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Como o ditador Estaline descarrilou os planos da NOM para a Rússia

24.08.18

estaline.jpg

[Um comentário que fiz ontem e hoje, em várias partes, no blogue da historiadora Raquel Varela, à sua última colocação "Trotsky poderia ter sido Stalin?". Quem se quiser informar sobre o que foi a "Nova Política Económica" de Lenine, pode começar pela boa página na Wikipedia sobre o assunto.]

 

Já muita gente bem informada sabe, hoje em dia, que Trotsky era um agente dos interesses capitalistas ocidentais, de Wall Street e afins – que, ao contrário do Estaline, não estavam interessados na implementação de um verdadeiro regime socialista (seja ele nacionalista ou internacionalista) na Rússia.

(Eu, que digo isto, não sou estalinista, ou sequer comunista… Sou apenas um “socialista libertário” que está bem informado, através de fontes fidedignas, sobre o que se passa nos bastidores políticos – e que não aprova as acções de nenhum dos intervenientes em causa.)

Todas as seguintes citações, em inglês, são tiradas de um livro – http://www .reformation.org/wall-st-bolshevik-ch2.html – escrito por um conhecido historiador e economista britânico – https://en.wikipedia.org/wiki/Antony_ C._Sutton – cujas obras são até recomendadas (como uma forma de se gabarem tais interesses do que fizeram) por um ex-Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA chamado Zbigniew Brzezinski.

1) Quem é que suportava os inexplicáveis altos custos de vida de Trotsky, quando este vivia em Nova Iorque?

«How did Trotsky, who knew only German and Russian, survive in capitalist America? According to his autobiography, My Life, “My only profession in New York was that of a revolutionary socialist.” In other words, Trotsky wrote occasional articles for Novy Mir, the New York Russian socialist journal. Yet we know that the Trotsky family apartment in New York had a refrigerator and a telephone, and, according to Trotsky, that the family occasionally traveled in a chauffeured limousine. This mode of living puzzled the two young Trotsky boys. When they went into a tearoom, the boys would anxiously demand of their mother, “Why doesn’t the chauffeur come in?”1 The stylish living standard is also at odds with Trotsky’s reported income. The only funds that Trotsky admits receiving in 1916 and 1917 are $310, and, said Trotsky, “I distributed the $310 among five emigrants who were returning to Russia.” Yet Trotsky had paid for a first-class cell in Spain, the Trotsky family had traveled across Europe to the United States, they had acquired an excellent apartment in New York — paying rent three months in advance — and they had use of a chauffeured limousine. All this on the earnings of an impoverished revolutionary for a few articles for the low-circulation Russian-language newspaper Nashe Slovo in Paris and Novy Mir in New York! Joseph Nedava estimates Trotsky’s 1917 income at $12.00 per week, “supplemented by some lecture fees.”2 Trotsky was in New York in 1917 for three months, from January to March, so that makes $144.00 in income from Novy Mir and, say, another $100.00 in lecture fees, for a total of $244.00. Of this $244.00 Trotsky was able to give away $310.00 to his friends, pay for the New York apartment, provide for his family — and find the $10,000 that was taken from him in April 1917 by Canadian authorities in Halifax. Trotsky claims that those who said he had other sources of income are “slanderers” spreading “stupid calumnies” and “lies,” but unless Trotsky was playing the horses at the Jamaica racetrack, it can’t be done. Obviously Trotsky had an unreported source of income.»

2) Sabe como é que o Trotsky conseguiu entrar na Rússia para fazer a Revolução Bolchevique? Com um passaporte americano! Que lhe foi dado por intervenção do presidente estadunidense Woodrow Wilson.

«This American passport was accompanied by a Russian entry permit and a British transit visa. Jennings C. Wise, in ‘Woodrow Wilson: Disciple of Revolution,’ makes the pertinent comment, “Historians must never forget that Woodrow Wilson, despite the efforts of the British police, made it possible for Leon Trotsky to enter Russia with an American passport.”»

3) Sabe quem é que interveio para que Trotsky fosse libertado, quando este foi detido pelas autoridades canadianas a caminho de fazer a Revolução na Rússia? O governo britânico.

