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Possíveis explicações para a escolha dos números "17" e "91"

05.10.17

luxor-route91harvest.jpg

[Aproveitando eu para dizer que este blogue continua de "férias" - e que esta é apenas mais uma interrupção que se justifica das mesmas - e também para acrescentar que, devido à natureza mais esotérica (e doentia) do assunto de que a seguir falo (que, para além disso, também atrai os "maluquinhos das conspirações" ou "conspiranóicos") não tenciono eu fazer aqui mais colocações sobre o mesmo... Para completar, de certo modo, algo que eu aqui <publiquei> anteriormente, venho só colocar neste blogue mais alguma correspondência privada que recentemente enviei, a propósito de mais dois atentados terroristas que recentemente ocorreram, em que dá para perceber que houve, uma vez mais, mão do poder estabelecido por trás.]

 

Assunto: Números maçónicos que desconheço

No seguimento de cartas anteriores, em que avisei da maior probabilidade de haver ataques terroristas em certos dias específicos, venho só acrescentar que:

1) Pelo que tenho lido, nos "tweets" de um ex-agente dos serviços secretos russos (https://twitter.com/EstulinDaniel) que confirmou as suspeitas que já muita gente (que está atenta a estes fenómenos) tinha, tenho ficado a saber que há mais números maçónicos, para além dos que eu e muita gente conhecíamos. Pois, a propósito de outro atentado, disse este autor uma vez que o "50", por exemplo, é também um número maçónico - e veio agora também dizer que o massacre que ocorreu em Las Vegas tem a ver com o número "91": https://twitter.com/EstulinDaniel/status/915223942444576771 (Sendo que, o uso destes números não tem necessariamente a ver com o dia do mês, em si - mas, também com outras contas e jogos numerológicos que podem ser feitos...)

(A propósito do massacre que ocorreu em Las Vegas, cruzem a informação que é possivelmente denunciada no subtítulo "1st Rule: Announcing What Will Happen Beforehand" do seguinte artigo - https://www.henrymakow.com/9-11-as-occult-trauma-brainwashing.html - com a seguinte notícia, que não deverá ser passada em qualquer meio de comunicação de massas: https://www.prisonplanet.com/concert-goers-were-warned-they-were-all-going-to-die-tonight.html)

2) Reparem que eu disse que também tem havido ataques noutros dias. Pois, (tal como eu explico aqui: http://octopedia.blogspot.pt/2017/06/o-estranho-caso-dos-passaportes-e-bi-no.html?showComment =1496871453346#c8023770354619422176) desde que começou esta nova vaga de atentados, em 2014, há alguns/vários que são agora cometidos por quem decide simplesmente responder aos apelos do dito "Estado Islâmico" para cometer atentados por iniciativa própria. E, se algum muçulmano chanfrado decide, num qualquer dia que lhe dá na gana, cometer um atentado sozinho, por mera iniciativa própria (como atacar um polícia à facada, numa estação de comboios), obviamente que o dia escolhido para tal atentado não obedecerá a (supostas) regras de qualquer sociedade secreta (da qual não recebe tal pessoa louca ordens directas).

3) O ataque nas Ramblas de Barcelona, poderá ter sido um destes ataques, da parte de alguém que simplesmente decidiu, por iniciativa própria, fazê-lo naquele dia. Mas, depois de ter eu ficado a saber (ou ter sido lembrado de) que neste ano (de 2017) se estão a comemorar os 300 anos da criação da Maçonaria (fundada em 1717) é possível que o dia "17" (escolhido para o ataque em Barcelona) possa também ter um significado maçónico(?) neste ano. (E, a confirmar isto, poderá estar a informação, que foi avançada pelos meios de massas, sobre uma mão do dito "Estado Islâmico" por trás deste atentado: http://www.dailymail.co.uk/news/article-4808884/Imam-suspected-masterminding-Barcelona-attacks.html)

[Editado a 10/10/2017: Tendo eu recebido um outro "like" (que interpreto como confirmação do que afirmo) da parte de Daniel Estulin, a seguinte é mais uma explicação para o facto de ter sido escolhido o dia "17" para o ataque em Barcelona: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/917636132304834567]

4) Eu não sou, nem tenho quaisquer pretensões a ser, um especialista neste assunto. Pois, apesar de me interessar em saber (para tentar desvendar e compreender) quem é que anda a cometer estes atentados... Por ser eu uma pessoa de interesses muito variados, o resultado é que acabo por saber de quase tudo um pouco, mas acabo também por não saber sobre muitas coisas em profundidade. E, para além disso, esta história de códigos, símbolos e números secretos é (pelo enorme desprezo que tenho por quem recorre a tais: https://twitter.com/EstulinDaniel/status/914990916485644288) algo que não me interessa por aí além... Mas, no seguimento destas observações que tenho feito (e se alguém tem ainda dúvidas algumas de que as elites que controlam a nossa sociedade recorrem a certos números propositadamente) se alguém se interessar por esta questão da numerologia, tenho uma colocação que fiz, há uns tempos, no meu blogue, onde chamo a atenção para um outro número oculto que está presente no nosso dia-a-dia, no qual ninguém repara: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/celebrem-a-vontade-mas-nao-reparem-no-552 (sendo que, nessa colocação, não chamo a atenção também para qual é o número de emergência - equivalente ao 112 - no Reino Unido e outros países, quando virado ao contrário).

