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Os gestores das entidades bancárias públicas são meros fantoches do Grande Capital, que usa estas entidades para roubar o Povo...

23.01.19

No seguimento da minha anterior colocação, venho partilhar aqui um comentário que deixei há pouco no Twitter (que, apesar de ter eu oficialmente abandonado, não tenho conseguido deixar, por vezes, de usar, para lá deixar comentários a importantes assuntos com que me deparo) sobre um dos factos que são denunciados numa incrível entrevista recente feita a Daniel Estulin - que é o facto de que, quem gere a maior parte das instituições bancárias públicas no Mundo obedece, na verdade, antes (e directamente) ao Grande Capital financeiro ocidental, que usa tais instituições para roubar dinheiro ao comum cidadão.
A entrevista em causa é esta. E, a parte na qual ele faz esta denúncia, relativamente ao caso específico da Rússia, tem início na marca dos 25m7s.

 

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colocado por Fernando Negro às 20:30

Neurologista anteriormente chamado para testemunhar a favor da CDC-EUA despedido por revelar que vacinas afinal causam autismo

11.01.19

(Vídeo tirado desta notícia. Para quem não sabe, este facto já foi até admitido também pela FDA-EUA. E, podem também ver aqui o que uma enfermeira reformada depois se sentiu à vontade para denunciar.)

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Poderá Richard Stallman ser um novo Karl Marx?

03.01.19

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Esta é uma dúvida, mesmo muito pertinente, que em mim surgiu, depois de ter eu constatado que a fórmula de falsos movimentos sociais (que visam controlar os insatisfeitos ou levar as pessoas a lutar por objectivos que acabam por favorecer o próprio sistema) também se aplica ao domínio ou mundo digital - tal como vejo ocorrer no meu próprio país...
Sendo, no entanto, uma dúvida que não deixa de ser tal, por muito que reflicta eu sobre o assunto em causa - pois, apesar do que a seguir exponho, o Software Livre é (independentemente de quaisquer possíveis dúvidas sobre a sua origem) um movimento que (em muito) deve ser apoiado e deve crescer, se é software que queremos continuar a utilizar, como muito boa criação da Humanidade que foi (independentemente dos seus presentes usos nefastos).
E, o que me faz ter tal dúvida (que exponho no título desta colocação) é, para além do que considero ser um comportamento típico de um "lavado ao cérebro" (de tentar, de qualquer modo, arranjar maus argumentos que contrariem algo que atenta contra o que em que se acredita, em vez de simplesmente julgar novos factos com que se depara de modo racional e despreconceituoso, deixando possíveis novas conclusões que daí advenham irem dar aonde forem dar - vulgo "pensamento livre", que deveria ser a norma em qualquer ser humano que se preze) muito pouco condicente com alguém que é muito inteligente e que muito lida com lógica, com que me deparei de cada vez que escrevi a Stallman a avisá-lo de factos políticos que invalidam algumas das crenças expostas no seu sítio pessoal na Internet, o seguinte...

 

