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O acesso à Cultura e ao Conhecimento sempre foi, está a e irá ser um dos principais obstáculos a quem quer *escravizar* os outros

16.09.18

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1. Razão pela qual se criam obras distópicas, que visam mentalizar as pessoas para uma sociedade futura onde o acesso a estes seja restringido e proibido.
2. Razão pela qual os meios de divulgação destes são, cada vez mais, electrónicos e requerem o uso de computadores ligados à Internet, onde podem ser controlados.
3. Razão pela qual, por exemplo, na Alemanha nazi se queimavam livros.
4. Razão pela qual, por exemplo, no Brasil era proibido aos escravos aprenderem a ler e a escrever.
5. Razão pela qual foi a invenção da Imprensa que tornou possível a Abolição da Escravatura nos Estados Unidos da América.
6. Razão pela qual se restringe, cada vez mais, o acesso a estes no sistema de escolarização (i.e. de domesticação e estupidificação) obrigatório que temos.
7. Razão pela qual estão as elites governantes a destruir de propósito a sociedade que temos.
8. Razão pela qual há quem apele à censura de quem diz que não há qualquer "aquecimento global" provocado pela actividade humana, cuja evolução tem aumentado muito o acesso a estes.
9. Razão pela qual os principais autores de informação alternativa já começam a ser censurados.
10. Razão pela qual já começaram a ser passadas leis que controlam o fluxo de informação na Internet (e, tal como a conhecemos, tem esta rede os seus dias contados).

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A incrível *Negação da Ciência* que querem uns fazer neste país

07.09.18

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Que pena tenho eu, às vezes, de não saber desenhar e fazer caricaturas políticas...
Para esta situação, acho que o que desenharia seria o Salazar a erguer os dois braços da sua campa, com uma flor numa mão e uma bandeira da Quercus na outra.
É incrível (e esperemos que também contraproducente, em termos de opinião pública) a atitude do quase-poder estabelecido científico (ou melhor, pseudocientífico) deste país perante quem quer praticar Ciência, ao não aceitar nada como verdade absoluta.
"Em ciência, nada é absoluto." - já dizia, repetidamente e bem, a minha professora de Química do 12º ano. Pois, toda a gente que tem um mínimo de formação científica sabe que a Ciência é feita de voltas e reviravoltas - em que, décadas depois, se vem a descobrir que, o que era até então tido como uma verdade fundamental, afinal não era bem verdade. (E têm aqui um potencial exemplo.)
Aliás, isto não se aplica sequer apenas à Ciência, em particular - mas, também ocorre noutros campos do Conhecimento que, como qualquer tipo de conhecimento humano, estão em constante evolução. E, quase certamente que isto deve também já constituir uma pequena parte do que será o "senso comum" moderno - incluindo até entre quem não lê, mas vê muitos filmes de Hollywood.
E, não sei em que estado de estupidificação é que estará agora o ensino da Ciência, em particular. Mas, se ainda não tiver este piorado tanto como o de outros campos... O que os "cientistas" que assinaram a seguinte (ridícula) "carta aberta" fizeram, foi dar um tiro nos seus próprios pés...

 

Universidade do Porto deve escrutinar os eventos que organiza e promover o conhecimento baseado em Ciência

 

(Podem ver nos vários comentários a <esta> notícia o que tive eu mais a dizer sobre tudo isto.)

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Greve eterna aos professores!

