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Para que serve a Polícia? (x2, versão curta e grossa)

13.06.18

Um comentário que deixei anteontem a uma colocação num blogue, a propósito das manifestações que têm ocorrido no Reino Unido, por causa da detenção de Tommy Robinson pela Polícia, por ter este conhecido activista simplesmente reportado sobre o veredicto de um julgamento de um caso de proxenetismo, violações, raptos e tráfico de crianças por parte de um grupo de muçulmanos.

 

"NWA was right". :)

Loved that particular tag (the same way I loved their well-known song, when I found out about it - after years of personally witnessing Police abuse and hypocrisy).

The Police *never* served the interests of the common citizen. Their real function is to protect the interests and impose the will of the ruling class. And, if they indeed imprison some criminals, that's because those criminals also represent a danger to that same ruling class. Since, the root cause of most criminal activity that affects the common citizen (drug dealing) is never really combated - but, actually protected by the Police (https://www.youtube .com/watch?v=UT5MY3C86bk + https://www.amazon.co.uk/Shadow-Masters-Governments-Intelligence-Terrorists/dp/0979988616/).

(If you're talking about sheriffs - who are elected officials - then that's a different story... But, when it comes to the regular police force, who obeys the State, that's always the case. Even if most police officers are not aware of such, and sometimes also protect some common citizens - when those common citizens are not opposing the ruling class, that is.)

 

Comentário esse, ao qual aproveito para acrescentar um vídeo de (apenas) parte do que mais faz a Polícia a este activista, ao ponto de afectar até a família do último. (Vejam o vídeo e possivelmente interroguem-se: Quem é que está a Polícia a proteger, no seguinte que é um claro caso de assédio?)

 

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Razão pela qual smartphones modernos não têm bateria removível

11.06.18



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colocado por Fernando Negro às 14:09

Uma estranha mistura italiana

04.06.18

dimaio_salvini.jpg

 

Confirmado que está agora, então, o facto de que o "Movimento 5 Estrelas" e o partido "Liga Norte" sempre vão formar um governo de coligação em Itália, venho aqui apenas chamar a atenção para o seguinte aspecto mesmo muito curioso, relativo a esta estranha aliança.
(Para quem não sabe, o que se passa em Itália, é o seguinte...)
1) O "Movimento 5 Estrelas" é um movimento claramente controlado (dos muitos que têm surgido, na Europa) e que apenas serve para controlar e abafar as energias do descontentamento popular e continuar a oferecer falsas soluções que jogam a favor do sistema. E, as inequívocas provas disto podem ser encontradas <aqui><aqui> e <aqui>.
2) Mas, o "Liga Norte" é um partido indubitavelmente não-alinhado com o poder estabelecido - pois, foi o mesmo que até convidou o Daniel Estulin para discursar no Parlamento Europeu, onde denunciou o último os bilderbergers e afins.
O que sairá daqui?

(Se quiserem, têm aqui uma recente observação que fiz, sobre um possível evoluir desta situação.)

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"Morte"

02.06.18

death.png

Um pormenor em que reparei melhor, depois de ter hoje arranjado tempo para ver, uma segunda vez, o filme A Fábrica de Nada, à procura de possíveis "assinaturas" e também de pormenores que me tivessem escapado.
(Reparem, sobretudo, em como o "A" da palavra foi convenientemente convertido em triângulo...)
O cartaz em causa faz-me lembrar (em muito) um outro, presente num outro filme onde também se fala português.
Sendo de um cartaz de promoção de um filme que se trata, suponho que tenha sido o colectivo de realizadores quem escolheu incluir o mesmo na cena.
Também, desta segunda vez, pude reparar que (muito discretamente, em letras muito pequenas) é mesmo no final do genérico dito que esta obra foi financiada pela "RTP" e pelo "Instituto do Cinema e Audiovisual" (ambas instituições sob a alçada do Ministério da Cultura).
A escolha do cartaz ainda posso admitir que se trate de mera coincidência... Mas, o referenciado "apoio financeiro" da parte do próprio Estado, tirou em mim quaisquer dúvidas que ainda pudesse eu ter quanto à verdadeira natureza deste filme.

