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Primeiro sério questionamento sobre a origem do ideal anarquista

03.12.16

proudhon.jpg

Tal como eu aqui disse anteriormente, ainda que possa o ideal anarquista ter sido um criação da NOM, isso não o invalida necessariamente como forma de organização - pelo menos, para algumas das situações (como a muito boa do sindicalismo). E, ainda que venha eu a ter alguma certeza em relação a isto, no mínimo é este um ideal que, pelas suas bases ideológicas, constitui uma muito boa "escola" (pela qual todos deviam passar) no que toca ao constante questionar da autoridade - e desobediência à mesma, sempre que tal se mostre necessário ou se justifique.
Mas, como ainda não posso ter certezas em relação a isto, aqui fica esta colocação sob a forma de mera suspeita...
Os textos que a seguir publico, são dois comentários que fiz, há dois dias, a uma colocação no sítio do jornalista James Corbett, que simpatiza com o dito "anarco-capitalismo". E, o livro (interessante de se ler, por ser nele revelada parte da verdadeira natureza de Karl Marx) que menciono no meu primeiro comentário (como prova da amizade que existia entre o fundador do Marxismo e dois dos "pais fundadores" do Anarquismo) está traduzido para português, sob o título Jenny - A Mulher de Karl Marx, e foi publicado pela editora "Livros do Brasil".

 


Serious warning(s) to James Corbett, and everyone else:

1) The “anarcho-capitalist” branch (or supposed branch) of Anarchism is almost certainly a creation of the NWO. And, the so-called “anarcho-capitalists” repeatedly censor people who denounce it on their websites – like when I made the following comment: http://blackfernando.blogs.sapo.pt/os-anarco-capitalistas-tambem-nao-sao-45837

2) Everyone that seriously researches the NWO conspiracy and the true origins of the Communist ideology (http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=43336.0), comes to the conclusion that Karl Marx was most likely an agent of the British Empire (a.k.a. New World Order). And, if you don’t believe me, listen to what Webster Tarpley (https://www.youtube.com/watch?v=H4MahRKtM5s) and also Daniel Estulin (https://www.youtube.com/watch?v=8VbI-t-HUuA) have to say about it.

3) Mikhail Bakunin has been denounced by Daniel Estulin as a British/NWO agent, in his series of documentaries on the Spanish version of RT (https://www.youtube.com/watch?v=8VbI-t-HUuA).

4) Pierre-Joseph Proudhon was a personal (close) friend of Karl Marx and also Mikhail Bakunin (https://www.amazon.fr/gp/product/2221068084). And, his “questioning” of private property came at about the same time as Marx’s and Bakunin’s calls to abolish it.

Connect all the previous dots, and you might start getting a picture on what the true origins of the Anarchist ideology/ideal most probably are…

 


And, as an addendum (and, still as a serious warning that I make),

Concerning only the “anarcho-capitalist” branch (that I see that you, James Corbett, seem to be a fan of – and, that several of the people that you have interviewed are also promoters of)…

I have had someone high up in the LaRouche Movement (who are, by far, the best informed people there are about this whole NWO conspiracy) tell me, in a conversation, that the Libertarian Movement (obviously, the Austrian School/von Mises type of libertarianism – and, not the USA Founding Fathers’ type) is a creation of the British Empire.

But, again, if you don’t believe me, you can all listen to the same Webster Tarpley interview that I linked to in my previous comment, where he also talks about this exact same “synthetic ideology”: https://www.youtube.com/watch?v=H4MahRKtM5s

(And, what this all comes down to, is that: when you’re promoting “anarcho- -capitalism”, in the kind of planned economy capitalist society that we nowadays have – dominated and run by the Bilderbergers and the likes – you’re actually promoting the same type of neo-feudalist society that is the end goal of the NWO…)

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"Já cá canta..."

03.07.13



Fui buscá-lo ontem - depois de vários anos de interesse, mas de só agora ter o dinheiro para tal - à delegação local da empresa responsável pelo envio, após tê-lo comprado, via Internet, numa loja de livros antigos em Madrid, por menos de 10 euros (excluindo os portes de envio).
É de uma das primeiras edições, dos anos 50.
E, como penso que deve ser, para qualquer livro volumoso e importante que se preze, escolhi este, em particular, por ter uma capa dura e resistente - e também vermelha, a condizer. ;)
Está em muito bom estado de conservação, para a idade, e não tem qualquer defeito a assinalar.
Quem quiser lê-lo, em formato PDF, pode procurá-lo nesta hiperligação.
E, quem não souber, e quiser saber, que livro é este, pode ler a seguinte introdução - [1] [2] - feita por um autor que, ainda que não sendo um que me agrade (muito), fez uma boa sinopse do que se trata - e pode também, se quiser, descarregar o ficheiro, disponibilizado por tal autor, que contém a parte que mais interessa (traduzida para inglês).

