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"Invista numa Economia em Colapso. Compre papel comercial."

18.10.19

Um anúncio dirigido a otários mal-informados, que nem ideia fazem do que aí vem - e que, para além disso, tenham a conhecida "memória de peixe" típica de quem repetidamente vota em partidos do sistema (e não se lembrem, por isso, de que esta é a mesma Mota-Engil cujas acções colapsaram, na Bolsa de Lisboa, em 2016).
Um segundo "caso BES" a ocorrer perante todos, que irá permitir aos actuais detentores do capital passarem a mais-que-prevista grande perda de valor - ou mesmo falência - para os novos, armados em capitalistas espertalhões, que queiram (supostamente) fazer dinheiro fácil à custa do trabalho dos outros.

 

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colocado por Fernando Negro às 17:26

Coincidências

25.06.19

O banco público Caixa Geral de Depósitos (o mesmo que faz o favor de contrair os prejuízos de accionistas privados de bancos, para livrar os pobres últimos de falências pessoais - ao mesmo tempo que cumpre, deste modo, o objectivo de falir o Estado) que tem uma pirâmide à porta da sua sede nacional...

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...acaba de estabelecer o valor de "€6.666" como a fasquia só acima da qual os seus depositantes poderão receber juros, relativos a dinheiro que tenham parado em contas deste banco.

(Ora, sabida que é, por muitos, a forte ligação da sociedade dos Illuminati ao sector da Finança, obviamente que tudo isto se tratará de mera coincidência...)

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colocado por Fernando Negro às 18:36

Mais uma "nacionalização dos prejuízos" encoberta

19.06.19

(Como o Zé Povinho é [explícito] e ignorante, toca a usar esta fórmula uma e outra vez...)
No decorrer de um Colapso Económico em que (toda a gente bem informada sabe que) companhias e bancos estão claramente destinados à falência ou a grandes prejuízos, o que faz o Grande Capital?
Ora, (1) convence os seus clientes a comprar "títulos de dívida" do seu banco, antes que tal banco vá à falência (caso BES) - para deste modo passar para tais clientes as consequências de tal falência (e depois faz-se o Estado "indemnizar" tais clientes, passando em grande parte para o Estado o prejuízo) - ou, ainda melhor, (2) faz este mesmo Grande Capital os seus amigos no Estado comprar acções na sua companhia, antes que esta desvalorize imenso na Bolsa, passando para o Estado os prejuízos (um exemplo anterior), ou (3) trata um qualquer milionário, amigo de um banco privado, de contrair dívida num banco público para comprar acções em tal banco privado (obviamente, destinado a ter grandes prejuízos) para, com isto, transferir o que seriam os futuros prejuízos dos (anteriores) accionistas privados para o banco público.

 

Berardo: BCP foi o "maior desastre da minha vida"

 

É a "República das Bananas" que temos... Um país de gente tão inculta e tão fácil de enganar, que não sendo capaz de "juntar A mais B", se pode perante a mesma fazer tudo isto, sem que esta se aperceba do que se está a passar.

 

(E depois, já se sabe, não há dinheiro para os hospitais...)

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A falta de assistência médica que aguarda as próximas gerações

17.06.19

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Dois comentários que deixei a uma notícia sobre um novo tratamento de laser que destrói células cancerígenas, que foi revelado.
Aos quais acrescento que, por não estar eu a par dos mais recentes desenvolvimentos na luta contra a SIDA, não sei qual é a taxa de mortalidade actual da mesma, nem o quão bem sucedidos são os actuais métodos de controlo da mesma. O que sei, é que quem é familiar da estrela do mundo desportivo, que menciono no meu primeiro comentário, chegou a dizer que a última estava "curada". E que, anos depois, uma pessoa na minha família não teve a mesma sorte, tendo falecido em consequência desta doença contagiosa (depois de ter visto um irmão falecer de cancro).
Também, se duvidam de que as abaixo mencionadas elites tratam de casos de cancro em segredo, têm esta notícia, sobre a mais conhecida família real de todas.

 

E, isto é o que é do conhecimento público...

Qual é que foi a última vez que viram algum membro das verdadeiras elites (famílias reais, de banqueiros internacionais etc) morrer de cancro?

