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Triunfo dos Porcos

24.01.17

Deixo aqui um excerto de um programa emitido pela estação de televisão paga através de dinheiro extorquido através das contas de electricidade, que apanhei por acaso, há uns dias, quando estava a fazer "zapping".



O título desta colocação é literalmente o nome de tal programa...
(Que fiquei a saber que foi originalmente emitido em 2001 - quando andava eu demasiado ocupado com activismo político e "jornalismo cidadão", para poder sequer ver televisão.)
E, acaba por ser a mais explícita forma de gozo com o comum cidadão com que me deparei já este ano, depois de a melhor no ano passado ter sido, não a de Augusto Santos Silva, mas a do título original de um conto de ficção científica ("All You Zombies") que deu origem a um filme que apanhei num dos canais de cinema da TV por cabo, TVCine (e que foi escrito por um dos mais conhecidos autores deste género literário, que se distingue dos restantes por inserir nas suas obras "propaganda subliminar" de teor militarista e fascizóide e também defensora do "amor livre" e de um "governo mundial").
(Têm mais uma referência a este último tipo de gozo, através do uso do termo "zombies" e equivalentes, aqui - e têm também <aqui> um outro exemplo, em Portugal, do mesmo tipo de gozo de que falo no início desta colocação...)

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A razão pela qual o poder estabelecido quer legalizar a eutanásia

01.12.16

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As pessoas mais inteligentes e bem informadas, serão capazes de deduzir a verdadeira razão de ser deste esforço, apenas pelo parágrafo final (que coloco eu em "negrito") do seguinte artigo. Mas, de qualquer modo, irei fazer um acrescento a esta notícia.

 

‘This is no life’: Dutchman allowed to be euthanized due to alcoholism

Published time: 30 Nov, 2016 10:11 [RT]

A man in the Netherlands was allowed to be euthanized after claiming he could no longer live with his crippling alcohol addiction. The man died surrounded by his family in his childhood home, according to an account recently made public by his brother.

After battling the disease for eight years and undergoing 21 combined hospital and rehabilitation stints, Mark Langedijk came to his family with some shocking news – he wanted to end his time on Earth, saying “this is no life,” as he sipped vodka to combat the symptoms of withdrawal.

It was a decision which his brother Marcel said was taken “with a grain of salt” by the family, noting that “euthanasia was for people with cancer... people for whom death was already imminent. Euthanasia was certainly not [for] alcoholics.”

But Mark pressed on with his plan, and his request was eventually approved by a doctor from the Support and Consultation on Euthanasia.

Once approved, Langedijk was visited by a doctor who suggested dates for the euthanasia to take place.

“Go ahead [with] July 14,” he said, adding that it was a “nice day to die,” his brother Marcel wrote in an account published in the magazine Linda.

Marcel went on to describe the atmosphere of his brother's final day, noting that he “laughed, drank, smoked, ate ham-and-cheese sandwiches and soup with meatballs” until the doctor arrived at this parents' house.

Once the doctor arrived, she explained the procedure before telling Mark to get into bed and stay calm – and that's when the tears began.

“We cried, told each other that we loved each other, that it would be all right, that we would care for each other, that we would see each other again. We held each other,” he said. “If it was not so terrible, it would have been nice.”

Describing the final moments of his brother's life, Marcel wrote: “Mark's eyes turned away, he sighed deeply. His last. Dr. Marijke injected the third syringe. His face changed, lost color. My little brother was dead.”

More than 5,500 people ended their lives under the Netherlands' euthanasia law last year. The law was passed 16 years ago, making the country the first in the world to legalize the practice.

Although the Netherlands’ euthanasia law initially only applied to those undergoing “unbearable suffering” with no prospect for improvement, it has since allowed for multiple deaths to take place under the label of “psychiatric suffering,” according to a study published in April.

In October, health and justice ministers argued that healthy older people who believe their life is complete should also “be allowed to finish that life in a manner dignified for them.” They hope to draft a law on the matter by the end of 2017.

