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Nem o Estado, nem ninguém têm o direito de introduzir quaisquer substâncias estranhas no nosso corpo, contra a nossa vontade!!!

22.04.17

De cada vez que apanho um autocarro, na minha localidade, que tem de passar pela principal estrada de accesso à mesma, passo sempre por um daqueles grandes cartazes que são colocados junto à estrada - este, por uma entidade pública - para serem vistos por quem por essa estrada de acesso circula. O cartaz, colocado pela minha Câmara Municipal, de orientação comunista, diz em letras bem grandes: "A vida humana é inviolável". Sendo que, tal como poderão ver na fotografia que abaixo coloco, o cartaz consiste claramente numa tentativa (ainda que subtil) de alertar e consciencializar as crianças de que nenhum adulto tem o direito de violar a sua integridade física.

 

a_vida_humana_é_inviolável.png


A frase que está neste cartaz, não é uma que foi criada apenas para tal campanha de consciencialização. Pois, para quem tiver um conhecimento mínimo daquela que é a nossa Constituição da República Portuguesa - à qual gostam (e muito bem) os comunistas de frequentemente recorrer - estas palavras deverão soar familiares.
A frase é tirada da seguinte componente deste documento, que se quer sagrado:

 

Artigo 24.º
Direito à vida

1. A vida humana é inviolável.

 

A qual é logo complementada pela componente seguinte:

 

Artigo 25.º
Direito à integridade pessoal

1. A integridade moral e física das pessoas é inviolável.

 

Ora, com este Mais Fundamental dos Direitos bem explicitado na nossa Constituição, com que justificação, ou como, é que se atrevem os nossos políticos a querer sequer debater o mesmo, a propósito da paranóia em volta das vacinas?
(Se uma pessoa quer adoptar o que, supostamente, é um comportamento de risco, é problema dela. E, se representar tal pessoa um perigo para os outros por ter depois, em consequência disto, contraído uma doença, então nesse caso - e, apenas nesse caso - que, em última instância, se quarentene essa pessoa e se restringa o seu direito à liberdade de circulação - se for preciso, contra a vontade da mesma... Agora, tudo o resto que se venha querer defender, não passa de uma enorme Barbaridade, que nem acredito que possam sequer querer que seja discutida!)
O estar a injectar uma pessoa (ou algum menor que esteja sob a sua responsabilidade) com qualquer substância que seja (ou forçá-la a ingerir algo) contra sua vontade, é simplesmente uma das maiores transgressões e violações de um dos mais fundamentais Direitos Humanos que existem!
(Sendo que, estar a mexer com o próprio corpo físico de alguém, contra sua vontade, é ainda mais violento e transgressor do que impedir alguém de exercer o mais fundamental dos direitos que existem no domínio mental - que é o Direito à Liberdade de Expressão!)
A quem venha dizer que a Constituição também prevê, num dito "estado de emergência", a violação de (ou seja, o acto de "infringir" - e não apenas o acto de "restringir", como diz o Artigo 18.º) os mais fundamentais direitos por ela enunciados, tenho a chamar a atenção para a seguinte parte deste documento:

 

Artigo 19.º
Suspensão do exercício de direitos

6. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência em nenhum caso pode afectar os direitos à vida, à integridade pessoal, à identidade pessoal, à capacidade civil e à cidadania, a não retroactividade da lei criminal, o direito de defesa dos arguidos e a liberdade de consciência e de religião.

 

E, para aqueles que venham dizer que a Constituição, ao defender a "protecção da saúde" dos cidadãos, está a dar carta branca aos governos para infringir quaisquer outros direitos (defendendo um princípio tão absurdo e imensamente abusivo, como, por exemplo, estar a defender a castração de, ou já agora a implantação de microchips de rastreio em, pessoas sexualmente promíscuas, para o impedimento da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis) publico a seguir o Artigo em causa, na sua totalidade, onde todos poderão ver que, em nenhuma parte é dito que, para "proteger" a saúde de outros, se pode violar a vida humana:

 

Artigo 64.º
Saúde

1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.

2. O direito à protecção da saúde é realizado:

a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.

3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:

a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o serviço nacional de saúde, por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;
e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;
f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.

4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.