 

*

 

Assunto: Número 91

Ainda não sei qual é o significado deste número. Mas, de qualquer modo - depois do que ocorreu em Las Vegas - já me tinha decidido a comprar um livro de um autor que mais sabe sobre este tipo de fenómenos maçónicos (e afins) ocultos - que o Daniel Estulin acabou agora de recomendar: https://twitter.com/EstulinDaniel/status/915318768217329666

Mas, tendo agora também relido os últimos "tweets" deste último investigador, reparei no seguinte...

O festival onde decorreu o massacre chama-se "Route 91 Harvest" (https://www.facebook.com/Route91Harvest/).

"Harvest", que pode ser uma metáfora para "massacre".

 

*

 

Assunto: Número 91 explicado

A minha suspeita anterior estava errada. E, a pesquisar mais sobre este assunto - nomeadamente, sobre a personagem Aleister Crowley, que terá estado na origem da escolha dos voos nº 93 e 175 dos ataques de 11 de Setembro (https://www.reddit.com/r/conspiracy/comments/14utv0/911_was_an_occult_megaritual_the_numbers_of_the_4/) - penso que acertei agora na resposta.

Fiz há pouco uma pergunta ao investigador Daniel Estulin e ele "respondeu-me" com um "like" - que é o que ele tem repetidamente feito, quando acerto eu em perguntas que ele faz (ou respondo eu acertadamente por ele a outras pessoas, para lhe poupar o trabalho de o fazer):

https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/915899038599401473

O uso deste número é, mais uma vez, uma referência satânica. E, a comprovar o uso de elementos satânicos, estão as imagens onde pode ser vista uma pirâmide como paisagem de fundo do local onde ocorreu o massacre: https://twitter.com/JessicaTruth333/status/915771972683829248

(Uma vez mais, para quem duvidar de que houve uma conspiração relativa também a este acontecimento: https://twitter.com/BlackFerdyPT/status/915893525618872321)

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O princípio do fim (oficial) da privacidade electrónica em Portugal

16.08.17

electronic_eye.jpg

Um comentário que deixei, à notícia de anteontem de que o Presidente da República aprovou a lei que permite às secretas nacionais terem agora acesso oficial aos "metadados" das telecomunicações de todos os portugueses, independentemente de serem ou não estes suspeitos de qualquer crime.
(Tenham em atenção que, as pessoas que nos governam são tudo menos honestas... E, toda a gente bem informada sabe que o SIS - este sim, uma organização criminosa - efectua repetidamente escutas ilegais às telecomunicações dos cidadãos - em violação do Artigo 34.º da Constituição.)

 

Fernando Negro 15 de Agosto de 2017 às 23:04

Não é preciso esperar pelo "longo prazo" para saber como é que tudo isto vai acabar... Pois, qualquer pessoa que esteja atenta e que seja inteligente consegue ver a tendência indicativa de para onde caminhamos (de volta).


Vejam, por exemplo, a outra lei que Marcelo promulgou nesse mesmo dia, de proibir os pagamentos em dinheiro superiores a 3 mil euros (http://www.jn.pt/nacional/interior/proibidos-pagamentos-em-dinheiro-superiores-a-3-mil-euros-8705183.html) - obviamente, com o objectivo de que fiquem tais pagamentos (obrigatoriamente electrónicos) registados em bases de dados bancárias, que já começaram a deixar de ser privadas (https://pplware.sapo.pt/informacao/ultima-hora-governo-aprova-acesso-as-contas-bancarias/). E, reparem em como já lá vão anos em que, para qualquer pagamento significativo, somos agora obrigados a dar o nosso número de contribuinte, para que fique tudo registado em bases de dados estatais.

O "Estado Policial" já chegou. E, o próximo passo será, obviamente, a abolição da Democracia (lembram-se da declaração de Manuela Ferreira Leite, há uns anos, de que talvez fosse melhor "suspendê-la" em certos casos? - https://www.youtube.com/watch?v=A5naDDnigsw). Sendo que, o mais provável, é que seja este segundo passo dado sob o pretexto de uma qualquer "emergência", causada por ataques terroristas de origem duvidosa (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-realmente-esta-por-tras-destes-85197) que servirão para instalar um dito Estado de Emergência, supostamente "temporário", do qual nunca iremos sair (vejam, por exemplo, o caso do Egipto que, antes da queda de Mubarak, estava em "estado de emergência" há 31 anos - http://www.bbc.com/news/world-middle-east-18283635).

