Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Sem comentários

04.02.20

macron_eborgnes.png

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 15:04

Para os entendidos

25.09.19

greta_eye.png

(Mais informação aqui.)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sindicalismo de curtos horizontes nunca irá resolver as coisas

22.08.19

greve-motoristas.jpg

(Óbvia justeza de, e óbvia solidariedade que se deve ter para com, as recente e futura greves deste sindicato de camionistas à parte... Venho só chamar a atenção de que,)

O sindicalismo reformista (em oposição ao revolucionário, praticado por comunistas e anarquistas, que pretende também implementar uma alternativa política) não resolve, nem nunca irá resolver, realmente os problemas...
Pois, todas as "conquistas" feitas são sempre meramente temporárias, podendo ser retiradas quando o Povo está desatento - sendo uma boa prova disso mesmo, o enorme retrocesso que houve após a privatização da Galp, com estes camionistas hoje, em pleno século XXI, a trabalhar em condições que mais fazem lembrar o século XIX.
Para além de que, por ser este tipo de sindicalismo praticado por pessoas que não têm verdadeira consciência política, há sempre toda uma outra série de maneiras através das quais os trabalhadores poderão ser atirados de volta para a miséria, das quais estes não têm conhecimento.
Segue-se um comentário que hoje deixei a mais uma colocação da historiadora Raquel Varela sobre a anunciada nova greve dos camionistas.

 

«E aqui reside toda a questão da justiça – para que serve um Estado se não é para garantir uma sociedade de bem-estar?»

O que ainda temos, serve claramente – tal como no caso dos regimes assumidamente fascistas – para que o Grande Capital possa, através desse mesmo Estado, melhor controlar as pessoas.

Mas, no regime neofeudalista que está planeado (pelo Clube Bilderberg e afins: https://twitter.com/EstulinDaniel/status/1096448713419964416) com as multinacionais a serem os novos senhores feudais, irá o Estado ser praticamente extinto, para que fiquem as pessoas quase totalmente à mercê dos seus novos senhores feudais – o que está a ser já conseguido através da falência propositada dos Estados, causada pela contracção de dívidas que toda a gente bem informada sabe serem impagáveis.

E, quando tal acontecer efectivamente, não irá haver leis do Estado às quais os trabalhadores explorados possam mais recorrer para se defender.

Disto (e doutras coisas) anda a avisar um conhecido investigador, cujo documentário até já passou na RTP: https://www.rtp.pt/programa/tv/p34917

Mas, como este tipo de sindicalistas ocupam os seus tempos livres a ver futebol, em vez de a informarem-se sobre o que é importante – ou a pensar em alternativas políticas...

(E, que tal nacionalizar a indústria petrolífera, para acabar de vez com estes problemas?)

...Boa sorte, a estes, para tentar impedir tal de acontecer.

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 11:57

A liberdade de pensamento defendida pelo Bloco de Esquerda

22.03.19

Fotografia de ecrã de um comentário que fiz há pouco no Twitter.
(A primeira hiperligação, para a notícia de uma publicação do BE, é esta. E, a hiperligação que eu deixo no meu comentário, é <esta>.)

 

esquerda_net.png

Autoria e outros dados (tags, etc)

Querem mesmo aderir à "Internet das Coisas"?

16.03.19

smarthome.png

Eu nem vou falar da quantidade de coisas muito estranhas que têm acontecido em equipamentos informáticos e de telecomunicações meus, desde que me tornei politicamente activo...
E irei, em vez disso, partilhar apenas um comentário que hoje fiz, a mais uma colocação da parte de alguém que se mostra entusiasmado com o surgimento da dita "Internet das Coisas", seguido de uma hiperligação para uma notícia que fala sobre o que aconteceu, há uns anos, a alguns activistas que tinham importantes trabalhos "anti-sistema" nos seus computadores.

 

Nada que esteja ligado à Internet pode ser considerado realmente “seguro”... Mas, apenas capaz de proteger alguém contra criminosos comuns.

A começar pelo hardware, é sabido que a maioria dos computadores que usamos já vêm com um firmware/BIOS equivalente a um sistema operativo paralelo, embebido nas placas-mãe dos mesmos (e com a capacidade de usar componentes do computador e muitas vezes também de se ligar à Internet), cujo código-fonte é desconhecido (https://libreboot.org/faq.html#intel). O que nos leva a interrogar sobre como funcionarão então todas as outras placas-mãe de “hardware proprietário” (e não também “open source”) com firmwares e chips desconhecidos.