«However, the next day, April 21, Gwatkin wrote Coulter: “Our friends the Russian socialists are to be released; and arrangements are being made for their passage to Europe.” The order to Makins for Trotsky’s release originated in the Admiralty, London. Coulter acknowledged the information, “which will please our New York correspondents immensely.”»

E, não é só relativamente ao Trotsky que há provas da existência de (muito importantes) ajudas dos capitalistas ocidentais. É a mesma história de que com o Lenine (leia o livro em causa: http://www.reformation.org/wall-st- bolshevik-rev.html). E, até o próprio Marx já foi denunciado numa televisão estatal russa, há poucos anos, como um agente da coroa britânica (https:// www.youtube.com/watch?v=8VbI-t-HUuA).

Existem muito boas explicações para tudo isto. E, isso é outra história, que demora muito tempo a explicar…

Mas, sobre o Estaline,

Obviamente que este e outros membros das cúpulas dirigentes terão, a dada altura, ficado a saber de como é que o Trotsky tinha conseguido entrar na Rússia. E, como tal, terão achado tal coisa suspeita e mandado elementos da polícia secreta investigar. E, tendo a polícia secreta certamente feito o seu trabalho, terão conseguido esta e o Estaline perceber de que realmente se tinha tratado então a Revolução Bolchevique.

O Estaline não matou “camaradas” dirigentes e revolucionários, um atrás de outro, porque queria o poder para ele. Estaline fê-lo certamente porque, a partir de dada altura, percebeu que uma grande parte destes eram na verdade agentes de interesses capitalistas estrangeiros (i.e. traidores) que não queriam nenhum real Socialismo na Rússia (certamente membros da Maçonaria e afins).

Leia o que tem a dizer sobre isto o actual coronel dos serviços secretos militares russos, Daniel Estulin: https://twitter.com/search?l=&q=trotsky %20from%3AEstulinDaniel

O que o Trotsky realmente queria, é o que querem os seus verdadeiros discípulos de hoje em dia, como o falso esquerdista Bloco de Esquerda. Usar o Socialismo como mera “cenoura” metafórica que se pendura em frente a um burro para o fazer andar, mas que nunca irá tal burro conseguir alcançar.

O Trotsky, como todos sabem, era suposto ser o sucessor do Lenine.

E, o que é que andou o Lenine a fazer até aos seus últimos dias de vida?

A implementar a “Nova Política Económica”, que adoptava princípios capitalistas – e que, de acordo com o próprio, era uma política “importante” e para ser implementada a “longo prazo”.

Com a interferência de Estaline, acabou-se com tal política e iniciou-se então uma sociedade verdadeiramente socialista – que viria a fazer da URSS a união socialista que conhecemos – tendo Estaline, com isto, provado que Lenine estava errado (ou estava a mentir) e que não havia necessidade alguma da NPE para fazer a Rússia atingir (rapidamente) o Socialismo.

É por isto é que é Estaline, ainda hoje, tão odiado e demonizado pelo Ocidente – com tudo o que são publicações ocidentais a exagerar imenso o número de pessoas que foram por ele mortas (https://twitter.com/search?q= solzhenitsyn%20from%3AEstulinDaniel + https://twitter.com/search?q= stalin%20from%3AEstulinDaniel).

(Repito, eu não sou estalinista, nem sequer comunista. Apenas conto as coisas como sei que elas verdadeiramente se passaram.)

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É disto que eu falo, quando por vezes digo que temos de reparar na chamada "linguagem corporal" dos vários personagens políticos

22.08.18

Reparem na cara da entrevistada, que parece, mais do que uma vez, estar prestes a partir a rir-se, como quem está a gozar com (ou, neste caso, literalmente a contar uma grande mentira a) quem fala, ou a quem a sua mensagem se dirige. (A expressão facial em causa é ligeira, mas está lá...)

(Como em muitíssimas outras ocasiões, a imprensa controlada apenas mostra um lado da história. A mesma imprensa controlada que até instiga outros "artistas" a apoiarem esta banda. E, para quem não saiba de tal por não ler imprensa alternativa, esta banda usa até um símbolo que denuncia a sua verdadeira natureza.)

