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Daniel Estulin poderá (/deverá) ter mesmo razão, quando fala de uma "guerra interna" que estalou entre as elites da NOM

27.05.17

(Para quem o que é dito <nesta> entrevista recente possa causar muitas dúvidas, deixo aqui o seguinte artigo, publicado uma semana antes do referendo do Brexit - onde é exposta a quantidade de notícias que, na imprensa britânica, foram emitidas contra e a favor desta saída da UE...)

 

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"Hard Evidence: analysis shows extent of press bias towards Brexit"

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colocado por Fernando Negro às 14:27

Como avisar as pessoas disto, num país de gente (mesmo muito) ignorante, de mentalidade fechada e também pouco inteligente?

01.02.17

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No seguimento de uma colocação num dos blogues cuja consulta recomendo (pela sua extensa documentação da corrupção que assola o nosso país) na qual se referenciava a possível falta de vacinas no Serviço Nacional de Saúde como um sério problema, decidi expor, nos comentários a tal colocação, parte do que sei sobre a (verdadeira) natureza das vacinas (e também de alguns dos "cuidados médicos" que nos são prestados por este mesmo SNS).
Comentários esses, nos quais (como é hábito meu) incluí hiperligações para as provas e argumentos de quase tudo o que afirmava - que podiam ser consultados por qualquer pessoa, que duvidasse de algo do que eu dizia.
A resposta por parte da autora da colocação original?
Censurou-me os comentários em causa (e ainda gozou com isso, na mensagem que me enviou de confirmação de tal).
Podem ver <aqui> o actual estado da página onde fiz eu os meus comentários e <aqui> a versão não censurada, que fui eu capaz de guardar, da mesma.

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A vitória do Brexit poderá ser algo de mau por ocorrer nesta altura

24.06.16

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(Interrompo as minhas "férias literárias", para vir aqui fazer um importante aviso.)

Reparem que foi um governo fantoche da União Europeia quem organizou este referendo. E, se decidiu tal governo fazer uma coisa destas, foi obviamente porque isto acaba por ser benéfico para o mesmo - ou, por outras palavras, para os interesses que estão por trás do mesmo (pois, não havia uma muito forte pressão nas ruas para que tal acontecesse e que não deixasse a este governo outra alternativa que não fosse realizar este referendo). Ora, se assim é, temo-nos então de interrogar: "Porque razão fez o governo britânico este referendo?"

E, as respostas a tal interrogação são óbvias...

O UKIP não pára de subir nos resultados eleitorais. E, se nada fosse feito, obviamente que os sentimentos anti-UE acabariam por levar este partido não-alinhado ao poder. Ora, sendo o actual governo, ou outro governo fantoche da UE que lhe siga, quem "decide" sair da União Europeia (pois, o UKIP ainda não tem força suficiente para ganhar umas eleições britânicas), temos então duas vantagens. Primeiro, tenta-se deste modo roubar eleitorado ao UKIP e manter, dentro do possível, o controlo da situação. Segundo, se for um partido fantoche da UE quem decide como sair da mesma, obviamente que tal partido irá fazê-lo da pior maneira possível, para com isso tentar "demonstrar" que sair da UE é uma coisa má.

Assim sendo, muito pouco de bom é de esperar nos próximos tempos, para o Reino Unido, com esta vitória do Brexit. E, o que provavelmente irá acontecer, é que tal sirva de motivação para uma maior (/mais acelerada) destruição da Economia do mesmo. (Lembrem-se de que estamos a assistir a uma destruição propositada das várias economias europeias. [fontes])

A sairem diferentes países da UE, para que tal seja feito da melhor maneira possível, terá de ser feito por partidos não alinhados com os interesses que estão por trás da mesma. E, ainda assim, é preciso ver que, numa Economia ocidental imensamente privatizada e onde os grandes interesses económicos que a dominam são exactamente os que estão por trás da UE, o processo de reconquista da independência dos vários países europeus será tudo menos fácil...

