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Quando são os próprios editores dos média de massas (ou imprensa dita de referência) que admitem que as suas publicações mentem

21.03.19

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Dois comentários que fiz à notícia de que Apple se juntou recentemente à campanha de tentativa de desacreditação da informação não emitida pelos grandes interesses económicos.
(Sendo que, se consultarem os outros comentários que deixei a tal notícia - de resposta a comentários de outras pessoas - poderão ver como me defendi eu do que outros diziam.)
A primeira citação é de um caso para o qual aqui já chamei a atenção. E, a segunda citação é de uma situação específica no campo científico (que, obviamente, se pode estender ao restantes ramos deste campo do conhecimento) que eu citava em correspondência privada, quando avisava os outros da propaganda mentirosa sobre vacinas.

 

Certamente, uma iniciativa de treta...

Em que, como fontes “credíveis” que sirvam para averiguar a veracidade dos factos, serão usados os média de massas (ou serviços de “verificação de factos”, controlados pelos mesmos grandes interesses económicos) – esses sim, os maiores mentirosos que existem:

“...taught to lie, to betray and not to tell the truth to the public.”
--- Dr. Udo Ulfkotte, ex-editor do Frankfurter Allgemeine Zeitung (a descrever como a classe jornalística ocidental *mente* e escreve o que o poder estabelecido lhe diz para escrever – admissão esta, feita quando sabia ele que já lhe restavam poucos meses de vida)

 

*

 

Sobre as questões mais científicas, relativamente às quais só quem tiver conhecimentos específicos suficientes é que poderá estar em posição de avaliar a credibilidade ou não do que é reportado... Podemos confiar nas mais conhecidas publicações dos respectivos ramos?

“It is simply no longer possible to believe much of the clinical research that is published, or to rely on the judgment of trusted physicians or authoritative medical guidelines. I take no pleasure in this conclusion, which I reached slowly and reluctantly over my two decades as an editor of The New England Journal of Medicine.”
--- https://en.wikipedia.org/wiki/Marcia_Angell

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colocado por Fernando Negro às 23:24

Querem mesmo aderir à "Internet das Coisas"?

16.03.19

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Eu nem vou falar da quantidade de coisas muito estranhas que têm acontecido em equipamentos informáticos e de telecomunicações meus, desde que me tornei politicamente activo...
E irei, em vez disso, partilhar apenas um comentário que hoje fiz, a mais uma colocação da parte de alguém que se mostra entusiasmado com o surgimento da dita "Internet das Coisas", seguido de uma hiperligação para uma notícia que fala sobre o que aconteceu, há uns anos, a alguns activistas que tinham importantes trabalhos "anti-sistema" nos seus computadores.

 

Nada que esteja ligado à Internet pode ser considerado realmente “seguro”... Mas, apenas capaz de proteger alguém contra criminosos comuns.

A começar pelo hardware, é sabido que a maioria dos computadores que usamos já vêm com um firmware/BIOS equivalente a um sistema operativo paralelo, embebido nas placas-mãe dos mesmos (e com a capacidade de usar componentes do computador e muitas vezes também de se ligar à Internet), cujo código-fonte é desconhecido (https://libreboot.org/faq.html#intel). O que nos leva a interrogar sobre como funcionarão então todas as outras placas-mãe de “hardware proprietário” (e não também “open source”) com firmwares e chips desconhecidos.

E, qualquer encriptação que se use em comunicações via Internet (como, por exemplo, para o descarregamento de software a ser instalado) não é inquebrável. Mas sim, quebrável apenas com uma capacidade de processamento que não está ao alcance do comum cidadão. E, o que diz quem já trabalhou para um dos serviços secretos estadunidenses, é que o seu governo já possui supercomputadores capazes de desencriptar quase todo o tipo de comunicações usadas, incluindo em tempo real (https://www.youtube.com/watch?v=Z1O7Ftm3nBg#t=20m30s).

Logo, nada do que irá ser implementado irá impedir que o Grande Irmão ocidental, denunciado por Edward Snowden e outros, entre pelos nossos equipamentos dentro – sendo esta nova “Internet das Coisas” um meio e um modo perfeitos para tal Grande Irmão, não só espiar ainda mais as pessoas, como também controlar mais aspectos das suas vidas.

