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A Questão Kubrick

21.07.19

[Um vídeo de James Corbett, que só me faz continuar na dúvida sobre o que o autor (com fontes mesmo muito privilegiadas) Daniel Estulin e o radialista Alex Jones já disseram sobre Kubrick...]

 

(As fontes que foram usadas para este vídeo estão disponíveis aqui.)

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colocado por Fernando Negro às 00:32

OTAN com (muita) dificuldade no recrutamento em Portugal

20.07.19

Chefe das Forças Armadas diz que a situação “é insustentável”

 

Como filho e neto de quem serviu nas Forças Armadas portuguesas (tendo inclusivamente ambos os meus antepassados mais recentes, na ascendência do meu cromossoma Y, sido condecorados em tal serviço) aproveito para (partilhar também, até porque sei que não sou, nem de perto, o único filho de um oficial militar que não quis ser também militar e que tem até uma impressão negativa das actuais Forças Armadas portuguesas, em particular) perguntar e dizer o seguinte:

1) De que maneira é que as Forças Armadas deste país nos protegem de invasores, quando temos uma base militar estrangeira em território nacional e já chegámos ao cúmulo de ter até uniformes de tropas portuguesas com descrições das unidades em língua estrangeira?

2) Proteger ou defender a Pátria, era o que se fazia antigamente, antes de nos termos tornado fantoches dos anglo-americanos - pois, por exemplo na Guerra do Ultramar (ou o que lhe quiserem chamar) ainda se podia justificar a mesma como sendo para defender o que era considerado território português de guerrilhas-fantoche de potências estrangeiras, que visavam o acesso aos recursos naturais de tal território. Servindo agora as presentes Forças Armadas, irónica e também traiçoeiramente, elas próprias como fantoches de uma dessas potências (os EUA, pela qual fomos parcialmente conquistados) no seguimento da mesma política de controlo de recursos naturais. (E, já o disse noutro sítio e repito aqui: "Patriota é quem defende o seu país de exércitos estrangeiros. Quem invade outros países não é patriota, é imperialista.")

3) Para além de algumas reservas de lítio significativas, Portugal não tem recursos naturais de interesse (o pouco petróleo que temos fica a dezenas de quilómetros da costa). E, como tal, ninguém quer invadir um (atraso de) país destes - e, com isso, estar a contrair uma dívida externa que é impagável. E, a melhor prova de que este é um país que não interessa a ninguém, está na quantidade de nativos que o têm abandonado nos últimos anos (um exemplo, dos enfermeiros).

4) Se fosse alguma vez instituído novamente o serviço militar obrigatório neste país, enquanto fizer o último parte da (agora ofensiva) OTAN e perseguir políticas (imperialistas) de ataques a países que não representam qualquer perigo para o nosso, prefiro ser FUZILADO a servir nas Forças Armadas da OTAN (que é do que estamos realmente a falar - pois, é praticamente apenas como dependência desta organização, essencialmente estadunidense, que as actuais Forças Armadas têm utilidade).

5) Enquanto não começarem a controlar o acesso à informação na Internet, esta tendência, de não querer ninguém servir nas Forças Armadas da OTAN, só irá aumentar. Visto que, com o muito maior acesso à informação alternativa, proporcionado pela Internet, já sabe muita gente das verdadeiras razões para as várias guerras da OTAN. Tendo sido até depois de ter visto, com os meus próprios olhos, (em 1999?) o famoso "Anexo B" do pretendido Acordo de Rambouillet, disponível na sua totalidade na Internet, que me dei conta da verdadeira natureza (assassina e ofensiva) da OTAN, que mata sem necessidade, para satisfazer propósitos ocultos.

E, depois de dito tudo isto...

Aproveito para desejar QUE SE AFUNDE A OTAN, na sua falta de efectivos - sentida, aliás, também já noutros países da Europa. (Aproveitando também para repetir que, nem na melhor das minhas condições físicas, contassem alguma vez comigo.) Pois, se é para ser:

(a) "carne para canhão" de políticos corruptos, ao serviço do Grande Capital (ver o muito explícito exemplo das multinacionais que retomaram a exploração dos campos petrolíferos da Líbia);
(b) protector de campos de cultivo do ópio (no Afeganistão) e criador de rotas de tráfico de droga;
(c) ou, ainda pior, responsável pelo cerco militar do quase único país decente da Europa (a Rússia, que nunca se rendeu à Nova Ordem Mundial) tendo como consequência, cada vez mais provável, uma Guerra Nuclear que irá resultar na destruição física do Ocidente (causando a morte de quase todos aqueles que supostamente estariam a defender tais Forças Armadas)

...Não, obrigado.

