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Deputados europeus foram enganados de modo a automaticamente aprovar polémicos artigos 11º e 13º, da UE, de Censura na Internet

28.03.19

[O pseudo-alternativo The Guardian também fala disto - convenientemente omitindo, no entanto, o facto da lista de votos ter sido alterada à última hora e que foi isso é que causou o engano na votação por parte dalguns deputados europeus. Mas, se clicarem na hiperligação para a publicação Techdirt, que serve de fonte ao The Guardian, poderão nela confirmar o que é também denunciado na seguinte notícia.]

 

MEPs Tricked Into Voting Wrong Way, But EU Refuses Do-Over

Shocking example of European Union’s byzantine tyranny

Paul Joseph Watson
PrisonPlanet.com
March 28, 2019

13 MEPs were tricked into voting for the European Union Copyright Directive when they initially planned to vote against it, a crucial error which led to the measure passing by just 5 votes, but the EU has refused to hold the vote again.

“An extra vote was inserted into the voting list at the last minute which threw most MEPs’ voting lists out of sync,” reports the Guido Fawkes blog. “Unlike the Commons where MPs have to physically make the decision to walk through lobbies, MEPs just robotically press buttons according to a long voting list handed out to them. A clear warning of the dangers of electronic voting...”

Since the measure passed by a mere 5 votes, the 13 votes that went the wrong way were crucial to the outcome. If the MEPs had not been tricked, they would not have been blocked from voting on amendments to the bill, including the notorious Article 13.

However, despite complaints, the EU has refused to revisit the result of the vote or hold the vote again, merely agreeing to change the voting record of the individual MEPs.

“It’s appalling, but that’s how this place works on a regular basis,” said Brexit Party MEP Bill Etheridge . “It’s only come to people’s attention this time because it’s a high profile issue.”

This is a shocking illustration of how the EU operates. The vote has basically been stolen and yet the European Parliament refuses to do anything about it.

Critics say Article 13 will force social media companies to introduce filters that will automatically block content uploaded by users. This would include transformative content, including memes that are widely considered fair use but would be blocked by the filter.

Such a system would also be completely open to abuse in terms of censoring free speech.

 

***

 

 

[E, sobre o vídeo acima colocado, aproveito só para fazer uma pequena correcção, citando parte de um comentário que fiz noutro sítio...]

 

Quem está por trás deste tipo de leis nem é a indústria do entretenimento. É o próprio poder estabelecido (grande capital e seus fantoches políticos, que criaram estas leis) que está a ser cada vez mais denunciado na Internet – e que quer pôr cobro a este fenómeno. [BlackFerdyPT - 26 de Março de 2019]

 

[Nota importante: Outra coisa que gostava de dizer é que, eu não descarto a hipótese de tudo isto ter antes sido uma maneira de, numa votação tão renhida, terem aqueles que se fazem passar por defensores da Liberdade de Expressão aproveitado para garantir que as leis passavam - e depois terem retomado os seus personagens, dizendo que aprovaram as leis por engano...]

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colocado por Fernando Negro às 21:20

A liberdade de pensamento defendida pelo Bloco de Esquerda

22.03.19

Fotografia de ecrã de um comentário que fiz há pouco no Twitter.
(A primeira hiperligação, para a notícia de uma publicação do BE, é esta. E, a hiperligação que eu deixo no meu comentário, é <esta>.)

 

esquerda_net.png

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"Notícias Falsas" e Liberdade de Expressão

22.03.19

O meu parecer sobre a recente lei aprovada por Vladimir Putin, que visa censurar os média - [1] [2] - e também sobre a questão das "notícias falsas", em geral.

 

putin_tweets.png

putin_tweet.png

 

***

 

Não, não acho que esteja “tudo bem”...

Sendo exactamente por isso é que eu, por vezes, chamo a atenção das pessoas para as mentiras dos média de massas, para que lhes dêem as pessoas o seu devido valor.

