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Confirmada "previsão" do 11/9/2001 no filme "The Matrix" de 1999

29.11.16

matrix.png(Podem clicar na imagem para a ampliar.)

 

Por ser este um filme com mais de 15 anos, já por n vezes tinha eu visto que iria ser exibido nos canais da TV por cabo. Mas, talvez por não estar normalmente associada a tais canais a sigla "HD", nunca me lembrei de fazer eu tal confirmação.
Pois bem, por ter eu visto ontem à noite, pela primeira vez, que iria ser exibido este filme num dos canais de cinema TVCine que sei eu bem que emitem todos os seus filmes em alta definição - e, certamente por ter eu sido também lembrado desta temática, a propósito da minha última colocação neste blogue - lá me lembrei eu de fazer uma confirmação pessoal (com a câmara fotográfica e de filmar de um muito bom smartphone que agora tenho) do que há já uns bons anos vi eu ser denunciado num fórum de discussão sobre estas temáticas.
(Lembrem-se... Tudo indica que estas pessoas fazem, de facto, este tipo de escolhas e colocações propositadas, em aparente jeito de "piada interna". E, para quem queira entender qual é a "piada" neste caso - deste pormenor de uma cena em que é interrogado um personagem "rebelde" - deixo aqui <esta> hiperligação.)

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George W. Bush a festejar o novo "7 de Julho"

13.07.16



O homem da "Skull & Bones" que presidia os EUA aquando dos atentados de 11/9, apanhado a festejar durante a cerimónia fúnebre dos polícias que recentemente foram massacrados em Dallas, na maçónica/"iluminada" data de 7/7 e no que quase certamente terá sido mais uma operação governamental, com vista a demonizar a posse de armas e a criar divisões raciais nos EUA.
(Mais, sobre a importância das datas em que ocorrem este tipo de atentados, aqui e aqui.)

[Acrescentado a 23/07/2016: E, reparem na data em que ocorreu o tiroteio em Munique, ainda no decorrer deste mês... "22 de Julho" (ou seja, 22/7). O mesmo dia exacto dos atentados na Noruega que, há cinco anos, mataram 77 pessoas. Mais uma vez, espreitem <esta> hiperligação. As assinaturas estão à vista de todos. E só não as vê quem é ignorante nestes assuntos.]

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Lincoln e Kennedy

01.12.13

Tinha dito, há uns anos, em privado, que não iria falar deste tipo de assuntos no meu blogue... Mas, seguindo o exemplo do Daniel Estulin e após o que tudo mais este conhecido autor tem denunciado - e também, porque penso que já deverão este tipo de coisas fazer algum sentido para quem tenha lido algumas outras neste blogue, que enveredam já um pouco neste sentido - penso também que já não deverá ser este um assunto tão esotérico como isso, para a maior parte das pessoas que tenham consultado também esta minha humilde publicação...
Assim sendo, o que se segue é uma resposta que enviei, há uns anos, a alguém que me enviou uma daquelas cartas electrónicas que são enviadas em cadeia (para muita gente, ao mesmo tempo) com um conteúdo do tipo que se pode encontrar <aqui>.

(Leiam primeiro o conjunto de curiosidades - umas verdadeiras e outras não - para o qual deixo a hiperligação anterior - e que merece até uma página na Wikipedia sobre o assunto, mas sem a parte das notas de 20 dólares - e depois leiam esta minha resposta que se segue...)

John Wilkes Booth matou, de facto, Abraham Lincoln, mas Lee Harvey Oswald não matou John F. Kennedy.

John Wilkes Booth agiu a mando doutros e no caso de Lee Harvey Oswald, o próprio disse, perante câmaras de televisão e antes de ser morto, que estava a ser usado como bode expiatório.

Ambos os personagens foram convenientemente mortos, pouco tempo depois das suas acção e suposta acção, para não poderem contar a sua história a ninguém.