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A História Soviética

30.03.13

Muito bom documentário, sobre os aspectos menos conhecidos do Comunismo e os factos menos conhecidos da História da União Soviética, tais como:

  • as semelhanças que existem entre o Comunismo e o Nazismo
  • as raízes marxistas do Nazismo e da Eugenia
  • a colaboração inicial que houve entre a União Soviética e a Alemanha, durante os primeiros anos da Segunda Guerra Mundial
  • o massacre de milhões de cidadãos sob o jugo soviético
  • o propositado genocídio ucraniano
  • os campos de concentração existentes na União Soviética, semelhantes aos nazis, onde também eram realizadas experiências médicas

Um documentário a não perder - e excelente para se mostrar aos adeptos da ideologia comunista.

[Editado a 18/05/2014: (Corrigindo uma das descrições, por mim feitas, na introdução a este documentário...) Ao que parece, não houve nenhum genocídio na Ucrânia, por parte das autoridades soviéticas. E, a explicação para esta correcção, pode ser ouvida a partir da marca dos 37m desta entrevista, à conhecida historiadora Annie Lacroix-Riz. Mas, ainda assim, creio que o documentário se mantém como um mesmo muito interessante de se ver, por todas as outras coisas que denuncia.]

(O DVD, que pode ser comprado na Internet, tem legendas em português. E, quem quiser procurar na rede por uma cópia deste polémico documentário, tem também disponíveis legendas em inglês mais completas.)

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colocado por Fernando Negro às 13:42

Bakunin, um agente britânico?

04.03.13

A afirmação foi feita no último episódio da série de documentários de Daniel Estulin, que é exibida na versão em castelhano do canal internacional de notícias RT.
E, dada a importância desta mesma afirmação, decidi cortar e republicar aqui o trecho com a parte em que este menciona tal facto(?).



Que o Marx era um agente britânico, era algo do qual eu já sabia... E para o qual já tinha deixado as dicas aqui, aqui e aqui. (E também algo que, pelo menos para mim - apesar de inicialmente surpreendente - pelas razões que enuncio nas hiperligações anteriores, faz todo o sentido.)
Mas, realmente... Do que já tinha folheado dos livros e monografias do Dr. John Coleman, que tenho andado a acumular, já tinha visto referências ao Anarquismo na mesma linha do Marxismo, em que este autor apresenta a promoção destas duas ideologias como acções desestabilizadoras, por parte da sociedade dos Illuminati, com o objectivo de subverter o modelo de sociedade nacionalista que havia, numa maneira que convinha a quem liderava (e lidera) o movimento da NOM - pessoas essas, que o Daniel Estulin descreve como "sinarquistas".
Mas, no que toca ao Anarquismo, sempre pensei que se tratasse de uma má interpretação, por parte do Dr. Coleman (que, aproveito para dizer que, apesar da sua visão da espécie humana que roça o racismo e da sua crença religiosa cristã, é, para mim, tão credível quanto o Daniel Estulin) da verdadeira natureza da ideologia anarquista...

