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O conceito de "bugdoor" explicado num filme da série "Star Wars"

20.05.18

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Há anos que eu ando a avisar a comunidade e o movimento do Software Livre de que, o facto do código-fonte dos vários programas e sistemas operativos ser aberto não é, por si só, uma garantia de relativa segurança... Pois, se o facto de ser conhecido o código-fonte de um software elimina praticamente a possibilidade de se colocarem nele "portas dos fundos" (ou "backdoors") sem estas serem detectadas, ainda que seja todo o código capaz de ser inspeccionado, isso não quer dizer que não possa o mesmo ter grandes falhas de segurança.
O que eu estou aqui a dizer não é propriamente uma novidade, é certo. Pois, sejam elas pequenas ou grandes, falhas de segurança são repetidamente descobertas, por terem sido inadvertidamente criadas pelos autores do Software Livre em causa.
Mas, e se forem tais falhas criadas propositadamente?
É aqui que entra o conceito de "bugdoor" (em oposição ao de mero "bug").
Imaginemos que somos alguém que quer sabotar o seguro funcionamento de um sistema operativo ou mero programa, mas não podemos simplesmente colocar uma "backdoor" no mesmo, por ser o código-fonte passível de ser inspeccionado por quem vai usar tais sistema operativo ou programa.
Não há então possibilidade de se instalar uma "backdoor" sem esta ser detectada?
Muito bem, cria-se então uma "bugdoor"...
Isto é, cria-se (propositadamente) uma falha algures no sistema que queremos tornar vulnerável - mas, uma falha quase que escondida numa parte particularmente complexa do software, que torne a sua detecção tão difícil quão complexa seja essa mesma parte do software.
Soa rebuscado?
Não sou apenas eu que consigo pensar numa coisa destas (e, recorrendo à lógica elementar, concluir que, se consigo eu lembrar-me disto, certamente que conseguem também os inimigos da Privacidade e da Segurança fazer o mesmo). Pois, este mesmo exacto conceito acaba de ser revelado num filme de ficção, que faz parte de uma muito conhecida série de cinema.
E, assim sendo, convido então todos os que queiram saber mais do que estou eu a falar a verem (ou se informarem sobre a essência da história de) o filme Rogue One: Uma História de Star Wars - e a compararem depois o que nele é descrito com os avisos que já fazia eu <aqui>, <aqui><aqui> e também <aqui>.

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colocado por Fernando Negro às 12:01

O estado em que vai este país

14.05.18

(Entrevista feita na passada quarta-feira. Quem quiser ver a entrevista na sua totalidade, pode vê-la aqui.)

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Uma muito boa explicação do que é "oposição controlada"

08.05.18

"You have to be very aware of people who present themselves as your supporters and then try to either become leading critical 'gatekeepers' that only point out to petty wrongdoings by the government and hide the (much more important and revealing) rest, and people that lead you into traps, false solutions, or try to make you adopt counter-productive or time-wasting ineffective forms of struggle."
--- Eu próprio, há 10 anos (no fórum do sítio PrisonPlanet.com)

"A melhor maneira de controlarmos a oposição é sermos nós próprios a liderá-la."
--- Vladimir Lenin

 

(O anterior vídeo é sobre este fenómeno a ocorrer na suposta Direita estadunidense. E, se quiserem observar o mesmo a ocorrer na suposta Esquerda do mesmo país, têm por exemplo <este> muito interessante facto.)

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A muito importante razão pela qual nos devemos informar sempre por nós próprios sobre os problemas de saúde que possamos ter...

04.05.18

Assunto: Diabetes tipo 2 pode ser eliminada retirando os hidratos de carbono da dieta



(Tal como em tudo o que, por norma, envolva a tomada de medicamentos...) É preciso procurarmos sempre (por nós próprios) por possíveis terapias alternativas aos vários problemas que possamos ter. Pois, (tal como é denunciado nesta notícia: https://zap.aeiou.pt/curar-doentes-mau-199624) não é do interesse da indústria farmacêutica curar pessoas - mas antes, torná-las dependentes de medicamentos. E, (tal como a ligação, que recentemente foi revelada, que existe entre ministros e banqueiros portugueses indicia: https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/salgado-promete-reforma-de-61-mil-euros-a-manuel-pinho) os nossos governos (que controlam o sistema educativo no qual os médicos são escolarizados) são controlados pelos grandes interesses económicos. E um dos maiores interesses económicos que existe (e mais lucro faz neste mundo) é a indústria farmacêutica. Por isso, não esperem que sejam os tradicionais médicos que existem quem tenha sempre as melhores soluções para os problemas.

