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Um comentário que ontem deixei à notícia de que "Espanha vai 'rastrear' smartphones dos cidadãos durante oito dias", sem qualquer tipo de autorização dos mesmos.
(Sabem as pessoas bem informadas que, foi justamente para evitar que denunciasse que este tipo de coisas são já feitas de modo encoberto, é que Julian Assange está agora a definhar numa prisão, longe da vista de todos...)
Mesmo quando é recolhida esta informação de forma (supostamente) anónima, faz parte do senso comum – e é também costume social – pedir-se o consentimento das pessoas em causa – pois, ainda assim trata-se sempre, de qualquer modo, de uma questão de *privacidade* (porque é sempre possível alguém que trabalhe para os serviços em causa, que queira mesmo, saber quem é quem).
Mas, pediu o governo espanhol a autorização de cada uma das pessoas afectadas, para realizar este estudo?
Que ingénuo era eu, quando novo, por pensar que nunca as pessoas iriam deixar as coisas chegar a um estado tal como era descrito na novela Mil Novecentos e Oitenta e Quatro... (“Assim que os indícios de tais medidas surgissem, as pessoas iriam revoltar-se!”, certo?)
Depois admirem-se de que, os atentados terroristas de origem duvidosa (que são usados para passar leis que aumentam o controlo sobre a população) produzam “coincidências” como as de pessoas que sobrevivem a um depois morrem no outro (https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/1085700955222536192) – e não prestem atenção às ligações entre os suspeitos de tais atentados e as autoridades dos países em causa, tal como na vizinha Espanha: https://archives.globalresearch.ca/articles/OWE406A.html
Num dos países verdadeiramente europeus que existem, um deste tipo de projectos de “data mining” deu origem a uma revolta nos respectivos serviços secretos: https://www.youtube.com/watch?v=IVpE7PtKQsg
Mas, não admira então que, dos Pirenéus para baixo, sejam as pessoas olhadas como “subeuropeus” e meros empregados de manutenção de destinos turísticos, ou povos atrasados de culturas a condizer: https://www.youtube.com/watch?v=NwZxS92j_ek#t=24m19s
(E, bem a propósito do que ontem aconteceu...)
Aqui vai uma carta electrónica que enviei, na passada semana, a algumas pessoas.
(Supondo eu que, se poderá acrescentar aos locais "perigosos" que menciono também as imediações de parlamentos - e apenas estas, pois, estando os verdadeiros mandantes destes atentados lá dentro, deverão tais parlamentos ser espaços seguros...)
Assunto: Dias do mês em que não convém utilizar aeroportos
Mais um (possivelmente importante) aviso que faço, este de natureza mais "esotérica".
(Independentemente de acreditarem, ou não, no que vos digo eu acerca de quem realmente está por trás destes acontecimentos...)
Se repararem nas datas em causa, irão constatar que existe claramente uma forte incidência de certos dias em que é *muito* mais provável haver (1) golpes de estado e (2) atentados terroristas, do que nos restantes dias do mês. E, são os de que falo, os dias 7, 11 e 22.
Relativamente a (1) golpes de estado, podemos observar: o "11 de Março", que ocorreu em Portugal durante o PREC; o "11 de Setembro" de 1973, que ocorreu no Chile (e pôs Pinochet no poder); ou, por exemplo, a mais conhecida Revolução Bolchevique, que (no calendário ocidental) ocorreu no dia "7 de Novembro" (7/11).
Mas, muito mais importante do que isto, é reparar nos dias em que têm ocorrido (2) os principais atentados terroristas no Ocidente:
- "11 de Setembro" nos EUA
- "7 de Julho" (7/7) foi o dia em que ocorreram os atentados nas estações de Metro e num autocarro em Londres
- "11 de Março" foi o dia em que rebentaram as bombas na estação de comboios de Madrid
- "22 de Julho" (22/7) foi o dia em que Anders Breivik matou 77 pessoas na Noruega
- "22 de Março" foi o dia em que ocorreram os ataques em Bruxelas
Enfim... Só quem não estiver a prestar atenção às datas é que pode dizer que não há aqui algo de, no mínimo, mesmo muito coincidente... E, apesar de ter havido atentados noutras datas (com preferência para os meses 7 e 11), os principais ataques parecem seguir este padrão (oculto).
E, por isso, é só para vos avisar de que,
Se acham que eu poderei ter alguma razão no que digo, evitem ao máximo passar por aeroportos (i.e. viajar) e estar junto de grandes multidões nos (maçónicos) dias 7, 11 e 22 de cada mês.