  1. Richard Stallman é originário do MIT - uma instituição privada e elitista, que faz claramente parte do poder estabelecido, no que toca a moldar e a controlar quem nela ingressa e, acima de tudo, uma instituição que é de onde muito do desenvolvimento informático e tecnológico (que depois é usado para servir interesses do sistema) é originário de. Isto é, uma instituição que serve para a pesquisa e o desenvolvimento de projectos tecnológicos do próprio poder estabelecido - tendo Richard Stallman chegado longe dentro desta instituição (onde, certamente, por norma - mas, não exclusivamente - é a quem estiver feito com certos interesses que tal é mais permitido ocorrer) e feito parte de um destes projectos (de criação de Inteligência Artificial, em termos genéricos, que é hoje usada, em termos muito específicos, com propósitos de vigilância).
  2. A Free Software Foundation - e, acima de tudo, o (inadvertido) subproduto pelo movimento do Software Livre criado, a Linux Foundation - é financiada por várias grandes corporações - e, no caso da Linux Foundation, a última é até financiada por multinacionais (Microsoft incluída!) claramente pertencentes a este mesmo poder estabelecido ocidental e não só (as quais depois combinam os resultados deste movimento do Software Livre com software proprietário - algum do qual é também notoriamente usado com propósitos de vigilância, como é o caso do conhecido sistema operativo Android) - sendo que o uso de Software Livre é até promovido por algumas destas multinacionais.
  3. Richard Stallman já foi até convidado para participar na Web Summit (uma cimeira claramente organizada pelo próprio poder estabelecido).
  4. Richard Stallman é apoiante do Partido Democrata e do Partido Verde, nos EUA - tudo instituições imensamente controladas (ou até criadas) por interesses nefastos (e até com finalidades ocultas, no caso do Partido Verde) - sendo, com isto, um apoiante de causas antiprogressistas (ainda que travestidas de rótulos contrários) tal como pode ser constatado no seu sítio pessoal na Internet.
  5. Richard Stallman tem uma nota no final da página inicial do seu sítio na Internet relativa a uma fotografia onde aparece a "tocar música para a borboleta" (um animal genericamente usado como símbolo de controlo mental).
  6. Richard Stallman (e este é que é o aspecto que considero verdadeiramente suspeito em - e que me deixa "de perna atrás" com - o mesmo) é um "anti-religioso militante". Isto é, mais do que ser meramente ateu[?], faz uma discreta campanha contra o Cristianismo, no seu país e não só (ver a fotografia que acompanha esta colocação). E, porquê a necessidade de atacar as crenças pessoais dos outros, no decorrer da sua actividade pública? Se é até o Cristianismo a razão pela qual o Ocidente é muito mais civilizado do que o restante Mundo? Para além de que a Religião nada tem a ver com a sua missão de espalhar a ideologia do Software Livre?
  7. Elaborando mais sobre o ponto 2 desta lista... O interesse que poderia ter o próprio sistema no desenvolvimento do Software Livre está até à vista de todos, na quantidade de equipamentos e respectivos firmwares que compramos, hoje em dia - nos quais vem assinalada, na documentação que os acompanha, a presença de componentes de licença "GNU GPL". Ou seja, o Software Livre tem sido um óptimo acrescento que o próprio sistema tem usado, no desenvolvimento dos seus próprios programas de código-fonte fechado. E, se tão útil é este Software Livre para (e tão grande interesse tem notoriamente) o próprio sistema (em utilizar tais produtos)... Não é de suspeitar que tivesse o próprio poder estabelecido tido todo o interesse em criar mais este grande movimento do Software Livre (entre tantos outros que já criou)?

 

Como digo, esta é apenas uma dúvida, ou possível suspeita, que tenho (e que continua a não deixar de o ser) - mas, que achei que era de interesse partilhar com os demais...
Quem não entenda a referência que faço a Karl Marx, pode perceber a mesma lendo <esta> minha anterior colocação.
E, atenção que, mesmo que tal suspeita minha possa corresponder à verdade... Da mesma maneira que o facto de Karl Marx ou Mikhail Bakunin terem inventado duas formas de Socialismo não invalida o Socialismo, em si, nada disto invalida o movimento do Software Livre, em si - que, como disse e repito, é um movimento que muito deve ser cultivado entre quem produz e entre quem usa software, pelas razões que tanto são referidas pelos seus adeptos.

[Acrescentado a 09/01/2019: Tal como denuncio nos comentários posteriores que fiz a esta colocação, o facto de ter eu entretanto constatado que Richard Stallman afinal só saiu efectivamente do MIT em 1998, tendo continuado até ao referido ano a trabalhar para o seu laboratório de Inteligência Artificial, financiado pela DARPA, acabou por promover uma mera possibilidade que levantava eu nesta colocação a uma agora forte suspeita que tenho, quanto aos reais propósitos do movimento informático por esta conhecida figura criado...]

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Um homem muito à frente do seu tempo

14.12.18

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(Ou, em alternativa, um homem que não se deixou puxar pela corrente que, há décadas, tem vindo a puxar as pessoas para baixo - pois, modelos educativos alternativos, que visem libertar a mente das pessoas, há mais de um século que andam a ser debatidos pelo movimento anarquista...)

Logo por azar, foi no final de Agosto deste ano que o serviço que eu usava para receber tweets por correio electrónico deixou de funcionar e tive de mudar para outro. E, concentrado como tenho andado noutras coisas e também com os importantes tweets do Daniel Estulin, fui-me esquecendo repetidamente de adicionar os outros três autores que sigo no Twitter à lista de tweets da parte de quem me interessa o que têm a dizer. E, por isso, só ontem soube que John Taylor Gatto tinha falecido (logo no mês seguinte à minha alteração de seguimentos no Twitter).