 

Resumindo, a Constituição do Estado de Direito em que vivemos diz claramente que, em nenhum caso, pode o mais fundamental Direito à Inviolabilidade da Vida Humana, de cada cidadão, ser retirado, ou infringido.

 

*

 

[E aqui vai mais uma pequena nota, acrescentada apenas algumas horas depois de ter eu feito esta colocação, para possivelmente a tornar ainda mais clara...]

Sendo que, não falando sequer a Constituição em "infringir" quaisquer direitos (que seria no que se traduziria uma violação da vida humana), no que toca a "restringir" alguns (como limitar a liberdade de circulação e afins), esta é também bem clara, ao falar apenas em casos expressamente previstos na mesma - como é o dito "estado de emergência":

 

Artigo 18.º
Força jurídica

 

2. A lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos.

 

(E, não sei o que mais tenho de dizer, para demonstrar o quão absurda é toda esta situação, de quererem injectar pessoas à força... Isto é ainda muito mais grave do que estar a defender que, agora para "proteger a saúde" dos cidadãos, vai o Estado começar a limitar a liberdade de expressão e a liberdade de circulação de quem é crítico das vacinas!)

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colocado por Fernando Negro às 15:36

E, mais uma vez, omitem os média o que realmente se passou...

20.04.17

agenda_setting.png

[Aqui deixo mais uma carta que enviei, a algumas pessoas, sobre o surto de sarampo que ocorreu no nosso país - esta, uma que fala especificamente sobre a cobertura mediática deste acontecimento.]

 

Assunto: Jovem de 17 anos que morreu com sarampo tinha sido internada por causa de uma mononucleose

(Porque pude eu constatar que, nas várias notícias televisivas que vi sobre o sucedido, era sempre - muito convenientemente - omitido este muito importante facto, venho só informar-vos do seguinte...)

A jovem que morreu em Portugal neste surto de sarampo, não era uma mera jovem que apanhou esta doença no decorrer da sua normal actividade. O vírus do sarampo que apanhou foi contraído no Hospital, onde estava ela já internada (i.e. em estado muito grave) por causa de uma mononucleose que tinha apanhado. Mononucleose essa, que (tal como diz um médico entrevistado sobre isto: http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/medico-jose-vera-a-questao-do-contagio-e-relativamente-irrelevante) lhe deprimiu o sistema imunitário.

Ora, se esta pessoa em idade de ter uma sistema imunitário forte morreu por causa de uma doença cuja taxa de mortalidade nos países desenvolvidos anda na ordem dos 0.2% (https://www.cdc.gov/vaccines/pubs/pinkbook/meas.html), é óbvio que, quase certamente, terá sido exactamente por ter o seu sistema imunitário enfraquecido (e não por não ter sido "vacinada" - pois, como digo, as ditas vacinas em nada ajudam a imunizar uma pessoa contra as doenças).

Todos os anos morrem também pessoas no decorrer dos surtos de gripe. E, a esmagadora maioria das pessoas que morrem, são invariavelmente pessoas idosas (http://news.nationalpost.com/news/world/the-reason-older-people-die-from-the-flu-isnt-the-virus-study-suggests-its-their-immune-response) que têm o seu sistema imunitário enfraquecido (e que, se não fosse por causa da gripe, facilmente poderiam também ter morrido por causa de uma outra doença).

E, penso que não preciso de dizer mais nada sobre isto...

(Para além de aproveitar para vos avisar de que, a mentira é apenas uma das maneiras que os meios de comunicação de massas têm de enganar as pessoas. E, um método que é muito mais usado do que esta, é a simples omissão de (muito) importantes factos, que permitem uma leitura diferente dos acontecimentos. E, se querem estar bem informados sobre o que acontece no mundo à vossa volta, o melhor é começarem a procurar por fontes de informação alternativas: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/sitios-recomendados-68840)

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colocado por Fernando Negro às 13:24

Não foram as "vacinas" contra o sarampo que eliminaram a doença

18.04.17

measles.png

 

[Mais uma carta que hoje enviei, a quem me é próximo, por causa da propaganda que (por acaso) pude ontem ver ser emitida na televisão...]