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Isolada, mas não alienada (ao contrário de muitos na civilização)

05.08.18

O seguinte trecho que seleccionei no seguinte documentário - sobre a última sobrevivente da família Lykov - vem a propósito de um aviso recente que fiz, num blogue cristão que descobri, sobre o facto do "número da besta" ser já usado, presentemente, para "comprar ou vender" (Apocalipse 13:16-18) - tal como denunciava eu, há uns anos, <aqui>.

(Têm a confirmação da razão de ser de tal rejeição, a partir da marca dos 33m e 31s do documentário.)

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colocado por Fernando Negro às 16:30

Não houve qualquer ataque químico na Síria (x3)

30.04.18

"No Attacks, No Victims": Syria Chemical Attack Video Participants Speak At OPCW Briefing

by Tyler Durden [Zero Hedge]
Fri, 04/27/2018 - 22:23

Russian officials brought fifteen people to The Hague from the city of Douma, Syria, said to have been present during the alleged April 7 chemical attack - including 11-year-old Hassan Diab, who was seen in a widely-distributed video taken by the controversian NGO organization known as the "White Helmets," who filmed themselves giving Diab "emergency treatment" after the alleged incident.

We were at the basement and we heard people shouting that we needed to go to a hospital. We went through a tunnel. At the hospital they started pouring cold water on me,” said Diab, who was featured in the video which Russia's ambassador to the Netherlands says was staged.

The boy and his family have spoken to various media outlets, who say there was no attack.



Others present during the filming of Diab's hospital "cleanup" by the White Helmets include hospital administrator Ahmad Kashoi, who runs the emergency ward.

 

There were people unknown to us who were filming the emergency care, they were filming the chaos taking place inside, and were filming people being doused with water. The instruments they used to douse them with water were originally used to clean the floors actually,” Ahmad Kashoi, an administrator of the emergency ward, recalled. “That happened for about an hour, we provided help to them and sent them home. No one has died. No one suffered from chemical exposure.” -RT

 

Also speaking at The Hague was Halil al-Jaish, an emergency worker who treated people at the Douma hospital the day of the attack - who said that while some patients did come in for respiratory problems, they were attributed to heavy dust, present in the air after recent airstrikes, but that nobody showed signs of chemical warfare poisoning.

 

The hospital received people who suffered from smoke and dust asphyxiation on the day of the alleged attack, Muwaffak Nasrim, a paramedic who was working in emergency care, said. The panic seen in footage provided by the White Helmets was caused mainly by people shouting about the alleged use of chemical weapons, Nasrim, who witnessed the chaotic scenes, added. No patients, however, displayed symptoms of chemical weapons exposure, he said. -RT

 

Emergency paramedic Ahmad Saur who is with the Syrian Red Crescent, said that his hospital ward did not receive any patients exposed to chemical weapons the day of the alleged incident, and that all the patients either needed general medical care or help with injuries.



That said, none of these people's testimony will make it into the "official record" as it currently stands. Russia's permanent representative to the OPCW, Aleksandr Shulgin, said that the OPCW has already interviewed six alleged Douma witnesses brought to The Hague , and they won't interview any more.

 

The others were ready too, but the experts are sticking to their own guidelines. They’ve picked six people, talked to them, and said they were 'completely satisfied' with their account and did not have any further questions" -Aleksandr Shulgin

 

Shulgin also said that "certain Western countries" accusing Russia and Syria of trying to "hide" witnesses to the attack is not true.

Meanwhile, the West - unhappy with this unexpected diversion to its narrative - has called the Russian press conference a "stunt" - with Britain and France both denouncing it as an "obscene masquerade."

This obscene masquerade does not come as a surprise from the Syrian government, which has massacred and gassed its own people for the last seven years,” said France’s ambassador to the Netherlands, Philippe Lalliot.

"The OPCW is not a theatre," Britain's envoy to the agency, Peter Wilson, said in a statement. "Russia's decision to misuse it is yet another Russian attempt to undermine the OPCW's work, and in particular the work of its fact-finding mission investigating chemical weapons use in Syria."