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Libertem os animais do Zoo de Lisboa

31.05.18

girafa.jpg

É o que eu tenho a dizer, relativamente à seguinte (muito estúpida) notícia.

 

Girafa do zoo morreu ao aproximar-se de visitante que a queria alimentar

 

Estes animais não cometeram qualquer crime - ao contrário de quem os raptou, ou obriga a lá estar, e de quem monetariamente contribui para que eles lá continuem (e que, com o seu repetido muito estúpido comportamento, de não ser sequer capaz de respeitar as simples regras do espaço que visita, demonstra ser o verdadeiro "animal" - no sentido pejorativo, aplicado a seres humanos que se comportam muito abaixo do que deveriam comportar).
Também, já agora, talvez fosse uma boa ideia considerarem pôr lá dentro antes a muito esmagadora maioria da população portuguesa que se enquadra na seguinte descrição.

 

"...obrigado à profunda resignação de um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico."
--- Dom Januário Torgal Ferreira, ex-Bispo das Forças Armadas e de Segurança

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colocado por Fernando Negro às 06:31

A Fábrica de Nada

29.05.18



No decorrer de um inevitável processo de Colapso económico e desindustrialização (que está à beira de se tornar muito pior) e também já no início de uma era de transição para a mão-de-obra robótica em trabalhos fabris, parece este filme querer dar a dica (obviamente errada e tardia, que levará a um beco sem saída) de que, a maneira de se lidar com este inevitável Colapso industrial, é simplesmente entrar agora em autogestão nas várias fábricas, ignorando as actuais situação e evolução económicas, assim como a necessária adaptação à nova realidade tecnológica.
Como alguém que possui um passado anarquista, este filme provoca inevitavelmente em mim sentimentos mistos - pois, passando ao lado do seu modo de produção claramente não-anarquista e da altura em que este surge, tem também o próprio filme vários aspectos que considero negativos, maioritariamente associados à aplicação prática do conhecido (e notoriamente autodestrutivo) lema "Sexo, Drogas e Rock'n'Roll" (ou, neste caso, "Punk Rock").
Para além de que, parece esta obra criar uma atmosfera maioritariamente distópica e sombria.
E, o facto de ter sido este um filme que foi, muito estranhamente, premiado, bastante elogiado e até promovido internacionalmente pela imprensa controlada, leva-me logo a ficar "de perna atrás" com o mesmo e a suspeitar que possa este constituir uma tentativa de colar tais aspectos negativos à muito positiva experiência original, que o filme diz querer homenagear - ao mesmo tempo que, acima de tudo, seja este uma tentativa de promoção da subcultura decadente que retrata.
Também, logo a começar pela sua parcial origem duvidosa, num muito estranho e contraditório centro social que recebe dinheiro da Comissão Europeia (e onde se promovem conhecidos falsos movimentos controlados, a degradação cultural, a confusão sexual, uma sociedade pós-industrial, a abolição das fronteiras e se disseminam mentiras ecológicas, entre outros claros objectivos do poder estabelecido) inspira esta obra em mim tudo menos confiança e crença nas boas intenções de quem a criou.
No dia em que surga, em Portugal ou qualquer outro país do Mundo, um filme produzido de modo anarquista e que queira realmente promover o Anarquismo, retratando-o de modo essencialmente belo, funcional, verdadeiramente consciente, indubitavelmente sério e mesmo muito positivo, não associando esta ideologia e prática política a subculturas decadentes, poderei então eu encarar tal possível obra com outros olhos.
Até lá... É este filme, para mim, mais um que não tem valor e que assenta maioritariamente na negatividade e na crítica destrutiva e inconsequente, como tantos outros de natureza cínica que nos impinge a imprensa controlada - e também mais um que foi (quase certamente) feito com segundas intenções (que, infelizmente, quem aceitou nele participar e pensa estar a agir contra o "sistema" é incapaz de atingir - por não ter lido um muito importante livro).
Até o próprio nome do filme parece querer instilar a ideia inconsciente, entre quem o vê, de que o resultado final de quando se envereda por um modelo de autogestão é... "Nada".
(Vejam também este cartaz.)

