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Boaventura Sousa Santos foi co-fundador do Fórum Social Mundial

06.05.18

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Há já muito tempo que o sítio do "Centro de Pesquisa sobre Globalização" (GlobalResearch.ca) me vem, infelizmente, a despertar cada vez menos interesse... Pois, desde a sua criação, no início da década passada - quando constituía este sítio uma muito boa fonte de análise de informação na Internet (veja-se a excelente investigação que o seu fundador e director, Michel Chossudovsky, fez sobre a verdadeira natureza da al-Qaeda, por exemplo) - que tenho visto novo autor atrás de novo autor desconhecido juntar-se ao mesmo, que com nada de verdadeiramente útil contribui para tal Centro de Pesquisa - tornando tal sítio numa estranha amálgama de pouca informação de interesse, no meio de informação que nada realmente adianta relativamente ao que já se sabe (onde, por vezes, tentam alguns até dar explicações alternativas a boas denúncias que já foram feitas). E, olhando para o que escreve um dos (principais) primeiros novos contribuintes que vi surgir neste Centro de Pesquisa - nos quais penso quando faço este tipo de crítica - chamado James Petras, por exemplo, o que eu vejo é um outro Howard Zinn.
Mas, se apesar de tudo ainda vou por vezes espreitando tal sítio, já com muito poucas esperanças de encontrar nele algo de útil, eis que fui hoje muito surpreendido, pela negativa, com uma grande evolução no mesmo... A presença agora de artigos de "análise" de Boaventura Sousa Santos.
Boaventura Sousa Santos - nunca me irei esquecer - era quem - enquanto andávamos eu e outras pessoas nas ditas manifestações "antiglobalização" no início da década passada - escrevia no jornal Diário de Notícias (se não me engano) as mais inócuas críticas possíveis (1) à incrível perda de soberania e controlo nacionais, relativamente às vontades das cada vez mais poderosas companhias multinacionais, que começavam a sobrepor os seus interesses aos dos países onde se estabeleciam, e (2) aos incríveis esquemas montados pelos FMI e Banco Mundial, através dos quais conseguia o Ocidente pilhar (e obter o controlo de) os países em vias de desenvolvimento.
E, depois de ter eu aprendido o que aprendi sobre o controlo que existe da informação nos média de massas, outra coisa não seria também de esperar, da parte de alguém a quem este média davam atenção (ou caso contrário, não seriam as suas "análises" publicadas em tal imprensa)...
Mas, se tem alguém ainda alguma dúvida de que esta figura não é (obviamente) mais do que outro exemplo da aplicação da fórmula de "oposição controlada" em Portugal, apenas tem de olhar para uma conhecida suposta alternativa por esta mesma pessoa criada, a nível internacional, ao fenómeno da globalização capitalista... O dito "Fórum Social Mundial".
Já alguma vez ouviram de algo de jeito que tenha saído de tal fórum? Claro que não. E, o objectivo é obviamente mesmo esse... Servir de fórum de discussão inútil, que apenas serve para desviar a atenção e o tempo, da parte de quem queira mudar as coisas, de outras possíveis alternativas reais e efectivas - como é, por exemplo, o caso da aliança BRICS, que entretando surgiu.
E, porque razão digo eu que é obviamente este o propósito de tal fórum?
Ora, porque (para além de ser esta uma manobra de diversão muito usada pelo poder estabelecido) no caso deste Fórum Social Mundial, não se deram as elites ao trabalho de esconder sequer os seus cordelinhos. E, basta ver quem é que <financia> as edições de tal fórum, para facilmente concluir que interesses é que (ultima e verdadeiramente) serve o mesmo.
Ora, se é este Fórum claramente uma criação de tais interesses elitistas (que permitem que tais reuniões ocorram, através do seu financiamento) o que é que acham vocês que serão os indivíduos que visivelmente fundaram o mesmo?
Pois bem, o conhecido Boaventura Sousa Santos (que é por vezes também convidado para os péssimos debates controlados da RTP, por exemplo) foi um dos fundadores deste Fórum! (Basta que espreitem a sua página na Wikipedia, ou leiam a nota no final deste artigo, para constatar tal facto.) E, juntando isto às críticas ligeiras que este faz ao fenómeno da globalização capitalista, penso que é óbvio - para toda a gente bem informada e inteligente - perante o que é que estamos...
"O Fórum Social Mundial são as elites de esquerda a tentar obter o controlo do movimento antiglobalização." - disse eu uma vez, numa cidade estrangeira, perante um pequeno grupo de activistas, numa pausa entre as manifestações contra o Fórum Económico Mundial (do qual tirou esta "alternativa" o seu nome). "Ninguém o disse melhor [que tu]!" - respondeu-me um desses activistas, perante quem eu tinha feito tal observação.
(Por "elites de esquerda" estava eu a referir-me ao tipo de líderes de (suposta) esquerda que notoriamente o são em busca de poder e controlo sobre os outros - e não os que querem realmente mudar as coisas. Pois, a criação de tal Fórum alternativo era clara e notoriamente o que dizia eu que era. E não uma criação independente de tal movimento que tinha surgido.)
Mas, deixemo-nos de críticas a uma organização que merece apenas ser ignorada...
Se querem saber do que estou eu a falar, quando digo que Boaventura Sousa Santos (o autor que, enquanto decorriam as manifestações chamadas de "antiglobalização", era indicado pela imprensa controlada como a pessoa que devia ser lida, para saberem todos porque razão ocorriam tais estranhas manifestações) apenas faz denúncias e críticas ligeiras das actividades do FMI, Banco Mundial e afins, comparem o que escreve este autor com o que é, por exemplo, denunciado <nesta> entrevista.