In other words, the West is happy to bomb a sovereign nation based on nothing more than non-public "evidence" suspected to have been staged and provided by the White Helmets, but when actual residents of Douma show up to tell their side of it, they are condemned as an "obscene masquerade" and denied an opportunity to submit their testimony on the record. Sounds about right for the military industrial complex which if nothing else scored a few extra billion in procurement contracts thanks to the latest farcical attack on Syria.

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O que acontecerá a boa parte do Mundo com uma Guerra Nuclear

14.04.18

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O seguinte é um trecho de promoção da melhor versão (a de 2000 e não a de 1959) do melhor filme que já vi, sobre a possibilidade de uma guerra nuclear neste mundo, que possui o mesmo título do livro em que se baseia, On the Beach.

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Não houve qualquer ataque químico na Síria

14.04.18

[E, se tivesse ocorrido um destes horríveis incidentes - que, sabem Bashar al-Assad e toda a gente bem informada, não são mais do que a desculpa perfeita para que o Ocidente possa intervir a favor da sua al-Qaeda - teriam, obviamente, sido os próprios rebeldes os autores do mesmo... É a mesma história do que se passou há 5 anos - e não só. Reparem bem na altura em que isto acontece: uns meros dias depois de Trump ter declarado que queria retirar as tropas estadunidenses da Síria...]

 

"There Wasn't A Single Corpse": Russia Claims 'White Helmets' Staged Syria Chemical Attack

by Tyler Durden [Zero Hedge]
Thu, 04/12/2018 - 04:44

Russia claims that the reported chemical attack in Syria last Sunday was staged by the "white helmets," a US-funded NGO lauded by mainstream media for their humanitarian work, while long-suspected of performing less-than humanitarian deeds behind the curtain.

Speaking with EuroNews, Russia's ambassador to the EU, Vladimir Chizov, said "Russian military specialists have visited this region, walked on those streets, entered those houses, talked to local doctors and visited the only functioning hospital in Douma, including its basement where reportedly the mountains of corpses pile up. There was not a single corpse and even not a single person who came in for treatment after the attack."

"But we've seen them on the video!" responds EuroNews correspondent Andrei Beketov.

"There was no chemical attack in Douma, pure and simple," responds Chizov. "We've seen another staged event. There are personnel, specifically trained - and you can guess by whom - amongst the so-called White Helmets, who were already caught in the act with staged videos."



Russia said it sent experts in radiological, chemical and biological warfare - along with medics, in order to inspect the Eastern Ghouta city of Douma where the attack is said to have taken place.

Russia's Defense Ministry said in a statement that the experts "found no traces of the use of chemical agents," following a search of the sites, adding "All these facts show... that no chemical weapons were used in the town of Douma, as it was claimed by the White Helmets."

All the accusations brought by the White Helmets, as well as their photos... allegedly showing the victims of the chemical attack, are nothing more than a yet another piece of fake news and an attempt to disrupt the ceasefire,” said the Russian Reconciliation Center.

In a statement to the UN Security Council on April 9, Russia's UN Ambassador, Vassily Nebenzia outlined Russia's position on the timeline of the attack in Douma, as well as the Western response after the White Helmets reported that chemical agents were used:


On April 6, the new head of Jaysh al-Islam, following instructions of sponsors, derailed the evacuation of a party of fighters from Douma and resumed the rocket and mortar fire against residential areas in Damascus. The firing targeted [indistinct name of four areas]. According to official information, eight people died. 37 civilians were wounded. Unfortunately, we failed to see statements from Western capitals condemning the shelling of a historical district of Damascus. The following day, April 7, fighters accused the Syrian authorities of dropping barrel bombs with toxic substances. At the same time, diversions were being mixed up. It was either called sarin, chlorine, or a mix of toxic gases. Based on a well-known scheme, these rumors were immediately taken out by those who are financed by western capitalists; I am referring to NGOs and the White Helmets who are mendaciously acting under the cloak of health professionals. And these reports were also taken up and transferred to media outlets.

