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O "Admirável Mundo Novo" do Bloco de Esquerda

07.08.18

(Que, para além de ser a favor da União Europeia - que toda a gente bem informada sabe ser um prelúdio para um Governo Mundial - quer pôr o próprio Estado a distribuir droga!)

 

"Para nós, o toxicodependente não é um caso de polícia mas de saúde pública. E é indispensável admitir a necessidade de se ir mais longe, até à legalização do consumo e à distribuição pelo Estado e sob controlo médico, das drogas duras."
--- "Manifesto fundador do BE"

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Para que serve a Polícia? (x2, versão curta e grossa)

13.06.18

Um comentário que deixei anteontem a uma colocação num blogue, a propósito das manifestações que têm ocorrido no Reino Unido, por causa da detenção de Tommy Robinson pela Polícia, por ter este conhecido activista simplesmente reportado sobre o veredicto de um julgamento de um caso de proxenetismo, violações, raptos e tráfico de crianças por parte de um grupo de muçulmanos.

 

"NWA was right". :)

Loved that particular tag (the same way I loved their well-known song, when I found out about it - after years of personally witnessing Police abuse and hypocrisy).

The Police *never* served the interests of the common citizen. Their real function is to protect the interests and impose the will of the ruling class. And, if they indeed imprison some criminals, that's because those criminals also represent a danger to that same ruling class. Since, the root cause of most criminal activity that affects the common citizen (drug dealing) is never really combated - but, actually protected by the Police (https://www.youtube .com/watch?v=UT5MY3C86bk + https://www.amazon.co.uk/Shadow-Masters-Governments-Intelligence-Terrorists/dp/0979988616/).

(If you're talking about sheriffs - who are elected officials - then that's a different story... But, when it comes to the regular police force, who obeys the State, that's always the case. Even if most police officers are not aware of such, and sometimes also protect some common citizens - when those common citizens are not opposing the ruling class, that is.)

 

Comentário esse, ao qual aproveito para acrescentar um vídeo de (apenas) parte do que mais faz a Polícia a este activista, ao ponto de afectar até a família do último. (Vejam o vídeo e possivelmente interroguem-se: Quem é que está a Polícia a proteger, no seguinte que é um claro caso de assédio?)

 

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A Fábrica de Nada

29.05.18



No decorrer de um inevitável processo de Colapso económico e desindustrialização (que está à beira de se tornar muito pior) e também já no início de uma era de transição para a mão-de-obra robótica em trabalhos fabris, parece este filme querer dar a dica (obviamente errada e tardia, que levará a um beco sem saída) de que, a maneira de se lidar com este inevitável Colapso industrial, é simplesmente entrar agora em autogestão nas várias fábricas, ignorando as actuais situação e evolução económicas, assim como a necessária adaptação à nova realidade tecnológica.
Como alguém que possui um passado anarquista, este filme provoca inevitavelmente em mim sentimentos mistos - pois, passando ao lado do seu modo de produção claramente não-anarquista e da altura em que este surge, tem também o próprio filme vários aspectos que considero negativos, maioritariamente associados à aplicação prática do conhecido (e notoriamente autodestrutivo) lema "Sexo, Drogas e Rock'n'Roll" (ou, neste caso, "Punk Rock").
Para além de que, parece esta obra criar uma atmosfera maioritariamente distópica e sombria.
E, o facto de ter sido este um filme que foi, muito estranhamente, premiado, bastante elogiado e até promovido internacionalmente pela imprensa controlada, leva-me logo a ficar "de perna atrás" com o mesmo e a suspeitar que possa este constituir uma tentativa de colar tais aspectos negativos à muito positiva experiência original, que o filme diz querer homenagear - ao mesmo tempo que, acima de tudo, seja este uma tentativa de promoção da subcultura decadente que retrata.
Também, logo a começar pela sua parcial origem duvidosa, num muito estranho e contraditório centro social que recebe dinheiro da Comissão Europeia (e onde se promovem conhecidos falsos movimentos controlados, a degradação cultural, a confusão sexual, uma sociedade pós-industrial, a abolição das fronteiras e se disseminam mentiras ecológicas, entre outros claros objectivos do poder estabelecido) inspira esta obra em mim tudo menos confiança e crença nas boas intenções de quem a criou.
No dia em que surga, em Portugal ou qualquer outro país do Mundo, um filme produzido de modo anarquista e que queira realmente promover o Anarquismo, retratando-o de modo essencialmente belo, funcional, verdadeiramente consciente, indubitavelmente sério e mesmo muito positivo, não associando esta ideologia e prática política a subculturas decadentes, poderei então eu encarar tal possível obra com outros olhos.
Até lá... É este filme, para mim, mais um que não tem valor e que assenta maioritariamente na negatividade e na crítica destrutiva e inconsequente, como tantos outros de natureza cínica que nos impinge a imprensa controlada - e também mais um que foi (quase certamente) feito com segundas intenções (que, infelizmente, quem aceitou nele participar e pensa estar a agir contra o "sistema" é incapaz de atingir - por não ter lido um muito importante livro).
Até o próprio nome do filme parece querer instilar a ideia inconsciente, entre quem o vê, de que o resultado final de quando se envereda por um modelo de autogestão é... "Nada".
(Vejam também este cartaz.)

