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Para quem duvidar que a penúltima série de atentados terroristas em França foi obra de sociedades secretas...

13.01.16

(Já não falando sobre tudo o que de muito estranho e suspeito faz parte da história destes ataques - sobre o qual não irei falar, por falta de paciência, mas que poderão ler sobre noutros sítios...)

Ora aí está, escarrapachado na capa da edição especial do Charlie Hebdo - lançada este mês, para comemorar os atentados - a assinatura/símbolo da muito importante sociedade secreta que sabem as pessoas melhor informadas que, não só ainda está activa, como é uma das envolvidas em todas estas manobras de poder que visam destruir a qualidade de vida e retirar os direitos de todos os cidadãos da Europa e restante mundo.

 

charliehebdo.jpg


(Quem quiser ver um paralelo histórico a este ocorrência, que espreite uma outra obra resultante também de um acto "revolucionário", que permitiu que mais tarde se espalhasse o terror e o medo entre quem era contra o poder estabelecido neste estado europeu - acto revolucionário esse, que foi confirmadamente obra desta sociedade secreta.)

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Até nos álbuns de fado...

04.01.16

moura.jpg

Penso que, neste caso, a razão de ser para a presença do conhecido <símbolo de controlo mental> é mesmo muito óbvia...
Pois, basta ler a versão em inglês da página na Wikipedia sobre este estilo musical, para confirmar que estão claramente a ele associados os sentimentos de lamentação, "resignação" e "fatalidade".
Pessoalmente, desde criança que não posso com este tipo de música... Mas, ao ouvir a mesma, percebo em parte porque razão é então este um país de gente tão apática, panhonha e cobarde.

"Silêncio, que se vai cantar o fado!"

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Para quem duvidar que esta gente usa "piadas internas"

31.12.15

http_451.pngSejam, no mundo dos média, promoções que são feitas a um canal de propaganda noticiosa com a voz do Darth Vader, introduções a telejornais de um canal de televisão português com referências a "explosões secundárias", a existência de blogues com nomes como "Brave The World", um filme, relativo a uma conhecida série de atentados de bandeira falsa, onde podemos ver cartazes com a palavra "Illuminati" escrita nos mesmos (quando não são conhecidos no mundo real tais cartazes da mesma marca) ou álbuns que são editados por uma editora chamada "Roc-A-Fella Records"... São várias as mesmo muito estranhas escolhas de palavras e referências que são feitas, ao ponto de deixar qualquer pessoa bem informada com mesmo muitas suspeitas...

Ora, passando para o mundo dos computadores que todos usamos, o mesmo tipo de ocorrências muito suspeitas mantém-se... Seja na primeira escolha do nome "Longhorn" para uma versão do sistema operativo de computadores de secretária que a maior parte das pessoas ainda usa e do nome "Ubuntu" para aquela que é imensamente promovida, pelos média de massas, como a melhor alternativa ao anterior ou seja na escolha de termos como "Android""Cyanogen" para nomes do sistema operativo de smartphones que a maior parte das pessoas usa, a existência de palavras que nos fazem levantar as sobrancelhas é um facto que permanece deveras observável.

Somado a isto, temos agora a escolha do <número 451> (espreitar o nome desta novela) para um erro resultante da censura de uma página na Internet.

E, eu não sei o que pensam outras pessoas que sejam ignorantes... Mas, no meu caso pessoal, deixa, com isto (e tal como no caso da forte presença de triângulos e afins em logotipos de empresas) de haver alguma dúvida sobre se se tratam ou não todas estas ocorrências de meras coincidências - passando antes a ser a minha mesmo muito forte convicção de que há, de facto, quem tenha um sentido de humor mesmo muito macabro, entre quem gere os vários orgãos corporativos, estatais e internacionais, responsáveis por este tipo de decisões.

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Annie Machon e as borboletas