Eu não acho nada bem que um qualquer órgão de comunicação ande a mentir às pessoas. Mas, não faz isso parte da Liberdade de Expressão (que pode sempre ser “corrigida” com processos judiciais, se alguém achar tal necessário)? E, não é estar a instituir uma qualquer Inquisição ou Censura claramente contraproducente – pois, se também a mesma (sempre controlada pelo poder estabelecido) for corrupta, o que a impedirá de mentir também ela às pessoas e de censurar as verdades (como, repetidamente, tem acontecido ao longo da História)?

Pessoalmente, eu encaro os vários órgãos de comunicação como qualquer pessoa (individual) que ande a contar histórias... Se a pessoa em causa tiver previamente provado a sua credibilidade, de modo repetido, acredito eu no que ela diz. Mas, se tiver tal pessoa sido já apanhada a mentir, perde para mim a sua credibilidade e deixo eu de acreditar na mesma. (Sendo, para mim, um órgão de comunicação apenas uma “pessoa colectiva”, que eu julgo da mesma maneira).

E, é por isso mesmo (i.e. por já os ter eu repetidamente apanhado a mentir) é que os vários órgãos de comunicação de massas não têm, hoje em dia, credibilidade para mim (à excepção de notícias sobre trânsito e sobre o tempo que irá fazer, suponho eu).

Aliás, não só só eu que me encontro nesta situação (mas, também muita gente que está bem informada, graças à imprensa alternativa, tornada possível pela Internet)... Sendo esta uma das razões pelas quais as vendas de jornais convencionais tem vindo a afundar nos últimos tempos – e a razão pela qual o poder económico-político estabelecido está preocupado com a imprensa alternativa (a real e que é credível – e não a, propositadamente ou não, ridícula) e pela qual quer combater tal fenómeno, com este tipo de iniciativas.

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colocado por Fernando Negro às 00:27

Quando são os próprios editores dos média de massas (ou imprensa dita de referência) que admitem que as suas publicações mentem

21.03.19

corporate_media.png

 

Dois comentários que fiz à notícia de que Apple se juntou recentemente à campanha de tentativa de desacreditação da informação não emitida pelos grandes interesses económicos.
(Sendo que, se consultarem os outros comentários que deixei a tal notícia - de resposta a comentários de outras pessoas - poderão ver como me defendi eu do que outros diziam.)
A primeira citação é de um caso para o qual aqui já chamei a atenção. E, a segunda citação é de uma situação específica no campo científico (que, obviamente, se pode estender ao restantes ramos deste campo do conhecimento) que eu citava em correspondência privada, quando avisava os outros da propaganda mentirosa sobre vacinas.

 

Certamente, uma iniciativa de treta...

Em que, como fontes “credíveis” que sirvam para averiguar a veracidade dos factos, serão usados os média de massas (ou serviços de “verificação de factos”, controlados pelos mesmos grandes interesses económicos) – esses sim, os maiores mentirosos que existem:

“...taught to lie, to betray and not to tell the truth to the public.”
--- Dr. Udo Ulfkotte, ex-editor do Frankfurter Allgemeine Zeitung (a descrever como a classe jornalística ocidental *mente* e escreve o que o poder estabelecido lhe diz para escrever – admissão esta, feita quando sabia ele que já lhe restavam poucos meses de vida)

 

*

 

Sobre as questões mais científicas, relativamente às quais só quem tiver conhecimentos específicos suficientes é que poderá estar em posição de avaliar a credibilidade ou não do que é reportado... Podemos confiar nas mais conhecidas publicações dos respectivos ramos?

“It is simply no longer possible to believe much of the clinical research that is published, or to rely on the judgment of trusted physicians or authoritative medical guidelines. I take no pleasure in this conclusion, which I reached slowly and reluctantly over my two decades as an editor of The New England Journal of Medicine.”
--- https://en.wikipedia.org/wiki/Marcia_Angell

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colocado por Fernando Negro às 23:24

Querem mesmo aderir à "Internet das Coisas"?

