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Assim se chega ao topo e se vence no mercado internacional

15.03.19

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Um comentário que deixei há pouco, sobre a queixa, por parte dum inventor português, de que a Huawei supostamente (pois, está ainda por averiguar o quão genérico terá sido o uso de tal ideia) roubou dele uma patente relativa a um acessório para smartphones.

 

«Um caso que em nada engrandece a imagem pública da 2ª maior fabricante mundial de smartphones.»

(E, sabem lá vocês o que estas multinacionais – chinesas e não só – mais fazem, que não é do conhecimento público... Em que condições é que pensam vocês que são obtidas, em África, as matérias-primas necessárias ao fabrico dos vossos telemóveis?)

Numa sociedade capitalista, de competição entre vários grupos, a maneira de se chegar ao topo é não ter tantos “valores” como a concorrência... Pois, o quão mais baixo se estiver disposto a ir (i.e. quanto mais golpes baixos, ou truques sujos, se estiver disposto a recorrer a) mais “cartas do baralho” ou “trunfos” se possui na mão – e, consequentemente, muito maiores são as hipóteses de ganhar o jogo.

Não foi, por exemplo, o vice-presidente da Samsung recentemente preso?

Quanto ao que a Huawei especificamente fez com este inventor português,

Foi o mesmo “truque” que a Xiaomi usou com o líder da Meizu (https://www.techinasia.com/xiaomi-vs-meizu). Fingir-se de interessada em colaborar com outra pessoa, para saber o maior número de pormenores possível sobre o que criou e faz tal pessoa, e depois usar tal informação para benefício próprio.

 

[Acrescentado, no dia seguinte: E, já agora, deixo aqui mais um outro comentário sobre o mesmo assunto - que deixei na mesma publicação no dia seguinte - este, a propósito da notícia de que a Huawei está agora a ponderar instaurar um contraprocesso contra tal inventor português.]

 

Se tiver a Huawei apenas usado a ideia genérica do inventor português, vai o último certamente perder o caso dele em Tribunal...

E, eu não estou a ver a Huawei a arriscar uma enorme perda económica, e também a sua grande imagem pública, só por causa de um (único) acessório para smartphones – isto é, muito provavelmente, uma tão grande empresa como a Huawei tomou as necessárias precauções para não vir a ser (bem-sucedidamente) processada.

Esta é uma prática comum que é feita desde, pelo menos, o início do século passado – e cujo um membro da família Ford até ensinou uma vez a um dos dois grupos de inventores que concorriam para fabricar os primeiros aviões.

Estuda-se o que a concorrência já fez, de modo a perceber a lógica de como funcionam os seus mecanismos, e depois aplica-se o mesmo princípio, mas com um mecanismo alterado apenas o suficiente de modo a poder ser considerado diferente do mecanismo original. E, deste modo, por ser um mecanismo diferente que apenas desempenha a mesma função genérica, não se pode ser processado por roubo de patentes.

É a mesma história de que com a Pepsi-Cola e a Coca-Cola, por exemplo...

Um dos mais velhos truques capitalistas, que este ingénuo inventor português, aparentemente, desconhece.

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E assim se engana o "zé povinho" que ocupa os seus tempos livres a informar-se sobre futebol (americano, europeu) ou sobre o que quer que este, na sua infinita sabedoria, acha mais importante...

11.03.19

O primeiro comentário que fiz à notícia em causa é mais informativo. Mas, como o segundo que fiz, mais curto (por pensar que o primeiro tinha sido censurado) acaba por evidenciar melhor a piada de que são alvo todos os ignorantes que ainda se dão ao trabalho de ler o que têm a dizer os políticos dos partidos do sistema - e porque qualquer pessoa inteligente consegue do segundo comentário deduzir o que mais se passa, em termos mais abrangentes - partilho então esta última versão, da minha resposta à notícia de que uma senadora do Partido Democrata estadunidense diz que quer acabar com os monopólios (económicos) existentes no sector informático.

 

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Elizabeth Warren, a senadora que andou a mentir sobre a sua suposta ascendência ameríndia, quer agora pintar de novo as fachadas dos vários apartamentos do mesmo prédio, para convencer as pessoas de que não pertencem todos ao mesmo bloco.

Os monopólios já existem – mas, são partilhados (entre vários bancos, grupos económicos e sociedades) e estão ocultos. E, a “concorrência” que existe, é entre diferentes linhas de produtos, ou modalidades de serviços, que ultimamente são detidos pelos mesmos grupos económicos.

Um exemplo: Tenha a esmagadora maioria dos leitores desta publicação comprado um smartphone com o sistema operativo Windows (da Microsoft), iOS (da Apple) ou Android (da Google), deram todos dinheiro ao mesmo banco BlackRock, que detém acções em todas estas companhias que produzem sistemas operativos para os seus telemóveis.