13.07.15

Quem conheça a história de David Shayler, certamente sabe também quem é Annie Machon - a sua ex-companheira, colega dele no MI5, que, quando decidiu Shayler abandonar o serviço, decidiu juntar-se a ele (não tendo sido esta a autora ou iniciadora de nada de incómodo para o seu serviço e tendo esta mantido uma viligância de bem perto, de alguém que queria o MI5 continuar a vigiar).
Ora, tendo David Shayler, muito estranhamente (e para grande conveniência dos serviços secretos britânicos) enlouquecido, quando era companheiro de Annie Machon - e tendo esta sua ex-companheira, também muito estranhamente, abandonado o seu "amor", logo quando este mais precisava de ajuda - o que tem andado esta suposta "ex-"agente do MI5 a fazer, desde então?
A dar palestras (como a seguinte) filmadas por uma organização denominada "Paradigm Shift", que usa animações que recorrem a um conhecido símbolo de controlo mental.
Palestras essas, onde (1) "denuncia" ela o que já é do conhecimento público, (2) mente ela, repetidamente, sobre conhecidos atentados de bandeira falsa (como o de Lockerbie, na Escócia, e o caso do bombardeamento de uma discoteca berlinense, em 1986), (3) elogia ela a organização de fachada da CIA, WikiLeaks, e (4) relativiza e descreve ela os trabalhos sujos dos serviços secretos britânicos como obra de umas poucas "maçãs podres".
Como se isso não bastasse, anda agora também a liderar a secção europeia de uma organização internacional que visa legalizar as drogas (traficadas pelos seus supostos "ex-"patrões) e, ao contrário do que é norma para os reais delatores, a dar longas entrevistas (um exemplo) nos principais programas dos vários média de massas.
"Ex-"agente do MI5?... Isso é que, definitivamente, não me parece nada esta figura ser...

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colocado por Fernando Negro às 19:42

Símbolo da campanha mediática que surgiu em torno dos atentados ocorridos em França

13.01.15

(Mais uma vez, o "punho erguido" - para o qual aqui já chamei a atenção...)

 

je-suis-charlie.jpg

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colocado por Fernando Negro às 00:24

"Ah, como é bom ser pobre..."

05.01.15

Um muito pequeno excerto de um filme musical, chamado "Planeta Adormecido", com que são presentemente lavadas ao cérebro as crianças em Portugal - no qual ter "casas" e "carros" é apresentado como algo de mau (sendo que, o que é bom é "não ter nada").

 

(Reparem no "olho dentro do triângulo", que tem um dos personagens vestido de branco - que aparece em todo o filme - apresentado como "iluminado", contrariamente às pessoas que vivem nas "sombras" por procurarem qualidade de vida...)

 

O filme em causa, foi exibido na RTP 1, na manhã do passado dia 27 de Dezembro. E, suponho que para constatar o que eu aqui denuncio, tenha de se ver mais partes do mesmo. Pois, o filme inclui verdadeiras barbaridades, como: uma altura em que as crianças se sentam em volta dos adultos e estes lhes explicam (parafraseando) que "a crise é algo que veio por bem"; um outro pequeno momento musical em que um personagem se vangloria de comer comida do lixo; e outras coisas imensamente educativas.
(Uma excelente sugestão, suponho, para "entreter" as crianças que, devido ao recente empobrecimento dos seus pais, não podem mais viajar para visitar sítios de interesse para elas e onde possam brincar e que têm agora de ficar fechadas em casa - caso ainda tenham uma - em frente ao LCD de lavagem ao cérebro que têm algures na sala - crianças essas, que também não convém que se mexam muito, pois, o dinheiro para a comida também já não abunda...)

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colocado por Fernando Negro às 01:49

O "Exército Zapatista de Libertação Nacional" (EZLN) mexicano é mais uma ferramenta do Império Britânico

12.10.14

Longe de ser algum movimento "progressista", como nos tenta convencer alguma da imprensa de esquerda, a verdadeira finalidade do movimento zapatista - que se iniciou com actividades terroristas - é (tal como no caso das colombianas FARC e do MST brasileiro) destruir o seu país, enquanto estado-nação - tentando, neste caso, instilar sentimentos primitivistas e separatistas nos diferentes grupos indígenas que fazem parte deste país latino-americano.
Iniciando um processo de desmembrando do país onde opera e desprovendo-o das grandes estruturas político-económicas que permitem um verdadeiro progresso e grande desenvolvimento, o objectivo final deste grupo - controlado desde fora - é, obviamente, transformar tal país num mero agregado de comunidades que pouco cooperem entre si e atirá-lo de volta para uma situação semelhante à de um qualquer país medieval, ou de Terceiro Mundo, que pouco mais seja do que um conjunto de territórios fornecedores de valiosas matérias-primas para as elites ocidentais.
Quem quiser uma explicação mais elaborada sobre o que verdadeiramente está em jogo - não só no México, com este grupo, mas em toda a América Latina, com as várias guerrilhas que nela existem - tem esta pequena introdução ao tema.
E, para quem se interrogue sobre porque razão querem as elites sinarquistas destruir este e outros estados-nação no Mundo, a explicação é bastante simples...
A organização dos diferentes povos do Mundo sob a forma de "estados-nação" ou "estados-nações" - em que pessoas que partilham uma mesma cultura ou território (e que têm, por isso, uma natural afinidade entre elas) se juntam para desenvolver uma sociedade comum - tem historicamente demonstrado ser, não só o tipo de organização política que melhor funciona (e que mais sentido faz) como, acima de tudo, aquela que mais progresso gera (derivado do sentimento, ou ideal, de bem-estar comum, que naturalmente surge entre pessoas que têm uma mesma identidade e resultante do surgimento de grandes estruturas organizativas, que não são possíveis quando se tratam de meras comunidades, tribos ou clãs, centrados apenas em si mesmos). Sendo, por isso, este o principal "alvo" a abater, por quem quer impedir o progresso na sociedade.
E, dito isto, se quiserem saber mais do que falo eu, quando menciono esta questão dos estados modernos que temos, apenas têm de estar atentos aos artigos para os quais chama a atenção o autor Daniel Estulin e ao que vai também publicando o Movimento LaRouche.

