Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Quantidade de CO2 na atmosfera já foi 10 vezes a que é hoje...

06.10.19

...E, ainda assim, o Planeta entrou numa Era Glacial.

(O seguinte gráfico, foi exibido há 5 meses no Senado Federal brasileiro pelo climatologista Prof. Dr. Ricardo Felício - e podem mostrá-lo também a quem quiserem, para calar aqueles que digam que é o CO2 que determina a temperatura do Planeta.)

 

Geological_Timescale.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

Razões de ser para a fraude do "aquecimento global" antropogénico

03.10.19

[Um comentário que deixei num tópico que foi criado num fórum de militares portugueses, onde pessoas que estão (pelo menos, algo) informadas sobre o projecto da Nova Ordem Mundial (e agora afins) têm feito colocações em cadeia.]

 

O suposto "aquecimento global" de origem antropogénica é uma falácia que qualquer pessoa com o 9º ano de escolaridade(?) consegue facilmente aperceber-se de...

 

 

(Se nunca viram o anterior muito bom documentário, feito pelo Channel 4 britânico - https://www.globalresearch.ca/global-warming-a-convenient-lie/5086 - há uma boa razão para tal... Alguém com muito dinheiro comprou os direitos de autor do mesmo e tratou de que este nunca mais fosse exibido publicamente. Sendo os vários vídeos que estão ainda disponíveis no YouTube "cópias piratas" do mesmo.)

Já repararam que, de cada vez que os média de massas portugueses vos diziam, repetidamente, no decorrer das duas décadas que passaram, que o ano anterior tinha sido o mais quente de sempre, nunca vos mostravam tais média quaisquer gráficos que provassem tais afirmações? Isso é porque, qualquer pessoa que vá aos arquivos de medição das temperaturas por satélite, usados nomeadamente pela NASA (que são públicos: http://data.remss.com/msu/monthly_time_series/) e elabore os seus próprios gráficos, consegue ver que tais afirmações são mentira.

 

no_warming.png

 

(O anterior gráfico foi tirado do seguinte vídeo - https://www.youtube.com/watch?v=bSAgCFLgaVI - sendo que, têm também na seguinte hiperligação uma confirmação do mesmo, sob a forma de um gráfico elaborado pela própria equipa que mantém os registos de satélite: http://www.remss.com/blog/recent-slowing-rise-global-temperatures/)

Parte das razões de ser para esta enorme impostura científica, denunciei-a hoje, neste vosso fórum: http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=2098.msg318291#msg318291

E, se quiserem saber qual é a principal razão de todas, têm também a seguinte denúncia que recentemente fiz, num comentário que deixei no blogue da historiadora Raquel Varela: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/a-principal-razao-i-e-a-razao-de-fundo-175885

 

*

 

"...the claims of climate change are exaggerated in an attempt to usher in more government control and regulation."
--- https://www.heartland.org/publications-resources/publications/vatican-climate-conference-presentation-lord-christopher-monckton

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 16:11

Caiu a máscara a Richard Stallman

18.09.19

IGNUcius.jpg

Pessoalmente, nada disto me surpreende...
Pois, tal como disse "de passagem" numa colocação anterior que fiz, há já um bom tempo que, no seguimento de correspondência privada que troquei com esta importante figura, me apercebi da verdadeira natureza da mesma (i.e. que se trata esta, quase certamente, de mais um agente do próprio sistema) - dadas as respostas que poderão ser descritas como "muito estranhas", que eu recebia em retorno (e que, a serem sinceras, se costumam associar apenas a pessoas desprovidas de inteligência - coisa que Stallman, notoriamente, possui em grande quantidade).
Sendo também que, as recentes revelações de afirmações chocantes por esta figura feitas apenas confirmam, para mim, a avaliação pessoal que fiz - pois, sabem as pessoas melhor informadas que existe uma clara agenda, por parte das elites governantes, de sexualização das crianças.
Mas, para que as coisas se tornem mais claras para quem seja mais ingénuo, acrescento duas notas prévias de interesse.

  1. O MIT é uma universidade privada e elitista, que recebe dinheiro do poder estabelecido dos EUA. Maioritariamente (a) do Grande Capital - no qual se inclui até o "arqui-inimigo" do Software Livre, Bill Gates - e também (b) do Departamento de Defesa (ou, melhor dizendo, da "máquina de guerra") estadunidense. Sendo que, no caso deste último, serve o MIT de conhecido laboratório para o desenvolvimento de projectos da DARPA. E, que pessoa supostamente ética é que aceita trabalhar para um laboratório financiado pela DARPA e ajuda também a desenvolver Inteligência Artificial para este mesmo poder estabelecido, que (sabem as pessoas bem informadas) irá ser maioritariamente usada para projectos de vigilância? (Para além de apelar esta mesma pessoa ao voto em candidatos do Partido Democrata, também responsável por operar a máquina de guerra estadunidense.)

