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O que acontecerá a boa parte do Mundo com uma Guerra Nuclear



O seguinte é um trecho de promoção da melhor versão (a de 2000 e não a de 1959) do melhor filme que já vi, sobre a possibilidade de uma guerra nuclear neste mundo, que possui o mesmo título do livro em que se baseia, On the Beach.

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Não houve qualquer ataque químico na Síria


[E, se tivesse ocorrido um destes horríveis incidentes - que, sabem Bashar al-Assad e toda a gente bem informada, não são mais do que a desculpa perfeita para que o Ocidente possa intervir a favor da sua al-Qaeda - teriam, obviamente, sido os próprios rebeldes os autores do mesmo... É a mesma história do que se passou há 5 anos - e não só. Reparem bem na altura em que isto acontece: uns meros dias depois de Trump ter declarado que queria retirar as tropas estadunidenses da Síria...]


"There Wasn't A Single Corpse": Russia Claims 'White Helmets' Staged Syria Chemical Attack

by Tyler Durden [Zero Hedge]
Thu, 04/12/2018 - 04:44

Russia claims that the reported chemical attack in Syria last Sunday was staged by the "white helmets," a US-funded NGO lauded by mainstream media for their humanitarian work, while long-suspected of performing less-than humanitarian deeds behind the curtain.

Speaking with EuroNews, Russia's ambassador to the EU, Vladimir Chizov, said "Russian military specialists have visited this region, walked on those streets, entered those houses, talked to local doctors and visited the only functioning hospital in Douma, including its basement where reportedly the mountains of corpses pile up. There was not a single corpse and even not a single person who came in for treatment after the attack."

"But we've seen them on the video!" responds EuroNews correspondent Andrei Beketov.

"There was no chemical attack in Douma, pure and simple," responds Chizov. "We've seen another staged event. There are personnel, specifically trained - and you can guess by whom - amongst the so-called White Helmets, who were already caught in the act with staged videos."

Russia said it sent experts in radiological, chemical and biological warfare - along with medics, in order to inspect the Eastern Ghouta city of Douma where the attack is said to have taken place.

Russia's Defense Ministry said in a statement that the experts "found no traces of the use of chemical agents," following a search of the sites, adding "All these facts show... that no chemical weapons were used in the town of Douma, as it was claimed by the White Helmets."

All the accusations brought by the White Helmets, as well as their photos... allegedly showing the victims of the chemical attack, are nothing more than a yet another piece of fake news and an attempt to disrupt the ceasefire,” said the Russian Reconciliation Center.

In a statement to the UN Security Council on April 9, Russia's UN Ambassador, Vassily Nebenzia outlined Russia's position on the timeline of the attack in Douma, as well as the Western response after the White Helmets reported that chemical agents were used:

On April 6, the new head of Jaysh al-Islam, following instructions of sponsors, derailed the evacuation of a party of fighters from Douma and resumed the rocket and mortar fire against residential areas in Damascus. The firing targeted [indistinct name of four areas]. According to official information, eight people died. 37 civilians were wounded. Unfortunately, we failed to see statements from Western capitals condemning the shelling of a historical district of Damascus. The following day, April 7, fighters accused the Syrian authorities of dropping barrel bombs with toxic substances. At the same time, diversions were being mixed up. It was either called sarin, chlorine, or a mix of toxic gases. Based on a well-known scheme, these rumors were immediately taken out by those who are financed by western capitalists; I am referring to NGOs and the White Helmets who are mendaciously acting under the cloak of health professionals. And these reports were also taken up and transferred to media outlets.

It behooves us once again to state that many of these dubious structures have a clear list of the email addresses of representatives of Security Council members, which shows that some of our colleagues, with a reckless approach towards their status, are leaking sensitive information to their protégés. Incidentally, all should recall the way that accidentally, the White Helmets put on the internet a video which showed preparations for staging a so-called victim of an alleged attack perpetrated by the Syrian army.

Indeed, over the last several years, reports out of Syria have been criticized as being primarily of anti-Assad origin and unverified.