It behooves us once again to state that many of these dubious structures have a clear list of the email addresses of representatives of Security Council members, which shows that some of our colleagues, with a reckless approach towards their status, are leaking sensitive information to their protégés. Incidentally, all should recall the way that accidentally, the White Helmets put on the internet a video which showed preparations for staging a so-called victim of an alleged attack perpetrated by the Syrian army.

Indeed, over the last several years, reports out of Syria have been criticized as being primarily of anti-Assad origin and unverified.

In a speech at the UN, pro-Assad Canadian journalist and RT contributor Eva Bartlett gave her account of what's going on with reports out of Syria - calling western sources "compromised" and "not credible."



Meanwhile, UK Prime Minister Theresa May told President Trump on Tuesday that Britain would require more evidence in last weekend's suspected chemical attack before committing to a military strike against Syria, reports The Times.


The prime minister rejected a swift retaliation as inspectors from the Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons (OPCW) prepared to visit the Damascus suburb where at least 40 people were reported to have been killed by chlorine gas on Saturday. -The Times

May chaired a meeting of the national security council in London this week, where she spoke with Presidents Trump and Macron for the first time since the Douma chemical attack. It is reported that Trump, who's had a remarkable change of heart on U.S. involvement in Syria since the election, did not ask the UK to join military strikes.


A No 10 read-out of her call with the US president stated that they agreed the international community “needed to respond” but stopped short of blaming the Syrian regime. “They agreed that reports of a chemical weapons attack in Syria were utterly reprehensible and if confirmed, represented further evidence of the Assad regime’s appalling cruelty against its own people and total disregard for its legal obligations not to use these weapons,” it said. -The Times

President Trump also appears to have backed off an imminent strike after promising Syria would "pay a big price," and that the U.S. response would be decided by Wednesday. Trump reportedly canceled travel plans after reports emerged that Russian and Iranian involvement in Syria would complicate matters in the region.

Meanwhile, Secretary of Defense James Mattis has said that the U.S. is still assessing intelligence on the alleged chemical attack, saying in a statement "we're still working on this." In the same breath, Mattis said the United States is "ready" to provide military options for Syria.

 

***

 


(Está disponível uma transcrição desta muito importante declaração, há poucos dias feita na ONU pelo Embaixador russo, Vassily Nebenzia, <aqui>.)

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Dunquerque e Segunda Guerra Mundial explicadas em 5 "tweets"

13.03.18



(Por ser este um filme que ainda não passou nos canais de cinema da TV por cabo, ainda não o vi. Mas, tendo sido realizado por Christopher Nolan, arrisco-me já a "pré-recomendá-lo" - por pensar que será, certamente, mais um bom filme deste realizador, que estou muito curioso em ver.)

Deixo então aqui, a propósito desta obra e da temática de uma colocação que fiz há poucos dias, uma pequena série de 5 tweets que fiz, em resposta a um outro da conta "Crimes of Britain" que se referia à famosa retirada de Dunquerque como um episódio cobarde, por parte dos britânicos.

(Já agora, o que é dito por vários historiadores, que Hitler "deixou" que os britânicos fugissem, é um mito. Pois, tal como melhor explica o historiador David Irving, o que aconteceu foi que, vendo os britânicos encurralados e não como um obstáculo, estavam os alemães mais preocupados em prosseguir com a Blitzkrieg na restante França e deixaram a luta com os britânicos para mais tarde. Pois, não esperavam os alemães que os britânicos fossem retirar, por pensarem que os britânicos estavam realmente interessados em combater os alemães naquela altura. Mas, o que já muita gente sabe, actualmente, é que não era essa a intenção, a médio prazo, dos britânicos... E, quem duvidar do que eu digo nos seguintes tweets, que espreite então o que é dito neste vídeo.)

https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861314311372902400
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861314994067177473
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861315833129312258
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861327915375636485
https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/861329486406615041

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colocado por Fernando Negro às 16:21