  2. Falando de vigilância e não só... Reparem em quem são as principais entidades que usam Software Livre: Facebook; Google; Amazon; vários departamentos do governo estadunidense (parcerias com a Red Hat); a esmagadora maioria da Internet, em si (servidores HTTP Apache e Nginx); quase todos os supercomputadores que existem (por norma, detidos por governos); até a própria Microsoft... O maior utilizador de Software Livre é o próprio poder estabelecido! E, sabido isto, acham que foi (a) pura coincidência que tenha surgido um movimento destes que produz um tipo de software que tanto agrada a esse mesmo poder estabelecido (que terá tido a imensa sorte de, por mero acaso, ter surgido tal tipo de software), ou acham antes que, (b) como pessoas muito inteligentes que são as que conduzem esta sociedade (também conhecidas por planearem tudo com décadas de antecedência), anteviram estas as grandes vantagens que poderia ter este tipo de software e foram estas mesmas que criaram o movimento do Software Livre (tal como tantos outros conhecidos que já foram por si criados)? Já repararam que existe até uma "licença MIT"? E, que o sistema operativo BSD (cuja mascote é um demónio) é assumidamente uma criação da Universidade da Califórnia em Berkeley, que é sobejamente conhecida por ser mais um centro de lavagem ao cérebro do poder estabelecido estadunidense?

Ora, feita a chamada de atenção para os dois pontos anteriores... Acham então que foi pura coincidência que o movimento do Software Livre e o sistema operativo GNU tenham sido criados quando Richard Stallman trabalhava para o MIT?

Mas, uma nota pessoal e importante...
Eu continuo a ser (e serei sempre) um "entusiasta" do Software Livre. Pois, independentemente de tudo, considero que é este um movimento que, por boas razões várias, deve muito ser cultivado.
Sendo que, as razões pelas quais penso que é do interesse do poder estabelecido usar também este tipo de software, são as suas consequentes (1) maior qualidade (por ter sempre muito mais pessoas envolvidas no seu desenvolvimento) e também (2) maior "agilidade", ou capacidade evolutiva (providenciada pelo facto de, por ser o seu código-fonte aberto, ser este tipo de software muito mais facilmente "reparável").
E, tal como todas as tecnologias inventadas pelo Império Romano ou até mesmo pelos nazis - que muito beneficiaram a Humanidade - uma coisa é uma tecnologia específica, em si, e outra coisa é quem a criou (e porquê). E, a tecnologia, em si, muito poucas vezes pode ser considerada má. Pois, maus são, por norma, apenas alguns dos usos que lhe podem ser dados.
Vejam o exemplo da fissão nuclear. Surgiu para que os EUA pudessem bombardear o Japão, tendo com isso morto dezenas de milhares de pessoas - e é hoje em dia usada para providenciar energia para muitas localidades, incluindo para hospitais, onde se salvam vidas.

 

Renowned MIT Scientist Defends Epstein: Victims Were ‘Entirely Willing’

Autoria e outros dados (tags, etc)

A portuguesa Agência Lusa a mentir sobre o conflito na Ucrânia

22.07.19

ukrap.jpg

A fazer lembrar um outro "engano" sobre esta mesma temática - e também a provar, uma vez mais, o quão mentem os média ocidentais sobre o conflito no leste da Ucrânia...
Eis que foi ontem desmentido (uma vez mais) por um órgão de comunicação russo, o que este último descreve (de modo eufemista) apenas como uma "citação errada", por parte dos média ocidentais, do que estava num relatório inicial da polícia italiana.

 

Hand grenades, rifle, crossbow & machete found in new neo-Nazi cell bust in Italy

 

(Como se, de tão ignorantes que são os jornalistas, não soubessem estes bem - e também toda a gente que sabe o mínimo sobre este conflito - de que lado é que têm lutado os fascistas...)
Têm <aqui> o exemplo da Agência Lusa a mentir sobre o sucedido.
E, têm também <aqui> uma pequena lista de sucedidos, sobre as diferentes versões do relatório policial em causa - que denuncia a cumplicidade do próprio governo italiano, em querer claramente encobrir de que lado é que lutavam estes voluntários fascistas.

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 06:04

O meu parecer relativo à polémica sobre equipamentos da Huawei

31.03.19

huawei_reuters.jpg

[Dois comentários que deixei a esta notícia. Aos quais acrescento já que, sobre a questão da possível espionagem, é minha crença que as "portas dos fundos" existentes neste tipo de equipamentos (sejam elas a nível de hardware ou de software) serão partilhadas entre os vários governos em causa...]

 

«Estarão estes estudos a tentar descredibilizar propositadamente a Huawei?»

Muito provavelmente...

Já repararam até na coincidência de que tudo isto surge logo depois de que a Huawei destronou a estadunidense e ocidental Apple do lugar de segunda maior vendedora mundial de telemóveis?

Querem-nos fazer crer que a concorrência também não terá tantos ou mais problemas quanto os que foram identificados?

A Huawei, pela sua superior qualidade dos equipamentos (e também melhor relação qualidade-preço) sempre esteve destinada a chegar ao topo. E, disto me apercebi eu logo quando, por meros acaso e coincidência, o meu primeiro smartphone foi exactamente um Huawei, que muito me impressionou pela sua qualidade.