Se quiserem saber o quão o primeiro passo facilita o segundo, não têm de ir mais longe do que as palestras de Richard Stallman em que este tem, repetidamente, avisado as pessoas disto mesmo: https://vimeo.com/28195912

E, se duvidarem de que tudo isto obedece a um plano pré-determinado, podem começar por ler um livro cuja primeira versão foi *censurada* em Portugal (http://6.fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg) e que foi escrito por um autor que, repetidamente, tem provado a sua credibilidade (http://web.archive.org/web/20131105185520/http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=24&t=10579).

Os Direitos e Liberdades nunca foram algo de imutável ou garantido. E, duram apenas o tempo que o povo em causa permitir que estes durem. Já um dos Pais Fundadores da primeira Democracia moderna do mundo dizia que: "The tree of liberty must be refreshed from time to time with the blood of patriots and tyrants". E, historicamente, têm sido vários os casos em que Democracias (ocidentais e não só) se transformaram em Ditaduras - incluindo no nosso país, na primeira metade do século passado.

Os passos estão a ser dados à vista de todos. Resta agora saber o que irão as pessoas fazer relativamente a isto (antes que seja tarde demais)...

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O tipo de estudos (sobre vacinas) que o nosso poder estabelecido simplesmente se recusa a fazer (ou divulgar, de forma honesta)

12.05.17

(Pois, se o fizesse ou publicitasse, poria a descoberto várias verdades inconvenientes...)

 

Assunto: Estudo recente provou que as crianças não vacinadas são (muito) mais saudáveis



(Não surpreendentemente, quando o sítio na Internet onde estavam alojadas ambas as componentes deste estudo - e apesar de ser um sítio que supostamente prima pela sua "abertura" - se apercebeu que a imprensa alternativa o descobriu, o estudo desapareceu do sítio em causa... Sendo as seguintes hiperligações que apresento cópias arquivadas do mesmo. Aproveitem - pois, para fazer estudos é preciso dinheiro. E, nem a indústria médico-farmacêutica nem os governos que a ela obedecem têm interesse em fazer este tipo de estudos honestos e independentes - tendo este sido financiado por duas organizações de caridade para com crianças. E, como tal, esta deverá ser uma descoberta rara. Está muito bem resumido e apenas têm de consultar as tabelas com os dados estatísticos comparativos. Por ter sido feito sobre uma amostra pequena da população, os dados variam um bocado em termos de alguma consistência que seria expectável. Mas, nele dá para ver que a população não vacinada é claramente mais saudável - o que contraria a propaganda oficial.)

http://archive.is/fZfYb
http://archive.is/leoEn

 

*

 

[E aqui fica um pequeno adendo que enviei aos mesmos destinatários da anterior carta...]

 

Assunto: Pequena clarificação sobre o estudo sobre vacinas para o qual vos chamei a atenção

Quando eu, na minha mensagem anterior sobre este assunto, referia (ao descrever tal estudo que mencionava) que "os dados variam um bocado em termos de alguma consistência que seria expectável", esta era uma (talvez muito má) maneira através da qual tentava eu, muito resumidamente, dizer que há nesse estudo alguns dados sobre os quais tenho eu muitas dúvidas de que sejam representativos da maior população em que se insere a amostra que foi usada...

Sendo estes, os que referem que, entre as crianças que foram vacinadas, existe uma menor percentagem de incidência de doenças para as quais existem vacinas.
E, isto porque, da limitada pesquisa que fiz (e tal como poderão constatar, se consultarem a minha anterior correspondência sobre este assunto), nunca vi eu provas algumas de que as vacinas funcionassem - ainda que, em pequeno grau (tal como poderá ser interpretado, por quem leia os dados de tal estudo).

Aliás, o tipo de dados com que (repetidamente) me deparo, por parte de quem estuda este assunto em profundidade, são coisas como:

"Measles, for instance, which declined by more than 95 percent before the vaccine was introduced, is 14 times more likely to be contracted by vaccinated than by unvaccinated persons. (...)
"Dr. Viera Scheibner, author of 'Vaccinations: 100 Years of Orthodox Research' sums up the position of researchers not funded by pharmaceutical companies: 'There is no evidence whatsoever that vaccines of any kind (...) are effective in preventing the infectious diseases they are supposed to prevent.'"

--- tiradas daqui: http://www.naturalnewsblogs.com/vaccines-really-safe-effective/

E, assim sendo, o que concluo eu de tal estudo, é o seguinte:

1. Sendo as vacinas compostos cheios de componentes tóxicas que danificam o organismo de quem com elas é injectado, inquestionavelmente (ou, por outras palavras, de certeza) que, quem com estas componentes tóxicas é injectado/a, tem uma muito maior probabilidade de vir a ter sérios problemas de saúde - tal como demonstra tal estudo, em que a percentagem de crianças que têm sérios problemas de saúde é sempre (muito) maior entre as crianças que foram vacinadas.

