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Porque não se deve acreditar nos média de massas ocidentais

31.08.15

Numa Europa onde já qualquer pessoa, hoje em dia, pode ter um smartphone barato com câmara incorporada (nem que seja um em segunda mão, não me venham com histórias) e com o mesmo fotografar ou filmar os tão falados soldados e veículos militares russos que, a mando do governo do seu país, supostamente combatem o exército ucraniano na Bacia do Donets, lá continuam os média de massas, sem reais provas de tal, a insistir na mentira de que o exército russo está a lutar contra o ucraniano em território alheio.
E, perante a repetida falta de provas concretas que sustentem tal afirmação, o que fazem esses mesmos média?... Ora, arranjam mais umas provas falsas e remetem a origem das mesmas para publicações que nem sequer existem.
O vídeo que se segue, é apenas mais uma prova (esta real) de que, sejam as principais publicações económicas, sejam algumas generalistas que possam ser já consideradas como algo "alternativas" - como o jornal The Independent do conhecido correspondente de guerra, Robert Fisk - ou mesmo os principais canais de televisão portugueses, que têm conhecidos correspondentes que falam russo (um exemplo), todos estes média de massas mentem, repetidamente, relativamente à situação na Ucrânia. (E não só - mas, tenho mais que fazer do que estar para aqui sempre a desmenti-los...)


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Voluntários antifascistas espanhóis que lutam no leste da Ucrânia

30.09.14

(Apenas um de vários grupos de voluntários estrangeiros, constituídos por pessoas oriundas de toda a Europa - nos quais se incluem, obviamente, russos que querem defender o seu próprio povo - e que têm tido um papel determinante nas acções vitoriosas dos milicianos.)

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Não vos disse eu que Abby Martin está "infiltrada" na RT?

24.09.14
(Agora que uma intervenção militar russa no sudeste da Ucrânia parece estar definitivamente afastada, aqui vai uma colocação que queria eu ter feito logo após tudo isto ter acontecido, mas que, por terem entretanto surgido outras coisas mais importantes, só agora é feita.)

Depois de, tal como eu chamei anteriormente a atenção para (numa colocação e num respectivo comentário que a ela deixei, nos quais os mais atentos saberão ler as "entrelinhas") ter andado esta pseudojornalista a fazer o seu trabalho de, entre outras coisas, fazer as críticas mais inócuas possíveis e também (para isto não chamei a atenção, na altura, mas aproveito para o referir agora) ter andado esta personagem a fazer o muito útil trabalho de chamar constantemente a atenção dos seus telespectadores para as muitas falsas organizações alternativas que o sistema monta, para desviar a atenção dos seus contestatários das que realmente o prejudicam, eis que deixou a personagem Abby Martin, finalmente, cair a sua máscara de uma maneira que já muitas pessoas deverão começar a ver esta pessoa pelo que ela verdadeiramente é.
Tentando (e muito mal, na minha opinião) atirar areia para os olhos dos seus telespectadores, dizendo que, como jornalista que é, pouco sabe sobre a Crimeia e a Ucrânia (e isto, apesar do canal para o qual trabalha ter repetidamente chamado a atenção para a história do primeiro território)...
Eis que, Abby Martin decide fazer uma declaração (que, inteligentemente, não colocou no guião, para que não soubessem as outras pessoas na sua estação antecipadamente o que iria ela dizer) num canal de notícias russo, de que, enviar tropas russas para proteger populações etnicamente russas é um crime horrendo, que lhe faz querer dizer algo que (diz ela) vem do "coração" (que nos quer ela convencer que tem)...
E, eu nem vou, nesta colocação, dizer muito mais sobre isto...
Apenas, irei acrescentar que, a maneira como primeiramente topei qual era a verdadeira natureza desta jornalista, nem foi pelas coisas que ela dizia. Mas, através de algo que aqui já tenho referido anteriormente - e que é, definitivamente, sempre a melhor maneira de avaliar alguém - que é a chamada "linguagem corporal". E, talvez um dia eu arranje paciência para elaborar mais sobre esta questão, de como se podem avaliar as pessoas através da mesma.
(A título de curiosidade, reparem só no constante piscar de olhos deste outro elemento do sexo feminino, quando fala também sobre a questão da Ucrânia.)
Mas, como isto é algo que, no meu caso, funciona muito de modo instintivo (e que foi claramente herdado de um dos lados da minha família) não sei até que ponto é que valerá a penar elaborar muito sobre isto...
Pois, quem não tenha naturalmente esta capacidade (o que, a avaliar pela quantidade de pessoas que votam nos políticos que mostram a sua cara na televisão, deverá ser uma esmagadora maioria da população) dificilmente deverá ser capaz de compreender tais explicações - que, como eu digo, no meu caso pessoal, funcionam muito a nível instintivo...
Mas, posso um dia, de qualquer modo, tentar fazer uma muito breve explicação.
De qualquer forma (e, por enquanto) para quem quiser tentar ver o de que estou eu a falar, no caso desta jornalista, em particular, a filmagem que vi da mesma, em que melhor topei a sua verdadeira natureza, foi a correspondente a esta conversa com um conhecido activista estadunidense - em que (e isto só deverá fazer sentido para muito poucos) através das suas expressões faciais, se nota, repetidamente, que tenta tal jornalista disfarçar um forte sentimento de antagonismo que, supostamente, não deveria existir entre pessoas que supostamente têm os mesmos ideais e objectivos. (Mas, que cada um veja o que for capaz de ver nesse filme...)
E, dito isto, passemos então ao que interessa...
Aqui vai, então, a declaração desta jornalista, que, só pela suposta lógica da mesma (de, como eu disse, tentar mandar areia para os olhos dos telespectadores, dizendo que, como jornalista que é, muito pouco sabe, ou quer saber, sobre a situação na Ucrânia e de tentar também, de um modo absurdo e ridículo, desvalorizar toda a história que está por trás do que se passa) - pelo menos, para mim - denuncia as reais intenções com que se juntou tal pessoa a este canal de televisão russo.