Carta esta, à qual aproveito para acrescentar um comentário que fiz, há exactamente um ano, no blogue do meu amigo Dr. Octopus, a propósito dos atentados que tinham ocorrido em Bruxelas - para que saibam as pessoas no que me estou a basear, quanto faço este tipo de ilações.
E, reparem na assinatura maçónica... Dia 22.
7, 11, 22 e 33 são números maçónicos*.
7 de Julho, 11 de Março, 11 de Setembro, agora 22 de Março... Só não acontece nada a um dia ou mês 33 porque estes não existem.
13 de Novembro, em Paris = "sexta-feira 13" do mês 11. Sendo que, provavelmente, a "sexta-feira 13" (de significado cristão) terá a ver com qualquer elemento e significado satânico dos "iluminados" da maçonaria. (O que parece ser corroborado pelo facto de que o ataque ao concerto da banda de [suposto] death metal ocorreu no preciso momento em que tal banda tocava uma música de culto (explícito) a Satanás.)
Coincidência ou não, a explosão que ocorreu na zona dos edifícios da União Europeia, foi às 9:11. (Uma vez mais, a combinação "9-11" do 11 de Setembro estadunidense, da linha de emergência nos EUA etc. - https://www.youtube.com/watch?v=1Kk22CeJ2WY#t=5m56s)
O número do voo do avião que iniciou os ataques de 11 de Setembro foi o "11". John F. Kennedy foi morto no dia 22/11. Etc...
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* (O uso do 11 e múltiplos deste, toda a gente tem a obrigação de saber. Mas, para quem desconheça o uso do 7, deixo a seguinte fonte: https://web.archive.org/web/20150601090304/http://www.danielestulin.com/2011/11/16/tavistock-el-poder-de-una-imagen-i-parte/)
[Uma carta que enviei hoje a algumas pessoas que me são próximas - e que podem, se quiserem, "copiar-colar" para enviá-la, também vocês, a pessoas que conheçam...]
1) O "Estado Islâmico" é uma criação dos próprios serviços secretos ocidentais, tal como têm indicado vários média ditos de "referência" (http://www.wnd.com/2014/06/officials-u-s-trained-isis-at-secret-base-in-jordan/).
2) Os governos ocidentais dizem que apenas apoiam os grupos ditos "moderados", na Síria, e não os extremistas islâmicos. Mas, onde é que vai o Estado Islâmico buscar as suas munições? Compra-as aos ditos "moderados" (https://www.rt.com/news/322996-islamic-state-journalist-todenhofer/) que as recebem do Ocidente (http://www.foxnews.com/politics/2015/10/12/us-military-airdrops-50-tons-ammo-for-syrian-fighters-after-training-mission.html). Já para não falar de quando recebe tal grupo terrorista as suas munições "por engano" da parte de aviões ocidentais (https://www.rt.com/news/198388-weapons-islamic-kurdish-us/). (Há muito mais que pode ser dito sobre como o Ocidente arma o Estado Islâmico através de intermédios. As anteriores são apenas duas indicações. Podem, por exemplo, ver também aqui e aqui como os aliados do Ocidente, Israel e Turquia - este último, um país da OTAN - ajudam o Estado Islâmico.)
3) Em todos os anteriores grandes atentados terroristas que ocorreram no Ocidente, os autores tinham sempre ligações aos serviços secretos e/ou autoridades policiais dos países onde ocorreram tais ataques. Isto aconteceu no 11 de Setembro, nos EUA (http://www.cbsnews.com/news/hijackers-lived-with-fbi-informant/, http://www.newsweek.com/alleged-hijackers-may-have-trained-us-bases-152495, http://www.prisonplanet.com/articles/november2007/271107_cia_informant.htm), no 7 de Julho, em Londres (https://www.youtube.com/watch?v=oM0ff1NyMg8, http://www.infowars.com/terrorist-who-trained-london-bombers-was-working-for-us-government/) e no 11 de Março, em Madrid (http://www.globalresearch.ca/articles/OWE406A.html).
4) Relativamente ao 11 de Setembro,
- há até uma lista de várias personalidades conhecidas (incluindo políticos de topo ocidentais) que acusam o próprio governo estadunidense da autoria de tais ataques (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-de-tudo-isto-ja-sabe-62368)
- e podem ver, se quiserem, dois bons documentários que desmontam a história oficial dos atentados aqui (documentário que passou na RTP) e aqui (documentário muito bem produzido, feito por conhecidas personalidades italianas).