(Reparem em como quase metade dos telemóveis, e outros equipamentos, que são lançados pela estadunidense Apple, têm sempre problemas. Ou, comparem um ecrã IPS do último modelo “iPad mini” da Apple com um ecrã IPS dos primeiros modelos de smartphones da Huawei – e vejam quais é que, depois de todos estes anos, ainda continuam a ter uma qualidade superior.)

Os governos ocidentais têm acordos secretos com as companhias de telecomunicações, que obrigam estas companhias a cumprir certos requisitos para poderem vender nos países de tais governos. Por exemplo, nos telefones analógicos antigos, era obrigatório deixar dentro dos mesmos espaço suficiente para a colocação de aparelhos de escuta, caso fosse necessário. Ora, acham que se representassem estes equipamentos de telecomunicações de multinacionais estrangeiras algum perigo para a segurança dos países em causa, os governos de tais países alguma vez teriam deixado tais marcas venderem equipamentos no seu território? E que, a detectarem realmente tais governos qualquer problema sério, não poderiam obrigar as marcas em causa a resolvê-lo – e que tais marcas não o fariam prontamente, para não perderem o tão grande mercado em causa?

Ora, na falta de uma real razão para poderem correr com as *concorrentes* chinesas Huawei e ZTE, que lhes têm vindo a conquistar uma grande fatia do mercado, têm então os grandes interesses económicos ocidentais, que controlam os nossos governos e média de massas: (1) ou de se ficar pelo mero lançamento de suspeitas; (2) ou, no caso dos EUA, ir até mais longe, sem nunca poderem então apresentar provas das suas alegações...

 

*

 

Ainda, sobre o que dizia eu de que “os governos ocidentais têm acordos secretos com as companhias de telecomunicações, que obrigam estas companhias a cumprir certos requisitos para poderem vender nos países de tais governos”,

Se alguém duvida do que eu digo, tem no seguinte pequeno trecho de vídeo uma prova disto mesmo: https://cld.pt/dl/download/a0c3f4c1-09d1-4308-ad08-d2702c7304ec/la_huida.mp4

(Obviamente que, as “portas dos fundos” e afins, que venham nos equipamentos de telecomunicações, serão partilhadas com os governos dos países onde tais equipamentos são vendidos...)

 

[Acrescentado, algumas horas depois: E, tendo alguém feito um comentário a tal notícia, ao qual eu entretanto também respondi, aqui fica mais algo que gostaria de acrescentar...]

 

«...existência de backdoors nos produtos da Huawei. A confirmar-se, é grave.»

*Todos* os smartphones vêm com “portas dos fundos” incluídas.

(Não faria sentido algum aos governos dos vários países, que é sabido quererem espiar os seus cidadãos, permitir a venda de equipamentos que garantissem uma real privacidade dos seus utilizadores.)

Apple, Samsung, Xiaomi, Google... Todas vendem (também) equipamentos, ou sistemas operativos, com “portas dos fundos” incluídas: https://www.gnu.org/proprietary/proprietary-back-doors.en.html

(“Divirtam-se” a consultar a extensa e elucidativa lista, para a qual aponta a última hiperligação...)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Confirmação de que a radiação dos telemóveis é cancerígena

30.03.19

Se estão à espera de que seja o próprio poder económico-político estabelecido (que tanto gosta desta tecnologia, usada para vigiar as pessoas) a admitir tal coisa, podem esperar sentados.
Restando a nós inferir esta relação: ou a partir de observações próprias; ou então ouvindo o que têm a dizer alguns cientistas independentes, a partir dos muito limitados meios ao seu dispor.

 

Cancer Cluster At California Elementary School Results In Removal Of Sprint Cell Phone Tower

 

radiation_tower.png

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 18:47

Um génio cuja existência passou ao lado de quase todos

29.03.19

lyndon_larouche.jpg

 

OBITUÁRIO


Lyndon H. LaRouche, Jr.
(1922–2019)


21 fevereiro, 2019 (EIRNS) - Lyndon H. LaRouche, Jr., o economista e estadista estadunidense que compilou, entre 1957 e 2007, o registro mais acertado do mundo de prognósticos econômicos, faleceu no 12 de fevereiro de 2019. Autor de milhares de artigos e de mais de 100 livros e panfletos de tamanho de um livro e de estudos estratégicos, LaRouche foi uma das mais controversas figuras políticas de toda a história estadunidense.

Uma das razões para isto foi a orgulhosa, vigorosa e persistente campanha presidencial de LaRouche, entre 1976 e 2004, para restabelecer o autogoverno constitucional estadunidense após os assassinatos, entre 1963 e 1968, de John F. Kennedy, Malcolm X, Martin Luther King Jr. e Robert F. Kennedy. Outra razão foi a sua bem-sucedida criação de um serviço de notícias independente e capacidade de obtenção de informação de alto nível que permitiu a ele e aos seus colaboradores uma capacidade de avaliações não filtradas, que os equiparam de modo a reportarem acertadamente o verdadeiro estado da economia estadunidense e amiúde a verdadeira natureza de processos políticos estadunidenses e internacionais, de outro modo misteriosos.

LaRouche criou também uma associação filosófica internacional, assente no princípio de recriar o conhecimento acerca da controvérsia milenar entre a tradição platônica e a escola de Aristóteles, a luta entre o modelo republicano de estado e o sistema oligárquico de império.

