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A Grande Farsa do Aquecimento Global

18.11.14

(Quem quiser ler um bom artigo que teve como ponto de partida este documentário, pode espreitar aqui.)

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colocado por Fernando Negro às 18:26

Realpolitik russa relativa à situação na Ucrânia

05.08.14

(Quem preferir outras legendas, que não em inglês, pode clicar no ícone que as permite mudar.)

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Os Donos do Dinheiro

11.12.13

Após já 10 anos acumulados de pesquisa sobre esta temática da NOM, continua, ainda hoje, a ser este, não só o melhor documentário que já vi sobre a mesma, mas também, simplesmente, o melhor documentário que já alguma vez vi, em termos dos que mais me abriram os olhos, para o Mundo em que realmente vivo...
Querem saber de que maneira é que os banqueiros nos roubam, a todos? Quem é que mexe alguns dos mais importantes "cordelinhos" na sociedade ocidental que temos? Como têm sido as várias guerras, ao longo da História, manipuladas pelos grandes nomes da finança internacional? E de que modo operam as pessoas por trás de tudo isto?
Vejam, então, este excelente documentário, sobre os chamados "banqueiros internacionais", a sua história e o seu projecto da "Nova Ordem Mundial".
Um muito bem elaborado documentário, que é já uma importante referência, entre os que estão politicamente "acordados", e um que tem sido elogiado por pessoas de renome internacional.
(Assim como, um documentário que, caso tivesse eu de elaborar uma lista de recomendados, seria certamente o que ocuparia a primeira posição de todas...)
São 3 horas e meia, mas, podem fazer como eu e ver em várias partes, ao longo de vários dias.
Acreditem que vale mesmo (imenso) a pena. E, têm muito tempo para o ver, pois, só depois do Natal é que irei voltar a fazer aqui alguma colocação.

(Para quem quiser, deixo aqui uma sinopse deste filme, presente na sua página oficial na Internet.)

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colocado por Fernando Negro às 07:56

Os Illuminati não existem

03.12.13
Atenção, que anda para aí muita gente bem-intencionada, que está convencida da existência de uma sociedade secreta, conhecida como os "Illuminati" da Baviera, e que insiste em denunciar tal paranóia, sem ter provas algumas que sugiram a existência actual deste grupo...
E, a essas pessoas, gostaria de dizer o seguinte:
  1. Os grupos revolucionários nunca ressuscitam. E, se oficialmente deixam de existir, a partir de certa altura, não voltam nunca mais a surgir. Nunca. Até porque...
  2. As pessoas com poder, já não querem sempre mais poder. Isso era uma ambição antiga, que perdurou durante os 6 mil anos de História da Civilização anteriores, mas que, desde que os planos de tal sociedade secreta foram descobertos e foi tal grupo perseguido, simplesmente desapareceu da mente dos poderosos.
  3. O que pode ser lido <neste> título de uma notícia da mais importante publicação económica italiana, é um erro de tipografia, que não foi a tempo de ser corrigido.
  4. E, o que é referenciado (e pode ser ouvido na hiperligação incluída) <nesta> colocação é uma mera ilusão sonora. Não é realmente isso que tal conhecido apresentador está a dizer.
  5. O forte paralelismo que pode ser observado entre os objectivos passados de tal sociedade secreta e o que, hoje em dia, vemos acontecer, é fruto de mera coincidência - e não de uma qualquer "conspiração" oculta. Pois, os poderosos hajem sempre sem planos pré-definidos, a longo prazo, e nunca formam grupos secretos, nos bastidores, longe do olhar público. Tudo o que vemos acontecer, a longo prazo, é fruto do mero acaso e da espontaneidade - e não de uma qualquer evolução planeada.
  6. O que é dito <nesta> descrição não passam de meras baboseiras, que, de tão ridículas que são, nem vale a pena refutá-las...
  7. E, o documentário que se segue - do qual foi feita a anterior descrição - é um péssimo documentário, feito por gente que não sabe realmente nada do que está a falar. E um documentário que não deve ser visto por ninguém que esteja seriamente interessado/a neste assunto e que se queira inteirar sobre o mesmo, recorrendo apenas a fontes fidedignas.

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A mentira com que nos tentaram convencer da necessidade duma intervenção militar ocidental na Síria (inclui filmagens chocantes)

18.10.13


Como os serviços secretos ocidentais fabricaram o "ataque químico" de Ghouta

REDE VOLTAIRE | DAMASCO (SÍRIA) | 11 SETEMBRO 2013


Thierry Meyssan analisa as contradições e as incoerências dos serviços secretos estadunidenses, britânicos e franceses a propósito do suposto massacre químico de Ghouta.


