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"Notícias Falsas" e Liberdade de Expressão

22.03.19

O meu parecer sobre a recente lei aprovada por Vladimir Putin, que visa censurar os média - [1] [2] - e também sobre a questão das "notícias falsas", em geral.

 

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***

 

Não, não acho que esteja “tudo bem”...

Sendo exactamente por isso é que eu, por vezes, chamo a atenção das pessoas para as mentiras dos média de massas, para que lhes dêem as pessoas o seu devido valor.

Eu não acho nada bem que um qualquer órgão de comunicação ande a mentir às pessoas. Mas, não faz isso parte da Liberdade de Expressão (que pode sempre ser “corrigida” com processos judiciais, se alguém achar tal necessário)? E, não é estar a instituir uma qualquer Inquisição ou Censura claramente contraproducente – pois, se também a mesma (sempre controlada pelo poder estabelecido) for corrupta, o que a impedirá de mentir também ela às pessoas e de censurar as verdades (como, repetidamente, tem acontecido ao longo da História)?

Pessoalmente, eu encaro os vários órgãos de comunicação como qualquer pessoa (individual) que ande a contar histórias... Se a pessoa em causa tiver previamente provado a sua credibilidade, de modo repetido, acredito eu no que ela diz. Mas, se tiver tal pessoa sido já apanhada a mentir, perde para mim a sua credibilidade e deixo eu de acreditar na mesma. (Sendo, para mim, um órgão de comunicação apenas uma “pessoa colectiva”, que eu julgo da mesma maneira).

E, é por isso mesmo (i.e. por já os ter eu repetidamente apanhado a mentir) é que os vários órgãos de comunicação de massas não têm, hoje em dia, credibilidade para mim (à excepção de notícias sobre trânsito e sobre o tempo que irá fazer, suponho eu).

Aliás, não só só eu que me encontro nesta situação (mas, também muita gente que está bem informada, graças à imprensa alternativa, tornada possível pela Internet)... Sendo esta uma das razões pelas quais as vendas de jornais convencionais tem vindo a afundar nos últimos tempos – e a razão pela qual o poder económico-político estabelecido está preocupado com a imprensa alternativa (a real e que é credível – e não a, propositadamente ou não, ridícula) e pela qual quer combater tal fenómeno, com este tipo de iniciativas.

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colocado por Fernando Negro às 00:27

A tecnologia avançada que é de nós escondida

07.03.19

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Um outro comentário que fiz, numa publicação sobre novidades tecnológicas, a um artigo no qual o autor português ridicularizava Donald Trump, por sugerir o último que se implementasse tecnologia de telemóveis de 6ª geração.

 

No que toca à tecnologia informática, e não só, a que já foi desenvolvida e é secretamente usada pelo governo estadunidense (sabe quem está bem informado) está sempre cerca de duas décadas à frente da que é do conhecimento público e é usada pelo comum cidadão.

Alguém aqui sabe, por exemplo, que o governo dos EUA já desenvolveu a Fusão a Frio – e que poderá tornar tal tecnologia pública se o preço do petróleo subir para valores demasiado elevados? (https://www.youtube.com/watch?v=mbMnsNuXhJo)

Alguém aqui sabe, por exemplo, que o mesmo tipo de Inteligência Artificial imensamente poderosa, cuja uma variante é hoje usada para gerir todas as máquinas de ATM do Mundo em tempo real e ao mesmo tempo, já existia desde os anos 1970 – e que, desde a criação da Internet, que tal IA é usada para vigiar tudo o que nesta última rede se passa? (https://trisquel.info/en/forum/sentient-code-inside-look-stephen-wolframs-utterly-new-insanely-ambitious-computational-paradi#comment-46043 + https://www.wook.pt/livro/conspiracao-octopus-daniel-estulin/10636938)

(E, a título de grande curiosidade, alguém aqui já se deu alguma vez ao trabalho de ler o que têm a dizer aqueles que dizem que as imagens que nos mostraram da alunagem de 1969 são falsas? Quem conhece pessoalmente astronautas estadunidenses, diz que foi para não revelar a tecnologia avançada que já na altura o governo dos EUA possuía: [vídeos censurados pelo YouTube: https://www.infowars.com/update-youtube-bans-alex-jones-channel/])

Por isso, das duas uma:

1) Ou Donald Trump está apenas a fazer uma afirmação que visa apelar a um mais acelerado desenvolvimento tecnológico.

