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Boaventura Sousa Santos foi co-fundador do Fórum Social Mundial

06.05.18

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Há já muito tempo que o sítio do "Centro de Pesquisa sobre Globalização" (GlobalResearch.ca) me vem, infelizmente, a despertar cada vez menos interesse... Pois, desde a sua criação, no início da década passada - quando constituía este sítio uma muito boa fonte de análise de informação na Internet (veja-se a excelente investigação que o seu fundador e director, Michel Chossudovsky, fez sobre a verdadeira natureza da al-Qaeda, por exemplo) - que tenho visto novo autor atrás de novo autor desconhecido juntar-se ao mesmo, que com nada de verdadeiramente útil contribui para tal Centro de Pesquisa - tornando tal sítio numa estranha amálgama de pouca informação de interesse, no meio de informação que nada realmente adianta relativamente ao que já se sabe (onde, por vezes, tentam alguns até dar explicações alternativas a boas denúncias que já foram feitas). E, olhando para o que escreve um dos (principais) primeiros novos contribuintes que vi surgir neste Centro de Pesquisa - nos quais penso quando faço este tipo de crítica - chamado James Petras, por exemplo, o que eu vejo é um outro Howard Zinn.
Mas, se apesar de tudo ainda vou por vezes espreitando tal sítio, já com muito poucas esperanças de encontrar nele algo de útil, eis que fui hoje muito surpreendido, pela negativa, com uma grande evolução no mesmo... A presença agora de artigos de "análise" de Boaventura Sousa Santos.
Boaventura Sousa Santos - nunca me irei esquecer - era quem - enquanto andávamos eu e outras pessoas nas ditas manifestações "antiglobalização" no início da década passada - escrevia no jornal Diário de Notícias (se não me engano) as mais inócuas críticas possíveis (1) à incrível perda de soberania e controlo nacionais, relativamente às vontades das cada vez mais poderosas companhias multinacionais, que começavam a sobrepor os seus interesses aos dos países onde se estabeleciam, e (2) aos incríveis esquemas montados pelos FMI e Banco Mundial, através dos quais conseguia o Ocidente pilhar (e obter o controlo de) os países em vias de desenvolvimento.
E, depois de ter eu aprendido o que aprendi sobre o controlo que existe da informação nos média de massas, outra coisa não seria também de esperar, da parte de alguém a quem este média davam atenção (ou caso contrário, não seriam as suas "análises" publicadas em tal imprensa)...
Mas, se tem alguém ainda alguma dúvida de que esta figura não é (obviamente) mais do que outro exemplo da aplicação da fórmula de "oposição controlada" em Portugal, apenas tem de olhar para uma conhecida suposta alternativa por esta mesma pessoa criada, a nível internacional, ao fenómeno da globalização capitalista... O dito "Fórum Social Mundial".
Já alguma vez ouviram de algo de jeito que tenha saído de tal fórum? Claro que não. E, o objectivo é obviamente mesmo esse... Servir de fórum de discussão inútil, que apenas serve para desviar a atenção e o tempo, da parte de quem queira mudar as coisas, de outras possíveis alternativas reais e efectivas - como é, por exemplo, o caso da aliança BRICS, que entretando surgiu.
E, porque razão digo eu que é obviamente este o propósito de tal fórum?
Ora, porque (para além de ser esta uma manobra de diversão muito usada pelo poder estabelecido) no caso deste Fórum Social Mundial, não se deram as elites ao trabalho de esconder sequer os seus cordelinhos. E, basta ver quem é que <financia> as edições de tal fórum, para facilmente concluir que interesses é que (ultima e verdadeiramente) serve o mesmo.
Ora, se é este Fórum claramente uma criação de tais interesses elitistas (que permitem que tais reuniões ocorram, através do seu financiamento) o que é que acham vocês que serão os indivíduos que visivelmente fundaram o mesmo?
Pois bem, o conhecido Boaventura Sousa Santos (que é por vezes também convidado para os péssimos debates controlados da RTP, por exemplo) foi um dos fundadores deste Fórum! (Basta que espreitem a sua página na Wikipedia, ou leiam a nota no final deste artigo, para constatar tal facto.) E, juntando isto às críticas ligeiras que este faz ao fenómeno da globalização capitalista, penso que é óbvio - para toda a gente bem informada e inteligente - perante o que é que estamos...
"O Fórum Social Mundial são as elites de esquerda a tentar obter o controlo do movimento antiglobalização." - disse eu uma vez, numa cidade estrangeira, perante um pequeno grupo de activistas, numa pausa entre as manifestações contra o Fórum Económico Mundial (do qual tirou esta "alternativa" o seu nome). "Ninguém o disse melhor [que tu]!" - respondeu-me um desses activistas, perante quem eu tinha feito tal observação.
(Por "elites de esquerda" estava eu a referir-me ao tipo de líderes de (suposta) esquerda que notoriamente o são em busca de poder e controlo sobre os outros - e não os que querem realmente mudar as coisas. Pois, a criação de tal Fórum alternativo era clara e notoriamente o que dizia eu que era. E não uma criação independente de tal movimento que tinha surgido.)
Mas, deixemo-nos de críticas a uma organização que merece apenas ser ignorada...
Se querem saber do que estou eu a falar, quando digo que Boaventura Sousa Santos (o autor que, enquanto decorriam as manifestações chamadas de "antiglobalização", era indicado pela imprensa controlada como a pessoa que devia ser lida, para saberem todos porque razão ocorriam tais estranhas manifestações) apenas faz denúncias e críticas ligeiras das actividades do FMI, Banco Mundial e afins, comparem o que escreve este autor com o que é, por exemplo, denunciado <nesta> entrevista.