Thierry Meyssan: Os serviços secretos ocidentais estão seguros, a 100%, de coisas que não são lógicas:
  1. Eles pensam que os gases de combate podem descriminar entre homens e mulheres.
  2. Eles observaram a preparação de gases de combate, mas não interviram para impedir o seu uso. Pelo contrário, propuseram punir aqueles que os usaram.
  3. Eles explicam que as crianças foram mortas no dia 21 de Agosto, enquanto os vídeos são anteriores e as crianças provêm de famílias que apoiam o Estado sírio e o governo de Bashar al-Assad.
  4. Eles dizem dispor de intercepções telefónicas. Mas, não são eles que fazem essas intercepções telefónicas.
  5. E, finalmente, o caso da "linha vermelha". Visto que, de acordo com o chefe do Comité Conjunto dos Serviços Secretos britânico, Jon Day, a Síria teria usado, anteriormente, 14 vezes gases de combate. Mas, sem isto ter sido claramente documentado. Porquê 14 vezes antes? Porque, 14 vezes é o número de uso, pelos EUA, de armas químicas no Iraque, em 2003-2004. E, evidentemente, esta seria simplesmente a 15ª vez que permitiria atravessar a famosa "linha vermelha" que necessita de uma resposta da parte das grandes potências.


O massacre de Ghouta
As contradições dos serviços secretos ocidentais

TM: O governo dos EUA e também a França asseguram que o exército árabe sírio - o exército legítimo do Estado sírio - procedeu a um massacre químico nos arredores de Damasco, na cintura agrícola - a Ghouta - que rodeia Damasco, no anterior dia 21 de Agosto.
Então, vou-vos mostrar que tal afirmação é completamente fabricada e que em nada corresponde à realidade. Para isso, vou-me basear em documentos publicados, muito oficialmente, pelos governos dos EUA, Reino Unido e França.


1 - O número de vítimas varia na proporção de 1 para 5

TM: Na nota de informação que foi publicada pelos EUA, podemos ler que tal ataque causou a morte de, pelo menos, 1429 pessoas.
Mas, quando vemos o documento francês equivalente, já se trata de apenas 281 mortos, que foram contados, observando vídeos na Internet. Esses mesmos documentos precisam que uma "Organização Não Governamental" (é preciso usar o termo entre aspas), os Médicos Sem Fronteiras, contou, pelo governo francês, 355 mortos em hospitais na região de Damasco.
Portanto, a diferença de avaliação do problema varia, de um a cinco, consoante a fonte.
Depois, uns e outros fazem referências aos vídeos, para atestar a veracidade dos factos.
E, estes mesmos vídeos, não estão de acordo quanto ao número. De acordo com os documentos dos EUA, há uma centena. Enquanto que, de acordo com o governo francês, há apenas 47.


2 - Paris e Washington validaram os vídeos anteriores a 21 de Agosto

TM: Quando vemos estes vídeos, podemos constatar que alguns são anteriores ao massacre.
Com efeito, se vocês os virem no YouTube, verão que eles foram publicados no dia 20 de Agosto. Poderia ser o dia anterior - mas não necessariamente - dada a diferença horária de 9:00 horas entre a Síria e a Califórnia, onde se encontram os servidores do YouTube. Contudo, podem constatar que, nas cenas exteriores, o Sol está no seu zénite.
Pelo que, é cerca de meio-dia. E isto não pode ter sido publicado no dia 21 de Agosto. Teve, necessariamente, de ser registado antes desta data.
É, portanto, em provas sem valor que se fundamentam os serviços secretos dos EUA e da França.


3 - Um gás que poupa as mulheres

TM: Nesses documentos, dizem-nos que a maior parte das vítimas são crianças.
Efectivamente, se virmos estes vídeos, podemos ver que muitas das crianças estão a agonizar. São todas crianças da mesma idade. Há também adultos, mas os adultos são todos homens, geralmente, de idade de combate.
Não há mulheres. Com duas excepções, não há mulheres entre as vítimas anunciadas. Das 1429 vítimas contadas pelos Estados Unidos, não haverá mais de duas mulheres.
Esta seria a primeira vez em que gases descriminam as pessoas de acordo com o seu sexo.