Não acham estranho, por exemplo, que enquanto para o comum cidadão ser diagnosticado com SIDA é sinónimo de morte anunciada, tal não se verificou quando se tratou de uma muito rica estrela do mundo desportivo estadunidense?

Não acham estranho, por exemplo, que enquanto em África não se conseguem salvar os infectados por Ébola, quando tal doença atinge alguma pessoa ocidental de considerável estatuto, aí já se consegue salvar tal pessoa, com um tratamento supostamente “experimental”?

Se temos cada vez mais a situação de haver pessoas a mais para recursos naturais a menos, pensam que seria do interesse das elites que gerem estes programas de desenvolvimento de tecnologias que salvam vidas partilhar tais tecnologias com *toda* a gente – e, com isso, ultimamente deixar de salvaguardar recursos naturais para tais elites?

Se nada disto acham estranho, então continuem a injectar-se com vacinas – e ignorem as repetidas descobertas de vírus que provocam cancro, ou de enzimas que muito o facilitam, que têm sido feitas nas mesmas.

Mas, se alguma destas coisas levantar suspeitas e quiserem saber qual é o plano a longo prazo, vejam o filme de 2013 Elysium, que descreve parte do futuro que têm as mencionadas elites planeado para nós.

 

*

 

Esse é outro dos principais pontos, no qual apenas toquei ao de leve, quando (no meu anterior comentário) mencionei um filme que retrata um futuro no qual a grande maioria da população é pobre.

Os problemas económicos ainda mal começaram – e já há hospitais que não conseguem funcionar bem e muitas pessoas que não conseguem manter o seu anterior estilo de vida.

Ora, entre outras coisas, com a imensa desindustrialização que irá ser causada pela treta do “aquecimento global”, onde é que os pobres e os desempregados do futuro irão buscar dinheiro para estes tratamentos de alta tecnologia?

Se não mudarem as coisas, à custa do que as actuais gerações estão a fazer, as gerações do futuro obviamente que não irão ter dinheiro para este tipo de tratamentos.

(Vejam o que se passa na América Latina ou em África, em que imensa gente morre por falta de dinheiro para tratamentos que no Ocidente são relativamente comuns... A não ser que se contrarie tal degeneração, é esse o futuro que aguarda os vossos descendentes.)

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Definitivamente, foi uma "nacionalização dos prejuízos" encoberta

17.02.19

Mais uma confirmação - esta definitiva - feita há poucos dias pelo Jornal de Negócios, de que os empréstimos feitos pela CGD, de que tanto se fala, foram uma maneira de passar para os (tão simpáticos, domesticados e obedientes) contribuintes portugueses os inevitáveis prejuízos que qualquer pessoa que saiba minimamente o que está a acontecer à Economia (i.e. inevitável Colapso Económico, tão denunciado por Daniel Estulin e outros tantos) sabe que iriam e irão ocorrer.

 

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Paguem carneiros!

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colocado por Fernando Negro às 20:16

Sou eu o único a achar que isto se tratou, muito provavelmente, de mais uma "nacionalização dos prejuízos" encoberta?

23.01.19

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CGD perdeu 1200 milhões de euros em empréstimos de risco em 15 anos

 

(1) Que o Estado é usado pelo Grande Capital para "nacionalizar prejuízos" é um facto observável, através da notória e enorme quantidade de dinheiro dos contribuintes que foi usada para salvar bancos privados da falência.
(2) E, que o Estado mete dinheiro público em companhias privadas, que toda a gente que percebe minimamente de Economia (e sabe que o mercado das acções está destinado a enormes perdas, devido ao inevitável Colapso económico que já teve início) sabe que irão ser tudo menos bons investimentos, é também outro facto observável.

Ora, juntado estes pontos, não é de suspeitar que sabiam antecipadamente os fantoches estatais dos grandes interesses económicos que não iriam reaver boa parte do dinheiro que supostamente estavam a emprestar a (e, uma vez mais, a investir em) estas grandes entidades privadas?

(E, quanto aos supostos critérios usados para fazer este tipo de empréstimos... Afinal de contas, não foi com recusas de empréstimos, por parte dos bancos, a pequenos e médios empresários do sector fabril, que começou a onda de despedimentos de 2008? E isto, quando as companhias destes últimos estavam a produzir sem problemas e a conseguir escoar os seus produtos - sendo tais relativamente pequenos empréstimos muitíssimo mais seguros do que qualquer um destes grandes empréstimos que foram feitos, que tinham até pareceres contrários quanto a sua execução, por parte de um órgão da própria CGD?)