Mas, ter agora o Estulin a nomear especificamente o Mikhail Bakunin, é que foi algo que verdadeiramente me surpreendeu... Ainda que fosse - do que já pude, um pouco, ler do Dr. Coleman - uma possibilidade para a qual já tinha aberto a minha mente - a qual, aproveito também para dizer, estará sempre aberta a qualquer Verdade que seja, desde que esta o seja, realmente, e vá esta dar onde for...
(Mas, ora aqui está algo sobre o qual terei ainda muito de me informar e que, definitivamente, me fará pensar mesmo muito nos próximos tempos... Pois, terei então de saber se o Bakunin seria, de facto, um agente - e se isto não se tratará de uma interpretação abusiva dos factos - e se, a ser um agente, este o era consciente ou inconscientemente, em toda esta conspiração... Assim como, se (consequentemente) a vertente socialista do Anarquismo que este defendia, enquanto ideologia, surgiu, tal como o Comunismo, por vontade da NOM, ou se foi apenas algo do qual este último movimento se aproveitou, subverteu e usou, segundo lhe conveio...)
Sei, por exemplo, que o Webster Tarpley, quando diz também que o Marx era um agente britânico, fala em "tese". Mas, tal como se pode entender nas dicas que deixo no início deste texto, pelo menos para mim (que já estou relativamente bem informado sobre a componente comunista) no caso do Marx, isto é algo que é imensamente sugerido pelos factos históricos que são bem conhecidos e que são factos confirmados. Mas, quanto aos conhecidos pensadores anarquistas, ainda não vi nada que o sugerisse fortemente...
Se bem que, por outro lado, e falando no caso específico do Bakunin, também sei que ele faz, num dos seus livros, uma estranha referência a Satã como "o eterno revoltado, o primeiro livre- -pensador e o emancipador dos mundos! Ele faz o homem se envergonhar de sua ignorância e de sua obediência bestiais; ele o emancipa, imprime em sua fronte a marca da liberdade e da humanidade, levando-o a desobedecer e a provar do fruto da ciência", sei que ele era um defensor da violência em actos revolucionários (algo com o qual eu não concordo, sendo eu apenas defensor da autodefesa, quando se atinja uma maioria de população que esta alternativa queira seguir - alinhando-me eu mais, nesse aspecto, com o mais conhecido anarquista de todos, ainda que tal escritor não se assumisse como tal) e sei também que uma das coisas que ele fez foi andar por vários países a instigar revoltas, no decorrer da chamada "Primavera dos Povos" - por trás da qual (sabem hoje as pessoas bem informadas) esteve o Império Britânico. (Leiam Webster Tarpley.)

Mas, se Bakunin foi um agente britânico... Então e o Kropotkin, já agora? Que terminou os seus dias em solo britânico, foi lá bem acolhido e que escrevia até para uma das mais importantes publicações do poder estabelecido nesse país? Mudou ele apenas de liderança real e era também ele um agente da coroa britânica?!... E o Nestor Makhno?... Que se dizia anarquista, mas não se comportava como tal, liderou um exército que lutava a favor dos bolcheviques e que, quando chegou a altura destes seus "aliados" exterminarem tal organização menos obediente, foi um dos muito poucos que escapou a tal purga?... Parece que há aqui mais coisas para as quais se pode olhar de modo suspeito(!)...

É preciso, no entanto, ter em conta que, ainda que isto seja verdade, tal não desvaloriza, necessariamente, o Anarquismo, em si - ou faz desta ideologia uma alternativa inválida. Pois, não foi esta ideologia criada apenas por Mikhail Bakunin, nem foi sequer ele o primeiro a apelidar-se como "anarquista". E não digo isto apenas por me considerar ainda anarquista, mas por - depois de já me ter deparado, antes de ter visto este documentário, com algumas afirmações do Dr. Coleman a dizer algo no mesmo sentido - ser isto algo sobre o qual já reflecti anteriormente e não ver numa alternativa de sociedade anarquista - que funcione séria a verdadeiramente como tal (com as devidas excepções, onde este ideal não possa ser implementado) - algo que seja benéfico, de algum modo, para o poder (agora já bem) estabelecido - muito pelo contrário. Pois, ainda que esta seja aplicada apenas em parte (no mesmo sentido em que foi criado o Marxismo) não vejo, mais uma vez, nisso algo que beneficie o poder estabelecido, visto que a síntese que vejo que daí resultaria, seria então uma sociedade "minarquista", tal como defendem os chamados "libertários" norte-americanos - os quais são até dos maiores opositores a este projecto da NOM.
Pelo que diz o Estulin neste trecho - e a ser verdade(?) o que ele diz - o que entendo é que o Anarquismo, tal como era defendido por Bakunin, tenha sido então inventado como uma mera fachada, para nunca ser verdadeiramente aplicada(?), a qual era usada por este e outras pessoas controladas pelo Império Britânico - que eram, na verdade, niilistas e - que queriam apenas desestabilizar os países onde instigavam revoltas(?). Mas, nesse caso, já não é então de Anarquismo que estamos a falar - mas sim de niilismo...
Por outras palavras, entendo que o Anarquismo que defendia Bakunin tenha sido então criado com a mera intenção de subverter a ordem nacionalista que, na altura, existia e como uma alternativa que seria apenas temporaria e parcialmente criada, para depois ser "corrigida" pela alternativa final pretendida por quem lidera o movimento da NOM. (E que seria, numa das etapas - e já o é, nos dias de hoje - o tal superestado europeu defendido pelo, também mencionado pelo Estulin e conhecido amigo de Bakunin, Mazzini, que também já eu sabia, através do Dr. Coleman, que fazia parte de toda esta conspiração.)
Mas, caso tenha sido, de facto, este o objectivo com que foi criado o tipo específico de Anarquismo que era defendido por Bakunin, tal como disse anteriormente para o caso do Anarquismo, na sua forma genérica, isso não faz - para mim, pelo menos - desse modelo específico uma alternativa inválida, nem quer sequer, necessariamente, dizer que não seja este uma (muito) boa ideia...
(Ainda que possa ter sido, então, originalmente criado com o mero objectivo de subverter, e destruir por dentro, os diferentes Estados-Nação existentes, no decorrer da guerra, que já dura há séculos, entre este tipo de organizações e as forças sinarquistas e internacionalistas da NOM.)
Enfim... Enquanto não souber mais nada sobre isto, só posso especular. E, como não tenho eu acesso a fontes dentro dos vários serviços secretos ocidentais, nem tempo ou dinheiro para passar literalmente anos de volta do arquivo histórico do Museu Britânico - tal como têm e fazem o Daniel Estulin e o Dr. John Coleman - para saber e tentar perceber o que se passou naquela altura, terei de aguardar até saber de mais coisas da parte destes.
(Enviei até uma mensagem ao Estulin, a pedir para ele, um dia, elaborar mais sobre o assunto, num dos seus trabalhos, e, dado que ele quer claramente contar tudo o que sabe sobre isto, estou esperançoso que um dia ele o possa explicar melhor.)
De qualquer modo, quanto a tirar - dentro do possível e antes de tal ocorrer - as dúvidas que agora se levantam sobre tudo isto, isso será algo que, da minha parte, só irei tentar fazer quando terminar a série de colocações que ainda quero fazer neste blogue e terminar também - pelo menos, no que toca à controlada - a minha presença na blogosfera.