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colocado por Fernando Negro às 17:59

O futuro distópico que nos espera?

06.03.19

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Um comentário que deixei à notícia, dada num sítio português, de que a nova corrida à Lua (desta vez, com motivações económicas) já teve início.

 

Toda a gente que sabe o que se passa nos bastidores políticos (ouvir, por exemplo, os webcasts do movimento LaRouche) há uns bons anos que sabe que existe uma (muito discreta) corrida para extrair o precioso hélio-3 da Lua, para ser usado na Fusão Nuclear, que se espera que seja desenvolvida dentro de duas décadas. Razão pela qual até já a “pobre” Índia tem missões lunares – https://en.wikipedia.org/wiki/Chandrayaan-2 – e Fusão Nuclear essa, que (a longo prazo) será necessária para que se possa ter energia suficiente para viagens para fora do Sistema Solar.

(Aliás, há até pelo menos um filme de “ficção científica”, daqueles que aparentam ser feitos para mentalizar as pessoas para o que aí vem, chamado Moon – O Outro Lado da Lua, que retrata exactamente este tipo de operações na Lua.)

Agora, no que toca ao Ocidente e falando das perspectivas a *longo prazo*, o que fica em aberto é: Que tipo de desenvolvimento espacial teremos?

1) Um regresso ao uso de agências estatais, como a NASA, em que a exploração e o desenvolvimento espaciais sejam feitos de modo colectivo?

2) Ou, como começa a ser o modelo adoptado – e é referido neste artigo – um desenvolvimento feito por empresas privadas (i.e. elites económicas) que dê origem ao que se chama uma “Breakaway Civilization” por parte das elites, em que partirão estas para o Espaço, acompanhadas dos seus robots e andróides, enquanto a restante população humana fica apenas a olhar – e para trás, na Terra – tal como é retratado no filme Elysium?

(Vejam também, por exemplo, o filme Blade Runner 2049 – feito também pelos grandes interesses económicos ocidentais. O projecto ocidental é ficar a restante Humanidade para trás, enquanto o Espaço fica reservado para as elites.)

 

Ao qual aproveito para acrescentar outro comentário, de que...
Os maiores fãs de ficção científica sabem que os filmes da série Blade Runner e da série Alien pertencem ao mesmo universo.
E, para os que estiverem mal informados sobre questões político-económicas, se querem saber por que razão foi escolhido o título Prometheus para um dos últimos filmes da série Alien (e daí poderem inferir o sentido, ou o significado, oculto do filme) a palavra-chave é também "LaRouche".

E, a finalizar, deixo-vos também com um excerto de uma entrevista de 2014 feita a Daniel Estulin:

 

Now, in one of the biggest breakthroughs in recent history, scientists have created a synthetic genome that can self-replicate. They have taken a cell and modified the genes of a cell by inserting DNA from another organism. And the bacteria replicated itself thus creating a second generation of the synthetic DNA. The organism will do exactly what the scientist intended: a living thing, but under the control of Man.
If the 19th century was all about the revolution of harnessing energy from fossil fuels, and the 20th century was about exploiting the power of data, this century will be about controlling biology.
What’s amazing is that the cell was assembled and sparked into life in a laboratory. This technology takes mankind across a threshold. A turning point that marked a coming of age of a new science called synthetic biology, founded on the ambition that one day it will be possible to design and manufacture a human being.
In other words, you can get DNA of anything here on Earth and create organisms that never before existed entirely from non-living materials. Scientists are creating new life forms that the human immune system and the world have never so far experienced. As such, it will revitalise perennial questions about the significance of life – what it is, why it is important and what role humans should have in its future.

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A razão pela qual *nunca* iremos ver estudos que *provem* que a radiação dos telemóveis e smartphones causa cancro em humanos

08.02.19

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Uma pequena resposta que dei a um dos autores de uma publicação electrónica portuguesa sobre novidades tecnológicas (na qual tinha decidido não publicar mais comentários - mas que, não pude deixar de fazer um, dada a seriedade do assunto em causa) sobre o suposto facto, que era lá reportado, de que a radiação dos telemóveis não é nociva.

 

https://pplware.sapo.pt/gadgets/hardware/os-telemoveis-que-emitem-mais-radiacao-janeiro-de-2019/#comment-2313125

 

E, reparem na natureza do estudo, feito em ratos, que é reportado na notícia do USA Today...
Então não sabiam, antecipadamente, os autores de tal estudo que os resultados de tal experiência não poderiam permitir estabelecer um paralelo (correcto) com seres humanos? Não terá então sido tal estudo propositadamente feito de modo a não permitir que se estabeleça tal relação? E, se sim, por que razão sente tal organização do governo estadunidense a necessidade de fazer este tipo de estudos enganadores (e que aparentam servir para tentar calar os críticos e outras pessoas que exprimem receios)? Sabem tal governo e seus verdadeiros amos alguma coisa que nós não sabemos?