03.07.18

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Que só se preocupam em assegurar os seus postos de trabalho, neste imensamente estupidificante sistema de ensino - e que nada querem saber (porque razão não fazem greves a propósito disso?) sobre melhorar o mesmo (o que, para qualquer pessoa inteligente, deveria ser uma prioridade gritante) e que também nada fazem perante a notória redução da qualidade do mesmo.
A ser preciso uma tal figura, um "professor" só deverá ser necessário para os primeiros anos de escolaridade (talvez os primeiros 4-6?) para ajudar as crianças em causa a criarem os seus próprios hábitos de estudo. E, a partir de uma certa idade, qualquer criança que já saiba ler consegue estudar por si própria - lendo, para isso, os livros necessários em causa.
Se houver, ainda assim, alguma necessidade de orientação de, ou esclarecimento de dúvidas a, os mais novos, então que se crie a figura de um "orientador" ou "tutor", que apenas intervenha quando tal for necessário. Pois, fora disso, não há simplesmente necessidade alguma de ajudar alguém que já saiba ler a fazer algo de tão simples (incluindo consultar dicionários e enciclopédias, para tirar as dúvidas que tenha - o que, com a Internet então, é hoje em dia muito mais fácil que nunca).
Eu tenho um antepassado meu que tirou o ensino secundário inteiro (e não só) sem ir a aulas algumas. E, já conheci pessoalmente quem tivesse também tirado um curso universitário inteiro (numa universidade pública de Lisboa) sem pôr os pés na faculdade (no que toca a aulas).
Eu próprio, em boa parte do meu ensino secundário, passava as aulas a que era obrigado a assistir a jogar à batalha naval (ou ao jogo do galo, com 16 quadrados e a 3 dimensões - por serem estes jogos que dava para jogar, de modo discreto, em papel) sem prestar atenção a (ou perceber nada de) o que era explicado no quadro de aulas de Matemática, por exemplo. E, depois simplesmente estudava por mim próprio a matéria em causa, através do respectivo livro, antes dos exames.
(E, não... Eu não chumbava às várias disciplinas por causa disso.)
Porque, a partir dos 15 anos de idade que me lembro, apercebi-me de que não precisava de ter assistido a aulas sobre a matéria escolar em causa para ser capaz de compreender e lidar com (pela primeira vez e por mim próprio) tais conhecimentos que tinha de adquirir.
Professores: Querem fazer alguma coisa de útil e que não passe pela domesticação das crianças (agora sentem-se, agora levantem-se, agora sentem-se outra vez e oiçam-me falar durante mais 50 minutos - e, quando chegarem a casa, vão ter ainda de fazer este trabalho que eu vos vou dar) que têm de vos aturar e obedecer? Então, deixem tais crianças em paz e apareçam só (mas apareçam) para fazer exames - que é a única coisa de jeito que deverão ter para fazer. Pois, no que toca ao resto, claramente fazem mas é muita m**da (que está muito à vista de todos) ao restringir, cada vez mais, o conhecimento ao qual são as crianças expostas (em vez de permitirem a estas estudar o que bem entenderem e acharem necessário para a compreensão do mundo à sua volta).
Também, o usarem crianças e menores de idade como reféns (que, não tendo poder de voto, não são os culpados da actual situação política) nas vossas lutas de m**da (para assegurar a continuidade desta m**da de sistema de ensino) é simplesmente indecente.
Que se recusem grevistas a assegurar serviços a quem (por ser maior de idade e ter poder de voto) é directa ou indirectamente responsável pelo estado a que chegou a actual situação política, é uma coisa... Agora, recusarem-se a fazer exames a (e a deixar prosseguir) alunos que (ao contrário de vocês) irão, na sua maioria, fazer algo de útil e benéfico para a sociedade, com os cursos superiores que querem tirar, é mesmo muito indecente da vossa parte...
Greve eterna aos professores do secundário e afins!

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A muito importante razão pela qual nos devemos informar sempre por nós próprios sobre os problemas de saúde que possamos ter...