 

Assunto: Para quem pense que o recente surto de sarampo é culpa da não vacinação

A propósito do que foi ontem noticiado em Portugal, sobre um surto de sarampo que ocorreu, venho partilhar convosco o seguinte.

Não foram as "vacinas" contra o sarampo que eliminaram esta doença. E, para o provar, envio (em anexo) uma fotografia de ecrã [imagem que está no início desta colocação], que tirei de uma parte de um documentário, que por enquanto ainda pode ser visto no YouTube. (Sendo o gráfico que apresento um relativo à realidade estadunidense, que, como todos sabem, tem uma população muito maior do que a portuguesa - sendo, por isso, os seus dados estatísticos muito mais correctos do que se a amostra fosse uma população muito menor.) E, para mais informações, podem vocês ver esse mesmo bom documentário - e clicar nas opções do YouTube para accionar as suas legendas em português: https://www.youtube.com/watch?v=8L7Aliz9U60


E, aqui vão também alguns extras:

1) Crianças que morrem por causa da "vacina" contra o sarampo: https://www.prisonplanet.com/over-100-measles-vaccine-deaths-zero-measles-deaths-since-04.html

2) A maior parte das crianças que apanham sarampo foram "vacinadas" contra o mesmo: https://www.prisonplanet.com/what-they-wont-admit-about-measles-outbreaks-most-children-who-catch-measles-were-already-vaccinated.html

(A constatação anterior foi exactamente a mesma que eu fiz relativamente ao tétano, quando - no decorrer de um trabalho de voluntariado que fiz - quiseram que eu me "vacinasse" contra o mesmo - tendo eu, na altura, constatado este mesmo tipo de incidência (em que, de entre as pessoas que tinham apanhado esta doença, a percentagem que tinha sido vacinada contra ela era sensivelmente a mesma que a de pessoas vacinadas na população, em geral - ou seja, a vacina era ineficaz) - após o cruzamento de várias informações a que tive acesso, com pesquisas na Internet, em artigos de revistas científicas, como a "New Scientist", e afins.)

Se acreditam que os nossos governos são incapazes de mentir sobre uma coisa destas, então estão ainda num nível de desenvolvimento, em termos de consciência social, semelhante ao das crianças que acreditam no Pai Natal...

«the broad masses (...) more readily fall victims to the big lie than the small lie, since they themselves often tell small lies in little matters but would be ashamed to resort to large-scale falsehoods. It would never come into their heads to fabricate colossal untruths, and they would not believe that others could have the impudence to distort the truth so infamously. Even though the facts which prove this to be so may be brought clearly to their minds, they will still doubt and waver and will continue to think that there may be some other explanation. For the grossly impudent lie always leaves traces behind it, even after it has been nailed down, a fact which is known to all expert liars in this world and to all who conspire together in the art of lying.»
--- Adolf Hitler, "Mein Kampf" (https://en.wikipedia.org/wiki/Big_lie)

Os casos do Sócrates, Ricardo Salgado e afins chegam a ser quase ridículos, pelo facto de serem apenas estas as pessoas que são apanhadas (http://blackfernando.mypress online.com/semanario_entrevista.html). E, se não acreditam no que eu digo, procurem por declarações por parte de quem investiga (a fundo) o fenómeno da corrupção em Portugal, a dizer a mesma coisa: https://www.google.pt/search?q=paulo+morais +corrupção&tbm=vid

Quando o governo e meios de comunicação de massas (ambos controlados pelos grandes interesses económicos) vierem demonizar quem recuse ser injectado - e recuse também que os seus filhos sejam injectados - com agentes patogénicos e substâncias altamente tóxicas, exijam sempre provas do que vos dizem estes, quando afirmam que é tudo culpa da não vacinação.

As hiperligações numeradas, que eu acima apresento, foram o resultado de uma pesquisa de apenas dois minutos, que fiz, usando o termo de procura "measles site:www.prisonplanet.com" (tendo como objecto de pesquisa um sítio na Internet, que já vos recomendei em carta anterior). E, se fui eu capaz de encontrar esta informação em tão pouco tempo, quem se preocupe mais com este assunto, muito mais poderá encontrar.

