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Breve colocação que fiz no sítio na Internet (de e para activistas) onde, no passado, praticava eu o chamado "jornalismo cidadão"

18.12.14

Há uma maneira de resolver os actuais problemas energéticos e também de eliminar a pobreza e a fome na Terra

Enviado a 17 Dez 2014, por Fernando Negro

Chama-se "Energia de Fusão", é a forma de energia nuclear que ainda falta dominar e não tem a perigosidade que tem a fissão nuclear, que é usada nas actuais centrais. E, se nunca ouviram falar da mesma, há uma muito boa razão para isso...

Para além do facto de estarem quase todos os média de massas controlados pelos grandes interesses económicos, o que se passa, é que o moderno movimento activista (global) foi vítima de um grande embuste - que foi o surgimento do suposto "movimento ambientalista", que é, na verdade, uma criação das elites governantes, que querem: reduzir a população mundial; salvaguardar os preciosos recursos naturais limitados que restam para elas próprias; e impedir o progresso e o desenvolvimento descontrolados na sociedade, por porem estes em perigo o seu domínio sobre a sociedade.

(Informem-se sobre quem criou e quem financia grupos como a WWF, a Greenpeace, ou até mesmo o português "GAIA"...)

O que as elites governantes querem, é um mundo de pobres e ignorantes, que não tenham condições materiais, ou sequer mentais, para avançar com soluções para os problemas que enfrenta a nossa sociedade. Sendo esta a razão pela qual a mesma está a ser destruída, *de propósito*, enquanto se adia o surgimento da mencionada possível alternativa energética.

E, se andam alguns activistas ainda a lutar pelo empobrecimento geral da sociedade, através de campanhas pseudo-ecológicas - como a do suposto combate à farsa do "aquecimento global", que não se verifica - é porque foram os mesmos bem-sucedidamente lavados ao cérebro pelos média de massas e pelos falsos movimentos activistas, criados pelas próprias elites.

Activistas portugueses e outros que leiam isto: quem vos escreve, é alguém que também já foi um activista no passado, mas que infelizmente já não tem grande paciência para explicações. E, se querem saber mais do que falo, podem começar por aqui: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/a-grande-luz-ao-fundo-do-tunel-70302

É esta a minha primeira e última colocação, na nova forma deste sítio na Internet.

Vocês foram avisados.

 

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colocado por Fernando Negro às 21:32

A história do "aquecimento global" é mais uma enorme mentira

21.11.14

(Copiando para aqui, e reeditando agora, o que escrevi numa série de comentários, há uns anos, para a qual chamei a atenção numa das primeiras colocações que fiz neste blogue e onde explicava eu as razões de ser desta fraude, o que realmente se passa, é o seguinte...)

 

O mundo em que vivemos está neste momento a viver apenas o princípio do que irá ser um Enorme Colapso Económico. Um colapso derivado do facto dos limitados recursos energéticos que até agora tornaram possível o tão apregoado "crescimento económico" estarem neste momento prestes a entrar em declínio.

Não existe, presentemente, uma solução para este problema e temos todos de nos preparar, nem que seja apenas mentalmente, para enfrentá-lo.

À excepção da energia nuclear, que parece ser relativamente rentável e que será apenas uma solução temporária (pois, o urânio é um recurso finito e que está dependente do petróleo e afins para ser extraído e transportado), as energias alternativas não irão resolver o sério problema energético com que nos iremos deparar, pois são apenas capazes de produzir uma pequena fracção da energia que, hoje em dia, temos ao nosso dispor.

Não existe no mundo nenhuma fonte de energia tão rentável (falando da relação que existe entre a energia que se investe ao extrair um recurso e a energia que se obtém em retorno a partir do mesmo) quanto o petróleo. E nenhuma combinação de energias renováveis chega aos joelhos da energia que se obtém a partir da utilização dos hidrocarbonetos.

O hidrogénio é uma anedota - pois, não é uma fonte de energia em si e é maior a energia que se investe a produzi-lo do que a energia que se obtém a partir do mesmo - e, pessoalmente, ainda estou à espera de saber que baterias são estas, que existem para carros eléctricos, que sejam diferentes das baterias dos telemóveis e dos computadores portáteis que têm de ser frequentemente substituídas... (Será viável ter carros cujas baterias precisam de ser constantemente substituídas?)

Os diferentes limitados recursos energéticos irão todos entrar (ou estão neste momento prestes a entrar) em declínio neste século. E com isto irão arrastar toda a sociedade de volta a algo próximo da situação em que estávamos antes da Revolução Industrial.

[Nota importante: Sobre a inexistência de alternativas viáveis e de uma possível resolução para este problema, descobri entretanto um novo, e muito importante, facto, do qual irei falar numa colocação seguinte...]