 

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Nota final: E, observem que tipo de pessoas é que são convidadas para este Fórum Social Mundial: Noam Chomsky, Ignacio Ramonet... A nata da falsa e reformista esquerda ocidental. Chossudovsky (descobri quando estava a acabar de escrever esta colocação) está também consciente das fontes de financiamento deste Fórum... Ficando nós sem saber, então, porque razão decide ele dar lugar aos escritos de Sousa Santos no sítio na Internet do primeiro.

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A muito importante razão pela qual nos devemos informar sempre por nós próprios sobre os problemas de saúde que possamos ter...

04.05.18

Assunto: Diabetes tipo 2 pode ser eliminada retirando os hidratos de carbono da dieta



(Tal como em tudo o que, por norma, envolva a tomada de medicamentos...) É preciso procurarmos sempre (por nós próprios) por possíveis terapias alternativas aos vários problemas que possamos ter. Pois, (tal como é denunciado nesta notícia: https://zap.aeiou.pt/curar-doentes-mau-199624) não é do interesse da indústria farmacêutica curar pessoas - mas antes, torná-las dependentes de medicamentos. E, (tal como a ligação, que recentemente foi revelada, que existe entre ministros e banqueiros portugueses indicia: https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/salgado-promete-reforma-de-61-mil-euros-a-manuel-pinho) os nossos governos (que controlam o sistema educativo no qual os médicos são escolarizados) são controlados pelos grandes interesses económicos. E um dos maiores interesses económicos que existe (e mais lucro faz neste mundo) é a indústria farmacêutica. Por isso, não esperem que sejam os tradicionais médicos que existem quem tenha sempre as melhores soluções para os problemas.

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Assassinato de bandeira falsa?