E, a título de curiosidade, deixo aqui o que recentemente respondi a alguém na Internet, que perguntava o que achavam as pessoas do possível Brexit - onde destaco agora (a "negrito") o que já há duas semanas dizia eu sobre isto ser possivelmente uma coisa má de ocorrer nesta altura.

 

 

[–] Fernando_Negro 2 points 16 days ago

A União Europeia é uma coisa mesmo muito má. Logo a começar por algo que nos afecta directamente a todos, que é esta história da "moeda única" - que, entre outras coisas, desde que foi implementada em Portugal, reduziu o poder de compra das pessoas. (Pergunte a quem é mais velho e viveu no tempo do escudo se as coisas não estão hoje em dia muito mais caras e se, quando vão às compras, o dinheiro estranhamente "desaparece" muito mais rápido do que a que estavam habituados...)

A União Europeia é - tal como a União Norte-Americana, União Africana etc - um governo "regional" cujo objectivo último é fundir-se com outros governos "regionais" num único Governo Mundial fascista (/"antidemocrático", ou o que lhe quiser chamar): http://www.prisonplanet.com/financial-times-editorial-admits-agenda-for-dictatorial-world-government.html

A União Europeia é uma criação do Clube Bilderberg (http://www.prison planet.com/leaked-1955-bilderberg-docs-outline-plan-for-single-european-currency.html), formado pela oligarquia ocidental, que anda há décadas e há séculos a explorar os povos europeus e restantes povos do mundo. E, se quiser você saber o que este Clube é, pode ler um livro cuja primeira versão foi censurada em Portugal, mas cuja segunda versão ainda está à venda: http://6.fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg

A União Europeia é, em parte, uma concretização do sonho fascista do século XX de criar um único superestado europeu. Não sendo por acaso que grande parte das suas características são uma concretização dos planos de alguns dos fascistas que se reorganizaram após a derrota na 2ª Guerra Mundial (https://en.wikipedia.org/wiki/National_Party_of_Europe), não sendo por acaso que o Clube Bilderberg e algumas organizações ocidentais têm nazis entre os seus membros (http://paramimtantofaz.blogspot.pt/2010/06/quem-sera.html) e não sendo por acaso que serviu o Clube Bilderberg como veículo para gastar parte do ouro que foi pilhado pelos nazis na 2ª Guerra Mundial (fonte: Daniel Estulin, que escreveu o livro censurado em Portugal, numa qualquer entrevista de rádio, de que não me lembro exactamente). Tem mais informação sobre isto, muito resumida, aqui: http://octopedia.blogspot.pt/2015/09/os-estados-unidos-querem-enfraquecer_16.html?showComment=1442507517665 #c1790505247670078841

A União Europeia assemelha-se também à União Soviética, em termos do modo antidemocrático como é gerida. Fazendo a não-eleita Comissão Europeia lembrar o Politburo Soviético: http://www.prisonplanet.com/articles/march2006/020306socialistdictatorship.htm

E, a União Europeia em nenhum lado surgiu por vontade dos povos europeus, mas por vontade de políticos corruptos maçons e afins, fantoches dos grandes interesses económicos ocidentais (veja para onde vão os nossos ministros trabalhar, depois de deixarem os seus cargos). Em muitos países a adesão à mesma não foi sequer referendada. E, no caso do nosso país, o partido actualmente no poder nem sequer cumpriu a promessa de referendar um dos seus muito importantes tratados (de Lisboa), que retiravam ainda mais soberania/independência nacional.