É por isso é que estamos já a assistir ao colapso da civilização tal como a conhecemos.
Por, ao que tudo indica, o petróleo estar prestes a entrar em declínio e por estarem as elites a destruir a economia mundial de propósito, seguindo o mesmo princípio das avalanches controladas, ao tentar causar um colapso controlado da economia, de modo a evitar que este ocorra de forma descontrolada.

Mas há mais. E é aí que entra o mentiroso do Al Gore e as coisas se tornam ainda mais incríveis. Este hipócrita é um lacaio ao serviço da conspiração política conhecida como "Nova Ordem Mundial". É um agente de desinformação que tem como missão andar a espalhar mentiras sobre "alterações climáticas" com vista a criar um pretexto para uma rápida desindustrialização da sociedade.

As elites que nos governam nos bastidores, de cujos políticos que vocês vêm na televisão são meros fantoches, querem preservar para si os valiosos recursos naturais que temos ao nosso dispor no planeta.

Desindustrializando a sociedade mais rápido do que o necessário, não só irão guardar para si algumas destas verdadeiras fontes de riqueza num mundo de recursos limitados, como, em consequência da destruição que irão causar, para além do que é necessário, da economia, irão dificultar imenso o acesso à cultura - e à informação por elas não controlada - e finalizar a destruição, já em curso, da chamada "classe média", que é quem mais dispõe de recursos monetários para poder fazer frente à ditadura mundial que está planeada.

Têm uma explicação minha mais detalhada aqui, da qual tiro a seguinte citação:


«This Committee of 300 told a man called Aurelio Peccei to form this Club of Rome with the main object of bringing down the industries and the agricultural development of the United States. He immediately wrote a paper in which he said there are too many people on the Earth. And that the United States with its industrial development, its agricultural development, is responsible for this curse of overpopulation. And he picked up the documentation for his work from Lord Bertrand Russel, a senior statesman of the Committee of 300. And Lord Bertrand Russel had written a work called "The Impact of Science on Society". And if you can ever secure a copy of that book, which I doubt you’ll be able to get, you will see in there that he said the world is grossly overpopulated and we have to get rid of, at least, half of the world’s population. And it doesn’t matter how we do it. So the Club of Rome was instituted and organized to start an attack on the world’s population using the United States as a whipping boy. And they came up with a paper called "The Zero-Growth Post-Industrial Plan for Industry and Agriculture for the United States of America". Three days after that plan was accepted as official United States policy by James Earl Carter, I was able to, through my intelligence people, get a copy of this insidious document. Basically what it said was that the middle class in the United States of America had to be destroyed. Because in the coming push to a World Order, the middle class would be the stumbling block. Because History had shown that the peasant class, in ancient days, when they had revolted, was just easily crushed. There was no resistance. But now had grown a new superclass of people in the United States, called the middle class, who had long-term employment, who had job security, who were well-paid, who could afford to buy the products that were made by the United States and didn’t need to buy products from China or anywhere else. And the Club of Rome "Post-Industrial Zero-Growth" paper said this has got to stop. We have to bring down the middle class of the United States. And the way that we will do this, the way that we will accomplish this task, is by crushing their industries.»

--- Dr. John Coleman, https://www.youtube.com/watch?v=2qv2bXejwdM#t=32m58s

Esta fraude do "aquecimento global provocado pela actividade humana" já tem sido mais que denunciada na imprensa alternativa e não só. E quem ainda se dá ao trabalho de ouvir o que o agressor sexual do Al Gore tem para dizer é porque está muito mal informado.

Esta semana celebra-se o aniversário do escândalo "Climategate". Não deixemos que o trabalho de quem tem exposto, e expôs, este importantíssimo facto tenha sido em vão e estejamos ao menos bem informados sobre a verdadeira história por trás desta fraude do "aquecimento global".

(Se quiserem saber mais do que falo, leiam e oiçam Michael C. Ruppert e Richard Heinberg sobre o Fim da Era do Petróleo e a viabilidade das possíveis alternativas energéticas, Christopher Monckton sobre os pormenores científicos desta fraude do "aquecimento global" e John Coleman - o ex-agente dos serviços secretos britânicos - sobre as razões que se escondem por trás desta impostura científica.)

Eu próprio também caí que nem um patinho nesta mentira, durante 10 anos. Mas, por estar atento à imprensa alternativa, não demorei muito a perceber que esta era mais uma de várias escandalosas mentiras com que os políticos e média de massas, seus aliados, enganam as pessoas.