O número de ferimentos causados pelas balas que atingiram o Presidente John F. Kennedy e o movimento da sua cabeça aquando do alvejamento, tornam impossível que o seu assassinato tenha sido autoria de uma única pessoa, a disparar tantos tiros, em tão pouco tempo, a partir do único sítio indicado na história oficial.

O filme "JFK", de Oliver Stone, explica isto. E, quem quiser saber quem realmente esteve por trás do assassinato deste último Presidente, pode ler o que um ex-agente dos serviços secretos britânicos escreveu sobre o assunto.

Lincoln e Kennedy, foram ambos mortos por se terem intrometido nos planos de dominação dos EUA de um grupo conhecido como os "banqueiros internacionais". Lincoln mudou o sistema de criação do dinheiro para que fosse o Estado, e não os banqueiros privados, a emitir os dólares de que o governo precisava. E Kennedy falou publicamente da sua intenção de fazer o mesmo. A morte de ambos fez com que, respectivamente, anos depois se voltasse ao antigo sistema e que o mesmo não fosse alterado.

Pelo menos parte deste grupo de "banqueiros internacionais" pertence a uma sociedade secreta, cujo símbolo passou a aparecer nas notas de um dólar americano, aquando da sua tomada de controlo definitiva da emissão do dinheiro nos EUA.

O símbolo é o chamado "olho-que-tudo-vê", que costuma aparecer como uma fonte de luz, e que aparece também, por exemplo, numa insígnia que era usada pelos serviços secretos britânicos e no topo do principal documento associado à Revolução Francesa.

Aos membros desta sociedade secreta, dá-se o nome de "Illuminati" - latim para os "Iluminados". E, no caso das notas de um dólar, o seu símbolo aparece no topo de uma pirâmide.

A explicação, dada por muitos, para esta pirâmide, é que o ano que aparece inscrito na base desta é o ano da fundação dessa mesma sociedade secreta e os treze níveis da pirâmide correspondem aos treze graus da estrutura hierárquica dessa mesma sociedade.

A inscrição em latim que aparece em baixo - "NOVUS ORDO SECLORUM" - pode ser traduzida para "Nova Ordem dos Tempos" - o que muita gente associa à expressão, muito usada abertamente por políticos hoje em dia, "Nova Ordem Mundial". E uma tradução para a outra inscrição em latim que aparece, em cima, ao lado do dito "olho" que emite luz - "ANNUIT COEPTIS" - pode ser "Ele favorece os nossos empreendimentos".

E, assim sendo, uma interrogação que naturalmente surge é: Quem é "ele"?

Pois bem, a resposta a esta interrogação poderá ter sido intencionalmente dada num dos manuais da Maçonaria dos EUA, escrito por Albert Pike - um dos mais conhecidos maçons de há dois séculos e que reformulou os rituais desta mais conhecida sociedade esotérica, que desde a formação dos tais "Iluminados" é, em grande parte, controlada por estes últimos. Sendo portanto, por norma, todos os maçons de topo também "Illuminati" e sendo possível também ver, presentemente, o mesmo "olho-que-tudo-vê" ser usado como símbolo dentro de templos maçónicos no mundo inteiro, aparecendo este, mais uma vez, frequentemente como uma fonte de luz.

A dada altura, escreve então Albert Pike na sua obra "Morals and Dogma":

"LUCIFER, the Light-bearer! Strange and mysterious name to give to the Spirit of Darknesss! Lucifer, the Son of the Morning! Is it he who bears the Light, and with its splendors intolerable blinds feeble, sensual or selfish Souls? Doubt it not!"


(E nem me façam falar do número 11...)


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Celebrem à vontade, mas não reparem no número oculto...

