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O célebre "Maio de 68" explicado em muito poucas linhas

16.05.15

mai68_violence.jpg

 

Um comentário que deixei ontem na rede Facebook, na página de um colectivo de estudantes anarquistas que assinalava como algo de positivo este conhecido episódio (comentário esse, que foi inesperadamente apagado, quando eliminei eu hoje a minha conta nesta rede - a qual foi criada apenas temporariamente, para enviar uma mensagem a um outro colectivo que apenas se deixava contactar através deste rede social controlada).
Os dois artigos para os quais eu deixo hiperligações, no final do comentário, são <este> e <este>.

 

maio68.png

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Livrai-nos deste mal

29.01.15

partidoiluminado.jpg

 

E, deparadas com um enorme descréscimo nas intenções de voto na sua farsa de partido, o que fazem as pessoas que mexem os cordelinhos do dito "Bloco de Esquerda", para tentar resolver esta situação?...
Ora, criam uma nova farsa de partido. (Através de um suposto "independente" que - oh, que coincidência - tem as mesmas intenções de se "aproximar" ao PS e de criar uma união composta por toda a falsa esquerda, em Portugal...)
Desta vez, o nome do embuste é "Partido Livre". O qual, felizmente, não conseguiu (ainda) eleger nenhum deputado.
E, falando de aspirantes a deputados...
Que Rui Tavares é esse, cabeça de lista deste partido nas últimas eleições europeias, que é todo pró-UE e que é um historiador especializado na História do século XVIII?
Século XVIII. Hmm... Ó Rui Tavares: E que tal contares, a quem quer em ti votar, que sociedade secreta é essa, de natureza política, que foi formada e posteriormente descoberta no século cuja história tu conheces melhor do que muita gente (alienada, que queres que em ti vote) - e que muito falada foi no início do século seguinte? E, já agora, que tal explicares ao teu possível eleitorado as (que são muito importantes) relação e coincidência que existem entre os objectivos de tal sociedade secreta política e aqueles que afirmas tu, e os teus "ex-"companheiros de partido político, serem também os seus objectivos?

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O "Exército Zapatista de Libertação Nacional" (EZLN) mexicano é mais uma ferramenta do Império Britânico

12.10.14

Longe de ser algum movimento "progressista", como nos tenta convencer alguma da imprensa de esquerda, a verdadeira finalidade do movimento zapatista - que se iniciou com actividades terroristas - é (tal como no caso das colombianas FARC e do MST brasileiro) destruir o seu país, enquanto estado-nação - tentando, neste caso, instilar sentimentos primitivistas e separatistas nos diferentes grupos indígenas que fazem parte deste país latino-americano.
Iniciando um processo de desmembrando do país onde opera e desprovendo-o das grandes estruturas político-económicas que permitem um verdadeiro progresso e grande desenvolvimento, o objectivo final deste grupo - controlado desde fora - é, obviamente, transformar tal país num mero agregado de comunidades que pouco cooperem entre si e atirá-lo de volta para uma situação semelhante à de um qualquer país medieval, ou de Terceiro Mundo, que pouco mais seja do que um conjunto de territórios fornecedores de valiosas matérias-primas para as elites ocidentais.
Quem quiser uma explicação mais elaborada sobre o que verdadeiramente está em jogo - não só no México, com este grupo, mas em toda a América Latina, com as várias guerrilhas que nela existem - tem esta pequena introdução ao tema.
E, para quem se interrogue sobre porque razão querem as elites sinarquistas destruir este e outros estados-nação no Mundo, a explicação é bastante simples...
A organização dos diferentes povos do Mundo sob a forma de "estados-nação" ou "estados-nações" - em que pessoas que partilham uma mesma cultura ou território (e que têm, por isso, uma natural afinidade entre elas) se juntam para desenvolver uma sociedade comum - tem historicamente demonstrado ser, não só o tipo de organização política que melhor funciona (e que mais sentido faz) como, acima de tudo, aquela que mais progresso gera (derivado do sentimento, ou ideal, de bem-estar comum, que naturalmente surge entre pessoas que têm uma mesma identidade e resultante do surgimento de grandes estruturas organizativas, que não são possíveis quando se tratam de meras comunidades, tribos ou clãs, centrados apenas em si mesmos). Sendo, por isso, este o principal "alvo" a abater, por quem quer impedir o progresso na sociedade.
E, dito isto, se quiserem saber mais do que falo eu, quando menciono esta questão dos estados modernos que temos, apenas têm de estar atentos aos artigos para os quais chama a atenção o autor Daniel Estulin e ao que vai também publicando o Movimento LaRouche.