John Taylor Gatto é uma das muito poucas pessoas que conheço que considero verdadeiramente "brilhantes". Pois, gente muito inteligente há muita. Mas, que queira usar essa inteligência para ajudar, iluminar e libertar os outros, é um fenómeno raro.

E, no estado de decadência intelectual e moral em que agora estamos, talvez só daqui a umas boas décadas (se conseguirmos inverter o sentido evolutivo das coisas, isto é) é que poderá haver um número significativo de pessoas que saibam dar real valor a este ser humano cuja existência passou ao lado de quase todos.

(Sendo, no entanto, o que se passa com o seu desparecimento físico que, tal como no caso de Chávez, o legado por este grande ser humano deixado, de tão positivo que é, provoca uma alegria e um espírito positivo tão grandes, que acabam por ofuscar a tristeza causada pela sua morte.)

Eu podia aqui fazer uma enunciação de tudo o que de imensamente positivo John Taylor Gatto fez e defendeu na sua vida. Mas, (1) ou isso me obrigaria a uma muito extensa colocação, que seria apenas um resumo do que qualquer pessoa poderá por si própria saber, se decidir informar-se sobre quem foi este ser humano que tivemos o privilégio de partilhar o Planeta com, (2) ou me obrigaria tal a cometer o quase-sacrilégio de estar a omitir algumas das suas ideias, nomeando apenas umas outras - pois, sendo quase todas estas igualmente boas e importantes, seria um muito estúpido e mau resultado final que eu produziria.

Assim sendo, em alternativa, deixo aqui apenas uma introdução aos seus trabalhos e denúncias, na seguinte entrevista, que toca em alguns dos aspectos fulcrais que explicam a observável verdadeira castração mental que ocorre em quase toda a gente que é obrigada a submeter-se ao normal sistema de ensino que temos.



E, reparem na humildade, abertura de espírito e prazer em ser educado (ainda que já se saiba mesmo muito e que são típicos de quem é verdadeiramente inteligente) que John Taylor Gatto demonstrou até aos seus últimos dias de vida, aos 82 anos de idade... Ainda no mês de Março, deste ano, num de muito poucos comentários que fiz a tweets da sua autoria, consegui ser merecedor de um "gosto", ao corrigi-lo no seguinte: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/970559729868115969

Que pena é que não tenha ele podido viver para assistir ao (possivelmente grande) impacto que irão (ou começam a) ter as suas muito importantes ideias e descobertas.

Um imenso Obrigado, John Taylor Gatto!

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colocado por Fernando Negro às 06:27

A Internet é um instrumento de vigilância (e também de controlo)

26.08.18

Um excerto da edição de 21/08/2018 do The Alex Jones Show, que vem confirmar o que eu já tinha vindo a denunciar aquiaqui e aqui.

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colocado por Fernando Negro às 01:09

Como o ditador Estaline descarrilou os planos da NOM para a Rússia

24.08.18

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[Um comentário que fiz ontem e hoje, em várias partes, no blogue da historiadora Raquel Varela, à sua última colocação "Trotsky poderia ter sido Stalin?". Quem se quiser informar sobre o que foi a "Nova Política Económica" de Lenine, pode começar pela boa página na Wikipedia sobre o assunto.]

 

Já muita gente bem informada sabe, hoje em dia, que Trotsky era um agente dos interesses capitalistas ocidentais, de Wall Street e afins – que, ao contrário do Estaline, não estavam interessados na implementação de um verdadeiro regime socialista (seja ele nacionalista ou internacionalista) na Rússia.

(Eu, que digo isto, não sou estalinista, ou sequer comunista… Sou apenas um “socialista libertário” que está bem informado, através de fontes fidedignas, sobre o que se passa nos bastidores políticos – e que não aprova as acções de nenhum dos intervenientes em causa.)

Todas as seguintes citações, em inglês, são tiradas de um livro – http://www .reformation.org/wall-st-bolshevik-ch2.html – escrito por um conhecido historiador e economista britânico – https://en.wikipedia.org/wiki/Antony_ C._Sutton – cujas obras são até recomendadas (como uma forma de se gabarem tais interesses do que fizeram) por um ex-Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA chamado Zbigniew Brzezinski.