Quanto mais centralizado o poder, pior é. Veja o quão corruptos e tirânicos se tornam os estados que governam sob grandes extensões de território, onde quase ninguém sabe o que andam as pessoas no seu governo central a fazer, como começa a ser o caso da UE (https://euobserver.com/justice/121489 + http://blackfernando.blogs.sapo.pt/ue-proibe-a-franca-de-banir-o-uso-de-um-33442) e o quão mais democráticos são os pequenos estados, onde podem as pessoas manter os seus políticos debaixo de olho e sob pressão, como é o caso da Islândia (http://www.independent.co.uk/news/world/europe/icelands-pots-and-pans-revolution-lessons-from-a-nation-that-people-power-helped-to-emerge-from-its-10351095.html). Não foi por acaso que os Impérios caíram, ao longo da História. E, a evolução a sério da Humanidade, em termos de melhorias no bem-estar e na qualidade de vida, começou com o surgimento dos estados-nação, há poucos séculos (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/os-ditos-referendos-independentistas-37545 + http://blackfernando.blogspot.pt/2014/10/o-exercito-zapatista-de-libertacao.html).

Por estas e por várias outras razões (https://www.youtube.com/watch? v=rNJ05NfM-4Y), se o Brexit ganhar, será um bom passo na direcção de um Reino Unido mais democrático e onde se viva melhor. Mas, sendo a situação a de que as pessoas que estão no poder, no Reino Unido, são os políticos fantoches da UE... Case ganhe o Brexit, é de esperar que tais fantoches arruínem de propósito a economia britânica, para tentar fazer desta um exemplo. ("Vêem? É nisto que dá sair da UE!") Mas, o mais provável é aproveitarem-se da pouca diferença de votos para aldrabar os resultados.

E, respondendo à sua pergunta sobre se estaríamos nós também melhor se não fizéssemos parte da UE, pergunte, uma vez mais, a quem viveu a época antes do "euro" - e outras importantes implementações europeias - se não vivia melhor nesse tempo.

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Bancos, dinheiro e comida

26.12.15

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[Mais uma importante carta que enviei a várias pessoas que me são próximas, com informação que penso ser de interesse também aqui partilhar...]

 

Primeiro que tudo, e como mera nota de interesse...


1) Aqui vai uma prova (do que eu ando há anos a dizer às pessoas) de que os bancos privados criam dinheiro a partir do nada (tal como se fossem uma pessoa com uma máquina fotocopiadora em casa) e que a sua actividade constitui um roubo indirecto a todas as outras pessoas que não estão autorizadas (pelos governos-fantoche desses mesmos bancos privados) a fazê-lo:

https://www.rt.com/business/327118-switzerland-money-banking-referendum/


E, agora, para as coisas mais sérias...


2) Como poupar até 100 euros por ano, mudando a modalidade da nossa conta:

http://sicnoticias.sapo.pt/programas/contaspoupanca/2015-12-02-Como-poupar-ate-100-euros-por-ano


3) AVISO muito importante: Se têm, ou sabem de alguém que tenha, muito dinheiro (por exemplo, poupanças - e acima de €100,000) nalguma conta, o melhor é tirarem tal dinheiro de lá (e convertê-lo nalguma outra coisa, que mantenha o seu valor em caso de hiperinflação - que poderá ocorrer). Pois, o Colapso a sério da Economia Mundial irá ter início a 1 de Janeiro próximo (o que aconteceu em 2008 foi apenas um "piquenique" comparado com o que aí vem) e os vários governos europeus já estão a aprovar e a aplicar legislação de "bail-in", que permite aos depositantes pagar pelo prejuízo dos seus bancos (ou seja, o que aconteceu em Chipre, em 2013, já pode também acontecer noutros países europeus, desde que foi aprovada uma directiva europeia que o permite) e mais de 10,000 depositantes italianos perderam as suas poupanças neste mês, com a falência de 4 bancos em Itália:

https://www.youtube.com/watch?v=khQD0-o3_SQ
http://economico.sapo.pt/noticias/governo-antecipa-em-um-ano-a-aplicacao-do-bailin-em-portugal_207904.html
https://www.google.pt/search?q=italy+bail-in+december