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colocado por Fernando Negro às 10:42

Voluntários antifascistas espanhóis que lutam no leste da Ucrânia

30.09.14

(Apenas um de vários grupos de voluntários estrangeiros, constituídos por pessoas oriundas de toda a Europa - nos quais se incluem, obviamente, russos que querem defender o seu próprio povo - e que têm tido um papel determinante nas acções vitoriosas dos milicianos.)

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Este blogue irá terminar dentro de poucos meses

01.08.14
De qualquer modo, este era um blogue já com fim anunciado...
Mas, para que não sejam alguns novos seguidores desta publicação apanhados de surpresa, quando tal ocorrer, e por ter havido um importante desenvolvimento, a nível pessoal, venho só comunicar-vos que me cansei de viver neste país onde tive a infelicidade de nascer e que, por isso, é agora minha vontade abandoná-lo e tentar a minha sorte noutro lado...
E, assim sendo, se as coisas correrem bem, espero terminar esta publicação dentro de poucos meses, para não a usar nunca mais.
Pois, a retomar eu quaisquer publicações no futuro, num país estrangeiro, quanto mais, seria num qualquer outro sítio na Internet, cujas temáticas não se centrassem em Portugal. E, como é minha vontade estar longe deste tipo de actividade "em linha" e de escrita reflectida, durante uns bons anos, e preocupar-me mais em estabelecer-me num país não ocidental, onde não me tenha eu de preocupar com destruições propositadas da Economia, enquanto quase ninguém - à excepção dos comunistas - faz nada para o impedir, deverei ter muito pouca motivação para retomar quaisquer publicações que sejam, enquanto houver em tal país estrangeiro uma classe política decente, apostada em manter a soberania de e em desenvolver o mesmo.
Espero dizer tudo o que de original ainda tenho a dizer, no decorrer dos próximos meses, e depois disso, ficarão os seguidores deste blogue entregues a si próprios e às publicações na Internet que eu recomendo - e que fazem um muito bom trabalho, de denúncia do mesmo tipo de assuntos de que eu falo (e melhor, até, do que eu o faço).
A minha vontade, ao criar este blogue, foi meramente de iniciar alguns ignorantes nesta temática da Nova Ordem Mundial e de complementar o que dizem outros autores com o que eu próprio fui capaz de descobrir e que estes últimos não sabem ou do qual não se apercebem.
E, tendo eu dito tudo o que tenho a dizer sobre isto, deixa este blogue de ter um sentido para a sua existência.
Mas, as despedidas ficam para depois...
Até lá, irei então preocupar-me em fazer as colocações importantes que ainda tenho a fazer, ao mesmo tempo que irei aproveitar para partilhar mais algumas coisas de interesse e também fazer colocações sobre assuntos não previstos que, como é hábito, deverão surgir.
Mas, como a minha vontade de continuar com esta publicação, ainda assim, também já não é muita, é natural que ocorra uma significativa redução na qualidade das colocações feitas...
Um Obrigado, desde já, a todos os seguidores deste blogue - pois, é o vosso interesse que me motiva, e tem motivado, a continuar com o mesmo.
Vamos, então, ao que ainda falta publicar.

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O Syriza não é vosso amigo

02.06.14
A versão grega do reformista Bloco de Esquerda - que é também imensamente a favor deste megaprojecto capitalista, chamado União Europeia - é, também ela, controlada pelos mesmos capitalistas e banqueiros internacionais aos quais se diz opor.
(Mas, para alguém se dar conta de - e ser capaz de perceber - isto, é preciso estudar muito e também puxar pelos neurónios...)
Segue-se um comentário que deixei a um recente vídeo, de uma breve entrevista feita ao autor Webster Tarpley.