O alcance de LaRouche fora dos Estados Unidos foi o resultado do seu recrutamento com sucesso de centenas de estudantes politizados de muitas nações, particularmente na Europa, no Canadá e na América Central e do Sul. Esta intelectualidade autosselecionada deu-lhe o poder de originar e implementar mudanças de política através da mobilização de modestas, mas bem treinadas e extremamente bem informadas unidades, que catalisaram forças muito maiores em várias nações para algumas vezes agirem como "uma mente estendida por vários continentes".

LaRouche era conhecido pela sua insistência de que cada cidadão dos Estados Unidos, assim como os cidadãos de qualquer nação soberana, têm a responsabilidade de se educarem sobre as matérias cruciais de política que afetam o futuro das suas nações e da humanidade; de proporem e defenderem apenas aquelas políticas que "promovam o Bem-Estar Geral de nós próprios e da nossa posterioridade"; e de derrotarem medidas financeiras predatórias promulgadas no seguimento de políticas de redução populacional racialistas, por vezes disfarçadas como "ambientalismo" ou "desenvolvimento sustentável", tendo como alvo particular as nações da África, da Ásia e da América Central e do Sul.

Apesar de pessoas e instituições internacionalmente proeminentes terem recentemente começado a reportar sobre LaRouche, e a despeito de ter ele sido um dos mais prolíficos escritores dos Estados Unidos, nenhuma da “grande mídia” se atreveu ainda a citar as verdadeiras opiniões de Lyndon LaRouche sobre qualquer assunto político pelo qual ele era conhecido. Este medo de LaRouche é notável, mas não é novo. Sempre foi verdade que o poder das ideias de LaRouche, tanto quanto ou até mais, do que a pessoa de LaRouche, eram profundamente temidos pelos seus opositores. Esse medo não se irá abater com o seu falecimento.

As Quatro Leis de LaRouche, a sua proposta para um Acordo de Quatro Poderes entre Estados Unidos, Rússia, China, e Índia, a sua invenção da Iniciativa de Defesa Estratégica (SDI, sigla em inglês), de 1983, anunciada pelo então Presidente Ronald Reagan, e a sua defesa ímpar de cinco décadas de duração da energia de fusão termonuclear, não podem ser permitidas ser mencionadas pela "grande mídia" hoje, mesmo na ocasião da morte de LaRouche. Se o povo estadunidense chegasse a conhecer agora estas políticas, e consequentemente o que lhes tinha sido negado pela conspiração de silêncio imposta durante décadas em torno de LaRouche, particularmente durante a crise financeira e guerras predatórias sem utilidade dos passados 15 anos, eles iriam imediatamente concluir que alguém tem tentado intensamente mantê-los durante todos estes anos longe das ideias de Lyndon LaRouche.

"Ele é um tipo mau, mas não lhe podemos dizer o porquê" não irá mais ser suficiente como explicação para estas pessoas, sobre por que razão não deverão elas, ainda hoje, saber "quem é Lyndon LaRouche". Ao quebrar com sucesso os muros das notícias falsas neste momento, o verdadeiro Lyndon LaRouche pode finalmente ser ouvido e tornar-se conhecido. Para esse fim, o seguinte breve, muito incompleto relato da sua vida e do seu trabalho é providenciado.

O Desenvolvimento de Um Estadista Mundial

LaRouche estabeleceu-se durante mais de quatro décadas como o primordial inimigo do Sistema Imperial Britânico, em ambas as suas encarnações, pré-Segunda Guerra Mundial, e o atual Commonwealth pós-guerra. O serviço militar de LaRouche na Segunda Guerra Mundial, particularmente no teatro de operações da Birmânia, foi pessoalmente decisivo. "Foi a experiência em Calcutá, em 1946, que definiu o meu principal compromisso de vida, de que os Estados Unidos deveriam tomar a liderança mundial pós-guerra em estabelecer uma ordem mundial dedicada a promover o desenvolvimento econômico do que hoje chamamos 'países em desenvolvimento'", escreveu LaRouche na sua autobiografia, O Poder da Razão: 1988. LaRouche começou a batalhar com os "teóricos da economia política" e traficantes de escravos da versão moderna da Companhia Britânica das Índias Orientais, cujas teorias dominavam os departamentos de economia das universidades estadunidenses no período que se seguiu à Segunda Guerra Mundial.

LaRouche opôs-se ferozmente à concepção de homem-como-uma-besta defendida por Francis Bacon, Thomas Hobbes, Parson Thomas Malthus e John Locke. Em vez disso, LaRouche restabeleceu a ciência da economia física nos Estados Unidos, uma ciência inventada em 1672 pelo filósofo alemão Gottfried Leibniz, inventor do cálculo e coinventor da máquina a vapor. Durante um intenso período de estudo entre 1948 e 1952, LaRouche avançou os seus estudos independentes em ciência física de modo a desenvolver o seu método de previsão econômica. O livro de 1983, LaRouche: Irá Este Homem Tornar-se Presidente? declara: "O que LaRouche primeiramente reconheceu durante 1952, foi que ao adotar uma concepção de energia que é inteiramente consistente com a dissertação de 1854 de [Bernhard] Riemann, 'Sobre as Hipóteses Que Subjazem a Geometria', é possível medir ambos os crescimentos tecnológico e econômico em termos de energia assim definida. No trabalho de LaRouche, valor econômico - o crescimento econômico verdadeiro - é medido primariamente em termos de aumentos da densidade relativa potencial da população da sociedade".