2) Ou, de facto, “Donald Trump sabe mais do que diz sobre o 6G”...

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O futuro distópico que nos espera?

06.03.19

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Um comentário que deixei à notícia, dada num sítio português, de que a nova corrida à Lua (desta vez, com motivações económicas) já teve início.

 

Toda a gente que sabe o que se passa nos bastidores políticos (ouvir, por exemplo, os webcasts do movimento LaRouche) há uns bons anos que sabe que existe uma (muito discreta) corrida para extrair o precioso hélio-3 da Lua, para ser usado na Fusão Nuclear, que se espera que seja desenvolvida dentro de duas décadas. Razão pela qual até já a “pobre” Índia tem missões lunares – https://en.wikipedia.org/wiki/Chandrayaan-2 – e Fusão Nuclear essa, que (a longo prazo) será necessária para que se possa ter energia suficiente para viagens para fora do Sistema Solar.

(Aliás, há até pelo menos um filme de “ficção científica”, daqueles que aparentam ser feitos para mentalizar as pessoas para o que aí vem, chamado Moon – O Outro Lado da Lua, que retrata exactamente este tipo de operações na Lua.)

Agora, no que toca ao Ocidente e falando das perspectivas a *longo prazo*, o que fica em aberto é: Que tipo de desenvolvimento espacial teremos?

1) Um regresso ao uso de agências estatais, como a NASA, em que a exploração e o desenvolvimento espaciais sejam feitos de modo colectivo?

2) Ou, como começa a ser o modelo adoptado – e é referido neste artigo – um desenvolvimento feito por empresas privadas (i.e. elites económicas) que dê origem ao que se chama uma “Breakaway Civilization” por parte das elites, em que partirão estas para o Espaço, acompanhadas dos seus robots e andróides, enquanto a restante população humana fica apenas a olhar – e para trás, na Terra – tal como é retratado no filme Elysium?

(Vejam também, por exemplo, o filme Blade Runner 2049 – feito também pelos grandes interesses económicos ocidentais. O projecto ocidental é ficar a restante Humanidade para trás, enquanto o Espaço fica reservado para as elites.)

 

Ao qual aproveito para acrescentar outro comentário, de que...
Os maiores fãs de ficção científica sabem que os filmes da série Blade Runner e da série Alien pertencem ao mesmo universo.
E, para os que estiverem mal informados sobre questões político-económicas, se querem saber porque razão foi escolhido o título Prometheus para um dos últimos filmes da série Alien (e daí poderem inferir o sentido, ou o significado, oculto do filme) a palavra-chave é também "LaRouche".

E, a finalizar, deixo-vos também com um excerto de uma entrevista de 2014 feita a Daniel Estulin:

 

Now, in one of the biggest breakthroughs in recent history, scientists have created a synthetic genome that can self-replicate. They have taken a cell and modified the genes of a cell by inserting DNA from another organism. And the bacteria replicated itself thus creating a second generation of the synthetic DNA. The organism will do exactly what the scientist intended: a living thing, but under the control of Man.
If the 19th century was all about the revolution of harnessing energy from fossil fuels, and the 20th century was about exploiting the power of data, this century will be about controlling biology.
What’s amazing is that the cell was assembled and sparked into life in a laboratory. This technology takes mankind across a threshold. A turning point that marked a coming of age of a new science called synthetic biology, founded on the ambition that one day it will be possible to design and manufacture a human being.
In other words, you can get DNA of anything here on Earth and create organisms that never before existed entirely from non-living materials. Scientists are creating new life forms that the human immune system and the world have never so far experienced. As such, it will revitalise perennial questions about the significance of life – what it is, why it is important and what role humans should have in its future.

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Google, Facebook e amigos com medo dos conteúdos antivacinas

26.02.19

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Um comentário que hoje deixei a uma notícia que denuncia que o YouTube já impede os canais que difundem conteúdos antivacinas de poderem rentabilizar os seus vídeos e que o Facebook também irá tomar medidas de "contenção" deste conteúdo, na qual está embebido um péssimo <vídeo> que tenta desacreditar quem denuncia os malefícios das vacinas. (O comentário foi feito de modo a desmentir cada um dos 7 pontos enunciados no vídeo em causa...)