 

Ora, se o governo PS-BE que temos (o PCP é um mero apêndice) é constituído por pessoas que não querem realmente o bem-estar dos seus súbditos, porque razão quer este governo aprovar algo que apresenta como um simples acto de misericórdia?
A resposta (óbvia, para muitos) é a mesma que se esconde por trás da legalização do infanticídio (leia-se "aborto") em 2007 e da mais recente lei de 2012 que permite que alguém não receba tratamento hospitalar (por enquanto, apenas por vontade do doente)...
E reduz-se a um simples termo: redução populacional.
Quanto mais medidas forem tomadas que permitam, ou mesmo causem, a morte de pessoas (como o consciente subfinanciamento de hospitais, enquanto se oferece dinheiro a banqueiros privados) mais se está a cumprir uma muito importante meta do projecto da Nova Ordem Mundial, que já eu aqui <denunciei> numa colocação anterior (onde também deixei hiperligações para métodos mais insidiosos que são aplicados para atingir tal objectivo).
E, quem pense que as coisas nunca irão chegar, no nosso país, ao ponto que está a ser atingido neste momento nos Países Baixos (do qual fala o artigo acima republicado) tenha em atenção ou consciência do seguinte...
A partir do momento em que a maioria das pessoas que constituem uma sociedade concorda com, ou é indiferente a, o extermínio em massa de bebés ainda não nascidos (legalização do dito "aborto"), tudo é possível... Pois, uma das maiores barreiras morais que deveria haver em qualquer sociedade verdadeiramente civilizada já foi quebrada. Sendo, por isso, uma mera questão de se ir degradando cada vez mais a cultura existente, para que sejam também as pessoas indiferentes ao extermínio de idosos (como irá agora ser legalizado nos Países Baixos) e até de crianças perfeitamente saudáveis (como já começa a ser defendido na imprensa controlada), ou para que sejam também as pessoas indiferentes à simples recusa em providenciar tratamentos a adultos e crianças doentes (como já é feito com bebés no Reino Unido e como começa a ser defendido nos EUA para idosos, onde já há quem fale em "paineis de morte" em que se deixe morrer pessoas de idade avançada para poupar recursos).
Assim como, é preciso também ter em atenção um outro aspecto... Que é que, quando são passadas leis pelos agentes da NOM, muitas vezes essas são leis que são aprovadas com vista a irem depois sendo repetidamente alteradas, como parte de um processo gradual em que se vai expandindo e agravando cada vez mais as condições em que são essas leis aplicadas. E, por isso, se hoje apenas é possível que alguém não receba tratamento hospitalar por pedido próprio, amanhã poderá ser por ter respondido "não" a um questionário que se tornou mandatório (imaginem uma pessoa idosa a quem já lhe faltem faculdades, a responder "não" por engano) e depois de amanhã poderá ser por não ter a pessoa doente elementos que "justifiquem" ou dêem direito a que possa sequer responder "sim" a um tal questionário ou a ser aprovada num qualquer procedimento verificativo.

(Lembrem-se de que, são tempos de verdadeira decadência moral os em que já vivemos. E uma das maiores barreiras psicológicas que existia - como eu disse - já foi derrubada... E, tal como eu acima também elaboro parcialmente, a partir do momento em que uma das mais fundamentais formas de respeito pela vida humana é eliminada numa sociedade - e com o consentimento da maior parte da mesma - tudo é possível...)

E, já agora, também em jeito de curiosidade, para quem tudo isto comece a fazer lembrar o conhecido filme de Hollywood, Soylent Green, deixo aqui também <esta> notícia.

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colocado por Fernando Negro às 16:01

Até nos álbuns de fado...

04.01.16

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Penso que, neste caso, a razão de ser para a presença do conhecido <símbolo de controlo mental> é mesmo muito óbvia...
Pois, basta ler a versão em inglês da página na Wikipedia sobre este estilo musical, para confirmar que estão claramente a ele associados os sentimentos de lamentação, "resignação" e "fatalidade".
Pessoalmente, desde criança que não posso com este tipo de música... Mas, ao ouvir a mesma, percebo em parte porque razão é então este um país de gente tão apática, panhonha e cobarde.

"Silêncio, que se vai cantar o fado!"