"Desde círculos vizinhos ao Palazzo Chigi, centro nevrálgico da direcção dos serviços secretos italianos, faz-se notar que a não autenticidade do vídeo é testemunhada pelo facto de Osama bin Laden ter nele 'confessado' que a al-Qaeda foi a autora do atentado de 11 de Setembro às duas torres em Nova Iorque, quando todos os círculos democráticos da América e da Europa, com o centro-esquerda italiano na linha da frente, sabem agora bem que o desastroso atentado foi planeado e executado pela CIA americana e pela Mossad com a ajuda do mundo sionista para colocar sob acusação os países árabes e para induzir as potências ocidentais a intervir no Iraque e no Afeganistão."
--- Francesco Cossiga, ex-Presidente da República italiana, ao jornal Corriere della Sera a 30 de Novembro de 2007
5) O Osama bin Laden foi, até aos seus últimos dias de vida, um agente da CIA (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-era-osama-bin-laden-57995). E, a prová-lo estão o facto de que foi visitado pela CIA num hospital em Julho de 2001 (http://www.globalresearch.ca/articles/RIC111B.html), quando era supostamente procurado pela mesma, e o facto de que recebeu tratamento hospitalar no Paquistão, em Setembro de 2001, numa cidade apinhada de conselheiros militares estadunidenses (http://www.globalresearch.ca/articles/CHO311A.html).
6) O "Estado Islâmico" não é mais do que uma nova designação para a al-Qaeda - pois, os seus membros são os mesmos (http://tarpley.net/isis-same-fanatics-nato-armed-in-libya-and-syria/). Tendo tal renomeamento sido muito provavelmente feito para despistar as pessoas das contradições, que se estavam a tornar evidentes, causadas pelo facto de apoiar recentemente o Ocidente a al-Qaeda (http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/africaandindianocean/libya/8391632/Libya-the-West-and-al-Qaeda-on-the-same-side.html) quando esta era supostamente o seu inimigo nº1.
(Juntem os anteriores pontos da maneira que quiserem. Mas, as conclusões são óbvias...)
(E, os objectivos de tudo isto, são claramente (1) criar um pretexto para a construção de um Estado Policial no Ocidente e (2) criar um pretexto para intervenções militares no Médio Oriente, que visam o controlo de redutos de petróleo e de gás natural.)
INVESTIGACIÓN | Nuevas revelaciones siete años después de los atentados
Indicios de falso testimonio contra el único condenado como autor del 11-M
- Una de las mujeres que reconoció a Zougam fue rechazada como víctima
- Un testigo desmiente que le mostraran fotos cuando dice la sentencia
- Otra testigo engañó a la Policía, inventó hechos y cambio de versión
Casimiro García-Abadillo | Joaquín Manso | Madrid
Actualizado miércoles 07/12/2011 13:54 horas
Tras una larga investigación periodística, EL MUNDO ha publicado una serie de informaciones que cuestionan la versión oficial del 11-M y remueven los cimientos de la sentencia del juicio por el atentado más grave de la historia de España. Según los datos de esta investigación, la prueba que sirvió para condenar como autor material de la masacre a Jamal Zougam es más que cuestionable.
La condena de 40.000 años de cárcel a Jamal Zougam se sostiene sobre la exclusiva prueba de cargo del testimonio de tres ciudadanos rumanos que dicen haberle visto en el tren de Santa Eugenia: R-10, C-65 y J-70, aunque el Supremo redujo la importancia del primero, que ni siquiera se presentó en el juicio. EL MUNDO ha detectado indicios de manipulación policial y falso testimonio en la declaración de estos tres testigos.
Siete años después de los atentados, EL MUNDO ha localizado y entrevistado en Cluj-Napoca, una ciudad rumana, al testigo protegido R-10. Según consta en la sentencia redactada por el juez Javier Gómez Bermúdez, este es el único testigo que reconoció a Zougam antes de que se publicara su imagen en los medios de comunicación, concretamente el 16 de marzo de 2004.
Sin embargo, R-10 desmiente este extremo de la sentencia. Asegura que sólo identificó al marroquí 10 días después, tras ver impresa su fotografía en un cartel distribuido por Interior en el aeropuerto de Barajas. Las dudas sobre esta prueba contra Zougam se extienden ante el hecho de que la Policía le dio permiso a este testigo para no declarar en la vista oral.