03.04.13

Iniciam-se hoje as celebrações da criação do código de barras que, hoje em dia, acompanha quase todos os produtos que adquirimos. Código esse, que é usado para mais facilmente controlar e registar todos esses mesmos produtos, no seu acto de compra.
Com apenas algumas, cada vez mais raras, excepções, em sítios onde ainda se pratica um comércio mais tradicional, já quase não há, hoje em dia, sítio onde vamos em que não oiçamos o habitual "pip" de cada vez que é registado um produto que estamos a comprar.
A este "pip" corresponde a indicação, por parte de um sistema de controlo capaz de ler as barras em causa, de que um computador foi capaz de ler e registar esse mesmo código.
Mas quantos de vós é que já repararam nesse mesmo código?

Existem algumas variantes que são usadas para controlo interno de produtos, em alguns sítios, e que não obedecem à regra habitual.
Mas, se observarem cada um dos códigos que estão presentes nos produtos alimentares que consumimos, nos livros que compramos e em quase tudo o que de mais essencial adquirimos - e que são passados num leitor próprio para tal, por quem, na caixa registadora, regista as nossas compras, no final das mesmas - irão reparar que o formato desses mesmos códigos, que acompanham cada um desses mesmos produtos, é sempre o mesmo.
Uma série de 12 números, dividida em dois grupos, codificados em barras que podem ser lidas por um computador equipado com um leitor óptico - a qual é antecedida, na maior parte das vezes, por um número não codificado e seguida, por vezes, também do símbolo ">".
As regras para tal codificação são diferentes consoante se trate do primeiro grupo de números (do lado esquerdo) ou se trate do segundo grupo de números (do lado direito). Havendo, no entanto, um pormenor em que todos deverão reparar...
Seja a separar estes dois grupos de números (a meio destes), seja no início do primeiro, ou no final do segundo, tem este código também uma outra série de três barras - que nos dizem serem as "barras de guarda" - que assinalam o início, meio e fim do código a ser lido.
Se repararem bem nestas barras, vão notar que estas em muito se assemelham às restantes barras às quais correspondem números. Em que, a cada conjunto de duas barras, de diferente largura e separadas por diferentes espaços, corresponde um número específico.
E, se tais barras idênticas - que aparecem três vezes - se assemelham às restantes às quais correspondem números, tal não é mera impressão... Pois, é mesmo a um número que estas correspondem...
Mais propriamente, a um número que é codificado segundo as regras que são usadas para codificar os números no conjunto do lado correspondente ao da mão que a maior parte de nós usa para pegar nesses mesmos produtos. (Ou, por outras palavras, os números do conjunto do lado direito.)
Número esse, que é ocultado e que, ao contrário dos restantes, não aparece debaixo das barras a que corresponde. E número esse, que, quando se junta, no final, ao conjunto de várias vezes que é ocultado, forma um conhecido número de 3 dígitos.
E, se querem pistas para que número é esse (ou que seja eu até mais específico quanto ao mesmo) posso-vos dizer que é:

  • o número correspondente ao nome de um certo computador que regista todos os dados informáticos sobre todo o cidadão no Planeta
  • o número de dígitos da chave que permite aceder às várias instâncias do software P*OMIS (R em vez do *) instaladas em computadores em todo o Mundo
  • um número que aparece dissimulado em alguns logótipos empresariais
  • um número com que, por vezes, nos saúdam algumas caras conhecidas
  • um número que pode ser tirado da quantidade de dígitos que querem incluir em certos microchips que as elites planeiam implantar nas restantes pessoas, para que possam todos comprar ou vender
  • um número que vem mencionado na Bíblia

(E, constatado este facto, naturalmente surgem algumas perguntas...)

  • Será isto mera coincidência?
  • Por que razão foram escolher um número para servir de "barra de guarda", quando o facto de tal barra corresponder também a um número que faz parte do restante código, não simplifica (mas, antes, complica) o suposto objectivo pretendido?
  • Por que razão foram logo escolher esse número que, com a quantidade de vezes que (não) aparece, forma o tal conhecido número de 3 dígitos?

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