No dia em que quiserem expulsar os EUA da ilha Terceira e deixaram de ser vassalos da (imperialista) OTAN, contudo, podem contar com a minha ajuda.

E, já agora...

VIVA O BRAVO E PATRIOTA POVO RUSSO QUE CONTINUA A RESISTIR EM DONBASS!

(No que toda a gente bem informada sabe ser uma guerra encoberta da OTAN.)

 

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Entrevista traduzida a um militar português sobre a "Aginter Press"

10.07.19

aginter.png

 

Enunciando melhor o que tentava eu dizer numa colocação própria que fiz sobre o assunto, quando falava da quase confirmação de quem esteve realmente por trás da morte de Amílcar Cabral, temos o seguinte excerto...

 

«At the time, a principal concern in western strategic thinking was the need to counter nascent national liberation movements in Africa and Asia in such a way that while it might not be possible to prevent the emergence into sovereign statehood of the old colonies and dependencies it should be possible to keep them within the western “sphere of influence” by securing the eclipse or demise of the more virulently nationalist or socialist leaders and their replacement by “friends of the west,”»

 

...da introdução a uma entrevista, traduzida do italiano para a lingua franca dos tempos modernos, que pode ser lida na seguinte hiperligação.

 

Aginter Press and the Strategy of Tension

 

Também, (e, já agora, visto que a anterior hiperligação é de um sítio anarquista) quem quiser saber mais sobre o que é talvez o principal tema secundário sobre o qual interroga o entrevistador, de como foi (e, diga-se de passagem, ainda é) usada a conhecida "Estratégia da Tensão" em Itália para demonizar esquerdistas e anarquistas, tem o seguinte bom artigo sobre o assunto, escrito pela melhor fonte pública de todas, quando toca à temática de serviços secretos e de outras façanhas sujas de pessoas que, no Ocidente, fazem quase tudo de modo escondido.

 

Strategy of Tension: The Case of Italy

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colocado por Fernando Negro às 00:05

Ainda sobre a SIDA (e, por extensão, também sobre outros vírus)

09.07.19

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[Um comentário que deixei, há pouco, em resposta a um outro comentário que falava sobre o conhecido princípio farmacêutico de que "curar doentes é mau para o negócio", que vieram a propósito de uma notícia sobre uma possível cura para a SIDA. Comentário este, que serve de acrescento (e vice-versa) a uma outra colocação anterior que aqui fiz.]

 

Quem pense que tal cura efectiva não exista já – e, há muito tempo – pergunte à mulher do muito rico “Magic” Johnson, o que queria ela (verdadeiramente) dizer quando, numa entrevista, disse uma vez que o seu marido estava “curado”...

Sobre este vírus,

1) Passando ao lado do benefício económico... Há um muito mais importante benefício social: que é o de terem as elites governantes populações subordinadas doentes – e, consequentemente, (física e economicamente) fracas, para o caso de quererem as últimas alguma vez lutar socialmente contra as primeiras.

2) O vírus da SIDA é conhecido por (misteriosamente ou não) ter uma taxa de infecção *muitíssimo* maior entre pessoas que vivem em África – que, coincidência ou não, habitam os países que se querem mais subdesenvolvidos, para não consumirem os seus recursos naturais, que se querem antes importados para o Ocidente (informem-se sobre o documento NSSM200 de H. Kissinger). E, observando a enormíssima quantidade de gente que morre por causa deste vírus em África...

3) Também, há quem, analisando a genética do vírus da SIDA, avance como explicação mais provável, para a origem do mesmo, este ter sido uma criação de laboratório (notícia do Sunday Express de 1986 “AIDS ‘Made in Lab’ Shock”, revista Executive Intelligence Review, entre outros).

4) Ora, juntando os pontos anteriores – e falando em termos hipotéticos... Quisessem vocês espalhar um vírus à vossa volta, não o fariam só em caso de terem já uma cura para o mesmo, pensando na hipótese deste atingir acidentalmente alguma pessoa do vosso grupo?

Por tudo isto...

Mesmo que venha a ser disponibilizada uma cura para a SIDA, não contem com a mesma ser providenciada às populações pobres em África (da mesma maneira que se faz tal coisa para os tratamentos do Ébola) e, quando começarem os cortes a sério no SNS, não contem com que venha esta cura a ser distribuída por entre pessoas reformadas, que já não tenham utilidade para as elites. (Oiçam o Bill Gates sobre os chamados “Death Panels”.)

