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Não TVI, a Amazónia não é nenhum "Pulmão do Planeta"

22.08.19

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[Até a própria imprensa de massas o admite... Sendo o seguinte artigo, do qual apenas publico o início que interessa, tirado do sítio na Internet da versão brasileira de revista Superinteressante.]


A Amazônia não é o pulmão do mundo

São as algas marinhas que fornecem a maior parte do oxigênio de que o planeta precisa. Florestas como a Amazônica consomem tudo ou quase tudo que produzem.

Por Reinaldo José Lopes | 5 abr 2012

Pulmão do mundo. No que você pensa ao ouvir essa expressão? Ora, só dá para imaginar que a Amazônia é a maior produtora mundial do oxigênio. Acontece que essa história de “pulmão do mundo” não confere. Na verdade, são as algas marinhas que fazem a maior parte desse trabalho – elas jogam na atmosfera quase 55%[?] de todo o oxigênio produzido no planeta. E mais: florestas como a Amazônia, segundo os cientistas, são ambientes em clímax ecológico. Isso quer dizer que elas consomem todo – ou quase todo – o oxigênio que produzem.

As estimativas variam, mas todas indicam que a parcela de oxigênio excedente fornecida pela Amazônia para o mundo é bem pequena. É que, além de produzir oxigênio na fotossíntese (enquanto sequestram gás carbônico da atmosfera e o transformam em matéria-prima para galhos e folhas), as árvores também respiram – consumindo oxigênio e liberando gás carbônico. No fim, a relação entre produção e consumo tende a ficar no empate.

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colocado por Fernando Negro às 21:34


2 comentários

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De Fernando Negro a 23.08.2019 às 13:14

Uma nota que aqui gostava de deixar, é de que, por conter o resto (que não citei) do artigo várias mentiras ecológicas (outra coisa, aliás, não seria de esperar, por parte de um órgão de comunicação de massas) fico na dúvida sobre se, a percentagem de 55% de responsabilidade das algas marinhas na produção de oxigénio não estará a ser, ainda assim, diminuída (com vista a querer justificar a preservação de outras florestas, que não a amazónica). Sendo que, a razão pela qual decidi citar este artigo, em particular, foi apenas para mostrar que até os órgãos de comunicação de massas são forçados a admitir este facto, cuja teoria em contrário (tal como diz o Prof. Ricardo Felício: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/prof-de-climatologia-brasileiro-a-quem-69800) foi descartada pela comunidade científica honesta, já nos anos 1980.

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