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O conceito de "bugdoor" explicado num filme da série "Star Wars"

20.05.18

bugdoors.png

 

Há anos que eu ando a avisar a comunidade e o movimento do Software Livre de que, o facto do código-fonte dos vários programas e sistemas operativos ser aberto não é, por si só, uma garantia de relativa segurança... Pois, se o facto de ser conhecido o código-fonte de um software elimina praticamente a possibilidade de se colocarem nele "portas dos fundos" (ou "backdoors") sem estas serem detectadas, ainda que seja todo o código capaz de ser inspeccionado, isso não quer dizer que não possa o mesmo ter grandes falhas de segurança.
O que eu estou aqui a dizer não é propriamente uma novidade, é certo. Pois, sejam elas pequenas ou grandes, falhas de segurança são repetidamente descobertas, por terem sido inadvertidamente criadas pelos autores do Software Livre em causa.
Mas, e se forem tais falhas criadas propositadamente?
É aqui que entra o conceito de "bugdoor" (em oposição ao de mero "bug").
Imaginemos que somos alguém que quer sabotar o seguro funcionamento de um sistema operativo ou mero programa, mas não podemos simplesmente colocar uma "backdoor" no mesmo, por ser o código-fonte passível de ser inspeccionado por quem vai usar tais sistema operativo ou programa.
Não há então possibilidade de se instalar uma "backdoor" sem esta ser detectada?
Muito bem, cria-se então uma "bugdoor"...
Isto é, cria-se (propositadamente) uma falha algures no sistema que queremos tornar vulnerável - mas, uma falha quase que escondida numa parte particularmente complexa do software, que torne a sua detecção tão difícil quão complexa seja essa mesma parte do software.
Soa rebuscado?
Não sou apenas eu que consigo pensar numa coisa destas (e, recorrendo à lógica elementar, concluir que, se consigo eu lembrar-me disto, certamente que conseguem também os inimigos da Privacidade e da Segurança fazer o mesmo). Pois, este mesmo exacto conceito acaba de ser revelado num filme de ficção, que faz parte de uma muito conhecida série de cinema.
E, assim sendo, convido então todos os que queiram saber mais do que estou eu a falar a verem (ou se informarem sobre a essência da história de) o filme Rogue One: Uma História de Star Wars - e a compararem depois o que nele é descrito com os avisos que já fazia eu <aqui>, <aqui><aqui> e também <aqui>.

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colocado por Fernando Negro às 12:01

O filme "Amerigeddon" num dos canais da TV por cabo em Portugal

18.05.18

amerigeddon.png

(Tendo eu visto este filme anteontem, quem tiver também caixas de televisão da NOS e uma assinatura que inclua o canal de TV em causa, "AMC", ainda vai a tempo de ver o filme, pelo menos, nos próximos 5 dias.)

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colocado por Fernando Negro às 08:27

Isto é o que acontecerá ao Mundo em caso de uma Guerra Nuclear

14.04.18

nuclear_tweet.png

O seguinte é um trecho de promoção da melhor versão (a de 2000 e não a de 1959) do melhor filme que já vi, sobre a possibilidade de uma guerra nuclear neste mundo, que possui o mesmo título do livro em que se baseia, On the Beach.

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Dunquerque e Segunda Guerra Mundial explicadas em 5 "tweets"

13.03.18



(Por ser este um filme que ainda não passou nos canais de cinema da TV por cabo, ainda não o vi. Mas, tendo sido realizado por Christopher Nolan, arrisco-me já a "pré-recomendá-lo" - por pensar que será, certamente, mais um bom filme deste realizador, que estou muito curioso em ver.)

Deixo então aqui, a propósito desta obra e da temática de uma colocação que fiz há poucos dias, uma pequena série de 5 tweets que fiz, em resposta a um outro da conta "Crimes of Britain" que se referia à famosa retirada de Dunquerque como um episódio cobarde, por parte dos britânicos.

