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O feriado anarquista

01.05.14
Comemora-se hoje, mais uma vez, o feriado do 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores.
E, também mais uma vez, uma imensa quantidade de gente alienada, neste "jardim" decadente, "à beira-mar plantado", nem ideia exacta faz do que é que aconteceu por volta deste dia e que justifica a existência deste feriado.
Como será, daqui a umas décadas?
Nem farão as pessoas, que gozam tal feriado, ideia do que é uma greve? Do que é um movimento de trabalhadores? Do significado do termo "Luta Social"? Ou (tal como já acontece, em grande escala) do significado da palavra "anarquista"?
Não. Não será tal feriado mais gozado. Mas, sim, para tudo o resto...
Ao que tudo indica, não farão tais pessoas mais ideia do significado desses termos. E será este feriado, obviamente, mais um de vários que - perante a passividade dessa mesma massa alienada e tal como será o caso do feriado do 25 de Abril - serão possivelmente abolidos.
Mas, se for assim que acabem as coisas, então, que seja...
Uma coisa que vos posso garantir, contudo, é que, nem que seja a única pessoa a fazê-lo, há pelo menos um anarquista que não se irá nunca render. E que nunca fará parte da massa estupidificada, alienada, inerte, cobarde, decadente e sem valores, que tudo isto está a destruir.
Por isso, encham os centros comercias e façam mais o que quer que seja que decidam fazer neste dia, que há pelo menos uma pessoa que irá estar a pensar nos mártires que deram a sua vida para que todos tivéssemos hoje mais direitos, condições de trabalho e qualidade de vida.

Vivam os Mártires de Chicago. Viva o 1º de Maio. Vivam os Trabalhadores.

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colocado por Fernando Negro às 17:52

"Perguntem-no a Bakunin!"

03.01.14

Uma curiosa nota de tradutor, presente numa versão legendada em castelhano do documentário "The Money Masters", para o qual chamei aqui a atenção, duas colocações atrás.

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colocado por Fernando Negro às 06:42

Noam Chomsky desmascarado

16.11.13
(Já aqui o mencionei uma vez, mas aproveito este recente vídeo extenso sobre o mesmo, para o denunciar de modo mais completo...)
Parece que aquele que é, talvez, o mais conhecido "anarquista" actualmente vivo - que muito promovido é pela imprensa controlada e com o qual, pessoalmente, sempre aprendi muito pouco - não deverá ser assim tão "anarquista" e "anti-sistema" como muitos pensam...
(Vejam o vídeo que se segue e tirem as vossas próprias conclusões...)

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Viver a Utopia

17.08.13

O documentário de eleição da maior parte dos anarquistas... ;)
Melhor do que qualquer obra de ficção, ainda que muito baseada na realidade, não há nada como mostrar e contar os factos, tal como eles realmente aconteceram.
Copiando para aqui uma descrição no YouTube, que se pode encontrar numa versão legendada em inglês: "Considered a jewel amongst historians and rebel hearts, this documentary made in 1997 about the 1936 Spanish Revolution blends historical accounts of the development of the anarchist movement with first-hand testimonies."
Uma muito interessante colecção de descrições de muito importantes factos históricos e de belos testemunhos, da parte de quem tudo isto viveu, na Catalunha, há 75 anos - e que certamente muitos detractores do Anarquismo, gostariam um dia de apagar da História, enquanto continuam dizendo que este é algo utópico e inalcançável...

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colocado por Fernando Negro às 11:32

Abram alas para o Piotr Kropotkin

15.08.13
Um muito especial autocarro que fazia, até recentemente, parte (com este nome) das carreiras de uma cidade do Sul de Inglaterra...