E, sobre a muito forte suspeita (se lhe quiserem assim chamar, mas que é uma certeza, da minha parte) que estou eu a levantar...
Quem duvidar que os diferentes média são, de facto, constantemente infiltrados por agentes do poder estabelecido ocidental, pode espreitar esta colocação recente, feita no blogue do meu amigo Dr. Octopus, e espreitar também os comentários - [1] [2] - que eu deixei à mesma.
Reparem em como foi esta personagem alegremente dizer, para a imprensa ocidental, que este canal estatal russo "não é diferente" da imprensa corporativa estadunidense, em termos de propaganda - quando, toda a gente bem informada e honesta (como, supostamente, é o caso de Abby Martin) sabe muito bem que a RT, ao contrário da imprensa controlada ocidental, não mente.
Quem pensar que sou eu o único a dizer isto sobre esta jornalista, oiça o que tem o conhecido autor Webster Tarpley agora a dizer sobre esta personagem.
E, notem também um aspecto muito importante, que foi o facto de que a RT, mantendo o seu muito "alto nível" e mantendo-se fiel aos seus princípios, não inventou uma qualquer desculpa, depois deste episódio, para despedir ou impedir a actividade desta jornalista (como, constantemente, faz a imprensa ocidental, quando surgem conflitos entre jornalistas e editores).
E, ainda dentro deste tipo de assuntos...
Também de interesse assinalar, foi uma resignação recente que ocorreu na RT.
Esta, causada por um episódio indecente, que ocorreu perante as câmaras (para dar mais impacto) e em directo (para que não fosse a pessoa em causa impedida de proporcionar tal espectáculo) - que foi o caso da jornalista Liz Wahl (que pareceu até querer tentar fingir que, só ao fim de uns anos é que percebeu que o "R", em "RT", quer dizer "Rússia" - e que tal canal pertence ao governo russo).
A qual, não só, na própria declaração - em que criticava, sem quaisquer argumentos, a suposta política editorial da RT - afirmou (1) ser casada com alguém que trabalha para as nada imperialistas forças armadas norte-americanas e (2) ser também filha de um veterano de guerra - que, a julgar pela idade desta jornalista, não deverá ser da Segunda Guerra Mundial (e, portanto, antes de alguma(s) das muitas guerras de agressão, injustificadas e imperialistas, em que os EUA, desde então, estiveram envolvidos) - como disse também, numa entrevista logo posterior, (3) que estava disponível para ir trabalhar para a CNN.