En cuanto a la testigo protegido J-70, a cuyo testimonio el tribunal concedió credibilidad, cabe destacar que fue considerada en dos ocasiones falsa víctima y que sólo 15 días después de ver fracasados sus intentos por obtener la correspondiente indemnización, transcurrido ya casi un año desde los atentados, fue cuando identificó a Zougam. Fue entonces cuando obtuvo la condición de víctima y terminó recibiendo 48.000 euros de indemnización.
Cuando dos abogados intentaron preguntarle a J-70 durante la vista oral del juicio sobre el hecho de que extrañamente tardara 11 meses en identificar a Zougam, el presidente del tribunal les interrumpió abruptamente y les obligó a cambiar de asunto. El juez Gómez Bermúdez evitó dos veces que la testigo respondiese a la pregunta clave.
La investigación de EL MUNDO también pone en duda la credibilidad de la testigo C-65, quien engañó a la Policía, inventó hechos y cambio de versión para tratar de dar mayor verosimilitud a sus declaraciones. Primero aseguró en el Consulado de Rumanía que iba en el vagón con una compatriota distinta a la que dijo en el juicio que le acompañaba (es decir: se trata de una mujer que no es la testigo J-70).
También sostuvo ante los profesionales que la atendieron que tras las explosiones le cayó un cadáver encima, pese a que en el tren que viajaba no hubo muertos ni heridos graves.
El testimonio de C-65 está plagado de contradicciones. En su versión inicial dada a la Policía declaró que reparó en Zougam porque éste tuvo un incidente con otro pasajero al cambiar de vagón. Luego, ante Del Olmo aseguró que Zougam le "rozó" con la mochila. Cuando el proceso llegó a la Audiencia, dijo que el marroquí le había "movido de la silla".
Cabe destacar también que el marido de C-65 fue aceptado como víctima de otro tren, con dos particularidades: no sufrió heridas graves pese a viajar en el vagón más afectado -hasta el punto de que fue el que mayor número de muertos registró en Atocha-, pero sobre todo, declaró que viajaba con su cuñado (el hermano de la testigo), quien fue descartado como víctima por los forenses y a quien el juez propuso imputar por delito de simulación.
Tanto C-65 como su esposo fueron indemnizados (obtuvieron 100.000 euros), recibieron la nacionalidad española y fueron contratados por la empresa de seguridad del empresario Lorenzo González, que mantiene una relación estrechísima con altos mandos de la Policía española. Entre otros, es amigo íntimo del comisario jefe de la Policía Judicial, Juan Antonio González.
El empresario Lorenzo González, muy conocido en el sector, alcanzó notable relevancia pública en febrero de 2009, cuando se conoció su participación en una montería en el coto jiennense de Cabeza Prieta junto al entonces ministro de Justicia, Mariano Fernández Bermejo (que dimitió en mitad de la tormenta provocada por el incidente), el juez Baltasar Garzón, la fiscal Dolores Delgado y el comisario Juan Antonio González.
Uma <interessante notícia> que acrescento ao meu pequeno arquivo neste sítio, na secção de textos sobre atentados de bandeira falsa.
Há mais para além do que é dito nesse texto. Leiam isto, isto, isto e isto e vejam também isto.
Sobre o 11 de Setembro, de início também a maior parte das pessoas leitoras de imprensa alternativa, apenas apontavam para o seu "conhecimento prévio" por parte do governo... (O que levava a suspeitar que tal coisa tinha sido propositadamente deixada ocorrer, para que daí o governo norte-americano pudesse colher todos os benefícios...) Anos depois, com toda a quantidade de informação recolhida por investigadores, que é já do conhecimento público, a apontar na mesma direcção, já toda a gente bem informada só fala mesmo é em "autoria" dos próprios atentados.
Eu ainda mal me dei ao trabalho de começar a pesquisar sobre mais estes ataques ocorridos no país vizinho a 11 de Março de 2004. Mas, depois de saber o pouco que já sei sobre estes atentados e saber o que sei sobre o 11 de Setembro, uma explosão semelhante ocorrida em Bolonha em 1980, o 7 de Julho em Londres e o atentado no aeroporto de Madrid-Barajas e saber quem é que claramente anda a beneficiar com tudo isto... Não sei porquê, mas surge-me, assim do nada, como que uma forte suspeita sobre quem terão sido os verdadeiros autores das explosões ocorridas na data que hoje se assinala.