Vejam, por exemplo, um filme que anda a ser passado na TV por cabo, que retrata o pesadelo em que tudo isto se pode/irá tornar, chamado I.T. (https://www.imdb.com/title/tt2679552/) – e pensem duas vezes se querem mesmo ligar tudo o que têm à Internet...

 

***

 

As viruses attack their computers, the eco-activists ask themselves: “could we be seeing ghosts?

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colocado por Fernando Negro às 18:52

E assim se engana o "zé povinho" que ocupa os seus tempos livres a informar-se sobre futebol (americano, europeu) ou sobre o que quer que este, na sua infinita sabedoria, acha mais importante...

11.03.19

O primeiro comentário que fiz à notícia em causa é mais informativo. Mas, como o segundo que fiz, mais curto (por pensar que o primeiro tinha sido censurado) acaba por evidenciar melhor a piada de que são alvo todos os ignorantes que ainda se dão ao trabalho de ler o que têm a dizer os políticos dos partidos do sistema - e porque qualquer pessoa inteligente consegue do segundo comentário deduzir o que mais se passa, em termos mais abrangentes - partilho então esta última versão, da minha resposta à notícia de que uma senadora do Partido Democrata estadunidense diz que quer acabar com os monopólios (económicos) existentes no sector informático.

 

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Elizabeth Warren, a senadora que andou a mentir sobre a sua suposta ascendência ameríndia, quer agora pintar de novo as fachadas dos vários apartamentos do mesmo prédio, para convencer as pessoas de que não pertencem todos ao mesmo bloco.

Os monopólios já existem – mas, são partilhados (entre vários bancos, grupos económicos e sociedades) e estão ocultos. E, a “concorrência” que existe, é entre diferentes linhas de produtos, ou modalidades de serviços, que ultimamente são detidos pelos mesmos grupos económicos.

Um exemplo: Tenha a esmagadora maioria dos leitores desta publicação comprado um smartphone com o sistema operativo Windows (da Microsoft), iOS (da Apple) ou Android (da Google), deram todos dinheiro ao mesmo banco BlackRock, que detém acções em todas estas companhias que produzem sistemas operativos para os seus telemóveis.

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colocado por Fernando Negro às 17:59

A tecnologia avançada que é de nós escondida

07.03.19

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Um outro comentário que fiz, numa publicação sobre novidades tecnológicas, a um artigo no qual o autor português ridicularizava Donald Trump, por sugerir o último que se implementasse tecnologia de telemóveis de 6ª geração.

 

No que toca à tecnologia informática, e não só, a que já foi desenvolvida e é secretamente usada pelo governo estadunidense (sabe quem está bem informado) está sempre cerca de duas décadas à frente da que é do conhecimento público e é usada pelo comum cidadão.

Alguém aqui sabe, por exemplo, que o governo dos EUA já desenvolveu a Fusão a Frio – e que poderá tornar tal tecnologia pública se o preço do petróleo subir para valores demasiado elevados? (https://www.youtube.com/watch?v=mbMnsNuXhJo)

Alguém aqui sabe, por exemplo, que o mesmo tipo de Inteligência Artificial imensamente poderosa, cuja uma variante é hoje usada para gerir todas as máquinas de ATM do Mundo em tempo real e ao mesmo tempo, já existia desde os anos 1970 – e que, desde a criação da Internet tal IA é usada para vigiar tudo o que nesta última rede se passa? (https://trisquel.info/en/forum/sentient-code-inside-look-stephen-wolframs-utterly-new-insanely-ambitious-computational-paradi#comment-46043 + https://www.wook.pt/livro/conspiracao-octopus-daniel-estulin/10636938)

(E, a título de grande curiosidade, alguém aqui já se deu alguma vez ao trabalho de ler o que têm a dizer aqueles que dizem que as imagens que nos mostraram da alunagem de 1969 são falsas? Quem conhece pessoalmente astronautas estadunidenses, diz que foi para não revelar a tecnologia avançada que já na altura o governo dos EUA possuía: [vídeos censurados pelo YouTube: https://www.infowars.com/update-youtube-bans-alex-jones-channel/])

Por isso, das duas uma:

1) Ou Donald Trump está apenas a fazer uma afirmação que visa apelar a um mais acelerado desenvolvimento tecnológico.

2) Ou, de facto, “Donald Trump sabe mais do que diz sobre o 6G”...

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O futuro distópico que nos espera?

06.03.19

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Um comentário que deixei à notícia, dada num sítio português, de que a nova corrida à Lua (desta vez, com motivações económicas) já teve início.