1) Quem é que suportava os inexplicáveis altos custos de vida de Trotsky, quando este vivia em Nova Iorque?

«How did Trotsky, who knew only German and Russian, survive in capitalist America? According to his autobiography, My Life, “My only profession in New York was that of a revolutionary socialist.” In other words, Trotsky wrote occasional articles for Novy Mir, the New York Russian socialist journal. Yet we know that the Trotsky family apartment in New York had a refrigerator and a telephone, and, according to Trotsky, that the family occasionally traveled in a chauffeured limousine. This mode of living puzzled the two young Trotsky boys. When they went into a tearoom, the boys would anxiously demand of their mother, “Why doesn’t the chauffeur come in?”1 The stylish living standard is also at odds with Trotsky’s reported income. The only funds that Trotsky admits receiving in 1916 and 1917 are $310, and, said Trotsky, “I distributed the $310 among five emigrants who were returning to Russia.” Yet Trotsky had paid for a first-class cell in Spain, the Trotsky family had traveled across Europe to the United States, they had acquired an excellent apartment in New York — paying rent three months in advance — and they had use of a chauffeured limousine. All this on the earnings of an impoverished revolutionary for a few articles for the low-circulation Russian-language newspaper Nashe Slovo in Paris and Novy Mir in New York! Joseph Nedava estimates Trotsky’s 1917 income at $12.00 per week, “supplemented by some lecture fees.”2 Trotsky was in New York in 1917 for three months, from January to March, so that makes $144.00 in income from Novy Mir and, say, another $100.00 in lecture fees, for a total of $244.00. Of this $244.00 Trotsky was able to give away $310.00 to his friends, pay for the New York apartment, provide for his family — and find the $10,000 that was taken from him in April 1917 by Canadian authorities in Halifax. Trotsky claims that those who said he had other sources of income are “slanderers” spreading “stupid calumnies” and “lies,” but unless Trotsky was playing the horses at the Jamaica racetrack, it can’t be done. Obviously Trotsky had an unreported source of income.»

2) Sabe como é que o Trotsky conseguiu entrar na Rússia para fazer a Revolução Bolchevique? Com um passaporte americano! Que lhe foi dado por intervenção do presidente estadunidense Woodrow Wilson.

«This American passport was accompanied by a Russian entry permit and a British transit visa. Jennings C. Wise, in ‘Woodrow Wilson: Disciple of Revolution,’ makes the pertinent comment, “Historians must never forget that Woodrow Wilson, despite the efforts of the British police, made it possible for Leon Trotsky to enter Russia with an American passport.”»

3) Sabe quem é que interveio para que Trotsky fosse libertado, quando este foi detido pelas autoridades canadianas a caminho de fazer a Revolução na Rússia? O governo britânico.

«However, the next day, April 21, Gwatkin wrote Coulter: “Our friends the Russian socialists are to be released; and arrangements are being made for their passage to Europe.” The order to Makins for Trotsky’s release originated in the Admiralty, London. Coulter acknowledged the information, “which will please our New York correspondents immensely.”»

E, não é só relativamente ao Trotsky que há provas da existência de (muito importantes) ajudas dos capitalistas ocidentais. É a mesma história de que com o Lenine (leia o livro em causa: http://www.reformation.org/wall-st- bolshevik-rev.html). E, até o próprio Marx já foi denunciado numa televisão estatal russa, há poucos anos, como um agente da coroa britânica (https:// www.youtube.com/watch?v=8VbI-t-HUuA).

Existem muito boas explicações para tudo isto. E, isso é outra história, que demora muito tempo a explicar…

Mas, sobre o Estaline,

Obviamente que este e outros membros das cúpulas dirigentes terão, a dada altura, ficado a saber de como é que o Trotsky tinha conseguido entrar na Rússia. E, como tal, terão achado tal coisa suspeita e mandado elementos da polícia secreta investigar. E, tendo a polícia secreta certamente feito o seu trabalho, terão conseguido esta e o Estaline perceber de que realmente se tinha tratado então a Revolução Bolchevique.

O Estaline não matou “camaradas” dirigentes e revolucionários, um atrás de outro, porque queria o poder para ele. Estaline fê-lo certamente porque, a partir de dada altura, percebeu que uma grande parte destes eram na verdade agentes de interesses capitalistas estrangeiros (i.e. traidores) que não queriam nenhum real Socialismo na Rússia (certamente membros da Maçonaria e afins).