19.03.18

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Assassinada uma vereadora brasileira que era uma forte crítica da actuação da Polícia Militar (PM) nas favelas do Rio de Janeiro. Reacção imediata da parte de quase todos? Suspeitar da PM como autora de tal assassinato. Mas, será a realidade assim tão simples?
Primeiro que tudo, analizemos o que teria a PM a ganhar com isto...
Calar uma voz dissidente? Imensa gente, no Rio de Janeiro, é crítica (e com razão) da actuação desta polícia - por ser a mesma notoriamente desrespeitadora dos direitos civis e humanos. O que ganharia então a PM em calar uma única voz crítica, quando milhares de outras continuarão activas e poderão tomar o lugar mediático e/ou político desta?
A reacção imediata de quase toda a gente (que não pára para pensar) perante um assassinato destes, é (obviamente) suspeitar imediatamente da PM como autora do mesmo. Ora, o que teria a PM a ganhar em manchar (ainda mais e muito) a sua imagem pública - e, em consequência de um acontecimento destes, ter possivelmente as pessoas a criticá-la de um modo ainda mais forte?
(A ser a PM a responsável por uma coisa destas, tal seria uma acção imensamente estúpida e claramente contraproducente da sua parte.)
Quem é que ganha, então, realmente com isto?
(Para quem souber o que se passa por trás de toda esta guerra ao tráfico de drogas no Brasil e não só, a resposta é óbvia...)
A serem levadas estas fortes críticas (que certamente muito aumentarão com este assassinato) às suas últimas consequências possíveis, no que isto se poderá traduzir, é num retirar das forças policiais e militares das favelas desta cidade.
E, quem é que (ultimamente, ou mais) ganhará com tal retirada?
As favelas do Rio de Janeiro (toda a gente sabe) são a fonte de droga desta enorme metrópole, onde vivem mais de 12 milhões de pessoas. E, o tráfico de drogas (saberão os melhor informados) é algo de imensamente importante para o poder económico estabelecido ocidental e não só (i.e. as multinacionais que controlam os nossos governos e seus serviços secretos - assim como os bancos que lavam o dinheiro de tal tráfico - que dependem até do lucro oriundo deste mesmo tráfico para se manterem em actividade).
Ora, se se acabar com o combate ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro, quem é que ultimamente beneficia com tal termo?
Reparem na intensidade e na rapidez com que a imprensa controlada portuguesa, não só cobriu este caso, como tratou logo de promover as manifestações organizadas em torno do mesmo: https://www.publico.pt/2018/03/15/mundo/noticia/vereadora-critica-da-policia-militar-assassinada-no-rio-de-janeiro-1806715
(E, quando lerem a anterior notícia, reparem também em como até o poder político português quis logo usar este mesmo caso para fazer pressão sobre as autoridades brasileiras...)

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IBM e o Holocausto

15.03.18

O seguinte trecho é apenas uma introdução ao tema da colaboração que houve entre a IBM e o regime nazi alemão. E, se quiserem uma palestra dada pelo autor que escreveu um livro inteiro sobre o assunto, têm por exemplo <esta>.
(Os primeiros 3 entrevistados que aparecem no trecho - que, logo por azar, são do pior que há - são simplesmente para ignorar...)



E, três importantes notas, que quero fazer sobre este tema...
Primeiro, para quem se ficar pelo anterior trecho, reparem que (tal como é mostrado por volta da marca dos 5m20s do mesmo) o contrato que é exibido pelo investigador deste tema, entre a IBM (de Nova Iorque) e o governo alemão, é de 1942. (Ora, os EUA declararam guerra à Alemanha no final de 1941. E, tal como diz o investigador que é entrevistado, as máquinas nunca foram vendidas, mas eram apenas emprestadas, e a IBM foi sempre a responsável pela manutenção das mesmas.)
Segundo, para quem se for informar mais sobre isto, reparem na simbologia usada nos cartazes que eram usados para promover estas "máquinas Hollerith".
Terceiro, para quem se interrogar sobre que interesse poderá este assunto ter para a actualidade, veja esta entrevista feita ao investigador em causa e também esta anterior colocação minha, onde denuncio eu que a Internet foi montada pelo governo estadunidense para espiar as pessoas.

