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Quem (realmente) está por trás destes atentados

23.11.15

Who_Is_REALLY_Behind_ISIS.jpg

 

[Uma carta que enviei hoje a algumas pessoas que me são próximas - e que podem, se quiserem, "copiar-colar" para enviá-la, também vocês, a pessoas que conheçam...]

 

1) O "Estado Islâmico" é uma criação dos próprios serviços secretos ocidentais, tal como têm indicado vários média ditos de "referência" (http://www.wnd.com/2014/06/officials-u-s-trained-isis-at-secret-base-in-jordan/).

2) Os governos ocidentais dizem que apenas apoiam os grupos ditos "moderados", na Síria, e não os extremistas islâmicos. Mas, onde é que vai o Estado Islâmico buscar as suas munições? Compra-as aos ditos "moderados" (https://www.rt.com/news/322996-islamic-state-journalist-todenhofer/) que as recebem do Ocidente (http://www.foxnews.com/politics/2015/10/12/us-military-airdrops-50-tons-ammo-for-syrian-fighters-after-training-mission.html). Já para não falar de quando recebe tal grupo terrorista as suas munições "por engano" da parte de aviões ocidentais (https://www.rt.com/news/198388-weapons-islamic-kurdish-us/). (Há muito mais que pode ser dito sobre como o Ocidente arma o Estado Islâmico através de intermédios. As anteriores são apenas duas indicações. Podem, por exemplo, ver também aquiaqui como os aliados do Ocidente, Israel e Turquia - este último, um país da OTAN - ajudam o Estado Islâmico.)

3) Em todos os anteriores grandes atentados terroristas que ocorreram no Ocidente, os autores tinham sempre ligações aos serviços secretos e/ou autoridades policiais dos países onde ocorreram tais ataques. Isto aconteceu no 11 de Setembro, nos EUA (http://www.cbsnews.com/news/hijackers-lived-with-fbi-informant/, http://www.newsweek.com/alleged-hijackers-may-have-trained-us-bases-152495, http://www.prisonplanet.com/articles/november2007/271107_cia_informant.htm), no 7 de Julho, em Londres (https://www.youtube.com/watch?v=oM0ff1NyMg8, http://www.infowars.com/terrorist-who-trained-london-bombers-was-working-for-us-government/) e no 11 de Março, em Madrid (http://www.globalresearch.ca/articles/OWE406A.html).

4) Relativamente ao 11 de Setembro,

- há até uma lista de várias personalidades conhecidas (incluindo políticos de topo ocidentais) que acusam o próprio governo estadunidense da autoria de tais ataques (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-de-tudo-isto-ja-sabe-62368)

- e podem ver, se quiserem, dois bons documentários que desmontam a história oficial dos atentados aqui (documentário que passou na RTP) e aqui (documentário muito bem produzido, feito por conhecidas personalidades italianas).

"Desde círculos vizinhos ao Palazzo Chigi, centro nevrálgico da direcção dos serviços secretos italianos, faz-se notar que a não autenticidade do vídeo é testemunhada pelo facto de Osama bin Laden ter nele 'confessado' que a al-Qaeda foi a autora do atentado de 11 de Setembro às duas torres em Nova Iorque, quando todos os círculos democráticos da América e da Europa, com o centro-esquerda italiano na linha da frente, sabem agora bem que o desastroso atentado foi planeado e executado pela CIA americana e pela Mossad com a ajuda do mundo sionista para colocar sob acusação os países árabes e para induzir as potências ocidentais a intervir no Iraque e no Afeganistão."
--- Francesco Cossiga, ex-Presidente da República italiana, ao jornal Corriere della Sera a 30 de Novembro de 2007

5) O Osama bin Laden foi, até aos seus últimos dias de vida, um agente da CIA (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/quem-era-osama-bin-laden-57995). E, a prová-lo estão o facto de que foi visitado pela CIA num hospital em Julho de 2001 (http://www.globalresearch.ca/articles/RIC111B.html), quando era supostamente procurado pela mesma, e o facto de que recebeu tratamento hospitalar no Paquistão, em Setembro de 2001, numa cidade apinhada de conselheiros militares estadunidenses (http://www.globalresearch.ca/articles/CHO311A.html).

6) O "Estado Islâmico" não é mais do que uma nova designação para a al-Qaeda - pois, os seus membros são os mesmos (http://tarpley.net/isis-same-fanatics-nato-armed-in-libya-and-syria/). Tendo tal renomeamento sido muito provavelmente feito para despistar as pessoas das contradições, que se estavam a tornar evidentes, causadas pelo facto de apoiar recentemente o Ocidente a al-Qaeda (http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/africaandindianocean/libya/8391632/Libya-the-West-and-al-Qaeda-on-the-same-side.html) quando esta era supostamente o seu inimigo nº1.


(Juntem os anteriores pontos da maneira que quiserem. Mas, as conclusões são óbvias...)