 

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Nota final: E, observem que tipo de pessoas é que são convidadas para este Fórum Social Mundial: Noam Chomsky, Ignacio Ramonet... A nata da falsa e reformista esquerda ocidental. Chossudovsky (descobri quando estava a acabar de escrever esta colocação) está também consciente das fontes de financiamento deste Fórum... Ficando nós sem saber, então, porque razão decide ele dar lugar aos escritos de Sousa Santos no sítio na Internet do primeiro.

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A União Europeia é, em boa parte, a concretização de um IV Reich

17.03.18

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"But what is absolutely true, is that the biggest scandal part of this whole Bilderberg organization was that, it was heavily populated by people who came out of the old World War II Nazi apparatus and who basically cleaned up and dusted off, and basically deployed to become a hard core of the Cold War anti-Soviet structures in the West. People such as Prince Bernhard, for example, of the Netherlands, was one of the founders of the Bilderberg organization. Walter Hallstein, the first President of the European Commission, was a Nazi lawyer. And, a lot of the structure itself of the European Union was actually based on the Nazi structures which were put together by Hallstein 20 years earlier, in the 1930s, before the Second World War."
--- Daniel Estulin, numa entrevista na "SOTT Radio Network", em Fevereiro de 2015

 

A União Europeia é uma criação do Clube Bilderberg - fundado pelo conhecido príncipe Bernardo dos Países Baixos (o mesmo que fundou a WWF) o qual foi um membro da SS de Hitler (não sendo este sequer o único nazi que é publicamente sabido ter frequentado as reuniões de Bilderberg).
Príncipe este, que era o Director das linhas áereas dos Países Baixos (KLM) aquando do uso destas pelos nazis, no final da Segunda Guerra, para fugirem para a Argentina.

 

"KLM ajudou voos nazistas para a Argentina"
[NineForNews.nl - Tradução Google] 25 de março de 2014

Após a Segunda Guerra Mundial, foi proibido aos suspeitos de envolvimento no regime nazista deixar a Alemanha. No entanto, muitos criminosos de guerra foram para a Suíça, entre outros. Através desse país, eles viajaram para a América do Sul. O Koninklijke Luchtvaart Maatschappij transportou os supostos alemães para o Uruguai e a Argentina.

O transporte era muito lucrativo para a companhia aérea. Os nazistas estavam dispostos a gastar muito dinheiro e escapar do seu julgamento. O historiador da aviação, Marc Dierikx, concluiu com base em documentos de arquivos americanos e suíços que a KLM estava intensamente envolvida no transporte de nazistas.

Em 1949, a embaixada holandesa na Argentina falou em uma carta ao Ministro dos Negócios Estrangeiros de "um forte elemento alemão na representação KLM" em Buenos Aires. O KLM diz que não encontrou evidências em seus próprios arquivos para envolvimento de longo alcance no vôo dos nazistas. Segundo Dierikx, é difícil imaginar que o cume da KLM na Holanda não conhecesse na época a ajuda de nazistas fugitivos.

Uma testemunha, que na época trabalhava como funcionária de 17 anos na KLM, disse à BBC que, em 1949, testemunhou uma violenta troca de palavras entre o então CEO da KLM Albert Plesman e o famoso piloto Adriaan Viruly. O último protestou de acordo com a testemunha porque foi convidado a voar "monges negros" para a Argentina. Descobriu-se criminosos de guerra. Os registros americanos mostraram que o governo holandês não estava preparado para pressionar as listas de passageiros da KLM.

De acordo com o Centro Simon Wiesenthal de Paris, os criminosos de guerra usaram o ouro do Vaticano para fugir para a América do Sul e o Oriente Médio. O Vaticano teria usado dinheiro que os nazistas roubaram e depositaram na Igreja. Um documento do governo dos EUA de 1947 mostra que Roma manteve 200 milhões de francos suíços de ouro nazista. É o ouro que o fascista Ustašas na Croácia havia roubado de judeus e sérvios.

O centro descobriu que o Vaticano forneceu documentos de identidade aos criminosos de guerra através de um grande número de comitês que atuam como organizações informais. Isso permitiu que os nazistas fugitivos obtivessem um passaporte da Cruz Vermelha, com o qual deixaram a Europa. Desta forma, milhares de criminosos de guerra alemães e colaboradores nazistas europeus, com a ajuda do Vaticano e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), encontraram um refúgio seguro para a Argentina e outros países da América do Sul.

Entre eles, havia líderes como o infame médico do campo, Josef Mengele. Ele embarcou em 25 de maio de 1949 com um documento de viagem do CICV em Gênova com o destino da Argentina, onde mais tarde abriu um consultório médico. O chefe da Gestapo, Klaus Barbie, o "carrasco de Lyon", o comandante das SS Erich Priebke e o executor croata Dinko Šakić, teria escapado para a Argentina com passes da Cruz Vermelha. O chefe croata de Hitler, o ditador Ante Pavelić, viajou para Buenos Aires em 1947 como sacerdote com um documento do CICV. Ele é considerado responsável pelas mortes de 800.000 sérvios e ciganos.