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Poderá Richard Stallman ser um novo Karl Marx?

03.01.19

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Esta é uma dúvida, mesmo muito pertinente, que em mim surgiu, depois de ter eu constatado que a fórmula de falsos movimentos sociais (que visam controlar os insatisfeitos ou levar as pessoas a lutar por objectivos que acabam por favorecer o próprio sistema) também se aplica ao domínio ou mundo digital - tal como vejo ocorrer no meu próprio país...
Sendo, no entanto, uma dúvida que não deixa de ser tal, por muito que reflicta eu sobre o assunto em causa - pois, apesar do que a seguir exponho, o Software Livre é (independentemente de quaisquer possíveis dúvidas sobre a sua origem) um movimento que (em muito) deve ser apoiado e deve crescer, se é software que queremos continuar a utilizar, como muito boa criação da Humanidade que foi (independentemente dos seus presentes usos nefastos).
E, o que me faz ter tal dúvida (que exponho no título desta colocação) é, para além do que considero ser um comportamento típico de um "lavado ao cérebro" (de tentar, de qualquer modo, arranjar maus argumentos que contrariem algo que atenta contra o que em que se acredita, em vez de simplesmente julgar novos factos com que se depara de modo racional e despreconceituoso, deixando possíveis novas conclusões que daí advenham irem dar aonde forem dar - vulgo "pensamento livre", que deveria ser a norma em qualquer ser humano que se preze) muito pouco condicente com alguém que é muito inteligente e que muito lida com lógica, com que me deparei de cada vez que escrevi a Stallman a avisá-lo de factos políticos que invalidam algumas das crenças expostas no seu sítio pessoal na Internet, o seguinte...

 

  1. Richard Stallman é originário do MIT - uma instituição privada e elitista, que faz claramente parte do poder estabelecido, no que toca a moldar e a controlar quem nela ingressa e, acima de tudo, uma instituição que é de onde muito do desenvolvimento informático e tecnológico (que depois é usado para servir interesses do sistema) é originário de. Isto é, uma instituição que serve para a pesquisa e o desenvolvimento de projectos tecnológicos do próprio poder estabelecido - tendo Richard Stallman chegado longe dentro desta instituição (onde, certamente, por norma - mas, não exclusivamente - é a quem estiver feito com certos interesses que tal é mais permitido ocorrer) e feito parte de um destes projectos (de criação de Inteligência Artificial, em termos genéricos, que é hoje usada, em termos muito específicos, com propósitos de vigilância).
  2. A Free Software Foundation - e, acima de tudo, o (inadvertido) subproduto pelo movimento do Software Livre criado, a Linux Foundation - é financiada por várias grandes corporações - e, no caso da Linux Foundation, a última é até financiada por multinacionais (Microsoft incluída!) claramente pertencentes a este mesmo poder estabelecido ocidental e não só (as quais depois combinam os resultados deste movimento do Software Livre com software proprietário - algum do qual é também notoriamente usado com propósitos de vigilância, como é o caso do conhecido sistema operativo Android) - sendo que o uso de Software Livre é até promovido por algumas destas multinacionais.
  3. Richard Stallman já foi até convidado para participar na Web Summit (uma cimeira claramente organizada pelo próprio poder estabelecido).
  4. Richard Stallman é apoiante do Partido Democrata e do Partido Verde, nos EUA - tudo instituições imensamente controladas (ou até criadas) por interesses nefastos (e até com finalidades ocultas, no caso do Partido Verde) - sendo, com isto, um apoiante de causas antiprogressistas (ainda que travestidas de rótulos contrários) tal como pode ser constatado no seu sítio pessoal na Internet.
  5. Richard Stallman tem uma nota no final da página inicial do seu sítio na Internet relativa a uma fotografia onde aparece a "tocar música para a borboleta" (um animal genericamente usado como símbolo de controlo mental).
  6. Richard Stallman (e este é que é o aspecto que considero verdadeiramente suspeito em - e que me deixa "de perna atrás" com - o mesmo) é um "anti-religioso militante". Isto é, mais do que ser meramente ateu[?], faz uma discreta campanha contra o Cristianismo, no seu país e não só (ver a fotografia que acompanha esta colocação). E, porquê a necessidade de atacar as crenças pessoais dos outros, no decorrer da sua actividade pública? Se é até o Cristianismo a razão pela qual o Ocidente é muito mais civilizado do que o restante Mundo? Para além de que a Religião nada tem a ver com a sua missão de espalhar a ideologia do Software Livre?
  7. Elaborando mais sobre o ponto 2 desta lista... O interesse que poderia ter o próprio sistema no desenvolvimento do Software Livre está até à vista de todos, na quantidade de equipamentos e respectivos firmwares que compramos, hoje em dia - nos quais vem assinalada, na documentação que os acompanha, a presença de componentes de licença "GNU GPL". Ou seja, o Software Livre tem sido um óptimo acrescento que o próprio sistema tem usado, no desenvolvimento dos seus próprios programas de código-fonte fechado. E, se tão útil é este Software Livre para (e tão grande interesse tem notoriamente) o próprio sistema (em utilizar tais produtos)... Não é de suspeitar que tivesse o próprio poder estabelecido tido todo o interesse em criar mais este grande movimento do Software Livre (entre tantos outros que já criou)?