In a speech at the UN, pro-Assad Canadian journalist and RT contributor Eva Bartlett gave her account of what's going on with reports out of Syria - calling western sources "compromised" and "not credible."

Meanwhile, UK Prime Minister Theresa May told President Trump on Tuesday that Britain would require more evidence in last weekend's suspected chemical attack before committing to a military strike against Syria, reports The Times.

The prime minister rejected a swift retaliation as inspectors from the Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons (OPCW) prepared to visit the Damascus suburb where at least 40 people were reported to have been killed by chlorine gas on Saturday. -The Times

May chaired a meeting of the national security council in London this week, where she spoke with Presidents Trump and Macron for the first time since the Douma chemical attack. It is reported that Trump, who's had a remarkable change of heart on U.S. involvement in Syria since the election, did not ask the UK to join military strikes.

A No 10 read-out of her call with the US president stated that they agreed the international community “needed to respond” but stopped short of blaming the Syrian regime. “They agreed that reports of a chemical weapons attack in Syria were utterly reprehensible and if confirmed, represented further evidence of the Assad regime’s appalling cruelty against its own people and total disregard for its legal obligations not to use these weapons,” it said. -The Times

President Trump also appears to have backed off an imminent strike after promising Syria would "pay a big price," and that the U.S. response would be decided by Wednesday. Trump reportedly canceled travel plans after reports emerged that Russian and Iranian involvement in Syria would complicate matters in the region.

Meanwhile, Secretary of Defense James Mattis has said that the U.S. is still assessing intelligence on the alleged chemical attack, saying in a statement "we're still working on this." In the same breath, Mattis said the United States is "ready" to provide military options for Syria.




(Está disponível uma transcrição desta muito importante declaração, há poucos dias feita na ONU pelo Embaixador russo, Vassily Nebenzia, <aqui>.)

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Dunquerque e Segunda Guerra Mundial explicadas em 5 "tweets"


(Por ser este um filme que ainda não passou nos canais de cinema da TV por cabo, ainda não o vi. Mas, tendo sido realizado por Christopher Nolan, arrisco-me já a "pré-recomendá-lo" - por pensar que será, certamente, mais um bom filme deste realizador, que estou muito curioso em ver.)

Deixo então aqui, a propósito desta obra e da temática de uma colocação que fiz há poucos dias, uma pequena série de 5 tweets que fiz, em resposta a um outro da conta "Crimes of Britain" que se referia à famosa retirada de Dunquerque como um episódio cobarde, por parte dos britânicos.

(Já agora, o que é dito por vários historiadores, que Hitler "deixou" que os britânicos fugissem, é um mito. Pois, tal como melhor explica o historiador David Irving, o que aconteceu foi que, vendo os britânicos encurralados e não como um obstáculo, estavam os alemães mais preocupados em prosseguir com a Blitzkrieg na restante França e deixaram a luta com os britânicos para mais tarde. Pois, não esperavam os alemães que os britânicos fossem retirar, por pensarem que os britânicos estavam realmente interessados em combater os alemães naquela altura. Mas, o que já muita gente sabe, actualmente, é que não era essa a intenção, a médio prazo, dos britânicos... E, quem duvidar do que eu digo nos seguintes tweets, que espreite então o que é dito neste vídeo.)

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colocado por Fernando Negro às 16:21

