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Para novo Partido "Comunista" Português, a culpa é dos dissidentes

12.10.19

PCP culpa militantes do partido por maus resultados

 

Pensei em publicar um texto sobre isto... Mas, como a falta de consideração (agora aumentada por se ter este partido mantido na sua nova linha de orientação) já é tanta, acho que tudo isto já nem merece mais comentários. E, por isso, limitar-me-ei então a copiar para aqui apenas 3 tweets que ontem fiz (e que, não surpreendentemente, não receberam resposta).
Os primeiros dois tweets são comentários a um artigo que essencialmente diz apenas que terá de haver uma reflexão interna sobre o porquê do desastre eleitoral. E, o último tweet é em resposta aos dois anteriores da cadeia que também mostro.

 

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colocado por Fernando Negro às 18:03

"Em Setúbal, até os cantores pimba são comunistas!"

04.10.19

(Para quem não saiba, o cantor Toy é natural de Setúbal... E, se é também este o tipo de pessoas que fazem campanha eleitoral pela CDU, não admira então que não haja nesta coligação quem tenha cultura e sofisticação(?) suficientes para entender certas denúncias que são feitas...)

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colocado por Fernando Negro às 21:30

Vale sequer a pena tentar alertar comunistas portugueses disto?

04.10.19

Os seguintes, são alguns tweets da minha autoria, que foram simplesmente ignorados - e que eram, por sua vez, respostas a dois tweets de um ex-deputado do PCP.
O primeiro conjunto, foram respostas à publicação de um texto escrito por tal militante comunista, que termina dizendo que "a CDU foi a força que puxou para a esquerda (...) se queres esquerda mesmo esquerda que não seja só de nome, vota CDU."
E, o segundo conjunto, foram respostas a um tweet que, certamente comentando as recentes sondagens eleitorais, dizia apenas que "Isto para o CDS tá mau."

 

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(A hiperligação que eu deixo, no último tweet, para sustentar o que eu digo sobre o BE, é esta: https://twitter.com/search?q=trotsky from:EstulinDaniel)

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Votem em quem votarem, irá o Fascismo ganhar próximas eleições

19.09.19

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[Comentário que deixei há pouco, num blogue que aparenta ser comunista, chamado "Foicebook".]

 

1) CDS, PSD e PS são todos controlados pelo fascista Clube Bilderberg: http://octopedia.blogspot.com/2013/06/bilderberg-2013-seguro-e-portas.html

2) O Bloco de Esquerda é claramente controlado pela Finança Internacional, também de orientação fascista: https://twitter.com/search?q=trotsky%20from%3AEstulinDaniel

3) E o PCP, de partido revolucionário, passou a muleta do Clube Bilderberg (que ajuda a implementar algumas componentes socialistas da sua Terceira Via)...

Venha então o Diabo e escolha!

Também, com as tretas ecologistas que *todos* defendem (incluindo o PCP, através do seu partido-satélite Os Verdes) é garantido que a quase todos os trabalhadores do turismo lhes aguardam a fome e a miséria - pois, o turismo de massas está dependente da indústria da aviação, que muito vai desaparecer, à custa da farsa do "aquecimento global": https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/2019/09/19/o-fantasma-de-salazar-e-o-reitor-da-universidade-de-coimbra/#comment-11317

Que tristes figuras faz o PCP, único partido pelo qual eu ainda tinha alguma consideração... Digam então a Os Verdes para continuarem a apelar ao desarmamento civil (https://twitter.com/heloisapolonia/status/994145686269693952) que é para, quando a Democracia for "suspensa" (devido a uma qualquer série de ataques terroristas de origem duvidosa) não poderem as pessoas defender-se do regime fascista que se instalar.

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colocado por Fernando Negro às 18:16

Sindicalismo de curtos horizontes nunca irá resolver as coisas

22.08.19

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(Óbvia justeza de, e óbvia solidariedade que se deve ter para com, as recente e futura greves deste sindicato de camionistas à parte... Venho só chamar a atenção de que,)

O sindicalismo reformista (em oposição ao revolucionário, praticado por comunistas e anarquistas, que pretende também implementar uma alternativa política) não resolve, nem nunca irá resolver, realmente os problemas...
Pois, todas as "conquistas" feitas são sempre meramente temporárias, podendo ser retiradas quando o Povo está desatento - sendo uma boa prova disso mesmo, o enorme retrocesso que houve após a privatização da Galp, com estes camionistas hoje, em pleno século XXI, a trabalhar em condições que mais fazem lembrar o século XIX.
Para além de que, por ser este tipo de sindicalismo praticado por pessoas que não têm verdadeira consciência política, há sempre toda uma outra série de maneiras através das quais os trabalhadores poderão ser atirados de volta para a miséria, das quais estes não têm conhecimento.
Segue-se um comentário que hoje deixei a mais uma colocação da historiadora Raquel Varela sobre a anunciada nova greve dos camionistas.

 

«E aqui reside toda a questão da justiça – para que serve um Estado se não é para garantir uma sociedade de bem-estar?»