Aproveitem, enquanto podem, para se informarem sobre isto. Pois, tudo o que é conteúdo mais incómodo no YouTube já começou a ser escondido (https://www.youtube .com/watch?v=7bnQrajRfTM) - e poderá (leia-se deverá) no futuro próximo ser também eliminado. Ao poder estabelecido não interessa nada que as pessoas saibam desta enorme mentira (e daí a já existente - e também crescente - demonização de pessoas que, como eu, sabem e denunciam a Verdade sobre este fenómeno). Se as pessoas começarem a questionar a veracidade do que lhes dizem sobre este assunto e procurarem informar-se, por si próprias, sobre o mesmo, dando-se conta do enorme logro de que foram vítimas, sabe-se lá o que mais é que poderão começar a questionar e sobre o que mais é que poderão começar a procurar a Verdade sobre (por si próprias). Isto é... O que eu aqui denuncio, e ao qual vos apelo, uma vez mais (nas entrelinhas), é algo de *imensamente subversivo* - e que pode, em vós, instilar muito maus hábitos (do ponto de vista de quem governa)...

E, o que posso acrescentar ao que já vos tenho dito sobre este assunto, é que as verdadeiras razões que se escondem por trás desta enorme mentira não são meramente lucrativas - e eu não vos estou a dizer o que de pior sei sobre esta história das vacinas...

 

[Ao qual aproveitei para fazer o seguinte acrescento.]

 

Assunto: Para quem pense que o recente surto de sarampo é culpa da não vacinação (adendo)

Também, outra coisa que aproveito para acrescentar, é que...

Eu não nego - nem nunca neguei - o (sobejamente) conhecido facto de que (pelo menos no caso de alguns agentes patogénicos) se uma pessoa apanhar uma doença e conseguir vencer a mesma, dificilmente deverá apanhá-la uma outra vez - por ter, neste processo, criado anticorpos contra a mesma.

Este é um facto científico que já está mais do que estabelecido - e a razão pela qual (tal como dizem os médicos) há até doenças que convém apanhar-se quando se é pequeno. Assim como, terá certamente sido este facto que serviu de inspiração para a criação das vacinas.

O que se passa, é que ser-se "vacinado" contra uma doença não é o mesmo que apanhá-la.

As diferenças exactas entre estes dois fenómenos não as conheço eu, por não ser bioquímico, nem ter paciência para estar quase a tirar um curso nesta área científica, só para os compreender. Mas, o que suspeito que aconteça, é o que a seguir transcrevo, de um comentário recente que fiz, sobre esta história das vacinas, ao qual depois acrescentei um outro:

O próprio cientista que as inventou (Edward Jenner) reconheceu mais tarde que as mesmas não funcionavam.
As razões pelas quais várias doenças foram erradicadas, a nível mundial, não foi por causa da introdução das vacinas, mas sim devido a melhorias nas condições de higiene e nutrição (que, respectivamente, diminuíram a exposição aos agentes patogénicos e fortaleceram o sistema imunitário das pessoas, em geral).
O que, na melhor das hipóteses, uma "vacina" faz, é expor as pessoas a uma versão modificada de um vírus ou bactéria - e não ao verdadeiro agente patogénico em si. Sendo que, as defesas que poderão ser formadas, são contra a versão modificada de tal agente e não contra o verdadeiro.
--- http://blackfernando.mypressonline.com/apodrecetuga_censurado.html

Sobre o que dizia eu do próprio inventor das mesmas ter depois dito que elas não funcionavam, não me preocupo sequer em providenciar hiperligações. Pois, nem é preciso ir mais longe do que a própria página na Wikipedia sobre este cientista para constatar isto:
(https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_Jenner#Later_life) "Returning to London in 1811, Jenner observed a significant number of cases of smallpox after vaccination."
Sendo o que é dito logo depois - "He found that in these cases the severity of the illness was notably diminished by previous vaccination" - algo que, para mim: (1) não faz sentido, porque as pessoas são diferentes umas das outras, em termos de resistência às doenças, e não há maneira de averiguar tal coisa para uma mesma pessoa; e (2) ou uma tentativa de "salvar a face", da parte de alguém que constatou que tinha seriamente posto o "pé na poça", ou na melhor das hipóteses (3) mais uma conclusão errada da parte de alguém que já comprovadamente tinha tirado conclusões erradas (que levaram à introdução das vacinas)...
--- http://blackfernando.mypressonline.com/apodrecetuga_censurado.html

De qualquer modo, não preciso eu de saber exactamente como funciona o processo de imunização. Pois, basta-me olhar para os dados estatísticos da incidência de várias doenças, antes e depois da introdução das supostas "vacinas" - tal como os que são mostrados no documentário de que já vos falei (https://www.youtube.com/watch ?v=8L7Aliz9U60) - para saber que estas injecções (pelo menos, tal como são elas, hoje em dia, dadas à população, em geral) em nada ajudam a prevenir as doenças que supostamente combatem.