 

Como digo, esta é apenas uma dúvida, ou possível suspeita, que tenho (e que continua a não deixar de o ser) - mas, que achei que era de interesse partilhar com os demais...
Quem não entenda a referência que faço a Karl Marx, pode perceber a mesma lendo <esta> minha anterior colocação.
E, atenção que, mesmo que tal suspeita minha possa corresponder à verdade... Da mesma maneira que o facto de Karl Marx ou Mikhail Bakunin terem inventado duas formas de Socialismo não invalida o Socialismo, em si, nada disto invalida o movimento do Software Livre, em si - que, como disse e repito, é um movimento que muito deve ser cultivado entre quem produz e entre quem usa software, pelas razões que tanto são referidas pelos seus adeptos.

[Acrescentado a 09/01/2019: Tal como denuncio nos comentários posteriores que fiz a esta colocação, o facto de ter eu entretanto constatado que Richard Stallman afinal só saiu efectivamente do MIT em 1998, tendo continuado até ao referido ano a trabalhar para o seu laboratório de Inteligência Artificial, financiado pela DARPA, acabou por promover uma mera possibilidade que levantava eu nesta colocação a uma agora forte suspeita que tenho, quanto aos reais propósitos do movimento informático por esta conhecida figura criado...]

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Obrigado pelo maravilhoso Ser Humano que foste e sempre serás, John Taylor Gatto. Deste razão a alguns que lutavam contra isso!

18.12.18

 

Um "artigo" que tencionava partilhar com John Taylor Gatto, mas que já não fui a tempo de o fazer, para lhe provar que é, de facto, verdade que há quem (embora sejam, como dizia ele, mesmo muito poucos os que o fazem) seja capaz de se aperceber do processo de domesticação e também estupidificação a que é sujeito, no decorrer (i.e. enquanto é vítima) do mesmo.
(Artigo este, obviamente escrito anos antes de saber eu sequer quem era este autor.)
Foi um relativamente mau artigo, com a palavra "indivíduo" a surgir n vezes e com repetições de argumentos, escrito à pressa para ser partilhado numa manifestação de estudantes que iria ocorrer dentro de poucos dias, na viragem do século, quando fazia eu parte de um colectivo de estudantes anarquistas. Assim como, foi o primeiro artigo teórico que alguma vez escrevi. E, por isso, por favor não associem a falta de qualidade do mesmo aos meus presentes textos, neste blogue.
Também, para além da imaturidade e pouca literacia da altura, outra razão para os erros gramaticais é que sempre fui (e sou) ligeiramente disléxico. Razão pela qual, ainda hoje, faço coisas como escrever "causa" em vez de "casa", como ocorreu na última colocação neste blogue, antes de ter eu corrigido tal erro, só me tendo apercebido do mesmo ao ler o texto uma terceira ou quarta vez.

 

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colocado por Fernando Negro às 11:49

Obviamente, tratar-se-á de mais um "movimento colorido"

01.12.18

coletes_amarelos.jpg

 

Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado

(Estando eu a enviar esta mensagem a quem vive ou tem vivido em cidades que estão a ser afectadas por este movimento...)

Venho só informar-vos de que,

O a que estamos a assistir com este movimento dos "coletes amarelos", obviamente que (para qualquer pessoa bem informada) nada mais é do que a aplicação da velha fórmula das "revoluções coloridas" (https://pt.wikipedia.org/wiki/Revoluções_coloridas) que tem sido usada para derrubar governos democraticamente eleitos que não alinham com certos interesses ocidentais (https://www.theguardian.com/world/2004/nov/26/ukraine.usa).

Pois, o que se passa agora no Ocidente é que - tal como tem denunciado o agente dos serviços secretos russos, Daniel Estulin, na sua conta no Twitter e denuncia também este no seu último livro que já foi publicado em Portugal (https://www.wook.pt/livro/nos-bastidores-de-trump-da-russia-e-do-mundo-daniel-estulin/21876488) - a eleição do Donald Trump e o Brexit são duas manifestações de uma divisão que ocorreu entre as elites ocidentais, com uma facção que quer implementar um novo modelo económico que sirva de substituto ao que já entrou em Colapso (formada pela velha oligarquia europeia e outros, na qual se incluiu a monarquia britânica) e outra facção que continua a insistir neste modelo económico sem futuro - que é a facção que ainda controla a União Europeia e a grande maioria dos média de massas (incluindo as redes sociais) e que é formada essencialmente por uma grande parte dos chamados banqueiros internacionais.