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"What's up?!... Money! Money! Money!"

12.09.15

(Alguma alma caridosa, que tenha pena de quem não quer lutar no seu país-natal por melhores condições de vida, talvez queira ir dizer a estes imigrantes que, para além da União Europeia, se estiverem eles dispostos a "ir lavar pratos para a Suíça", podem lá ganhar mesmo muito dinheiro...)

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Estímulos à imigração síria para dentro da União Europeia servem também para desincentivar luta dos sírios contra o Estado Islâmico

09.09.15

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É óbvio que, também para que celebrações de vitórias contra o Estado Islâmico (como a acima retratada) não se tornem um fenómeno comum na Síria, é do interesse do Ocidente estimular esta onda de refugiados (na sua grande maioria sírios) em tão grande número. E, deixei nos comentários a <esta> colocação, feita no blogue do meu amigo Dr. Octopus, uma explicação mais elaborada sobre isto - de onde tiro a seguinte citação de um artigo sobre a luta das mulheres curdas da minoria iazidi:

 

"the women are conscious of a 'white' or bloodless genocide, as EU governments — especially Germany — try to lure Yazidi women abroad, uprooting them from their sacred homes and instrumentalizing them for their own agendas."

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Imigração é muito útil para alterar as diferentes culturas europeias

04.09.15

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Tragédias à parte, é importante reflectirmos sobre as causas de todo este fenómeno de imigração massiva para a Europa (para além do facto de ter o mesmo origem em guerras criadas ou instigadas pelo próprio Ocidente). Nomeadamente, questionando-nos sobre porque razão não decidem antes estas pessoas lutar pela libertação das suas pátrias e como conseguem elas, numa situação de desemprego, arranjar tanto dinheiro para pagar a traficantes de seres humanos - ainda mais, quando são oriundas de países (muito) pobres.

E, quanto à reacção do poder estabelecido europeu a este fenómeno, é também importante fazer algumas perguntas.

  • Porque razão se disponibilizam, prontamente, os diferentes líderes europeus para acolher estas pessoas estrangeiras?
  • Porque razão tem existido uma clara e contínua propaganda, por parte do poder estabelecido e dos seus média de massas, que visa misturar culturas - e, consequentemente, "diversificar" ou miscigenar as populações europeias?
  • Porque razão atribuem alguns estados-membros da União Europeia subsídios a quem não é cidadão do seu país, para ajudar tais pessoas a se fixarem dentro dos seus países de acolhimento, financiam algumas autarquias destes estados a construção de templos de religiões diferentes das predominantes locais e se atribuem até cargos ministeriais a quem nem sequer é natural do país onde exerce tal cargo?

A resposta a todas estas interrogações deverá, uma vez mais, ser óbvia para quem já conhece este blogue... [1] [2]

Alterando significativamente as populações humanas e as culturas dos diferentes estados europeus, para uma situação em que comecem estes, outrora diferentes, a assemelhar-se uns aos outros (por terem acolhido o mesmo tipo de populações estrangeiras), é mais uma facilidade que se cria para a pretendida extinção dos diferentes estados-nação europeus e sua substituição por um, cada vez mais homogéneo, superestado europeu.

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Militares a vigiar crianças nas escolas públicas portuguesas

16.06.15

Quem pensasse que ter membros das forças armadas a policiar o comum cidadão era coisa que só podia acontecer nos EUA e outros países ocidentais, grandemente atingidos pelos ataques terroristas de bandeira falsa, desengane-se...
O mesmo fenómeno acaba de chegar ao país imensamente violento que é Portugal, de uma forma inicial e discreta. (Sendo de esperar, obviamente, que vá evoluindo daqui para a frente...)
Agora já percebo o porquê de tanta paranóia, nos média de massas, com a questão do "bullying"! :)

 

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Mais uma série de atentados obra do poder estabelecido ocidental