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Isto é o que acontecerá ao Mundo em caso de uma Guerra Nuclear

14.04.18

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O seguinte é um trecho de promoção da melhor versão (a de 2000 e não a de 1959) do melhor filme que já vi, sobre a possibilidade de uma guerra nuclear neste mundo, que possui o mesmo título do livro em que se baseia, On the Beach.

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Não houve qualquer ataque químico na Síria

14.04.18

[E, se tivesse ocorrido um destes horríveis incidentes - que, sabem Bashar al-Assad e toda a gente bem informada, não são mais do que a desculpa perfeita para que o Ocidente possa intervir a favor da sua al-Qaeda - teriam, obviamente, sido os próprios rebeldes os autores do mesmo... É a mesma história do que se passou há 5 anos - e não só. Reparem bem na altura em que isto acontece: uns meros dias depois de Trump ter declarado que queria retirar as tropas estadunidenses da Síria...]

 

"There Wasn't A Single Corpse": Russia Claims 'White Helmets' Staged Syria Chemical Attack

by Tyler Durden [Zero Hedge]
Thu, 04/12/2018 - 04:44

Russia claims that the reported chemical attack in Syria last Sunday was staged by the "white helmets," a US-funded NGO lauded by mainstream media for their humanitarian work, while long-suspected of performing less-than humanitarian deeds behind the curtain.

Speaking with EuroNews, Russia's ambassador to the EU, Vladimir Chizov, said "Russian military specialists have visited this region, walked on those streets, entered those houses, talked to local doctors and visited the only functioning hospital in Douma, including its basement where reportedly the mountains of corpses pile up. There was not a single corpse and even not a single person who came in for treatment after the attack."

"But we've seen them on the video!" responds EuroNews correspondent Andrei Beketov.

"There was no chemical attack in Douma, pure and simple," responds Chizov. "We've seen another staged event. There are personnel, specifically trained - and you can guess by whom - amongst the so-called White Helmets, who were already caught in the act with staged videos."



Russia said it sent experts in radiological, chemical and biological warfare - along with medics, in order to inspect the Eastern Ghouta city of Douma where the attack is said to have taken place.

Russia's Defense Ministry said in a statement that the experts "found no traces of the use of chemical agents," following a search of the sites, adding "All these facts show... that no chemical weapons were used in the town of Douma, as it was claimed by the White Helmets."

All the accusations brought by the White Helmets, as well as their photos... allegedly showing the victims of the chemical attack, are nothing more than a yet another piece of fake news and an attempt to disrupt the ceasefire,” said the Russian Reconciliation Center.

In a statement to the UN Security Council on April 9, Russia's UN Ambassador, Vassily Nebenzia outlined Russia's position on the timeline of the attack in Douma, as well as the Western response after the White Helmets reported that chemical agents were used:


On April 6, the new head of Jaysh al-Islam, following instructions of sponsors, derailed the evacuation of a party of fighters from Douma and resumed the rocket and mortar fire against residential areas in Damascus. The firing targeted [indistinct name of four areas]. According to official information, eight people died. 37 civilians were wounded. Unfortunately, we failed to see statements from Western capitals condemning the shelling of a historical district of Damascus. The following day, April 7, fighters accused the Syrian authorities of dropping barrel bombs with toxic substances. At the same time, diversions were being mixed up. It was either called sarin, chlorine, or a mix of toxic gases. Based on a well-known scheme, these rumors were immediately taken out by those who are financed by western capitalists; I am referring to NGOs and the White Helmets who are mendaciously acting under the cloak of health professionals. And these reports were also taken up and transferred to media outlets.

It behooves us once again to state that many of these dubious structures have a clear list of the email addresses of representatives of Security Council members, which shows that some of our colleagues, with a reckless approach towards their status, are leaking sensitive information to their protégés. Incidentally, all should recall the way that accidentally, the White Helmets put on the internet a video which showed preparations for staging a so-called victim of an alleged attack perpetrated by the Syrian army.

Indeed, over the last several years, reports out of Syria have been criticized as being primarily of anti-Assad origin and unverified.