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colocado por Fernando Negro às 14:52

Como avisar as pessoas disto, num país de gente (mesmo muito) ignorante, de mentalidade fechada e também pouco inteligente?

01.02.17

vaccination_myths.jpg

 

No seguimento de uma colocação num dos blogues cuja consulta recomendo (pela sua extensa documentação da corrupção que assola o nosso país) na qual se referenciava a possível falta de vacinas no Serviço Nacional de Saúde como um sério problema, decidi expor, nos comentários a tal colocação, parte do que sei sobre a (verdadeira) natureza das vacinas (e também de alguns dos "cuidados médicos" que nos são prestados por este mesmo SNS).
Comentários esses, nos quais (como é hábito meu) incluí hiperligações para as provas e argumentos de quase tudo o que afirmava - que podiam ser consultados por qualquer pessoa, que duvidasse de algo do que eu dizia.
A resposta por parte da autora da colocação original?
Censurou-me os comentários em causa (e ainda gozou com isso, na mensagem que me enviou de confirmação de tal).
Podem ver <aqui> o actual estado da página onde fiz eu os meus comentários e <aqui> a versão não censurada, que fui eu capaz de guardar, da mesma.

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Medicamentos perigosos, hormonas na comida, vacinas

10.12.14


(Provas recentes de que a mencionada ONU usa agentes antifertilizantes em vacinas, <aqui>.)

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colocado por Fernando Negro às 08:21

A agenda da redução populacional

06.12.14
"In the event that I am reincarnated, I would like to return as a deadly virus, to contribute something to solving overpopulation."
--- Príncipe Filipe, duque de Edimburgo

 

(Dito pelo marido de quem lidera esta conspiração da Nova Ordem Mundial, se a afirmação acima citada não vos preocupa, devia...)

Quem duvidar que as elites ocidentais planeiam realmente reduzir a população mundial, no futuro próximo - e em grandes números - pode ver o seguinte bom vídeo, onde o investigador Webster Tarpley cita várias passagens de um livro que foi escrito por um óbvio lacaio destas mesmas elites.



E, a acrescentar ao anterior vídeo, têm <este> muito bom artigo escrito por Paul Joseph Watson, do sítio PrisonPlanet.com, e <este><este> muito importantes artigos, resultantes de uma investigação feita por um outro colaborador do mesmo sítio.

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colocado por Fernando Negro às 00:24

Democídio e morte lenta

22.05.13

(Quem quiser ver apenas a parte séria, e de muito interesse, pode saltar logo para a marca dos 5m e 48s.)

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colocado por Fernando Negro às 00:01

O cancro como arma política

08.03.13




US Senators Frank Church and John Tower examine
a Central Intelligence Agency (CIA) poison dart gun that
causes cancer and heart attacks, during the US Senate Select
Committee’s investigation into the assassination plots
on foreign leaders in 1975.
Cancer the secret weapon?

The heart of the matter


Published: Monday, February 27, 2012

Charles Kong Soo


It was a case destined for the X-Files and conspiracy theorists alike, when Venezuelan president Hugo Chavez speculated that the US might have developed a way to weaponise cancer, after several Latin American leaders were diagnosed with the disease. The list includes former Argentine president, Nestor Kirchner (colon cancer) Brazil’s president Dilma Rousseff (lymphoma cancer), her predecessor Luiz Inacio Lula da Silva (throat cancer), Chavez (undisclosed), former Cuban president Fidel Castro (stomach cancer) Bolivian president, Evo Morales (nasal cancer) and Paraguayan president Fernando Lugo (lymphoma cancer). What do they have in common besides cancer? All of them are left-wing leaders. Coincidence? In his December 28, 2011 end-of-year address to the Venezuelan military, Chavez hinted that the US might have found a way to give Latin American leaders cancer.