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"Perguntem-no a Bakunin!"

03.01.14

Uma curiosa nota de tradutor, presente numa versão legendada em castelhano do documentário "The Money Masters", para o qual chamei aqui a atenção, duas colocações atrás.

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colocado por Fernando Negro às 06:42

Os Donos do Dinheiro

11.12.13

Após já 10 anos acumulados de pesquisa sobre esta temática da NOM, continua, ainda hoje, a ser este, não só o melhor documentário que já vi sobre a mesma, mas também, simplesmente, o melhor documentário que já alguma vez vi, em termos dos que mais me abriram os olhos, para o Mundo em que realmente vivo...
Querem saber de que maneira é que os banqueiros nos roubam, a todos? Quem é que mexe alguns dos mais importantes "cordelinhos" na sociedade ocidental que temos? Como têm sido as várias guerras, ao longo da História, manipuladas pelos grandes nomes da finança internacional? E de que modo operam as pessoas por trás de tudo isto?
Vejam, então, este excelente documentário, sobre os chamados "banqueiros internacionais", a sua história e o seu projecto da "Nova Ordem Mundial".
Um muito bem elaborado documentário, que é já uma importante referência, entre os que estão politicamente "acordados", e um que tem sido elogiado por pessoas de renome internacional.
(Assim como, um documentário que, caso tivesse eu de elaborar uma lista de recomendados, seria certamente o que ocuparia a primeira posição de todas...)
São 3 horas e meia, mas, podem fazer como eu e ver em várias partes, ao longo de vários dias.
Acreditem que vale mesmo (imenso) a pena. E, têm muito tempo para o ver, pois, só depois do Natal é que irei voltar a fazer aqui alguma colocação.

(Para quem quiser, deixo aqui uma sinopse deste filme, presente na sua página oficial na Internet.)

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colocado por Fernando Negro às 07:56

Os Illuminati não existem

03.12.13
Atenção, que anda para aí muita gente bem-intencionada, que está convencida da existência de uma sociedade secreta, conhecida como os "Illuminati" da Baviera, e que insiste em denunciar tal paranóia, sem ter provas algumas que sugiram a existência actual deste grupo...
E, a essas pessoas, gostaria de dizer o seguinte:
  1. Os grupos revolucionários nunca ressuscitam. E, se oficialmente deixam de existir, a partir de certa altura, não voltam nunca mais a surgir. Nunca. Até porque...
  2. As pessoas com poder, já não querem sempre mais poder. Isso era uma ambição antiga, que perdurou durante os 6 mil anos de História da Civilização anteriores, mas que, desde que os planos de tal sociedade secreta foram descobertos e foi tal grupo perseguido, simplesmente desapareceu da mente dos poderosos.
  3. O que pode ser lido <neste> título de uma notícia da mais importante publicação económica italiana, é um erro de tipografia, que não foi a tempo de ser corrigido.
  4. E, o que é referenciado (e pode ser ouvido na hiperligação incluída) <nesta> colocação é uma mera ilusão sonora. Não é realmente isso que tal conhecido apresentador está a dizer.
  5. O forte paralelismo que pode ser observado entre os objectivos passados de tal sociedade secreta e o que, hoje em dia, vemos acontecer, é fruto de mera coincidência - e não de uma qualquer "conspiração" oculta. Pois, os poderosos hajem sempre sem planos pré-definidos, a longo prazo, e nunca formam grupos secretos, nos bastidores, longe do olhar público. Tudo o que vemos acontecer, a longo prazo, é fruto do mero acaso e da espontaneidade - e não de uma qualquer evolução planeada.
  6. O que é dito <nesta> descrição não passam de meras baboseiras, que, de tão ridículas que são, nem vale a pena refutá-las...
  7. E, o documentário que se segue - do qual foi feita a anterior descrição - é um péssimo documentário, feito por gente que não sabe realmente nada do que está a falar. E um documentário que não deve ser visto por ninguém que esteja seriamente interessado/a neste assunto e que se queira inteirar sobre o mesmo, recorrendo apenas a fontes fidedignas.

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