2. Sendo o facto de se apanhar uma doença contagiosa algo que depende de vários factores que são (muito) aleatórios, com uma tão pequena quantidade de pessoas que constituem a amostra deste estudo, não poderão/deverão tais resultados poder ser correctamente (ou, por outras palavras, com certeza alguma) extrapolados para a maior população geral em que se insere tal amostra. Tendo de ser feitos estudos mais abrangentes, para que se cheguem a dados que correctamente sejam demonstrativos do que se passa em toda a população.

(Quem tiver um mínimo de formação científica - nomeadamente em Matemática, no que toca ao campo da Estatística - saberá do que estou a falar...)

E, penso que é tudo o que tenho a dizer... Da parte de alguém que, por não ser afectado por esta questão, não tem um interesse "por aí além" de se informar sobre este assunto. Sendo as minhas cartas, acima de tudo, apelos a que vocês, como pais, se informem seriamente sobre esta questão - e tirem as vossas próprias conclusões.

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Não foram as "vacinas" contra o sarampo que eliminaram a doença

18.04.17

measles.png

 

[Mais uma carta que hoje enviei, a quem me é próximo, por causa da propaganda que (por acaso) pude ontem ver ser emitida na televisão...]

 

Assunto: Para quem pense que o recente surto de sarampo é culpa da não vacinação

A propósito do que foi ontem noticiado em Portugal, sobre um surto de sarampo que ocorreu, venho partilhar convosco o seguinte.

Não foram as "vacinas" contra o sarampo que eliminaram esta doença. E, para o provar, envio (em anexo) uma fotografia de ecrã [imagem que está no início desta colocação], que tirei de uma parte de um documentário, que por enquanto ainda pode ser visto no YouTube. (Sendo o gráfico que apresento um relativo à realidade estadunidense, que, como todos sabem, tem uma população muito maior do que a portuguesa - sendo, por isso, os seus dados estatísticos muito mais correctos do que se a amostra fosse uma população muito menor.) E, para mais informações, podem vocês ver esse mesmo bom documentário - e clicar nas opções do YouTube para accionar as suas legendas em português: https://www.youtube.com/watch?v=8L7Aliz9U60


E, aqui vão também alguns extras:

1) Crianças que morrem por causa da "vacina" contra o sarampo: https://www.prisonplanet.com/over-100-measles-vaccine-deaths-zero-measles-deaths-since-04.html

2) A maior parte das crianças que apanham sarampo foram "vacinadas" contra o mesmo: https://www.prisonplanet.com/what-they-wont-admit-about-measles-outbreaks-most-children-who-catch-measles-were-already-vaccinated.html

(A constatação anterior foi exactamente a mesma que eu fiz relativamente ao tétano, quando - no decorrer de um trabalho de voluntariado que fiz - quiseram que eu me "vacinasse" contra o mesmo - tendo eu, na altura, constatado este mesmo tipo de incidência (em que, de entre as pessoas que tinham apanhado esta doença, a percentagem que tinha sido vacinada contra ela era sensivelmente a mesma que a de pessoas vacinadas na população, em geral - ou seja, a vacina era ineficaz) - após o cruzamento de várias informações a que tive acesso, com pesquisas na Internet, em artigos de revistas científicas, como a "New Scientist", e afins.)

Se acreditam que os nossos governos são incapazes de mentir sobre uma coisa destas, então estão ainda num nível de desenvolvimento, em termos de consciência social, semelhante ao das crianças que acreditam no Pai Natal...

«the broad masses (...) more readily fall victims to the big lie than the small lie, since they themselves often tell small lies in little matters but would be ashamed to resort to large-scale falsehoods. It would never come into their heads to fabricate colossal untruths, and they would not believe that others could have the impudence to distort the truth so infamously. Even though the facts which prove this to be so may be brought clearly to their minds, they will still doubt and waver and will continue to think that there may be some other explanation. For the grossly impudent lie always leaves traces behind it, even after it has been nailed down, a fact which is known to all expert liars in this world and to all who conspire together in the art of lying.»
--- Adolf Hitler, "Mein Kampf" (https://en.wikipedia.org/wiki/Big_lie)

Os casos do Sócrates, Ricardo Salgado e afins chegam a ser quase ridículos, pelo facto de serem apenas estas as pessoas que são apanhadas (http://blackfernando.mypress online.com/semanario_entrevista.html). E, se não acreditam no que eu digo, procurem por declarações por parte de quem investiga (a fundo) o fenómeno da corrupção em Portugal, a dizer a mesma coisa: https://www.google.pt/search?q=paulo+morais +corrupção&tbm=vid

Quando o governo e meios de comunicação de massas (ambos controlados pelos grandes interesses económicos) vierem demonizar quem recuse ser injectado - e recuse também que os seus filhos sejam injectados - com agentes patogénicos e substâncias altamente tóxicas, exijam sempre provas do que vos dizem estes, quando afirmam que é tudo culpa da não vacinação.