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Sem comentários

28.06.19

jornais.jpg

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colocado por Fernando Negro às 06:27

Coincidências

25.06.19

O banco público Caixa Geral de Depósitos (o mesmo que faz o favor de contrair os prejuízos de accionistas privados de bancos, para livrar os pobres últimos de falências pessoais - ao mesmo tempo que cumpre, deste modo, o objectivo de falir o Estado) que tem uma pirâmide à porta da sua sede nacional...

cgd_piramide.jpg

...acaba de estabelecer o valor de "€6.666" como a fasquia só acima da qual os seus depositantes poderão receber juros, relativos a dinheiro que tenham parado em contas deste banco.

(Ora, sabida que é, por muitos, a forte ligação da sociedade dos Illuminati ao sector da Finança, obviamente que tudo isto se tratará de mera coincidência...)

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colocado por Fernando Negro às 18:36

Mais uma "nacionalização dos prejuízos" encoberta

19.06.19

(Como o Zé Povinho é [explícito] e ignorante, toca a usar esta fórmula uma e outra vez...)
No decorrer de um Colapso Económico em que (toda a gente bem informada sabe que) companhias e bancos estão claramente destinados à falência ou a grandes prejuízos, o que faz o Grande Capital?
Ora, (1) convence os seus clientes a comprar "títulos de dívida" do seu banco, antes que tal banco vá à falência (caso BES) - para deste modo passar para tais clientes as consequências de tal falência (e depois faz-se o Estado "indemnizar" tais clientes, passando em grande parte para o Estado o prejuízo) - ou, ainda melhor, (2) faz este mesmo Grande Capital os seus amigos no Estado comprar acções na sua companhia, antes que esta desvalorize imenso na Bolsa, passando para o Estado os prejuízos (um exemplo anterior), ou (3) trata um qualquer milionário, amigo de um banco privado, de contrair dívida num banco público para comprar acções em tal banco privado (obviamente, destinado a ter grandes prejuízos) para, com isto, transferir o que seriam os futuros prejuízos dos (anteriores) accionistas privados para o banco público.

 

Berardo: BCP foi o "maior desastre da minha vida"

 

É a "República das Bananas" que temos... Um país de gente tão inculta e tão fácil de enganar, que não sendo capaz de "juntar A mais B", se pode perante a mesma fazer tudo isto, sem que esta se aperceba do que se está a passar.

 

(E depois, já se sabe, não há dinheiro para os hospitais...)

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Mais uma suposta interferência russa, agora nas eleições europeias

18.06.19

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(E, porque a estupidez e a ignorância humanas não têm limites...)
Ainda que tenha sido há pouco tempo demonstrado que a anterior suposta interferência russa em eleições não era verdade... Porque há sempre quem acredite em tudo o que figuras de autoridade lhe dizem, é então de usar outra vez o mesmo tipo de mentira, por saber que a mesma irá pegar.
Segue-se um comentário que eu deixei à notícia de que a "Rússia usou as redes sociais para fomentar a abstenção nas Europeias".
Sendo que, se digo eu que o meu "desmentido" é ao estilo de imprensa controlada como tal, não tenho de apresentar provas algumas do que digo - e é suposto as pessoas acreditarem nas várias afirmações que faço, só porque sim, ou porque muitas outras pessoas também o fazem.
E, se por acaso alguém for capaz de descobrir, por si próprio, provas que desmintam alguma das afirmações que faço, então esse alguém é, obviamente, um "teórico da conspiração".

 

Escassos meses depois de ter sido provado que a suposta interferência russa nas eleições estadunidenses não passava de uma enorme Mentira, eis que temos uma outra suposta interferência russa em eleições, relativamente à qual, uma vez mais, não são apresentadas provas...

E, como sempre, temos também toda uma enorme quantidade de massa humana que nunca questiona nada do que o poder estabelecido lhe diz – pois, todos sabem que a classe política nunca mente.

Mas, já agora, para essa mesma gente, aqui vai alguma “verificação de factos”, ao estilo de imprensa controlada:

– Quanto mais centralizado o poder estiver, mais democrático este é. E, esta é uma verdade universal.
– É no Parlamento Europeu que está o verdadeiro poder. A não eleita Comissão Europeia decide sobre assuntos meramente secundários.
– Viriato era um agente russo. E, já nas primeiras resistências dos ascendentes dos portugueses e outros povos à primeira versão do Império Romano, houve manipulação russa dos povos europeus por trás.
– O facto do Tratado de Roma (fundador da União Europeia) ter sido assinado, não só nesta cidade, mas também especificamente no local da cidadela dos primeiros romanos, foi fruto do mero acaso.
– A União Europeia não é de origem parcialmente nazi. Para começar, o facto desta poder ser vista como um IV Reich é pura coincidência. Segundo, o movimento nazi desapareceu completamente e não foi evacuado para a América Latina. E, para além disso, o ouro nazi, de paradeiro oficialmente desconhecido, não foi usado para fundar o Clube Bilderberg, nem este último clube tem alguma coisa a ver com a União Europeia. Também, o facto de já ter sido reportada na imprensa ocidental a presença de nazis em reuniões do Clube Bilderberg é desinformação russa.

