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Neurologista anteriormente chamado para testemunhar a favor da CDC-EUA despedido por revelar que vacinas afinal causam autismo

11.01.19

(Vídeo tirado desta notícia. Para quem não sabe, este facto já foi até admitido também pela FDA-EUA. E, podem também ver aqui o que uma enfermeira reformada depois se sentiu à vontade para denunciar.)

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Dicas de possível interesse para quem tenha a mesma infelicidade que eu de residir num certo país da Europa, onde muito pouco ou nada (de jeito, ou "fora da caixa") se tem a aprender com os outros

09.01.19

amazon_es.jpg

 

Assunto: Dicas para fazer compras pela Amazon.es

Para quem compre livros em línguas estrangeiras e prefira comprá-los pela Amazon por serem lá mais baratos e virem sempre em melhor estado do que os que se podem mandar vir em livrarias físicas e venham algo danificados pelo mau manuseamento dos mesmos pelos vários intermediários, venho só chamar a atenção para algo e também dar uma dica.

Se fizerem encomendas de livros iguais ou superiores a €19 (apenas na Amazon.es - i.e. no vizinho Estado Espanhol) não têm de pagar portes de envio dos mesmos - ficando estes certamente mais baratos do que quando comprados numa livraria física e tendo também a grande vantagem de serem entregues em casa, fazendo-nos poupar tempo (e possivelmente também dinheiro) em transportes até uma boa livraria próxima (ex: Fnac) que possibilite encomendas de livros estrangeiros que não tenham à venda.

https://pplware.sapo.pt/informacao/portugal-entregas-amazon-es-gratuitas/

E se, tal como eu, considerarem o uso de cartões de crédito muito inseguro (e ainda mais, quando se digitam os dados dos mesmos em computadores, que podem sempre conter software malicioso) e se recusarem a instalar a nova aplicação "MB way" num smartphone, para criar cartões de crédito temporários, por ser também imensamente inseguro estar a mexer numa conta bancária através de um smartphone (a segurança dos quais é uma anedota: https://pplware.sapo.pt/resultados-da-pesquisa/?q=falha+android) fiquem a saber que não precisam de usar um cartão de crédito para fazer compras na Amazon.

Para comprar neste sítio na Internet, podem primeiro adquirir cartões de oferta de crédito específico para esta loja, com duração de 10 anos (como digo, se comprarem especificamente na Amazon.es, não pagam os portes de envio - também para outras encomendas que não livros, neste último caso se a despesa for pelo menos de €29) em pelo menos um sítio na Internet, que eu já usei várias vezes e considero seguro, que é o seguinte - https://www.offgamers.com/gift-cards/buy/amazon-gift-card-es - podendo pagar por tais cartões de oferta (1) através do Multibanco ou (2) através do vosso saldo no PayPal (que desde Maio de 2018 já podem também carregar directamente através do Multibanco).

Boas compras.

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colocado por Fernando Negro às 21:17

Os equipamentos da Huawei como "cavalos de Troia" chineses

09.01.19

[Não é que faça grande diferença que os equipamentos "smart" e afins que usamos sejam vigiados e controlados por interesses fascistas chineses ou antes por interesses protofascistas/neofeudalistas ocidentais. Mas, para quem ainda tenha dúvidas de que a Internet, em si, e também as redes de telemóveis foram montadas com propósitos de vigilância e controlo, aqui fica mais um indício...]

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Poderá Richard Stallman ser um novo Karl Marx?

03.01.19

stallman.png

Esta é uma dúvida, mesmo muito pertinente, que em mim surgiu, depois de ter eu constatado que a fórmula de falsos movimentos sociais (que visam controlar os insatisfeitos ou levar as pessoas a lutar por objectivos que acabam por favorecer o próprio sistema) também se aplica ao domínio ou mundo digital - tal como vejo ocorrer no meu próprio país...
Sendo, no entanto, uma dúvida que não deixa de ser tal, por muito que reflicta eu sobre o assunto em causa - pois, apesar do que a seguir exponho, o Software Livre é (independentemente de quaisquer possíveis dúvidas sobre a sua origem) um movimento que (em muito) deve ser apoiado e deve crescer, se é software que queremos continuar a utilizar, como muito boa criação da Humanidade que foi (independentemente dos seus presentes usos nefastos).
E, o que me faz ter tal dúvida (que exponho no título desta colocação) é, para além do que considero ser um comportamento típico de um "lavado ao cérebro" (de tentar, de qualquer modo, arranjar maus argumentos que contrariem algo que atenta contra o que em que se acredita, em vez de simplesmente julgar novos factos com que se depara de modo racional e despreconceituoso, deixando possíveis novas conclusões que daí advenham irem dar aonde forem dar - vulgo "pensamento livre", que deveria ser a norma em qualquer ser humano que se preze) muito pouco condicente com alguém que é muito inteligente e que muito lida com lógica, com que me deparei de cada vez que escrevi a Stallman a avisá-lo de factos políticos que invalidam algumas das crenças expostas no seu sítio pessoal na Internet, o seguinte...