11.01.15

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Para começar, tal como poderão ler no que eu escrevi aqui, não vi ainda provas convincentes de que foram as pessoas que o governo francês diz que foram, os autores destes atentados.
E, tenham em atenção o muito importante facto de que tudo isto tem origem numa clara repetição do que foi, também claramente, uma anterior operação mediática e psicológica ocidental.
Mas, mesmo partindo do princípio de que os culpados destes atentados possam ter sido as pessoas indicadas pelo governo francês...
O "Estado Islâmico", que não é mais do que um renomeamento da conhecida "al-Qaeda" (talvez feito para impedir as confusões que naturalmente surgiam, quanto ao notório combate e ao mesmo tempo apoio do Ocidente a tal conhecida "organização") é uma criação ocidental.
Segundo a história oficial destes recentes atentados em França, aliás, pelo menos um destes supostos terroristas pertencia à al-Qaeda - a qual toda a gente sabe ser uma criação da CIA (e que sabem as pessoas melhor informadas ser ainda hoje uma extensão de tal agência secreta ocidental).
Este tipo de atentados, ocorridos em solo europeu e supostamente feitos por cidadãos autóctones, têm obviamente o objectivo de criar a paranóia de que "qualquer pessoa pode ser um terrorista". Paranóia essa, que irá servir de pretexto para a criação de um (ainda maior) estado policial.
(Reparem em como a propaganda que visava mentalizar as pessoas para este novo fenómeno de ataques terroristas começou bem antes de terem ocorrido estes atentados, com muita gente na imprensa controlada - com estranhas capacidades de prever o futuro - a dizer que os elementos ocidentais do Estado Islâmico iriam efectuar ataques nos seus países de origem...)
Por isso, saiam à rua para aumentar o impacto mediático de tudo isto - nomeadamente, para mostrar aos muçulmanos, radicais e não só, que apoiam o desrespeito à sua religião e que são também alvos a abater nesta nova guerra terrorista em solo ocidental - e também para homenagear quem ofende pessoas de religiões diferentes - e façam de um grupo de "jornalistas" parvalhões, ao serviço do poder estabelecido, heróis da "liberdade" de desrespeitar e insultar o próximo, se quiserem. (Pois, eu é que não me solidarizo com tais agentes do sistema - que pagam o preço que muitos outros pagam, quando passam a ser mais úteis mortos do que vivos.)
Mas, se quiserem antes não fazer parte da propaganda e evitar a lavagem ao cérebro mediáticas, que estão em curso, e saber e espalhar a Verdade sobre estes atentados, podem começar a ler e a ouvir o que têm a dizer o jornalista Wayne Madsen e também as outras fontes que eu aqui tenho recomendado.

 

Viva o Respeito pelas diferentes crenças pessoais e religiosas.

Abaixo a construção do Estado Policial Europeu.

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"Ah, como é bom ser pobre..."

05.01.15

Um muito pequeno excerto de um filme musical, chamado "Planeta Adormecido", com que são presentemente lavadas ao cérebro as crianças em Portugal - no qual ter "casas" e "carros" é apresentado como algo de mau (sendo que, o que é bom é "não ter nada").

 

(Reparem no "olho dentro do triângulo", que tem um dos personagens vestido de branco - que aparece em todo o filme - apresentado como "iluminado", contrariamente às pessoas que vivem nas "sombras" por procurarem qualidade de vida...)

 

O filme em causa, foi exibido na RTP 1, na manhã do passado dia 27 de Dezembro. E, suponho que para constatar o que eu aqui denuncio, tenha de se ver mais partes do mesmo. Pois, o filme inclui verdadeiras barbaridades, como: uma altura em que as crianças se sentam em volta dos adultos e estes lhes explicam (parafraseando) que "a crise é algo que veio por bem"; um outro pequeno momento musical em que um personagem se vangloria de comer comida do lixo; e outras coisas imensamente educativas.
(Uma excelente sugestão, suponho, para "entreter" as crianças que, devido ao recente empobrecimento dos seus pais, não podem mais viajar para visitar sítios de interesse para elas e onde possam brincar e que têm agora de ficar fechadas em casa - caso ainda tenham uma - em frente ao LCD de lavagem ao cérebro que têm algures na sala - crianças essas, que também não convém que se mexam muito, pois, o dinheiro para a comida também já não abunda...)