Leia o que tem a dizer sobre isto o actual coronel dos serviços secretos militares russos, Daniel Estulin: https://twitter.com/search?l=&q=trotsky %20from%3AEstulinDaniel

O que o Trotsky realmente queria, é o que querem os seus verdadeiros discípulos de hoje em dia, como o falso esquerdista Bloco de Esquerda. Usar o Socialismo como mera “cenoura” metafórica que se pendura em frente a um burro para o fazer andar, mas que nunca irá tal burro conseguir alcançar.

O Trotsky, como todos sabem, era suposto ser o sucessor do Lenine.

E, o que é que andou o Lenine a fazer até aos seus últimos dias de vida?

A implementar a “Nova Política Económica”, que adoptava princípios capitalistas – e que, de acordo com o próprio, era uma política “importante” e para ser implementada a “longo prazo”.

Com a interferência de Estaline, acabou-se com tal política e iniciou-se então uma sociedade verdadeiramente socialista – que viria a fazer da URSS a união socialista que conhecemos – tendo Estaline, com isto, provado que Lenine estava errado (ou estava a mentir) e que não havia necessidade alguma da NPE para fazer a Rússia atingir (rapidamente) o Socialismo.

É por isto é que é Estaline, ainda hoje, tão odiado e demonizado pelo Ocidente – com tudo o que são publicações ocidentais a exagerar imenso o número de pessoas que foram por ele mortas (https://twitter.com/search?q= solzhenitsyn%20from%3AEstulinDaniel + https://twitter.com/search?q= stalin%20from%3AEstulinDaniel).

(Repito, eu não sou estalinista, nem sequer comunista. Apenas conto as coisas como sei que elas verdadeiramente se passaram.)

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O real objectivo da falsa esquerda (do Robles e amigos) que temos

03.08.18

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[Uma explicação por mim dada há dias, num blogue católico que descobri, que está muito atento à (e é crítica da) erosão e destruição que está a ser insidiosamente feita dos princípios católicos pelo próprio Vaticano (que, denuncia o Estulin, é feita pelos jesuítas, maçons e afins infiltrados neste).]

 

É mesmo de “baixo” que vem esta suposta esquerda…

(Provavelmente sem o saber totalmente, acertou o Basto mesmo “na muche”.)

A esquerda parlamentar que temos, na Europa e não só, é uma criação da sociedade secreta dos Illuminati – que se distingue das outras [entre outras coisas] por ser satânica.

Informem-se sobre que sociedade foi esta, não através dos livros fictícios e mirabolantes do Dan Brown, mas através de livros históricos, como este – http://www.sacred-texts.com/sro/pc/index .htm – que foi escrito no final do século XVIII, quando este sociedade secreta foi descoberta.

Se lerem esse livro, irão constatar que, os princípios defendidos pelos Illuminati eram os mesmos que, poucas décadas depois, foram regurgitados no conhecido “Manifesto Comunista”, escrito pelo capitalista Friedrich Engels e propagado pelo (denunciado há poucos anos, numa televisão estatal russa, como um agente da coroa britânica: https://www.youtube.com/watch?v =8VbI-t-HUuA) Karl Marx e seus descendentes familiares.

O objectivo da criação dos princípios socialistas nunca foi a verdadeira implementação dos mesmos. Mas, apenas que estes servissem de argumento retórico de oposição aos princípios capitalistas vigentes – para que, no uso da “Dialéctica Hegeliana”, da “Tese + Antítese = Síntese”, permitissem estes princípios socialistas a criação de uma nova sociedade, que não é nem socialista nem capitalista, mas neofeudalista (a fazer lembrar as sociedades fascistas, que combinavam elementos de ambos os lados do espectro político autoritário).

Exemplo 1: Os comunistas defendem a abolição da propriedade privada (Tese). Os capitalistas defendem a manutenção da mesma (Antítese). Resultante do debate parlamentar em torno do assunto, ambos os lados do debate (controlados pelos mesmos interesses) chegam a um meio-termo, em que a propriedade passa a ser, ao mesmo tempo, colectiva e privada, criando então um pretexto (supostamente legítimo, apoiado no princípio socialista) para impostos sobre a propriedade, porque esta supostamente também deve ser de todos (Síntese).