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colocado por Fernando Negro às 00:10

Resposta que já não pude dar a um militante do Bloco de Esquerda

11.03.18

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Por, na altura (final do ano passado) andar eu concentrado noutras coisas mais importantes - e tal blogueiro demorar também muito tempo a responder aos comentários que deixavam as pessoas no seu blogue (por andar também ele ocupado com outros assuntos mais importantes) - não tive eu pressa em responder a um comentário que tinha sido por ele deixado em resposta a um meu (último este, que tinha eu deixado a uma colocação final, de despedida, no blogue de tal autor) após ter sido eu automaticamente notificado, por correio electrónico, da ocorrência do mesmo.
E, lembrado eu - pela natureza da última colocação no meu blogue - de que não tinha ainda escrito tal resposta... Quando fui, anteontem, tentar deixar uma em tal blogue alheio, também alojado aqui no SAPO, já não consegui mais aceder ao blogue de tal autor, por ter sido o mesmo "suspenso".
E, assim sendo, na vaga esperança de que esta minha resposta possa um dia ser lida pelo destinatário em causa - e, já agora, porque (sendo de comentários públicos que se tratam) também poderá ser do interesse de outros ler tal pequena troca de mensagens - aproveito então para publicar aqui, no meu próprio blogue, a resposta que já não fui a tempo de dar (e também para republicar o comentário ao qual se dirigia tal resposta, da autoria do blogueiro Francisco Freima, para o qual já uma vez aqui tinha chamado a atenção para).

 

Francisco Freima respondeu ao seu comentário no post Adeus, pessoal (um adeus pessoal) às 02:31, 30/11/2017:

[...]

Por acaso nunca pensei muito na América Latina como região para viver, embora não me importasse de ir para a zona dos Andes. Se me dessem a escolher um país em todo o mundo, penso que iria para a Rússia. Adoro a cultura deles, sendo também um adepto do frio (e, lendo a teoria de Mackinder acerca do Heartland, percebemos que a Rússia será sempre importante).

Rússia que entronca no outro tema abordado pelo Fernando: os apoios dados a Trotsky por parte de Wall Street. Já tinha lido sobre isso, mas tendo sempre a relativizar. Não me choca que Trotsky tenha tido esse t ipo de ajudas, até porque existe o tal ponto de confluência que é o internacionalismo. Infelizmente, a política tem algumas zonas cinzentas onde um Ribbentrop e um Molotov podem negociar um pacto de não-agressão ou, voltando aos tempos da I Guerra Mundial, Lenine ser ajudado pelos alemães no seu regresso do exílio. Quando forças opostas convergem é sempre na esperança de enganarem o parceiro de ocasião. Escusado dizer, os povos ficam à porta de tais considerações.

Para mim, a importância de Trotsky está mais nas suas teorias da revolução permanente ou do desenvolvimento desigual e combinado do que propriamente nas suas acções enquanto indivíduo/actor político. Talvez, pela época em que viveu, ele não pudesse ter agido de outra forma; talvez, tendo sido um homem ambicioso, aquilo que resulta numa falha ética grave fosse apenas um meio para atingir um fim; na pior das hipóteses, mesmo que ele não acreditasse em nada, ou acreditasse apenas no intern acionalismo (capitalista ou socialista), a verdade é que as suas obras são lidas por muitas pessoas que defendem o internacionalismo socialista sem quaisquer concessões aos interesses capitalistas. É o que eu chamo de triunfo dos ingénuos: vivendo o marxismo um momento de refluxo a nível mundial, hoje em dia quem é marxista pode aprofundar as suas ideias sem grande rebuliço, um pouco à semelhança do período em que Marx viveu. Existem pequenas guerras, independentismos, mas nada que se assemelhe à proximidade de uma revolução como a de 1917.

