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E, mais uma vez, para quem duvidar do que eu digo...

25.04.13

Quando, numa colocação anterior (que fiz há mais de um ano - e antes de tal medida ser sequer proposta) dizia (talvez, para surpresa de algumas pessoas) que há-de vir o dia em que deixe de se celebrar o feriado do 25 de Abril e quando, numa outra colocação, dizia que as pessoas que a nossa sociedade gerem não fazem as coisas "à bruta" e que, antes de implementarem uma medida impopular vão, lenta e repetidamente, mentalizando e amainando o "gado", que a tudo isto se sujeita, para a mesma... Explicava, na última colocação de que falo, que uma das coisas que se fazem, para abrir caminho a essas mesmas medidas impopulares, é primeiro derrubar a barreira psicológica existente (que possa fazer com que as pessoas se oponham a tal medida) tentando fazer dessa mesma medida algo que é admissível - e que se justifica, em certas circunstâncias - podendo esta ser, primeiro, quase efectivamente tomada e, depois, seguidamente abandonada, apenas para, um dia, mais tarde, voltar, quando já a população estiver mais mentalizada para a mesma e quando se tenha, nessa altura, um mais forte pretexto para a implementação da mesma...
E, sabido isto... Façam vocês a interpretação que quiserem da medida, recentemente "abandonada" pelo governo, de não celebrar mais o feriado do 25 de Abril, em certos órgãos do Estado.

E também, a propósito disto, sobre as medidas de vigilância na Internet, de que falava na minha colocação anterior e com que também vão avançando e recuando os nossos governos, talvez achem interessante ver o vídeo que se segue.

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colocado por Fernando Negro às 15:42

Mudança de planos

10.02.13
Embora, por razões várias, fosse muito minha vontade fazer um longo período de "férias", longe da blogosfera...
Com o que parece ser o fim da Internet, tal como a conhecemos, a aproximar-se (oiçam este aviso e leiam também este e lembrem-se de que também o 7 de Julho, em Londres, foi precedido de avisos por parte de quem está por trás de tais ataques e depois usa os mesmos para implementar novas medidas de controlo) decidi antes publicar já, a um ritmo acelerado, tudo o que ainda tenho a dizer, que penso que possa ser de interesse para quem se queira informar sobre esta temática da NOM, e partilhar também já, com quem conheço, pessoal e virtualmente, o que, de natureza mais pessoal, ache eu ser de interesse.
(E, assim sendo, este blogue irá, dentro em breve, retomar a sua actividade, com as colocações que tenho a fazer a ocorrerem, por norma, com maior frequência do que era até agora hábito.)
Pelas minhas previsões, talvez ao fim de 3 meses(?) já tenha eu dito tudo o que ainda tenho a dizer.
E, depois disso, deverei (se quiser continuar com alguma actividade "em linha", em termos de publicação de conteúdos próprios) começar a preparar-me para utilizar uma qualquer rede alternativa à convencional (do tipo Freenet, I2P ou algo do género) pois o que antevejo é que o que for restando de Internet dita "normal", a seguir ao claro ataque de bandeira falsa que já se antevê, seja algo cada vez mais controlado, onde, quem queira utilizar esta mesma rede convencional, tenha de se identificar em todo o lado (como dar dados pessoais, para poder utilizar contas no gigante Google e nas suas empresas subsidiárias - como é o caso da Blogger) e não sei se estou disposto a sujeitar-me a isso.
É possível que, de qualquer modo, eu continue a publicar aqui coisas. Mas venho já avisar que é também possível que eu deixe simplesmente de fazer aqui colocações e me mude para outro sítio ou, talvez mais provável, simplesmente abandone, em grande parte, este mundo virtual.
(A ver vamos o que acontece...)
Até lá, quem quiser, pode ir lendo o que eu ainda tenho a dizer e, se não tiver tempo para digerir tudo, rever então, com mais calma, tudo o que eu tenha publicado, após ter eu terminado a minha série de colocações.

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Conheçam Andrew Gavin Marshall

22.12.12

Eu já suspeitava disto, por causa de outras coisas que tinha lido dele. Mas tive, há poucas semanas, a agradável confirmação do facto...
Coincidentemente (ou não) este é, logo a seguir ao conhecido director Michel Chossudovsky, simplesmente o melhor autor que conheço que costuma publicar coisas no Centro para a Pesquisa sobre Globalização.
Realmente, o "rapaz" (que era o que ele ainda era na altura em que comecei a ler os textos dele) já me tinha chamado muito a atenção, quer pela qualidade, quer pela profundidade - evidenciadora de um grande trabalho de pesquisa - dos seus textos, reveladoras de um intelecto bem acima da média. E, acima de tudo, também pela excelente escolha de (muito importantes) tópicos que ele decidia focar.
E foi com agradável surpresa que, há uns tempos, comecei a ver referências muito favoráveis ao Anarquismo e ao Socialismo, da parte deste autor.
Mas, se já com isto tinha ficado agradado, ainda mais fiquei, quando o vi, há algumas semanas, na seguinte entrevista (correspondendo a parte que me agradou aos dois últimos terços da mesma, após o segundo intervalo).

(O sítio na Internet do entrevistado é, tal como aparece no vídeo, www.andrewgavinmarshall.com.)