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Para que serve a Polícia (neste país e não só)?

10.05.18

policias.jpg

Um comentário que acabei de deixar, a uma pouco inspirada demonstração de apreço pelo trabalho da Polícia, em Portugal, hoje feita num outro blogue aqui do SAPO.

 

Fernando Negro / 10.05.2018 - 22:25

Essencialmente,


Irás ser um agente de vigilância do Estado, ao serviço dos corruptos que o lideram e encarregue de manter esta podre ordem das coisas, e não irás combater a principal causa da criminalidade no país - o tráfico de droga, com o qual és conivente, deixando até os traficantes (repetidamente) assediar quem não quer consumir as drogas que mantêm uma boa parte da população subserviente.

(Que o consumo de drogas está na origem da maior parte da criminalidade, é do conhecimento geral. Mas, quem duvidar do que eu aqui digo, de que o tráfico de droga faz-se de maneira maioritariamente impune em Portugal, vá passar umas noites ao Bairro Alto, em Lisboa.)

http://blackfernando.blogs.sapo.pt/como-confiar-na-policia-neste-pais-136755
https://www.wook.pt/livro/os-senhores-da-sombra-daniel-estulin/10118671

 

[Editado a 12/05/2018: Comentário esse, que inesperadamente obteve uma resposta por parte da autora de tal blogue - a qual, muito surpreendentemente, revelou ser ela própria uma agente de polícia - tendo tal resposta dada origem a uma interessante troca de mais alguns comentários.]

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Assassinato de bandeira falsa?

19.03.18

marielle_franco.jpg

Assassinada uma vereadora brasileira que era uma forte crítica da actuação da Polícia Militar (PM) nas favelas do Rio de Janeiro. Reacção imediata da parte de quase todos? Suspeitar da PM como autora de tal assassinato. Mas, será a realidade assim tão simples?
Primeiro que tudo, analizemos o que teria a PM a ganhar com isto...
Calar uma voz dissidente? Imensa gente, no Rio de Janeiro, é crítica (e com razão) da actuação desta polícia - por ser a mesma notoriamente desrespeitadora dos direitos civis e humanos. O que ganharia então a PM em calar uma única voz crítica, quando milhares de outras continuarão activas e poderão tomar o lugar mediático e/ou político desta?
A reacção imediata de quase toda a gente (que não pára para pensar) perante um assassinato destes, é (obviamente) suspeitar imediatamente da PM como autora do mesmo. Ora, o que teria a PM a ganhar em manchar (ainda mais e muito) a sua imagem pública - e, em consequência de um acontecimento destes, ter possivelmente as pessoas a criticá-la de um modo ainda mais forte?
(A ser a PM a responsável por uma coisa destas, tal seria uma acção imensamente estúpida e claramente contraproducente da sua parte.)
Quem é que ganha, então, realmente com isto?
(Para quem souber o que se passa por trás de toda esta guerra ao tráfico de drogas no Brasil e não só, a resposta é óbvia...)
A serem levadas estas fortes críticas (que certamente muito aumentarão com este assassinato) às suas últimas consequências possíveis, no que isto se poderá traduzir, é num retirar das forças policiais e militares das favelas desta cidade.
E, quem é que (ultimamente, ou mais) ganhará com tal retirada?
As favelas do Rio de Janeiro (toda a gente sabe) são a fonte de droga desta enorme metrópole, onde vivem mais de 12 milhões de pessoas. E, o tráfico de drogas (saberão os melhor informados) é algo de imensamente importante para o poder económico estabelecido ocidental e não só (i.e. as multinacionais que controlam os nossos governos e seus serviços secretos - assim como os bancos que lavam o dinheiro de tal tráfico - que dependem até do lucro oriundo deste mesmo tráfico para se manterem em actividade).
Ora, se se acabar com o combate ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro, quem é que ultimamente beneficia com tal termo?
Reparem na intensidade e na rapidez com que a imprensa controlada portuguesa, não só cobriu este caso, como tratou logo de promover as manifestações organizadas em torno do mesmo: https://www.publico.pt/2018/03/15/mundo/noticia/vereadora-critica-da-policia-militar-assassinada-no-rio-de-janeiro-1806715
(E, quando lerem a anterior notícia, reparem também em como até o poder político português quis logo usar este mesmo caso para fazer pressão sobre as autoridades brasileiras...)