In a speech at the UN, pro-Assad Canadian journalist and RT contributor Eva Bartlett gave her account of what's going on with reports out of Syria - calling western sources "compromised" and "not credible."



Meanwhile, UK Prime Minister Theresa May told President Trump on Tuesday that Britain would require more evidence in last weekend's suspected chemical attack before committing to a military strike against Syria, reports The Times.


The prime minister rejected a swift retaliation as inspectors from the Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons (OPCW) prepared to visit the Damascus suburb where at least 40 people were reported to have been killed by chlorine gas on Saturday. -The Times

May chaired a meeting of the national security council in London this week, where she spoke with Presidents Trump and Macron for the first time since the Douma chemical attack. It is reported that Trump, who's had a remarkable change of heart on U.S. involvement in Syria since the election, did not ask the UK to join military strikes.


A No 10 read-out of her call with the US president stated that they agreed the international community “needed to respond” but stopped short of blaming the Syrian regime. “They agreed that reports of a chemical weapons attack in Syria were utterly reprehensible and if confirmed, represented further evidence of the Assad regime’s appalling cruelty against its own people and total disregard for its legal obligations not to use these weapons,” it said. -The Times

President Trump also appears to have backed off an imminent strike after promising Syria would "pay a big price," and that the U.S. response would be decided by Wednesday. Trump reportedly canceled travel plans after reports emerged that Russian and Iranian involvement in Syria would complicate matters in the region.

Meanwhile, Secretary of Defense James Mattis has said that the U.S. is still assessing intelligence on the alleged chemical attack, saying in a statement "we're still working on this." In the same breath, Mattis said the United States is "ready" to provide military options for Syria.

 

***

 


(Está disponível uma transcrição desta muito importante declaração, há poucos dias feita na ONU pelo Embaixador russo, Vassily Nebenzia, <aqui>.)

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A União Europeia é, em boa parte, a concretização de um IV Reich

17.03.18

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"But what is absolutely true, is that the biggest scandal part of this whole Bilderberg organization was that, it was heavily populated by people who came out of the old World War II Nazi apparatus and who basically cleaned up and dusted off, and basically deployed to become a hard core of the Cold War anti-Soviet structures in the West. People such as Prince Bernhard, for example, of the Netherlands, was one of the founders of the Bilderberg organization. Walter Hallstein, the first President of the European Commission, was a Nazi lawyer. And, a lot of the structure itself of the European Union was actually based on the Nazi structures which were put together by Hallstein 20 years earlier, in the 1930s, before the Second World War."
--- Daniel Estulin, numa entrevista na "SOTT Radio Network", em Fevereiro de 2015

 

A União Europeia é uma criação do Clube Bilderberg - fundado pelo conhecido príncipe Bernardo dos Países Baixos (o mesmo que fundou a WWF) o qual foi um membro da SS de Hitler (não sendo este sequer o único nazi que é publicamente sabido ter frequentado as reuniões de Bilderberg).
Príncipe este, que era o Director das linhas áereas dos Países Baixos (KLM) aquando do uso destas pelos nazis, no final da Segunda Guerra, para fugirem para a Argentina.

 

"KLM ajudou voos nazistas para a Argentina"
[NineForNews.nl - Tradução Google] 25 de março de 2014

Após a Segunda Guerra Mundial, foi proibido aos suspeitos de envolvimento no regime nazista deixar a Alemanha. No entanto, muitos criminosos de guerra foram para a Suíça, entre outros. Através desse país, eles viajaram para a América do Sul. O Koninklijke Luchtvaart Maatschappij transportou os supostos alemães para o Uruguai e a Argentina.

O transporte era muito lucrativo para a companhia aérea. Os nazistas estavam dispostos a gastar muito dinheiro e escapar do seu julgamento. O historiador da aviação, Marc Dierikx, concluiu com base em documentos de arquivos americanos e suíços que a KLM estava intensamente envolvida no transporte de nazistas.

Em 1949, a embaixada holandesa na Argentina falou em uma carta ao Ministro dos Negócios Estrangeiros de "um forte elemento alemão na representação KLM" em Buenos Aires. O KLM diz que não encontrou evidências em seus próprios arquivos para envolvimento de longo alcance no vôo dos nazistas. Segundo Dierikx, é difícil imaginar que o cume da KLM na Holanda não conhecesse na época a ajuda de nazistas fugitivos.