4 - As vítimas são prisioneiros dos jihadistas

TM: Quando estas imagens são difundidas, a primeira coisa que sobressai é que estas crianças não estão acompanhadas.
Isto é muito chocante, de acordo com a cultura do Médio Oriente, porque, jamais se deixam os corpos dos mortos sem estarem acompanhados, especialmente, quando se tratam de crianças.
Portanto, estas crianças estão sem os pais.
E vemo-las nas mãos de pessoas, que são apresentadas como auxiliares de acção médica a tentar salvá-las. Mas, não compreendemos bem o que esses auxiliares de acção médica estão a fazer.
De facto, há uma razão muito simples... Que é que, estas crianças não são vítimas de ataques químicos.
São crianças que foram raptadas há duas semanas, no princípio de Agosto, na região de Latakia, a 200 km de Ghouta.
Foram raptadas durante um ataque dos jihadistas contra aldeias alauítas fiéis ao governo. A maior parte das famílias foi massacrada. Alguns sobreviveram. Nos sepulcros em redor de Latakia, houve mais de um milhar de mortos.
E estas crianças, das quais estivemos sem notícias, durante duas semanas, reaparecem nestes vídeos.
Aquelas que têm familiares ainda vivos foram reconhecidas por eles e essas famílias apresentaram queixa por assassinato porque, se não perceberam, nos vídeos, o cuidado que lhes está a ser prestado é, simplesmente, que elas não sejam ajudadas.
Estão-lhes a dar injecções intravenosas de venenos, para as assassinar em frente às câmaras.


5 - Os serviços secretos teriam um meio secreto de analisar amostras humanas

TM: Os estadunidenses, britânicos e franceses dizem que as vítimas foram gaseadas com gás sarin, com uma mistura de gases que inclui gás sarin. E, para isso, baseiam-se em análises feitas pelos seus próprios laboratórios a partir das suas próprias amostras, colhidas no sítio.
O que é totalmente impossível, porque a ONU também foi a esse local, colheu amostras e precisa de mais doze dias suplementares para poder cultivar os tecidos humanos, que foram colhidos, e ser capaz de os analisar.
Portanto, dizem-nos que os EUA, França e Reino Unido têm métodos secretos de investigação, totalmente desconhecidos do mundo científico, que permitem, instantaneamente, cultivar tecidos humanos e saber o que daí advém.


6 - Os Estados Unidos terão observado a preparação do crime, durante quatro dias, sem terem interferido

TM: Ainda mais estranho, na nota de James Clapper, Director dos Serviços de Informações estadunidenses, aprendemos que, como prova final, os EUA terão observado, durante os quatro dias anteriores, o exército sírio a misturar os componentes de gás sarin e a preparar o veneno mortal para uso imediato.
Mas, o que não compreendemos é que, se viram isso durante quatro dias porque não disseram nada e porque não interviram?


7 - Uma intercepção telefónica fornecida por Israel

TM: Da mesma maneira, os EUA, Reino Unido e França afirmam, cada um, ter interceptado conversas telefónicas entre um alto funcionário do Ministério da Defesa sírio e o chefe das unidades que lidam com gases de combate, em que o Ministério sírio terá entrado em pânico devido ao uso desses gases. Isto, seriam mais provas da responsabilidade síria.
Mas, estas provas não foram colhidas por tais serviços secretos. Foram-lhes fornecidas pela Unidade 8200 da Mossad israelita, tal como anunciou, perante tais serviços secretos, a televisão israelita...

Televisão israelita: "As forças armadas israelitas afirmam ter interceptado comunicações do governo sírio que demonstram que o regime de Bashar al-Assad é responsável pelo recente ataque químico que causou centenas de mortos, entre civis, num país devastado pela guerra."


8 - Ausência de sintomas causados por gás sarin

TM: Nos vídeos, as vítimas têm tremores e babam-se. Isso é muito característico, normalmente, das intoxicações com gases de combate.
Excepto que, o gás sarin não causa uma baba branca, mas uma baba amarela. E não é isso que vemos nesses vídeos. Por isso, não pode ter sido gás sarin que foi usado para intoxicar as pessoas que morreram.


Os dirigentes dos Estados Unidos, Reino Unido e França são passíveis de ter de enfrentar o Tribunal Penal Internacional

TM: Em conclusão... Este caso é totalmente fabricado. Emerge da propaganda de guerra. E a propaganda de guerra é, de acordo com o Direito Internacional, um crime muito grave, porque é um crime contra a Paz, o qual permite a perpetração de outros crimes, incluindo crimes contra a Humanidade.