 

Toda a gente que sabe o que se passa nos bastidores políticos (ouvir, por exemplo, os webcasts do movimento LaRouche) há uns bons anos que sabe que existe uma (muito discreta) corrida para extrair o precioso hélio-3 da Lua, para ser usado na Fusão Nuclear, que se espera que seja desenvolvida dentro de duas décadas. Razão pela qual até já a “pobre” Índia tem missões lunares – https://en.wikipedia.org/wiki/Chandrayaan-2 – e Fusão Nuclear essa, que (a longo prazo) será necessária para que se possa ter energia suficiente para viagens para fora do Sistema Solar.

(Aliás, há até pelo menos um filme de “ficção científica”, daqueles que aparentam ser feitos para mentalizar as pessoas para o que aí vem, chamado Moon – O Outro Lado da Lua, que retrata exactamente este tipo de operações na Lua.)

Agora, no que toca ao Ocidente e falando das perspectivas a *longo prazo*, o que fica em aberto é: Que tipo de desenvolvimento espacial teremos?

1) Um regresso ao uso de agências estatais, como a NASA, em que a exploração e o desenvolvimento espaciais sejam feitos de modo colectivo?

2) Ou, como começa a ser o modelo adoptado – e é referido neste artigo – um desenvolvimento feito por empresas privadas (i.e. elites económicas) que dê origem ao que se chama uma “Breakaway Civilization” por parte das elites, em que partirão estas para o Espaço, acompanhadas dos seus robots e andróides, enquanto a restante população humana fica apenas a olhar – e para trás, na Terra – tal como é retratado no filme Elysium?

(Vejam também, por exemplo, o filme Blade Runner 2049 – feito também pelos grandes interesses económicos ocidentais. O projecto ocidental é ficar a restante Humanidade para trás, enquanto o Espaço fica reservado para as elites.)

 

Ao qual aproveito para acrescentar outro comentário, de que...
Os maiores fãs de ficção científica sabem que os filmes da série Blade Runner e da série Alien pertencem ao mesmo universo.
E, para os que estiverem mal informados sobre questões político-económicas, se querem saber por que razão foi escolhido o título Prometheus para um dos últimos filmes da série Alien (e daí poderem inferir o sentido, ou o significado, oculto do filme) a palavra-chave é também "LaRouche".

E, a finalizar, deixo-vos também com um excerto de uma entrevista de 2014 feita a Daniel Estulin:

 

Now, in one of the biggest breakthroughs in recent history, scientists have created a synthetic genome that can self-replicate. They have taken a cell and modified the genes of a cell by inserting DNA from another organism. And the bacteria replicated itself thus creating a second generation of the synthetic DNA. The organism will do exactly what the scientist intended: a living thing, but under the control of Man.
If the 19th century was all about the revolution of harnessing energy from fossil fuels, and the 20th century was about exploiting the power of data, this century will be about controlling biology.
What’s amazing is that the cell was assembled and sparked into life in a laboratory. This technology takes mankind across a threshold. A turning point that marked a coming of age of a new science called synthetic biology, founded on the ambition that one day it will be possible to design and manufacture a human being.
In other words, you can get DNA of anything here on Earth and create organisms that never before existed entirely from non-living materials. Scientists are creating new life forms that the human immune system and the world have never so far experienced. As such, it will revitalise perennial questions about the significance of life – what it is, why it is important and what role humans should have in its future.

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Google, Facebook e amigos com medo dos conteúdos antivacinas

26.02.19

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Um comentário que hoje deixei a uma notícia que denuncia que o YouTube já impede os canais que difundem conteúdos antivacinas de poderem rentabilizar os seus vídeos e que o Facebook também irá tomar medidas de "contenção" deste conteúdo, na qual está embebido um péssimo <vídeo> que tenta desacreditar quem denuncia os malefícios das vacinas. (O comentário foi feito de modo a desmentir cada um dos 7 pontos enunciados no vídeo em causa...)

 

Quanto à censura por parte da Google e do Facebook, só usa estes serviços quem quer (mas, tenham consciência de o que Mark Zuckerberg andou a dizer sobre quem usa a sua rede social: https://www.theregister.co.uk/2010/05/14/facebook_trust_dumb/). E, se querem ser tratados como crianças desprovidas de sentido crítico, se se consideram incapazes de pensar por vós próprios e querem compactuar com estes controlo e censura da informação, então usem tais serviços.