Resposta que já não pude dar a um militante do Bloco de Esquerda



Por, na altura (final do ano passado) andar eu concentrado noutras coisas mais importantes - e tal blogueiro demorar também muito tempo a responder aos comentários que deixavam as pessoas no seu blogue (por andar também ele ocupado com outros assuntos mais importantes) - não tive eu pressa em responder a um comentário que tinha sido por ele deixado em resposta a um meu (último este, que tinha eu deixado a uma colocação final, de despedida, no blogue de tal autor) após ter sido eu automaticamente notificado, por correio electrónico, da ocorrência do mesmo.
E, lembrado eu - pela natureza da última colocação no meu blogue - de que não tinha ainda escrito tal resposta... Quando fui, anteontem, tentar deixar uma em tal blogue alheio, também alojado aqui no SAPO, já não consegui mais aceder ao blogue de tal autor, por ter sido o mesmo "suspenso".
E, assim sendo, na vaga esperança de que esta minha resposta possa um dia ser lida pelo destinatário em causa - e, já agora, porque (sendo de comentários públicos que se tratam) também poderá ser do interesse de outros ler tal pequena troca de mensagens - aproveito então para publicar aqui, no meu próprio blogue, a resposta que já não fui a tempo de dar (e também para republicar o comentário ao qual se dirigia tal resposta, da autoria do blogueiro Francisco Freima, para o qual já uma vez aqui tinha chamado a atenção para).


Francisco Freima respondeu ao seu comentário no post Adeus, pessoal (um adeus pessoal) às 02:31, 30/11/2017:


Por acaso nunca pensei muito na América Latina como região para viver, embora não me importasse de ir para a zona dos Andes. Se me dessem a escolher um país em todo o mundo, penso que iria para a Rússia. Adoro a cultura deles, sendo também um adepto do frio (e, lendo a teoria de Mackinder acerca do Heartland, percebemos que a Rússia será sempre importante).

Rússia que entronca no outro tema abordado pelo Fernando: os apoios dados a Trotsky por parte de Wall Street. Já tinha lido sobre isso, mas tendo sempre a relativizar. Não me choca que Trotsky tenha tido esse t ipo de ajudas, até porque existe o tal ponto de confluência que é o internacionalismo. Infelizmente, a política tem algumas zonas cinzentas onde um Ribbentrop e um Molotov podem negociar um pacto de não-agressão ou, voltando aos tempos da I Guerra Mundial, Lenine ser ajudado pelos alemães no seu regresso do exílio. Quando forças opostas convergem é sempre na esperança de enganarem o parceiro de ocasião. Escusado dizer, os povos ficam à porta de tais considerações.

Para mim, a importância de Trotsky está mais nas suas teorias da revolução permanente ou do desenvolvimento desigual e combinado do que propriamente nas suas acções enquanto indivíduo/actor político. Talvez, pela época em que viveu, ele não pudesse ter agido de outra forma; talvez, tendo sido um homem ambicioso, aquilo que resulta numa falha ética grave fosse apenas um meio para atingir um fim; na pior das hipóteses, mesmo que ele não acreditasse em nada, ou acreditasse apenas no intern acionalismo (capitalista ou socialista), a verdade é que as suas obras são lidas por muitas pessoas que defendem o internacionalismo socialista sem quaisquer concessões aos interesses capitalistas. É o que eu chamo de triunfo dos ingénuos: vivendo o marxismo um momento de refluxo a nível mundial, hoje em dia quem é marxista pode aprofundar as suas ideias sem grande rebuliço, um pouco à semelhança do período em que Marx viveu. Existem pequenas guerras, independentismos, mas nada que se assemelhe à proximidade de uma revolução como a de 1917.

O capital tem a situação controlada. Dentro do marxismo, os adeptos da revolução permanente podem polemizar com os adeptos do comunismo num só país sem que venha grande mal ao mundo. As figuras tutelares morreram e a própria questão coloca-se hoje sob outros prismas que não os da URSS. A Catalunha, por exemplo, tem suscitado um amplo debate: como podem os internacionalistas apoiar a independência catalã? Não é o Estado-nação uma construção burguesa destinada a desviar o foco da luta de classes? Estando no Bloco, foi um debate que acompanhei com gosto, até por ser militante de base. Na base dos partidos temos sempre aqueles camaradas mais puros, que não afinam as suas opiniões pelas dos notáveis. Claro que chega o dia em que a festa acaba e a vitória cai para um dos lados. Enquanto a festa durou, vi pessoas frontalmente contra a independência catalã e outras que, sendo também elas internacionalistas, colocavam o direito dos povos à auto-determinação num patamar superior. Da minha parte, defendo a independência. Nem tanto pela auto-determinação, para mim a questão premente reside na força imprimida pelo capitalismo à sua globalização. Ainda assim, torna-se um exercício vagamente cómico, o de defender a independência de um povo que pretende ir logo a correr para os braços da União Europeia...