Uma coisa é certa...
A quem nada faz para impedir estas coisas de acontecer, ou que (ainda pior) vota nos partidos do sistema, para que estas coisas aconteçam, só tenho a dizer uma coisa...

 

Paguem carneiros!

 

[Acrescentado, poucas horas depois: Suspeita confirmada <aqui>, por coincidência apenas algumas horas depois de ter eu feito esta colocação... Lembrem-se de tudo isto, da próxima vez que forem a um hospital público - no qual nunca se irão cruzar com estes gestores e governantes, da mesma maneira que não se cruzam com os políticos do sistema, que gerem o SNS - de cada vez que se depararem com a falta de recursos, causada pela falta de dinheiro... Vivemos numa Democracia e não numa Ditatura. E, por isso, é a vocês mesmos - cidadãos panhonhas e cobardes que se deixam governar por corruptos - que têm a agradecer pelo "Estado a que isto chegou"...]

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colocado por Fernando Negro às 12:53

Obviamente, tratar-se-á de mais um "movimento colorido"

01.12.18

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Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado

(Estando eu a enviar esta mensagem a quem vive ou tem vivido em cidades que estão a ser afectadas por este movimento...)

Venho só informar-vos de que,

O a que estamos a assistir com este movimento dos "coletes amarelos", obviamente que (para qualquer pessoa bem informada) nada mais é do que a aplicação da velha fórmula das "revoluções coloridas" (https://pt.wikipedia.org/wiki/Revoluções_coloridas) que tem sido usada para derrubar governos democraticamente eleitos que não alinham com certos interesses ocidentais (https://www.theguardian.com/world/2004/nov/26/ukraine.usa).

Pois, o que se passa agora no Ocidente é que - tal como tem denunciado o agente dos serviços secretos russos, Daniel Estulin, na sua conta no Twitter e denuncia também este no seu último livro que já foi publicado em Portugal (https://www.wook.pt/livro/nos-bastidores-de-trump-da-russia-e-do-mundo-daniel-estulin/21876488) - a eleição do Donald Trump e o Brexit são duas manifestações de uma divisão que ocorreu entre as elites ocidentais, com uma facção que quer implementar um novo modelo económico que sirva de substituto ao que já entrou em Colapso (formada pela velha oligarquia europeia e outros, na qual se incluiu a monarquia britânica) e outra facção que continua a insistir neste modelo económico sem futuro - que é a facção que ainda controla a União Europeia e a grande maioria dos média de massas (incluindo as redes sociais) e que é formada essencialmente por uma grande parte dos chamados banqueiros internacionais.

Ora, o Macron antes de ser Presidente de França trabalhava para a família Rothschild. E, a família Rothschild é uma conhecida família de "sócios" da família real britânica (ex: http://kontrainfo.com/capitulo-5-la-casa-rothschild-sionismo-financiero-estado-israel/). E, como tal, o Macron tem sido repetidamente denunciado pelo autor Daniel Estulin como um agente britânico, tal como foi o Napoleão III (https://twitter.com/search?q=macron napoleon from:EstulinDaniel).

Tendo então estalado uma guerra interna entre as elites ocidentais, entre quem está do lado dos britânicos e outros interesses que se tornaram nacionalistas e quem está do lado dos liberais-financeiros, que insistem na União Europeia, obviamente que não é do interesse do sector liberal-financeiro ter um presidente como o Macron a comandar os destinos de um tão grande e importante país como França. E, tendo este sector liberal o controlo das redes sociais (o Facebook e afins são empresas de fachada da CIA - https://blackfernando.blogs.sapo.pt/ja-aderiram-ao-facebook-49568 - ainda sob o controlo de tal sector)... Não é preciso puxar muito pelos neurónios para perceber o que se passa agora nas ruas de França.