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colocado por Fernando Negro às 10:42

No "Twitter" também se passam coisas interessantes

21.08.14
Por ser uma pessoa mesmo muito anti-social, pessoalmente, nunca fui grande fã desta "mini-rede social"(?), onde várias pessoas constantemente partilham pequenos pensamentos, que vão tendo, e vão também fazendo outras pequenas partilhas, e repartilhas, de coisas que vão descobrindo na Internet.
Pois, para além da esmagadora maioria das pessoas raramente ter alguma coisa de interessante a dizer, sei de vários casos de censura (ler o 1º comentário a esta colocação) e até de, muito suspeitas, colocações falsas (um exemplo) que têm ocorrido nesta rede, que me fazem logo não querer participar na mesma. 
(Assim como, a simbologia por esta utilizada e óbvio propósito da mesma, são algo que não me agrada mesmo nada...)
Mas, (1) depois de terem as colocações da primeira pessoa, nesta mais pequena rede, deixado de aparecer no seu blogue, (2) depois de ter a segunda pessoa terminado com a conta que tinha, nesta rede, e ter recentemente criado uma nova e (3) depois de ter eu prestado alguma atenção ao que a terceira pessoa vai colocando na sua conta (e que também aparece no seu sítio na Internet)...
Dei-me, recentemente, conta de que, por não estar a consultar as contas destas pessoas, nesta rede social "Twitter", tenho andado a perder muitas coisas importantes...
E, por isso, venho só chamar a atenção para o que tem sido, e continua a ser, colocado nas contas dos jornalistas e autores (1) Frederico Duarte Carvalho, (2) Daniel Estulin e (3) Webster Tarpley.

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Os "anarco-capitalistas" também não são vossos amigos

11.06.14

Mais um comentário meu que foi censurado num sítio "anarco-capitalista", onde escreve alguém que foi entrevistado/a pelo jornalista James Corbett (que, ultimamente, muito tem andado a falar sobre "anarco-coisas") mas que, até agora, não foi apagado na correspondente página do vídeo em causa, no YouTube.

[Editado a 03/12/2016: Mais de dois anos depois de ter eu feito esta colocação - e, apesar de ter eu confirmado que o meu comentário não tinha aparecido, quando fiz a colocação, e ter eu também algumas semanas depois voltado a confirmar isto mesmo - constatei que o meu comentário agora já aparece. Podendo isto ter sido o resultado, (1) ou de o mesmo ter ido parar à caixa de "Spam" e ter depois sido descoberto, (2) ou de ter o mesmo sido convenientemente escondido, até uma altura em que já quase ninguém fosse consultar tal página e comentários lá deixados... De qualquer modo, a essência desta minha colocação, no meu blogue, mantém-se.]

(As declarações em causa, de Webster Tarpley, sobre este movimento, podem ser ouvidas <aqui>.)

Como podem constatar, Tarpley pode não acertar em todas... (Coisa que nunca vi, até hoje, algum autor fazer - incluindo eu próprio.) Mas, ainda assim, é uma excelente fonte de informação, para quem quiser compreender toda esta história da Nova Ordem Mundial.

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Oblivion

08.04.14

Uma coisa é certa... Que é que, tal como descreve um aparente membro de um dos altos patamares (ocultos) desta sociedade, o Futuro para nós planeado não precisa de tantos seres humanos no Planeta - pois, a robótica, a inteligência artificial e outros avanços poderão substituir os seres humanos em muitas das actividades previstas. (Sendo, aliás, já conhecidos os planos de redução populacional dos bilderbergers e afins.)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)

http://perguntasinofensivas.blogspot.pt/2014/02/substituicao-da-calcada-portuguesa-em.html?showComment=1394658025339#c799262400537978795

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