Ora, o Macron antes de ser Presidente de França trabalhava para a família Rothschild. E, a família Rothschild é uma conhecida família de "sócios" da família real britânica (ex: http://kontrainfo.com/capitulo-5-la-casa-rothschild-sionismo-financiero-estado-israel/). E, como tal, o Macron tem sido repetidamente denunciado pelo autor Daniel Estulin como um agente britânico, tal como foi o Napoleão III (https://twitter.com/search?q=macron napoleon from:EstulinDaniel).

Tendo então estalado uma guerra interna entre as elites ocidentais, entre quem está do lado dos britânicos e outros interesses que se tornaram nacionalistas e quem está do lado dos liberais-financeiros, que insistem na União Europeia, obviamente que não é do interesse do sector liberal-financeiro ter um presidente como o Macron a comandar os destinos de um tão grande e importante país como França. E, tendo este sector liberal o controlo das redes sociais (o Facebook e afins são empresas de fachada da CIA - https://blackfernando.blogs.sapo.pt/ja-aderiram-ao-facebook-49568 - ainda sob o controlo de tal sector)... Não é preciso puxar muito pelos neurónios para perceber o que se passa agora nas ruas de França.

Tudo o que é oriundo de "redes sociais" é sinónimo de movimento controlado. Pois, primeiro que tudo, são estas redes imensamente populadas pelo fenómeno dos "trolls", que são (tal como tem sido repetidamente denunciado também na imprensa portuguesa: https://zap.aeiou.pt/sporting-meio-milhao-blogs-contas-falsas-209537 + http://videos.sapo.pt/osVD6KZEr9jc8zwnbAKm) pessoas que são pagas pelo poder estabelecido para emitir certo tipo de críticas, pontos-de-vista e propaganda nestas redes. E, segundo, qualquer pessoa que seja verdadeiramente "anti-sistema" e use este tipo de redes controladas para difundir mensagens que não interessam a esse mesmo sistema, é por norma censurada e alvo de golpes baixos, que visam impedir a difusão de tais mensagens (tal como tem acontecido ao autor Daniel Estulin, a inúmeros apoiantes do Donald Trump nos EUA e até a mim próprio, quando denunciava coisas mais incómodas - razão pela qual já não uso mais as minhas contas na Google/YouTube/Blogger ou no Twitter: https://www.rt.com/usa/441075-facebook-twitter-banned-accounts/).

E, por isso, venho avisar-vos...

Razões legítimas que possam haver para certos protestos (que normalmente há - e é exactamente por se usarem as mesmas é que este tipo de "movimentos coloridos" têm tido o sucesso que têm tido: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/que-se-fa-a-constituicao-38423?thread=72983#t72983) à parte, desconfiem de tudo o que lêem nas ditas redes sociais para o qual não sejam apresentadas provas. E, tenham consciência de que estas redes são imensamente usadas, através de perfis falsos, para tentar manipular as pessoas e espalhar desinformação.

E, se não querem estar possivelmente a ser constantemente manipulados por estes ou aqueles interesses que desconhecem, se alguma vez se quiserem envolver em actividades políticas, informem-se primeiro sobre quem são e o que fazem os actores deste teatro, para que não sejam enganados pelos mesmos - podendo vós, para isso, começar por recorrer às melhores fontes de informação que existem, para as quais eu tenho chamado a atenção no meu blogue (ex: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/934827651533099009 + https://www.globalresearch.ca/cia-backed-color-revolutions/5611641 + https://blackfernando.blogs.sapo.pt/o-celebre-maio-de-68-explicado-em-muito-78960).

 

*

 

Assunto: O movimento dos "coletes amarelos" é certamente um movimento controlado - adendo

No fundo, trata-se este movimento de um do mesmo tipo do que ocorreu em Portugal, nos anos 90 junto à Ponte 25 de Abril, para derrubar o que a imprensa controlada chamava de "Cavaquistão".

O Cavaco Silva é um de dois ou três Presidentes da República que tivemos que não estava sob o controlo dos grandes interesses económicos - e a prová-lo está (para além do facto de ainda hoje ser ele imensamente denegrido por esta mesma imprensa controlada) o facto de ter sido Cavaco Silva quem nomeou a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, responsável pela prisão de várias altas figuras da corrupta sociedade que temos - e que o actual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, obviamente tratou de correr do seu cargo.