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Conheçam Mikhail Bakunin

13.08.13

Há muitos poucos anos (já se tinha iniciado o actual Colapso) decidi tentar a minha sorte, em termos de emprego, no interior do país.
Sem acesso à Internet, onde estava, sem nenhum livro que quisesse, na altura, ler e numa casa onde só tinha acesso à rádio e à televisão convencional para me entreter, por haver também nessa casa um leitor de DVD ao meu dispor, com uma entrada USB, decidi, nos fins-de-semana que vinha passar à zona de Lisboa, procurar na Internet por alguns filmes, documentários e também uma ou outra série de televisão que me despertasse algum interesse, para copiar alguns episódios (todas as semanas) para uma "caneta" USB, com uma boa capacidade de memória (e que para isso comprei), para, deste modo, ter com que me entreter nos dias úteis.
Por ser eu um amante da natureza e por já me ter deparado com um ou outro episódio desta série que me tinha despertado algum interesse, decidi então experimentar ver a famosa série "Lost".
(Refiro-me à mesma pelo seu título original, pois, não preciso de legendas e, por isso, não fiz questão de ver a versão em português...)
Com mesmo muito tempo livre para ocupar, devido à falta de actividade profissional, lá ia eu vendo até vários episódios de seguida e, rapidamente, lá ia avançando eu nas temporadas, ao ponto de não demorar muito até passar à seguinte.
A série, acabou por ser decepcionante... Pois, para além da bela paisagem natural, o argumento acabava por ser um enredo de intrigas tal, que uma pessoa, às tantas, já nem dava conta de toda a história. E, por isso, já nem sei em que temporada é que desisti de a continuar a ver...
Mas, estava eu a ver uma delas, sempre à espera de mais uma surpresa (das tantas que esta série proporcionava) quando, um grupo de personagens chega a uma zona remota da ilha onde decorre a maior parte da acção e se depara com um personagem que vivia sozinho numa casa isolada.
Eis que chega a altura do último se identificar e o mesmo profere as palavras "Mikhail Bakunin"(!)...
"O quê?... Terei ouvido bem?..." - pensei, antes de puxar a acção para trás, para repetir a cena em causa, para aí umas 3 vezes, para ter a certeza de que estava a ouvir bem.
"Mikhail Bakunin"(!), repetia o personagem, de cada vez que o tentava ouvir mais claramente...
Era, realmente, o mesmo nome(!).
O personagem, curiosamente, acabou por ser até, a meu ver, o mais interessante da série (até onde eu a vi, isto é). Pois, para além de viver sozinho, vivia com acesso a um computador onde se podia jogar xadrez, no qual, caso conseguisse o utilizador ganhar ao computador no jogo, tinha esse mesmo utilizador acesso a informação secreta que estava nesse mesmo computador guardada.
Mas, não podia ser pura coincidência, quanto ao nome, pensei... Pois as pessoas que escrevem argumentos são pessoas minimamente cultas. E, certamente, saberão que existe um conhecido pensador com o mesmo nome.
(Ou, no mínimo, ficariam a saber, se, por coincidência, surgissem com um nome destes... E, a quererem evitar uma associação destas, decidiriam-se por um outro nome.)
A confirmação, pude fazê-la na Internet. Onde fiquei a saber que os nomes de vários dos personagens da série foram tirados de conhecidas personalidades.
E, realmente, sempre que ouvia a menção do nome do personagem "Faraday", não conseguia deixar de pensar no conhecido cientista. Até porque, eram cientistas que aparentavam ser alguns dos personagens - incluindo o mencionado "Faraday".
A grande surpresa, para mim, foi ver ser referido o nome de um conhecido anarquista, numa muito popular obra, sem que esse mesmo nome fosse vilificado ou retratado de algum modo negativo. Pois, ao que estou habituado é que, sempre que se fala dos anarquistas, é para dizer mal...
E fiquei, até, a achar estranho que esta série de televisão fugisse à visível (e que aparenta ser, de facto, uma) regra dos média de massas...
O período após esta descoberta, acabou por ser engraçado... Pois, de cada vez que pesquisava na Internet sobre o conhecido pensador, ao lado das imagens do original, apareciam sempre também as do (talvez hoje, até mais conhecido) personagem. ;)

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colocado por Fernando Negro às 10:56

Há 75 anos, no vizinho Estado Espanhol...

29.07.13
(Um filme, que também só vi já depois de me ter "reformado" do activismo anarquista e que penso que possa ser interessante para algumas das pessoas que consultam este blogue - e que deixo aqui como sugestão para as férias em que sei que muitos estarão. A visualização do mesmo, talvez seja melhor que seja feita na sua versão original, em inglês. Embora o castelhano seja algo que a muitos possa despertar mais sentimentos.) ;)

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colocado por Fernando Negro às 10:26

Extraordinária capacidade de memória

08.07.13
Uma notícia antiga, do início do século passado - que encontrei, ao procurar pelo (familiar) termo "portuguese anarchist" (com aspas) no motor de busca da Google - que foi publicada num jornal do nordeste dos EUA, a propósito do que tinha sido o recente regicídio em Portugal.




(Suponho que os leitores deste jornal deviam ser pessoas mesmo muito estúpidas...)

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colocado por Fernando Negro às 00:56

De anarca a... chamem-lhe o que quiserem...

22.03.13

De uma das últimas vezes que peguei num jornal, vi uma fotografia desta criatura, a propósito de uma qualquer notícia, da qual já não me lembro qual era o conteúdo...
Tenho a impressão de que tinha qualquer coisa a ver com o actual cargo que ocupa, como lacaia-mor ao serviço do Império, na chamada "Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento".
(Ou "FLAD/CIA", como escrevia, repetidamente, um conhecido anarquista da zona de Lisboa, há uns anos...)
De qualquer modo, o que me vem à memória, de cada vez que a vejo, não deixa de ser um muito curioso facto sobre o seu passado... Facto esse, do qual poderão ter conhecimento, <aqui>.