Um abraço, Fernando, e viva a Margem Sul :D


[Segue-se então a minha resposta, que já não fui a tempo de publicar...]


Olá outra vez, Francisco.

(Com a crescente escassez de recursos naturais e o sério impacto que tal irá ter na agricultura:

Os melhores sítios para se viver, no futuro próximo (e para os quais eu iria, se pudesse) serão os locais do Mundo ainda pouco populados, que têm solos férteis em grande quantidade e que são também ricos em água - como o Brasil (e restante América Latina) e, sim, também a Rússia. (Tanto o Brasil como a Rússia exportam muita comida. Por isso, são estes dois países onde as pessoas nunca deverão morrer de fome.)

Quanto à criação do Estado-Nação,

Ela não tem (nada) a ver com "desviar o foco da luta de classes" (pois, surgiu até muito antes que tal luta tivesse início, devido à publicação do "Manifesto Comunista" escrito pelo capitalista Friedrich Engels). Mas, é antes algo que surge como uma consequência da vontade de Desenvolvimento económico, motivada pelo ideal de Progresso, a todos os níveis ( - algo que as elites (i.e. os verdadeiros ricos e membros da dita nobreza) não querem (nem nunca quiseram) por gerar tal progresso económico também progresso cultural e tornar as pessoas mais difíceis de controlar e continuar a explorar.

E, o tentar colar algo de positivo a algo mau, através de falácias, é um truque muito usado pelos propagandistas do poder estabelecido (como me lembro de ler, da parte de um Professor seu, que me disse você ser um maçom, que usava num texto pró-UE o ridículo termo "o totalitarismo das nações" - como se ter um governo central europeu, que repetidamente proíbe os vários países de fazerem isto ou aquilo é que não fosse, antes isso mesmo, uma forma de totalitarismo). Sendo o melhor exemplo que conheço, de constantemente dar falsas explicações alternativas (sem argumentos que realmente as sustentem) para certos acontecimentos históricos (do que posso ler da descrição, pois recuso-me a ler tais obras) o livro "A People's History of the United States" do propagandista Howard Zinn.

Quanto ao Trotsky,

Não se tratava de um convergência de apenas alguns interesses comuns que tinha ele com alguns ultra-ricos. O jogo por ambos jogado é um que, certamente, não deve ser ensinado no tipo de cursos universitários sobre História e Política que você tirou - e que se chama "Dialética Hegeliana" ( Sendo que, o Trotsky estava tão interessado numa verdadeira Revolução Social quanto estão os seus discípulos, de hoje em dia, como são os dirigentes do Bloco de Esquerda (muito contentes em colaborar com o falso Partido Socialista português e ficar-se por aí).

Se alguma vez decidir você pesquisar seriamente sobre o que eu aqui denuncio, da verdadeira natureza deste tipo de líderes comunistas (deixo-lhe mais uma dica aqui: depois interrogue-se sobre porque razão andam os movimentos por eles criados a usar a mesma simbologia que é usada por outros movimentos, que toda a gente bem informada sabe serem controlados por conhecidos capitalistas:

Um abraço e Boa Sorte para o futuro próximo.

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colocado por Fernando Negro às 12:20