 

Quanto à censura por parte da Google e do Facebook, só usa estes serviços quem quer (mas, tenham consciência de o que Mark Zuckerberg andou a dizer sobre quem usa a sua rede social: https://www.theregister.co.uk/2010/05/14/facebook_trust_dumb/). E, se querem ser tratados como crianças desprovidas de sentido crítico, se se consideram incapazes de pensar por vós próprios e querem compactuar com estes controlo e censura da informação, então usem tais serviços.

Quanto aos argumentos ou mentiras pró-vacinas enunciados no vídeo embebido na colocação,

1) O mercúrio ainda é usado como preservante – é o que admitem as próprias autoridades. E, injectar uma substância directamente no sangue não é a mesma coisa que ingeri-la – pois, o nosso sistema digestivo tem algumas barreiras de defesa contra elementos tóxicos que eventualmente lá vão parar. (https://www.naturalnews.com/2019-01-28-top-10-facts-about-the-vaccine-industry.html)

2) Se as vacinas são eficazes, porque é que, de cada vez que ocorrem alguns surtos, a maioria ou grande parte dos infectados tinha sido vacinada contra tal doença? (https://www.naturalnews.com/033399_vaccines_measles.html) O próprio inventor das vacinas mais tarde admitiu que estas não resultavam (https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_Jenner#Later_life). E, o estar a dizer que quem foi vacinado apanha versões menos severas das doenças, não serve como argumento – pois, as pessoas são diferentes umas das outras, em termos de resistência às doenças (dependendo da idade, condição física, nutrição, genética) e não há maneira de averiguar tal coisa para uma mesma pessoa. Também, o que alguns estudos mostram é que a vacinação até aumenta a incidência das doenças em causa (https://www.sciencedaily.com/releases/2009/05/090519172045.htm + https://www.naturalnewsblogs.com/vaccines-really-safe-effective/).

3) Tenho conhecimento de pelo menos um estudo independente, que foi feito, em que a quantidade de problemas de saúde e de doenças crónicas é muitíssimo maior nas crianças que foram vacinadas: http://archive.is/fZfYb + http://archive.is/leoEn

4.1) As doenças para as quais as crianças são vacinadas são, por norma, doenças não mortais. Ou seja, mesmo que se apanhe tal doença, não se morre por isso (a não ser que já se tenha um qualquer outro problema de saúde, isto é – da mesma maneira que todos os anos muitos idosos morrem com uma “simples” gripe – e, nesse caso, não se pode propriamente dizer que foi de tal doença contagiosa que se morreu). Por exemplo, o recente caso da conhecida jovem de 17 anos em Portugal que morreu de sarampo, ocorreu em alguém que estava já internada com (e tinha o seu sistema imunitário deprimido por causa de) uma mononucleose – razão pela qual a taxa de mortalidade do sarampo, nos países desenvolvidos, é de apenas 0,2%. Também, no caso desta doença, é muitíssimo maior o número de crianças que morre da vacina do que o que morre da doença: https://www.thenewamerican.com/usnews/health-care/item/20132-over-100-measles-vaccine-deaths-zero-measles-deaths-since-04

4.2) Não foram as vacinas que levaram ao quase-desaparecimento de várias doenças no mundo desenvolvido. E, há gráficos (que são omitidos pela propaganda mentirosa pró-vacinas) que o *provam*: https://archive.org/details/Vaccination..The.Hidden.Truth.1998 (exemplo do referido sarampo: https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gb515139f/20376610_LRws1.png)

5) Até a própria FDA estadunidense já admitiu que as vacinas causam autismo (https://www.infowars.com/autism-reported-as-vaccine-side-effect-fda-insert-shows/). E, têm sido vários os casos ganhos em tribunal por causa disto: http://healthimpactnews.com/2015/u-s-media-blackout-italian-courts-rule-vaccines-cause-autism/

6) Os mesmos argumentos relativos ao ponto 2, expostos acima.