(Já agora, o que é dito por vários historiadores, que Hitler "deixou" que os britânicos fugissem, é um mito. Pois, tal como melhor explica o historiador David Irving, o que aconteceu foi que, vendo os britânicos encurralados e não como um obstáculo, estavam os alemães mais preocupados em prosseguir com a Blitzkrieg na restante França e deixaram a luta com os britânicos para mais tarde. Pois, não esperavam os alemães que os britânicos fossem retirar, por pensarem que os britânicos estavam realmente interessados em combater os alemães naquela altura. Mas, o que já muita gente sabe, actualmente, é que não era essa a intenção, a médio prazo, dos britânicos... E, quem duvidar do que eu digo nos seguintes tweets, que espreite então o que é dito neste vídeo.)

https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861314311372902400
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861314994067177473
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861315833129312258
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861327915375636485
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861329486406615041

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colocado por Fernando Negro às 16:21

Negação

07.03.18



Neguei-me a ver mais do que os primeiros 5 minutos(?) deste filme...
Pois, com o autor em causa a ser logo retratado como uma pessoa sorrateira e inconveniente (que fala - e em tom agressivo - com quem não quer falar com ele) a distorção dos factos, logo no início do filme, foi tanta, que não fui capaz de assistir a mais.
Quem quiser ouvir o que tem este historiador a dizer sobre a confrontação que é retratada no início do filme, pode ver o seguinte vídeo.



O homem nem sequer nega o que a maior parte das pessoas se refere a como o Holocausto, ou que tenham sido pessoas mortas por gás.
Apenas, é um historiador sério e honesto que, para além de ter descoberto várias mentiras sobre e também muito importantes omissões em o que, ainda hoje, é a história oficial da Segunda Guerra Mundial, após 30 livros publicados sobre a mesma, descobriu uma grande mentira sobre o que é dito às pessoas que se passou no conhecido campo de concentração de Auschwitz.
Não se fiquem, por isso, por apenas alguns vídeos que podem encontrar no YouTube e vejam tantos quanto puderem. Pois, irão ficar a saber de muitos aspectos interessantes sobre o que realmente se passou nesta muito marcante guerra.
O sítio oficial deste (ultrademonizado pela imprensa controlada) muito bom historiador é <este>.

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Existe mesmo uma Ganesh Talai

07.02.18

É o terceiro filme na minha vida que me faz chorar... (Apenas histórias verdadeiras o fazem.)
E, se houver quem - tal como eu - seja capaz de passar dias a fio - agarrado ao computador - a pesquisar sobre algo, só para encontrar uma simples resposta, este é um filme com o qual se poderão, em parte, identificar.
Cheguei a pensar que o nome da freguesia fosse uma das várias componentes fictícias que tivessem sido adicionadas à história original. Mas, existe mesmo...

 

(Cliquem na imagem para a ampliar.)

Screenshot_2018-02-05_21-52-31.png

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colocado por Fernando Negro às 00:35

Vale a pena sequer falar com alguém a partir de uma certa idade?

01.02.18

Cada vez mais dou razão a quem (já em círculos anarquistas eu ouvia o mesmo) diz que, a partir de uma certa idade, é mesmo muito difícil (ou quase impossível) conseguir fazer alguém "acordar" para o que realmente se passa à sua volta.
Há poucos dias escrevia Daniel Estulin no Twitter o seguinte.

morpheus.png

Parafraseado de uma parte do conhecido filme "Matrix", em que diz tal personagem:


"We have a rule. We never free a mind once it's reached a certain age. It's dangerous, the mind has trouble letting go."

Tal como respondia eu nos comentários a tal tweet, a parte que mais me dizia alguma coisa neste filme, é quando fala tal personagem no modo agressivo como reagem muitas pessoas, quando são confrontadas com factos ou argumentos que contradizem o em que acreditam. (Coisa que muito acontece, neste meu país de broncos...)

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colocado por Fernando Negro às 07:18

Estupidez ao quadrado

30.01.18

aberto.png

Reparem neste mais recente exemplo da bela "tradição" portuguesa de calar aqueles que exprimem opiniões contrárias à nossa ou à suposta verdade oficial...
Distorce o autor do seguinte blogue, repetidamente, o que eu digo - e depois (não me concedendo o "direito à resposta" e tendo até ele feito uma pergunta) não me dá a oportunidade de fazer um comentário final, onde corrigia eu o que dizia ele sobre o que eu tinha escrito. (Ou seja, pode ele deixar um comentário final, mas eu não.) E, depois (não sei se para esconder a crítica implícita que lhe fazia eu, de me estar a ameaçar com censura, escreve ele (e apenas ele) ainda mais um comentário final, a falar em "respeito" (depois de ter cortado o discurso de outra pessoa!) fazendo com que quem leia o resultado final fique a pensar que fui eu é que faltei ao respeito a outrém. (Continuando, também, eu sem obter uma resposta e sem saber então em que é que criticar ou contra-argumentar o que dizem os outros constitui uma falta de "respeito"...)
Deixo então aqui aquele que foi o último que escrevi na seguinte <cadeia de comentários>, que o autor de tal publicação decidiu eliminar, para foleiramente escrever outra vez "THE END" por cima.