4) Quando tal Colapso tiver início (o que, na realidade, já aconteceu* - http://www.zerohedge.com/news/2015-08-18/23-nations-around-world-where-stock-market-crashes-are-already-happening - mas, ainda não de forma grave) existe uma séria possibilidade de haver interrupções na distribuição de comida (pois, a ocorrência de um descalabro financeiro é sempre uma séria possibilidade). Por isso, o melhor é terem reservas de comida - por exemplo, sob a forma de conservas - em vossas casas, para o caso de tal ocorrer:

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/agricultura/ministro-aconselha-guarde-comida-na-despensa-e-numa-mochila-de-emergencia
http://www.drapalg.min-agricultura.pt/downloads/servicos/CPEA/Reserva_alimentar_emergencia_Abr10.pdf
https://web.archive.org/web/20110925195143/http://www.cnpce.gov.pt/archive/doc/Reservas_Alimentares_Emergencia.pdf

* (façam um "zoom out", para um intervalo de tempo de um ano, nos gráficos correspondentes aos valores negociados nas várias bolsas mundiais, para os quais o artigo deixa hiperligações)

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"What's up?!... Money! Money! Money!"

12.09.15

(Alguma alma caridosa, que tenha pena de quem não quer lutar no seu país-natal por melhores condições de vida, talvez queira ir dizer a estes imigrantes que, para além da União Europeia, se estiverem eles dispostos a "ir lavar pratos para a Suíça", podem lá ganhar mesmo muito dinheiro...)

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Estímulos à imigração síria para dentro da União Europeia servem também para desincentivar luta dos sírios contra o Estado Islâmico

09.09.15

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É óbvio que, também para que celebrações de vitórias contra o Estado Islâmico (como a acima retratada) não se tornem um fenómeno comum na Síria, é do interesse do Ocidente estimular esta onda de refugiados (na sua grande maioria sírios) em tão grande número. E, deixei nos comentários a <esta> colocação, feita no blogue do meu amigo Dr. Octopus, uma explicação mais elaborada sobre isto - de onde tiro a seguinte citação de um artigo sobre a luta das mulheres curdas da minoria iazidi:

 

"the women are conscious of a 'white' or bloodless genocide, as EU governments — especially Germany — try to lure Yazidi women abroad, uprooting them from their sacred homes and instrumentalizing them for their own agendas."

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Imigração é muito útil para alterar as diferentes culturas europeias

04.09.15

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Tragédias à parte, é importante reflectirmos sobre as causas de todo este fenómeno de imigração massiva para a Europa (para além do facto de ter o mesmo origem em guerras criadas ou instigadas pelo próprio Ocidente). Nomeadamente, questionando-nos sobre porque razão não decidem antes estas pessoas lutar pela libertação das suas pátrias e como conseguem elas, numa situação de desemprego, arranjar tanto dinheiro para pagar a traficantes de seres humanos - ainda mais, quando são oriundas de países (muito) pobres.

E, quanto à reacção do poder estabelecido europeu a este fenómeno, é também importante fazer algumas perguntas.

  • Porque razão se disponibilizam, prontamente, os diferentes líderes europeus para acolher estas pessoas estrangeiras?
  • Porque razão tem existido uma clara e contínua propaganda, por parte do poder estabelecido e dos seus média de massas, que visa misturar culturas - e, consequentemente, "diversificar" ou miscigenar as populações europeias?
  • Porque razão atribuem alguns estados-membros da União Europeia subsídios a quem não é cidadão do seu país, para ajudar tais pessoas a se fixarem dentro dos seus países de acolhimento, financiam algumas autarquias destes estados a construção de templos de religiões diferentes das predominantes locais e se atribuem até cargos ministeriais a quem nem sequer é natural do país onde exerce tal cargo?

A resposta a todas estas interrogações deverá, uma vez mais, ser óbvia para quem já conhece este blogue... [1] [2]

Alterando significativamente as populações humanas e as culturas dos diferentes estados europeus, para uma situação em que comecem estes, outrora diferentes, a assemelhar-se uns aos outros (por terem acolhido o mesmo tipo de populações estrangeiras), é mais uma facilidade que se cria para a pretendida extinção dos diferentes estados-nação europeus e sua substituição por um, cada vez mais homogéneo, superestado europeu.