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colocado por Fernando Negro às 07:41

Bakunin, um agente britânico?

04.03.13

A afirmação foi feita no último episódio da série de documentários de Daniel Estulin, que é exibida na versão em castelhano do canal internacional de notícias RT.
E, dada a importância desta mesma afirmação, decidi cortar e republicar aqui o trecho com a parte em que este menciona tal facto(?).



Que o Marx era um agente britânico, era algo do qual eu já sabia... E para o qual já tinha deixado as dicas aqui, aqui e aqui. (E também algo que, pelo menos para mim - apesar de inicialmente surpreendente - pelas razões que enuncio nas hiperligações anteriores, faz todo o sentido.)
Mas, realmente... Do que já tinha folheado dos livros e monografias do Dr. John Coleman, que tenho andado a acumular, já tinha visto referências ao Anarquismo na mesma linha do Marxismo, em que este autor apresenta a promoção destas duas ideologias como acções desestabilizadoras, por parte da sociedade dos Illuminati, com o objectivo de subverter o modelo de sociedade nacionalista que havia, numa maneira que convinha a quem liderava (e lidera) o movimento da NOM - pessoas essas, que o Daniel Estulin descreve como "sinarquistas".
Mas, no que toca ao Anarquismo, sempre pensei que se tratasse de uma má interpretação, por parte do Dr. Coleman (que, aproveito para dizer que, apesar da sua visão da espécie humana que roça o racismo e da sua crença religiosa cristã, é, para mim, tão credível quanto o Daniel Estulin) da verdadeira natureza da ideologia anarquista...

Mas, ter agora o Estulin a nomear especificamente o Mikhail Bakunin, é que foi algo que verdadeiramente me surpreendeu... Ainda que fosse - do que já pude, um pouco, ler do Dr. Coleman - uma possibilidade para a qual já tinha aberto a minha mente - a qual, aproveito também para dizer, estará sempre aberta a qualquer Verdade que seja, desde que esta o seja, realmente, e vá esta dar onde for...
(Mas, ora aqui está algo sobre o qual terei ainda muito de me informar e que, definitivamente, me fará pensar mesmo muito nos próximos tempos... Pois, terei então de saber se o Bakunin seria, de facto, um agente - e se isto não se tratará de uma interpretação abusiva dos factos - e se, a ser um agente, este o era consciente ou inconscientemente, em toda esta conspiração... Assim como, se (consequentemente) a vertente socialista do Anarquismo que este defendia, enquanto ideologia, surgiu, tal como o Comunismo, por vontade da NOM, ou se foi apenas algo do qual este último movimento se aproveitou, subverteu e usou, segundo lhe conveio...)
Sei, por exemplo, que o Webster Tarpley, quando diz também que o Marx era um agente britânico, fala em "tese". Mas, tal como se pode entender nas dicas que deixo no início deste texto, pelo menos para mim (que já estou relativamente bem informado sobre a componente comunista) no caso do Marx, isto é algo que é imensamente sugerido pelos factos históricos que são bem conhecidos e que são factos confirmados. Mas, quanto aos conhecidos pensadores anarquistas, ainda não vi nada que o sugerisse fortemente...
Se bem que, por outro lado, e falando no caso específico do Bakunin, também sei que ele faz, num dos seus livros, uma estranha referência a Satã como "o eterno revoltado, o primeiro livre- -pensador e o emancipador dos mundos! Ele faz o homem se envergonhar de sua ignorância e de sua obediência bestiais; ele o emancipa, imprime em sua fronte a marca da liberdade e da humanidade, levando-o a desobedecer e a provar do fruto da ciência", sei que ele era um defensor da violência em actos revolucionários (algo com o qual eu não concordo, sendo eu apenas defensor da autodefesa, quando se atinja uma maioria de população que esta alternativa queira seguir - alinhando-me eu mais, nesse aspecto, com o mais conhecido anarquista de todos, ainda que tal escritor não se assumisse como tal) e sei também que uma das coisas que ele fez foi andar por vários países a instigar revoltas, no decorrer da chamada "Primavera dos Povos" - por trás da qual (sabem hoje as pessoas bem informadas) esteve o Império Britânico. (Leiam Webster Tarpley.)