 

Fernando Negro - 30 de janeiro de 2018 às 05:59

Repito que as principais "provas" apresentadas pelo campo que diz que há aquecimento antropogénico foram invalidadas. E, por isso, deixaram de o ser. Enquanto que, no núcleo duro do campo oposto, continuam as provas deste à espera de ser desmentidas. (O que eu chamo a atenção para não são meras acusações. São provas irrefutáveis, confirmadas pelos autores das mesmas, que qualquer pessoa é capaz de ler e entender.) Mas, descreva a situação como quiser...

Já não tenho, então, mais nada a dizer.

[É uma regra pessoal minha não publicar comentários onde sei que os mesmos poderão ser alvo de censura (o que me acontece repetidamente em Portugal: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/e-mais-uma-vez-censurado-115908 + https://zap.aeiou.pt/os-islandeses-erradicaram-a-sindrome-de-down-171987#comment-271285 + http://blackfernando.blogs.sapo.pt/como-avisar-as-pessoas-disto-num-pais-94911). E, a simples ameaça (e confirmação da sua parte) de que tal pode acontecer nesta sua publicação, é razão suficiente para não querer eu mais deixar aqui quaisquer comentários. (Como sempre, quem fica a perder é quem engole as mentiras e se recusa a ler o contrário...)]

Disse.


(É o que eu digo repetidamente... Com mentalidades destas, ainda continuo eu a pensar que este país vai a algum lado...)
Tudo isto, da parte de um autor que escolhe como "belo" nome para a sua publicação o título de mais um violento e m**doso filme de Hollywood - que, entre outras coisas, normaliza a pedofilia (e que não fui eu capaz de ver mais do que os primeiros minutos de).
Mas, vá lá... Não liguem a estas coisas que andam alguns maluquinhos por aí a dizer na Internet...
Voltem mas é para os vossos smartphones (com um SO que não percebem, ou se interrogam sequer, vocês porque razão tem um nome referente a um humanóide) e usem e abusem dos mesmos.
("Já viram esta nova app para o Android? Oh, tão giro, para andar com o meu smartphone sempre ligado atrás de mim! Já repararam que também os novos carros vêm agora com localizadores GPS? Uau! Adoro toda esta nova geração de computadores, cheios de funcionalidades acrescidas!")

P.S. - Quando falo eu nos comentários de ter sido previamente censurado em tal sítio na Internet, lembro-me agora melhor de que, o comentário que lá deixei anteriormente nada tinha no texto que pudesse ser considerado indecente ou insultuoso. E, era apenas uma crítica (certamente séria, para se ter justificado eu escrevê-la) que contrariava ou corrigia o que dizia o autor do artigo em causa. Ou seja, a política de comentários em tal publicação é tal e qual como diz o autor da mesma. (Se o comentário contraria o que foi escrito no artigo, não é aprovado!)

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De volta a umas (desta vez longas) férias...

12.12.17

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Incrível: Propaganda "Soylent Green" à portuguesa e para crianças!

26.11.17

grilos.jpg

(Uma notícia à qual nem tento deixar um comentário, por já saber que iria qualquer crítica que fosse feita a tal colocação ser certamente censurada...)
Bem a propósito da degradação social de que falava na minha colocação anterior, para quem tiver ainda dúvidas de que a enorme quantidade de filmes de ficção científica distópicos que sempre foram exibidos não são meras obras de entretenimento (mas antes, filmes que visam mentalizar as pessoas que os vêem para algo que está planeado para o futuro) aqui fica uma das provas mais inequívocas do que já dizia eu numa colocação anterior, em que mencionava este filme, de que algumas das "possibilidades" que são nele mostradas se estão já a tornar realidade.

http://kids.pplware.sapo.pt/curiosidades/por-favor-um-galao-e-um-pao-de-farinha-de-grilo/

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