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O conceito de "bugdoor" explicado num filme da série "Star Wars"

20.05.18

bugdoors.png

 

Há anos que eu ando a avisar a comunidade e o movimento do Software Livre de que, o facto do código-fonte dos vários programas e sistemas operativos ser aberto não é, por si só, uma garantia de relativa segurança... Pois, se o facto de ser conhecido o código-fonte de um software elimina praticamente a possibilidade de se colocarem nele "portas dos fundos" (ou "backdoors") sem estas serem detectadas, ainda que seja todo o código capaz de ser inspeccionado, isso não quer dizer que não possa o mesmo ter grandes falhas de segurança.
O que eu estou aqui a dizer não é propriamente uma novidade, é certo. Pois, sejam elas pequenas ou grandes, falhas de segurança são repetidamente descobertas, por terem sido inadvertidamente criadas pelos autores do Software Livre em causa.
Mas, e se forem tais falhas criadas propositadamente?
É aqui que entra o conceito de "bugdoor" (em oposição ao de mero "bug").
Imaginemos que somos alguém que quer sabotar o seguro funcionamento de um sistema operativo ou mero programa, mas não podemos simplesmente colocar uma "backdoor" no mesmo, por ser o código-fonte passível de ser inspeccionado por quem vai usar tais sistema operativo ou programa.
Não há então possibilidade de se instalar uma "backdoor" sem esta ser detectada?
Muito bem, cria-se então uma "bugdoor"...
Isto é, cria-se (propositadamente) uma falha algures no sistema que queremos tornar vulnerável - mas, uma falha quase que escondida numa parte particularmente complexa do software, que torne a sua detecção tão difícil quão complexa seja essa mesma parte do software.
Soa rebuscado?
Não sou apenas eu que consigo pensar numa coisa destas (e, recorrendo à lógica elementar, concluir que, se consigo eu lembrar-me disto, certamente que conseguem também os inimigos da Privacidade e da Segurança fazer o mesmo). Pois, este mesmo exacto conceito acaba de ser revelado num filme de ficção, que faz parte de uma muito conhecida série de cinema.
E, assim sendo, convido então todos os que queiram saber mais do que estou eu a falar a verem (ou se informarem sobre a essência da história de) o filme Rogue One: Uma História de Star Wars - e a compararem depois o que nele é descrito com os avisos que já fazia eu <aqui>, <aqui><aqui> e também <aqui>.

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O filme "Amerigeddon" num dos canais da TV por cabo em Portugal

18.05.18

amerigeddon.png

(Tendo eu visto este filme anteontem, quem tiver também caixas de televisão da NOS e uma assinatura que inclua o canal de TV em causa, "AMC", ainda vai a tempo de ver o filme, pelo menos, nos próximos 5 dias.)

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colocado por Fernando Negro às 08:27

Não há real necessidade de preocupação com o nível de colesterol

16.05.18

Assunto: A nocividade do colesterol é um mito

Essencialmente,

O nível de colesterol no sangue não tem relação com a ocorrência de ataques cardíacos. E, a tomada de medicamentos para reduzir o colesterol, não só não reduz o número de ataques cardíacos, como parece provocar diabetes e doença de Alzheimer.

Não sei o que é que se passa na RTP, para andar a mesma a fazer este tipo de denúncias. Mas, já não é a primeira, segunda ou terceira vez que a vejo exibir documentários com factos que contradizem as "verdades" oficiais.

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O estado em que vai este país

14.05.18

(Entrevista feita na passada quarta-feira. Quem quiser ver a entrevista na sua totalidade, pode vê-la aqui.)

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