16.03.19

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Eu nem vou falar da quantidade de coisas muito estranhas que têm acontecido em equipamentos informáticos e de telecomunicações meus, desde que me tornei politicamente activo...
E irei, em vez disso, partilhar apenas um comentário que hoje fiz, a mais uma colocação da parte de alguém que se mostra entusiasmado com o surgimento da dita "Internet das Coisas", seguido de uma hiperligação para uma notícia que fala sobre o que aconteceu, há uns anos, a alguns activistas que tinham importantes trabalhos "anti-sistema" nos seus computadores.

 

Nada que esteja ligado à Internet pode ser considerado realmente “seguro”... Mas, apenas capaz de proteger alguém contra criminosos comuns.

A começar pelo hardware, é sabido que a maioria dos computadores que usamos já vêm com um firmware/BIOS equivalente a um sistema operativo paralelo, embebido nas placas-mãe dos mesmos (e com a capacidade de usar componentes do computador e muitas vezes também de se ligar à Internet), cujo código-fonte é desconhecido (https://libreboot.org/faq.html#intel). O que nos leva a interrogar sobre como funcionarão então todas as outras placas-mãe de “hardware proprietário” (e não também “open source”) com firmwares e chips desconhecidos.

E, qualquer encriptação que se use em comunicações via Internet (como, por exemplo, para o descarregamento de software a ser instalado) não é inquebrável. Mas sim, quebrável apenas com uma capacidade de processamento que não está ao alcance do comum cidadão. E, o que diz quem já trabalhou para um dos serviços secretos estadunidenses, é que o seu governo já possui supercomputadores capazes de desencriptar quase todo o tipo de comunicações usadas, incluindo em tempo real (https://www.youtube.com/watch?v=Z1O7Ftm3nBg#t=20m30s).

Logo, nada do que irá ser implementado irá impedir que o Grande Irmão ocidental, denunciado por Edward Snowden e outros, entre pelos nossos equipamentos dentro – sendo esta nova “Internet das Coisas” um meio e um modo perfeitos para tal Grande Irmão, não só espiar ainda mais as pessoas, como também controlar mais aspectos das suas vidas.

Vejam, por exemplo, um filme que anda a ser passado na TV por cabo, que retrata o pesadelo em que tudo isto se pode/irá tornar, chamado I.T. (https://www.imdb.com/title/tt2679552/) – e pensem duas vezes se querem mesmo ligar tudo o que têm à Internet...

 

***

 

As viruses attack their computers, the eco-activists ask themselves: “could we be seeing ghosts?

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colocado por Fernando Negro às 18:52

Crítica a um filme que ainda não vi... :P

15.03.19

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Comentário que acabei de deixar no blogue do jornalista português Frederico Duarte Carvalho, a propósito de uma colocação sua sobre o novo filme português Snu.

 

Eu que, por norma, deprecio (mesmo muito) o cinema português, em particular (apesar de gostar muito de cinema, quando este é bom, em geral) já reparei que, para além dos filmes do Manoel de Oliveira, foram apenas os filmes biográficos os que, não só gostei de, mas gostei mesmo muito.

O filme da Amália, o do soldado Milhões e o Capitães de Abril são os que me vêm à memória.

Talvez por serem filmes que retratam o pouco "que se aproveita" desta cultura que, na sua grande maioria, é "para esquecer" - mas que, quando faz coisas boas, fá-las muito bem.

Quanto a este filme sobre Snu Abecassis,

Logo a temática do mesmo - da história de alguém que se envolveu romanticamente com uma mulher casada e com filhos (e que, com isto, "destruiu" uma família) - deixa-me muito "de perna atrás", que se retrate tal coisa como algo de belo...

Mas, ainda assim, suponho que possa dispensar duas horas do meu tempo, para então ver este filme, quando tal chegar aos canais da TV por cabo.

Contudo,

O que este filme logo me parece ser, à partida, é (dado o facto pelo qual Sá Carneiro é mais conhecido) uma maneira do poder estabelecido tentar suplantar a memória política, muito relevante, de Sá Carneiro com uma história de amor, que distraia as pessoas de tudo o que é e foi muito mais importante acerca desta figura política.

