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Os média de massas, como sempre, a fazer o seu trabalho sujo de tentar difamar quem se insurja contra o poder instituído

10.10.20

[Tirado da página no Facebook dos "Médicos pela Verdade - Portugal".]

 

COMUNICADO

 

Desde há alguns dias que vimos sendo assediados pelo Jornal Polígrafo na figura do seu subdiretor com uma sucessão de perguntas, algumas concernentes ao nosso suporte informático, alegando o mesmo ser composto por elementos anti-vacinas.

Dado o teor difamatório e a atitude persecutória daquela entidade, urge esclarecer:

1 - Sendo os Médicos pela Verdade Portugal (MpVP) um movimento cívico composto por médicos e outros profissionais de saúde, será óbvio à compreensão de todos, que, por inerência das funções que desempenham, as aptidões dos seus membros não passam pela informática nem pelo manejo de uma qualquer página numa qualquer rede social.
Por conseguinte, tivemos que contratar quem nos ajudasse a construir um site e uma página nesta plataforma.
Para a escolha da equipa de suporte concorreram a vontade de contribuir para a nossa causa e a experiência de quem se apresentou disponível para nos ajudar.
Não fizemos interrogatórios acerca de local de residência, raça, orientação sexual, confissão religiosa, posições sanitárias, políticas ou de outra índole, por tal ser irrelevante para o objectivo pretendido.

2 - São os conteúdos que importam e são os conteúdos que nos dão ou não a credibilidade e não quem nos suporta.

3 - São os conteúdos juntamente com o nosso Manifesto que falam por nós e ao que vimos.

4 - Nada existe que tenha sido por nós dito, escrito ou publicado quer da nossa autoria, em artigos de revisão bem como alguns artigos de opinião ou notícias veiculadas pela imprensa nacional e internacional, que espelhe negacionismo, campanhas anti-vacinação ou qualquer ideologia política ou religiosa.
Portanto, insinuá-lo é má fé e afirmá-lo é calúnia ou difamação.

5 - Pelo exposto e por conseguinte esse atentado persecutório e difamatório contra a nossa honra, a nossa integridade e as nossas credibilidade e competência, com base numa mentira, não nos deixará outra alternativa senão o processo judicial e o pedido de indemnização conforme e na proporção dos danos causados.

Assim, para que não restem dúvidas:

A - A credibilidade dos Médicos pela Verdade Portugal não depende daqueles que constituem o suporte informático antes dos Curricula Vitae dos seus membros, dos conteúdos que publicam com base em artigos científicos de qualidade e ainda da sua conduta social, ética e deontologicamente irrepreensível.

B - Não serão mais tolerados o insulto, o assédio ou a ameaça pessoal ou colectiva, tampouco insinuações ou calúnias que belisquem a honra e a integridade dos profissionais de saúde envolvidos neste movimento cívico pela ciência e pela reabilitação, em pleno, da actividade assistencial do SNS.

C - Os MpVP não são e não assentam em movimentos anti-vacinas, negacionistas, políticos, religiosos nem conspiracionistas.

Margarida Gomes de Oliveira, OM 34309
Médicos pela Verdade Portugal

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colocado por Fernando Negro às 16:25


1 comentário

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De Anónimo a 12.10.2020 às 23:48

Os "vassalos" a desempenhar o seu papel. O mesmo se passa em Espanha, se bem que lá a situação é pior, pois as forças fascistas no país vizinho nunca abandonaram as estruturas mais altas do poder federalista.
Os servis "homens de Vichy", embriagados pelo poder mediático que lhes foi delegado, procuram a glória na superação dos ensinamentos e legado de Joseph Goebbels...
“if you repeat a message long enough, loud enough, hard enough, at the end everybody believes it.” And I think the crux of the problem is in the media.”

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