Tudo o que é oriundo de "redes sociais" é sinónimo de movimento controlado. Pois, primeiro que tudo, são estas redes imensamente populadas pelo fenómeno dos "trolls", que são (tal como tem sido repetidamente denunciado também na imprensa portuguesa: https://zap.aeiou.pt/sporting-meio-milhao-blogs-contas-falsas-209537 + http://videos.sapo.pt/osVD6KZEr9jc8zwnbAKm) pessoas que são pagas pelo poder estabelecido para emitir certo tipo de críticas, pontos-de-vista e propaganda nestas redes. E, segundo, qualquer pessoa que seja verdadeiramente "anti-sistema" e use este tipo de redes controladas para difundir mensagens que não interessam a esse mesmo sistema, é por norma censurada e alvo de golpes baixos, que visam impedir a difusão de tais mensagens (tal como tem acontecido ao autor Daniel Estulin, a inúmeros apoiantes do Donald Trump nos EUA e até a mim próprio, quando denunciava coisas mais incómodas - razão pela qual já não uso mais as minhas contas na Google/YouTube/Blogger ou no Twitter: https://www.rt.com/usa/441075-facebook-twitter-banned-accounts/).

E, por isso, venho avisar-vos...

Razões legítimas que possam haver para certos protestos (que normalmente há - e é exactamente por se usarem as mesmas é que este tipo de "movimentos coloridos" têm tido o sucesso que têm tido: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/que-se-fa-a-constituicao-38423?thread=72983#t72983) à parte, desconfiem de tudo o que lêem nas ditas redes sociais para o qual não sejam apresentadas provas. E, tenham consciência de que estas redes são imensamente usadas, através de perfis falsos, para tentar manipular as pessoas e espalhar desinformação.

E, se não querem estar possivelmente a ser constantemente manipulados por estes ou aqueles interesses que desconhecem, se alguma vez se quiserem envolver em actividades políticas, informem-se primeiro sobre quem são e o que fazem os actores deste teatro, para que não sejam enganados pelos mesmos - podendo vós, para isso, começar por recorrer às melhores fontes de informação que existem, para as quais eu tenho chamado a atenção no meu blogue (ex: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/934827651533099009 + https://www.globalresearch.ca/cia-backed-color-revolutions/5611641 + https://blackfernando.blogs.sapo.pt/o-celebre-maio-de-68-explicado-em-muito-78960).

 

*

 

Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado - adendo

No fundo, trata-se este movimento de um do mesmo tipo do que ocorreu em Portugal, nos anos 90 junto à Ponte 25 de Abril, para derrubar o que a imprensa controlada chamava de "Cavaquistão".

O Cavaco Silva é um de dois ou três Presidentes da República que tivemos que não estava sob o controlo dos grandes interesses económicos - e a prová-lo está (para além do facto de ainda hoje ser ele imensamente denegrido por esta mesma imprensa controlada) o facto de ter sido Cavaco Silva quem nomeou a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, responsável pela prisão de várias altas figuras da corrupta sociedade que temos - e que o actual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, obviamente tratou de correr do seu cargo.

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O acesso à Cultura e ao Conhecimento sempre foi, está a e irá ser um dos principais obstáculos a quem quer *escravizar* os outros

16.09.18

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1. Razão pela qual se criam obras distópicas, que visam mentalizar as pessoas para uma sociedade futura onde o acesso a estes seja restringido e proibido.
2. Razão pela qual os meios de divulgação destes são, cada vez mais, electrónicos e requerem o uso de computadores ligados à Internet, onde podem ser controlados.
3. Razão pela qual, por exemplo, na Alemanha nazi se queimavam livros.
4. Razão pela qual, por exemplo, no Brasil era proibido aos escravos aprenderem a ler e a escrever.
5. Razão pela qual foi a invenção da Imprensa que tornou possível a Abolição da Escravatura nos Estados Unidos da América.
6. Razão pela qual se restringe, cada vez mais, o acesso a estes no sistema de escolarização (i.e. de domesticação e estupidificação) obrigatório que temos.
7. Razão pela qual estão as elites governantes a destruir de propósito a sociedade que temos.
8. Razão pela qual há quem apele à censura de quem diz que não há qualquer "aquecimento global" provocado pela actividade humana, cuja evolução tem aumentado muito o acesso a estes.
9. Razão pela qual os principais autores de informação alternativa já começam a ser censurados.
10. Razão pela qual já começaram a ser passadas leis que controlam o fluxo de informação na Internet (e, tal como a conhecemos, tem esta rede os seus dias contados).