Contudo, de tão grande escândalo que foi o "Climategate", até mesmo os média de massas foram forçados a falar no assunto. A maioria tentou deturpá-lo, mas, surpreendentemente, ainda há quem, apesar de trabalhar num órgão de comunicação de massas controlado, seja honesto e tenha feito uma cobertura decente do assunto. (Cliquem na hiperligação do "Daily Telegraph" que deixei.)

Pena é que não haja em Portugal pessoas tão bem informadas como lá fora - e que o Al Gore não tenha tido uma recepção deste tipo quando por cá passou:




Alguns extras:


Uma interessante notícia na RT sobre esta temática das "alterações climáticas". 1, 23 ilustrações políticas, retratando o Sr. Al "Mentiroso" Gore. E a actual crise económica mundial, explicada por Daniel Estulin.

E um acrescento:


Quando falo que "nenhuma combinação de energias renováveis chega aos joelhos da energia que se obtém a partir da utilização dos hidrocarbonetos", estou a falar em termos de média global. Pois, tal como poderão constatar se pesquisarem sobre a situação portuguesa, no nosso caso até que não estamos propriamente mal. Visto que, dependendo do quanto chove (e quão usadas são as barragens) num dado ano, próximo de 1/3 da energia que consumimos anualmente é proveniente de energias renováveis.

[Editado a 18/02/2016: Os dados sobre energias renováveis que referia eu, na altura em que escrevi esta série de comentários, eram relativos a uma pesquisa que fiz em 2003, quando me andei a informar seriamente sobre a questão do Pico do Petróleo. Felizmente, a situação evoluiu para muito melhor, desde então. E, hoje em dia, já quase 2/3 da electricidade produzida em Portugal é de origem renovável.]

Com uma redução obrigatória de 2/3 da população (seguindo a média global) de volta ao nível sustentável dos cerca de 3 milhões de pessoas que éramos antes do início da Revolução Industrial, não ficaremos tão mal como isso... O problema será esta mesma fase de transição... (Caso não percebam do que estou eu a falar e ainda não o tenham lido, por favor leiam isto.)

E, ainda sobre o modo como a escassez de petróleo e afins irá afectar os diferentes países, uma situação que será certamente interessante observar será a da França, onde quase 80% da energia consumida é de origem nuclear e onde, até que o urânio entre também em declínio, haverá uma larga margem de manobra para lidar com este sério problema energético.

Onde eu gostava de estar neste momento, era na Venezuela... Um país que, sendo um produtor de petróleo, será um dos últimos a ser afectado por este problema. E um país onde, não só o seu povo foi capaz de pôr no poder um governo progressista, que verdadeiramente serve os seus interesses, e que combate activamente a pobreza e o desemprego, como um país onde poderia, se neste momento lá vivesse, encher o depósito inteiro do meu carro por apenas
50 cêntimos...

(Leiam mais sobre as razões para o elevado preço da gasolina em Portugal, aqui.)

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A grande importância que têm as eleições brasileiras, também para o bloco BRICS e todas as economias emergentes latino-americanas

24.10.14

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(Mais do que ser já a 7ª maior economia do Mundo, o Brasil é uma peça fundamental no grande desenvolvimento que está a ocorrer em todo o bloco BRICS e também em vários países da América Latina que a este bloco escolheram se associar. Sendo, obviamente, por isso que está este muito promissor país a ser um tão grande alvo de tentativas de controlo e sabotagem, por parte do Ocidente, que não quer ver países que se lhe oponham a erguer-se e a formar laços de união entre eles...)

 

O Que Está Estrategicamente em Causa nas Eleições Presidenciais do Brasil

por Gretchen Small [Executive Intelligence Review]


14 de Outubro - O Financial Times emitiu um claro aviso no dia 10 de Outubro ao candidato de Londres a Presidente do Brasil, Aécio Neves do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Neves e a sua equipa não deverão "desapontar" Londres na volta final das eleições presidenciais brasileiras no dia 26 de Outubro, avisou o FT: "Afinal de contas, isto não é apenas um debate económico cordial: é guerra - a batalha final pelo controlo do segundo maior mercado emergente do mundo e das vidas de mais de 200 milhões de pessoas".

A EIR concorda, neste caso, com o FT: as eleições presidenciais do Brasil de 2014 são uma batalha estratégica na guerra global sobre se a humanidade irá ser bem-sucedida em esmagar o Império Britânico e em criar uma ordem mundial verdadeiramente humana, dedicada à paz e ao progresso de todos.

A política editorial da EIR difere em 180º da do FT, contudo, quando toca a que candidato deve ganhar a eleição. A EIR apoia a reeleição da Presidente Dilma Rousseff, a opositora de Neves na corrida.