Resposta que já não pude dar a um militante do Bloco de Esquerda

11.03.18

capa_podemos.png

Por, na altura (final do ano passado) andar eu concentrado noutras coisas mais importantes - e tal blogueiro demorar também muito tempo a responder aos comentários que deixavam as pessoas no seu blogue (por andar também ele ocupado com outros assuntos mais importantes) - não tive eu pressa em responder a um comentário que tinha sido por ele deixado em resposta a um meu (último este, que tinha eu deixado a uma colocação final, de despedida, no blogue de tal autor) após ter sido eu automaticamente notificado, por correio electrónico, da ocorrência do mesmo.
E, lembrado eu - pela natureza da última colocação no meu blogue - de que não tinha ainda escrito tal resposta... Quando fui, anteontem, tentar deixar uma em tal blogue alheio, também alojado aqui no SAPO, já não consegui mais aceder ao blogue de tal autor, por ter sido o mesmo "suspenso".
E, assim sendo, na vaga esperança de que esta minha resposta possa um dia ser lida pelo destinatário em causa - e, já agora, porque (sendo de comentários públicos que se tratam) também poderá ser do interesse de outros ler tal pequena troca de mensagens - aproveito então para publicar aqui, no meu próprio blogue, a resposta que já não fui a tempo de dar (e também para republicar o comentário ao qual se dirigia tal resposta, da autoria do blogueiro Francisco Freima, para o qual já uma vez aqui tinha chamado a atenção para).

 

Francisco Freima respondeu ao seu comentário no post Adeus, pessoal (um adeus pessoal) às 02:31, 30/11/2017:

[...]

Por acaso nunca pensei muito na América Latina como região para viver, embora não me importasse de ir para a zona dos Andes. Se me dessem a escolher um país em todo o mundo, penso que iria para a Rússia. Adoro a cultura deles, sendo também um adepto do frio (e, lendo a teoria de Mackinder acerca do Heartland, percebemos que a Rússia será sempre importante).

Rússia que entronca no outro tema abordado pelo Fernando: os apoios dados a Trotsky por parte de Wall Street. Já tinha lido sobre isso, mas tendo sempre a relativizar. Não me choca que Trotsky tenha tido esse t ipo de ajudas, até porque existe o tal ponto de confluência que é o internacionalismo. Infelizmente, a política tem algumas zonas cinzentas onde um Ribbentrop e um Molotov podem negociar um pacto de não-agressão ou, voltando aos tempos da I Guerra Mundial, Lenine ser ajudado pelos alemães no seu regresso do exílio. Quando forças opostas convergem é sempre na esperança de enganarem o parceiro de ocasião. Escusado dizer, os povos ficam à porta de tais considerações.

Para mim, a importância de Trotsky está mais nas suas teorias da revolução permanente ou do desenvolvimento desigual e combinado do que propriamente nas suas acções enquanto indivíduo/actor político. Talvez, pela época em que viveu, ele não pudesse ter agido de outra forma; talvez, tendo sido um homem ambicioso, aquilo que resulta numa falha ética grave fosse apenas um meio para atingir um fim; na pior das hipóteses, mesmo que ele não acreditasse em nada, ou acreditasse apenas no intern acionalismo (capitalista ou socialista), a verdade é que as suas obras são lidas por muitas pessoas que defendem o internacionalismo socialista sem quaisquer concessões aos interesses capitalistas. É o que eu chamo de triunfo dos ingénuos: vivendo o marxismo um momento de refluxo a nível mundial, hoje em dia quem é marxista pode aprofundar as suas ideias sem grande rebuliço, um pouco à semelhança do período em que Marx viveu. Existem pequenas guerras, independentismos, mas nada que se assemelhe à proximidade de uma revolução como a de 1917.

O capital tem a situação controlada. Dentro do marxismo, os adeptos da revolução permanente podem polemizar com os adeptos do comunismo num só país sem que venha grande mal ao mundo. As figuras tutelares morreram e a própria questão coloca-se hoje sob outros prismas que não os da URSS. A Catalunha, por exemplo, tem suscitado um amplo debate: como podem os internacionalistas apoiar a independência catalã? Não é o Estado-nação uma construção burguesa destinada a desviar o foco da luta de classes? Estando no Bloco, foi um debate que acompanhei com gosto, até por ser militante de base. Na base dos partidos temos sempre aqueles camaradas mais puros, que não afinam as suas opiniões pelas dos notáveis. Claro que chega o dia em que a festa acaba e a vitória cai para um dos lados. Enquanto a festa durou, vi pessoas frontalmente contra a independência catalã e outras que, sendo também elas internacionalistas, colocavam o direito dos povos à auto-determinação num patamar superior. Da minha parte, defendo a independência. Nem tanto pela auto-determinação, para mim a questão premente reside na força imprimida pelo capitalismo à sua globalização. Ainda assim, torna-se um exercício vagamente cómico, o de defender a independência de um povo que pretende ir logo a correr para os braços da União Europeia...