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O real objectivo da falsa esquerda (do Robles e amigos) que temos

03.08.18

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[Uma explicação por mim dada há dias, num blogue católico que descobri, que está muito atento à (e é crítica da) erosão e destruição que está a ser insidiosamente feita dos princípios católicos pelo próprio Vaticano (que, denuncia o Estulin, é feita pelos jesuítas, maçons e afins infiltrados neste).]

 

É mesmo de “baixo” que vem esta suposta esquerda…

(Provavelmente sem o saber totalmente, acertou o Basto mesmo “na muche”.)

A esquerda parlamentar que temos, na Europa e não só, é uma criação da sociedade secreta dos Illuminati – que se distingue das outras [entre outras coisas] por ser satânica.

Informem-se sobre que sociedade foi esta, não através dos livros fictícios e mirabolantes do Dan Brown, mas através de livros históricos, como este – http://www.sacred-texts.com/sro/pc/index .htm – que foi escrito no final do século XVIII, quando este sociedade secreta foi descoberta.

Se lerem esse livro, irão constatar que, os princípios defendidos pelos Illuminati eram os mesmos que, poucas décadas depois, foram regurgitados no conhecido “Manifesto Comunista”, escrito pelo capitalista Friedrich Engels e propagado pelo (denunciado há poucos anos, numa televisão estatal russa, como um agente da coroa britânica: https://www.youtube.com/watch?v =8VbI-t-HUuA) Karl Marx e seus descendentes familiares.

O objectivo da criação dos princípios socialistas nunca foi a verdadeira implementação dos mesmos. Mas, apenas que estes servissem de argumento retórico de oposição aos princípios capitalistas vigentes – para que, no uso da “Dialéctica Hegeliana”, da “Tese + Antítese = Síntese”, permitissem estes princípios socialistas a criação de uma nova sociedade, que não é nem socialista nem capitalista, mas neofeudalista (a fazer lembrar as sociedades fascistas, que combinavam elementos de ambos os lados do espectro político autoritário).

Exemplo 1: Os comunistas defendem a abolição da propriedade privada (Tese). Os capitalistas defendem a manutenção da mesma (Antítese). Resultante do debate parlamentar em torno do assunto, ambos os lados do debate (controlados pelos mesmos interesses) chegam a um meio-termo, em que a propriedade passa a ser, ao mesmo tempo, colectiva e privada, criando então um pretexto (supostamente legítimo, apoiado no princípio socialista) para impostos sobre a propriedade, porque esta supostamente também deve ser de todos (Síntese).

Exemplo 2: Os comunistas defendem a abolição do direito à herança… Seguindo o mesmo raciocínio, o objectivo é criar um pretexto para a criação de impostos sobre as heranças.

Impostos atrás de impostos. O regresso da maior prática medieval de opressão, em que as elites governantes se arrogam ao “direito” de cobrar imposto atrás de imposto ilegítimo. (Impostos esses, que na sociedade que temos, não ficam no Estado – e, não são subsequentemente usados pelos cidadãos – mas que, servem antes para pagar as dívidas fictícias e fraudulentas contraídas pelos nossos governos perante os banqueiros internacionais – e que, deste modo, vão parar aos bolsos dos interesses privados, que controlam os nossos governos.)

Mais informação e explicações sobre isto nas seguintes hiperligações:

https://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674
[https://blackfernando.blogs.sapo.pt/portugueses-votai-55860]

 

[À qual depois acrescentei que...]

 

O facto do dinheiro dos nossos impostos servir para pagar dívidas fraudulentas (https://www.youtube.com/watch?v=JobaR9LLcfA) é apenas um dos propósitos de tal colecta de impostos (https://blackfernando.blogs .sapo.pt/os-antigos-e-que-sabiam-bem-julgar-80727) – para além de que, não é isto que acontece a todo o dinheiro que serve para pagar a dívida externa, pois há muitos países (que fazem parte do FMI) que criam o seu próprio dinheiro, em vez de o pedir emprestado aos privados, como fazem os EUA.

Outro, talvez ainda mais importante, propósito da colecta de impostos, é financiar o “Estado Social” (de que o Bloco de Esquerda tanto gosta) que serve como um mecanismo de controlo da população (permitindo ao Estado gerir o dinheiro que deveria ser das próprias pessoas) e como uma maneira de lentamente destruir a sociedade que temos (ao dar dinheiro a quem não trabalha, para desincentivar o trabalho). E, podem ler mais sobre o que quero eu dizer com isto, aqui: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/atencao-aos-pseudo-esquerdistas-61558

 

[E também que...]