De um relatório secreto que entrou nas mãos de The New York Times, também surgiu que depois da guerra, a América abrigou um grande número de nazistas, incluindo o cientista de roteiros Arthur Rudolph. A CIA organizou documentos de residência e um trabalho para eles.

 

Sabendo disto, deverá ficar qualquer pessoa logo "de perna atrás" sobre que raio de gente é que fundou então a UE. Mas, é esta a única ligação da UE aos nazis? Não. Há mais que se lhe diga...
Toda a gente que sabe o mínimo da história da Segunda Guerra Mundial, sabe que uma das coisas que os nazis muito fizeram, ao longo da guerra, foi pilhar todo o ouro (e outras riquezas) que encontravam - incluindo o das pessoas que eram levadas para os campos de concentração. E, não sendo a Europa um continente propriamente pobre, certamente que muito ouro deverá ter sido acumulado por tais criminosos nazis. Ora, o que é então feito de todo este ouro? (Nunca ouvimos nós falar sobre o que aconteceu a tal ouro depois da guerra!)
Segundo explicam Daniel Estulin e outros, o destino do mesmo foi muito simples...
O que aconteceu foi que, na mesma altura em que os nazis fugiram para a América Latina, foi tal ouro levado para o mesmo destino dos primeiros. E, assim que "acalmaram" as coisas na Europa, na seguinte década de 1950, foi este tesouro (convertido ou não em dinheiro) trazido de volta para o Velho Continente, em parte para ser usado no projecto de criação de uma União Europeia, através do Clube Bilderberg fundado em 1954 - tendo sido o regresso desta enorme riqueza acumulada também responsável pela muito notável recuperação da economia alemã, na década de 1950, que ficou conhecida como o "Milagre do Reno".
Quer isto então dizer que a UE é um projecto nazi?
Não propriamente. Pois, (tal como explicava eu há uns anos, aqui) os nazis são apenas pessoas que foram recrutadas para o projecto da Nova Ordem Mundial - que é muitíssimo anterior ao surgimento sequer do movimento nazi (ler, por exemplo, isto). Tendo o Clube Bilderberg servido (tal como explica Daniel Estulin aqui) para juntar vencedores e vencidos da Segunda Guerra Mundial num novo projecto conjunto europeu, de características semelhantes ao fascista.
Quer isto, então, dizer que a UE é uma ressurreição do projecto fascista?
Sim, pode-se dizer tal coisa. Pois, (apesar de haver outras descrições mais correctas para o projecto da NOM) se quisermos descrever de um modo curto e simples as características político-económicas da sociedade pretendida pela NOM, é (em boa parte) como um projecto fascista que se pode descrever (ainda que, algo grosseiramente) a mesma. Podendo nós, de certo modo, dizer que estamos a assistir a um ressurgimento do Fascismo (por enquanto, apenas na sua vertente económica - e de carácter político antes internacionalista) na Europa em que vivemos.
(E, denunciado e dito isto, que cada um reflicta então sobre se será ou não uma boa ideia que continuemos a fazer parte deste megaprojecto europeu...)

 

Boris is Completely Right: The EU Was a Nazi Brainchild
Top Nazis planned to create federal European dictatorship
Paul Joseph Watson | Infowars.com - May 17, 2016

Boris Johnson is being accused of hyperbole for comparing the EU to Adolf Hitler’s plan for Europe (because invoking the threat of a new world war if Britain leaves the EU, as David Cameron did, is completely reasonable).

The pro-Brexit Tory MP said that both Napoleon and the Nazi leader failed at unification and that the EU was “an attempt to do this by different methods”.

According to Donald Tusk, the European Council President, the former Mayor of London “crossed the boundaries” by making the comparison.

Pro-Remain campaigner Lord Heseltine labeled Johnson’s remarks “preposterous” and “obscene”.

However, Boris Johnson is completely correct.

The European Union is basically what the Nazis envisaged for the continent post World War 2.

In his 1940 book The European Community, Nazi Economics Minister and war criminal Walther Funk wrote about the need to create a “Central European Union” and “European Economic Area” arguing, “There must be a readiness to subordinate one’s own interests in certain cases to those of [the EC].”

Nazi academic Heinrich Hunke wrote, “Classic national economy ... is dead ... community of fate which is the European economy ... fate and extent of European co-operation depends on a new unity economic plan”.

Fellow Nazi Gustav Koenig observed, “We have a real European Community task before us ... I am convinced that this Community effort will last beyond the end of the war.”

Other top Nazis who called for the creation of a pan-European federal economic superstate include Ribbentrop, Quisling and Seyss-Inquart, who spoke of “The new Europe of solidarity and co-operation among all its people ... will find ... rapidly increasing prosperity once national economic boundaries are removed.”

In 1940, Minister of Propaganda Joseph Goebbels ordered the creation of the “large-scale economic unification of Europe,” believing that “in fifty years’ time [people would] no longer think in terms of countries.”

Just 53 years later, the European Union in its current form was established.

It’s no surprise that what these top Nazis proposed is almost identical to what the EU later became.

It doesn’t matter if you put a touchy-feely, lefty, liberal face on it – at its very core – authoritarianism is authoritarianism.

Boris is right – the EU is the very bureaucratic, centralized, dictatorial European federal superstate that Hitler and other top Nazis had planned to implement after World War 2.