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Já começa a haver quem tope o Syriza

05.07.15
What Stinks about Varoufakis and the Whole Greek Mess?

03.07.2015 | Author: F. William Engdahl

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Something stinks very bad about Greek Finance Minister Yanis Varoufakis and the entire Greek mess that has been playing out since the election victory of the nominally pro-Greek Syriza Party in January. I am coming to the reluctant conclusion that far from being the champion of the hapless Greek people, Varoufakis is part of a far larger and very dirty game.

The brilliant psychologist Eric Berne, author of the seminal book Games People Play, would likely call the game of Varoufakis and the Troika, “Rapo,” as in the rape of the Greek people and, ultimately of all the EU, Germany included. How do I come to this surprising conclusion?

When the left-right coalition was elected by a Greek population desperate for change from the several years of austerity, pension cuts, health and education cuts demanded by the IMF in order to insure that Greek creditors be repaid their pound of flesh in terms of state debt, I was among many who held out hope that finally a government that stood for the interests of her people was in office in Athens.

What we have witnessed since is what can only be called a clown show, one in which the laugh is on the Greek people and EU citizens as a whole. The ones laughing, as often is so, are the mega banks and Troika–ECB, IMF and EU. Behind the Troika, almost invisible, are the Greek oligarchs who have robbed the state coffers of hundreds of billions over the years, tucking it away in numbered Swiss and Lichtenstein secret bank accounts, avoiding paying a single penny tax to support their nation. And it is looking more and more as though the “leftist” economist, Varoufakis’s role is that of a Trojan Horse for the destruction of the entire Eurozone by the bankers and those Greek oligarchs. Next after Greece Italy looks poised to become victim, and that will put the entire Euro in a crisis that is today unimaginable.

Suspicious friends

A man is known by the company he keeps, so goes the adage. By this measure Yanis Varoufakis keeps very bad company for a finance minister who claims to be defending the living standards of his people. Before becoming Greek Finance Minister in the January coalition government of Alexis Tsipras, Varoufakis spent time in the United States working for the Bellevue Washington video game company, Valve Corporation, whose founders came from Bill Gates’ Microsoft. In the late 1980’s he studied economics and game theory in the UK at University of Essex and East Anglia and taught at Cambridge. Then he spent the next eleven years in Australia teaching and even taking Australian citizenship.

As an Australian citizen Varoufakis returned in 2000 to teach at the University of Athens. Then from January 2013 until his appointment as Finance Minister of Greece, Varoufakis taught at the University of Texas where he became close with James K. Galbraith, son of deceased Harvard economist, John Kenneth Galbraith, also with the Washington establishment think-tank, Brookings Institution. In short Varoufakis is an Australian citizen who has spent most of the past three decades in Britain, USA and Australia and little of that in his native Greece.

That of course per se does not disqualify him at all from being an honest and effective finance minister of his native Greece. But to date he has done more to increase the misery of the Greek people in six short months than almost anyone else, even Wolfgang Schäuble or the IMF’s Christine Lagarde.

He pretends to be against austerity but his record shows the opposite. Varoufakis was the adviser to Prime Minister George Papandreou and PASOK when Papandreou made the disastrous draconian austerity deal with the EU on behalf of Greece so that French and German banks could be bailed out. Varoufakis also has at various times heaped praise on Mario Draghi and the ECB, suggesting solutions for how to keep Greece in the EU, a track that pre-programs Greece for self-destruction under the current Troika regime of austerity.

In Varoufakis’ book on the EU financial crisis titled “A Modest Proposal,” he invited former French Prime Minister Michael Rocard to write the forward. Rocard has called for the EU to appoint a European “strongman”–read dictator–and Rocard’s choice is European Parliament president Martin Schulz, the very same man who warned the new SYRIZA government to abide by the austerity agreements concluded by the past PASOK and conservative governments. Varoufakis has repeatedly argued that Greece must “grin and bear” the measures imposed on it by the bankers and the German government as a member of the Eurozone. He has insisted that a Greek Euro exit is not going to take place.