O capital tem a situação controlada. Dentro do marxismo, os adeptos da revolução permanente podem polemizar com os adeptos do comunismo num só país sem que venha grande mal ao mundo. As figuras tutelares morreram e a própria questão coloca-se hoje sob outros prismas que não os da URSS. A Catalunha, por exemplo, tem suscitado um amplo debate: como podem os internacionalistas apoiar a independência catalã? Não é o Estado-nação uma construção burguesa destinada a desviar o foco da luta de classes? Estando no Bloco, foi um debate que acompanhei com gosto, até por ser militante de base. Na base dos partidos temos sempre aqueles camaradas mais puros, que não afinam as suas opiniões pelas dos notáveis. Claro que chega o dia em que a festa acaba e a vitória cai para um dos lados. Enquanto a festa durou, vi pessoas frontalmente contra a independência catalã e outras que, sendo também elas internacionalistas, colocavam o direito dos povos à auto-determinação num patamar superior. Da minha parte, defendo a independência. Nem tanto pela auto-determinação, para mim a questão premente reside na força imprimida pelo capitalismo à sua globalização. Ainda assim, torna-se um exercício vagamente cómico, o de defender a independência de um povo que pretende ir logo a correr para os braços da União Europeia...

Um abraço, Fernando, e viva a Margem Sul :D

 

[Segue-se então a minha resposta, que já não fui a tempo de publicar...]

 

Olá outra vez, Francisco.

(Com a crescente escassez de recursos naturais e o sério impacto que tal irá ter na agricultura: http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=63630.msg900364#msg900364)

Os melhores sítios para se viver, no futuro próximo (e para os quais eu iria, se pudesse) serão os locais do Mundo ainda pouco populados, que têm solos férteis em grande quantidade e que são também ricos em água - como o Brasil (e restante América Latina) e, sim, também a Rússia. (Tanto o Brasil como a Rússia exportam muita comida. Por isso, são estes dois países onde as pessoas nunca deverão morrer de fome.)

Quanto à criação do Estado-Nação,

Ela não tem (nada) a ver com "desviar o foco da luta de classes" (pois, surgiu até muito antes que tal luta tivesse início, devido à publicação do "Manifesto Comunista" escrito pelo capitalista Friedrich Engels). Mas, é antes algo que surge como uma consequência da vontade de Desenvolvimento económico, motivada pelo ideal de Progresso, a todos os níveis (http://www.schillerinstitute.org/newspanish/InstitutoSchiller/Arte/GoyaLucesCarlosIII.html) - algo que as elites (i.e. os verdadeiros ricos e membros da dita nobreza) não querem (nem nunca quiseram) por gerar tal progresso económico também progresso cultural e tornar as pessoas mais difíceis de controlar e continuar a explorar.

E, o tentar colar algo de positivo a algo mau, através de falácias, é um truque muito usado pelos propagandistas do poder estabelecido (como me lembro de ler, da parte de um Professor seu, que me disse você ser um maçon, que usava num texto pró-UE o ridículo termo "o totalitarismo das nações" - como se ter um governo central europeu, que repetidamente proíbe os vários países de fazerem isto ou aquilo é que não fosse, antes isso mesmo, uma forma de totalitarismo). Sendo o melhor exemplo que conheço, de constantemente dar falsas explicações alternativas (sem argumentos que realmente as sustentem) para certos acontecimentos históricos (do que posso ler da descrição, pois recuso-me a ler tais obras) o livro "A People's History of the United States" do propagandista Howard Zinn.

Quanto ao Trotsky,

Não se tratava de um convergência de apenas alguns interesses comuns que tinha ele com alguns ultra-ricos. O jogo por ambos jogado é um que, certamente, não deve ser ensinado no tipo de cursos universitários sobre História e Política que você tirou - e que se chama "Dialética Hegeliana" (http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=43336.0). Sendo que, o Trotsky estava tão interessado numa verdadeira Revolução Social quanto estão os seus discípulos, de hoje em dia, como são os dirigentes do Bloco de Esquerda (muito contentes em colaborar com o falso Partido Socialista português e ficar-se por aí).