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Paul Joseph Watson is the editor at large of Infowars.com and PrisonPlanet.com.

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O verdadeiro Che Guevara

13.02.18

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colocado por Fernando Negro às 12:30

Definitivamente, a RT já não é o que era...

12.11.17

rt_london.png

[Duas cartas electrónicas que, há poucos dias, enviei a um amigo meu que vive em França, depois de me ter ele enviado uma hiperligação para uma discussão no fórum "reddit", sobre a publicidade que a RT faz no Metro de Londres.]

 

Assunto: Publicité de Russia Today dans le métro de Londres

Deverá ser um bom avanço. Mas, infelizmente, a RT já não é o que era...

De ser uma estação de televisão verdadeiramente incómoda (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/eua-a-perder-a-guerra-da-informacao-1588) passou a ser uma mais "moderada", que já evita os assuntos mais polémicos (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/programa-the-truthseeker-da-rt-quase-10551).

E, para além disto, já soube de dois casos em que se calaram por causa de ameaças vindas de governos. Sendo estes (1) o facto de não entrevistarem mais o Alex Jones (que foi quem iniciou a mim e muita gente nesta temática das "conspirações") devido a uma ameaça do governo estadunidense (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/a-razao-pela-qual-alex-jones-nao-64492) e (2) o terem-se recusado a emitir um episódio da série de documentários do Daniel Estulin, devido a uma ameaça da Presidente Kirchner, da Argentina (https://twitter.com/estulindaniel/status/568059743056609280 + https://twitter.com/EstulinDaniel/status/880483985213796352).

Para além disto, a RT cometeu o que é, para mim, o maior pecado de todos, que podem cometer os média de massas ou a classe política - que foi (começar a) mentir sobre a questão das "alterações climáticas" (https://www.rt.com/viral/398734-mummified-corpses-alps-glaciers/) depois de, no passado, ter andado a chamar a atenção para esta fraude (https://www.rt.com/news/climategate-climate-change-fake/).

O que o Daniel Estulin (que é russo) diz, é que a situação política na Rússia não é tão simples como parece. Pois, se o Putin notoriamente controla a política exterior deste país, a sua economia nacional está ainda nas mãos dos traidores/liberais que lá foram postos pelos americanos, a seguir à queda da União Soviética (sendo essa, até, a razão pela qual a economia da Rússia continua em tão mau estado, apesar do enorme potencial que o país tem). E, como tal, há ainda certos órgãos do Estado russo sob o controlo de traidores.

O Estulin (que ficou fulo com a censura de que foi alvo) diz que a RT é então um órgão que está sob o controlo dos liberais - e que terá sido por isso que ele foi censurado. Mas, eu não partilho desta opinião... Apenas, acho que a RT moderou (muito erradamente, na minha opinião) os seus critérios editoriais e está agora a seguir a linha do seu governo de alinhar também com a mentira do "aquecimento global" (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/os-brics-nao-sao-uma-falsa-oposicao-a-85794).

De qualquer modo, a partir do momento em que apanho eu uma grande entidade a mentir sobre um assunto importante, perco a confiança na mesma. E, como tal, deixo de poder acreditar em quase qualquer coisa que dela venha. E, juntando isto ao facto de ser esta estação de televisão agora pouco diferente das restantes... Acabei por perder muito de (ou quase todo) o interesse que tinha pela mesma...

Ainda assim, há momentos que nunca irei esquecer de ter visto nos seus canais, como os seguintes:

http://blackfernando.blogs.sapo.pt/eles-bem-vao-dando-as-dicas-41496
http://blackfernando.blogs.sapo.pt/os-pedofilos-que-nos-governam-a-todos-5723

 

*

 

Assunto: Esclarecida a verdadeira natureza da RT

Até ler os seguintes tweets do Daniel Estulin, pensei que as críticas dele à RT fossem mais motivadas por rancor pessoal, por ter tal estação de televisão cancelado a série de documentários dele, que era exibida no canal em castelhano. Pois, pensei que fosse esta estação totalmente financiada pelo governo russo. Mas, parece que não é assim... E, como sempre, a melhor maneira de compreender a (verdadeira) natureza de uma fonte mediática é "seguir o dinheiro":

https://twitter.com/EstulinDaniel/status/929041502143205376
https://twitter.com/EstulinDaniel/status/927719904073039873
https://twitter.com/EstulinDaniel/status/929075770785390592

A resposta que ele acabou de me dar a algo de muito estranho em que eu já tinha reparado, aliás, confirma que há aqui mais (e pior) censura do que eu pensava:

http://blackfernando.blogs.sapo.pt/programa-the-truthseeker-da-rt-quase-10551
https://twitter.com/EstulinDaniel/status/929124447117721600

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O Caso AMIA argentino foi também um atentado de bandeira falsa

21.01.15

AMIA.jpg

 