LaRouche, contudo, considerou todo o seu trabalho sobre economia física como a expressão específica de uma tarefa epistemológica mais profunda. No seu artigo de 1988 "Beethoven como Cientista Político", LaRouche escreve:

"As minhas descobertas mais importantes, em cada campo para o qual contribuí, são baseadas na minha refutação bem-sucedida do famoso paradoxo kantiano reafirmado na Crítica do Julgamento de Immanuel Kant. Kant afirmava aqui duas coisas de relevância.

"Primeiro, ele insistiu que apesar dos processos criativos responsáveis por descobertas científicas fundamentais válidas existirem, estes próprios processos estão além de qualquer compreensão humana possível. Eu provei que isso é falso e dessa prova desenvolvi um método de representação inteligível desses processos criativos e consequentemente a medição implícita de progresso tecnológico como tal.

"Segundo, com base no primeiro pressuposto, Kant argumentou que não havia critérios inteligíveis de verdade ou beleza na estética. A tolerância que foi tão geralmente ganha por todo o irracionalismo moderno em matéria de arte, dependeu da aceitação alemã e de outros desta tese sobre estética avançada por Kant e mais tarde por Friedrich Carl von Savigny."


A natureza prolífica dos escritos de Lyndon LaRouche, nos campos da música, economia, história, linguagem e as ciências físicas, inspirou muitas colaborações e trocas com pessoas pelo mundo fora. LaRouche, primordialmente, era um estadista - não um político - um praticante de estadismo, no sentido socrático-ateniense. Ele estabeleceu organizações através do ensino, começando com uma série de palestras em 1966, através da qual ele avançou e debateu o seu método de previsão econômica, especialmente em polos universitários. Muitos encontraram LaRouche pela primeira vez num lado de um debate, levado a cabo com as autoridades econômicas e políticas dos polos universitários dos anos 1970. Isto parou depois do famoso debate de 1971 de LaRouche com o economista Abba Lerner. Lerner perdeu ao admitir que se as políticas de austeridade do Ministro das Finanças alemão Hjalmar Schacht tivessem sido implementadas nos anos 1920, "Hitler não teria sido necessário". Dentro de meses, ninguém mais podia ser encontrado para debater com LaRouche e nunca mais tal tipo de debates ocorreu.

As palestras de LaRouche sobre o que na altura era chamada "economia dialética", eram precisamente isso - diálogos entre LaRouche e figuras filosóficas, econômicas e científicas da história, retratadas por ele com precisão de contador de histórias, sempre sem notas e amiúde feitos sem quaisquer livros. Era entregue aos estudantes um extenso currículo de material de leitura, com leituras sugeridas, detalhadas semana a semana. Um estudante lembrou-se de que "referia-se a passagens de um trabalho como a Crítica da Razão Prática de Kant, por exemplo. Era-nos dito para lê-lo. Se o fizéssemos, e fôssemos à aula na semana seguinte, ele primeiro descrevia qual era a sua ideia da passagem, a qual era convincente assim como acertada. Ele prosseguia então destruindo-a ponto por ponto e porque tínhamos nós lido-a, e aceitado-a, conseguíamos descobrir as falácias escondidas no fundo da nossa própria mente. Ele demonstrava-nos a diferença entre ler e pensar. Elas não eram aulas: eram solilóquios. E foi assim que ficamos interessados."

A organização principal de LaRouche era a Convenção Nacional (mais tarde Internacional) de Comités Trabalhistas, uma associação filosófica organizada como um "sistema de conferências", normalmente realizadas duas vezes por ano. Desta associação nasceram muitas outras organizações, tais como a Fusion Energy Foundation (Fundação da Energia de Fusão), o U.S. Labor Party (Partido Trabalhista dos EUA), o National Democratic Policy Committee (Comitê Nacional Programático Democrata), a Anti-Drug Coalition (Coalição Anti-Drogas) e outras. LaRouche também fundou e trabalhou com organizações na França, Alemanha, Itália, Suécia, Canadá, Dinamarca, México, Colômbia, Peru, Austrália e muitas outras nações.

Em dezembro de 1977, LaRouche casou com Helga Zepp da Alemanha, mais tarde a criadora do Instituto Schiller, uma instituição para a promoção do estadismo e de uma renascença da cultura Clássica.

"No outono de 1977, eu sugeri que casássemos.... Eu estava um pouco surpreendido, mas agradavelmente, quando ela concordou.... Não havia nada de ordinário acerca das vidas de qualquer um de nós, nem foi alguma vez provável que fosse o contrário. Casamos em Wiesbaden no 29 de dezembro de 1977. A cerimônia foi em alemão; o oficial do Standesamt (o registro civil alemão) perguntou-me em alemão, se eu sabia o que acontecia. Houve riso acerca dessa pergunta entre os meus amigos durante semanas depois." Permaneceram casados durante 41 anos.