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2 provas de que a indústria farmacêutica conscientemente *mata*

06.10.18

O primeiro vídeo é de uma notícia sobre um episódio que se insere num caso internacional mais abrangente, que envolve várias companhias e vários países - nos quais se inclui Portugal (em que, não surpreendente e vergonhosamente, se distinguiu o nosso país por não ter enviado ninguém para a prisão por causa disto).

 

 

E, o segundo é um trecho de promoção de um bom filme que anda a ser exibido na televisão por cabo, sobre um caso verídico de uma equipa de médicos franceses que denunciou os malefícios de um medicamento (que eram também já conhecidos pela companhia farmacêutica em causa).

 

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colocado por Fernando Negro às 20:53

Como o ditador Estaline descarrilou os planos da NOM para a Rússia

24.08.18

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[Um comentário que fiz ontem e hoje, em várias partes, no blogue da historiadora Raquel Varela, à sua última colocação "Trotsky poderia ter sido Stalin?". Quem se quiser informar sobre o que foi a "Nova Política Económica" de Lenine, pode começar pela boa página na Wikipedia sobre o assunto.]

 

Já muita gente bem informada sabe, hoje em dia, que Trotsky era um agente dos interesses capitalistas ocidentais, de Wall Street e afins – que, ao contrário do Estaline, não estavam interessados na implementação de um verdadeiro regime socialista (seja ele nacionalista ou internacionalista) na Rússia.

(Eu, que digo isto, não sou estalinista, ou sequer comunista… Sou apenas um “socialista libertário” que está bem informado, através de fontes fidedignas, sobre o que se passa nos bastidores políticos – e que não aprova as acções de nenhum dos intervenientes em causa.)

Todas as seguintes citações, em inglês, são tiradas de um livro – http://www .reformation.org/wall-st-bolshevik-ch2.html – escrito por um conhecido historiador e economista britânico – https://en.wikipedia.org/wiki/Antony_ C._Sutton – cujas obras são até recomendadas (como uma forma de se gabarem tais interesses do que fizeram) por um ex-Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA chamado Zbigniew Brzezinski.

1) Quem é que suportava os inexplicáveis altos custos de vida de Trotsky, quando este vivia em Nova Iorque?

«How did Trotsky, who knew only German and Russian, survive in capitalist America? According to his autobiography, My Life, “My only profession in New York was that of a revolutionary socialist.” In other words, Trotsky wrote occasional articles for Novy Mir, the New York Russian socialist journal. Yet we know that the Trotsky family apartment in New York had a refrigerator and a telephone, and, according to Trotsky, that the family occasionally traveled in a chauffeured limousine. This mode of living puzzled the two young Trotsky boys. When they went into a tearoom, the boys would anxiously demand of their mother, “Why doesn’t the chauffeur come in?”1 The stylish living standard is also at odds with Trotsky’s reported income. The only funds that Trotsky admits receiving in 1916 and 1917 are $310, and, said Trotsky, “I distributed the $310 among five emigrants who were returning to Russia.” Yet Trotsky had paid for a first-class cell in Spain, the Trotsky family had traveled across Europe to the United States, they had acquired an excellent apartment in New York — paying rent three months in advance — and they had use of a chauffeured limousine. All this on the earnings of an impoverished revolutionary for a few articles for the low-circulation Russian-language newspaper Nashe Slovo in Paris and Novy Mir in New York! Joseph Nedava estimates Trotsky’s 1917 income at $12.00 per week, “supplemented by some lecture fees.”2 Trotsky was in New York in 1917 for three months, from January to March, so that makes $144.00 in income from Novy Mir and, say, another $100.00 in lecture fees, for a total of $244.00. Of this $244.00 Trotsky was able to give away $310.00 to his friends, pay for the New York apartment, provide for his family — and find the $10,000 that was taken from him in April 1917 by Canadian authorities in Halifax. Trotsky claims that those who said he had other sources of income are “slanderers” spreading “stupid calumnies” and “lies,” but unless Trotsky was playing the horses at the Jamaica racetrack, it can’t be done. Obviously Trotsky had an unreported source of income.»

2) Sabe como é que o Trotsky conseguiu entrar na Rússia para fazer a Revolução Bolchevique? Com um passaporte americano! Que lhe foi dado por intervenção do presidente estadunidense Woodrow Wilson.

«This American passport was accompanied by a Russian entry permit and a British transit visa. Jennings C. Wise, in ‘Woodrow Wilson: Disciple of Revolution,’ makes the pertinent comment, “Historians must never forget that Woodrow Wilson, despite the efforts of the British police, made it possible for Leon Trotsky to enter Russia with an American passport.”»

3) Sabe quem é que interveio para que Trotsky fosse libertado, quando este foi detido pelas autoridades canadianas a caminho de fazer a Revolução na Rússia? O governo britânico.