Uma testemunha, que na época trabalhava como funcionária de 17 anos na KLM, disse à BBC que, em 1949, testemunhou uma violenta troca de palavras entre o então CEO da KLM Albert Plesman e o famoso piloto Adriaan Viruly. O último protestou de acordo com a testemunha porque foi convidado a voar "monges negros" para a Argentina. Descobriu-se criminosos de guerra. Os registros americanos mostraram que o governo holandês não estava preparado para pressionar as listas de passageiros da KLM.

De acordo com o Centro Simon Wiesenthal de Paris, os criminosos de guerra usaram o ouro do Vaticano para fugir para a América do Sul e o Oriente Médio. O Vaticano teria usado dinheiro que os nazistas roubaram e depositaram na Igreja. Um documento do governo dos EUA de 1947 mostra que Roma manteve 200 milhões de francos suíços de ouro nazista. É o ouro que o fascista Ustašas na Croácia havia roubado de judeus e sérvios.

O centro descobriu que o Vaticano forneceu documentos de identidade aos criminosos de guerra através de um grande número de comitês que atuam como organizações informais. Isso permitiu que os nazistas fugitivos obtivessem um passaporte da Cruz Vermelha, com o qual deixaram a Europa. Desta forma, milhares de criminosos de guerra alemães e colaboradores nazistas europeus, com a ajuda do Vaticano e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), encontraram um refúgio seguro para a Argentina e outros países da América do Sul.

Entre eles, havia líderes como o infame médico do campo, Josef Mengele. Ele embarcou em 25 de maio de 1949 com um documento de viagem do CICV em Gênova com o destino da Argentina, onde mais tarde abriu um consultório médico. O chefe da Gestapo, Klaus Barbie, o "carrasco de Lyon", o comandante das SS Erich Priebke e o executor croata Dinko Šakić, teria escapado para a Argentina com passes da Cruz Vermelha. O chefe croata de Hitler, o ditador Ante Pavelić, viajou para Buenos Aires em 1947 como sacerdote com um documento do CICV. Ele é considerado responsável pelas mortes de 800.000 sérvios e ciganos.

De um relatório secreto que entrou nas mãos de The New York Times, também surgiu que depois da guerra, a América abrigou um grande número de nazistas, incluindo o cientista de roteiros Arthur Rudolph. A CIA organizou documentos de residência e um trabalho para eles.

 

Sabendo disto, deverá ficar qualquer pessoa logo "de perna atrás" sobre que raio de gente é que fundou então a UE. Mas, é esta a única ligação da UE aos nazis? Não. Há mais que se lhe diga...
Toda a gente que sabe o mínimo da história da Segunda Guerra Mundial, sabe que uma das coisas que os nazis muito fizeram, ao longo da guerra, foi pilhar todo o ouro (e outras riquezas) que encontravam - incluindo o das pessoas que eram levadas para os campos de concentração. E, não sendo a Europa um continente propriamente pobre, certamente que muito ouro deverá ter sido acumulado por tais criminosos nazis. Ora, o que é então feito de todo este ouro? (Nunca ouvimos nós falar sobre o que aconteceu a tal ouro depois da guerra!)
Segundo explicam Daniel Estulin e outros, o destino do mesmo foi muito simples...
O que aconteceu foi que, na mesma altura em que os nazis fugiram para a América Latina, foi tal ouro levado para o mesmo destino dos primeiros. E, assim que "acalmaram" as coisas na Europa, na seguinte década de 1950, foi este tesouro (convertido ou não em dinheiro) trazido de volta para o Velho Continente, em parte para ser usado no projecto de criação de uma União Europeia, através do Clube Bilderberg fundado em 1954 - tendo sido o regresso desta enorme riqueza acumulada também responsável pela muito notável recuperação da economia alemã, na década de 1950, que ficou conhecida como o "Milagre do Reno".
Quer isto então dizer que a UE é um projecto nazi?
Não propriamente. Pois, (tal como explicava eu há uns anos, aqui) os nazis são apenas pessoas que foram recrutadas para o projecto da Nova Ordem Mundial - que é muitíssimo anterior ao surgimento sequer do movimento nazi (ler, por exemplo, isto). Tendo o Clube Bilderberg servido (tal como explica Daniel Estulin aqui) para juntar vencedores e vencidos da Segunda Guerra Mundial num novo projecto conjunto europeu, de características semelhantes ao fascista.
Quer isto, então, dizer que a UE é uma ressurreição do projecto fascista?
Sim, pode-se dizer tal coisa. Pois, (apesar de haver outras descrições mais correctas para o projecto da NOM) se quisermos descrever de um modo curto e simples as características político-económicas da sociedade pretendida pela NOM, é (em boa parte) como um projecto fascista que se pode descrever (ainda que, algo grosseiramente) a mesma. Podendo nós, de certo modo, dizer que estamos a assistir a um ressurgimento do Fascismo (por enquanto, apenas na sua vertente económica - e de carácter político antes internacionalista) na Europa em que vivemos.
(E, denunciado e dito isto, que cada um reflicta então sobre se será ou não uma boa ideia que continuemos a fazer parte deste megaprojecto europeu...)