Estupidez ao quadrado



Reparem neste mais recente exemplo da bela "tradição" portuguesa de calar aqueles que exprimem opiniões contrárias à nossa ou à suposta verdade oficial...
Distorce o autor do seguinte blogue, repetidamente, o que eu digo - e depois (não me concedendo o "direito à resposta" e tendo até ele feito uma pergunta) não me dá a oportunidade de fazer um comentário final, onde corrigia eu o que dizia ele sobre o que eu tinha escrito. (Ou seja, pode ele deixar um comentário final, mas eu não.) E, depois (não sei se para esconder a crítica implícita que lhe fazia eu, de me estar a ameaçar com censura, escreve ele (e apenas ele) ainda mais um comentário final, a falar em "respeito" (depois de ter cortado o discurso de outra pessoa!) fazendo com que quem leia o resultado final fique a pensar que fui eu é que faltei ao respeito a outrém. (Continuando, também, eu sem obter uma resposta e sem saber então em que é que criticar ou contra-argumentar o que dizem os outros constitui uma falta de "respeito"...)
Deixo então aqui aquele que foi o último que escrevi na seguinte <cadeia de comentários>, que o autor de tal publicação decidiu eliminar, para foleiramente escrever outra vez "THE END" por cima.


Fernando Negro - 30 de janeiro de 2018 às 05:59

Repito que as principais "provas" apresentadas pelo campo que diz que há aquecimento antropogénico foram invalidadas. E, por isso, deixaram de o ser. Enquanto que, no núcleo duro do campo oposto, continuam as provas deste à espera de ser desmentidas. (O que eu chamo a atenção para não são meras acusações. São provas irrefutáveis, confirmadas pelos autores das mesmas, que qualquer pessoa é capaz de ler e entender.) Mas, descreva a situação como quiser...

Já não tenho, então, mais nada a dizer.

[É uma regra pessoal minha não publicar comentários onde sei que os mesmos poderão ser alvo de censura (o que me acontece repetidamente em Portugal: + + E, a simples ameaça (e confirmação da sua parte) de que tal pode acontecer nesta sua publicação, é razão suficiente para não querer eu mais deixar aqui quaisquer comentários. (Como sempre, quem fica a perder é quem engole as mentiras e se recusa a ler o contrário...)]


(É o que eu digo repetidamente... Com mentalidades destas, ainda continuo eu a pensar que este país vai a algum lado...)
Tudo isto, da parte de um autor que escolhe como "belo" nome para a sua publicação o título de mais um violento e m**doso filme de Hollywood - que, entre outras coisas, normaliza a pedofilia (e que não fui eu capaz de ver mais do que os primeiros minutos de).
Mas, vá lá... Não liguem a estas coisas que andam alguns maluquinhos por aí a dizer na Internet...
Voltem mas é para os vossos smartphones (com um SO que não percebem, ou se interrogam sequer, vocês porque razão tem um nome referente a um humanóide) e usem e abusem dos mesmos.
("Já viram esta nova app para o Android? Oh, tão giro, para andar com o meu smartphone sempre ligado atrás de mim! Já repararam que também os novos carros vêm agora com localizadores GPS? Uau! Adoro toda esta nova geração de computadores, cheios de funcionalidades acrescidas!")

P.S. - Quando falo eu nos comentários de ter sido previamente censurado em tal sítio na Internet, lembro-me agora melhor de que, o comentário que lá deixei anteriormente nada tinha no texto que pudesse ser considerado indecente ou insultuoso. E, era apenas uma crítica (certamente séria, para se ter justificado eu escrevê-la) que contrariava ou corrigia o que dizia o autor do artigo em causa. Ou seja, a política de comentários em tal publicação é tal e qual como diz o autor da mesma. (Se o comentário contraria o que foi escrito no artigo, não é aprovado!)

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Definitivamente, a RT já não é o que era...



[Duas cartas electrónicas que, há poucos dias, enviei a um amigo meu que vive em França, depois de me ter ele enviado uma hiperligação para uma discussão no fórum "reddit", sobre a publicidade que a RT faz no Metro de Londres.]


Assunto: Publicité de Russia Today dans le métro de Londres

Deverá ser um bom avanço. Mas, infelizmente, a RT já não é o que era...