O que ainda temos, serve claramente – tal como no caso dos regimes assumidamente fascistas – para que o Grande Capital possa, através desse mesmo Estado, melhor controlar as pessoas.

Mas, no regime neofeudalista que está planeado (pelo Clube Bilderberg e afins: https://twitter.com/EstulinDaniel/status/1096448713419964416) com as multinacionais a serem os novos senhores feudais, irá o Estado ser praticamente extinto, para que fiquem as pessoas quase totalmente à mercê dos seus novos senhores feudais – o que está a ser já conseguido através da falência propositada dos Estados, causada pela contracção de dívidas que toda a gente bem informada sabe serem impagáveis.

E, quando tal acontecer efectivamente, não irá haver leis do Estado às quais os trabalhadores explorados possam mais recorrer para se defender.

Disto (e doutras coisas) anda a avisar um conhecido investigador, cujo documentário até já passou na RTP: https://www.rtp.pt/programa/tv/p34917

Mas, como este tipo de sindicalistas ocupam os seus tempos livres a ver futebol, em vez de a informarem-se sobre o que é importante – ou a pensar em alternativas políticas...

(E, que tal nacionalizar a indústria petrolífera, para acabar de vez com estes problemas?)

...Boa sorte, a estes, para tentar impedir tal de acontecer.

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colocado por Fernando Negro às 11:57

Entrevista traduzida a um militar português sobre a "Aginter Press"

10.07.19

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Enunciando melhor o que tentava eu dizer numa colocação própria que fiz sobre o assunto, quando falava da quase confirmação de quem esteve realmente por trás da morte de Amílcar Cabral, temos o seguinte excerto...

 

«At the time, a principal concern in western strategic thinking was the need to counter nascent national liberation movements in Africa and Asia in such a way that while it might not be possible to prevent the emergence into sovereign statehood of the old colonies and dependencies it should be possible to keep them within the western “sphere of influence” by securing the eclipse or demise of the more virulently nationalist or socialist leaders and their replacement by “friends of the west,”»

 

...da introdução a uma entrevista, traduzida do italiano para a lingua franca dos tempos modernos, que pode ser lida na seguinte hiperligação.

 

Aginter Press and the Strategy of Tension

 

Também, (e, já agora, visto que a anterior hiperligação é de um sítio anarquista) quem quiser saber mais sobre o que é talvez o principal tema secundário sobre o qual interroga o entrevistador, de como foi (e, diga-se de passagem, ainda é) usada a conhecida "Estratégia da Tensão" em Itália para demonizar esquerdistas e anarquistas, tem o seguinte bom artigo sobre o assunto, escrito pela melhor fonte pública de todas, quando toca à temática de serviços secretos e de outras façanhas sujas de pessoas que, no Ocidente, fazem quase tudo de modo escondido.

 

Strategy of Tension: The Case of Italy

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colocado por Fernando Negro às 00:05

A liberdade de pensamento defendida pelo Bloco de Esquerda

22.03.19

Fotografia de ecrã de um comentário que fiz há pouco no Twitter.
(A primeira hiperligação, para a notícia de uma publicação do BE, é esta. E, a hiperligação que eu deixo no meu comentário, é <esta>.)

 

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O número 11 como assinatura codificada

03.01.19

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Quem tenha lido algumas das colocações neste blogue, sobre a forte presença do número 11 na escolha de importantes datas, já deverá ter concordado que, de facto, há aqui algo que pode, no mínimo, ser considerado mesmo muito suspeito.
Mas, quantos de vós é que já repararam na presença do mesmo, sob a forma de letra?
"Ku Klux Klan", movimento "okupa"...
Se considerarmos cada letra do alfabeto como equivalente a um número, temos A=1, B=2, C=3 etc e... K=11.
Ora, não é claramente o nome escolhido para o grupo "KKK" o resultado da vontade de alguém de que as três iniciais do nome de tal grupo fossem a letra K?
Afinal de contas, "Ku" não quer dizer nada, "Klux" também não e "Klan" não se escreve com K.
A óbvia explicação para isto, está no facto de que quem fundou este grupo foi um conhecido maçom de 33º grau, chamado Albert Pike - conhecido até por ter reformulado alguns dos rituais da (muito presente, na sociedade ocidental) Maçonaria.
Devendo também esta ser a razão pela qual a letra K aparece 3 vezes e a razão pela qual o grupo por este maçom formado tem como símbolo um muito discreto 6 (adoptado também pela multinacional britânica Vodafone) - que, quando repetido também 3 vezes, resulta num número satânico.
O objectivo da criação de tal grupo ou movimento?
Também óbvio: criar divisões raciais nos EUA, no seguimento da máxima "dividir para reinar".
Ora, tornando-se mesmo muito suspeito (ou óbvio) que a presença da letra K em movimento sociais não esteja lá por acaso e que seja uma assinatura oculta...
O que pensar então do movimento "okupa" no nosso país vizinho?
Qualquer pessoa que tenha tido contacto com este movimento, saberá que se distingue o mesmo dos reais movimentos sociais pela sua inconsequência política, promoção de um estilo de vida alternativo (em detrimento de um real e forte activismo social - o que, no que toca a movimentos anarquistas, é conhecido por "lifestyle anarchism" em países anglo-saxónicos) e pela promoção de estéticas e formas de "arte" normalmente feias e degradantes (sugiro a visita a um destes "centros sociais okupados" para o constatar ou, em alternativa, podem procurar por fotografias dos mesmos na Internet) sempre associadas ao consumo de drogas - sejam estas leves ou duras (álcool incluído).
Ora, sabendo isto, não será de suspeitar que também que este movimento "okupa" tenha sido uma criação do próprio poder estabelecido, para desviar as poucas energias que restem (após o consumo das referidas drogas, isto é) por parte dos seus adeptos para formas de "luta" (quando puderem estas sequer ser consideradas como tal) ineficazes e inconsequentes, no seguimento do mesmo princípio sobre o qual elaborava eu <aqui> e também <aqui>?
(Comparem, por exemplo, a quantidade e acima de tudo a qualidade do material - de natureza política e não só - produzido por uma redacção de um qualquer jornal, ou de um qualquer departamento de um serviço secreto, com a quantidade e a qualidade do material produzido pelo mesmo número de integrantes de um qualquer destes centros sociais "okupados"...)