Quanto aos argumentos ou mentiras pró-vacinas enunciados no vídeo embebido na colocação,

1) O mercúrio ainda é usado como preservante – é o que admitem as próprias autoridades. E, injectar uma substância directamente no sangue não é a mesma coisa que ingeri-la – pois, o nosso sistema digestivo tem algumas barreiras de defesa contra elementos tóxicos que eventualmente lá vão parar. (https://www.naturalnews.com/2019-01-28-top-10-facts-about-the-vaccine-industry.html)

2) Se as vacinas são eficazes, porque é que, de cada vez que ocorrem alguns surtos, a maioria ou grande parte dos infectados tinha sido vacinada contra tal doença? (https://www.naturalnews.com/033399_vaccines_measles.html) O próprio inventor das vacinas mais tarde admitiu que estas não resultavam (https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_Jenner#Later_life). E, o estar a dizer que quem foi vacinado apanha versões menos severas das doenças, não serve como argumento – pois, as pessoas são diferentes umas das outras, em termos de resistência às doenças (dependendo da idade, condição física, nutrição, genética) e não há maneira de averiguar tal coisa para uma mesma pessoa. Também, o que alguns estudos mostram é que a vacinação até aumenta a incidência das doenças em causa (https://www.sciencedaily.com/releases/2009/05/090519172045.htm + https://www.naturalnewsblogs.com/vaccines-really-safe-effective/).

3) Tenho conhecimento de pelo menos um estudo independente, que foi feito, em que a quantidade de problemas de saúde e de doenças crónicas é muitíssimo maior nas crianças que foram vacinadas: http://archive.is/fZfYb + http://archive.is/leoEn

4.1) As doenças para as quais as crianças são vacinadas são, por norma, doenças não mortais. Ou seja, mesmo que se apanhe tal doença, não se morre por isso (a não ser que já se tenha um qualquer outro problema de saúde, isto é – da mesma maneira que todos os anos muitos idosos morrem com uma “simples” gripe – e, nesse caso, não se pode propriamente dizer que foi de tal doença contagiosa que se morreu). Por exemplo, o recente caso da conhecida jovem de 17 anos em Portugal que morreu de sarampo, ocorreu em alguém que estava já internada com (e tinha o seu sistema imunitário deprimido por causa de) uma mononucleose – razão pela qual a taxa de mortalidade do sarampo, nos países desenvolvidos, é de apenas 0,2%. Também, no caso desta doença, é muitíssimo maior o número de crianças que morre da vacina do que o que morre da doença: https://www.thenewamerican.com/usnews/health-care/item/20132-over-100-measles-vaccine-deaths-zero-measles-deaths-since-04

4.2) Não foram as vacinas que levaram ao quase desaparecimento de várias doenças no mundo desenvolvido. E, há gráficos (que são omitidos pela propaganda mentirosa pró-vacinas) que o *provam*: https://archive.org/details/Vaccination..The.Hidden.Truth.1998 (exemplo do referido sarampo: https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gb515139f/20376610_LRws1.png)

5) Até a própria FDA estadunidense já admitiu que as vacinas causam autismo (https://www.infowars.com/autism-reported-as-vaccine-side-effect-fda-insert-shows/). E, têm sido vários os casos ganhos em tribunal por causa disto: http://healthimpactnews.com/2015/u-s-media-blackout-italian-courts-rule-vaccines-cause-autism/

6) Os mesmos argumentos relativos ao ponto 2, expostos acima.

7) Os supostos estudos apresentados (i.e. pagos) pela indústria farmacêutica têm sido repetidamente denunciados (i.e. provados) como tendo sido falsificados: https://www.prisonplanet.com/big-pharma-researcher-admits-to-faking-dozens-of-research-studies-for-pfizer-merck.html

E, sobre a nota no final do vídeo “muito obrigado ao Bill e à Melinda Gates por terem patrocinado o episódio de hoje”,

O Bill Gates é um participante das reuniões de Bilderberg (não leiam este livro: https://fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg) onde todos os anos (a amálgama de) os grandes interesses económicos ocidentais, dos vários sectores da Economia, se reúnem para delinear conjuntamente o futuro da sociedade, funcionando como um grande cartel (https://twitter.com/EstulinDaniel/status/1096448713419964416) - nos quais se inclui, obviamente, a indústria farmacêutica: http://kontrainfo.com/capitulo-6-los-cuatro-grandes-megafondos-financieros-complejo-industrial-militar-la-otan/ (E também o Facebook e a Google: https://www.thenewamerican.com/tech/computers/item/7224-after-bilderberg-meeting-facebook-official-says-end-internet-anonymity)

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Algumas verdades que irão ser escondidas por Facebook e Google

20.02.19

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Um comentário que deixei a uma notícia de anteontem de que o Facebook e a Google irão começar a esconder (i.e. censurar) conteúdo que denuncie os malefícios das vacinas.