 

Boris is Completely Right: The EU Was a Nazi Brainchild
Top Nazis planned to create federal European dictatorship
Paul Joseph Watson | Infowars.com - May 17, 2016

Boris Johnson is being accused of hyperbole for comparing the EU to Adolf Hitler’s plan for Europe (because invoking the threat of a new world war if Britain leaves the EU, as David Cameron did, is completely reasonable).

The pro-Brexit Tory MP said that both Napoleon and the Nazi leader failed at unification and that the EU was “an attempt to do this by different methods”.

According to Donald Tusk, the European Council President, the former Mayor of London “crossed the boundaries” by making the comparison.

Pro-Remain campaigner Lord Heseltine labeled Johnson’s remarks “preposterous” and “obscene”.

However, Boris Johnson is completely correct.

The European Union is basically what the Nazis envisaged for the continent post World War 2.

In his 1940 book The European Community, Nazi Economics Minister and war criminal Walther Funk wrote about the need to create a “Central European Union” and “European Economic Area” arguing, “There must be a readiness to subordinate one’s own interests in certain cases to those of [the EC].”

Nazi academic Heinrich Hunke wrote, “Classic national economy ... is dead ... community of fate which is the European economy ... fate and extent of European co-operation depends on a new unity economic plan”.

Fellow Nazi Gustav Koenig observed, “We have a real European Community task before us ... I am convinced that this Community effort will last beyond the end of the war.”

Other top Nazis who called for the creation of a pan-European federal economic superstate include Ribbentrop, Quisling and Seyss-Inquart, who spoke of “The new Europe of solidarity and co-operation among all its people ... will find ... rapidly increasing prosperity once national economic boundaries are removed.”

In 1940, Minister of Propaganda Joseph Goebbels ordered the creation of the “large-scale economic unification of Europe,” believing that “in fifty years’ time [people would] no longer think in terms of countries.”

Just 53 years later, the European Union in its current form was established.

It’s no surprise that what these top Nazis proposed is almost identical to what the EU later became.

It doesn’t matter if you put a touchy-feely, lefty, liberal face on it – at its very core – authoritarianism is authoritarianism.

Boris is right – the EU is the very bureaucratic, centralized, dictatorial European federal superstate that Hitler and other top Nazis had planned to implement after World War 2.

*********************
Paul Joseph Watson is the editor at large of Infowars.com and PrisonPlanet.com.

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Resposta que já não pude dar a um militante do Bloco de Esquerda

11.03.18

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Por, na altura (final do ano passado) andar eu concentrado noutras coisas mais importantes - e tal blogueiro demorar também muito tempo a responder aos comentários que deixavam as pessoas no seu blogue (por andar também ele ocupado com outros assuntos mais importantes) - não tive eu pressa em responder a um comentário que tinha sido por ele deixado em resposta a um meu (último este, que tinha eu deixado a uma colocação final, de despedida, no blogue de tal autor) após ter sido eu automaticamente notificado, por correio electrónico, da ocorrência do mesmo.
E, lembrado eu - pela natureza da última colocação no meu blogue - de que não tinha ainda escrito tal resposta... Quando fui, anteontem, tentar deixar uma em tal blogue alheio, também alojado aqui no SAPO, já não consegui mais aceder ao blogue de tal autor, por ter sido o mesmo "suspenso".
E, assim sendo, na vaga esperança de que esta minha resposta possa um dia ser lida pelo destinatário em causa - e, já agora, porque (sendo de comentários públicos que se tratam) também poderá ser do interesse de outros ler tal pequena troca de mensagens - aproveito então para publicar aqui, no meu próprio blogue, a resposta que já não fui a tempo de dar (e também para republicar o comentário ao qual se dirigia tal resposta, da autoria do blogueiro Francisco Freima, para o qual já uma vez aqui tinha chamado a atenção para).