 

Para além de que, outra maneira através da qual o dinheiro de todos estes impostos vai parar ao bolso de privados, é quando (no meio de uma Economia que está claramente em Colapso desde 2008) os governos pegam no dinheiro deste “Estado Social”, com o pretexto de que querem rentabilizá-lo, e compram acções em certas companhias, pouco tempo depois essas acções desvalorizam imenso (https://ionline.sapo.pt/491541) e os privados que venderam tais acções vão-se embora todos contentes com o dinheiro dos contribuintes.

 

[Editado a 07/08/2018: E, obviamente que o último esquema que eu descrevi, através do qual o dinheiro cobrado nos impostos vai parar ao bolso de privados, é apenas um de vários que se sabe que existem - e em que isto pode ser claramente observado... (Sendo um outro tipo inteiro, o dos contratos feitos com condições e preços absurdos, que beneficiam imenso os contratados, quando o Estado contrata privados para serviços essenciais - como no caso das PPP ou mesmo do combate aos fogos, tal como denunciado numa reportagem da TVI para a qual eu chamei aqui a atenção.)]

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colocado por Fernando Negro às 11:53

A Fábrica de Nada

29.05.18



No decorrer de um inevitável processo de Colapso económico e desindustrialização (que está à beira de se tornar muito pior) e também já no início de uma era de transição para a mão-de-obra robótica em trabalhos fabris, parece este filme querer dar a dica (obviamente errada e tardia, que levará a um beco sem saída) de que, a maneira de se lidar com este inevitável Colapso industrial, é simplesmente entrar agora em autogestão nas várias fábricas, ignorando as actuais situação e evolução económicas, assim como a necessária adaptação à nova realidade tecnológica.
Como alguém que possui um passado anarquista, este filme provoca inevitavelmente em mim sentimentos mistos - pois, passando ao lado do seu modo de produção claramente não-anarquista e da altura em que este surge, tem também o próprio filme vários aspectos que considero negativos, maioritariamente associados à aplicação prática do conhecido (e notoriamente autodestrutivo) lema "Sexo, Drogas e Rock'n'Roll" (ou, neste caso, "Punk Rock").
Para além de que, parece esta obra criar uma atmosfera maioritariamente distópica e sombria.
E, o facto de ter sido este um filme que foi, muito estranhamente, premiado, bastante elogiado e até promovido internacionalmente pela imprensa controlada, leva-me logo a ficar "de perna atrás" com o mesmo e a suspeitar que possa este constituir uma tentativa de colar tais aspectos negativos à muito positiva experiência original, que o filme diz querer homenagear - ao mesmo tempo que, acima de tudo, seja este uma tentativa de promoção da subcultura decadente que retrata.
Também, logo a começar pela sua parcial origem duvidosa, num muito estranho e contraditório centro social que recebe dinheiro da Comissão Europeia (e onde se promovem conhecidos falsos movimentos controlados, a degradação cultural, a confusão sexual, uma sociedade pós-industrial, a abolição das fronteiras e se disseminam mentiras ecológicas, entre outros claros objectivos do poder estabelecido) inspira esta obra em mim tudo menos confiança e crença nas boas intenções de quem a criou.
No dia em que surga, em Portugal ou qualquer outro país do Mundo, um filme produzido de modo anarquista e que queira realmente promover o Anarquismo, retratando-o de modo essencialmente belo, funcional, verdadeiramente consciente, indubitavelmente sério e mesmo muito positivo, não associando esta ideologia e prática política a subculturas decadentes, poderei então eu encarar tal possível obra com outros olhos.
Até lá... É este filme, para mim, mais um que não tem valor e que assenta maioritariamente na negatividade e na crítica destrutiva e inconsequente, como tantos outros de natureza cínica que nos impinge a imprensa controlada - e também mais um que foi (quase certamente) feito com segundas intenções (que, infelizmente, quem aceitou nele participar e pensa estar a agir contra o "sistema" é incapaz de atingir - por não ter lido um muito importante livro).
Até o próprio nome do filme parece querer instilar a ideia inconsciente, entre quem o vê, de que o resultado final de quando se envereda por um modelo de autogestão é... "Nada".
(Vejam também este cartaz.)

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