"Would it be so strange that they’ve invented the technology to spread cancer and we won’t know about it for 50 years?" Chavez asked. "It is very hard to explain, even with the law of probabilities, what has been happening to some leaders in Latin America. It’s at the very least strange," he said. Chavez said he received warning from Cuba’s former leader Fidel Castro, who has survived hundreds of unsuccessful assassination attempts. "Fidel always told me, 'Chavez take care. These people have developed technology. You are very careless. Take care what you eat, what they give you to eat ... a little needle and they inject you with I don’t know what'," he said.

Unsolved mysteries

Sounds far-fetched? WikiLeaks reported that in 2008 the American Central Intelligence Agency (CIA) asked its embassy in Paraguay to collect all biometric data, including the DNA of all four presidential candidates. Right here in the Caribbean conspiracy theorists believe that the CIA also had a hand in the deaths of T&T’s own civil rights activist and Pan-Africanist Kwame Ture, Jamaica’s legendary reggae icon Bob Marley and Dominican Prime Minister Rosie Douglas. During the United States Senate Select Committee’s investigation into CIA’s assassination plots on foreign leaders in 1975 it was revealed that the agency had developed a poison dart gun that caused heart attacks and cancer. The gun fired a frozen liquid poison-tipped dart, the width of a human hair and a quarter of an inch long, that could penetrate clothing, was almost undetectable and left no trace in a victim’s body.

Kwame Ture or Stokely Carmichael, the radical former Black Panther leader who inaugurated the Black Power Movement of the 1960s went to his death claiming that the CIA had poisoned him with cancer. Ture died of prostate cancer at the age of 57 in 1998. His friend, multi-media artist and activist Wayne "Rafiki" Morris, said Ture said "without equivocation" that the CIA gave him cancer. "I knew Kwame from 1976 and for all the time I knew him he never drank or smoked cigarettes," Morris said. "He was a very good swimmer and exercised regularly, he didn’t have any medical condition and was very conscious of his health."

If the shoe fit...

Bob Marley died of melanoma cancer in 1981. He was 36-years-old. The official report is he contracted cancer after injuring his toe which never healed while playing football in 1977. The conspiracy theorists allege that Marley was given a pair of boots with a piece of copper wire inside that was coated with a carcinogenic substance that pricked his big toe by Carl Colby, son of the late CIA director William Colby. There is an eerie similarity between Marley and Castro involving poisoned shoes. Cuban ambassador to T&T, Humberto Rivero said the CIA and Cuban exiles tried more than 600 attempts to kill Castro from exploding cigars, injecting him with cancer, to a wet suit lined with poison. In the case of Marley the CIA allegedly used cancer in his shoes, for Castro they placed the highly toxic poison thallium salts in his shoes. After only eight months being elected as Prime Minister of Dominica, radical politician Rosie Douglas was found dead on the floor of his residence in 2000.

The cause of death was listed as a result of a massive heart attack. His heart was twice its normal size. Just like Ture and Marley, he exercised regularly. Douglas’ eldest son, Cabral insisted that his father had been murdered and also hinted at the involvement of the CIA. Moshood Abiola, the man widely believed to have won the 1993 elections in Nigeria, was reported to have died of a heart attack after he was given a cocktail which expanded his heart to twice its size in 1998. Jack Ruby, the assassin who killed US president John Kennedy’s alleged assassin Lee Harvey Oswald, died from lung cancer in 1967. What was strange was the cancer cells were not the type that originate in the respiratory system. He told his family that he was injected with cancer cells in prison when he was treated with shots for a cold. He died just before he was to testify before Congress.

Lockerbie bomber, Abdelbaset al-Megrahi, developed terminal cancer. The leader of Canada’s left-leaning Opposition party, the New Democratic Party (NDP), Jack Layton died of an undisclosed form of cancer in 2011. It will appear that having leftist tendencies are hazardous to a person’s health. From 1953 the Russians were using microwaves to attack the US embassy staff in Moscow, Russia. One third of the staff eventually died of cancer from this microwave irradiation. Imagine how advanced and sophisticated assassination technology has become today.

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