 

  1. Richard Stallman é originário do MIT - uma instituição privada e elitista, que faz claramente parte do poder estabelecido, no que toca a moldar e a controlar quem nela ingressa e, acima de tudo, uma instituição que é de onde muito do desenvolvimento informático e tecnológico (que depois é usado para servir interesses do sistema) é originário de. Isto é, uma instituição que serve para a pesquisa e o desenvolvimento de projectos tecnológicos do próprio poder estabelecido - tendo Richard Stallman chegado longe dentro desta instituição (onde, certamente, por norma - mas, não exclusivamente - é a quem estiver feito com certos interesses que tal é mais permitido ocorrer) e feito parte de um destes projectos (de criação de Inteligência Artificial, em termos genéricos, que é hoje usada, em termos muito específicos, com propósitos de vigilância).
  2. A Free Software Foundation - e, acima de tudo, o (inadvertido) subproduto pelo movimento do Software Livre criado, a Linux Foundation - é financiada por várias grandes corporações - e, no caso da Linux Foundation, a última é até financiada por multinacionais (Microsoft incluída!) claramente pertencentes a este mesmo poder estabelecido ocidental e não só (as quais depois combinam os resultados deste movimento do Software Livre com software proprietário - algum do qual é também notoriamente usado com propósitos de vigilância, como é o caso do conhecido sistema operativo Android) - sendo que o uso de Software Livre é até promovido por algumas destas multinacionais.
  3. Richard Stallman já foi até convidado para participar na Web Summit (uma cimeira claramente organizada pelo próprio poder estabelecido).
  4. Richard Stallman é apoiante do Partido Democrata e do Partido Verde, nos EUA - tudo instituições imensamente controladas (ou até criadas) por interesses nefastos (e até com finalidades ocultas, no caso do Partido Verde) - sendo, com isto, um apoiante de causas antiprogressistas (ainda que travestidas de rótulos contrários) tal como pode ser constatado no seu sítio pessoal na Internet.
  5. Richard Stallman tem uma nota no final da página inicial do seu sítio na Internet relativa a uma fotografia onde aparece a "tocar música para a borboleta" (um animal genericamente usado como símbolo de controlo mental).
  6. Richard Stallman (e este é que é o aspecto que considero verdadeiramente suspeito em - e que me deixa "de perna atrás" com - o mesmo) é um "anti-religioso militante". Isto é, mais do que ser meramente ateu[?], faz uma discreta campanha contra o Cristianismo, no seu país e não só (ver a fotografia que acompanha esta colocação). E, porquê a necessidade de atacar as crenças pessoais dos outros, no decorrer da sua actividade pública? Se é até o Cristianismo a razão pela qual o Ocidente é muito mais civilizado que o restante Mundo? Para além de que a Religião nada tem a ver com a sua missão de espalhar a ideologia do Software Livre?
  7. Elaborando mais sobre o ponto 2 desta lista... O interesse que poderia ter o próprio sistema no desenvolvimento do Software Livre está até à vista de todos, na quantidade de equipamentos e respectivos firmwares que compramos, hoje em dia - nos quais vem assinalada, na documentação que os acompanha, a presença de componentes de licença "GNU GPL". Ou seja, o Software Livre tem sido um óptimo acrescento que o próprio sistema tem usado, no desenvolvimento dos seus próprios programas de código-fonte fechado. E, se tão útil é este Software Livre para (e tão grande interesse tem notoriamente) o próprio sistema (em utilizar tais produtos)... Não é de suspeitar que tivesse o próprio poder estabelecido tido todo o interesse em criar mais este grande movimento do Software Livre (entre tantos outros que já criou)?

 

Como digo, esta é apenas uma dúvida, ou possível suspeita, que tenho (e que continua a não deixar de o ser) - mas, que achei que era de interesse partilhar com os demais...
Quem não entenda a referência que faço a Karl Marx, pode perceber a mesma lendo <esta> minha anterior colocação.
E, atenção que, mesmo que tal suspeita minha possa corresponder à verdade... Da mesma maneira que o facto de Karl Marx ou Mikhail Bakunin terem inventado duas formas de Socialismo não invalida o Socialismo, em si, nada disto invalida o movimento do Software Livre, em si - que, como disse e repito, é um movimento que muito deve ser cultivado entre quem produz e entre quem usa software, pelas razões que tanto são referidas pelos seus adeptos.