04.05.18

Assunto: Diabetes tipo 2 pode ser eliminada retirando os hidratos de carbono da dieta



(Tal como em tudo o que, por norma, envolva a tomada de medicamentos...) É preciso procurarmos sempre (por nós próprios) por possíveis terapias alternativas aos vários problemas que possamos ter. Pois, (tal como é denunciado nesta notícia: https://zap.aeiou.pt/curar-doentes-mau-199624) não é do interesse da indústria farmacêutica curar pessoas - mas antes, torná-las dependentes de medicamentos. E, (tal como a ligação, que recentemente foi revelada, que existe entre ministros e banqueiros portugueses indicia: https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/salgado-promete-reforma-de-61-mil-euros-a-manuel-pinho) os nossos governos (que controlam o sistema educativo no qual os médicos são escolarizados) são controlados pelos grandes interesses económicos. E um dos maiores interesses económicos que existe (e mais lucro faz neste mundo) é a indústria farmacêutica. Por isso, não esperem que sejam os tradicionais médicos que existem quem tenha sempre as melhores soluções para os problemas.

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Universidades e Maçonaria

23.10.17

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Quem tenha pesquisado com alguma profundidade sobre a temática das sociedades secretas, saberá que é no decorrer do trajecto universitário que, por norma, é alguém recrutado para as mesmas - quando, de entre os seus colegas, alguém dá provas de possuir superior inteligência e capacidade de trabalho. E, a confirmar o que eu digo, temos por exemplo o seguinte excerto, de um artigo sobre o lançamento recente de um livro sobre a Maçonaria em Portugal:


"Na maçonaria, o recrutamento acontece (...) sobretudo no terreno fértil das faculdades e das juventudes partidárias. (...) O importante é assegurar que a rede de influência em sectores-chave da sociedade nunca perde vitalidade. (...) A maçonaria revela muito mais interesse pelas universidades do país, porque convém a esta organização atrair novos elementos que tenham já dado provas de que o sucesso profissional está garantido."
--- Jornal "i", sobre o livro O Fim dos Segredos de Catarina Guerreiro

Ora, tendo obviamente tal conhecida sociedade secreta preferência por quem é mais promissor, será de esperar que, entre os recrutados, haja aqueles que mais tarde obtêm posições de destaque nesse mesmo meio universitário - nomeadamente, entre o corpo docente e entre quem é eleito pelo mesmo para as reitorias destas universidades, certo? (E, consequentemente, assim que se instalem maçons dentro destes mesmos órgãos dirigentes, é de esperar que os que já lá estão dêm preferência a quem é membro desta sociedade, quando se trata de admitir novos docentes para tais universidades, certo? E, com o passar do tempo, facilmente dá para ver em que sentido é que tudo isto evolui, certo? Aliás, quem é que acham vocês que está atento e dá indicações para que se recrutem os alunos que se destacam?)

Tendo isto em conta, reparem então no seguinte, relativamente à composição da suposta "Comissão Técnica Independente", formada por 12 pessoas, que produziu o relatório sobre os incêndios na zona de Pedrógão Grande:

  • Metade dos nomeados foram-no pelos partidos políticos com assento parlamentar
  • A outra metade foram-no pelo "Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas"


Juntando o que eu digo e é também reportado, sobre a Maçonaria, com o facto de que a maior parte dos partidos com assento parlamentar são partidos controlados pelo poder estabelecido (incluindo o Bloco de Esquerda) e o facto de que foi um partido do sistema, o PSD, quem propôs que se formasse esta Comissão...

Acham mesmo que esta Comissão é verdadeiramente "independente"?

E acham, por isso, que podemos acreditar no que diz esta Comissão?

(Aliás, por extensão... Acham que os corpos docentes e respectivos dirigentes das universidades deste país são instituições nas quais podemos confiar, para o que quer que seja?)

Nota de interesse: O último estabelecimento de ensino em que eu estive inscrito (uma faculdade pública desta amostra de país) tem agora um departamento inteiro dedicado ao suposto estudo e também à emissão de proganda sobre a impostura científica das "alterações climáticas". As mesmas "alterações climáticas" que são mencionadas no relatório desta suposta comissão "independente". (Como eu digo na minha colocação anterior... Podemos confiar, no que quer que seja, hoje em dia, que seja oriundo do Estado?)