De ser uma estação de televisão verdadeiramente incómoda ( passou a ser uma mais "moderada", que já evita os assuntos mais polémicos (

E, para além disto, já soube de dois casos em que se calaram por causa de ameaças vindas de governos. Sendo estes (1) o facto de não entrevistarem mais o Alex Jones (que foi quem iniciou a mim e muita gente nesta temática das "conspirações") devido a uma ameaça do governo estadunidense ( e (2) o terem-se recusado a emitir um episódio da série de documentários do Daniel Estulin, devido a uma ameaça da Presidente Kirchner, da Argentina ( +

Para além disto, a RT cometeu o que é, para mim, o maior pecado de todos, que podem cometer os média de massas ou a classe política - que foi (começar a) mentir sobre a questão das "alterações climáticas" ( depois de, no passado, ter andado a chamar a atenção para esta fraude (

O que o Daniel Estulin (que é russo) diz, é que a situação política na Rússia não é tão simples como parece. Pois, se o Putin notoriamente controla a política exterior deste país, a sua economia nacional está ainda nas mãos dos traidores/liberais que lá foram postos pelos americanos, a seguir à queda da União Soviética (sendo essa, até, a razão pela qual a economia da Rússia continua em tão mau estado, apesar do enorme potencial que o país tem). E, como tal, há ainda certos órgãos do Estado russo sob o controlo de traidores.

O Estulin (que ficou fulo com a censura de que foi alvo) diz que a RT é então um órgão que está sob o controlo dos liberais - e que terá sido por isso que ele foi censurado. Mas, eu não partilho desta opinião... Apenas, acho que a RT moderou (muito erradamente, na minha opinião) os seus critérios editoriais e está agora a seguir a linha do seu governo de alinhar também com a mentira do "aquecimento global" (

De qualquer modo, a partir do momento em que apanho eu uma grande entidade a mentir sobre um assunto importante, perco a confiança na mesma. E, como tal, deixo de poder acreditar em quase qualquer coisa que dela venha. E, juntando isto ao facto de ser esta estação de televisão agora pouco diferente das restantes... Acabei por perder muito de (ou quase todo) o interesse que tinha pela mesma...

Ainda assim, há momentos que nunca irei esquecer de ter visto nos seus canais, como os seguintes:




Assunto: Esclarecida a verdadeira natureza da RT

Até ler os seguintes tweets do Daniel Estulin, pensei que as críticas dele à RT fossem mais motivadas por rancor pessoal, por ter tal estação de televisão cancelado a série de documentários dele, que era exibida no canal em castelhano. Pois, pensei que fosse esta estação totalmente financiada pelo governo russo. Mas, parece que não é assim... E, como sempre, a melhor maneira de compreender a (verdadeira) natureza de uma fonte mediática é "seguir o dinheiro":

A resposta que ele acabou de me dar a algo de muito estranho em que eu já tinha reparado, aliás, confirma que há aqui mais (e pior) censura do que eu pensava:

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A tão falada "Guerra Fria" foi, em grande parte, um enorme teatro


Para entenderem o seguinte trecho (tirado deste filme de espiões, de um diálogo entre dois personagens que são agentes do KGB, no início dos anos 60) terão de consultar <esta> colocação anterior, que já fiz há uns anos. E, para complementar o que dizia eu em tal fórum (ao qual vai ultimamente parar a última hiperligação) têm os seguintes tweets recentes do agente do FSB, Daniel Estulin, através dos quais fiquei eu a saber mais sobre isto...



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colocado por Fernando Negro às 20:35

Revolução Bolchevique foi financiada (e apoiada) por Wall Street



Isto é algo que foi descoberto e <denunciado> (em língua inglesa) há já 43 anos, por um conhecido investigador nos EUA, chamado Antony C. Sutton - cujas obras são até recomendadas por alguns dos mais importantes lacaios das elites.
Assim como, é algo que é muito sabido (e tem sido, desde então, falado) por quem tem maior consciência política do outro lado do Atlântico.

Mas, sendo este nosso um país de ignorantes... E, a julgar pelo tempo que demoram a cá chegar e serem verdadeiramente compreendidos outros importantes conhecimentos políticos, como a Democracia... Talvez só lá para o ano 2172 é que deverá um número significativo de pessoas saber também disto num país atrasado chamado Portugal.

(Também, quem quiser saber de mais assuntos interessantes com este relacionados, pode espreitar aqui e aqui.)