Quaisquer que tenham sido os seus defeitos, passados e presentes, que a EIR apontou devidamente ao longo dos anos, a Presidente Rousseff colocou decisivamente o Brasil no mesmo grupo que a metade da humanidade que se ergueu para defender a causa da humanidade. Sob a sua liderança, o Brasil tem tido e está comprometido em ter um papel activo no renascimento global que se está a formar em torno do agrupamento BRICS dos Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, assim como nos esforços do MERCOSUL e da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) agora aliados com os BRICS e, em particular, na corajosa defesa da Argentina contra os "fundos abutres".

Como parte dessa dinâmica dos BRICS, o Brasil está em condições de se livrar de mais de 25 anos de subjugação a uma ditadura financeira supranacional, reagrupar as suas significativas capacidades científicas e industriais nucleares e espaciais e iniciar o rápido aumento da produtividade necessário para elevar os padrões de vida e as qualificações dos seus muitos milhões de pessoas ainda a viver na pobreza e numa situação de atraso.

Londres, por seu lado, está determinada - ao ponto de chegar a uma "guerra", como diz - em instalar um governo comprometido em tirar o "B" dos BRICS, tornando um Brasil novamente subjugado num instrumento para esmagar os BRICS e a explosão de desenvolvimento sul-americano associado que está em marcha. Caso seja Londres bem-sucedida, e reimponha as políticas económicas transatlânticas no Brasil, o próprio Brasil irá rapidamente desintegrar-se.

Londres Não Detém Todas as Cartas

Foi já precisa a morte de um candidato presidencial para criar o potencial de sucesso nesta operação britânica. A sua candidata de primeira escolha para tirar o "B" dos BRICS na primeira volta das eleições, foi a querida da Coroa Britânica, Marina Silva, que somente se tornou uma candidata presidencial em meados de Agosto, erguendo-se das cinzas do acidente aéreo ainda por explicar que matou o candidato presidencial do Partido Socialista (PSB) Eduardo Campos. Até então, Marina tinha sido a candidata vice-presidencial de Campos na corrida.

Londres e Wall Street fizeram desenvergonhadamente campanha por Marina, tal como ela é conhecida, pintando-a como uma "Obama" brasileira, a "candidata do povo" pelo seu apoio à abortada tentativa em 2013 de lançar uma "revolução colorida" no Brasil. Pró-alta finança, anti-Estado, virulentamente anticrescimento, anti-China, apoiada por vários "multimilionários verdes" brasileiros, Marina foi aclamada como a candidata que podia pôr um rosto "popular" no pacote de Londres.

Em 2010, a EIR denunciou Marina como uma operação da Coroa Britânica, um facto ostentado em 2008, quando o Príncipe Filipe a condecorou pessoalmente com a Medalha de Conservação do Duque de Edimburgo, pelo seu trabalho durante o seu mandato de Ministra do Meio Ambiente (2003-08) em bloquear projectos-chave hidroeléctricos e em ceder o controlo de enormes porções de território amazónico brasileiro à WWF de Filipe e outros interesses privados verdes.

"A Marina sempre teve boas relações com as casas reais da Europa e a aristocracia europeia. Nós não podemos decidir quem a Família Real vai convidar", afirmou de modo seco o Ministro dos Desportos brasileiro, Aldo Rebelo, quando Marina foi convidada para ser uma portadora da tocha nas Olimpíadas de Londres de 2012.

Para o desagrado de Londres, os eleitores brasileiros tiraram Marina da corrida na primeira volta das eleições a 5 de Outubro, colocando-a num distante terceiro lugar com apenas 21% dos votos. A incumbente Rousseff ganhou 41%, com o fantoche dos Rothschild, Aécio Neves, a ficar em segundo com 34%.

Acabando com a Heroína Financeira?

Mais perigoso aos olhos de Londres, foi que Dilma escolheu lutar contra e derrotar Marina com o fundamento de que a banca pública deve ser defendida contra o sistema bancário imperial dentro do Brasil, através do qual a monarquia britânica tem há muito estropiado o país através de taxas de juro usurárias que alimentaram o carry trade internacional que pilhou o Brasil.

Marina, em prol dos seus patrocinadores banqueiros criminosos (a sua mais próxima conselheira, a multimilionária "Neca" Setúbal, é a herdeira da família que detém o Banco Itaú, o maior banco privado do Brasil), prometeu na sua plataforma, que caso fosse eleita, iria fazer passar uma lei garantindo a "autonomia" do Banco Central; isto é, garantindo o controlo bancário privado.

Marina tenciona dar aos banqueiros os poderes de decisão que pertencem à Presidente e ao Congresso Nacional, sobre assuntos que têm um efeito directo "sobre a sua vida e de sua família", tais como "os juros que você paga, seu emprego, preços e até salários", ripostou Rousseff numa animada entrevista ao programa Bom Dia Brasil da TV Globo emitida a 22 de Setembro.