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colocado por Fernando Negro às 01:49

Programa Espacial ocidental será privado (e não precisará de verdadeiros seres humanos, vossos descendentes, para nada)

04.12.14

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(Passando ao lado da notória explosão mais recente de uma nave espacial, da empresa privada com fins parcialmente turísticos "Virgin Galactic", gerida pelo britânico Sir Richard Branson...)

Quem tenha prestado atenção às notícias do recente lançamento falhado do foguetão espacial "Antares", em missão de reabastecimento da Estação Espacial Internacional, deverá ter reparado que as descrições eram de um lançamento operado por uma empresa privada - e que não foi a agência pública NASA, de que estávamos habituados a ouvir falar, quando ocorriam este tipo de missões, a responsável por tal missão da parte estadunidense.
Assim como, quem se informe sobre como vão e vêem os astronautas estadunidenses para e de a EEI, poderá facilmente saber que é também através de empresas privadas que tal transporte é agora feito - dado que o programa dos vaivéns espaciais da NASA foi terminado (e não "suspenso") em 2011.
Outra coisa que, quem estiver atento aos desenvolvimentos que vão ocorrendo neste campo da exploração espacial (no que toca agora também a privados) poderá também saber, é que até a própria Google já começa a dar os seus primeiros passos neste sector, tomando o lugar da agência pública NASA.
Ora, com a crescente privatização de tudo e mais alguma coisa no Ocidente, na transição que está a ocorrer para a sociedade neofeudalista que está planeada...
Como acham vocês que irá terminar tudo isto?
O investigador Daniel Estulin já tem referido este facto de modo subtil, ou pouco explícito. Seja nesta entrevista, em que fala na possibilidade das elites (e apenas elas) se estarem a preparar para "abandonar" o planeta (enquanto os restantes cidadãos ficam para trás), ou nesta recente partilha no Twitter, em que chama a atenção para a palestra de um outro investigador, que fala da possibilidade do Programa Espacial público estadunidense ser algo que não agrada nada a quem "puxa os cordelinhos" na nossa sociedade.
E, quem tenha visto filmes como o recente Elysium, terá constatado que, nesse que é claramente mais um argumento para mentalizar as pessoas para vários dos aspectos da sociedade que está para nós planeada, tal como é dito no trecho de promoção do filme, no futuro que é antevisto em tal argumento, o mundo está dividido em duas classes: uma de pobres, que vivem na Terra, e uma de ricos, imensamente privilegiados, que vivem fora desta.
(E, dito isto... Preciso eu de dizer mais alguma coisa?...)
Quem, de mentalidade servil, pense que, tornando-se alguns dos seus descendentes em obedientes empregados das elites ocidentais, talvez consigam também eles, num futuro em que tal seja possível, um "bilhete de ida" para fora do planeta, desengane-se...
Pois, ao que tudo aparenta, nem de empregados verdadeiramente humanos precisarão tais elites. Visto que, a julgar pelos argumentos deste tipo de filmes de Hollywood com clara propaganda subliminar incluída - como o referido Elysium e outro chamado Moon - o futuro distante será um em que os empregados das elites serão: ou robôs andróides e de outros tipos; ou clones humanos/semi-humanos descartáveis, artificialmente sintetizados e lavados ao cérebro desde o início da sua vida, através de programas já muito aperfeiçoados.
(Repararam naquela cena, no filme The Island, em que se observa uma série de clones humanos a serem lavados ao cérebro, conjuntamente e em massa?...)
Por isso, se acham que algum dos vossos descendentes irá sobreviver ao futuro próximo, ou até mesmo à explosão do nosso querido Sol, estimada para daqui a alguns milhares de milhões de anos, desenganem-se, enquanto nada fizerem para impedir tal nova sociedade de se tornar uma realidade. Pois, "o futuro não precisa de vós". E, a não ser que se mudem as coisas, pertencem tais vossos descendentes à subespécie Homo sapiens familiaris, que entrará em extinção, algures no futuro próximo - e cujos indivíduos, tal como muitos da subespécie Canis lupus familiaris que servem os interesses de outros, são simplesmente mortos quando deixam de ter utilidade.

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