A natureza combativa e o estilo polêmico das campanhas, eleitorais e não eleitorais, de LaRouche e seus colaboradores foram únicos na vida política estadunidense nas décadas 1970, 1980 e 1990. A transmissão de meia-hora de 1976 de LaRouche, "Discurso de Emergência à Nação", foi a primeira vez que um candidato independente tinha alguma vez comprado tal quantidade de tempo televisivo numa eleição federal estadunidense. LaRouche apareceu na televisão quinze vezes durante a eleição presidencial de 1984 em segmentos de 30 minutos, praticamente inventando o que mais tarde seria imitado como o "infomercial". As candidaturas presidenciais de LaRouche, e as candidaturas dos seus colaboradores, incluindo o lançamento de 1.000 candidatos em 1986 apenas, ao mesmo tempo aterrorizaram os adversários de LaRouche nos Estados Unidos e inspiraram outros para ter a coragem não meramente de se candidatarem, mas de apoiarem políticas desenhadas para beneficiar toda a humanidade, não apenas o "seu lamaçal local".

Uma dessas políticas foi o Banco de Desenvolvimento Internacional (BDI), uma proposta de LaRouche de 1975 para substituir o Fundo Monetário Internacional e para desenvolver o que era na altura chamado "o Terceiro Mundo" através do fornecimento para a exportação de, não apenas tecnologia construída nos EUA, mas cidades inteiras. Estas cidades seriam construídas como locais de treino para o rápido desenvolvimento das qualificações de populações do sector em desenvolvimento, permitindo a estas criar as suas próprias economias plenamente ("full set”), em vez de se tornarem escravas de dívidas, como de fato ocorreu.

Pessoas como Frederick Wills, o antigo Ministro de Relações Exteriores da Guiana, defendeu a proposta do BDI de LaRouche numa sessão das Nações Unidas em 1976. O Presidente do México José López Portillo e a Primeira-Ministra da Índia Indira Gandhi encontraram-se com Lyndon e Helga LaRouche e adotaram aspectos das suas propostas, muitas das quais foram apresentadas como tratamentos do tamanho de um livro, tais como a "Operação Juárez" para o México e "A Industrialização da Índia: Do Atraso ao Poder Industrial em Quarenta Anos" e "Uma Política de Desenvolvimento de Cinquenta Anos para a Bacia dos Oceanos Índico e Pacífico" - todos artigos escritos por LaRouche no início dos anos 1980 e cuja visão central é ainda atual, não apenas para hoje, mas para a próxima década ou mais.

O método pouco ortodoxo para dispersar estas ideias defendido por LaRouche era socrático: falar com as pessoas uma a uma. Esta atividade organizativa diária nas ruas ocorreu em centros de desemprego, estações de correios, aeroportos e cruzamentos de trânsito, esquinas de ruas, distritos centrais das cidades e centros comerciais. Este contato direto com a população estadunidense resultou em LaRouche ter um melhor entendimento do que estava a acontecer nos Estados Unidos "desde as ruas" do que qualquer outra força política no país. Elementos corruptos do Departamento de Justiça e “quangos” (organizações chamadas “não governamentais” mas baixo control do governo) aos quais foi dada luz verde para sabotar ilegalmente o direito constitucionalmente garantido dos colaboradores de LaRouche de se organizarem, foram forçados a recorrer à caracterização da organização como uma "seita" de modo a dissuadir cidadãos de contribuírem para companhias associadas com o movimento político de LaRouche.

Nenhum dos detratores de LaRouche é capaz de negar o seu registro de previsões econômicas bem-sucedidas, incluindo o colapso do Sistema de Bretton Woods em 15 de agosto de 1971, o colapso de outubro de 1987 da bolsa de Wall Street (que LaRouche previu em maio desse ano) e a sua previsão de 22 de julho de 2007, capturada em formato de emissão via Internet, do que mais tarde se tornou o "resgate de trilhões de dólares" de setembro de 2008. Algumas das mais estonteantes previsões de LaRouche, apesar disso, não foram, estritamente falando, econômicas. No Dia de Colombo, 12 de outubro de 1988, Lyndon LaRouche, falando no Kempinski Hotel Bristol de Berlim, disse:

"Por profissão, sou um economista na tradição de Gottfried Wilhelm Leibniz e Friedrich List, na Alemanha, e de Alexander Hamilton e Mathew e Henry Carey, nos Estados Unidos. Os meus princípios políticos são os de Leibniz, List e Hamilton e são também consistentes com os de Friedrich Schiller e Wilhelm von Humboldt. Tal como os fundadores da minha república, tenho uma crença inflexível no princípio de Estados-nação absolutamente soberanos e oponho-me deste modo a todas as autoridades supranacionais que possam minar a soberania de qualquer nação. Contudo, tal como Schiller, acredito que qualquer pessoa que aspire a tornar-se uma alma bela, deve ser ao mesmo tempo um verdadeiro patriota da sua própria nação e também um cidadão do mundo.