Os seus horrorizados anfitriões da Globo acusaram-na de "assustar as pessoas"; a TV Globo, afinal de contas, é detida por três multimilionários da família Marinho, que estão no centro das operações da WWF no Brasil.

A promessa de Marina de tornar o Banco Central "independente" iria tornar esse banco no "quarto poder" do governo, respondeu Dilma. A Presidente chamou a atenção para o facto de que Marina também promete reduzir o papel dos grandes bancos públicos do Brasil. Como iremos então financiar infra-estrutura no Brasil?, perguntou Dilma. Os bancos públicos do Brasil subsidiam taxas; a taxas de mercado ninguém iria construir infra-estrutura no Brasil. A habitação e a agricultura têm do mesmo modo beneficiado.

O FT queixou-se do facto de um anúncio de campanha de Dilma usar uma cena de um jantar fora de um filme de bandidos para atacar Marina por estar em conluio com os banqueiros criminosos; a revista Economist de Londres protestou dizendo que Dilma tinha magoado "a popular ex-activista ambientalista" ao dizer que a planeada autonomia do Banco Central de Marina iria "dar poder a banqueiros manhosos".

Duo Aécio e Fraga

Os britânicos reagruparam agora forças em torno de Aécio, que é tão fantoche dos britânicos quanto Marina, mas muito mais difícil de "vender". A 12 de Outubro, Aécio declarou que ele e Marina se tornaram "um corpo, um projecto", depois de ela o ter apoiado, quando ele prometeu cumprir as condicionantes dela de implementar uma "economia de baixo carbono" e outras medidas anticrescimento.

Mas os brasileiros conhecem bem o PSDB de Aécio: o país desintegrou-se sob a sua governança neoliberal, quando Fernando Henrique Cardoso era Presidente entre 1992 e 2002. Ainda mais, numa acção que demonstra a total falência da opção britânica no Brasil, Aécio anunciou em Agosto, que caso seja eleito, irá nomear Armínio Fraga como seu Ministro da Fazenda.

Fraga! O nome é sinónimo do carry trade internacional que devastou a economia do Brasil. No seu primeiro mandato como oficial do Banco Central em 1991-92, Fraga montou o mecanismo que permitiu ao capital de curta duração estrangeiro entrar na economia e abriu o mercado dos derivados do câmbio e da taxa de juro. Ele depois saiu para servir como director do [fundo de cobertura] Soros Fund Management, apenas para ir direito de lá para chefiar o Banco Central do Brasil em Fevereiro de 1999, onde imediatamente aumentou as taxas de juro para 45%(!) como a pedra angular da política hiperinflacionária de George Soros do "muro de dinheiro" para impedir que o Brasil mandasse abaixo o sistema financeiro global na altura. Ficou lá até 2002, quando saiu para fundar o seu próprio fundo de cobertura.

Aécio e Fraga prometem voltar à "ortodoxia económica", cortar no orçamento, baixar salários mínimos, impor um imposto IVA retrógrado, privatizar bens públicos, incluindo os bancos públicos e a companhia estatal petrolífera, Petrobras, e reduzir a regulação estatal dos preços, salários etc.

De mão dada com isto, está a declarada intenção de mudar a política externa do Brasil, abandonando os laços com a China e a Ásia, assim como os seus vizinhos sul-americanos, em favor de acordos de livre-comércio com uma Europa moribunda e com os Estados Unidos da América.

Aloízio Mercadante, o Ministro da Casa Civil de Dilma, sob licença para fazer campanha até à votação final, salientou numa entrevista exclusiva ao portal 247 na semana passada, que:

"As propostas de Aécio Neves conduzirão, na prática, ao enfraquecimento dos BRICS e do MERCOSUL. Na verdade, os BRICS nem sequer são mencionados em seus oito 'Compromissos/Propostas' de política comercial. Ou seja, o candidato ignora os esforços dos principais países emergentes para a criação de novos mecanismos de promoção do desenvolvimento e da estabilidade financeira, como o Novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS e o Arranjo Contingente de Reservas (...) Hoje, o Brasil assume um protagonismo internacional sobre temas sociais e econômicos que é inédito em nossa história. É lamentável ver o debate sobre política externa ser permeado novamente por uma retórica conservadora, associada a uma visão subalterna do Brasil no cenário internacional".