 

Francisco Freima respondeu ao seu comentário no post Adeus, pessoal (um adeus pessoal) às 02:31, 30/11/2017:

[...]

Por acaso nunca pensei muito na América Latina como região para viver, embora não me importasse de ir para a zona dos Andes. Se me dessem a escolher um país em todo o mundo, penso que iria para a Rússia. Adoro a cultura deles, sendo também um adepto do frio (e, lendo a teoria de Mackinder acerca do Heartland, percebemos que a Rússia será sempre importante).

Rússia que entronca no outro tema abordado pelo Fernando: os apoios dados a Trotsky por parte de Wall Street. Já tinha lido sobre isso, mas tendo sempre a relativizar. Não me choca que Trotsky tenha tido esse t ipo de ajudas, até porque existe o tal ponto de confluência que é o internacionalismo. Infelizmente, a política tem algumas zonas cinzentas onde um Ribbentrop e um Molotov podem negociar um pacto de não-agressão ou, voltando aos tempos da I Guerra Mundial, Lenine ser ajudado pelos alemães no seu regresso do exílio. Quando forças opostas convergem é sempre na esperança de enganarem o parceiro de ocasião. Escusado dizer, os povos ficam à porta de tais considerações.

Para mim, a importância de Trotsky está mais nas suas teorias da revolução permanente ou do desenvolvimento desigual e combinado do que propriamente nas suas acções enquanto indivíduo/actor político. Talvez, pela época em que viveu, ele não pudesse ter agido de outra forma; talvez, tendo sido um homem ambicioso, aquilo que resulta numa falha ética grave fosse apenas um meio para atingir um fim; na pior das hipóteses, mesmo que ele não acreditasse em nada, ou acreditasse apenas no intern acionalismo (capitalista ou socialista), a verdade é que as suas obras são lidas por muitas pessoas que defendem o internacionalismo socialista sem quaisquer concessões aos interesses capitalistas. É o que eu chamo de triunfo dos ingénuos: vivendo o marxismo um momento de refluxo a nível mundial, hoje em dia quem é marxista pode aprofundar as suas ideias sem grande rebuliço, um pouco à semelhança do período em que Marx viveu. Existem pequenas guerras, independentismos, mas nada que se assemelhe à proximidade de uma revolução como a de 1917.

O capital tem a situação controlada. Dentro do marxismo, os adeptos da revolução permanente podem polemizar com os adeptos do comunismo num só país sem que venha grande mal ao mundo. As figuras tutelares morreram e a própria questão coloca-se hoje sob outros prismas que não os da URSS. A Catalunha, por exemplo, tem suscitado um amplo debate: como podem os internacionalistas apoiar a independência catalã? Não é o Estado-nação uma construção burguesa destinada a desviar o foco da luta de classes? Estando no Bloco, foi um debate que acompanhei com gosto, até por ser militante de base. Na base dos partidos temos sempre aqueles camaradas mais puros, que não afinam as suas opiniões pelas dos notáveis. Claro que chega o dia em que a festa acaba e a vitória cai para um dos lados. Enquanto a festa durou, vi pessoas frontalmente contra a independência catalã e outras que, sendo também elas internacionalistas, colocavam o direito dos povos à auto-determinação num patamar superior. Da minha parte, defendo a independência. Nem tanto pela auto-determinação, para mim a questão premente reside na força imprimida pelo capitalismo à sua globalização. Ainda assim, torna-se um exercício vagamente cómico, o de defender a independência de um povo que pretende ir logo a correr para os braços da União Europeia...

Um abraço, Fernando, e viva a Margem Sul :D

 

[Segue-se então a minha resposta, que já não fui a tempo de publicar...]

 

Olá outra vez, Francisco.