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Patriotismos da tanga

02.12.17

Dois comentários que não resisti a deixar a um vídeo no YouTube - que encontrei a propósito do <comentário> que deixei à minha última colocação - seguidos de um interessante vídeo.
A hiperligação incluída no primeiro comentário é <esta>. (E, quem duvidar de que os afegãos nem sequer sabem o que foi o 11 de Setembro, tem <esta> notícia.)
Quem quiser ver as provas de que as plantações de ópio, não só não diminuiram, como continuam a bater recordes - não "apesar" da presença de tropas ocidentais, mas obviamente por causa das mesmas - tem <esta> notícia.
E, têm também <aqui> uma série de belas fotografias, demonstradoras da "passividade" das tropas ocidentais perante as plantações de ópio no Afeganistão.

 

(Podem clicar na imagem, para ler melhor.)

comandos.png

 

 

[Aos quais aproveito para deixar aqui uma pergunta retórica...]

 

Militares das Forças Armadas portuguesas,

A necessidade de pegar em armas (na altura, para defender a população de ataques de guerrilhas criadas por potências estrangeiras, no que era ainda considerado território português) acabou há mais de 40 anos.
Ninguém, no seu perfeito juízo, vai querer invadir um (atraso de) país destes (nem que seja apenas porque não quer contrair uma dívida equivalente a 130% do PIB e que deverá crescer).
O nosso país está, neste momento, a ser destruído - não pela via militar e física, mas pela via política e económica - por interesses estrangeiros (nomeadamente, através de traidores no governo, que servem os mesmos).
Assim sendo, que tal largarem as armas e os muito dispendiosos veículos e equipamentos (que, aparentemente, muito gostam de usar) e adoptarem antes formas efectivas de luta pelo bem-estar do vosso país, lutando social e politicamente contra a destruição que está em curso e os traidores responsáveis pela mesma?

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colocado por Fernando Negro às 02:17

O estado a que isto chegou

19.03.17

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PS aprova moções sobre legalização da eutanásia, prostituição e drogas leves

Por Lusa - 5 Março, 2017


A Comissão Nacional do Partido Socialista aprovou este sábado, no Porto, nove moções, entre as quais a da “Eutanásia”, “Regulamentar a prostituição” e “Legalização e regulação do mercado das drogas leves em Portugal”.

A moção “Eutanásia – um debate sobre a vida” foi aprovada com três votos contra e cinco abstenções num total de 202 membros que votaram na reunião da Comissão Nacional do Partido Socialista, informou fonte oficial do partido.

As moções “Regulamentar a prostituição – uma questão de dignidade” e “Legalização e regulação do mercado das drogas leves em Portugal” também foram aprovadas, embora nesta última tenha sido retirada o ponto que referia que o “Partido Socialista deverá promover a apresentação de iniciativas que visem, nomeadamente, a legalização do consumo e produção da canábis em Portugal”.

