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"That's aa... Francisco Pinto Balsemao."

26.11.11

Que foi o patrão do grupo Impresa fazer ao Canadá, em Junho de 2006? Que clube é esse de que ele faz parte? Que assuntos lá se discutem? E qual o propósito de tal clube?
Saibam as respostas a estas perguntas, naquele que é, definitiva e simplesmente, um dos melhores documentários de sempre sobre a NOM. E que é também, talvez, o melhor filme até agora feito por Alex Jones.
Uma obra de visionamento obrigatório, para todos aqueles que querem compreender e conhecer minimamente esta incrível conspiração.
Para quem ainda não o tenha visto, coloco aqui Endgame: Blueprint for Global Enslavement.

(Trecho de promoção e página oficial do filme. Algumas das fontes usadas no documentário, aqui.)


(E para quem quiser estar ainda melhor informado sobre esta história, faço aqui uma importante correcção ao que neste filme é dito pelo seu autor...)
A tese que Alex Jones defende, de que o regime nazi alemão foi um plano abortado do projecto da NOM, é deveras perturbadora. Pois é uma que nos deixa a pensar que, não fosse ter havido um conflito interno entre os cabecilhas deste projecto, aquela assustadora mancha que se vê, por exemplo, nas cenas iniciais do filme Inimigo às Portas, ter-se-ia espalhado por toda a Europa e boa parte do Mundo, e já hoje estaríamos a viver sob esta ditadura...
A tese tem bons argumentos que a sustentam. E, de facto, de entre todos os sistemas políticos até agora existentes, o regime nazi é aquele que mais se assemelha ao projecto da NOM. Seja na mistura que fez de Capitalismo com Comunismo, no extermínio sistematizado de cidadãos sob o seu jugo e nos vários projectos de vanguarda no domínio da experimentação científica em seres humanos. Mas, tanto quanto me pude informar e consigo deduzir, através daquelas que são as fontes mais credíveis que conheço, que têm pesquisado seriamente sobre este assunto - com o Dr. John Coleman a surgir em primeiro lugar, como aquele que melhor explica tudo isto e melhor sabe do que está a falar - não se terá tratado deste caso.
A muito possível correcção, fi-la uma vez num comentário, num fórum de discussão de um dos sítios do Alex Jones. E pode ser lida aqui.
E quem se interrogue sobre que sentido fazem, então, as declarações de apoio a Hitler, por parte de quem chegou a ser o detentor da coroa britânica, lembre-se de que este tipo de pessoas - tal como explica Webster Tarpley nesta conversa - não prima pela sanidade mental.
E mais provas disso, são fáceis de encontrar.
Já o grupo que constituía a Administração Bush - que era, oficialmente, encabeçada por uma das mais importantes famílias envolvidas nesta conspiração - era conhecido, no meio político norte- -americano, como "the crazies" ("os malucos").
E que as pessoas envolvidas em tudo isto são imensamente loucas, é uma conclusão a que qualquer pessoa, que se informe minimamente sobre este projecto, rapidamente chega.

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Webster Tarpley sobre os recentes atentados na Noruega

31.07.11
(Por norma, não irei aqui recolocar informação publicada nos sítios listados na coluna do lado direito deste blogue. A não ser que seja informação mesmo muito importante, que me queira certificar que não escapa a ninguém. Sendo altamente recomendada a visita regular aos sítios que se encontram na categoria "Actualidade" e devendo este blogue ser encarado como um complemento à informação nestes sítios publicada e, ao mesmo tempo, como uma introdução à mesma.
Mas, para quem ainda não consulte regularmente estes sítios, venho apenas fazer uma chamada de atenção para o tipo de coisas que andam a perder.)

Se, tal como eu, já desconfiam muito relativamente à verdadeira autoria, de cada vez que ouvem falar em novos atentados terroristas a ocorrer no Ocidente, talvez queiram ouvir o que o brilhante jornalista de investigação Webster Tarpley disse há dias em duas entrevistas - [1] [2] - no programa de rádio do Alex Jones, e talvez queiram também ler o que este publicou no seu blogue, sobre os mais recentes atentados que ocorreram em solo europeu.

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Que se f**a a "Constituição"...