Um abraço, Fernando, e viva a Margem Sul :D

 

[Segue-se então a minha resposta, que já não fui a tempo de publicar...]

 

Olá outra vez, Francisco.

(Com a crescente escassez de recursos naturais e o sério impacto que tal irá ter na agricultura: http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=63630.msg900364#msg900364)

Os melhores sítios para se viver, no futuro próximo (e para os quais eu iria, se pudesse) serão os locais do Mundo ainda pouco populados, que têm solos férteis em grande quantidade e que são também ricos em água - como o Brasil (e restante América Latina) e, sim, também a Rússia. (Tanto o Brasil como a Rússia exportam muita comida. Por isso, são estes dois países onde as pessoas nunca deverão morrer de fome.)

Quanto à criação do Estado-Nação,

Ela não tem (nada) a ver com "desviar o foco da luta de classes" (pois, surgiu até muito antes que tal luta tivesse início, devido à publicação do "Manifesto Comunista" escrito pelo capitalista Friedrich Engels). Mas, é antes algo que surge como uma consequência da vontade de Desenvolvimento económico, motivada pelo ideal de Progresso, a todos os níveis (http://www.schillerinstitute.org/newspanish/InstitutoSchiller/Arte/GoyaLucesCarlosIII.html) - algo que as elites (i.e. os verdadeiros ricos e membros da dita nobreza) não querem (nem nunca quiseram) por gerar tal progresso económico também progresso cultural e tornar as pessoas mais difíceis de controlar e continuar a explorar.

E, o tentar colar algo de positivo a algo mau, através de falácias, é um truque muito usado pelos propagandistas do poder estabelecido (como me lembro de ler, da parte de um Professor seu, que me disse você ser um maçom, que usava num texto pró-UE o ridículo termo "o totalitarismo das nações" - como se ter um governo central europeu, que repetidamente proíbe os vários países de fazerem isto ou aquilo é que não fosse, antes isso mesmo, uma forma de totalitarismo). Sendo o melhor exemplo que conheço, de constantemente dar falsas explicações alternativas (sem argumentos que realmente as sustentem) para certos acontecimentos históricos (do que posso ler da descrição, pois recuso-me a ler tais obras) o livro "A People's History of the United States" do propagandista Howard Zinn.

Quanto ao Trotsky,

Não se tratava de um convergência de apenas alguns interesses comuns que tinha ele com alguns ultra-ricos. O jogo por ambos jogado é um que, certamente, não deve ser ensinado no tipo de cursos universitários sobre História e Política que você tirou - e que se chama "Dialética Hegeliana" (http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=43336.0). Sendo que, o Trotsky estava tão interessado numa verdadeira Revolução Social quanto estão os seus discípulos, de hoje em dia, como são os dirigentes do Bloco de Esquerda (muito contentes em colaborar com o falso Partido Socialista português e ficar-se por aí).

Se alguma vez decidir você pesquisar seriamente sobre o que eu aqui denuncio, da verdadeira natureza deste tipo de líderes comunistas (deixo-lhe mais uma dica aqui: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/primeira-e-talvez-unica-tentativa-seria-52674) depois interrogue-se sobre por que razão andam os movimentos por eles criados a usar a mesma simbologia que é usada por outros movimentos, que toda a gente bem informada sabe serem controlados por conhecidos capitalistas: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/alguem-ainda-duvida-de-que-o-podemos-e-127764

Um abraço e Boa Sorte para o futuro próximo.