Mas só uma observação, sobre algo que é dito na entrevista para a qual chamo a atenção...
O conhecido intelectual norte-americano, Noam Chomsky, é um falso anarquista - tal como terão constatado, se já tiverem lido o livro do Daniel Estulin sobre o Clube Bilderberg. (E não é o único intelectual, no seu país, a fingir que o é...)
O Estulin fala no seu papel como agente provocador, do qual me lembro de ver um pouco, há uns anos - e tal como é o caso de um outro intelectual - em textos seus a desculpabilizar certos actos de destruição de propriedade, que são cometidos por pessoas ideologicamente comprometidas com certas vertentes ecologistas anarquistas. Mas, mais importante, na minha opinião: do pouco que conheço dele, o que já pude também claramente observar é a sua tentativa de colagem da vertente socialista do Anarquismo a alguns dos restantes ideais socialistas autoritários, dando a entender que são próximos, o suficiente, para poderem ser "colocados no mesmo saco" e para que possa haver um apoio mútuo entre estas duas diferentes posições políticas. (A fazer lembrar a "proximidade" que queriam criar, em Portugal - há uns anos, numa campanha legislativa - entre o Bloco de Esquerda e supostos anarquistas que diziam que iam votar neste bloco partidário...)
Pois, se há já muito tempo que observei que há quem queira puxar os anarquistas para o lado do niilismo, já observei também que há quem, por outro lado, os queira puxar para o lado do "socialismo" de Estado (na verdade, controlado por interesses capitalistas), tentando convencer libertários: a enveredar pelo apoio formal a - e mesmo participação em - partidos políticos; ou a que formem grupos conjuntos com autoritários, que se dizem de "esquerda", que não têm como objectivo a abolição do Estado.

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colocado por Fernando Negro às 01:21

Quem era Osama bin Laden

06.05.11

Um agente da CIA até aos seus últimos dias de vida. Membro da família bin Laden, muito amiga da família Bush, e um fantoche que nunca realmente se virou, a dada altura, contra os seus apoiantes de sempre.
Um útil peão no xadrez político mundial, que sempre serviu os interesses ocidentais até ter morrido em Dezembro de 2001.
(Quaisquer fotografias ou filmagens que possam surgir, da sua suposta morte há poucos dias, serão obviamente falsas.)
O anúncio recente da sua morte, terá sido obviamente decidido ser feito nesta altura, por ser considerada a mais politicamente conveniente e deverá servir um qualquer propósito, ainda desconhecido do grande público.
(Será que para culpar o Paquistão de tudo isto e intensificar os ataques a este país, agora que o seu governo se alia contra os interesses ocidentais?)
Oiçam (esta pequena palestra vale mesmo a pena) o que Michel Chossudovsky andava em 2002 a dizer, sobre o facto deste personagem ter sempre servido os interesses dos EUA e restantes governos ocidentais. (Fontes para a sua palestra: [1] [2] [3].)
A sua organização, baptizada de "al-Qaeda" - que em árabe quer dizer "a Base" e cujo nome tem origem no termo "base de dados", usado em meios informáticos - corresponde a uma lista de fanáticos muçulmanos que são usados, sem o saberem, pelos serviços secretos norte-americanos para benefício destes últimos e dos seus aliados. Esta organização não existe, nem nunca existiu, como entidade independente. Sendo, desde a sua origem, um braço armado (islâmico) da CIA, que é usado para diversos propósitos.
Podendo ser usada, tanto para tentar derrubar governos não alinhados com os interesses ocidentais (Afeganistão, Líbia), como para desestabilizar certos países e, com isto, providenciar um pretexto para uma intervenção ocidental (Kosovo), ou mesmo para atacar o próprio Ocidente - sejam, neste último caso, alvos civis no seu próprio solo (fachada, apenas, do 11 de Setembro, pois os atentados, em si, foram executados pelo próprio governo norte-americano), ou alvos militares em missão no Grande Médio Oriente (um exemplo), para, com isto, providenciar um pretexto para que esse mesmo Ocidente invada países, nesse mesmo Médio Oriente situados, ricos em recursos naturais ou que estejam no meio de trajectos planeados de transporte de recursos naturais.

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WikiLeaks

29.12.10
Não me irei alongar muito sobre o caso "WikiLeaks"...
Irei apenas, para além de chamar a atenção para o crescente coro de vozes que têm expressado, na Internet, fortes suspeitas quanto à verdadeira natureza desta organização - como o seu co-fundador John Young, os jornalistas cidadãos James Corbett e James Evan Pilato, o investigador Daniel Estulin, o mais conhecido autor Michel Chossudovsky e até mesmo um conselheiro presidencial iraniano - enunciar brevemente os quatro que penso serem os seus reais propósitos.
  1. Servir como armadilha para apanhar quem queira denunciar coisas realmente importantes (leiam isto)
  2. Espalhar propaganda da parte do poder estabelecido (bin Laden vivo? isso não é o que realmente dizem os serviços secretos!)
  3. Denegrir a imagem pública de quem não esteja alinhado com esse mesmo poder estabelecido (ler 7º comentário a esta colocação)
  4. Servir como pretexto para que os nossos governos comecem a controlar a informação disponível na Internet (ver isto)

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