Exemplo 2: Os comunistas defendem a abolição do direito à herança… Seguindo o mesmo raciocínio, o objectivo é criar um pretexto para a criação de impostos sobre as heranças.

Impostos atrás de impostos. O regresso da maior prática medieval de opressão, em que as elites governantes se arrogam ao “direito” de cobrar imposto atrás de imposto ilegítimo. (Impostos esses, que na sociedade que temos, não ficam no Estado – e, não são subsequentemente usados pelos cidadãos – mas que, servem antes para pagar as dívidas fictícias e fraudulentas contraídas pelos nossos governos perante os banqueiros internacionais – e que, deste modo, vão parar aos bolsos dos interesses privados, que controlam os nossos governos.)

Mais informação e explicações sobre isto nas seguintes hiperligações:

https://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674
[https://blackfernando.blogs.sapo.pt/portugueses-votai-55860]

 

[À qual depois acrescentei que...]

 

O facto do dinheiro dos nossos impostos servir para pagar dívidas fraudulentas (https://www.youtube.com/watch?v=JobaR9LLcfA) é apenas um dos propósitos de tal colecta de impostos (https://blackfernando.blogs .sapo.pt/os-antigos-e-que-sabiam-bem-julgar-80727) – para além de que, não é isto que acontece a todo o dinheiro que serve para pagar a dívida externa, pois há muitos países (que fazem parte do FMI) que criam o seu próprio dinheiro, em vez de o pedir emprestado aos privados, como fazem os EUA.

Outro, talvez ainda mais importante, propósito da colecta de impostos, é financiar o “Estado Social” (de que o Bloco de Esquerda tanto gosta) que serve como um mecanismo de controlo da população (permitindo ao Estado gerir o dinheiro que deveria ser das próprias pessoas) e como uma maneira de lentamente destruir a sociedade que temos (ao dar dinheiro a quem não trabalha, para desincentivar o trabalho). E, podem ler mais sobre o que quero eu dizer com isto, aqui: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/atencao-aos-pseudo-esquerdistas-61558

 

[E também que...]

 

Para além de que, outra maneira através da qual o dinheiro de todos estes impostos vai parar ao bolso de privados, é quando (no meio de uma Economia que está claramente em Colapso desde 2008) os governos pegam no dinheiro deste “Estado Social”, com o pretexto de que querem rentabilizá-lo, e compram acções em certas companhias, pouco tempo depois essas acções desvalorizam imenso (https://ionline.sapo.pt/491541) e os privados que venderam tais acções vão-se embora todos contentes com o dinheiro dos contribuintes.

 

[Editado a 07/08/2018: E, obviamente que o último esquema que eu descrevi, através do qual o dinheiro cobrado nos impostos vai parar ao bolso de privados, é apenas um de vários que se sabe que existem - e em que isto pode ser claramente observado... (Sendo um outro tipo inteiro, o dos contratos feitos com condições e preços absurdos, que beneficiam imenso os contratados, quando o Estado contrata privados para serviços essenciais - como no caso das PPP ou mesmo do combate aos fogos, tal como denunciado numa reportagem da TVI para a qual eu chamei aqui a atenção.)]

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colocado por Fernando Negro às 11:53

Crimes Invisíveis

25.07.18

Pensei em escrever uma longa colocação, sobre todas as implicações que a seguinte notícia representa... Mas, como a paciência já não é muita - e, já agora, também para tentar estimular alguns neurónios - irei então, de modo sucinto, referir apenas algumas das mais importantes implicações - que poderão depois vocês complementar, à medida que forem, por outros meios, aprendendo mais sobre as possibilidades que oferecem este tipo de sistemas de vigilância, que operam com recurso à inteligência artificial.

Vejam o seguinte filme e depois leiam a notícia - ou, se quiserem, façam ao contrário...