7) Os supostos estudos apresentados (i.e. pagos) pela indústria farmacêutica têm sido repetidamente denunciados (i.e. provados) como tendo sido falsificados: https://www.prisonplanet.com/big-pharma-researcher-admits-to-faking-dozens-of-research-studies-for-pfizer-merck.html

E, sobre a nota no final do vídeo “muito obrigado ao Bill e à Melinda Gates por terem patrocinado o episódio de hoje”,

O Bill Gates é um participante das reuniões de Bilderberg (não leiam este livro: https://fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg) onde todos os anos (a amálgama de) os grandes interesses económicos ocidentais, dos vários sectores da Economia, se reúnem para delinear conjuntamente o futuro da sociedade, funcionando como um grande cartel (https://twitter.com/EstulinDaniel/status/1096448713419964416) - nos quais se inclui, obviamente, a indústria farmacêutica: http://kontrainfo.com/capitulo-6-los-cuatro-grandes-megafondos-financieros-complejo-industrial-militar-la-otan/ (E também o Facebook e a Google: https://www.thenewamerican.com/tech/computers/item/7224-after-bilderberg-meeting-facebook-official-says-end-internet-anonymity)

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Daniel Estulin entrevistado pelo "Jornal de Negócios"

16.02.19

[Entrevista ontem publicada, dada a propósito da aparente mudança de editora para (e do relançamento de) o seu livro sobre o Clube Bilderberg. Nesta entrevista é explicitamente denunciado o facto do Fascismo, na sua vertente económica, estar de volta a Portugal (aliás, qualquer pessoa minimamente atenta ao que se passa na sociedade há muito que terá reparado nisto). Até um meio de comunicação de massas o denuncia... E, cabe então agora aos filhos das gerações de Abril demonstrar de que fibra são (ou não são) feitos.]

 

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Os smartphones como uma fonte de infelicidade

09.02.19

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Tendo eu andado recentemente a navegar por entre um conhecido sítio na Internet que vende smartphones mais baratos por virem estes directamente da China, deparei-me uma vez mais com a fotografia, que coloco à direita deste texto, de promoção de um modelo da marca Xiaomi - sendo que, não é a primeira vez que vejo um grande fabricante chinês usar o conhecido símbolo de controlo mental (já vi também o mesmo ser usado pela mais conhecida Huawei) na publicidade aos seus equipamentos.
Ora, sabendo-se que (1) o poder estabelecido (e fascista) chinês tem ligações ao Império Britânico, criador do Instituto Tavistock, e (2) que o uso de smartphones - especificamente no que toca ao uso de redes sociais e outras formas de comunicação electrónica e indirecta, que têm vindo a substituir as relações pessoais e ao vivo - tem sido repetidamente reportado como psicologicamente não saudável, fazendo as pessoas infelizes...
Não é óbvio o significado desta fotografia?

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Os gestores das entidades bancárias públicas são meros fantoches do Grande Capital, que usa estas entidades para roubar o Povo...

23.01.19

No seguimento da minha anterior colocação, venho partilhar aqui um comentário que deixei há pouco no Twitter (que, apesar de ter eu oficialmente abandonado, não tenho conseguido deixar, por vezes, de usar, para lá deixar comentários a importantes assuntos com que me deparo) sobre um dos factos que são denunciados numa incrível entrevista recente feita a Daniel Estulin - que é o facto de que, quem gere a maior parte das instituições bancárias públicas no Mundo obedece, na verdade, antes (e directamente) ao Grande Capital financeiro ocidental, que usa tais instituições para roubar dinheiro ao comum cidadão.
A entrevista em causa é esta. E, a parte na qual ele faz esta denúncia, relativamente ao caso específico da Rússia, tem início na marca dos 25m7s.

 

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colocado por Fernando Negro às 20:30