With official Greek unemployment over 30% of the workforce and economic losses because of Troika-imposed budget austerity the government’s tax-revenue shortfall in January alone was 23% below its €4.5bn target for the month. The government in Athens has levied crippling taxes on the middle class and made sharp cuts to government salaries, pensions, and health-care coverage. While ordinary citizens suffer under the weight of austerity, now Banks are closed at least until the July 5 referendum on more austerity. Greece is a human catastrophe.

Strange acts

Were Varoufakis the man he pretends to be before his Greek countrymen, he would have set forth a strategy of Greek exit from the Euro and a strategy akin to that of Iceland to declare a debt moratorium, freeze all debt repayments to the Troika–IMF, ECB and EU. Then he would put Greece on a national currency, impose capital controls and seek strong economic ties with Russia, China and the BRICS countries.

Indeed, when Greek Prime Minister Tsipras was in St. Petersburg in mid-June to meet with Russian President Putin, Putin extended a very generous offer of prepayment of $5 billion towards the Greek participation in the Turkish Stream Gazprom pipeline.

That would have given Greece breathing room to service debt repayments to the IMF. Brussels and Washington of course were not at all happy with that. Putin then offered Greece membership in the new BRICS development bank which would allow Greece to borrow to get out of the worst of the crisis without more savage austerity. That of course would bring Greece closer to Russia and also to China, something Washington and Brussels oppose with all their might. But rather than accept, Greece and Varoufakis walked away from a solution that would have avoided catastrophe as it is now unfolding.

At this point it indeed looks as if Varoufakis’ role has been to act as the Western bankers’ Trojan Horse inside the Greek government, to prepare Greece and the Greek people for the slaughter, all the while posing as the tire-less fighter for Greek interests, all without a neck tie, of course.

As the former US Assistant Treasury and critic of the US foreign economic policies of recent years, Paul Craig Roberts recently described it, “Greece’s creditors, the EU and the European Central Bank…are determined to establish the principle that they can over-lend to a country and force the country to pay by selling public assets and cutting pensions and social services of citizens. The creditor banks then profit by financing the privatization of public assets to favored customers.The agenda of the EU and the central bank is to terminate the fiscal independence of EU member states by turning tax and budget policy over to the EU itself.”

Roberts goes on to state that the Greek “sovereign debt crisis” is being used to create a precedent that will apply to every EU member government. The member states will cease to exist as sovereign states. Sovereignty will rest in the EU. The measures that Germany and France are supporting will in the end terminate their own sovereignty.

How did Greece and the European Union’s Eurozone countries get in such a crisis? The energy that vibrates through all of Europe right now is not of love for fellow human beings, but of hate. There is hate from the Germans against what they are convinced are lazy and tax-cheating ordinary Greeks. They have been fed that image by controlled mainstream media itself in turn controlled by the American oligarchs and their think-tanks. There is hate from the EU Commission and the EU leadership against Greece for creating what they see as the existential crisis of the EU. There is hate from German Chancellor Merkel for ruining her legacy, perhaps.

Above all, there is hate towards the Greek people from their own Greek oligarchs. The Greek oligarchy—shipping magnates, oil refinery owners, telecoms owners, media magnates, billionaires many times over—since the early 1990s, has dominated Greek politics. Greeks call them “diaplekomenoi”–the entangled ones. These elites have preserved their positions through control of the media and through old-fashioned favoritism, buying politicians like Yanis Varoufakis.

The Greek oligarchs, with their untaxed billions hidden in foreign bank accounts, are willing to see their own nation destroyed to hold on to their billions. That’s real hate. Those oligarchs are deeply ashamed of being Greek. That shame likely goes way way back, perhaps some 700 years, to the defeat and subjugation of Greece by the Ottoman Empire beginning in the 1360s. Maybe it’s time to move on from such childish feelings of hate.