Algo na mesma onda do filme que fizeram sobre o rei Jorge VI do Reino Unido, essencialmente sobre o facto do mesmo ser gago - o que distrai do facto, muito mais importante, de que tomou ele, inesperadamente, o seu trono por ser o seu antecessor forçado a abdicar do mesmo devido ao facto de ser um admirador e apoiante de Hitler (esta última razão também, na altura, disfarçada com a desculpa de um caso amoroso).

E, assim sendo, quando as novas gerações ouvirem falar em Sá Carneiro, em vez reagirem com um:

"Sá Carneiro? Oh, esse foi aquele que morreu na queda de um avião!"

Reagirão com um:

"Sá Carneiro? Ah, o filme da Snu... Que bela história de amor."

(Deste modo, também vendo como belo algo que deveria ser visto como reprovável - mas que, a indústria do cinema é perita em retratar amiúde de modo inverso, no seu contínuo processo "tavistockiano" de perceptível degradação moral - como é, por exemplo, feito no filme Brokeback Mountain, que tenta fazer os espectadores sentir empatia por quem andava a trair as suas mulheres.)

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colocado por Fernando Negro às 18:34

Assim se chega ao topo e se vence no mercado internacional

15.03.19

huawei_patente.jpg

 

Um comentário que deixei há pouco, sobre a queixa, por parte dum inventor português, de que a Huawei supostamente (pois, está ainda por averiguar o quão genérico terá sido o uso de tal ideia) roubou dele uma patente relativa a um acessório para smartphones.

 

«Um caso que em nada engrandece a imagem pública da 2ª maior fabricante mundial de smartphones.»

(E, sabem lá vocês o que estas multinacionais – chinesas e não só – mais fazem, que não é do conhecimento público... Em que condições é que pensam vocês que são obtidas, em África, as matérias-primas necessárias ao fabrico dos vossos telemóveis?)

Numa sociedade capitalista, de competição entre vários grupos, a maneira de se chegar ao topo é não ter tantos “valores” como a concorrência... Pois, o quão mais baixo se estiver disposto a ir (i.e. quanto mais golpes baixos, ou truques sujos, se estiver disposto a recorrer a) mais “cartas do baralho” ou “trunfos” se possui na mão – e, consequentemente, muito maiores são as hipóteses de ganhar o jogo.

Não foi, por exemplo, o vice-presidente da Samsung recentemente preso?

Quanto ao que a Huawei especificamente fez com este inventor português,

Foi o mesmo “truque” que a Xiaomi usou com o líder da Meizu (https://www.techinasia.com/xiaomi-vs-meizu). Fingir-se de interessada em colaborar com outra pessoa, para saber o maior número de pormenores possível sobre o que criou e faz tal pessoa, e depois usar tal informação para benefício próprio.

 

[Acrescentado, no dia seguinte: E, já agora, deixo aqui mais um outro comentário sobre o mesmo assunto - que deixei na mesma publicação no dia seguinte - este, a propósito da notícia de que a Huawei está agora a ponderar instaurar um contraprocesso contra tal inventor português.]

 

Se tiver a Huawei apenas usado a ideia genérica do inventor português, vai o último certamente perder o caso dele em Tribunal...

E, eu não estou a ver a Huawei a arriscar uma enorme perda económica, e também a sua grande imagem pública, só por causa de um (único) acessório para smartphones – isto é, muito provavelmente, uma tão grande empresa como a Huawei tomou as necessárias precauções para não vir a ser (bem-sucedidamente) processada.

Esta é uma prática comum que é feita desde, pelo menos, o início do século passado – e cujo um membro da família Ford até ensinou uma vez a um dos dois grupos de inventores que concorriam para fabricar os primeiros aviões.