O número 11 como assinatura codificada

03.01.19

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Quem tenha lido algumas das colocações neste blogue, sobre a forte presença do número 11 na escolha de importantes datas, já deverá ter concordado que, de facto, há aqui algo que pode, no mínimo, ser considerado mesmo muito suspeito.
Mas, quantos de vós é que já repararam na presença do mesmo, sob a forma de letra?
"Ku Klux Klan", movimento "okupa"...
Se considerarmos cada letra do alfabeto como equivalente a um número, temos A=1, B=2, C=3 etc e... K=11.
Ora, não é claramente o nome escolhido para o grupo "KKK" o resultado da vontade de alguém de que as três iniciais do nome de tal grupo fossem a letra K?
Afinal de contas, "Ku" não quer dizer nada, "Klux" também não e "Klan" não se escreve com K.
A óbvia explicação para isto, está no facto de que quem fundou este grupo foi um conhecido maçom de 33º grau, chamado Albert Pike - conhecido até por ter reformulado alguns dos rituais da (muito presente, na sociedade ocidental) Maçonaria.
Devendo também esta ser a razão pela qual a letra K aparece 3 vezes e a razão pela qual o grupo por este maçom formado tem como símbolo um muito discreto 6 (adoptado também pela multinacional britânica Vodafone) - que, quando repetido também 3 vezes, resulta num número satânico.
O objectivo da criação de tal grupo ou movimento?
Também óbvio: criar divisões raciais nos EUA, no seguimento da máxima "dividir para reinar".
Ora, tornando-se mesmo muito suspeito (ou óbvio) que a presença da letra K em movimento sociais não esteja lá por acaso e que seja uma assinatura oculta...
O que pensar então do movimento "okupa" no nosso país vizinho?
Qualquer pessoa que tenha tido contacto com este movimento, saberá que se distingue o mesmo dos reais movimentos sociais pela sua inconsequência política, promoção de um estilo de vida alternativo (em detrimento de um real e forte activismo social - o que, no que toca a movimentos anarquistas, é conhecido por "lifestyle anarchism" em países anglo-saxónicos) e pela promoção de estéticas e formas de "arte" normalmente feias e degradantes (sugiro a visita a um destes "centros sociais okupados" para o constatar ou, em alternativa, podem procurar por fotografias dos mesmos na Internet) sempre associadas ao consumo de drogas - sejam estas leves ou duras (álcool incluído).
Ora, sabendo isto, não será de suspeitar que também que este movimento "okupa" tenha sido uma criação do próprio poder estabelecido, para desviar as poucas energias que restem (após o consumo das referidas drogas, isto é) por parte dos seus adeptos para formas de "luta" (quando puderem estas sequer ser consideradas como tal) ineficazes e inconsequentes, no seguimento do mesmo princípio sobre o qual elaborava eu <aqui> e também <aqui>?
(Comparem, por exemplo, a quantidade e acima de tudo a qualidade do material - de natureza política e não só - produzido por uma redacção de um qualquer jornal, ou de um qualquer departamento de um serviço secreto, com a quantidade e a qualidade do material produzido pelo mesmo número de integrantes de um qualquer destes centros sociais "okupados"...)

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Obviamente, tratar-se-á de mais um "movimento colorido"

01.12.18

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Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado

(Estando eu a enviar esta mensagem a quem vive ou tem vivido em cidades que estão a ser afectadas por este movimento...)

Venho só informar-vos de que,

O a que estamos a assistir com este movimento dos "coletes amarelos", obviamente que (para qualquer pessoa bem informada) nada mais é do que a aplicação da velha fórmula das "revoluções coloridas" (https://pt.wikipedia.org/wiki/Revoluções_coloridas) que tem sido usada para derrubar governos democraticamente eleitos que não alinham com certos interesses ocidentais (https://www.theguardian.com/world/2004/nov/26/ukraine.usa).

Pois, o que se passa agora no Ocidente é que - tal como tem denunciado o agente dos serviços secretos russos, Daniel Estulin, na sua conta no Twitter e denuncia também este no seu último livro que já foi publicado em Portugal (https://www.wook.pt/livro/nos-bastidores-de-trump-da-russia-e-do-mundo-daniel-estulin/21876488) - a eleição do Donald Trump e o Brexit são duas manifestações de uma divisão que ocorreu entre as elites ocidentais, com uma facção que quer implementar um novo modelo económico que sirva de substituto ao que já entrou em Colapso (formada pela velha oligarquia europeia e outros, na qual se incluiu a monarquia britânica) e outra facção que continua a insistir neste modelo económico sem futuro - que é a facção que ainda controla a União Europeia e a grande maioria dos média de massas (incluindo as redes sociais) e que é formada essencialmente por uma grande parte dos chamados banqueiros internacionais.