 

Bill Gates backs a $1 billion plan to cover Earth in 'Big Brother' satellites capable of streaming 'live and unfiltered' HD footage of the planet

 


...e, depois de o fazerem, saibam que:

  1. Já é possível, através da inteligência artificial, reconhecer alguém pelo seu modo de andar.
  2. Tudo o que é feito com recurso a vídeo pode ser gravado. E, deste modo, cada um de nós poderá passar a ter o "filme da sua vida" (filmado de "cima", por estes satélites - e complementado pelo cada vez maior número de câmaras de vigilância em espaços públicos) destacado dos registos do Grande Irmão, depois de serem os dados gravados processados para mostrar apenas o percurso de uma única pessoa. (E, como tal, de cada vez que quiser o Grande Irmão saber onde, e com quem, é que estávamos em certo dia, e a certa hora, terá apenas de usar as suas capacidades informáticas.)
  3. Também, se se quiser fazer esta vigilância em tempo real, observar milhões (ou mesmo biliões) de indivíduos - ou, em termos informáticos, gerir milhões (ou mesmo biliões) de instâncias - ao mesmo tempo, certamente que não será nada por aí além, por parte dos supercomputadores que existirão quando tal sistema for implementado (e, provavelmente, até com os que já existem, mas que nós desconhecemos).


Soa-vos rebuscado?
Informem-se sobre a chamada Lei de Moore - que diz que a evolução da capacidade de processamento informático é feita de modo exponencial (e não apenas linear) - e comparem, por exemplo, os MHz dos computadores da vossa infância com os que se vendem hoje em dia (e, acima de tudo, saibam que a tecnologia que o Grande Irmão possui está sempre décadas à frente do que é do uso, ou sequer conhecimento, público).

Soa-vos totalitário?
É isso mesmo que é... E, tal como o filme de Wim Wenders indicia... O que um sistema de vigilância destes (associado ao uso de armas de qualquer tipo e a um regime totalitário) representa, são os literais controlo quase-absoluto dos cidadãos e quase-fim da possibilidade de movimentações sociais por parte dos últimos que ponham em causa o regime vigente.

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colocado por Fernando Negro às 20:57

O conceito de "bugdoor" explicado num filme da série "Star Wars"

20.05.18

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Há anos que eu ando a avisar a comunidade e o movimento do Software Livre de que, o facto do código-fonte dos vários programas e sistemas operativos ser aberto não é, por si só, uma garantia de relativa segurança... Pois, se o facto de ser conhecido o código-fonte de um software elimina praticamente a possibilidade de se colocarem nele "portas dos fundos" (ou "backdoors") sem estas serem detectadas, ainda que seja todo o código capaz de ser inspeccionado, isso não quer dizer que não possa o mesmo ter grandes falhas de segurança.
O que eu estou aqui a dizer não é propriamente uma novidade, é certo. Pois, sejam elas pequenas ou grandes, falhas de segurança são repetidamente descobertas, por terem sido inadvertidamente criadas pelos autores do Software Livre em causa.
Mas, e se forem tais falhas criadas propositadamente?
É aqui que entra o conceito de "bugdoor" (em oposição ao de mero "bug").
Imaginemos que somos alguém que quer sabotar o seguro funcionamento de um sistema operativo ou mero programa, mas não podemos simplesmente colocar uma "backdoor" no mesmo, por ser o código-fonte passível de ser inspeccionado por quem vai usar tais sistema operativo ou programa.
Não há então possibilidade de se instalar uma "backdoor" sem esta ser detectada?
Muito bem, cria-se então uma "bugdoor"...
Isto é, cria-se (propositadamente) uma falha algures no sistema que queremos tornar vulnerável - mas, uma falha quase que escondida numa parte particularmente complexa do software, que torne a sua detecção tão difícil quão complexa seja essa mesma parte do software.
Soa rebuscado?
Não sou apenas eu que consigo pensar numa coisa destas (e, recorrendo à lógica elementar, concluir que, se consigo eu lembrar-me disto, certamente que conseguem também os inimigos da Privacidade e da Segurança fazer o mesmo). Pois, este mesmo exacto conceito acaba de ser revelado num filme de ficção, que faz parte de uma muito conhecida série de cinema.
E, assim sendo, convido então todos os que queiram saber mais do que estou eu a falar a verem (ou se informarem sobre a essência da história de) o filme Rogue One: Uma História de Star Wars - e a compararem depois o que nele é descrito com os avisos que já fazia eu <aqui>, <aqui><aqui> e também <aqui>.

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O estado em que vai este país

14.05.18

(Entrevista feita na passada quarta-feira. Quem quiser ver a entrevista na sua totalidade, pode vê-la aqui.)

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