Se alguma vez decidir você pesquisar seriamente sobre o que eu aqui denuncio, da verdadeira natureza deste tipo de líderes comunistas (deixo-lhe mais uma dica aqui: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674) depois interrogue-se sobre porque razão andam os movimentos por eles criados a usar a mesma simbologia que é usada por outros movimentos, que toda a gente bem informada sabe serem controlados por conhecidos capitalistas: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/alguem-ainda-duvida-de-que-o-podemos-e-127764

Um abraço e Boa Sorte para o futuro próximo.

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colocado por Fernando Negro às 12:20

A tão falada "Guerra Fria" foi, em grande parte, um enorme teatro

10.11.17

Para entenderem o seguinte trecho (tirado deste filme de espiões, de um diálogo entre dois personagens que são agentes do KGB, no início dos anos 60) terão de consultar <esta> colocação anterior, que já fiz há uns anos. E, para complementar o que dizia eu em tal fórum (ao qual vai ultimamente parar a última hiperligação) têm os seguintes tweets recentes do agente do FSB, Daniel Estulin, através dos quais fiquei eu a saber mais sobre isto...

 

tweet_22oct_1of3.pngtweet_22oct_2of3.pngtweet_22oct_3of3.png

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colocado por Fernando Negro às 20:35

Revolução Bolchevique foi financiada (e apoiada) por Wall Street

07.11.17

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Isto é algo que foi descoberto e <denunciado> (em língua inglesa) há já 43 anos, por um conhecido investigador nos EUA, chamado Antony C. Sutton - cujas obras são até recomendadas por alguns dos mais importantes lacaios das elites.
Assim como, é algo que é muito sabido (e tem sido, desde então, falado) por quem tem maior consciência política do outro lado do Atlântico.

Mas, sendo este nosso um país de ignorantes... E, a julgar pelo tempo que demoram a cá chegar e serem verdadeiramente compreendidos outros importantes conhecimentos políticos, como a Democracia... Talvez só lá para o ano 2172 é que deverá um número significativo de pessoas saber também disto num país atrasado chamado Portugal.

(Também, quem quiser saber de mais assuntos interessantes com este relacionados, pode espreitar aqui e aqui.)

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Os meus comentários censurados ao último vídeo de José Sócrates

02.11.17

Descobri apenas hoje que este tem um canal no YouTube. E, obviamente que tenho mais que fazer do que estar a ouvir as mentiras da parte de alguém que, pelos vistos, não tem noção do imenso ridículo que está a protagonizar... Mas, tendo eu visto que o seu vídeo mais recente era sobre a questão do TGV, não resisti a deixar um apontamento meu sobre o assunto.
A hiperligação que deixo no comentário mais recente é <esta>.
E, o artigo que usei como fonte para citar e afirmar tais coisas pode ainda ser encontrado <aqui>.

(Cliquem na imagem, para a ampliar.)

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colocado por Fernando Negro às 18:32

Reportagem TVI: "O Cartel do Fogo"

01.11.17

Ora aqui está algo que nunca pensei vir a fazer neste blogue(!) - recolocar aqui informação oriunda de um órgão de comunicação de massas português como assunto principal de uma colocação.
Finalmente, a imprensa controlada fez uma reportagem decente sobre o assunto... (Certamente, porque os interesses que estão por trás disto não fazem então parte de quaisquer elites - i.e. de verdadeiramente grandes interesses económicos - e são por isso "arraia-miúda" que se pode denunciar...) Mas, no país que temos, é quase garantido que não vai ninguém ser preso por causa disto, ainda que morram mais centenas de pessoas.
Reparem em como foi, especificamente, a TVI - que é controlada por interesses estrangeiros - quem trouxe esta informação a público... Pois, nas outras principais estações de televisão, RTP e SIC, assim como nos restantes meios de comunicação de massas nacionais, a reacção habitual é, essencialmente, ou (1) de silêncio ou (2) de desvio de atenções para a indústria madeireira - que, com estes repetidos incêndios, saberão os mais atentos e melhor informados que tem perdido enormes quantidades de matéria-prima para a sua indústria.


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