As hiperligações numeradas, que eu acima apresento, foram o resultado de uma pesquisa de apenas dois minutos, que fiz, usando o termo de procura "measles site:www.prisonplanet.com" (tendo como objecto de pesquisa um sítio na Internet, que já vos recomendei em carta anterior). E, se fui eu capaz de encontrar esta informação em tão pouco tempo, quem se preocupe mais com este assunto, muito mais poderá encontrar.

Aproveitem, enquanto podem, para se informarem sobre isto. Pois, tudo o que é conteúdo mais incómodo no YouTube já começou a ser escondido (https://www.youtube .com/watch?v=7bnQrajRfTM) - e poderá (leia-se deverá) no futuro próximo ser também eliminado. Ao poder estabelecido não interessa nada que as pessoas saibam desta enorme mentira (e daí a já existente - e também crescente - demonização de pessoas que, como eu, sabem e denunciam a Verdade sobre este fenómeno). Se as pessoas começarem a questionar a veracidade do que lhes dizem sobre este assunto e procurarem informar-se, por si próprias, sobre o mesmo, dando-se conta do enorme logro de que foram vítimas, sabe-se lá o que mais é que poderão começar a questionar e sobre o que mais é que poderão começar a procurar a Verdade sobre (por si próprias). Isto é... O que eu aqui denuncio, e ao qual vos apelo, uma vez mais (nas entrelinhas), é algo de *imensamente subversivo* - e que pode, em vós, instilar muito maus hábitos (do ponto de vista de quem governa)...

E, o que posso acrescentar ao que já vos tenho dito sobre este assunto, é que as verdadeiras razões que se escondem por trás desta enorme mentira não são meramente lucrativas - e eu não vos estou a dizer o que de pior sei sobre esta história das vacinas...

 

[Ao qual aproveitei para fazer o seguinte acrescento.]

 

Assunto: Para quem pense que o recente surto de sarampo é culpa da não vacinação (adendo)

Também, outra coisa que aproveito para acrescentar, é que...

Eu não nego - nem nunca neguei - o (sobejamente) conhecido facto de que (pelo menos no caso de alguns agentes patogénicos) se uma pessoa apanhar uma doença e conseguir vencer a mesma, dificilmente deverá apanhá-la uma outra vez - por ter, neste processo, criado anticorpos contra a mesma.

Este é um facto científico que já está mais do que estabelecido - e a razão pela qual (tal como dizem os médicos) há até doenças que convém apanhar-se quando se é pequeno. Assim como, terá certamente sido este facto que serviu de inspiração para a criação das vacinas.

O que se passa, é que ser-se "vacinado" contra uma doença não é o mesmo que apanhá-la.

As diferenças exactas entre estes dois fenómenos não as conheço eu, por não ser bioquímico, nem ter paciência para estar quase a tirar um curso nesta área científica, só para os compreender. Mas, o que suspeito que aconteça, é o que a seguir transcrevo, de um comentário recente que fiz, sobre esta história das vacinas, ao qual depois acrescentei um outro:

O próprio cientista que as inventou (Edward Jenner) reconheceu mais tarde que as mesmas não funcionavam.
As razões pelas quais várias doenças foram erradicadas, a nível mundial, não foi por causa da introdução das vacinas, mas sim devido a melhorias nas condições de higiene e nutrição (que, respectivamente, diminuíram a exposição aos agentes patogénicos e fortaleceram o sistema imunitário das pessoas, em geral).
O que, na melhor das hipóteses, uma "vacina" faz, é expor as pessoas a uma versão modificada de um vírus ou bactéria - e não ao verdadeiro agente patogénico em si. Sendo que, as defesas que poderão ser formadas, são contra a versão modificada de tal agente e não contra o verdadeiro.
--- http://blackfernando.mypressonline.com/apodrecetuga_censurado.html

Sobre o que dizia eu do próprio inventor das mesmas ter depois dito que elas não funcionavam, não me preocupo sequer em providenciar hiperligações. Pois, nem é preciso ir mais longe do que a própria página na Wikipedia sobre este cientista para constatar isto:
(https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_Jenner#Later_life) "Returning to London in 1811, Jenner observed a significant number of cases of smallpox after vaccination."
Sendo o que é dito logo depois - "He found that in these cases the severity of the illness was notably diminished by previous vaccination" - algo que, para mim: (1) não faz sentido, porque as pessoas são diferentes umas das outras, em termos de resistência às doenças, e não há maneira de averiguar tal coisa para uma mesma pessoa; e (2) ou uma tentativa de "salvar a face", da parte de alguém que constatou que tinha seriamente posto o "pé na poça", ou na melhor das hipóteses (3) mais uma conclusão errada da parte de alguém que já comprovadamente tinha tirado conclusões erradas (que levaram à introdução das vacinas)...
--- http://blackfernando.mypressonline.com/apodrecetuga_censurado.html

De qualquer modo, não preciso eu de saber exactamente como funciona o processo de imunização. Pois, basta-me olhar para os dados estatísticos da incidência de várias doenças, antes e depois da introdução das supostas "vacinas" - tal como os que são mostrados no documentário de que já vos falei (https://www.youtube.com/watch ?v=8L7Aliz9U60) - para saber que estas injecções (pelo menos, tal como são elas, hoje em dia, dadas à população, em geral) em nada ajudam a prevenir as doenças que supostamente combatem.