 

1) O sarampo tem ressurgido recentemente no mundo desenvolvido devido à (notória) pioria das condições de vida, que tem vindo a ocorrer desde 2008 (https://www.rt.com/op-ed/418572-us-decline-poverty-un/). Pois, os dois principais factores que determinam a propagação das doenças contagiosas são (a) a higiene (que, quando boa, diminui a exposição aos agentes patogénicos) e (b) a nutrição (que, quando boa, aumenta a capacidade do organismo de resistir aos agentes patogénicos). Ora, com as infra-estruturas sociais a falharem e a degradarem-se e as pessoas com cada vez menos dinheiro para pagar contas da água e do gás e também com cada vez menos dinheiro para uma boa alimentação, outra coisa não é de esperar que não seja o aumento da propagação de doenças (https://www.rt.com/op-ed/418572-us-decline-poverty-un/).

2) Não foram as vacinas que levaram ao quase desaparecimento do sarampo no mundo desenvolvido. Mas, as melhorias nos dois factores que mencionei no ponto anterior, causadas pelo desenvolvimento económico que ocorreu. E, têm uma *prova* de que as vacinas não tiveram influência na redução da ocorrência desta doença aqui: https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gb515139f/20376610_LRws1.png (gráfico tirado deste documentário, feito também por médicos: https://archive.org/details/Vaccination..The.Hidden.Truth.1998).

3) O autismo é apenas outro nome para envenenamento por mercúrio (pois, os sintomas são os mesmos). E, o autismo é claramente causado pelo mercúrio contido num dos preservantes usados nas vacinas (https://www.infowars.com/autism-reported-as-vaccine-side-effect-fda-insert-shows/ + https://www.youtube.com/watch?v=1XUM2gvfbW8).

(Mas, claro... Aos grandes interesses económicos, de que o Facebook e a sua amiga e multimilionária indústria médico-farmacêutico fazem parte, não interessa que se denuncie isto... E, por isso, toca a censurar colocações no Facebook como esta: https://www.facebook.com/courtney.mindyourbusiness/videos/10217775063031869/)

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A razão pela qual *nunca* iremos ver estudos que *provem* que a radiação dos telemóveis e smartphones causa cancro em humanos

08.02.19

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Uma pequena resposta que dei a um dos autores de uma publicação electrónica portuguesa sobre novidades tecnológicas (na qual tinha decidido não publicar mais comentários - mas que, não pude deixar de fazer um, dada a seriedade do assunto em causa) sobre o suposto facto, que era lá reportado, de que a radiação dos telemóveis não é nociva.

 

https://pplware.sapo.pt/gadgets/hardware/os-telemoveis-que-emitem-mais-radiacao-janeiro-de-2019/#comment-2313125

 

E, reparem na natureza do estudo, feito em ratos, que é reportado na notícia do USA Today...
Então não sabiam, antecipadamente, os autores de tal estudo que os resultados de tal experiência não poderiam permitir estabelecer um paralelo (correcto) com seres humanos? Não terá então sido tal estudo propositadamente feito de modo a não permitir que se estabeleça tal relação? E, se sim, por que razão sente tal organização do governo estadunidense a necessidade de fazer este tipo de estudos enganadores (e que aparentam servir para tentar calar os críticos e outras pessoas que exprimem receios)? Sabem tal governo e seus verdadeiros amos alguma coisa que nós não sabemos?

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Neurologista anteriormente chamado para testemunhar a favor da CDC-EUA despedido por revelar que vacinas afinal causam autismo

11.01.19

(Vídeo tirado desta notícia. Para quem não sabe, este facto já foi até admitido também pela FDA-EUA. E, podem também ver aqui o que uma enfermeira reformada depois se sentiu à vontade para denunciar.)

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