É isso mesmo que lêem. E, este tipo de ocorrências só poderão talvez um dia terminar, se o poder estabelecido ocidental que nos governa for destronado.
O recente quase certo assassinato do procurador argentino Alberto Nisman, serve obviamente para perpetuar o mito de que (tal como no caso de um outro ataque à bomba, ocorrido também na Argentina) foram os iranianos os responsáveis por tal atentado e também para deixar o governo argentino (não alinhado com o Ocidente) mal visto.
A ser verdade o que dizia tal procurador e a ter sido a morte deste obra do governo argentino, isso seria o acto mais estúpido que tal governo poderia ter feito, se a intenção do último fosse "abafar" este caso... Sendo tudo isto muito mais condizente com este muito provável assassinato ter sido obra de uma agência ocidental ou israelita (com a qual, quase certamente, terão colaborado traidores dentro dos próprios serviços secretos e polícia argentinos) feita com o objectivo de deixar Cristina Kirchner e o seu governo mal vistos.
Segue-se um artigo publicado, há mais de 2 anos, pelo conhecido analista político argentino, Adrian Salbuchi, que denuncia o modo como foram feitas as "investigações" do Caso AMIA - artigo este, no qual o procurador Alberto Nisman era já denunciado como um lacaio (que, com isto, passa a ser mais útil morto do que vivo) dos interesses estadunidenses e israelitas.

 

Cristina Kirchner, Irán y el atentado a la AMIA

Publicado: 2 oct 2012 15:41 GMT | Última actualización: 16 oct 2014 15:41 GMT

Adrian Salbuchi


Durante la Reunión Anual de la Asamblea General de las Naciones Unidas en Nueva York, la presidenta argentina, Cristina Kirchner, anunció que su Gobierno flexibizará su hasta ahora rígida e irreductible posición hacia Irán, país al que acusa de haber perpetrado el peor ataque terrorista en suelo argentino hace ya más de 18 años y que tuvo como blanco la sede de las asociaciones judeo-sionistas AMIA y DAIA en pleno centro de Buenos Aires.

Inmediatamente, el ministro de Relaciones Exteriores argentino, Héctor Timerman, se reunió con su par iraní, Ali Akbar Salehi, con el propósito declarado de “alcanzar la verdad”.

Verdades Peligrosas

Las críticas sionistas no se hicieron esperar.  Desde la estadounidense Roberta Jackson del Departamento de Estado, quien declaró que “las relaciones con Irán nunca son benignas”; pasando por la de los presidentes de la DAIA (Delegación de Asociaciones Israelitas Argentinas), Aldo Donzis, y de la AMIA (Asociación Mutual Israelita Argentina), Guillermo Bolger, quiénes dijeron que la propuesta de diálogo iraní “es una burla que ofende a la justicia argentina” dado que “Irán no es confiable”; hasta la del Gobierno israelí que condenó la reunión de cancilleres aún antes de que se produjera.

La realidad es que el caso de la poderosa bomba que destruyó la sede de AMIA el 18 de julio de 1994 causando 86 muertos y más de 200 heridos, hoy, luego de 18 años, sigue sin resolverse, los responsables del atentado jamás fueron identificados y sus víctimas no han tenido justicia.

El Ataque

Desde el mismo día del atentado, el 'Caso AMIA' sufrió las más descaradas y flagrantes interferencias de los Gobiernos de Estados Unidos e Israel.  El entonces presidente argentino, Carlos Menem, –quien se ufanaba de haber logrado que Argentina mantuviera “relaciones carnales” con EE.UU.- permitió que agencias de inteligencia norteamericanas e israelíes, notablemente el FBI y el Mossad, tuvieran acceso irrestricto y participación fundamental en las investigaciones del hecho.

Fue precisamente un oficial de inteligencia militar israelí quien halló entre los escombros del 'ground zero' de la AMIA un pequeño trozo de metal que resultó pertenecer al motor de una 'van' Trafic que, “por suerte” (para los israelíes), contenía el número de fabricación de ese vehículo.  Ello permitió armar la teoría de un supuesto “coche-bomba” por más que ese vehículo jamás fue hallado ni tampoco existen testigos que declaren haberlo visto.

La investigación del 'Caso AMIA' pasó por siete juzgados federales y está plagada de mentiras, corrupción y encubrimientos. Tras erráticas marchas y contramarchas, hoy el Gobierno Kirchner acusa formalmente a la República Islámica de Irán de ser culpable del ataque.

Obviamente, existe enorme interés por parte de EE.UU. e Israel de que esta acusación prospere, pues le aportaría más “evidencias” que sirvan de excusa para lanzar su reiteradamente anunciado ataque militar unilateral contra Irán. En momentos en que EE.UU. e Israel atraviesan una creciente crisis de credibilidad en sus amenazas contra Irán por su plan nuclear, una “prueba de culpa” iraní en el atentado a la AMIA les vendría como anillo al dedo.

Indaguemos, sin embargo, un poco más a fondo evaluando dos posibles “escenarios”:

Escenario 1.- Una supuesta 'Pista Iraní'

En el 'Caso AMIA' ha habido todo tipo de manoseo en las máximas instancias judiciales y diplomáticas.  Uno condujo a la destitución y posterior juicio político a un juez en la causa, Jorge Galeano, por haber autorizado el pago de un soborno por 400.000 dólares a un detenido por tráfico de vehículos robados de nombre Carlos Telleldín, para que prestara falso testimonio que sustentara una ficticia “pista sirio-iraní”.

Los fondos para ese soborno los proveyó Rubén Beraja, a la sazón presidente de la DAIA y dueño del Banco Mayo, cuya posterior quiebra fraudulenta lo llevó a pasar varios años en la cárcel. Pero en aquellos años 90, Beraja era una prestigiosa figura en círculos sionistas internacionales llegando a integrar en 1996 la Comisión de Personas Notables elegidas y presididas por Paul Volcker, ex gobernador del Banco de la Reserva Federal de EE.UU., para investigar cuentas inactivas de víctimas judías en bancos suizos, operativo que obligó a la banca suiza a aportar 1.250 millones de dólares a las arcas de las organizaciones sionistas mundiales.