30.03.11

É agora oficial. A OTAN acaba de assumir o controlo dos bombardeamentos e de todas as operações militares na Líbia.
Mais uma guerra imperialista em que Portugal se encontra envolvido. E desta vez nem se perdeu muito tempo com pretextos para a mesma.
Tal como tinha já Luís Amado avisado aquando da recente cimeira da OTAN em Lisboa, esta organização demonstra com isto ter sido definitivamente promovida, na sua natureza, de defensiva a ofensiva, parecendo agora estar mais à vontade para iniciar guerras e bombardear países estrangeiros em situações que não sejam de autodefesa.
Passamos com isto a uma aparente segunda fase na intervenção ocidental nos países árabes com vista à mudança dos seus regimes. Uma fase em que tudo se torna mais explícito e em que já não se usam máscaras.
Só há aqui um problema... Parece que, no nosso caso, como país membro da OTAN, este tipo de "ingerência" e esta clara "forma de agressão" violam um tal "Artigo 7º" de uma série de "Princípios Fundamentais" enunciados num documento intitulado "Constituição da República Portuguesa"... (Mas, quem é que quer saber disso para alguma coisa?...)
Para além disso, este tipo de ataques não foram autorizados pelo Conselho de Segurança da ONU. E, o facto dos vários governos ocidentais estarem a interferir no que, à luz do direito internacional, deveria ser encarado como o natural processo de evolução de um país, que apenas ao povo em causa diz respeito, viola também os princípios de um documento chamado "Carta das Nações Unidas" (que suponho que também já não seja importante) que proíbe a intervenção estrangeira nos assuntos internos dos vários países membros desta organização.
A situação na Líbia não é a mesma do que recentemente ocorreu nos vizinhos Egipto e Tunísia. Não se tratam de manifestantes pacíficos que estão a ser reprimidos pelas forças governamentais. Tratam-se sim de milícias armadas que estão a atacar forças governamentais e vice-versa. Sendo, portanto, esta uma situação de Guerra Civil e não a de uma mera "população" envolvida em "protestos" contra o seu governo.
Os políticos ocidentais que, se se preocupam assim tanto com a situação do povo líbio, façam como inúmeras pessoas de vários países fizeram durante a Guerra Civil Espanhola e ofereçam-se como voluntários para lutar ao lado das forças das quais são partidários.
(Mas, espera aí. Os ocidentais agora são a favor da al-Qaeda?!... Voltámos então ao mesmo tipo de relação denunciada pelo ex-espião do MI5, David Shayler?)
Os nossos governantes que não façam é disto um assunto de Estado e usem o que deveriam ser forças usadas apenas para a protecção dos seus territórios, em guerras ofensivas.

Mas será que é por se preocuparem tanto com o povo líbio que querem intervir militarmente neste país e não noutros por este mundo fora, que também estão a viver situações de guerra civil? Ou serão mais o facto da Líbia ser o país africano com as maiores reservas de petróleo do seu continente e o facto de Qaddafi ter recentemente considerado nacionalizar de novo todas essas mesmas reservas o motivo de tanta preocupação?
Se se preocupam assim tanto com o povo líbio, por que razão estão, quase certamente, como agora é hábito em todos os países onde ocorrem intervenções militares por parte da OTAN e afins, a contaminar o seu território com munições de urânio "empobrecido"?
Por que razão começou esta rebelião exactamente na zona mais rica em petróleo deste país? Por que razão está um estado vizinho, há muitos anos vassalo do Ocidente (e no qual foi recentemente destituído um chefe de Estado que já se estava a inclinar para o lado dos iranianos), a fornecer armas a estes mesmos rebeldes? E o que estavam lá a fazer tantos chineses, que puderam ser vistos entre os grupos de refugiados que saíram deste país?
Questões interessantes, não acham?
Envenenar os povos com os quais dizem estar preocupados... Tomar, neste caso, o lado de uma organização contra a qual supostamente estão a lutar noutros países... Sou eu o único a ver aqui contradições?...
Para finalizar, deixo-vos um excerto do texto que pode ser encontrado na secção de "informação básica" disponível na página oficial no Facebook da Presidência da República Portuguesa.

 

"Como Comandante Supremo das Forças Armadas, o Presidente da República ocupa o primeiro lugar na hierarquia das Forças Armadas e compete-lhe assim, em matéria de defesa nacional:"
(...)
"assegurar a fidelidade das Forças Armadas à Constituição e às instituições democráticas e exprimir publicamente, em nome das Forças Armadas, essa fidelidade;"

 

O que é afirmado mais parece ser uma piada... Suponho que seja para enganar os mais ingénuos, que engolem tudo o que são mentiras e propaganda por parte do governo e dos média de massas e aquela malta que passa a maior parte do tempo em linha no sítio do Facebook e que poucas vezes utiliza um outro chamado Google para se informar seriamente sobre qualquer tipo de assunto verdadeiramente importante...

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EUA a perder a guerra da informação

14.03.11

Se tivessem a verdade e a razão do vosso lado, isto não acontecia...
Curioso que Hillary Clinton se refira à RT como "muito instrutiva". Será por ser o único canal de televisão onde pessoas como Webster Tarpley e Wayne Madsen podem dar a sua interpretação dos factos, por ser a única estação que se atreve a entrevistar pessoas como Daniel Estulin e que regularmente dá tempo de antena a Alex Jones, por ser o único canal internacional de notícias que assinala a ocorrência de certas reuniões secretas e que vai reportando sobre os esforços do Movimento pela Verdade Sobre o 11 de Setembro e por ser o único sítio na televisão onde podemos ver uma cobertura decente sobre certas pandemias que vão surgindo?



(Ignorem o que é dito em relação à Al Jazeera. Ela não é nenhuma inimiga dos interesses de quem controla o governo norte-americano e outros. A sua menção, juntamente com a RT, por parte de Hillary Clinton, é obviamente uma maneira de, ao mesmo tempo que se vão buscar argumentos para tentar aumentar a percepção deste "problema", mais uma vez promover esta estação. Eu sei do que falo, pois também já caí na armadilha deste canal de televisão. Mas o facto de os ter apanhado, há uns tempos, a mentir descaradamente sobre a fraude do "aquecimento global", fez-me abrir os olhos para a sua verdadeira natureza.)

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