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colocado por Fernando Negro às 14:52

"Acabou-se a papa doce..."

14.04.17

when-economic-collapse.jpg

[Uma última(?) carta electrónica que enviei a quem me é próximo, a avisar do iminente, inevitável e horrível Colapso Económico (agora, propriamente dito) que se aproxima...]

 

Assunto: (Muito importante) Actual sistema económico não irá durar mais do que 1 ano

É a última informação que tenho daquela que é uma das melhores fontes que conheço e que mais tem acertado nas previsões que tem feito:

https://www.youtube.com/watch?v=ZjVT26Sm-EY#t=17m50s

O que tem acontecido desde o início de 2016 - com, por exemplo, milhares de pessoas a serem despedidas pelos famosos bancos suíços (incluindo também este ano: http://www.zerohedge.com/news/2017-02-14/credit-suisse-announces-another-6500-layoffs-after-reporting-2016-loss) - têm sido apenas as "fissuras" que muitas vezes surgem num edifício previamente à derrocada do mesmo.

Não há dinheiro que chegue para salvar (ou "recapitalizar") todos os bancos. E, numa economia onde os recursos energéticos e de vária ordem já começaram a escassear (https://www.amazon.com/Peak-Everything-Waking-Century-Declines/dp/0865716455), o facto de que a mesma irá entrar em Colapso é tão certo como é certo que um carro irá parar por falta de gasolina, depois de entrar no chamado "depósito de emergência" e não haver possibilidade de reabastecimento.

Não sendo a Economia uma ciência exacta, a previsão poderá falhar por alguns meses(?)... Mas, digamos que, o que diz o melhor painel de medição que tenho disponível é que já só há "gasolina" para mais um ano.

Preparem-se como puderem, pois irá ser muito mau.

E, se têm alguma coisa de importante a comprar numa empresa que não tenha uma posição dominante no mercado, talvez seja melhor fazerem-no até ao final do ano (ou estarem precavidos para o fazer de imediato, caso tal empresa entre em falência):

http://www.businessinsider.com/the-american-retail-apocalypse-in-photos-2017-3/

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Conheçam Tommy Robinson

29.03.17

Activista originário da subcultura holígane inglesa, constantemente caluniado e demonizado por alguma da suposta esquerda, censurado pela imprensa controlada e alvo de peças de ataque por parte da mesma, constantemente assediado pelas autoridades do seu país, repetida e também seriamente atacado fisicamente pelas suas críticas ao Islamismo radical e alguém que, ainda assim, simplesmente não se deixa calar, constitui este muito inteligente cidadão britânico (passando ao lado das críticas que se podem fazer ao mesmo) um interessante caso (proeminente) das ainda muito poucas pessoas no Reino Unido que têm a coragem de denunciar os problemas associados à religião islâmica, sem receio de ser erradamente colado a posições racistas ou xenófobas.
Quase todos os vídeos que podem ser encontrados no YouTube que o têm como protagonista são interessantes de se ver, para ter uma pessoa consciência de um muito sério problema que poderá um dia afectar outros países europeus mais a Sul. Sendo os que a seguir coloco, apenas dois que escolhi como amostra.



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colocado por Fernando Negro às 00:56

Pablo Escobar era um agente da CIA

13.03.17

Nueva revelación del hijo de Pablo Escobar: "Mi papá trabajaba para la CIA"

Sebastián Marroquín adelantó detalles de su nuevo libro en diálogo con InfobaeTV

América Latina | Por Luis Novaresio | 7 de febrero de 2017


Juan Pablo Escobar es un hombre que nació hace casi 40 años. Fue Juan Sebastián Marroquin hasta 2009 cuando decidió publicar un libro, escrito en primera persona, y confesar que, en realidad, era el hijo de Pablo Escobar Gaviria, el más "célebre" narcotraficante colombiano.

Habla sereno, usa un tono casi clerical para decir que entendió que la reconciliación con los familiares de aquellos a quien su padre mandó a matar es un camino de sanación. Asegura, también, que perdonó a los que se lanzaron a la búsqueda de su progenitor y que, según él, generaron el clima para que se suicidara. "Una cosa es perdonar. Otra, olvidar. Yo no olvido que mi propia abuela lo entregó a su hijo", afirma.