Estuda-se o que a concorrência já fez, de modo a perceber a lógica de como funcionam os seus mecanismos, e depois aplica-se o mesmo princípio, mas com um mecanismo alterado apenas o suficiente de modo a poder ser considerado diferente do mecanismo original. E, deste modo, por ser um mecanismo diferente que apenas desempenha a mesma função genérica, não se pode ser processado por roubo de patentes.

É a mesma história de que com a Pepsi-Cola e a Coca-Cola, por exemplo...

Um dos mais velhos truques capitalistas, que este ingénuo inventor português, aparentemente, desconhece.

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E assim se engana o "zé povinho" que ocupa os seus tempos livres a informar-se sobre futebol (americano, europeu) ou sobre o que quer que este, na sua infinita sabedoria, acha mais importante...

11.03.19

O primeiro comentário que fiz à notícia em causa é mais informativo. Mas, como o segundo que fiz, mais curto (por pensar que o primeiro tinha sido censurado) acaba por evidenciar melhor a piada de que são alvo todos os ignorantes que ainda se dão ao trabalho de ler o que têm a dizer os políticos dos partidos do sistema - e porque qualquer pessoa inteligente consegue do segundo comentário deduzir o que mais se passa, em termos mais abrangentes - partilho então esta última versão, da minha resposta à notícia de que uma senadora do Partido Democrata estadunidense diz que quer acabar com os monopólios (económicos) existentes no sector informático.

 

blackrock.png

Elizabeth Warren, a senadora que andou a mentir sobre a sua suposta ascendência ameríndia, quer agora pintar de novo as fachadas dos vários apartamentos do mesmo prédio, para convencer as pessoas de que não pertencem todos ao mesmo bloco.

Os monopólios já existem – mas, são partilhados (entre vários bancos, grupos económicos e sociedades) e estão ocultos. E, a “concorrência” que existe, é entre diferentes linhas de produtos, ou modalidades de serviços, que ultimamente são detidos pelos mesmos grupos económicos.

Um exemplo: Tenha a esmagadora maioria dos leitores desta publicação comprado um smartphone com o sistema operativo Windows (da Microsoft), iOS (da Apple) ou Android (da Google), deram todos dinheiro ao mesmo banco BlackRock, que detém acções em todas estas companhias que produzem sistemas operativos para os seus telemóveis.

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colocado por Fernando Negro às 17:59

A tecnologia avançada que é de nós escondida

07.03.19

unknown_tech.jpg

Um outro comentário que fiz, numa publicação sobre novidades tecnológicas, a um artigo no qual o autor português ridicularizava Donald Trump, por sugerir o último que se implementasse tecnologia de telemóveis de 6ª geração.

 

No que toca à tecnologia informática, e não só, a que já foi desenvolvida e é secretamente usada pelo governo estadunidense (sabe quem está bem informado) está sempre cerca de duas décadas à frente da que é do conhecimento público e é usada pelo comum cidadão.

Alguém aqui sabe, por exemplo, que o governo dos EUA já desenvolveu a Fusão a Frio – e que poderá tornar tal tecnologia pública se o preço do petróleo subir para valores demasiado elevados? (https://www.youtube.com/watch?v=mbMnsNuXhJo)

Alguém aqui sabe, por exemplo, que o mesmo tipo de Inteligência Artificial imensamente poderosa, cuja uma variante é hoje usada para gerir todas as máquinas de ATM do Mundo em tempo real e ao mesmo tempo, já existia desde os anos 1970 – e que, desde a criação da Internet tal IA é usada para vigiar tudo o que nesta última rede se passa? (https://trisquel.info/en/forum/sentient-code-inside-look-stephen-wolframs-utterly-new-insanely-ambitious-computational-paradi#comment-46043 + https://www.wook.pt/livro/conspiracao-octopus-daniel-estulin/10636938)

(E, a título de grande curiosidade, alguém aqui já se deu alguma vez ao trabalho de ler o que têm a dizer aqueles que dizem que as imagens que nos mostraram da alunagem de 1969 são falsas? Quem conhece pessoalmente astronautas estadunidenses, diz que foi para não revelar a tecnologia avançada que já na altura o governo dos EUA possuía: [vídeos censurados pelo YouTube: https://www.infowars.com/update-youtube-bans-alex-jones-channel/])

Por isso, das duas uma:

1) Ou Donald Trump está apenas a fazer uma afirmação que visa apelar a um mais acelerado desenvolvimento tecnológico.