“Fazer a diferença nas comunidades”, “Dar força à economia social”, “Autarquias locais: proposta de criação de lei-quadro e correção dos erros da agregação de freguesias”, “Reestruturar as secções e concelhias”, “Limitar proporcionalmente os salários – uma questão de igualdade” e “Em defesa dos jovens do interior de Portugal” foram as outras seis moções aprovadas.

A Comissão Nacional do PS é composta por 251 membros, mas este sábados apenas votaram 202 elementos, acrescentou a mesma fonte do partido.

A primeira subscritora da moção “Eutanásia – um debate sobre a vida”, Maria Antónia Almeida Santos, declarou aos jornalistas, antes da votação, que a eutanásia não é uma “cultura da morte”, mas uma “valorização” da autonomia da pessoa.

“Não há nenhuma cultura de morte, muito pelo contrário, é uma questão de valorizar mais a autonomia da pessoa, a autonomia dos valores que defendemos e, principalmente, perceber a quem é que se dirige esta questão da morte assistida ou da legalização da eutanásia”, disse Maria Antónia Almeida Santos, que é também uma das autoras da moção.

Inicialmente estava prevista a apresentação de dez moções na reunião, mas acabaram por ser votadas nove porque uma delas – “Novas propostas para a Justiça” -, não chegou a ser apresentada.

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colocado por Fernando Negro às 00:56

Pablo Escobar era um agente da CIA

13.03.17

Nueva revelación del hijo de Pablo Escobar: "Mi papá trabajaba para la CIA"

Sebastián Marroquín adelantó detalles de su nuevo libro en diálogo con InfobaeTV

América Latina | Por Luis Novaresio | 7 de febrero de 2017


Juan Pablo Escobar es un hombre que nació hace casi 40 años. Fue Juan Sebastián Marroquin hasta 2009 cuando decidió publicar un libro, escrito en primera persona, y confesar que, en realidad, era el hijo de Pablo Escobar Gaviria, el más "célebre" narcotraficante colombiano.

Habla sereno, usa un tono casi clerical para decir que entendió que la reconciliación con los familiares de aquellos a quien su padre mandó a matar es un camino de sanación. Asegura, también, que perdonó a los que se lanzaron a la búsqueda de su progenitor y que, según él, generaron el clima para que se suicidara. "Una cosa es perdonar. Otra, olvidar. Yo no olvido que mi propia abuela lo entregó a su hijo", afirma.

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Juan Pablo habla de su padre con admiración, pero no por su actividad de narcotraficante que aborrece. "Admiro a Pablo, mi papá, el que me educó. No a Escobar, el mafioso", afirma. Dice que a los 8 años, Escobar Gaviria le mostró todas drogas que había en aquel momento y le dijo: "Si te da curiosidad, prefiero que consumas conmigo y no en cualquier lado". Asegura que nunca mató a nadie y que, de haber querido, podría haber sido el sucesor del hombre fuerte del cártel de Medellín.

Cuenta, por primera vez, cómo fueron las últimas 72 horas de su padre, cómo se obtuvo la famosa foto en la que se lo ve a Escobar al lado del cargamento de cocaína que probaba su actividad y de la vida de lujo y de tortura de "El patrón del mal".

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Juan Pablo no podrá ingresar nunca más a los Estados Unidos de América. Luego de su nueva publicación, se entiende el porqué: "En mi libro cuento que mi padre trabajaba para la CIA vendiendo cocaína para financiar la lucha contra el comunismo en centro américa. Allí hay nombres como George Bush padre y tantos más", dice.

Aquí, las definiciones más impactantes de la entrevista con InfobaeTV:

Estoy agradecido por estar vivo. Hoy yo creo que el miedo a la muerte me importa menos porque hay cosas más importantes, como acercarnos a la verdad.

A mi hijo de 4 años le estoy contando quién fue su abuelo. Mi compromiso como padre es que él ame a su abuelo. Hoy él lo ve en la tele y el niño se acerca y le da un beso a la pantalla.

Yo creo que mi libro habla de muchas historias de corrupción que permitieron que mi padre fuera tan exitoso.

Yo hablé con una persona a quien mi padre le mató a su hijo. Y en su nombre, le pedí perdón. Estamos unidos por el dolor de la droga, de la violencia y por el deseo de la paz.

