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Celebrem à vontade, mas não reparem no número oculto...

03.04.13

Iniciam-se hoje as celebrações da criação do código de barras que, hoje em dia, acompanha quase todos os produtos que adquirimos. Código esse, que é usado para mais facilmente controlar e registar todos esses mesmos produtos, no seu acto de compra.
Com apenas algumas, cada vez mais raras, excepções, em sítios onde ainda se pratica um comércio mais tradicional, já quase não há, hoje em dia, sítio onde vamos em que não oiçamos o habitual "pip" de cada vez que é registado um produto que estamos a comprar.
A este "pip" corresponde a indicação, por parte de um sistema de controlo capaz de ler as barras em causa, de que um computador foi capaz de ler e registar esse mesmo código.
Mas quantos de vós é que já repararam nesse mesmo código?

Existem algumas variantes que são usadas para controlo interno de produtos, em alguns sítios, e que não obedecem à regra habitual.
Mas, se observarem cada um dos códigos que estão presentes nos produtos alimentares que consumimos, nos livros que compramos e em quase tudo o que de mais essencial adquirimos - e que são passados num leitor próprio para tal, por quem, na caixa registadora, regista as nossas compras, no final das mesmas - irão reparar que o formato desses mesmos códigos, que acompanham cada um desses mesmos produtos, é sempre o mesmo.
Uma série de 12 números, dividida em dois grupos, codificados em barras que podem ser lidas por um computador equipado com um leitor óptico - a qual é antecedida, na maior parte das vezes, por um número não codificado e seguida, por vezes, também do símbolo ">".
As regras para tal codificação são diferentes consoante se trate do primeiro grupo de números (do lado esquerdo) ou se trate do segundo grupo de números (do lado direito). Havendo, no entanto, um pormenor em que todos deverão reparar...
Seja a separar estes dois grupos de números (a meio destes), seja no início do primeiro, ou no final do segundo, tem este código também uma outra série de três barras - que nos dizem serem as "barras de guarda" - que assinalam o início, meio e fim do código a ser lido.
Se repararem bem nestas barras, vão notar que estas em muito se assemelham às restantes barras às quais correspondem números. Em que, a cada conjunto de duas barras, de diferente largura e separadas por diferentes espaços, corresponde um número específico.
E, se tais barras idênticas - que aparecem três vezes - se assemelham às restantes às quais correspondem números, tal não é mera impressão... Pois, é mesmo a um número que estas correspondem...
Mais propriamente, a um número que é codificado segundo as regras que são usadas para codificar os números no conjunto do lado correspondente ao da mão que a maior parte de nós usa para pegar nesses mesmos produtos. (Ou, por outras palavras, os números do conjunto do lado direito.)
Número esse, que é ocultado e que, ao contrário dos restantes, não aparece debaixo das barras a que corresponde. E número esse, que, quando se junta, no final, ao conjunto de várias vezes que é ocultado, forma um conhecido número de 3 dígitos.
E, se querem pistas para que número é esse (ou que seja eu até mais específico quanto ao mesmo) posso-vos dizer que é:

  • o número correspondente ao nome de um certo computador que regista todos os dados informáticos sobre todo o cidadão no Planeta
  • o número de dígitos da chave que permite aceder às várias instâncias do software P*OMIS (R em vez do *) instaladas em computadores em todo o Mundo
  • um número que aparece dissimulado em alguns logótipos empresariais
  • um número com que, por vezes, nos saúdam algumas caras conhecidas
  • um número que pode ser tirado da quantidade de dígitos que querem incluir em certos microchips que as elites planeiam implantar nas restantes pessoas, para que possam todos comprar ou vender
  • um número que vem mencionado na Bíblia

(E, constatado este facto, naturalmente surgem algumas perguntas...)

  • Será isto mera coincidência?
  • Por que razão foram escolher um número para servir de "barra de guarda", quando o facto de tal barra corresponder também a um número que faz parte do restante código, não simplifica (mas, antes, complica) o suposto objectivo pretendido?
  • Por que razão foram logo escolher esse número que, com a quantidade de vezes que (não) aparece, forma o tal conhecido número de 3 dígitos?

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colocado por Fernando Negro às 21:54


1 comentário

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De Fernando Negro a 06.04.2013 às 01:04

A Maçonaria é, hoje em dia, uma extensão da sociedade dos Illuminati. Tal como o era, aquando do surgimento da segunda sociedade secreta.

Os maçons de topo pertencem, por norma, também a esta última sociedade secreta. A qual, foi buscar alguma simbologia ao Antigo Egipto, incluindo o muito usado símbolo da pirâmide.

Simbologia essa, que pode ser vista, hoje em dia, em templos maçónicos. Por isso, a ligação a estas sociedades secretas é óbvia. E, sendo a sociedade dos Illuminati uma sociedade satânica, não seria de estranhar a presença de simbologia claramente satânica em obras mandadas construir por algum membro destas duas sociedades.

A conta que é feita no vídeo, com todas as pirâmides (a ser verdade) é capaz de ser um bocado rebuscada. Mas, o facto de se poder tirar o número "666" das arestas da pirâmide principal é, para mim, um facto muito interessante. E um que me faz lembrar o agrupamento de dígitos dos microchips que estão planeados.

Quanto ao número inicial de vidros reportado, foi o próprio Louvre que o indicou erradamente nos seus primeiros folhetos. E a interrogação que fica é: Porque razão foi reportar esse mesmo número? (Será que para indicar a presença oculta deste?) :)

Como disse, não sei ainda o que pensar de tudo isto... E, ao contrário do que possa parecer com estes comentários (e embora me desperte alguma curiosidade) não é este um assunto que me interesse muito...

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