E, qualquer encriptação que se use em comunicações via Internet (como, por exemplo, para o descarregamento de software a ser instalado) não é inquebrável. Mas sim, quebrável apenas com uma capacidade de processamento que não está ao alcance do comum cidadão. E, o que diz quem já trabalhou para um dos serviços secretos estadunidenses, é que o seu governo já possui supercomputadores capazes de desencriptar quase todo o tipo de comunicações usadas, incluindo em tempo real (https://www.youtube.com/watch?v=Z1O7Ftm3nBg#t=20m30s).

Logo, nada do que irá ser implementado irá impedir que o Grande Irmão ocidental, denunciado por Edward Snowden e outros, entre pelos nossos equipamentos dentro – sendo esta nova “Internet das Coisas” um meio e um modo perfeitos para tal Grande Irmão, não só espiar ainda mais as pessoas, como também controlar mais aspectos das suas vidas.

Vejam, por exemplo, um filme que anda a ser passado na TV por cabo, que retrata o pesadelo em que tudo isto se pode/irá tornar, chamado I.T. (https://www.imdb.com/title/tt2679552/) – e pensem duas vezes se querem mesmo ligar tudo o que têm à Internet...

 

***

 

As viruses attack their computers, the eco-activists ask themselves: “could we be seeing ghosts?

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 18:52

O país onde se pode não pagar pelas rádio e televisão estatais

27.02.19

(O que seria de pessoas como o psicólogo Quintino Aires, se tal fosse também permitido em Portugal?... Ou, de programas como o ultradecadente, e melhor exemplo de degradação moral, "5 Para a Meia-Noite"?)

Autoria e outros dados (tags, etc)

colocado por Fernando Negro às 17:32

O número 11 como assinatura codificada

03.01.19

ParcGuellOkupas.jpg

Quem tenha lido algumas das colocações neste blogue, sobre a forte presença do número 11 na escolha de importantes datas, já deverá ter concordado que, de facto, há aqui algo que pode, no mínimo, ser considerado mesmo muito suspeito.
Mas, quantos de vós é que já repararam na presença do mesmo, sob a forma de letra?
"Ku Klux Klan", movimento "okupa"...
Se considerarmos cada letra do alfabeto como equivalente a um número, temos A=1, B=2, C=3 etc e... K=11.
Ora, não é claramente o nome escolhido para o grupo "KKK" o resultado da vontade de alguém de que as três iniciais do nome de tal grupo fossem a letra K?
Afinal de contas, "Ku" não quer dizer nada, "Klux" também não e "Klan" não se escreve com K.
A óbvia explicação para isto, está no facto de que quem fundou este grupo foi um conhecido maçom de 33º grau, chamado Albert Pike - conhecido até por ter reformulado alguns dos rituais da (muito presente, na sociedade ocidental) Maçonaria.
Devendo também esta ser a razão pela qual a letra K aparece 3 vezes e a razão pela qual o grupo por este maçom formado tem como símbolo um muito discreto 6 (adoptado também pela multinacional britânica Vodafone) - que, quando repetido também 3 vezes, resulta num número satânico.
O objectivo da criação de tal grupo ou movimento?
Também óbvio: criar divisões raciais nos EUA, no seguimento da máxima "dividir para reinar".
Ora, tornando-se mesmo muito suspeito (ou óbvio) que a presença da letra K em movimento sociais não esteja lá por acaso e que seja uma assinatura oculta...
O que pensar então do movimento "okupa" no nosso país vizinho?
Qualquer pessoa que tenha tido contacto com este movimento, saberá que se distingue o mesmo dos reais movimentos sociais pela sua inconsequência política, promoção de um estilo de vida alternativo (em detrimento de um real e forte activismo social - o que, no que toca a movimentos anarquistas, é conhecido por "lifestyle anarchism" em países anglo-saxónicos) e pela promoção de estéticas e formas de "arte" normalmente feias e degradantes (sugiro a visita a um destes "centros sociais okupados" para o constatar ou, em alternativa, podem procurar por fotografias dos mesmos na Internet) sempre associadas ao consumo de drogas - sejam estas leves ou duras (álcool incluído).
Ora, sabendo isto, não será de suspeitar que também que este movimento "okupa" tenha sido uma criação do próprio poder estabelecido, para desviar as poucas energias que restem (após o consumo das referidas drogas, isto é) por parte dos seus adeptos para formas de "luta" (quando puderem estas sequer ser consideradas como tal) ineficazes e inconsequentes, no seguimento do mesmo princípio sobre o qual elaborava eu <aqui> e também <aqui>?
(Comparem, por exemplo, a quantidade e acima de tudo a qualidade do material - de natureza política e não só - produzido por uma redacção de um qualquer jornal, ou de um qualquer departamento de um serviço secreto, com a quantidade e a qualidade do material produzido pelo mesmo número de integrantes de um qualquer destes centros sociais "okupados"...)

Autoria e outros dados (tags, etc)