Por isso, toca a abdicar da independência nacional e de todos os valores que as gerações anteriores consideravam positivos, pois: tais antepassados morreram para nada; não temos nós obrigação moral alguma de honrar tais antepassados; não foi depois da criação dos estados- -nação, derivada do conceito de Bem-Estar Comum, que se deu a grande melhoria das condições de vida; e cabe a nós fazer antes o contrário do que os nossos antepassados fizeram e deixar aos nossos descendentes uma sociedade (notavelmente) pior do que a que recebemos (tal como já estamos a demonstrar ser capazes de fazer).

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colocado por Fernando Negro às 21:59

A falta de assistência médica que aguarda as próximas gerações

17.06.19

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Dois comentários que deixei a uma notícia sobre um novo tratamento de laser que destrói células cancerígenas, que foi revelado.
Aos quais acrescento que, por não estar eu a par dos mais recentes desenvolvimentos na luta contra a SIDA, não sei qual é a taxa de mortalidade actual da mesma, nem o quão bem sucedidos são os actuais métodos de controlo da mesma. O que sei, é que quem é familiar da estrela do mundo desportivo, que menciono no meu primeiro comentário, chegou a dizer que a última estava "curada". E que, anos depois, uma pessoa na minha família não teve a mesma sorte, tendo falecido em consequência desta doença contagiosa (depois de ter visto um irmão falecer de cancro).
Também, se duvidam de que as abaixo mencionadas elites tratam de casos de cancro em segredo, têm esta notícia, sobre a mais conhecida família real de todas.

 

E, isto é o que é do conhecimento público...

Qual é que foi a última vez que viram algum membro das verdadeiras elites (famílias reais, de banqueiros internacionais etc) morrer de cancro?

Não acham estranho, por exemplo, que enquanto para o comum cidadão ser diagnosticado com SIDA é sinónimo de morte anunciada, tal não se verificou quando se tratou de uma muito rica estrela do mundo desportivo estadunidense?

Não acham estranho, por exemplo, que enquanto em África não se conseguem salvar os infectados por Ébola, quando tal doença atinge alguma pessoa ocidental de considerável estatuto, aí já se consegue salvar tal pessoa, com um tratamento supostamente “experimental”?

Se temos cada vez mais a situação de haver pessoas a mais para recursos naturais a menos, pensam que seria do interesse das elites que gerem estes programas de desenvolvimento de tecnologias que salvam vidas partilhar tais tecnologias com *toda* a gente – e, com isso, ultimamente deixar de salvaguardar recursos naturais para tais elites?

Se nada disto acham estranho, então continuem a injectar-se com vacinas – e ignorem as repetidas descobertas de vírus que provocam cancro, ou de enzimas que muito o facilitam, que têm sido feitas nas mesmas.

Mas, se alguma destas coisas levantar suspeitas e quiserem saber qual é o plano a longo prazo, vejam o filme de 2013 Elysium, que descreve parte do futuro que têm as mencionadas elites planeado para nós.

 

*

 

Esse é outro dos principais pontos, no qual apenas toquei ao de leve, quando (no meu anterior comentário) mencionei um filme que retrata um futuro no qual a grande maioria da população é pobre.

Os problemas económicos ainda mal começaram – e já há hospitais que não conseguem funcionar bem e muitas pessoas que não conseguem manter o seu anterior estilo de vida.

Ora, entre outras coisas, com a imensa desindustrialização que irá ser causada pela treta do “aquecimento global”, onde é que os pobres e os desempregados do futuro irão buscar dinheiro para estes tratamentos de alta tecnologia?

Se não mudarem as coisas, à custa do que as actuais gerações estão a fazer, as gerações do futuro obviamente que não irão ter dinheiro para este tipo de tratamentos.

(Vejam o que se passa na América Latina ou em África, em que imensa gente morre por falta de dinheiro para tratamentos que no Ocidente são relativamente comuns... A não ser que se contrarie tal degeneração, é esse o futuro que aguarda os vossos descendentes.)

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