Outra nota de interesse, esta para compreender o que eu aqui estou a insinuar: Por ser a cultura portuguesa uma não tão sofisticada, não existe termo equivalente na nossa língua. Mas, para quem souber ler inglês, procure informar-se sobre o que é uma "whitewash".

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colocado por Fernando Negro às 17:18

Noam Chomsky apoia Hillary Clinton

31.10.16

(A quem tiver isto passado ao lado - e, não é que tal seja importante para mim, vindo de alguém com quem sempre aprendi muito pouco - deixo aqui esta curiosa nota, sobre as próximas eleições presidenciais estadunidenses.)



Em declarações no início deste ano à estação de televisão pseudo-alternativa Al Jazeera, o não declarado líder intelectual de muitos activistas e supostos anarquistas, Noam Chomsky, disse que votaria em Hillary Clinton, se estivesse em situação de poder ajudá-la a ser eleita. E, podem ler os excertos que interessam dessa entrevista, <aqui> (num artigo onde também é denunciado que Chomsky apoiou monetariamente o pré-candidato democrata Bernie Sanders).
Hillary Clinton! A Secretária de Estado co-responsável por várias guerras de agressão, que gozou com a tortura e morte de Qaddafi e que irá prosseguir com o cerco militar da Rússia, fazendo o mundo continuar no caminho para uma Terceira Guerra Mundial.
Chomsky não só disse isto, como nessa mesma entrevista chamou a todos os pré-candidatos republicanos "negacionistas das alterações climáticas" - assumindo-se (com tal declaração e com alguns artigos seus recentes - [1] [2]) como um defensor da já mais que provada mentira do "aquecimento global provocado pelas actividades humanas".
Juntem a isto (1) o facto deste filósofo dizer que não é importante saber quem assassinou John F. Kennedy ou quem realmente cometeu os atentados de 11 de Setembro - [1] [2] - (e até mesmo que existem "imensas provas" de que a Administração Bush "não esteve envolvida" nos últimos) e (2) o facto de ser este conhecido autor um professor no sistema de estupidificação (leia-se escolarização) oficial - e de dar o mesmo até palestras sobre "política educativa" a outros professores, sobre como deverão os últimos prosseguir com o seu trabalho de estupidificação e domesticação - e, só mesmo quem tiver sido quase completamente estupidificado por este sistema é que não conseguirá ver que este conhecido intelectual não pode ser nenhum "anti-sistema" ou anarquista.

(Apenas uma nota de interesse, que pensei que deveria fazer, antes daquelas que poderão ser as mais importantes eleições de sempre, se - tal como muitos prevêem - vierem a ser as últimas eleições presidenciais estadunidenses de sempre.)

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O "meu" quase-candidato

21.01.16

 

Não, não estou com isto a abandonar a minha ideologia anarquista...
Pois, continuo a achar que o acto de passar cartas e cheques em branco a desconhecidos faz parte do problema e não da solução.
Mas, talvez, em parte, para me redimir do quase-elogio que fiz, nas anteriores eleições presidenciais, a alguém que depois se veio a revelar ser uma desilusão - e, acima de tudo, pela consideração e pelo respeito que tenho pela pessoa em causa - não quis deixar de fazer uma colocação também sobre estas eleições presidenciais.
E, assim sendo, aqui vai uma breve avaliação que faço, dos candidatos que considero terem relevância política...