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Dias maçónicos de ocorrência de atentados


(E, bem a propósito do que ontem aconteceu...)
Aqui vai uma carta electrónica que enviei, na passada semana, a algumas pessoas.
(Supondo eu que, se poderá acrescentar aos locais "perigosos" que menciono também as imediações de parlamentos - e apenas estas, pois, estando os verdadeiros mandantes destes atentados lá dentro, deverão tais parlamentos ser espaços seguros...)


Assunto: Dias do mês em que não convém utilizar aeroportos

Mais um (possivelmente importante) aviso que faço, este de natureza mais "esotérica".

(Independentemente de acreditarem, ou não, no que vos digo eu acerca de quem realmente está por trás destes acontecimentos...)

Se repararem nas datas em causa, irão constatar que existe claramente uma forte incidência de certos dias em que é *muito* mais provável haver (1) golpes de estado e (2) atentados terroristas, do que nos restantes dias do mês. E, são os de que falo, os dias 7, 11 e 22.

Relativamente a (1) golpes de estado, podemos observar: o "11 de Março", que ocorreu em Portugal durante o PREC; o "11 de Setembro" de 1973, que ocorreu no Chile (e pôs Pinochet no poder); ou, por exemplo, a mais conhecida Revolução Bolchevique, que (no calendário ocidental) ocorreu no dia "7 de Novembro" (7/11).

Mas, muito mais importante do que isto, é reparar nos dias em que têm ocorrido (2) os principais atentados terroristas no Ocidente:

- "11 de Setembro" nos EUA
- "7 de Julho" (7/7) foi o dia em que ocorreram os atentados nas estações de Metro e num autocarro em Londres
- "11 de Março" foi o dia em que rebentaram as bombas na estação de comboios de Madrid
- "22 de Julho" (22/7) foi o dia em que Anders Breivik matou 77 pessoas na Noruega
- "22 de Março" foi o dia em que ocorreram os ataques em Bruxelas

Enfim... Só quem não estiver a prestar atenção às datas é que pode dizer que não há aqui algo de, no mínimo, mesmo muito coincidente... E, apesar de ter havido atentados noutras datas (com preferência para os meses 7 e 11), os principais ataques parecem seguir este padrão (oculto).

E, por isso, é só para vos avisar de que,

Se acham que eu poderei ter alguma razão no que digo, evitem ao máximo passar por aeroportos (i.e. viajar) e estar junto de grandes multidões nos (maçónicos) dias 7, 11 e 22 de cada mês.



Carta esta, à qual aproveito para acrescentar um comentário que fiz, há exactamente um ano, no blogue do meu amigo Dr. Octopus, a propósito dos atentados que tinham ocorrido em Bruxelas - para que saibam as pessoas no que me estou a basear, quanto faço este tipo de ilações.


E, reparem na assinatura maçónica... Dia 22.

7, 11, 22 e 33 são números maçónicos*.

7 de Julho, 11 de Março, 11 de Setembro, agora 22 de Março... Só não acontece nada a um dia ou mês 33 porque estes não existem.

13 de Novembro, em Paris = "sexta-feira 13" do mês 11. Sendo que, provavelmente, a "sexta-feira 13" (de significado cristão) terá a ver com qualquer elemento e significado satânico dos "iluminados" da maçonaria. (O que parece ser corroborado pelo facto de que o ataque ao concerto da banda de [suposto] death metal ocorreu no preciso momento em que tal banda tocava uma música de culto (explícito) a Satanás.)

Coincidência ou não, a explosão que ocorreu na zona dos edifícios da União Europeia, foi às 9:11. (Uma vez mais, a combinação "9-11" do 11 de Setembro estadunidense, da linha de emergência nos EUA etc. -

O número do voo do avião que iniciou os ataques de 11 de Setembro foi o "11". John F. Kennedy foi morto no dia 22/11. Etc...

* (O uso do 11 e múltiplos deste, toda a gente tem a obrigação de saber. Mas, para quem desconheça o uso do 7, deixo a seguinte fonte:

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