


 

Bill Gates backs a $1 billion plan to cover Earth in 'Big Brother' satellites capable of streaming 'live and unfiltered' HD footage of the planet

 


...e, depois de o fazerem, saibam que:

  1. Já é possível, através da inteligência artificial, reconhecer alguém pelo seu modo de andar.
  2. Tudo o que é feito com recurso a vídeo pode ser gravado. E, deste modo, cada um de nós poderá passar a ter o "filme da sua vida" (filmado de "cima", por estes satélites - e complementado pelo cada vez maior número de câmaras de vigilância em espaços públicos) destacado dos registos do Grande Irmão, depois de serem os dados gravados processados para mostrar apenas o percurso de uma única pessoa. (E, como tal, de cada vez que quiser o Grande Irmão saber onde, e com quem, é que estávamos em certo dia, e a certa hora, terá apenas de usar as suas capacidades informáticas.)
  3. Também, se se quiser fazer esta vigilância em tempo real, observar milhões (ou mesmo biliões) de indivíduos - ou, em termos informáticos, gerir milhões (ou mesmo biliões) de instâncias - ao mesmo tempo, certamente que não será nada por aí além, por parte dos supercomputadores que existirão quando tal sistema for implementado (e, provavelmente, até com os que já existem, mas que nós desconhecemos).


Soa-vos rebuscado?
Informem-se sobre a chamada Lei de Moore - que diz que a evolução da capacidade de processamento informático é feita de modo exponencial (e não apenas linear) - e comparem, por exemplo, os MHz dos computadores da vossa infância com os que se vendem hoje em dia (e, acima de tudo, saibam que a tecnologia que o Grande Irmão possui está sempre décadas à frente do que é do uso, ou sequer conhecimento, público).

Soa-vos totalitário?
É isso mesmo que é... E, tal como o filme de Wim Wenders indicia... O que um sistema de vigilância destes (associado ao uso de armas de qualquer tipo e a um regime totalitário) representa, são os literais controlo quase-absoluto dos cidadãos e quase-fim da possibilidade de movimentações sociais por parte dos últimos que ponham em causa o regime vigente.

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colocado por Fernando Negro às 20:57

Fahrenheit 451

01.07.18

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Pois é... E, é por isso mesmo é que a Internet, tal como a conhecemos, tem os seus dias contados. Para além de que, até no que toca aos próprios livros, tudo o que é informação está a ser movido para computadores e formatos electrónicos que possam ser acedidos (i.e. vigiados e controlados) através da Internet.
(Fotografia de ecrã tirada deste trecho de promoção.)

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colocado por Fernando Negro às 13:42

Razão pela qual smartphones modernos não têm bateria removível

11.06.18



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colocado por Fernando Negro às 14:09

O conceito de "bugdoor" explicado num filme da série "Star Wars"

20.05.18

bugdoors.png

 

Há anos que eu ando a avisar a comunidade e o movimento do Software Livre de que, o facto do código-fonte dos vários programas e sistemas operativos ser aberto não é, por si só, uma garantia de relativa segurança... Pois, se o facto de ser conhecido o código-fonte de um software elimina praticamente a possibilidade de se colocarem nele "portas dos fundos" (ou "backdoors") sem estas serem detectadas, ainda que seja todo o código capaz de ser inspeccionado, isso não quer dizer que não possa o mesmo ter grandes falhas de segurança.
O que eu estou aqui a dizer não é propriamente uma novidade, é certo. Pois, sejam elas pequenas ou grandes, falhas de segurança são repetidamente descobertas, por terem sido inadvertidamente criadas pelos autores do Software Livre em causa.
Mas, e se forem tais falhas criadas propositadamente?
É aqui que entra o conceito de "bugdoor" (em oposição ao de mero "bug").
Imaginemos que somos alguém que quer sabotar o seguro funcionamento de um sistema operativo ou mero programa, mas não podemos simplesmente colocar uma "backdoor" no mesmo, por ser o código-fonte passível de ser inspeccionado por quem vai usar tais sistema operativo ou programa.
Não há então possibilidade de se instalar uma "backdoor" sem esta ser detectada?
Muito bem, cria-se então uma "bugdoor"...
Isto é, cria-se (propositadamente) uma falha algures no sistema que queremos tornar vulnerável - mas, uma falha quase que escondida numa parte particularmente complexa do software, que torne a sua detecção tão difícil quão complexa seja essa mesma parte do software.
Soa rebuscado?
Não sou apenas eu que consigo pensar numa coisa destas (e, recorrendo à lógica elementar, concluir que, se consigo eu lembrar-me disto, certamente que conseguem também os inimigos da Privacidade e da Segurança fazer o mesmo). Pois, este mesmo exacto conceito acaba de ser revelado num filme de ficção, que faz parte de uma muito conhecida série de cinema.
E, assim sendo, convido então todos os que queiram saber mais do que estou eu a falar a verem (ou se informarem sobre a essência da história de) o filme Rogue One: Uma História de Star Wars - e a compararem depois o que nele é descrito com os avisos que já fazia eu <aqui>, <aqui><aqui> e também <aqui>.

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