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colocado por Fernando Negro às 11:34

Quem melhor explica a actual situação política internacional

07.08.14

Acabaram por ser a última muito boa fonte que descobri, no meu processo de procura por fontes credíveis e de qualidade que denunciem o projecto da Nova Ordem Mundial e são, ao mesmo tempo - e de longe - a melhor de todas as fontes que conheço, no que toca a fazer um constante apanhado geral sobre o que, de mais e de muito importante, se passa e tem passado, neste incrível Mundo em que vivemos - e sobre o que o Império Britânico, que ainda opera nas sombras (como, mais correctamente, gostam eles de chamar ao movimento da NOM) vai fazendo, para tentar dominar este Planeta.
São o Movimento LaRouche, que é descrito como tendo os melhores serviços secretos privados do mundo. E, para constatar a inegável qualidade do seu trabalho, não é preciso ir mais longe do que um texto que eu traduzi e publiquei, há uns meses, neste meu blogue.
Querem saber porque razão está o Ocidente a tentar provocar uma guerra nuclear com a Rússia e seus aliados? Porque razão não falam os média de massas sobre o programa espacial chinês e o objectivo do último? Que possível alternativa promissora existe aos actuais problemas energéticos com que nos deparamos? O quão promissora é a aliança BRICS? Que alternativas económicas viáveis existem para mitigar o processo de Colapso que estamos a experienciar?
Então, só têm de estar atentos às muito boas publicações e sessões de esclarecimento que este movimento vai lançando e organizando.
O que se segue, é a mais recente dessas sessões de esclarecimento, que são semanalmente emitidas via Internet e que este movimento vai também publicando no seu canal no YouTube.

(Aqui esta mesma emissão dobrada em castelhano - e aqui o correspondente canal no YouTube nesta língua.)

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Realpolitik russa relativa à situação na Ucrânia

05.08.14

(Quem preferir outras legendas, que não em inglês, pode clicar no ícone que as permite mudar.)

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Reportagem censurada da BBC sobre relatado abate do voo MH17

03.08.14

(Mais informação, sobre esta reportagem, aqui e aqui. Têm também aqui a Press TV a reportar a mesma coisa, logo no próprio dia da queda do avião. E, quem quiser ouvir um breve apanhado sobre o que de mais estranho se passou com este voo, tem esta muito boa entrevista, baseada no que aqui é denunciado.)

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A razão pela qual não me interessa mais saber o que tem a dizer o jornalista José Milhazes (agora correspondente da SIC em Moscovo)

17.03.14

(De facto, do que tenho lido e ouvido deste autor, continuo convencido de que é uma pessoa que está a tentar fazer um trabalho honesto... Mas, quando se mente sobre uma questão tão importante como esta - ainda que, inconscientemente - e se têm outras fontes, que toda a gente conhece, que repetidamente dizem o contrário... É realmente um péssimo trabalho que se está a fazer - típico dos média ocidentais, onde tal jornalista trabalha, que mentem a toda a hora...)

Podem ler nos meus comentários a <esta> colocação mais recente, no blogue deste autor, a razão que me levou a deixar de seguir a sua publicação na Internet.

[Editado a 14/04/2014: Os referidos comentários foram, entretanto, misteriosamente apagados (juntamente com todos os outros, a essa mesma colocação, da autoria doutras pessoas). Mas, pode ser vista uma cópia arquivada dos mesmos <aqui>. Ainda perguntei, há poucos dias, no blogue deste autor, se foi ele quem apagou tais comentários, mas não obtive uma resposta.]

(E, para verem compilações de várias das mentiras que, mais uma vez, disseram os média ocidentais sobre uma muito importante questão de política internacional, podem ir espreitando o canal de televisão RT... Mas, apenas sobre a questão que me fez deixar de considerar o mencionado jornalista como um credível, aqui fica o seguinte vídeo...)

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Mais um para a colecção

09.03.14
Para quem a recente descoberta, de que o episódio das mortes que ocorreram na Praça da Independência de Kiev teve por trás atiradores furtivos (directa ou indirectamente) ligados aos interesses ocidentais, constituir uma surpresa, deixo <aqui> a hiperligação para uma muito boa e algo extensa lista de episódios semelhantes e também <aqui> uma outra sobre um dos episódios mais recentes, que ocorreram antes deste, na Síria.

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