"Por estas razões, durante os passados 15 anos tornei-me um especialista nos assuntos externos do meu país. Como resultado deste trabalho, ganhei influência crescente e significante entre alguns círculos em torno do meu próprio governo nos assuntos inter-relacionados da política externa e estratégia dos EUA. O meu papel durante 1982 e 1983 ao trabalhar com o Conselho de Segurança Nacional dos EUA para dar forma à adoção da política conhecida como a Iniciativa de Defesa Estratégica, ou 'SDI', é um exemplo disto. Apesar dos detalhes serem confidenciais, posso relatar-lhes que as minhas visões sobre a presente situação estratégica são mais influentes nos Estados Unidos hoje do que em qualquer altura no passado. Deste modo, posso assegurar-lhes que o que agora lhes apresento, sobre o tema de perspetivas para a reunificação da Alemanha, é uma proposta que irá ser estudada muito seriamente entre os círculos relevantes do ’establishment‘ dentro dos Estados Unidos. Sob as condições apropriadas, muitos hoje irão concordar, que o tempo chegou para dar passos iniciais na direção da reunificação da Alemanha, com a óbvia perspetiva de que Berlim possa retomar o seu papel como a capital."

Na Mira para a Destruição

Dois dias após o seu discurso no Kempinski Hotel, acusações federais foram emitidas contra Lyndon LaRouche e vários colaboradores. Mais tarde, LaRouche, falando no Clube Nacional de Imprensa sobre as acusações, declarou: "Uma pessoa pode dizer da própria acusação, que todos aqueles que cometem ofensas contra Deus, ou a humanidade, ou ambos, são mais cedo ou mais tarde castigados." As acusações seguiram-se dois anos a uma tentativa de assassinato no 6 de outubro de 1986 contra LaRouche, acerca da qual LaRouche escreveu no seu panfleto de 2004 intitulado "'Condenem-no ou Matem-no!' A Noite em Que Vieram para Me Matar", o seguinte:


"No 6 de outubro de 1986, um quase exército de mais de quatrocentos elementos armados chegou à vila de Leesburg, Virgínia, para um reide aos escritórios da EIR e seus colaboradores e foi também destacado para uma outra missão mais negra. O local no qual eu residia nessa altura foi cercado por uma força armada, enquanto aviões, veículos blindados e outro pessoal esperavam pela ordem para entrar disparando. Felizmente, a matança não ocorreu, porque alguém com mais autoridade de que o chefe da Divisão Criminal do Departamento de Justiça, William Weld, ordenou que o ataque a mim fosse abortado. As forças prontas para avançar sobre mim, a minha mulher e vários dos meus colaboradores foram retiradas de manhã.

"Este foi o segundo caso inteiramente documentado de um envolvimento do Departamento de Justiça dos EUA em operações que tinham como objetivo a minha eliminação pessoal da política."


Apesar de LaRouche e outros seis terem sido considerados culpados num tribunal de Alexandria, Virgínia, em dezembro de 1988, e terem sido presos no 27 de janeiro de 1989, os protestos internacionais e nacionais contra tais condenações corruptas continuam até hoje. O antigo Procurador-Geral da República dos EUA, Ramsey Clark, caracterizou o caso LaRouche como "envolvendo mais condutas sistemáticas e deliberadamente ardilosas de maior alcance durante um mais longo período de tempo, usando o poder dos recursos do governo federal, do que qualquer outro processo por parte do governo dos EUA no meu tempo ou que é do meu conhecimento." O dossiê de setembro de 2017 da Executive Intelligence Review, "Robert Mueller É um Assassino Legal Amoral: Ele Irá Fazer o Seu Trabalho Se o Deixarem" analisa compreensivelmente como o presente procurador especial contra Donald Trump foi um componente chave da perseguição política a Lyndon LaRouche nos anos 1980.

Durante o tempo que passou na prisão, LaRouche continuou a escrever, mas frequentemente ditando capítulos inteiros de manuscritos de livros ao telefone, uma vez mais sem trabalhos de referência de qualquer tipo. Para além da coleção intitulada "A Ciência da Economia Cristã e Outros Escritos da Prisão", LaRouche escreveu ou gravou muitos outros documentos, alguns dos quais foram compilados com outros escritos nunca antes publicados.

Durante 1989, à medida que se tornou claro que a esfera COMECON da União Soviética estava a passar por crescentes dificuldades econômicas, LaRouche e a sua mulher Helga cooperaram intensamente num programa chamado o "Triângulo Produtivo Paris-Berlim-Viena", o qual após a desintegração da União Soviética foi estendido para a "Ponte Terrestre Euro-Asiática". Após a eliminação da Cortina de Ferro, este programa propôs a integração dos centros populacionais e industriais da Europa com os da Ásia através de chamados corredores de desenvolvimento. Foi o único plano de paz abrangente para o Século XXI na mesa naquela altura, uma opção que foi ferozmente contrariada por britânicos e os neoconservadores anglófilos nos Estados Unidos, que em vez disso avançaram a sua política de um mundo unipolar e sistema neoliberal. A Ponte Terrestre Euro-Asiática, desde muito cedo, tornou-se conhecida como "A Nova Rota da Seda". Mais de duas décadas depois, a Iniciativa do Cinturão e da Rota chinesa, que cresceu deste conceito, tornou-se a locomotiva principal da economia física mundial.