Mas, se Bakunin foi um agente britânico... Então e o Kropotkin, já agora? Que terminou os seus dias em solo britânico, foi lá bem acolhido e que escrevia até para uma das mais importantes publicações do poder estabelecido nesse país? Mudou ele apenas de liderança real e era também ele um agente da coroa britânica?!... E o Nestor Makhno?... Que se dizia anarquista, mas não se comportava como tal, liderou um exército que lutava a favor dos bolcheviques (e cujo modo de actuar faz lembrar os corsários e as supostamente independentes milícias paramilitares latino- -americanas, que servem para fazer os "trabalhos sujos" e esconder/negar a autoria governamental dos mesmos) e que, quando chegou a altura destes seus "aliados" exterminarem tal organização menos obediente, foi um dos muito poucos que escapou a tal purga?... Parece que há aqui mais coisas para as quais se pode olhar de modo suspeito(!)...

É preciso, no entanto, ter em conta que, ainda que isto seja verdade, tal não desvaloriza, necessariamente, o Anarquismo, em si - ou faz desta ideologia uma alternativa inválida. Pois, não foi esta ideologia criada apenas por Mikhail Bakunin, nem foi sequer ele o primeiro a apelidar-se como "anarquista". E não digo isto apenas por me considerar ainda anarquista, mas por - depois de já me ter deparado, antes de ter visto este documentário, com algumas afirmações do Dr. Coleman a dizer algo no mesmo sentido - ser isto algo sobre o qual já reflecti anteriormente e não ver numa alternativa de sociedade anarquista - que funcione séria a verdadeiramente como tal (com as devidas excepções, onde este ideal não possa ser implementado) - algo que seja benéfico, de algum modo, para o poder (agora já bem) estabelecido - muito pelo contrário. Pois, ainda que esta seja aplicada apenas em parte (no mesmo sentido em que foi criado o Marxismo) não vejo, mais uma vez, nisso algo que beneficie o poder estabelecido, visto que a síntese que vejo que daí resultaria, seria então uma sociedade "minarquista", tal como defendem os chamados "libertários" norte-americanos - os quais são até dos maiores opositores a este projecto da NOM.
Pelo que diz o Estulin neste trecho - e a ser verdade(?) o que ele diz - o que entendo é que o Anarquismo, tal como era defendido por Bakunin, tenha sido então inventado como uma mera fachada, para nunca ser verdadeiramente aplicada(?), a qual era usada por este e outras pessoas controladas pelo Império Britânico - que eram, na verdade, niilistas e - que queriam apenas desestabilizar os países onde instigavam revoltas(?). Mas, nesse caso, já não é então de Anarquismo que estamos a falar - mas sim de niilismo...
Por outras palavras, entendo que o Anarquismo que defendia Bakunin tenha sido então criado com a mera intenção de subverter a ordem nacionalista que, na altura, existia e como uma alternativa que seria apenas temporaria e parcialmente criada, para depois ser "corrigida" pela alternativa final pretendida por quem lidera o movimento da NOM. (E que seria, numa das etapas - e já o é, nos dias de hoje - o tal superestado europeu defendido pelo, também mencionado pelo Estulin e conhecido amigo de Bakunin, Mazzini, que também já eu sabia, através do Dr. Coleman, que fazia parte de toda esta conspiração.)
Mas, caso tenha sido, de facto, este o objectivo com que foi criado o tipo específico de Anarquismo que era defendido por Bakunin, tal como disse anteriormente para o caso do Anarquismo, na sua forma genérica, isso não faz - para mim, pelo menos - desse modelo específico uma alternativa inválida, nem quer sequer, necessariamente, dizer que não seja este uma (muito) boa ideia...
(Ainda que possa ter sido, então, originalmente criado com o mero objectivo de subverter, e destruir por dentro, os diferentes Estados-Nação existentes, no decorrer da guerra, que já dura há séculos, entre este tipo de organizações e as forças sinarquistas e internacionalistas da NOM.)
Enfim... Enquanto não souber mais nada sobre isto, só posso especular. E, como não tenho eu acesso a fontes dentro dos vários serviços secretos ocidentais, nem tempo ou dinheiro para passar literalmente anos de volta do arquivo histórico do Museu Britânico e outras grandes bibliotecas - tal como têm e fazem o Dr. John Coleman e o Daniel Estulin - para saber e tentar perceber o que se passou naquela altura, terei de aguardar até saber de mais coisas da parte destes.
(Enviei até uma mensagem ao Estulin, a pedir para ele, um dia, elaborar mais sobre o assunto, num dos seus trabalhos, e, dado que ele quer claramente contar tudo o que sabe sobre isto, estou esperançoso que um dia ele o possa explicar melhor.)
De qualquer modo, quanto a tirar - dentro do possível e antes de tal ocorrer - as dúvidas que agora se levantam sobre tudo isto, isso será algo que, da minha parte, só irei tentar fazer quando terminar a série de colocações que ainda quero fazer neste blogue e terminar também - pelo menos, no que toca à controlada - a minha presença na blogosfera.

("Viva a Anarquia"?)

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