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Haddad é um adepto da Escola de Francoforte, autor do "kit gay" e recorre à mentira contra Bolsonaro (revelando carácter desonesto)

25.10.18

No passado dia 18 de Outubro, claramente para tentar influenciar o voto na segunda volta das eleições presidenciais brasileiras, publicou o jornal Folha de São Paulo uma notícia de que há um grupo de empresários que estão a usar o seu dinheiro para publicar mensagens na Internet contra o Partido dos Trabalhadores.
notícia em causa só está acessível, na sua versão original, a assinantes deste jornal. Mas, <este> vídeo no YouTube possui uma filmagem da mesma, acompanhada de uma leitura electrónica.
Ora, nesta notícia, a única coisa que é denunciada é essa mesma rede de empresários e o seu modo de actuação. E, nada é dito ou denunciado sobre uma ligação de Bolsonaro a tais empresários. Sendo, por isso, verdade o que Bolsonaro diz, de que não é ele o responsável por esta campanha.
Mas, o que faz Haddad perante isto?
Ora, usa a mesma mentira (ou ilação imensamente abusiva - óbvia para toda a gente inteligente, na qual se inclui o próprio Haddad) que é publicada pelo jornal Folha de São Paulo na referida notícia, de que isto constitui uma doação ilegal à campanha de Bolsonaro, para tentar impedir Bolsonaro de se poder candidatar à segunda volta das eleições.



E, sobre o candidato Haddad (independentemente da mentira e da injustiça de que estejam a ser alvo Lula da Silva e Dilma Rousseff) impera fazer um esclarecimento - para além da demonstração de clara falta de carácter, que acabei de fazer...
Ao contrário do que se diz, Haddad não é Lula.
Pois, o PT é uma mistura de verdadeiros sociais-democratas com falsos sociais-democratas, estes últimos claramente ao serviço dos grandes interesses económicos ocidentais.
Eu não irei fazer uma longa análise do percurso político do PT, marcado por boas acções misturadas com más acções (nas quais se inclui o chamado "kit gay", da autoria de Fernando Haddad - que Dilma Rousseff ordenou que não fosse distribuído - para o qual Jair Bolsonaro tanto chamava a atenção, ao mesmo tempo que denunciava um livro que sexualizava as crianças) para demonstrar este ponto.



Irei, em vez disso, chamar apenas a atenção para uma das "raizes" ideológicas do que digo eu serem os falsos sociais-democratas presentes neste Partido dos Trabalhadores.
Tal como podem ler na seguinte notícia (e até se começarem a pesquisar sobre o mesmo) Haddad é um grande adepto da chamada Escola de Francoforte.

 

Fernando Haddad, um marxista adepto da Escola de Frankfurt

 

Escola de pensamento esta, que está por trás do (tão falado, pela verdadeira direita anglo-saxónica) fenómeno do "marxismo cultural", que visa denegrir a nossa sociedade e dela eliminar valores - e cujo instituto que a fundou, depois de ter sido inicialmente desapoiado por Estaline, foi durante as seguintes três décadas financiado por instituições do poder estabelecido ocidental, nas quais se inclui a Rockefeller Foundation.

 

The New Dark Age: The Frankfurt School and "Political Correctness"

 

(Marxismo cultural esse, que não tem como intenção criar uma sociedade socialista - mas antes, uma sociedade que misture ideais socialistas com capitalistas, que pode ser descrita como neofeudalista ou fascista - [1] [2] - onde não tenham os grandes interesses económicos de se preocupar com concorrência, ou sequer com rebeliões - por terem os seus adversários sido bem-sucedidamente denegridos a todos os níveis.)

Logo, torna-se óbvio quem é que é o candidato apoiado pelo Ocidente, nestas eleições brasileiras (i.e. quem é que é realmente apoiado pelos - verdadeiramente grandes - interesses económicos) e por que razão até a imprensa portuguesa alinha na demonização de Bolsonaro.

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