[Acrescentado a 09/01/2019: Tal como denuncio nos comentários posteriores que fiz a esta colocação, o facto de ter eu entretanto constatado que Richard Stallman afinal só saiu efectivamente do MIT em 1998, tendo continuado até ao referido ano a trabalhar para o seu laboratório de Inteligência Artificial, financiado pela DARPA, acabou por promover uma mera possibilidade que levantava eu nesta colocação a uma agora forte suspeita que tenho, quanto aos reais propósitos do movimento informático por esta conhecida figura criado...]

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O número 11 como assinatura codificada

03.01.19

ParcGuellOkupas.jpg

Quem tenha lido algumas das colocações neste blogue, sobre a forte presença do número 11 na escolha de importantes datas, já deverá ter concordado que, de facto, há aqui algo que pode, no mínimo, ser considerado mesmo muito suspeito.
Mas, quantos de vós é que já repararam na presença do mesmo, sob a forma de letra?
"Ku Klux Klan", movimento "okupa"...
Se considerarmos cada letra do alfabeto como equivalente a um número, temos A=1, B=2, C=3 etc e... K=11.
Ora, não é claramente o nome escolhido para o grupo "KKK" o resultado da vontade de alguém de que as três iniciais do nome de tal grupo fossem a letra K?
Afinal de contas, "Ku" não quer dizer nada, "Klux" também não e "Klan" não se escreve com K.
A óbvia explicação para isto, está no facto de que quem fundou este grupo foi um conhecido maçon de 33º grau, chamado Albert Pike - conhecido até por ter reformulado alguns dos rituais da (muito presente, na sociedade ocidental) Maçonaria.
Devendo também esta ser a razão pela qual a letra K aparece 3 vezes e a razão pela qual o grupo por este maçon formado tem como símbolo um muito discreto 6 (adoptado também pela multinacional britânica Vodafone) - que, quando repetido também 3 vezes, resulta num número satânico.
O objectivo da criação de tal grupo ou movimento?
Também óbvio: criar divisões raciais nos EUA, no seguimento da máxima "dividir para reinar".
Ora, tornando-se mesmo muito suspeito (ou óbvio) que a presença da letra K em movimento sociais não esteja lá por acaso e que seja uma assinatura oculta...
O que pensar então do movimento "okupa" no nosso país vizinho?
Qualquer pessoa que tenha tido contacto com este movimento, saberá que se distingue o mesmo dos reais movimentos sociais pela sua inconsequência política, promoção de um estilo de vida alternativo (em detrimento de um real e forte activismo social - o que, no que toca a movimentos anarquistas, é conhecido por "lifestyle anarchism" em países anglo-saxónicos) e pela promoção de estéticas e formas de "arte" normalmente feias e degradantes (sugiro a visita a um destes "centros sociais okupados" para o constatar ou, em alternativa, podem procurar por fotografias dos mesmos na Internet) sempre associadas ao consumo de drogas - sejam estas leves ou duras (álcool incluído).
Ora, sabendo isto, não será de suspeitar que também que este movimento "okupa" tenha sido uma criação do próprio poder estabelecido, para desviar as poucas energias que restem (após o consumo das referidas drogas, isto é) por parte dos seus adeptos para formas de "luta" (quando puderem estas sequer ser consideradas como tal) ineficazes e inconsequentes, no seguimento do mesmo princípio sobre o qual elaborava eu <aqui> e também <aqui>?
(Comparem, por exemplo, a quantidade e acima de tudo a qualidade do material - de natureza política e não só - produzido por uma redacção de um qualquer jornal, ou de um qualquer departamento de um serviço secreto, com a quantidade e a qualidade do material produzido pelo mesmo número de integrantes de um qualquer destes centros sociais "okupados"...)

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Não podem mais ser usados na Síria? Usam-se então na Ucrânia...

02.01.19

[Membros (i.e. peões) do braço armado islâmico da CIA e do MI6, agora conhecido como "Estado Islâmico", mudaram-se (i.e. foram transferidos) para a Ucrânia, para lá lutar contra a Democracia.]

 

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Islamic State in Ukraine: A Christmas present from the West – George Galloway

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colocado por Fernando Negro às 06:48

A mais revoltante peça de distorção dos factos que alguma vez vi!

26.12.18

Jornal Público chama "assassínios em massa" a execuções de terroristas do Estado Islâmico.