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colocado por Fernando Negro às 10:31

O "Exército Zapatista de Libertação Nacional" (EZLN) mexicano é mais uma ferramenta do Império Britânico

12.10.14

Longe de ser algum movimento "progressista", como nos tenta convencer alguma da imprensa de esquerda, a verdadeira finalidade do movimento zapatista - que se iniciou com actividades terroristas - é (tal como no caso das colombianas FARC e do MST brasileiro) destruir o seu país, enquanto estado-nação - tentando, neste caso, instilar sentimentos primitivistas e separatistas nos diferentes grupos indígenas que fazem parte deste país latino-americano.
Iniciando um processo de desmembrando do país onde opera e desprovendo-o das grandes estruturas político-económicas que permitem um verdadeiro progresso e grande desenvolvimento, o objectivo final deste grupo - controlado desde fora - é, obviamente, transformar tal país num mero agregado de comunidades que pouco cooperem entre si e atirá-lo de volta para uma situação semelhante à de um qualquer país medieval, ou de Terceiro Mundo, que pouco mais seja do que um conjunto de territórios fornecedores de valiosas matérias-primas para as elites ocidentais.
Quem quiser uma explicação mais elaborada sobre o que verdadeiramente está em jogo - não só no México, com este grupo, mas em toda a América Latina, com as várias guerrilhas que nela existem - tem esta pequena introdução ao tema.
E, para quem se interrogue sobre porque razão querem as elites sinarquistas destruir este e outros estados-nação no Mundo, a explicação é bastante simples...
A organização dos diferentes povos do Mundo sob a forma de "estados-nação" ou "estados-nações" - em que pessoas que partilham uma mesma cultura ou território (e que têm, por isso, uma natural afinidade entre elas) se juntam para desenvolver uma sociedade comum - tem historicamente demonstrado ser, não só o tipo de organização política que melhor funciona (e que mais sentido faz) como, acima de tudo, aquela que mais progresso gera (derivado do sentimento, ou ideal, de bem-estar comum, que naturalmente surge entre pessoas que têm uma mesma identidade e resultante do surgimento de grandes estruturas organizativas, que não são possíveis quando se tratam de meras comunidades, tribos ou clãs, centrados apenas em si mesmos). Sendo, por isso, este o principal "alvo" a abater, por quem quer impedir o progresso na sociedade.
E, dito isto, se quiserem saber mais do que falo eu, quando menciono esta questão dos estados modernos que temos, apenas têm de estar atentos aos artigos para os quais chama a atenção o autor Daniel Estulin e ao que vai também publicando o Movimento LaRouche.

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colocado por Fernando Negro às 10:42

Mais do Movimento LaRouche, sobre a próxima eleição brasileira

04.10.14

Eleição Brasileira, Uma Batalha pelos BRICS ou Sistema Transatlântico


24 de Setembro (LPAC) - A eleição presidencial de Outubro do Brasil irá decidir se o Brasil continua a desempenhar um papel em criar a nova ordem mundial com o resto das nações dos BRICS, ou se irá saltar de volta para o Titanic transatlântico, justamente na altura em que este se afunda. Dois candidatos, Marina Silva e Aécio Neves, insistem que o Brasil se deve afundar com o sistema transatlântico e estão determinados em derrotar a candidatura de reeleição da Presidente Dilma Rousseff, por estar ela empenhada em que o Brasil se desenvolva como parte da dinâmica BRICS. A Monarquia Britânica e a Cidade de Londres estão a apoiar Marina como a sua melhor aposta para tirar o Brasil dos BRICS e da explosão de desenvolvimento sul-americano associado em marcha.

"O Estados Unidos de Obama terá muita afinidade com o Brasil de Marina Silva", disse ao serviço de notícias EFE Maurício Rands, co-coordenador da plataforma de Marina conjuntamente com a multimilionária "Neca" Setúbal, a 19 de Setembro, apelando ao Brasil para se realinhar com os EUA de Obama. O programa de Marina pretende assinar acordos de livre-comércio à custa do bloco MERCOSUL na América do Sul, criticando especificamente a Argentina neste aspecto; relega os BRICS a uma linha, desvalorizando-os como um grupo "heterogéneo" que tem mais diferenças do que concordâncias; e ataca as relações de comércio do Brasil com a China. O antigo Presidente Fernando Henrique Cardoso, que tem sido controlado por George Soros desde a sua presidência dos anos 1990, do mesmo modo assegurou a Andrés Oppenheimer do Miami Herald a 17 de Setembro, que Marina iria acabar com a "cumplicidade do governo brasileiro com os delitos da Argentina" [sic] e focar-se em "inserir o Brasil" em negócios de comércio livre com o Ocidente.

A Presidente Dilma, que destacou o seu firme empenhamento nos BRICS e na integração sul-americana numa entrevista publicada pelo Pravda.ru a a 22 de Setembro, teve como alvo esta semana o sistema bancário imperial dentro do Brasil através do qual a Monarquia Britânica há muito que tem deixado o país estropiado através de taxas de juro usurárias que alimentaram o carry trade internacional que pilhou o Brasil.