F. William Engdahl is strategic risk consultant and lecturer, he holds a degree in politics from Princeton University and is a best-selling author on oil and geopolitics, exclusively for the online magazine “New Eastern Outlook”.

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colocado por Fernando Negro às 12:42

Os antigos é que sabiam bem julgar cobradores de impostos

29.06.15

(Ficamos então sem saber quantos destes funcionários estatais - agora da versão moderna do Império Romano e que cobram dinheiro a mando do triunvirato que a governa - é que, num país predominantemente cristão, ignoram esta parte dos evangelhos...)

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colocado por Fernando Negro às 23:56

Livrai-nos deste mal

29.01.15

partidoiluminado.jpg

 

E, deparadas com um enorme descréscimo nas intenções de voto na sua farsa de partido, o que fazem as pessoas que mexem os cordelinhos do dito "Bloco de Esquerda", para tentar resolver esta situação?...
Ora, criam uma nova farsa de partido. (Através de um suposto "independente" que - oh, que coincidência - tem as mesmas intenções de se "aproximar" ao PS e de criar uma união composta por toda a falsa esquerda, em Portugal...)
Desta vez, o nome do embuste é "Partido Livre". O qual, felizmente, não conseguiu (ainda) eleger nenhum deputado.
E, falando de aspirantes a deputados...
Que Rui Tavares é esse, cabeça de lista deste partido nas últimas eleições europeias, que é todo pró-UE e que é um historiador especializado na História do século XVIII?
Século XVIII. Hmm... Ó Rui Tavares: E que tal contares, a quem quer em ti votar, que sociedade secreta é essa, de natureza política, que foi formada e posteriormente descoberta no século cuja história tu conheces melhor do que muita gente (alienada, que queres que em ti vote) - e que muito falada foi no início do século seguinte? E, já agora, que tal explicares ao teu possível eleitorado as (que são muito importantes) relação e coincidência que existem entre os objectivos de tal sociedade secreta política e aqueles que afirmas tu, e os teus "ex-"companheiros de partido político, serem também os seus objectivos?

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Não posso com este movimento

27.01.15

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Deixo, a seguir, a fotografia de um comentário que fiz, há 1 mês, num suposto sítio anarquista na Internet, relativo a uma decisão tomada pelo colectivo que gere tal sítio, de aderir a esta farsa de partido (decisão essa, à qual se seguiu um estranho comunicado por parte da CNT espanhola, prontamente emitido, menos de uma hora depois e a altas horas da noite) onde me faltou dizer que: O que também não é lá muito anarquista, é estar muito mal informado sobre questões políticas - e, consequentemente, tomar más decisões sobre as mesmas. (E, isto, partindo do princípio de que se trata de um sítio gerido por pessoas honestas - coisa em que não acredito...)

alasbarricadas.org.png

E, é tal e qual como lêem. Acredido tanto neste partido ou movimento - que recorre à versão espanhola da máxima "Yes We Can" - como confio no partido grego Syriza.
(Veja-se até aqui uma fotografia linda, do apoio mútuo que existe entre estas duas farsas.)
E, ainda menos, quando olho para o (muito importante) passado político recente de quem o lidera.
Movimento este, que tem agora até uma imitação barata portuguesa, do menos convincente que já alguma vez vi... Ahahah :)
E, dito isto, a quem procure soluções, tenho a dizer também o seguinte...
A haver uma (verdadeira) Revolução, esta só poderá ocorrer quando as pessoas tiverem verdadeira consciência política. Consciência e consciencialização essas, que começam com o estarem bem informadas sobre as mais importantes questões políticas. (O que, ao apoiar estas farsas de partidos e movimentos, prova muita gente, que nestas esparrelas está a cair, não estar...)

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colocado por Fernando Negro às 14:26