«However, the next day, April 21, Gwatkin wrote Coulter: “Our friends the Russian socialists are to be released; and arrangements are being made for their passage to Europe.” The order to Makins for Trotsky’s release originated in the Admiralty, London. Coulter acknowledged the information, “which will please our New York correspondents immensely.”»

E, não é só relativamente ao Trotsky que há provas da existência de (muito importantes) ajudas dos capitalistas ocidentais. É a mesma história de que com o Lenine (leia o livro em causa: http://www.reformation.org/wall-st- bolshevik-rev.html). E, até o próprio Marx já foi denunciado numa televisão estatal russa, há poucos anos, como um agente da coroa britânica (https:// www.youtube.com/watch?v=8VbI-t-HUuA).

Existem muito boas explicações para tudo isto. E, isso é outra história, que demora muito tempo a explicar…

Mas, sobre o Estaline,

Obviamente que este e outros membros das cúpulas dirigentes terão, a dada altura, ficado a saber de como é que o Trotsky tinha conseguido entrar na Rússia. E, como tal, terão achado tal coisa suspeita e mandado elementos da polícia secreta investigar. E, tendo a polícia secreta certamente feito o seu trabalho, terão conseguido esta e o Estaline perceber de que realmente se tinha tratado então a Revolução Bolchevique.

O Estaline não matou “camaradas” dirigentes e revolucionários, um atrás de outro, porque queria o poder para ele. Estaline fê-lo certamente porque, a partir de dada altura, percebeu que uma grande parte destes eram na verdade agentes de interesses capitalistas estrangeiros (i.e. traidores) que não queriam nenhum real Socialismo na Rússia (certamente membros da Maçonaria e afins).

Leia o que tem a dizer sobre isto o actual coronel dos serviços secretos militares russos, Daniel Estulin: https://twitter.com/search?l=&q=trotsky %20from%3AEstulinDaniel

O que o Trotsky realmente queria, é o que querem os seus verdadeiros discípulos de hoje em dia, como o falso esquerdista Bloco de Esquerda. Usar o Socialismo como mera “cenoura” metafórica que se pendura em frente a um burro para o fazer andar, mas que nunca irá tal burro conseguir alcançar.

O Trotsky, como todos sabem, era suposto ser o sucessor do Lenine.

E, o que é que andou o Lenine a fazer até aos seus últimos dias de vida?

A implementar a “Nova Política Económica”, que adoptava princípios capitalistas – e que, de acordo com o próprio, era uma política “importante” e para ser implementada a “longo prazo”.

Com a interferência de Estaline, acabou-se com tal política e iniciou-se então uma sociedade verdadeiramente socialista – que viria a fazer da URSS a união socialista que conhecemos – tendo Estaline, com isto, provado que Lenine estava errado (ou estava a mentir) e que não havia necessidade alguma da NPE para fazer a Rússia atingir (rapidamente) o Socialismo.

É por isto é que é Estaline, ainda hoje, tão odiado e demonizado pelo Ocidente – com tudo o que são publicações ocidentais a exagerar imenso o número de pessoas que foram por ele mortas (https://twitter.com/search?q= solzhenitsyn%20from%3AEstulinDaniel + https://twitter.com/search?q= stalin%20from%3AEstulinDaniel).

(Repito, eu não sou estalinista, nem sequer comunista. Apenas conto as coisas como sei que elas verdadeiramente se passaram.)

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Boaventura Sousa Santos foi co-fundador do Fórum Social Mundial