(Com a crescente escassez de recursos naturais e o sério impacto que tal irá ter na agricultura: http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=63630.msg900364#msg900364)

Os melhores sítios para se viver, no futuro próximo (e para os quais eu iria, se pudesse) serão os locais do Mundo ainda pouco populados, que têm solos férteis em grande quantidade e que são também ricos em água - como o Brasil (e restante América Latina) e, sim, também a Rússia. (Tanto o Brasil como a Rússia exportam muita comida. Por isso, são estes dois países onde as pessoas nunca deverão morrer de fome.)

Quanto à criação do Estado-Nação,

Ela não tem (nada) a ver com "desviar o foco da luta de classes" (pois, surgiu até muito antes que tal luta tivesse início, devido à publicação do "Manifesto Comunista" escrito pelo capitalista Friedrich Engels). Mas, é antes algo que surge como uma consequência da vontade de Desenvolvimento económico, motivada pelo ideal de Progresso, a todos os níveis (http://www.schillerinstitute.org/newspanish/InstitutoSchiller/Arte/GoyaLucesCarlosIII.html) - algo que as elites (i.e. os verdadeiros ricos e membros da dita nobreza) não querem (nem nunca quiseram) por gerar tal progresso económico também progresso cultural e tornar as pessoas mais difíceis de controlar e continuar a explorar.

E, o tentar colar algo de positivo a algo mau, através de falácias, é um truque muito usado pelos propagandistas do poder estabelecido (como me lembro de ler, da parte de um Professor seu, que me disse você ser um maçon, que usava num texto pró-UE o ridículo termo "o totalitarismo das nações" - como se ter um governo central europeu, que repetidamente proíbe os vários países de fazerem isto ou aquilo é que não fosse, antes isso mesmo, uma forma de totalitarismo). Sendo o melhor exemplo que conheço, de constantemente dar falsas explicações alternativas (sem argumentos que realmente as sustentem) para certos acontecimentos históricos (do que posso ler da descrição, pois recuso-me a ler tais obras) o livro "A People's History of the United States" do propagandista Howard Zinn.

Quanto ao Trotsky,

Não se tratava de um convergência de apenas alguns interesses comuns que tinha ele com alguns ultra-ricos. O jogo por ambos jogado é um que, certamente, não deve ser ensinado no tipo de cursos universitários sobre História e Política que você tirou - e que se chama "Dialética Hegeliana" (http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=43336.0). Sendo que, o Trotsky estava tão interessado numa verdadeira Revolução Social quanto estão os seus discípulos, de hoje em dia, como são os dirigentes do Bloco de Esquerda (muito contentes em colaborar com o falso Partido Socialista português e ficar-se por aí).

Se alguma vez decidir você pesquisar seriamente sobre o que eu aqui denuncio, da verdadeira natureza deste tipo de líderes comunistas (deixo-lhe mais uma dica aqui: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674) depois interrogue-se sobre porque razão andam os movimentos por eles criados a usar a mesma simbologia que é usada por outros movimentos, que toda a gente bem informada sabe serem controlados por conhecidos capitalistas: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/alguem-ainda-duvida-de-que-o-podemos-e-127764

Um abraço e Boa Sorte para o futuro próximo.

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colocado por Fernando Negro às 12:20

Presidente Marcelo sobre a possibilidade de vacinação obrigatória

24.11.17

Porque há muita gente neste país que não prima pela inteligência, incapaz de pensar por si própria e para quem as únicas interpretações válidas da Lei são aquelas oriundas de figuras de autoridade, deixo aqui o seguinte vídeo, onde até um próprio membro do Clube Bilderberg, que tem como missão andar a destruir (entre outras coisas, intelectualmente) o seu próprio país, admite que o direito à integridade física (que é o que se estaria a violar, caso se quisesse injectar alguém com algo, contra a sua vontade) é simplesmente *inviolável*.
O seguinte trecho é tirado, não de uma notícia sobre vacinas, mas sobre uns episódios recentes de violência que ocorreram. Mas, obviamente que - sendo de direitos constitucionais que falamos - o que é a seguir dito aplica-se também a qualquer outra situação.
Também, o que este presidente-traidor afirma não é mais do que mero senso comum. Mas, como a degradação moralintelectual neste país vai atingindo níveis que começam a surpreender (e não faço eu ideia do quão se terá degradado este país, daqui a uns anos, se alguma vez ocorrer uma epidemia ou pandemia) achei por bem deixar isto aqui, uma vez mais, mesmo *muito claro*.

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colocado por Fernando Negro às 11:43