Un importante hito se produjo el 21 de septiembre de 2006, cuando el presidente Néstor Kirchner, acompañado de su canciller Jorge Taiana y la primera dama y entonces senadora Cristina Kirchner participaron de una reunión secreta en el Hotel Waldorf-Astoria de Nueva York con ocho de las más importantes organizaciones sionistas pro-Israelíes: el Congreso Judío Norteamericano, el Congreso Mundial Judío, la logia B’nai B’rith y la ADL entre otras.

Se desconoce a ciencia cierta qué discutieron, pero menos de un mes después Kirchner despachó al fiscal especial Alberto Nisman a los EE.UU. para reunirse con la CIA y el Mossad israelí.

A su regreso, Nisman -sionista militante- lanzó una acusación formal contra el ex-presidente iraní Ali Rafsanjani y siete miembros de su gabinete, incluyendo a Ahmad Vahidi, luego ministro de Defensa del presidente Mahmoud Ahmadinejad.  Se los sindicaba de haber financiado y planificado el ataque a la AMIA a través de Hezbolá.

Esta noticia fue primera plana en los diarios argentinos e inspiró al rabino Israel Singer, director político del Congreso Mundial Judío, a “felicitar al Gobierno argentino”, por formalizar “la denuncia contra Irán”, pues con ello se “confirmó el compromiso asumido por el presidente Kirchner en aquella reunión”.

Estas acusaciones argentinas se basaron exclusivamente en “inteligencia” proporcionada por la CIA y el Mossad, que insisten en la teoría de la 'van' Trafic como coche-bomba que hizo explotar la AMIA.

Las presiones sobre la justicia argentina han sido tales que se llegó a sostener el absurdo de que jamás se hallaron otros restos del elusivo coche-bomba porque “la violencia de la explosión lo enterró debajo de la entrada a la AMIA”.  El Dr. Juan Gabriel Labaké, abogado defensor del único imputado local en la Causa AMIA, solicitó a la justicia que ordenara excavar la entrada de la AMIA para hallar de una vez por todas los restos del “coche-bomba”, mas el juzgado reiteradamente no lo permitió…

Pero si los iraníes y los sirios en connivencia con Hezbolá y Hamás no fueron autores del atentado, entonces, ¿quiénes fueron los responsables del mismo?

Escenario 2.- Ajuste de cuentas: ¿Una Pista Israelí?

El 'Caso AMIA' cobra nueva dimensión cuando se interpreta dentro del marco de lo que ocurría en Israel en aquellos años 90. En 1991, había comenzado la Conferencia de Paz de Madrid que buscaba resolver el conflicto palestino-israelí, que avanzó rápidamente tras la victoria electoral en junio de 1992 del general Isaac Rabin, convertido en primer ministro.

Rabin buscaba llegar a un acuerdo con los palestinos, lo que requería detener y desmantelar gran parte de los asentamientos ilegales del movimiento de colonos armados ultraderechistas del fundamentalismo sionista. Éstos sostienen que ceder un centímetro de la "sagrada tierra de Israel" es traición.

Sin embargo, Rabin siguió adelante con el proceso de paz.  En septiembre 1993 se produjo el famoso apretón de manos entre Rabín y Yasser Arafat bajo la mirada atenta de Bill Clinton en el jardín de la Casa Blanca. Poco tiempo después, Rabin llega a un principio de acuerdo con Siria sobre la devolución de los Altos del Golán y también con Jordania.

A principios de julio de 1994, Rabin permite que Arafat regrese a Palestina tras 27 años de exilio. Los colonos sionistas estaban locos de furia; literalmente pues ya en febrero de ese año, un sionista militante neoyorquino perteneciente al grupo Kach, de nombre Baruch Goldstein, irrumpió en una mezquita en Hebrón abriendo fuego con su ametralladora asesinando a más de 40 musulmanes mientras oraban.  Nadie se explica cómo pudo Goldstein, portando una ametralladora, atravesar la fuerte seguridad israelí…  Goldstein resultó muerto por los palestinos luego del ataque, pero luego su tumba se convirtió en lugar de peregrinaje para el movimiento de colonos.

Dentro del marco de esta secuencia cronológica se produce el 18 de julio de 1994 la voladura de la AMIA, precisamente en un punto sumamente crítico de la lucha intestina intra-sionista y dentro del propio Israel.

Por entonces, la conducción de la AMIA apoyaba el proceso de paz de Rabin, por lo que este atentado bien pudo haber sido un “disparo de advertencia” de la extrema derecha sionista contra Rabin para que cesara en sus esfuerzos de lograr la “paz por territorio” con los palestinos.

Pero parece que Rabin “no entendió el mensaje”, y así se llega al clímax de este oscuro proceso el 4 de noviembre de 1995 –poco más de un año después del ataque a la AMIA– cuando el primer ministro Isaac Rabin es asesinado al “estilo John Kennedy” en la vía pública en Tel-Aviv, ya no por un fundamentalista islámico o por algún neonazi, sino por Ygal Amir, joven estudiante ultraderechista miembro del movimiento de colonos sionistas en Israel, y relacionado con el servicio de seguridad interior Shin Beth, organización que estaba siendo reorganizada por Rabin.