06.05.18

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Há já muito tempo que o sítio do "Centro de Pesquisa sobre Globalização" (GlobalResearch.ca) me vem, infelizmente, a despertar cada vez menos interesse... Pois, desde a sua criação, no início da década passada - quando constituía este sítio uma muito boa fonte de análise de informação na Internet (veja-se a excelente investigação que o seu fundador e director, Michel Chossudovsky, fez sobre a verdadeira natureza da al-Qaeda, por exemplo) - que tenho visto novo autor atrás de novo autor desconhecido juntar-se ao mesmo, que com nada de verdadeiramente útil contribui para tal Centro de Pesquisa - tornando tal sítio numa estranha amálgama de pouca informação de interesse, no meio de informação que nada realmente adianta relativamente ao que já se sabe (onde, por vezes, tentam alguns até dar explicações alternativas a boas denúncias que já foram feitas). E, olhando para o que escreve um dos (principais) primeiros novos contribuintes que vi surgir neste Centro de Pesquisa - nos quais penso quando faço este tipo de crítica - chamado James Petras, por exemplo, o que eu vejo é um outro Howard Zinn.
Mas, se apesar de tudo ainda vou por vezes espreitando tal sítio, já com muito poucas esperanças de encontrar nele algo de útil, eis que fui hoje muito surpreendido, pela negativa, com uma grande evolução no mesmo... A presença agora de artigos de "análise" de Boaventura Sousa Santos.
Boaventura Sousa Santos - nunca me irei esquecer - era quem - enquanto andávamos eu e outras pessoas nas ditas manifestações "antiglobalização" no início da década passada - escrevia no jornal Diário de Notícias (se não me engano) as mais inócuas críticas possíveis (1) à incrível perda de soberania e controlo nacionais, relativamente às vontades das cada vez mais poderosas companhias multinacionais, que começavam a sobrepor os seus interesses aos dos países onde se estabeleciam, e (2) aos incríveis esquemas montados pelos FMI e Banco Mundial, através dos quais conseguia o Ocidente pilhar (e obter o controlo de) os países em vias de desenvolvimento.
E, depois de ter eu aprendido o que aprendi sobre o controlo que existe da informação nos média de massas, outra coisa não seria também de esperar, da parte de alguém a quem este média davam atenção (ou caso contrário, não seriam as suas "análises" publicadas em tal imprensa)...
Mas, se tem alguém ainda alguma dúvida de que esta figura não é (obviamente) mais do que outro exemplo da aplicação da fórmula de "oposição controlada" em Portugal, apenas tem de olhar para uma conhecida suposta alternativa por esta mesma pessoa criada, a nível internacional, ao fenómeno da globalização capitalista... O dito "Fórum Social Mundial".
Já alguma vez ouviram de algo de jeito que tenha saído de tal fórum? Claro que não. E, o objectivo é obviamente mesmo esse... Servir de fórum de discussão inútil, que apenas serve para desviar a atenção e o tempo, da parte de quem queira mudar as coisas, de outras possíveis alternativas reais e efectivas - como é, por exemplo, o caso da aliança BRICS, que entretando surgiu.
E, por que razão digo eu que é obviamente este o propósito de tal fórum?
Ora, porque (para além de ser esta uma manobra de diversão muito usada pelo poder estabelecido) no caso deste Fórum Social Mundial, não se deram as elites ao trabalho de esconder sequer os seus cordelinhos. E, basta ver quem é que <financia> as edições de tal fórum, para facilmente concluir que interesses é que (ultima e verdadeiramente) serve o mesmo.
Ora, se é este Fórum claramente uma criação de tais interesses elitistas (que permitem que tais reuniões ocorram, através do seu financiamento) o que é que acham vocês que serão os indivíduos que visivelmente fundaram o mesmo?
Pois bem, o conhecido Boaventura Sousa Santos (que é por vezes também convidado para os péssimos debates controlados da RTP, por exemplo) foi um dos fundadores deste Fórum! (Basta que espreitem a sua página na Wikipedia, ou leiam a nota no final deste artigo, para constatar tal facto.) E, juntando isto às críticas ligeiras que este faz ao fenómeno da globalização capitalista, penso que é óbvio - para toda a gente bem informada e inteligente - perante o que é que estamos...
"O Fórum Social Mundial são as elites de esquerda a tentar obter o controlo do movimento antiglobalização." - disse eu uma vez, numa cidade estrangeira, perante um pequeno grupo de activistas que pareciam ser maioritariamente anarquistas, numa pausa entre as manifestações contra o Fórum Económico Mundial (do qual tirou esta "alternativa" o seu nome).
"Ninguém o disse melhor [que tu]!" - respondeu-me um desses activistas, perante quem eu tinha feito tal observação.
(Por "elites de esquerda" estava eu a referir-me ao tipo de líderes de (suposta) esquerda que notoriamente o são em busca de poder e controlo sobre os outros - e não os que querem realmente mudar as coisas. Pois, a criação de tal Fórum alternativo era clara e notoriamente o que dizia eu que era. E não uma criação independente oriunda de tal movimento que tinha surgido.)
Mas, deixemo-nos de críticas a uma organização que merece apenas ser ignorada...
Se querem saber do que estou eu a falar, quando digo que Boaventura Sousa Santos (o autor que, enquanto decorriam as manifestações chamadas de "antiglobalização", era indicado pela imprensa controlada como a pessoa que devia ser lida, para saberem todos por que razão ocorriam tais estranhas manifestações) apenas faz denúncias e críticas ligeiras das actividades do FMI, Banco Mundial e afins, comparem o que escreve este autor com o que é, por exemplo, denunciado pelo jornalista de investigação Greg Palast <nesta> e <nesta> entrevistas.

 

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Nota final: E, observem que tipo de pessoas é que são convidadas para este Fórum Social Mundial: Noam Chomsky, Ignacio Ramonet... A nata da falsa e reformista esquerda ocidental. Chossudovsky (descobri quando estava a acabar de escrever esta colocação) está também consciente das fontes de financiamento deste Fórum... Ficando nós sem saber, então, por que razão decide ele dar lugar aos escritos de Sousa Santos no sítio na Internet do primeiro.

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