 

As prisões da Síria estão a ser esvaziadas por assassínios em massa

 

Centenas de milhares de mortos, o país destruído e pessoas a passar fome em consequência de tudo isto... E querem que o dinheiro dos impostos das pessoas vá para alimentar os *terroristas* responsáveis por isto e por algumas das maiores barbáries dos tempos modernos?
Isto é o cúmulo da estupidez, na constante tentativa de distorcer os factos, para convencer os leitores de que é o regime de Assad o grande vilão.
Mas quem é que ainda lê um jornal tão revoltante, estúpido e nojento como este?!

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Mais uma prova de que os média de massas emitem notícias falsas

20.12.18

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Fraud ‘on grand scale’: Top journalist at reputable German magazine faked his stories for YEARS

[RT] 19 Dec, 2018

One of Germany’s most popular papers, Der Spiegel, has found itself at the center of a scandal involving one of its top reporters who was caught fabricating elements of his stories.

Claas Relotius, who worked at Der Spiegel as a freelancer for 6 years until receiving a staff position in 2017, seemed to be a paragon of modern journalism. The 33-year-old has received numerous prestigious journalism awards, both in Germany and abroad.

Just this December he was awarded a prize by the German reporter’s association for his story about the life of a child in Syria. In 2014, Relotius was warmly welcomed by CNN who named him ‘Journalist of the Year.’

However, his seemingly brilliant career has turned out to be a house of cards that is now falling apart, just as it had with Stephen Glass, a former staff writer at the New Republic who authored one of the most spectacular fabrication campaigns in the history of American journalism.

It was recently revealed that Relotius literally made up details in his stories and even “invented protagonists” – people he had never met in person.

One of his colleagues who was working with Relotius on a story about the situation on the US-Mexican border grew suspicious of some of the details in the journalist’s report. The man then tracked down two alleged sources Relotius quoted extensively in his text, only to find out that none of them ever actually met him.

The subsequent investigation by Der Spiegel into Relotius’ activities also uncovered that he fabricated details in another story including a claim that he had seen a sign in a US town that read: “Mexicans keep out.” When faced with the incriminating evidence, the journalist confessed to faking elements of his texts – not just in one story, but in a number of them.

So far, at least 14 stories out of almost 60 pieces the journalist wrote for Der Spiegel’s print and online editions turned out to contain fake details, the magazine said, adding that that figure might potentially be higher, and warning that other media outlets might also be affected.

Over the years, Relotius worked for about a dozen German news outlets, including the well-known Die Welt, Die Zeit and Financial Times Germany. Notably, the list of his stories that were proven to be at least partially fake included several pieces that had won journalism awards, including stories about Iraqi children kidnapped by Islamic State and prisoners in Guantanamo.

In a lengthy article which serves as both a clarification of the case and an apology, Der Spiegel said it was “shocked” by the discovery and offered an apology to its readers along with all those affected by Relotius’ articles. It also described the situation as "a low point in Der Spiegel's 70-year history."

Relotius, who resigned after the fraud came to light, told Der Spiegel that he regretted his actions and felt “deeply ashamed.” Meanwhile, the magazine’s management has set up a special investigative commission consisting of what it calls “experienced internal and external persons” to look through all of the journalist’s pieces and prepare recommendations to improve “safety mechanisms.”

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colocado por Fernando Negro às 12:05

Obrigado pelo maravilhoso Ser Humano que foste e sempre serás, John Taylor Gatto. Deste razão a alguns que lutavam contra isso!

18.12.18

 

Um "artigo" que tencionava partilhar com John Taylor Gatto, mas que já não fui a tempo de o fazer, para lhe provar que é, de facto, verdade que há quem (embora sejam, como dizia ele, mesmo muito poucos os que o fazem) seja capaz de se aperceber do processo de domesticação e também estupidificação a que é sujeito, no decorrer (i.e. enquanto é vítima) do mesmo.
(Artigo este, obviamente escrito anos antes de saber eu sequer quem era este autor.)
Foi um relativamente mau artigo, com a palavra "indivíduo" a surgir n vezes e com repetições de argumentos, escrito à pressa para ser partilhado numa manifestação de estudantes que iria ocorrer dentro de poucos dias, na viragem do século, quando fazia eu parte de um colectivo de estudantes anarquistas. Assim como, foi o primeiro artigo teórico que alguma vez escrevi. E, por isso, por favor não associem a falta de qualidade do mesmo aos meus presentes textos, neste blogue.
Também, para além da imaturidade e pouca literacia da altura, outra razão para os erros gramaticais é que sempre fui (e sou) ligeiramente disléxico. Razão pela qual, ainda hoje, faço coisas como escrever "causa" em vez de "casa", como ocorreu na última colocação neste blogue, antes de ter eu corrigido tal erro, só me tendo apercebido do mesmo ao ler o texto uma terceira ou quarta vez.

 

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colocado por Fernando Negro às 11:49