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Sobre a extinção de feriados

05.02.12
"To achieve World Government, it is necessary to remove from the minds of men their individualism, loyalty to family traditions, national patriotism, and religious dogmas."
--- G. Brock Chisholm, co-fundador da Federação Mundial para a Saúde Mental e primeiro Director-Geral da Organização Mundial de Saúde

 

Eu nem vou falar mais da grande importância dos feriados históricos que foram extintos... (E que, exactamente por isso, é que terão sido extintos...) Nem vou repetir as observações que fiz sobre o suposto motivo com que tentam justificar tudo isto...
Mas, suponho que a uma certa família que governa, de modo sinarquista, nos bastidores (e que, quem sabe, um dia sairá da sombra, para governar de modo visível?) estas extinções deverão ter agradado - e lhe ter dito - muito.
Só vos digo é que, pelo andar das coisas, um dia será certamente também o feriado do 25 de Abril que irá ser extinto. Dia este, ainda mais importante e muito mais significativo que os outros. Mas que o (que restar do) sistema educativo tratará, entretanto, de desvalorizar.
Mas, não agora... Que o tempo antigo está ainda na memória de muita gente viva. Dêem-lhe mais umas gerações, consecutivamente, cada vez mais estupidificadas e ignorantes e, depois sim, veremos a estocada final.
Para os ignorantes (que, com a degradação cultural e educativa que tem ocorrido, já nem sei quantos serão...) fica um pequeno vídeo, meramente introdutório, que partilho, também por curiosidade, pertencente à extinta "telescola", sobre a revolução que, só no início do século passado, acabou com o sistema político quase medieval na altura existente.
Um vídeo sobre o Portugal de há 100 anos, em que ainda havia gente honesta e com princípios neste país, que queria mudar as coisas para melhor. Gente que tinha ideais progressistas e que lutava por eles. Numa altura em que o nosso país era um país muito diferente e, ao mesmo tempo, com problemas semelhantes. Mas, acima de tudo, um país em que ainda havia quem tentasse puxar as pessoas para Cima, e não para baixo.

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Para os monárquicos (e não só)

10.12.11
"The Committee of 300 is the ultimate secret society made up of an untouchable ruling class, which includes the Queen of England, the Queen of the Netherlands, the Queen of Denmark and the royal families of Europe. These aristocrats decided at the death of Queen Victoria, the matriarch of the Venetian Black Guelphs that, in order to gain world-wide control, it would be necessary for its aristocratic members to «go into business» with the non-aristocratic but extremely powerful leaders of corporate business on a global scale, and so the doors to ultimate power were opened to what the Queen of England likes to refer to as «the commoners.»"
--- Dr. John Coleman, in
The Conspirators' Hierarchy: The Committee of 300

 