Marina pretende dar aos "banqueiros" os poderes de decisão da Presidente e do Congresso Nacional sobre assuntos que têm um efeito directo "sobre a sua vida e de sua família", tais como "os juros que você paga, seu emprego, preços e até salários", ripostou a Presidente numa animada entrevista ao programa Bom Dia Brasil da TV Globo emitida a 22 de Setembro. Os seus anfitriões horrorizados da Globo acusaram-na de "colocar medo nas pessoas"; A TV Globo, afinal de contas, é propriedade de três multimilionários da família Marinho que estão no centro das operações da WWF do Príncipe Filipe no Brasil.

A Presidente Dilma respondeu apontando para o programa eleitoral de Marina, que promete tornar o Banco Central independente do governo. Isso iria tornar esse banco num "quarto poder" do governo, ripostou Dilma, acrescentando que Marina também promete reduzir o papel dos bancos públicos. Londres está furiosa que o Brasil tenha recusado privatizar os seus grandes bancos públicos, os quais, apesar da sua liderança cautelosa, têm proporcionado algum crédito nacional a taxas de juro mais baixas à economia doméstica.

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colocado por Fernando Negro às 06:12

Porque não deve quem é brasileiro votar em Marina Silva

09.09.14

(Tradução de um recente comunicado de imprensa emitido pelo "Serviço de Notícias da Executive Intelligence Review" em LaRouchePub.com.)

Marina Silva: Candidata Anti-BRICS da Monarquia Britânica no Brasil


3 de Setembro, 2014 (SNEIR) - A decrépita Monarquia Britânica pensa que arranjou uma estratégia para tirar o Brasil dos BRICS, impor novamente as políticas económicas que reduziram a Europa e os EUA a escombros e lançar uma "revolução colorida" que desmembre inteiramente o Brasil. Das cinzas de uma queda de avião ainda por explicar que matou o candidato presidencial do PSB Eduardo Campos no mês passado, a Monarquia foi bem sucedida em fazer da domesticada da esquadra de ataque ambiental da WWF do Príncipe Filipe, Marina Silva, a candidata presidencial do PSB. Sondagens eleitorais recentes apontam para que Silva poderia surgir como primeira ou segunda na primeira volta eleitoral de Outubro com a actual Presidente Dilma Rousseff e que poderá ganhar uma segunda volta.


Fosse Silva ganhar, a participação do Brasil no programa dos BRICS seria finalizada. A antiga Ministra do Meio Ambiente Silva foi escolhida há anos como um projecto da Monarquia Britânica. Em Outubro de 2008, o Príncipe Filipe condecorou pessoalmente Silva com a Medalha de Conservação do Duque de Edimburgo, pelo seu trabalho em transferir o controlo de grandes porções do território amazónico do Brasil para a WWF e outros interesses privados, com o Programa Áreas Protegidas da Amazónia (ARPA) da WWF. Quando o governo britânico convidou Silva para ser uma de oito portadores de tochas na abertura dos Jogos Olímpicos de 2012 em Londres, o Ministro dos Desportos Aldo Rebelo respondeu simplesmente:

"A Marina sempre teve boas relações com as casas reais da Europa e a aristocracia europeia. Nós não podemos decidir quem a Família Real vai convidar..."

Outra proeminente base de apoio de Silva - para além dos evangélicos conservadores, dos quais ela é uma - são os multimilionários brasileiros. Depois de ganhar 19% dos votos nas eleições presidenciais de 2010 concorrendo pelo Partido Verde, com o multimilionário Guilherme Leal como seu parceiro vice-presidencial, o amigo íntimo de Leal presidente da WWF-Brasil, Álvaro de Souza, a chefiar o comité de finanças da campanha e o chefe da parceria Brasilinvest do Lorde Rothschild, Fernando Garnero, a juntar-se ao Partido Verde para a campanha, Silva foi entregue à multimilionária Maria Alice Setúbal, que ajudou a montar a "Rede Sustentabilidade" como a plataforma de onde a injectar nas eleições de 2014. Numa recente (27 de Agosto) promoção de Silva, a Forbes apontou "Neca" Setúbal, herdeira da família que possui o Banco Itaú, maior banco privado do Brasil, e coordenadora da presente campanha de Silva, como uma possível chefe de gabinete ou ministra, caso Silva ganhe. A revista citou as garantias de Setúbal de que Silva "se está a rodear de pessoas que compreendem os mercados e ela está empenhada em ganhar a confiança do poder estabelecido financeiro".