Ora, o Macron antes de ser Presidente de França trabalhava para a família Rothschild. E, a família Rothschild é uma conhecida família de "sócios" da família real britânica (ex: http://kontrainfo.com/capitulo-5-la-casa-rothschild-sionismo-financiero-estado-israel/). E, como tal, o Macron tem sido repetidamente denunciado pelo autor Daniel Estulin como um agente britânico, tal como foi o Napoleão III (https://twitter.com/search?q=macron napoleon from:EstulinDaniel).

Tendo então estalado uma guerra interna entre as elites ocidentais, entre quem está do lado dos britânicos e outros interesses que se tornaram nacionalistas e quem está do lado dos liberais-financeiros, que insistem na União Europeia, obviamente que não é do interesse do sector liberal-financeiro ter um presidente como o Macron a comandar os destinos de um tão grande e importante país como França. E, tendo este sector liberal o controlo das redes sociais (o Facebook e afins são empresas de fachada da CIA - https://blackfernando.blogs.sapo.pt/ja-aderiram-ao-facebook-49568 - ainda sob o controlo de tal sector)... Não é preciso puxar muito pelos neurónios para perceber o que se passa agora nas ruas de França.

Tudo o que é oriundo de "redes sociais" é sinónimo de movimento controlado. Pois, primeiro que tudo, são estas redes imensamente populadas pelo fenómeno dos "trolls", que são (tal como tem sido repetidamente denunciado também na imprensa portuguesa: https://zap.aeiou.pt/sporting-meio-milhao-blogs-contas-falsas-209537 + http://videos.sapo.pt/osVD6KZEr9jc8zwnbAKm) pessoas que são pagas pelo poder estabelecido para emitir certo tipo de críticas, pontos-de-vista e propaganda nestas redes. E, segundo, qualquer pessoa que seja verdadeiramente "anti-sistema" e use este tipo de redes controladas para difundir mensagens que não interessam a esse mesmo sistema, é por norma censurada e alvo de golpes baixos, que visam impedir a difusão de tais mensagens (tal como tem acontecido ao autor Daniel Estulin, a inúmeros apoiantes do Donald Trump nos EUA e até a mim próprio, quando denunciava coisas mais incómodas - razão pela qual já não uso mais as minhas contas na Google/YouTube/Blogger ou no Twitter: https://www.rt.com/usa/441075-facebook-twitter-banned-accounts/).

E, por isso, venho avisar-vos...

Razões legítimas que possam haver para certos protestos (que normalmente há - e é exactamente por se usarem as mesmas é que este tipo de "movimentos coloridos" têm tido o sucesso que têm tido: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/que-se-fa-a-constituicao-38423?thread=72983#t72983) à parte, desconfiem de tudo o que lêem nas ditas redes sociais para o qual não sejam apresentadas provas. E, tenham consciência de que estas redes são imensamente usadas, através de perfis falsos, para tentar manipular as pessoas e espalhar desinformação.

E, se não querem estar possivelmente a ser constantemente manipulados por estes ou aqueles interesses que desconhecem, se alguma vez se quiserem envolver em actividades políticas, informem-se primeiro sobre quem são e o que fazem os actores deste teatro, para que não sejam enganados pelos mesmos - podendo vós, para isso, começar por recorrer às melhores fontes de informação que existem, para as quais eu tenho chamado a atenção no meu blogue (ex: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/934827651533099009 + https://www.globalresearch.ca/cia-backed-color-revolutions/5611641 + https://blackfernando.blogs.sapo.pt/o-celebre-maio-de-68-explicado-em-muito-78960).

 

*

 

Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado - adendo

No fundo, trata-se este movimento de um do mesmo tipo do que ocorreu em Portugal, nos anos 90 junto à Ponte 25 de Abril, para derrubar o que a imprensa controlada chamava de "Cavaquistão".

O Cavaco Silva é um de dois ou três Presidentes da República que tivemos que não estava sob o controlo dos grandes interesses económicos - e a prová-lo está (para além do facto de ainda hoje ser ele imensamente denegrido por esta mesma imprensa controlada) o facto de ter sido Cavaco Silva quem nomeou a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, responsável pela prisão de várias altas figuras da corrupta sociedade que temos - e que o actual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, obviamente tratou de correr do seu cargo.

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