Muerto Isaac Rabin, lo sucede Shimon Peres en un breve interregno de siete meses hasta que en las elecciones de 1996, Benjamín Netanyahu es elegido primer ministro y los laboristas son mayormente barridos del escenario político israelí. Desde entonces, a través de Ehud Barack, Ariel Sharon, Ehud Olmert, y hoy nuevamente Netanyahu, el sionismo militante monopoliza el poder en Israel.

Ahora, en vísperas de la anunciada guerra de EE.UU., Israel y el Reino Unido contra Irán, pareciera que Cristina Kirchner -sea por prudencia o por pánico- se quiere “sentar a conversar con Irán”.

¿En qué consistirán esas conversaciones? En poco, seguramente, ya que la grosera posición argentina es insostenible.

¿Qué harán las organizaciones sionistas que detentan poder determinante en la Argentina?

¿Qué harán 'las embajadas' (de EE.UU. e Israel, se entiende) para presionar?

Todas son preguntas en un tablero de ajedrez mundial crecientemente complejo que, conociendo la recurrente falta de idoneidad, planeamiento y consistencia con que Argentina viene manejando el 'Caso AMIA' desde 1994, augura un mal pronóstico para la Argentina.
 

Adrian Salbuchi para RT

­Adrian Salbuchi es analista político, autor, conferencista y comentador de radio y televisión en Argentina. www.proyectosegundarepublica.com.ar
 

Las declaraciones y opiniones expresadas en este artículo son de exclusiva responsabilidad de su autor y no representan necesariamente el punto de vista de RT.

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Habemus Mendax

03.01.15

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Jorge Mario Bergoglio, conhecido como papa Francisco - que foi informador do regime fascista argentino e que pertence à Companhia de Jesus, criada pela oligarquia europeia para dominar o Vaticano - acaba de dar uma prova mais (das várias que tem dado, com as suas reformas que visam destruir, desde dentro, a Igreja - e os valores que esta supostamente defende) de que está no Vaticano para fazer cumprir a agenda elaborada pelos seus verdadeiros amos (ou, suponho, "amo" - se tivermos em conta o líder espiritual de muitos dos elementos das elites) que nada de cristãos (e mais de satânicos) têm, ao ter anunciado, recentemente, que tenciona se juntar à luta "ambientalista" pela desindustrialização do Mundo, com base no falso pretexto do "aquecimento global" antropogénico.
(E, sabido isto... De que provas mais precisa alguém, para acreditar no que Daniel Estulin diz, de que este papa é um fantoche do Movimento Sinarquista?...)
Mas, não se preocupem, se tudo isto resultar em ainda mais pobreza...
Pois, para além de sempre ter colaborado com regimes fascistas e seus semelhantes, a Igreja Católica sempre foi muito conhecida pela sua caridadezinha e esmolas que dá aos pobres.
Por isso, podem começar a rezar, desde já, para que alguma alma caridosa tenha pena de vós, no futuro, quando andarem desamparados na rua - e consequentemente vos tire a Dignidade, ao vos oferecer uma pequenina parte do dinheiro resultante de um trabalho que vos nega e que, segundo verdadeiros princípios humanitários, também deveria ser vosso, por direito.

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colocado por Fernando Negro às 16:32

Quem melhor explica a actual situação política internacional

07.08.14

Acabaram por ser a última muito boa fonte que descobri, no meu processo de procura por fontes credíveis e de qualidade que denunciem o projecto da Nova Ordem Mundial e são, ao mesmo tempo - e de longe - a melhor de todas as fontes que conheço, no que toca a fazer um constante apanhado geral sobre o que, de mais e de muito importante, se passa e tem passado, neste incrível Mundo em que vivemos - e sobre o que o Império Britânico, que ainda opera nas sombras (como, mais correctamente, gostam eles de chamar ao movimento da NOM) vai fazendo, para tentar dominar este Planeta.
São o Movimento LaRouche, que é descrito como tendo os melhores serviços secretos privados do mundo. E, para constatar a inegável qualidade do seu trabalho, não é preciso ir mais longe do que um texto que eu traduzi e publiquei, há uns meses, neste meu blogue.
Querem saber porque razão está o Ocidente a tentar provocar uma guerra nuclear com a Rússia e seus aliados? Porque razão não falam os média de massas sobre o programa espacial chinês e o objectivo do último? Que possível alternativa promissora existe aos actuais problemas energéticos com que nos deparamos? O quão promissora é a aliança BRICS? Que alternativas económicas viáveis existem para mitigar o processo de Colapso que estamos a experienciar?
Então, só têm de estar atentos às muito boas publicações e sessões de esclarecimento que este movimento vai lançando e organizando.
O que se segue, é a mais recente dessas sessões de esclarecimento, que são semanalmente emitidas via Internet e que este movimento vai também publicando no seu canal no YouTube.

(Aqui esta mesma emissão dobrada em castelhano - e aqui o correspondente canal no YouTube nesta língua.)

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Conheçam Kurt Sonnenfeld

02.09.13

(Um videógrafo da FEMA que filmou e fotografou coisas, nos escombros do World Trade Center, que o governo norte-americano não quer que sejam do conhecimento público... Podem saber mais, sobre a história deste agora refugiado político na Argentina, aqui, aqui e aqui.)