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Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria explicadas em poucas linhas

14.02.13

(Quando digo que a indústria soviética era, em grande parte, constituída por sucursais ocidentais, falo em termos práticos, ou metafóricos. Pois, embora assim não o fosse oficialmente, era nisto que se traduzia o seu modo de funcionamento...)

http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=9302.msg229690#msg229690

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"Oh... As crianças..."

18.03.12

A propósito de um outro vídeo, publicado noutro blogue, em que se fala de um personagem, também já referenciado nos sítios do Alex Jones, que ultimamente tem aparecido nos vários média controlados, a fazer campanha por uma intervenção ocidental na Síria e que, visivelmente, se esforça ocasionalmente para não se partir a rir enquanto o faz (vejam o vídeo de que falei, aquando dos 5m e 15s), não quis deixar de chamar aqui a atenção para um vídeo, este último, ainda mais revelador do grau de cinismo e insidiosidade a que é capaz de chegar a propaganda feita para a imprensa controlada.

(Vejam o vídeo que se segue mais do que uma vez, se quiserem, para repararem bem no que falo.)

Reparem na ausência de feridas visíveis nas crianças, no quão descontraídas estas estão, na clara ausência de medo por parte destas e na ausência de expressões faciais que revelem algum trauma ou que estejam estas em "estado de choque". Observem isto e depois reflictam seriamente sobre se esta é uma cena genuína ou não...



(Só para verem o quão cínica pode ser esta gente e o nível de mentira com que nos bombardeiam, quase todos os dias...)

E uma nota.
Eu não irei, ao contrário do que ocasionalmente fazia no passado, estar aqui neste blogue a denunciar as várias mentiras, ou propaganda embebida nas supostas notícias ("Não façam nada... Deixem-se ser destruídos...") dos média de massas, de que me vou apercebendo. (Também, cada vez menos, por ser, cada vez menos, capaz de ver telejornais, dada a quantidade dessas mesmas mentiras e propaganda e a incrível e desmesurada atenção que é dada a eventos desportivos, enquanto toda a sociedade continua em Colapso...)
Pois, se o fizesse, teria de estar aqui constantemente a fazer colocações, as quais ofuscariam os assuntos mais importantes dos quais quero aqui estar a falar e também porque, acima de tudo, não tenho mesmo paciência para, e coisas melhores que fazer do que, andar a corrigir quem se deixa enganar por órgãos de comunicação de massas, que tem a obrigação de saber estarem controlados.
Assim como não irei também estar aqui sempre a comentar o que vejo nos olhos de cada político nacional no governo, de cada vez que vejo um desses seres abjectos numa televisão.
("Quem quiser comprar a banha da cobra, que compre...")
Mas dado o grau de cinismo deste vídeo em particular, não resisti a esta partilha.

E a finalizar... Quem tiver sabido de um massacre de mulheres e crianças, que ocorreu na Síria, que foi reportado esta última semana, prontamente atribuído pela imprensa às forças do regime (que obviamente, querem-nos fazer crer, têm todo o interesse em andar a matar os seus próprios cidadãos inocentes desta maneira...) lembre-se, ou saiba: que os países da OTAN têm já tropas colocadas na Síria; que foi emitido um aviso, há semanas, de um ataque desta natureza que iria ser erradamente atribuído ao regime sírio; e que não é fenómeno raro as tropas dos países da OTAN fazerem este e outro tipo de coisas.

Mas... "Oh... Ajudem as crianças..."

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11/9: O Caminho Para a Tirania