A plataforma eleitoral de Silva promete:

  • Tirar o Brasil da dinâmica BRICS em favor de acordos de mercado livre com um sistema europeu e dos EUA moribundo e promete fazer o MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) submeter-se à Parceria Trans-Pacífico.

  • Retornar às falhadas políticas económicas de mercado financeiro de disciplina fiscal, metas de inflação, um câmbio flutuante e estrita autonomia do Banco Central; montar um Conselho de Responsabilidade Fiscal "independente" para supervisionar os gastos governamentais; cortar protecção à indústria doméstica e contar com interesses privados (PPP) para construir infra-estrutura.

  • Impor o genocídio verde da Coroa Britânica com a promoção de agricultura de "baixo carbono", consumo reduzido de combustíveis fósseis, dependência em biomassa primitiva, biocombustíveis, fontes de energia solares, eólicas, ondomotrizes e geotérmicas - e não nucleares. Quando Silva soube após o seu comunicado de 28 de Agosto que a sua plataforma ainda continha o apoio à energia nuclear que tinha sido incluído no programa eleitoral do seu agora-falecido companheiro de campanha, Campos, a sua campanha emitiu uma correcção em 24 horas removendo todo o apoio à energia nuclear.

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Marina Silva

01.09.14

Para quem, tal como eu, já tiver conhecimento da estranha grande quantidade de pessoas importantes (lista parcial) que já morreram em estranhos acidentes de avião - e souber também que os aviões não se convertem, simplesmente, numa "bola de fogo", no decorrer das suas normais actividades...
Deixo aqui a muito forte suspeita que tenho, quanto à recente morte do candidato presidencial brasileiro, Eduardo Campos, tal como a exprimi em dois comentários recentes, que fiz noutros sítios na Internet.

(O que eu digo, sobre alguns movimentos ecologistas brasileiros serem controlados - e que sustenta a minha, mesmo muito, forte suspeita sobre este caso - pode ser lido nalguns resumos de um relatório que foi publicado pelos serviços secretos brasileiros, em 2005, e que eu republiquei, há uns poucos anos, num fórum de discussão brasileiro sobre estas temáticas, <aqui>. E, quanto ao outro facto, que eu menciono, da imprensa brasileira ser notoriamente controlada, basta ler o que é dito por quem a vê e lê constantemente, tal como é expresso neste pequeno artigo de análise e também no primeiro comentário a esta notícia.)


[Comentário a "Caso Boqueirão", no blogue de Frederico Duarte Carvalho]

A imprensa controlada internacional - e, pelo que sei, também a brasileira - está a promover a Marina Silva como possível sucessora de Dilma, nestas próximas eleições presidenciais.

E, Marina Silva está agora a concorrer nestas eleições, porque Eduardo Campos entretanto morreu.

Marina Silva é uma conhecida "ecologista", que não quer ver desenvolvida a zona amazónica do Brasil. E, já recebeu vários prémios de organizações controladas pelas famílias reais europeias, pela sua luta contra o desenvolvimento brasileiro.

Curiosamente, Marina Silva era suposto estar no jacto privado em que morreu Eduardo Campos. Mas, à última da hora, mudou de planos.


*

[Comentário a "Brasil: Marina encosta em Dilma e desponta como favorita à presidência", no sítio na Internet da emissão em português da Voz da Rússia]

Com este tipo de propaganda a surgir, em força, na imprensa brasileira e ocidental... Já percebi, então, porque razão foi o jacto particular de Eduardo Campos vítima de atentado - do mesmo tipo através do qual já morreram muitos políticos e empresários importantes, no Ocidente... (E, jacto esse, no qual, curiosamente, Marina também era suposto estar - mas no qual, à última da hora, decidiu não embarcar...) Era para que pudesse ser antes a Marina Silva a concorrer - para que, com a ajuda da imprensa e empresas de sondagens, controladas pelos grandes interesses económicos ocidentais, se tente pôr antes uma suposta "ecologista" no poder, que seja contra o desenvolvimento económico brasileiro... (Procurem na Internet por textos, cada vez mais difíceis de encontrar, como "ONGs são fachada para países ricos, diz relatório" e "Abin investiga ONGs estrangeiras pseudoecológicas". O suposto movimento ecologista amazónico é obra de - e é controlado por - as famílias reais europeias.) Não digo que Marina seja um peão consciente numa conspiração destas. Mas, apenas alguém que foi eficazmente lavada ao cérebro, pelas falsas ideologias "ambientalistas" - que são, na verdade, antiprogresso (especialmente em países que possam vir a rivalizar com os, muito mais desenvolvidos, países ocidentais).

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colocado por Fernando Negro às 00:12