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colocado por Fernando Negro às 08:43

O cancro como arma política

08.03.13




US Senators Frank Church and John Tower examine
a Central Intelligence Agency (CIA) poison dart gun that
causes cancer and heart attacks, during the US Senate Select
Committee’s investigation into the assassination plots
on foreign leaders in 1975.
Cancer the secret weapon?

The heart of the matter


Published: Monday, February 27, 2012

Charles Kong Soo


It was a case destined for the X-Files and conspiracy theorists alike, when Venezuelan president Hugo Chavez speculated that the US might have developed a way to weaponise cancer, after several Latin American leaders were diagnosed with the disease. The list includes former Argentine president, Nestor Kirchner (colon cancer) Brazil’s president Dilma Rousseff (lymphoma cancer), her predecessor Luiz Inacio Lula da Silva (throat cancer), Chavez (undisclosed), former Cuban president Fidel Castro (stomach cancer) Bolivian president, Evo Morales (nasal cancer) and Paraguayan president Fernando Lugo (lymphoma cancer). What do they have in common besides cancer? All of them are left-wing leaders. Coincidence? In his December 28, 2011 end-of-year address to the Venezuelan military, Chavez hinted that the US might have found a way to give Latin American leaders cancer.

"Would it be so strange that they’ve invented the technology to spread cancer and we won’t know about it for 50 years?" Chavez asked. "It is very hard to explain, even with the law of probabilities, what has been happening to some leaders in Latin America. It’s at the very least strange," he said. Chavez said he received warning from Cuba’s former leader Fidel Castro, who has survived hundreds of unsuccessful assassination attempts. "Fidel always told me, 'Chavez take care. These people have developed technology. You are very careless. Take care what you eat, what they give you to eat ... a little needle and they inject you with I don’t know what'," he said.

Unsolved mysteries

Sounds far-fetched? WikiLeaks reported that in 2008 the American Central Intelligence Agency (CIA) asked its embassy in Paraguay to collect all biometric data, including the DNA of all four presidential candidates. Right here in the Caribbean conspiracy theorists believe that the CIA also had a hand in the deaths of T&T’s own civil rights activist and Pan-Africanist Kwame Ture, Jamaica’s legendary reggae icon Bob Marley and Dominican Prime Minister Rosie Douglas. During the United States Senate Select Committee’s investigation into CIA’s assassination plots on foreign leaders in 1975 it was revealed that the agency had developed a poison dart gun that caused heart attacks and cancer. The gun fired a frozen liquid poison-tipped dart, the width of a human hair and a quarter of an inch long, that could penetrate clothing, was almost undetectable and left no trace in a victim’s body.

Kwame Ture or Stokely Carmichael, the radical former Black Panther leader who inaugurated the Black Power Movement of the 1960s went to his death claiming that the CIA had poisoned him with cancer. Ture died of prostate cancer at the age of 57 in 1998. His friend, multi-media artist and activist Wayne "Rafiki" Morris, said Ture said "without equivocation" that the CIA gave him cancer. "I knew Kwame from 1976 and for all the time I knew him he never drank or smoked cigarettes," Morris said. "He was a very good swimmer and exercised regularly, he didn’t have any medical condition and was very conscious of his health."

If the shoe fit...

Bob Marley died of melanoma cancer in 1981. He was 36-years-old. The official report is he contracted cancer after injuring his toe which never healed while playing football in 1977. The conspiracy theorists allege that Marley was given a pair of boots with a piece of copper wire inside that was coated with a carcinogenic substance that pricked his big toe by Carl Colby, son of the late CIA director William Colby. There is an eerie similarity between Marley and Castro involving poisoned shoes. Cuban ambassador to T&T, Humberto Rivero said the CIA and Cuban exiles tried more than 600 attempts to kill Castro from exploding cigars, injecting him with cancer, to a wet suit lined with poison. In the case of Marley the CIA allegedly used cancer in his shoes, for Castro they placed the highly toxic poison thallium salts in his shoes. After only eight months being elected as Prime Minister of Dominica, radical politician Rosie Douglas was found dead on the floor of his residence in 2000.

The cause of death was listed as a result of a massive heart attack. His heart was twice its normal size. Just like Ture and Marley, he exercised regularly. Douglas’ eldest son, Cabral insisted that his father had been murdered and also hinted at the involvement of the CIA. Moshood Abiola, the man widely believed to have won the 1993 elections in Nigeria, was reported to have died of a heart attack after he was given a cocktail which expanded his heart to twice its size in 1998. Jack Ruby, the assassin who killed US president John Kennedy’s alleged assassin Lee Harvey Oswald, died from lung cancer in 1967. What was strange was the cancer cells were not the type that originate in the respiratory system. He told his family that he was injected with cancer cells in prison when he was treated with shots for a cold. He died just before he was to testify before Congress.

Lockerbie bomber, Abdelbaset al-Megrahi, developed terminal cancer. The leader of Canada’s left-leaning Opposition party, the New Democratic Party (NDP), Jack Layton died of an undisclosed form of cancer in 2011. It will appear that having leftist tendencies are hazardous to a person’s health. From 1953 the Russians were using microwaves to attack the US embassy staff in Moscow, Russia. One third of the staff eventually died of cancer from this microwave irradiation. Imagine how advanced and sophisticated assassination technology has become today.

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