Maria de Belém é uma anedota. É uma pessoa que vem de dentro do sistema e que nunca fez nada (de significativo, pelo menos) para impedir as coisas de chegar a este estado.
Sampaio da Nóvoa é, pela sua muito visível campanha e pelas pessoas que o rodeiam, claramente o candidato que é apoiado, de modo encoberto, por quem domina o PS. Tem um grande paleio, muito floreado, de que é a favor da educação, do conhecimento e da cultura, mas não explica como se chegou então ao estado a que se chegou, de gente tão ignorante que é formada na sua Universidade, e aos péssimos resultados, bem visíveis, de quem é formado por este sistema universitário, em geral - levando-me a crer que, de facto, é exactamente por estar muito preocupado com a educação que as pessoas têm é que ocupou o cargo que ocupou, mas com intenções que quase ninguém será capaz de atingir.
Edgar Silva é alguém claramente bem-intencionado, que, pelo seu passado, prova ser boa pessoa. Mas, num país tão avesso a ideais socialistas, não tem hipótese alguma de vir a ocupar o cargo.
Henrique Neto também é bem-intencionado. E até denuncia a Maçonaria. Mas, ao defender intervenções militares no estrangeiro, que violam gravemente a Constituição, demonstra não estar à altura do cargo, daquela que é a figura que mais deve defender tais princípios sagrados. E fica também aquém, em termos de actividade passada e presente que provoque danos no "sistema", do candidato que eu a seguir descrevo.
Quanto ao candidato que eu aqui quase "promovo", para além de também defender este, infelizmente, intervenções militares no estrangeiro - o que me faz descrevê-lo da maneira que o descrevo no título desta colocação - quem pesquisar sobre o seu passado, irá saber que, não só foi este vice-presidente de uma autarquia presidida por alguém que é um óbvio lacaio do poder estabelecido, como que a sua ONG, que investiga a corrupção em Portugal, faz parte de uma rede internacional que é financiada por George Soros e outras pessoas e entidades pertencentes a esse mesmo poder estabelecido. Mas, o vir de dentro do sistema não quer necessariamente dizer que se está completamente alinhado com o mesmo. (E, veja-se o caso do anterior Presidente mexicano, Felipe Calderón, que diz Daniel Estulin que estava seriamente empenhado na luta contra o tráfico de drogas no seu país.)
Paulo de Morais, não fosse a sua posição relativa a intervenções militares no estrangeiro, até que seria a pessoa mais indicada para o cargo. Pois, o que está aqui em causa não é uma questão de ideologias de esquerda ou de direita. No modelo político português, o Presidente é um árbitro. Alguém que veta ou aprova leis, que poderá intervir no funcionamento das Forças Armadas e que dissolve o Parlamento em caso de problemas. E, o modo mais correcto de exercer tal cargo, é exercê-lo como alguém que está acima das diferentes ideologias - e que, para além de avaliar sempre a correcção ou não das leis que lhe cheguem, só deverá não aprovar as mesmas, fora das suas eventuais não condicências com princípios institucionais, caso estas violem gravemente algum dos princípios pessoais que tenha.
Mas, como para se votar Paulo de Morais é preciso estar-se bem informado (exceptuando, infelizmente, na muito importante questão da Constituição) e ser-se bem formado e são estas duas características que não abundam entre a população portuguesa...
Está-se mesmo a ver que quem vai ganhar é o propagandista-mor do canal televisivo que recebe ordens de Espanha, membro do Clube Bilderberg, amigo íntimo de Ricardo Salgado, filho de um Ministro fascista e que deve o seu nome próprio ao facto de que esteve para ser afilhado do último ditador fascista que governou este país... Marcelo Rebelo de Sousa.

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Porque não precisamos de professores para nada

06.01.16

DumbingUsDown_Gatto.jpg(Uma explicação por mim dada, a alguém que é também capaz de observar os resultados do processo de estupidificação a que são sujeitos todos os que são forçados a submeter-se ao sistema de ensino que temos, misturada com uma algo interessante história familiar, nos primeiros comentários a uma colocação muito bem escrita, que encontrei nos blogues aqui da SAPO...)

http://zibaldone.blogs.sapo.pt/a-pior-juventude-33241

(Recomenda-se a leitura do muito revelador e também muito vendido livro que é exibido no lado direito desta colocação.) --------------------->

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colocado por Fernando Negro às 11:09