2) Ou, de facto, “Donald Trump sabe mais do que diz sobre o 6G”...

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O futuro distópico que nos espera?

06.03.19

blade_runner_2049.png

 

Um comentário que deixei à notícia, dada num sítio português, de que a nova corrida à Lua (desta vez, com motivações económicas) já teve início.

 

Toda a gente que sabe o que se passa nos bastidores políticos (ouvir, por exemplo, os webcasts do movimento LaRouche) há uns bons anos que sabe que existe uma (muito discreta) corrida para extrair o precioso hélio-3 da Lua, para ser usado na Fusão Nuclear, que se espera que seja desenvolvida dentro de duas décadas. Razão pela qual até já a “pobre” Índia tem missões lunares – https://en.wikipedia.org/wiki/Chandrayaan-2 – e Fusão Nuclear essa, que (a longo prazo) será necessária para que se possa ter energia suficiente para viagens para fora do Sistema Solar.

(Aliás, há até pelo menos um filme de “ficção científica”, daqueles que aparentam ser feitos para mentalizar as pessoas para o que aí vem, chamado Moon – O Outro Lado da Lua, que retrata exactamente este tipo de operações na Lua.)

Agora, no que toca ao Ocidente e falando das perspectivas a *longo prazo*, o que fica em aberto é: Que tipo de desenvolvimento espacial teremos?

1) Um regresso ao uso de agências estatais, como a NASA, em que a exploração e o desenvolvimento espaciais sejam feitos de modo colectivo?

2) Ou, como começa a ser o modelo adoptado – e é referido neste artigo – um desenvolvimento feito por empresas privadas (i.e. elites económicas) que dê origem ao que se chama uma “Breakaway Civilization” por parte das elites, em que partirão estas para o Espaço, acompanhadas dos seus robots e andróides, enquanto a restante população humana fica apenas a olhar – e para trás, na Terra – tal como é retratado no filme Elysium?

(Vejam também, por exemplo, o filme Blade Runner 2049 – feito também pelos grandes interesses económicos ocidentais. O projecto ocidental é ficar a restante Humanidade para trás, enquanto o Espaço fica reservado para as elites.)

 

Ao qual aproveito para acrescentar outro comentário, de que...
Os maiores fãs de ficção científica sabem que os filmes da série Blade Runner e da série Alien pertencem ao mesmo universo.
E, para os que estiverem mal informados sobre questões político-económicas, se querem saber porque razão foi escolhido o título Prometheus para um dos últimos filmes da série Alien (e daí poderem inferir o sentido, ou o significado, oculto do filme) a palavra-chave é também "LaRouche".

E, a finalizar, deixo-vos também com um excerto de uma entrevista de 2014 feita a Daniel Estulin:

 

Now, in one of the biggest breakthroughs in recent history, scientists have created a synthetic genome that can self-replicate. They have taken a cell and modified the genes of a cell by inserting DNA from another organism. And the bacteria replicated itself thus creating a second generation of the synthetic DNA. The organism will do exactly what the scientist intended: a living thing, but under the control of Man.
If the 19th century was all about the revolution of harnessing energy from fossil fuels, and the 20th century was about exploiting the power of data, this century will be about controlling biology.
What’s amazing is that the cell was assembled and sparked into life in a laboratory. This technology takes mankind across a threshold. A turning point that marked a coming of age of a new science called synthetic biology, founded on the ambition that one day it will be possible to design and manufacture a human being.
In other words, you can get DNA of anything here on Earth and create organisms that never before existed entirely from non-living materials. Scientists are creating new life forms that the human immune system and the world have never so far experienced. As such, it will revitalise perennial questions about the significance of life – what it is, why it is important and what role humans should have in its future.

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