("Viva a Anarquia"?)

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Primeira (e talvez única) tentativa séria de explicar a alguém a Verdadeira origem do Comunismo (ou dito "Marxismo")

20.05.12

Como já aqui disse uma vez, o meu estilo de publicação, aqui na Internet, sempre foi o de dar apenas as "dicas". Significando isto que, para a maior parte do que já tiver sido dito ou explicado por outros autores noutras páginas, limitar-me-ei a (como sempre foi meu hábito fazer) colocar, neste excelente (e cómodo) meio de comunicação, as hiperligações para os artigos, ou a deixar aqui as referências às obras, que melhor elucidam sobre, e explicam, os restantes pormenores dos assuntos de que falo.
(Pois, se "para bom entendedor, meia palavra basta", nunca ninguém me pagou para - e tenho melhores coisas que fazer, do que andar a - dar explicações aos outros...)
Para além disso, quisesse eu explicar esta história, em particular, toda em detalhe, o que teria de estar a fazer seria escrever um livro inteiro, o qual não seria mais do que a compilação de resumos de outros livros e notícias que estão ao alcance de todos e que só não lê quem não quer - o que, para mim, não faz muito sentido...
Assim sendo, foi apenas mais uma série de "dicas" sobre esta história que voltei a deixar no blogue de alguém que não percebo se ainda é, ou apenas foi, comunista... Tendo-as eu deixado nos comentários a <esta> colocação, depois do autor do mencionado blogue ter demonstrado uma incredulidade face ao que eu anteriormente tinha dito no seu sítio, a respeito disto. ;)
(Quem quiser, que consulte então a página da colocação em causa.)
Como nota de interesse, posso acrescentar que, no outro lado do Atlântico - se nos mantivermos na mesma latitude - este é um facto que é já sabido por muita gente, já lá vão décadas. E que, entre quem tem, no mundo inteiro, acesso a uma coisa - que existe para além do Facebook - chamada Internet, é já cada vez maior o número de pessoas que disto também vão sabendo. Mas, ao ritmo a que (não) evoluiu este país atrasado, chamado Portugal - e apesar de já terem passado uns bons anos desde que chamei a atenção, dos activistas políticos neste país, para o livro que explica o essencial desta história - suspeito que tenham ainda de decorrer mais algumas décadas até que um número significativo de pessoas saiba desta muito importante parte da Verdadeira História, ainda desconhecida por muitos e que não é ensinada nas escolas.
Quaisquer dúvidas que tenham, recomendo que procurem na Internet pelos livros, entrevistas e palestras do Prof. Antony C. Sutton. Visto ter sido ele, e não o autor deste blogue, o responsável pela maior parte das descobertas que referencio nas minhas "dicas". Pois, sendo ele quem mais sabia sobre tudo isto, será, consequentemente, também ele quem melhor vos saberá contar e explicar esta história toda.
Divirtam-se. ;)

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