(E, os objectivos de tudo isto, são claramente (1) criar um pretexto para a construção de um Estado Policial no Ocidente e (2) criar um pretexto para intervenções militares no Médio Oriente, que visam o controlo de redutos de petróleo e de gás natural.)

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Os turcos também fazem "atentados de bandeira falsa"

01.08.15

(A propósito do recente atentado que ocorreu na Turquia, prontamente atribuído à nova denominação da al-Qaeda - e que, com a equiparação de tal grupo ao PKK, está agora a ser usado como pretexto para a repressão deste último grupo militante curdo na Turquia...)
Deixo (1) <aqui> uma hiperligação para uma recente denúncia de que estava a ser preparado, por elementos do governo turco, um "atentado de bandeira falsa" para justificar uma intervenção militar na Síria, deixo (2) <aqui> uma hiperligação para uma notícia algo recente, onde se denuncia uma operação que estava a ser planeada por elementos do governo turco, na qual se iria cometer um ataque que seria depois atribuído a fundamentalistas islâmicos e deixo também (3) <aqui> uma hiperligação para uma outra notícia, onde se denuncia que um dos ataques à bomba ocorridos na Turquia, a meio da década passada, que foi "oficialmente atribuído ao PKK", foi na verdade feito por elementos do governo turco.
(Apenas três provas recentes de que o chamado "estado profundo" turco - que até merece uma página na Wikipedia - inclui nos seus métodos de operação a velha fórmula dos "antentados de bandeira falsa", para a criação de um pretexto para intervenções militares e repressões internas.)
E, contextualizando o recente atentado ocorrido na Turquia, é importante notar o seguinte:

Os aliados do PKK na Síria, sob a forma das conhecidas YPG/YPJ, têm feito grandes e notáveis progressos - [1] [2] - na sua luta autónoma contra o Estado Islâmico. E, é sabido que os curdos do PKK muito têm ajudado os membros do seu povo que têm sido vítimas de ataques do Estado Islâmico na vizinha Síria - nomeadamente, atravessando a fronteira turco-síria para lutar ao lado das YPG/YPJ. Sendo que, o resultado de tudo isto, pode ser claramente visto no seguinte mapa.

 

SyrianCivilWar_28July05.png

 

E, sendo que, a grande importância deste recente progresso (assim como, o claro inconveniente que ele representa, para os interesses da OTAN) pode ser também claramente vista no seguinte mapa equivalente, com anotações, tirado de um recente artigo de Webster Tarpley.

 

SyrianBufferZone.jpg

 

Ora, com os curdos a provarem ser um grande empecilho para a presença e domínio do Estado Islâmico na Síria - e com a forte possibilidade de quererem estes mesmos curdos estabelecer uma união territorial de todo o Curdistão sírio... Não poderia a vizinha Turquia, obviamente - e enquanto membro da OTAN - deixar que isto aconteça, sem fazer alguma coisa em relação a isto.
(E, por isso, que cada um tire as suas conclusões, quanto à possível autoria do recente atentado ocorrido na Turquia... E, isto, já ignorando o facto de que o próprio "Estado Islâmico", em si, não é mais do que um grupo-fantoche dos interesses ocidentais, que claramente o criaram e apoiam.)

A título de também muito interesse, de notar que não é apenas através da fronteira turca que é abastecido o Estado Islâmico. Mas, que existem/existiam também claras linhas de abastecimento que levam/levavam às fronteiras com a Jordânia - onde receberam tais terroristas o seu treino.

 

linhasabastecimentoEIjunho2015.png

 

E, também de muito interesse, é notar que, tal como na Turquia, em Israel podem até os membros deste grupo terrorista receber assistência médica, na sua clara luta por interesses ocidentais.

 

(E têm mais informações sobre tudo isto, nas seguintes duas colocações: 1, 2.)

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colocado por Fernando Negro às 20:16

Annie Machon e as borboletas

13.07.15

Quem conheça a história de David Shayler, certamente sabe também quem é Annie Machon - a sua ex-companheira, colega dele no MI5, que, quando decidiu Shayler abandonar o serviço, decidiu juntar-se a ele (não tendo sido esta a autora ou iniciadora de nada de incómodo para o seu serviço e tendo esta mantido uma viligância de bem perto, de alguém que queria o MI5 continuar a vigiar).
Ora, tendo David Shayler, muito estranhamente (e para grande conveniência dos serviços secretos britânicos) enlouquecido, quando era companheiro de Annie Machon - e tendo esta sua ex-companheira, também muito estranhamente, abandonado o seu "amor", logo quando este mais precisava de ajuda - o que tem andado esta suposta "ex-"agente do MI5 a fazer, desde então?
A dar palestras (como a seguinte) filmadas por uma organização denominada "Paradigm Shift", que usa animações que recorrem a um conhecido símbolo de controlo mental.
Palestras essas, onde (1) "denuncia" ela o que já é do conhecimento público, (2) mente ela, repetidamente, sobre conhecidos atentados de bandeira falsa (como o de Lockerbie, na Escócia, e o caso do bombardeamento de uma discoteca berlinense, em 1986), (3) elogia ela a organização de fachada da CIA, WikiLeaks, e (4) relativiza e descreve ela os trabalhos sujos dos serviços secretos britânicos como obra de umas poucas "maçãs podres".
Como se isso não bastasse, anda agora também a liderar a secção europeia de uma organização internacional que visa legalizar as drogas (traficadas pelos seus supostos "ex-"patrões) e, ao contrário do que é norma para os reais delatores, a dar longas entrevistas (um exemplo) nos principais programas dos vários média de massas.
"Ex-"agente do MI5?... Isso é que, definitivamente, não me parece nada esta figura ser...