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Juan Pablo habla de su padre con admiración, pero no por su actividad de narcotraficante que aborrece. "Admiro a Pablo, mi papá, el que me educó. No a Escobar, el mafioso", afirma. Dice que a los 8 años, Escobar Gaviria le mostró todas drogas que había en aquel momento y le dijo: "Si te da curiosidad, prefiero que consumas conmigo y no en cualquier lado". Asegura que nunca mató a nadie y que, de haber querido, podría haber sido el sucesor del hombre fuerte del cártel de Medellín.

Cuenta, por primera vez, cómo fueron las últimas 72 horas de su padre, cómo se obtuvo la famosa foto en la que se lo ve a Escobar al lado del cargamento de cocaína que probaba su actividad y de la vida de lujo y de tortura de "El patrón del mal".

juan-pablo-escobar-2.jpg


Juan Pablo no podrá ingresar nunca más a los Estados Unidos de América. Luego de su nueva publicación, se entiende el porqué: "En mi libro cuento que mi padre trabajaba para la CIA vendiendo cocaína para financiar la lucha contra el comunismo en centro américa. Allí hay nombres como George Bush padre y tantos más", dice.

Aquí, las definiciones más impactantes de la entrevista con InfobaeTV:

Estoy agradecido por estar vivo. Hoy yo creo que el miedo a la muerte me importa menos porque hay cosas más importantes, como acercarnos a la verdad.

A mi hijo de 4 años le estoy contando quién fue su abuelo. Mi compromiso como padre es que él ame a su abuelo. Hoy él lo ve en la tele y el niño se acerca y le da un beso a la pantalla.

Yo creo que mi libro habla de muchas historias de corrupción que permitieron que mi padre fuera tan exitoso.

Yo hablé con una persona a quien mi padre le mató a su hijo. Y en su nombre, le pedí perdón. Estamos unidos por el dolor de la droga, de la violencia y por el deseo de la paz.

Yo perdono a la familia de mi padre por haberlo traicionado, vendido, entregado. Incluso perdono a mi abuela que entregó a su hijo aunque nunca lo entenderé. Me siguen haciendo daño diariamente, pero los perdono. Pero no olvido.

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(Ésta era una de las fotos preferidas de Pablo Escobar.)


Yo le debo más respeto a mis enemigos que a mi propia familia por cómo se comportaron.

Las últimas 72 horas de mi padre me impactaron mucho. En esa etapa de su vida perdió todos los estribos. Él perdió su amor por él mismo. Venía de haber arrasado media Colombia con su violencia y él mismo levantó el teléfono para que su llamada fuera identificada y lo encontraran.

Mi padre puede parecer un loco por las cosas que hizo. Sin embargo, era totalmente consciente de lo que hacía.

Su mayor acto de amor fue quitarse la vida para darnos la libertad a nosotros.

De ninguna manera Pablo Escobar es un modelo por seguir. En muchas serias de televisión se lo cuenta con admiración y eso yo no lo comparto. No es verdad que un narco tiene riquezas, chicas y poder. Cuando más poder tenía mi padre, de manera más pobre vivía.

Siento un amor por mi padre que es innegociable. Yo admiro a Pablo, mi padre. Pero no a Escobar, el mafioso. Nos ha dejado un legado de enorme violencia.

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Lo que se descubre con mi libro es que mi padre estaba trabajando para la CIA vendiendo cocaína para que ellos pudieran financiar su lucha anticomunista en toda Centroamérica. Esto ubica a mi padre en una historia en donde algunas cosas empiezan a encajar.

El negocio del narcotráfico es muy diferente a lo que soñamos. Lo que hacía la CIA era comprar los controles para que entrase la droga a su país y obtener un maravilloso negocio.

La prohibición de la droga es un gran negocio para algunos que cierra por todas las puntas. Yo creo que la prohibición es la mejor propaganda para el negocio que se prohíbe.

La mayoría de los narcotraficantes colombianos huyeron a la Argentina. No creo que la policía y las fuerzas de seguridad de este país hayan estado preparadas con la experiencia para enfrentar esto.

Mi padre fue un engranaje de un gran negocio del narcotráfico universal. Cuando ya no les sirvió, lo mandaron a matar.

La entrevista completa:

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Editor de muito conhecido jornal alemão falecido o mês passado admitiu que são os média de massas quem emite "notícias falsas"

21.02.17

Editor of Major German Newspaper Says He Planted Stories for the CIA

By Ralph Lopez
Global Research, February 04, 2015
Reader Supported News

Becoming the first credentialed, well-known media insider to step forward and state publicly that he was secretly a “propagandist,” an editor of a major German daily has said that he personally planted stories for the CIA.

Saying he believes a medical condition gives him only a few years to live, and that he is filled with remorse, Dr. Udo Ulfkotte, the editor of Frankfurter Allgemeine Zeitung, one of Germany’s largest newspapers, said in an interview that he accepted news stories written and given to him by the CIA and published them under his own name. Ulfkotte said the aim of much of the deception was to drive nations toward war.

Dr. Ulfkotte says the corruption of journalists and major news outlets by the CIA is routine, accepted, and widespread in the western media, and that journalists who do not comply either cannot get jobs at any news organization, or find their careers cut short.