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colocado por Fernando Negro às 12:20

Estupidez ao quadrado

30.01.18

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Reparem neste mais recente exemplo da bela "tradição" portuguesa de calar aqueles que exprimem opiniões contrárias à nossa ou à suposta verdade oficial...
Distorce o autor do seguinte blogue, repetidamente, o que eu digo - e depois (não me concedendo o "direito à resposta" e tendo até ele feito uma pergunta) não me dá a oportunidade de fazer um comentário final, onde corrigia eu o que dizia ele sobre o que eu tinha escrito. (Ou seja, pode ele deixar um comentário final, mas eu não.) E, depois (não sei se para esconder a crítica implícita que lhe fazia eu, de me estar a ameaçar com censura, escreve ele (e apenas ele) ainda mais um comentário final, a falar em "respeito" (depois de ter cortado o discurso de outra pessoa!) fazendo com que quem leia o resultado final fique a pensar que fui eu é que faltei ao respeito a outrém. (Continuando, também, eu sem obter uma resposta e sem saber então em que é que criticar ou contra-argumentar o que dizem os outros constitui uma falta de "respeito"...)
Deixo então aqui aquele que foi o último que escrevi na seguinte <cadeia de comentários>, que o autor de tal publicação decidiu eliminar, para foleiramente escrever outra vez "THE END" por cima.

 

Fernando Negro - 30 de janeiro de 2018 às 05:59

Repito que as principais "provas" apresentadas pelo campo que diz que há aquecimento antropogénico foram invalidadas. E, por isso, deixaram de o ser. Enquanto que, no núcleo duro do campo oposto, continuam as provas deste à espera de ser desmentidas. (O que eu chamo a atenção para não são meras acusações. São provas irrefutáveis, confirmadas pelos autores das mesmas, que qualquer pessoa é capaz de ler e entender.) Mas, descreva a situação como quiser...

Já não tenho, então, mais nada a dizer.

[É uma regra pessoal minha não publicar comentários onde sei que os mesmos poderão ser alvo de censura (o que me acontece repetidamente em Portugal: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/e-mais-uma-vez-censurado-115908 + https://zap.aeiou.pt/os-islandeses-erradicaram-a-sindrome-de-down-171987#comment-271285 + http://blackfernando.blogs.sapo.pt/como-avisar-as-pessoas-disto-num-pais-94911). E, a simples ameaça (e confirmação da sua parte) de que tal pode acontecer nesta sua publicação, é razão suficiente para não querer eu mais deixar aqui quaisquer comentários. (Como sempre, quem fica a perder é quem engole as mentiras e se recusa a ler o contrário...)]

Disse.


(É o que eu digo repetidamente... Com mentalidades destas, ainda continuo eu a pensar que este país vai a algum lado...)
Tudo isto, da parte de um autor que escolhe como "belo" nome para a sua publicação o título de mais um violento e m**doso filme de Hollywood - que, entre outras coisas, normaliza a pedofilia (e que não fui eu capaz de ver mais do que os primeiros minutos de).
Mas, vá lá... Não liguem a estas coisas que andam alguns maluquinhos por aí a dizer na Internet...
Voltem mas é para os vossos smartphones (com um SO que não percebem, ou se interrogam sequer, vocês por que razão tem um nome referente a um humanóide) e usem e abusem dos mesmos.
("Já viram esta nova app para o Android? Oh, tão giro, para andar com o meu smartphone sempre ligado atrás de mim! Já repararam que também os novos carros vêm agora com localizadores GPS? Uau! Adoro toda esta nova geração de computadores, cheios de funcionalidades acrescidas!")

P.S. - Quando falo eu nos comentários de ter sido previamente censurado em tal sítio na Internet, lembro-me agora melhor de que, o comentário que lá deixei anteriormente nada tinha no texto que pudesse ser considerado indecente ou insultuoso. E, era apenas uma crítica (certamente séria, para se ter justificado eu escrevê-la) que contrariava ou corrigia o que dizia o autor do artigo em causa. Ou seja, a política de comentários em tal publicação é tal e qual como diz o autor da mesma. (Se o comentário contraria o que foi escrito no artigo, não é aprovado!)

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