Antes de mais, uma explicação.
Na altura em que me apercebi disto, em plena campanha para as eleições europeias de 2009, ainda tentei escrever uma pequena mensagem no sítio na Internet da campanha do PPM. Mas, para além do acesso a esta página ser, na altura, muito lento, ao tentar enviar a mensagem, dava-me um qualquer erro estranho e esta não era publicada. E assim sendo, desisti de o fazer.
Após isto, passou-me pela cabeça contactar aquele que era o cabeça-de-lista desta campanha em particular. Pois não me parecia ser de um chamado "falso líder" (daqueles que lideram, mas propositadamente mal, e que mentem quanto aos seus reais propósitos) que estava perante. Mas sim - para além de um aspirante a político - um jornalista que - por já ter eu, na altura, espreitado algumas vezes os seus blogues - me dava a entender que era, o que eu chamo, um jornalista a sério. Uma daquelas pessoas que falam nos assuntos mais importantes que devem ser falados.
Tratando-se, inclusivamente, da única pessoa de que tinha conhecimento, na altura - e a única de que ainda tenho agora conhecimento - que fazia - e faz - o trabalho que é esperado de alguém que adopta esta profissão. E que, pelo que vejo, não faz parte da esmagadora maioria de membros desta "classe" - na realidade, praticamente inexistente em Portugal - da qual, há já muitos anos, venho a desprezar e a dizer mal, tal é a, propositada ou impropositada, revoltante incompetência que manifesta ter a maior parte das pessoas que a sua suposta tarefa de "informar" não cumprem.
De facto, o que se passou nessa altura foi que, apesar de conhecer muito pouco do seu trabalho, do que lia nos seus blogues, estava já praticamente convencido de que era perante um verdadeiro jornalista que estava. E, como verdadeiro jornalista que me parecia ser, parti do princípio de que seria a verdade que quereria saber. Ainda que esta contradissesse o em que anteriormente acreditava ou de que pensava se tratar o caso.
Mas depois pensei: "Em plena campanha?..." Não me parecia ser o momento mais adequado. Pois parecia-me ser como estar a tentar interpelar alguém que passa por nós a correr...
Iria possivelmente causar um grande "trambolhão", por parte do candidato em causa, e o mais provável seria a informação que tinha ser, na correria de uma campanha eleitoral, interpretada como uma peça de desinformação, emitida por alguém mal-intencionado, que estaria interessado em sabotar a sua campanha.
"Fica para outra altura", pensei. Para um outro momento que se revele mais oportuno.
O tempo passou e, dada a minha não simpatia pela causa monárquica, a minha descrença nos partidos políticos em si - que vejo como "parte do problema e não da solução" - e o forte pessimismo que sentia, e ainda sinto, quanto a qualquer movimento - para mim, decente - que surja neste país, que contrarie tudo isto, pensei "De que é que ainda vale a pena avisar quem quer que seja, neste país, do assunto em causa?..." E acabei por desistir da ideia.
Um dia, vejo um comentário de um português no blogue do Daniel Estulin e reconheço o nome do jornalista em causa, a assinar uma pequena reflexão sobre quem se mobilizava, no país vizinho, contra o Clube Bilderberg.
"Está realmente contra este projecto da Nova Ordem Mundial?" - pensei - "Então talvez queira saber isto." - concretizei. Acabando então por avisar a pessoa em causa do que se passava.
E, sem mais rodeios, vou então direito ao assunto, passando a explicar do que se trata.

Aos monárquicos portugueses que sei que, há uns tempos, andavam a ser corridos do Facebook - desconfio eu que, por (tal como pude constatar, ao visitar um fórum de discussão dos adeptos desta ideologia) andarem repetidamente a mencionar o Clube Bilderberg nas suas conversas (não sei se por culpa, ou não, do jornalista em causa) - e aos restantes, que também navegam na Internet, venho, neste meu humilde blogue, chamar a atenção para algo que escrevi anonimamente, há um ano e meio, nalguns comentários que deixei no blogue do jornalista Frederico Duarte Carvalho - [hiperligação].
Vocês estão, sem saber, a fazer campanha pelos mesmos interesses que o Clube Bilderberg (de que também não gostam) serve.
E as provas disso, podem ser vistas nos seguintes excertos. (Cliquem para ampliar as imagens.)

 

 


Leiam a monografia em causa e leiam aquele que é, simplesmente, o mais importante livro até agora escrito sobre a conspiração da Nova Ordem Mundial.
Quem quiser ver uma muito boa introdução ao "irmão mais velho do Clube Bilderberg", como lhe chama o Estulin, pode também ver o vídeo que se segue.



E nada mais tenho a dizer. Quem quiser, que espalhe esta mensagem. Pois não conto com mais monárquicos, no meu círculo de pessoas próximas, que me queira dar ao trabalho de tentar avisar disto, para além daquele ou daqueles que já esclareci nos comentários em causa.
A resposta ao "enigma", penso que será mais engraçado ser um monárquico a descobrir.
E posso acrescentar que o Daniel Estulin é uma pessoa muito sociável, que lê a correspondência electrónica que lhe é enviada e que responde a perguntas colocadas no seu blogue.
Não sendo eu monárquico, a favor de bons ou maus governantes, ou sequer nacionalista e sabendo eu que a organização que nos controla a todos no topo é, também ela, internacionalista, assim como transnacional e sinarquista, a resposta é algo que não me interessa assim tanto como isso.
Mas penso que para vós - monárquicos e nacionalistas - será algo de muito interesse.

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A propósito de ditadores hereditários...

04.05.11
(E de dezenas de milhões de otários, que se deliciam a ver quem vive no luxo à sua conta e que nem ideia fazem do que quem sustentam tem para si agendado...)

Terá tido <isto> alguma coisa a ver com <isto>?

(Que o susto provocado pelo incidente mostrado no primeiro vídeo teve certamente a ver com o que é dito no segundo, não tenho qualquer dúvida... A minha pergunta é: "Terão sido os autores do primeiro susto os mesmos autores do segundo?")

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colocado por Fernando Negro às 17:02