Dr. Ulfkotte is the author of a book currently available only in German, “Bought Journalists” (Kopp 2014). Aged 55, he was also once an advisor to the government of German Chancellor Helmet Kohl.

The book has become a bestseller in Germany but, in a bizarre twist which Ulfkotte says characterizes the disconnect caused by CIA control of the western media, the book cannot be reported on.

Ulfkotte says:

    “No German mainstream journalist is allowed to report about [my] book. Otherwise he or she will be sacked. So we have a bestseller now that no German journalist is allowed to write or talk about.”

Among the stories Ulfkotte says he was ordered to plant in his newspaper over the years was a story that Libyan President Moammar Gaddafi was building poison gas factories in 2011. Ulfkotte also says he was an eyewitness to Saddam Hussein’s use of poison gas against Iranians in the war between Iran and Iraq, but that the editors he worked for at the time were not interested, because Iraq was a US ally at the time.

Ulfkotte says he is better positioned to come forward than many journalists because he does not have children who could be threatened. Ulfkotte told the Russian newspaper Russian Insider (RI):

    “When I told the Frankfurter Allgemeine Zeitung (Ulfkotte’s nwspaper) that I would publish the book, their lawyers sent me a letter threatening with all legal consequences if I would publish any names or secrets – but I don’t mind. You see, I don’t have children to take care of. And you must know I was severely injured during the gas attack I witnessed in Iran in 1988. I’m the sole German survivor from a German poison gas attack. I’m still suffering from this. I’ve had three heart attacks. I don’t expect to live for more than a few years.”

Ulfkotte says that remorse of having “lied” to mass audiences over the years drove him to come forward. He told RI that he was:

    “taught to lie, to betray and not to tell the truth to the public.”

Ulfkotte says:

    “I’m ashamed I was part of it. Unfortunately I cannot reverse this.”

Among the admissions that Ulfkotte makes in the interview are putting his own name to articles completely written by intelligence agencies. He said:

    “I ended up publishing articles under my own name written by agents of the CIA and other intelligence services, especially the German secret service.”

Ulfkotte detailed the pattern of cajolery and outright bribery used by the CIA and other US-allied intelligence agencies, for the purpose of advancing political agendas. Ulfkotte said:

    “once you’re connected, you make friends with selected Americans. You think they are your friends and you start cooperating. They work on your ego, make you feel like you’re important. And one day one of them will ask you ‘Will you do me this favor’…”

Ulfkotte noted that a journalists on international press trips paid for by organizations close to the government are unlikely to submit a storyline not favorable to the sponsor.

Of the gassing of Iranians he had witnessed in the Eighties, Ulfkoppe said:

    “they asked me to hand over the photo’s that I had made to the German association of chemical companies in Frankfurt, Verband der Chemischen Industrie. This poison gas that had killed so many Iranians was made in Germany.”

In an interview with Russia Today, Ulfkotte said that it was “not right” what he had done, and that his fear was that politicians were actively driving the world toward war:

    “it is not right what I have done in the past, to manipulate people, to make propaganda against Russia, and it is not right what my colleagues do, and have done in the past, because they are bribed to betray the people not only in Germany, all over Europe. … I am very fearful of a new war in Europe, and I don’t like to have this situation again, because war is never coming from itself, there is always people who push for war, and this is not only politicians, it is journalists too. … We have betrayed our readers, just to push for war. … I don’t want this anymore, I’m fed up with this propaganda. We live in a banana republic, and not in a democratic country where we have press freedom…”

In his book “The CIA and the Media,” Watergate reporter Carl Bernstein quotes William B. Bader, former CIA intelligence officer, in his testimony before the Senate Intelligence Committee. Baeder said:

    “There is quite an incredible spread of relationships. You don’t need to manipulate Time magazine, for example, because there are [Central Intelligence] Agency people at the management level.”

Bernstein writes:

    “The Agency’s relationship with the Times was by far its most valuable among newspapers, according to CIA officials. From 1950 to 1966, about ten CIA employees were provided Times cover under arrangements approved by the newspaper’s late publisher, Arthur Hays Sulzberger. The cover arrangements were part of a general Times policy—set by Sulzberger—to provide assistance to the CIA whenever possible.”

Ulfkotte was on the staff of the Konrad Adenauer Foundation from 1999 to 2003, according to his Wikipedia entry. He won the civic prize from the Annette Barthelt Foundation in 2003.

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colocado por Fernando Negro às 12:46

Muito bom documentário sobre a morte da princesa Diana

04.02.17

Apanhei-o hoje na televisão quando, ao fazer "zapping", parei no canal "SIC Caras". Passou às 17h50. E, quem tiver uma caixa de TV por cabo, ou equivalente, pode ainda vê-lo nos próximos 7 dias.

 


(Têm também aqui uma alternativa para visualização paga, através da Internet.)

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colocado por Fernando Negro às 20:19