05.03.11

O Pico do Petróleo (e Gás Natural) não foi a única razão para o 11 de Setembro. Quase igualmente importante, estes atentados providenciaram também ao governo dos EUA e restantes governos ocidentais o pretexto para, em nome da "Guerra Contra o Terrorismo", começarem gradualmente a destituir todos os seus cidadãos dos direitos civis, ao longo dos tempos adquiridos, que fazem a distinção entre o que significa viver numa Sociedade Livre e o que significa viver num autêntico Estado Policial, ou sob uma qualquer forma de Tirania.
("Afinal de contas, temos de impedir que os terroristas voltem a atacar, certo? E que melhor forma de o fazer do que começar a vigiar tudo e todos e a controlar e prestar muita atenção a quem ameaça a integridade e a segurança dos Estados responsáveis por toda essa mesma protecção?")
Uma das coisas que fiz no meu tempo de jornalista cidadão, a começar logo no segundo dia após os atentados, quando publiquei a tradução deste artigo, foi chamar repetidamente a atenção para o facto destes ataques, e toda a paranóia que com eles se instalava, serem constantemente usados como principal argumento para adoptar novas medidas de vigilância e introduzir legislação atrás de legislação que foram gradualmente eliminando vários direitos fundamentais, no domínio da privacidade e do dito Estado de Direito, não só nos EUA, como também, mais lentamente, na Europa, sendo, nos meses que se seguiram aos atentados, o caso mais falado por mim e outros activistas o do "USA PATRIOT Act", aprovado uns meros 45 dias após os atentados e o qual literalmente eviscerou uma boa parte da Carta de Direitos norte-americana.
Aquando da descoberta da proposta de mais um desses pacotes de leis restritivos da Liberdade, no outro lado do Atlântico, avisava a dada altura: "Peguem nos atentados de 11 de Setembro, no 'USA PATRIOT Act' que lhe seguiu e no recente 'Domestic Security Enhancement Act' (também conhecido como 'Patriot Act II'), comparem-nos com o pequeno texto que se segue e vejam onde é que os tipos foram buscar a inspiração: [hiperligação]".
Dez anos volvidos após os atentados, com leis e projectos de vigilância que tinham recebido fortes críticas a serem implementados sob outros nomes, através do recurso a artimanhas legislativas e burocráticas, os EUA já não são definitivamente um bom lugar para se viver. E estão já muito perto de se tornar um verdadeiro estado policial.
(Sei que isto soa incrível para quem só lê e vê imprensa controlada e não faz ideia do que lá se passa.) Sobre esta última temática, irei também aqui fazer uma colocação, mas por agora, deixo-vos com o primeiro documentário que descobri sobre os atentados de 11 de Setembro, quando há anos explorava os confins da Internet à procura de informação de interesse.
Andava eu então, no início de 2003, a vasculhar um desconhecido grupo de notícias da Usenet - já não me lembro se sobre a CIA e tráfico de drogas, ou se sobre o assassinato de JFK - quando, a dada altura, me deparei com a referência a um vídeo... "9/11: The Road to Tyranny".
"Ora aí está um título que faz todo o sentido..." - pensei na altura ao lê-lo, depois de já repetidas vezes ter feito a associação entre os dois elementos da frase - "Deixa cá então ver isto..."
O resultado foi um dos maiores choques que apanhei e um documentário que me deve ter deixado boquiaberto durante a maior parte do tempo que o vi.
(Certamente um bom exemplo do que quer alguém dizer, quando descreve algo com que se depara como informação que quase literalmente "rebenta com a mente" de uma pessoa...)
Tendo sido esta a maneira como fui também introduzido ao trabalho de Alex Jones. Um anfitrião de programas de rádio, com um estilo muito energético com que na altura me identificava, que recentemente passou a fronteira da chamada imprensa alternativa para ocupar já um lugar de destaque na imprensa norte-americana, estando já a ser alvo de várias tentativas de ataque à sua credibilidade e de ridicularização, que são de esperar para quem chama a atenção de muita gente.
Este era então o muito bom documentário que ele fazia, há nove anos, com os limitados recursos ao seu dispor na altura.

(Se tiverem problemas com o vídeo, podem descarregá-lo aqui. As fontes para o documentário estão aqui.)


Um bom complemento a este vídeo, poderá ser (apesar de alguns erros factuais) o que se lhe seguiu intitulado The Masters of Terror. (Algumas das fontes usadas no mesmo, estão arquivadas aqui.)
E outro muito bom complemento (também da autoria de Alex Jones) a estes filmes, poderá também definitivamente ser uma importante entrevista - áudio e transcrição - feita em Março de 2003, a um advogado que representava mais de 400 famílias das vítimas dos atentados, que tira quaisquer dúvidas que alguém possa ainda ter quanto à autoria dos ataques.

Com isto termino esta pequena série de colocações sobre o 11 de Setembro que me propus fazer. Quando se aproximar o 10º aniversário dos atentados, deverei publicar e colocar aqui mais algumas coisas com que tentarei complementar o que disse.
Para quem quiser adquirir bons livros sobre o tema, que sobrevivam na Era Pós-Industrial que se aproxima, em que o acesso a computadores e meios audiovisuais será cada vez mais difícil, os que recomendo (na esperança de que não sejam vítimas de alguma campanha de queima de livros que venha a ocorrer no futuro...) são o "tratado" de 700 páginas escrito por Michael C. Ruppert, intitulado Crossing the Rubicon - que fala sobre os atentados e a sua relação com o Pico do Petróleo - e o bom resumo do que na história oficial não bate certo e boa série de "perguntas perturbantes" sobre os ataques, que foram elaborados por David Ray Griffin, no seu livro The New Pearl Harbor.

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