Mudando Milhares de Vidas

Depois de ser libertado da prisão no 26 de janeiro de 1994, LaRouche continuou a sua carreira como analista que fazia prognósticos. Ele desenvolveu a sua pedagógica "Curva Tripla" em 1995 para ilustrar ao público leigo como o processo de "hiperinflação do tipo Alemanha de Weimar" tinha apanhado o mundo transatlântico e tinha de tal modo saqueado o último que nada podia ser feito para preservar o sistema monetário dominante. Teria de ser reorganizado de cima para baixo, utilizando a Lei Glass-Steagall da era do New Deal de Franklin Roosevelt para iniciar o processo de reorganização bancária. Ele avisou em janeiro de 2001 do perigo de um violento ataque terrorista a uma ou mais cidades estadunidenses, enquadrando este aviso no contexto de analisar porquê e como o sistema financeiro tinha entrado numa fase de uma "bolha da alta tecnologia" durante 1999 e 2000.

LaRouche falou da possibilidade de um "Incêndio do Reichstag" à luz da emergente ingovernabilidade dos Estados Unidos, sob condições de ruína econômica cada vez pior. E, tal como com o seu prognóstico de maio de 1987 de um colapso do mercado bolsista em outubro de 1987, no 22 de julho de 2007 LaRouche declarou, um ano antes da derrocada do Lehman Brothers/AIG de setembro de 2008:

"O sistema financeiro monetário mundial está na verdade agora num processo de desintegração. Não há nada de misterioso acerca disto; eu falei disto nos últimos tempos, tem estado em andamento, não está diminuindo. O que está listado como valores de ações e valores de mercado nos mercados financeiros internacionalmente é uma trapaça! São crenças puramente fictícias. Não há verdade em tal coisa; a falsidade é enorme. Não há possibilidade de um não colapso do presente sistema financeiro - nenhuma! Está acabado, !

"O presente sistema financeiro não pode continuar a existir sob quaisquer circunstâncias, sob qualquer presidência, sob qualquer liderança, ou qualquer liderança de nações. Apenas uma mudança fundamental e repentina no sistema financeiro monetário mundial irá impedir um colapso geral e imediato do tipo reação em cadeia. A que velocidade não sabemos, mas irá durar e irá ser imparável. E quanto mais tempo durar antes de ter um fim, pior as coisas irão ficar."


LaRouche, tal como evidenciado pelo prognóstico acima, feito aos 84 anos de idade, não apenas continuou a ser singularmente produtivo. Na viragem do milênio, LaRouche liderou um movimento para recrutar juventude - um movimento que se tornou tão bem-sucedido que o Partido Democrata em várias partes do país até tentou apoderar-se do mesmo. Milhares de jovens passaram por este processo educativo. Contribuições revolucionárias na apresentação do trabalho do físico Johannes Kepler, na prática do canto clássico de bel canto, quer para educação escolar secundária geral ou como um antídoto para a autodegradação cultural, e a apresentação da história estadunidense, incluindo história atual estadunidense (em vez de "eventos atuais" ou o termo ainda mais degradante, "notícias"), em formato vídeo tal como o programa 1932, foram produzidas pelo Movimento Juvenil LaRouche.

Desde a altura da sua emergência como uma figura pública há mais de cinquenta anos, a única tragédia que caracterizou a vida de Lyndon LaRouche, é que nunca lhe foi permitido implementar, como Presidente ou como um conselheiro do Presidente em exercício, as reformas econômicas que teriam melhorado as vidas de dezenas de milhões de estadunidenses e centenas de milhões pelo mundo fora.

Apesar de Lyndon LaRouche ter muitos amigos que foram líderes nos campos da ciência, música, economia e política, o seu maior amigo, para além da sua mulher Helga, foram os homens e mulheres esquecidos dos Estados Unidos da América e de outros países.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Os gestores das entidades bancárias públicas são meros fantoches do Grande Capital, que usa estas entidades para roubar o Povo...

23.01.19

No seguimento da minha anterior colocação, venho partilhar aqui um comentário que deixei há pouco no Twitter (que, apesar de ter eu oficialmente abandonado, não tenho conseguido deixar, por vezes, de usar, para lá deixar comentários a importantes assuntos com que me deparo) sobre um dos factos que são denunciados numa incrível entrevista recente feita a Daniel Estulin - que é o facto de que, quem gere a maior parte das instituições bancárias públicas no Mundo obedece, na verdade, antes (e directamente) ao Grande Capital financeiro ocidental, que usa tais instituições para roubar dinheiro ao comum cidadão.
A entrevista em causa é esta. E, a parte na qual ele faz esta denúncia, relativamente ao caso específico da Rússia, tem início na marca dos 25m7s.

 

cgd_1200M.png

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 20:30

Neurologista anteriormente chamado para testemunhar a favor da CDC-EUA despedido por revelar que vacinas afinal causam autismo

11.01.19

(Vídeo tirado desta notícia. Para quem não sabe, este facto já foi até admitido também pela FDA-EUA. E, podem também ver aqui o que uma enfermeira reformada depois se sentiu à vontade para denunciar.)

Autoria e outros dados (tags, etc)