Yo perdono a la familia de mi padre por haberlo traicionado, vendido, entregado. Incluso perdono a mi abuela que entregó a su hijo aunque nunca lo entenderé. Me siguen haciendo daño diariamente, pero los perdono. Pero no olvido.

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(Ésta era una de las fotos preferidas de Pablo Escobar.)


Yo le debo más respeto a mis enemigos que a mi propia familia por cómo se comportaron.

Las últimas 72 horas de mi padre me impactaron mucho. En esa etapa de su vida perdió todos los estribos. Él perdió su amor por él mismo. Venía de haber arrasado media Colombia con su violencia y él mismo levantó el teléfono para que su llamada fuera identificada y lo encontraran.

Mi padre puede parecer un loco por las cosas que hizo. Sin embargo, era totalmente consciente de lo que hacía.

Su mayor acto de amor fue quitarse la vida para darnos la libertad a nosotros.

De ninguna manera Pablo Escobar es un modelo por seguir. En muchas serias de televisión se lo cuenta con admiración y eso yo no lo comparto. No es verdad que un narco tiene riquezas, chicas y poder. Cuando más poder tenía mi padre, de manera más pobre vivía.

Siento un amor por mi padre que es innegociable. Yo admiro a Pablo, mi padre. Pero no a Escobar, el mafioso. Nos ha dejado un legado de enorme violencia.

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Lo que se descubre con mi libro es que mi padre estaba trabajando para la CIA vendiendo cocaína para que ellos pudieran financiar su lucha anticomunista en toda Centroamérica. Esto ubica a mi padre en una historia en donde algunas cosas empiezan a encajar.

El negocio del narcotráfico es muy diferente a lo que soñamos. Lo que hacía la CIA era comprar los controles para que entrase la droga a su país y obtener un maravilloso negocio.

La prohibición de la droga es un gran negocio para algunos que cierra por todas las puntas. Yo creo que la prohibición es la mejor propaganda para el negocio que se prohíbe.

La mayoría de los narcotraficantes colombianos huyeron a la Argentina. No creo que la policía y las fuerzas de seguridad de este país hayan estado preparadas con la experiencia para enfrentar esto.

Mi padre fue un engranaje de un gran negocio del narcotráfico universal. Cuando ya no les sirvió, lo mandaron a matar.

La entrevista completa:

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Annie Machon e as borboletas

13.07.15

Quem conheça a história de David Shayler, certamente sabe também quem é Annie Machon - a sua ex-companheira, colega dele no MI5, que, quando decidiu Shayler abandonar o serviço, decidiu juntar-se a ele (não tendo sido esta a autora ou iniciadora de nada de incómodo para o seu serviço e tendo esta mantido uma viligância de bem perto, de alguém que queria o MI5 continuar a vigiar).
Ora, tendo David Shayler, muito estranhamente (e para grande conveniência dos serviços secretos britânicos) enlouquecido, quando era companheiro de Annie Machon - e tendo esta sua ex-companheira, também muito estranhamente, abandonado o seu "amor", logo quando este mais precisava de ajuda - o que tem andado esta suposta "ex-"agente do MI5 a fazer, desde então?
A dar palestras (como a seguinte) filmadas por uma organização denominada "Paradigm Shift", que usa animações que recorrem a um conhecido símbolo de controlo mental.
Palestras essas, onde (1) "denuncia" ela o que já é do conhecimento público, (2) mente ela, repetidamente, sobre conhecidos atentados de bandeira falsa (como o de Lockerbie, na Escócia, e o caso do bombardeamento de uma discoteca berlinense, em 1986), (3) elogia ela a organização de fachada da CIA, WikiLeaks, e (4) relativiza e descreve ela os trabalhos sujos dos serviços secretos britânicos como obra de umas poucas "maçãs podres".
Como se isso não bastasse, anda agora também a liderar a secção europeia de uma organização internacional que visa legalizar as drogas (traficadas pelos seus supostos "ex-"patrões) e, ao contrário do que é norma para os reais delatores, a dar longas entrevistas (um exemplo) nos principais programas dos vários média de massas.
"Ex-"agente do MI5?... Isso é que, definitivamente, não me parece nada esta figura ser...

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colocado por Fernando Negro às 19:42