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colocado por Fernando Negro às 19:42

De Menezes trabalhava no Metro de Londres?

09.07.15

(Transcrevo e traduzo para aqui uma colocação que fiz, num fórum de discussão sobre este tipo de assuntos, há 6 anos - relativa a uma pergunta para a qual ainda não obtive uma resposta...)

 

Na seguinte palestra improvisada(?) feita pelo antigo agente do MI5, David Shayler, em 2005, ele parece afirmar, na sessão de perguntas e respostas que se segue à mesma, que De Menezes trabalhava como electricista no Metro de Londres.



(50m e 18s): "Eu tenho uma teoria... Este tipo era um electricista e ele trabalhava no Metro de Londres e que ele podia então ter informações internas sobre o que aconteceu no 7/7. Mais uma vez, eu não sei se isto é verdade ou não."

Não sei se a parte de ele [De Menezes] trabalhar no Metro de Londres pertence a tal teoria ou não. Mas, não ouvi ele [David Shayler] afirmar isto em mais lado nenhum. Também, (...) nunca li ou ouvi isto em mais lado nenhum.

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colocado por Fernando Negro às 13:45

O Caso AMIA argentino foi também um atentado de bandeira falsa

21.01.15

AMIA.jpg

 

É isso mesmo que lêem. E, este tipo de ocorrências só poderão talvez um dia terminar, se o poder estabelecido ocidental que nos governa for destronado.
O recente quase certo assassinato do procurador argentino Alberto Nisman, serve obviamente para perpetuar o mito de que (tal como no caso de um outro ataque à bomba, ocorrido também na Argentina) foram os iranianos os responsáveis por tal atentado e também para deixar o governo argentino (não alinhado com o Ocidente) mal visto.
A ser verdade o que dizia tal procurador e a ter sido a morte deste obra do governo argentino, isso seria o acto mais estúpido que tal governo poderia ter feito, se a intenção do último fosse "abafar" este caso... Sendo tudo isto muito mais condizente com este muito provável assassinato ter sido obra de uma agência ocidental ou israelita (com a qual, quase certamente, terão colaborado traidores dentro dos próprios serviços secretos e polícia argentinos) feita com o objectivo de deixar Cristina Kirchner e o seu governo mal vistos.
Segue-se um artigo publicado, há mais de 2 anos, pelo conhecido analista político argentino, Adrian Salbuchi, que denuncia o modo como foram feitas as "investigações" do Caso AMIA - artigo este, no qual o procurador Alberto Nisman era já denunciado como um lacaio (que, com isto, passa a ser mais útil morto do que vivo) dos interesses estadunidenses e israelitas.

 

Cristina Kirchner, Irán y el atentado a la AMIA

Publicado: 2 oct 2012 15:41 GMT | Última actualización: 16 oct 2014 15:41 GMT

Adrian Salbuchi


Durante la Reunión Anual de la Asamblea General de las Naciones Unidas en Nueva York, la presidenta argentina, Cristina Kirchner, anunció que su Gobierno flexibizará su hasta ahora rígida e irreductible posición hacia Irán, país al que acusa de haber perpetrado el peor ataque terrorista en suelo argentino hace ya más de 18 años y que tuvo como blanco la sede de las asociaciones judeo-sionistas AMIA y DAIA en pleno centro de Buenos Aires.

Inmediatamente, el ministro de Relaciones Exteriores argentino, Héctor Timerman, se reunió con su par iraní, Ali Akbar Salehi, con el propósito declarado de “alcanzar la verdad”.

Verdades Peligrosas

Las críticas sionistas no se hicieron esperar.  Desde la estadounidense Roberta Jackson del Departamento de Estado, quien declaró que “las relaciones con Irán nunca son benignas”; pasando por la de los presidentes de la DAIA (Delegación de Asociaciones Israelitas Argentinas), Aldo Donzis, y de la AMIA (Asociación Mutual Israelita Argentina), Guillermo Bolger, quiénes dijeron que la propuesta de diálogo iraní “es una burla que ofende a la justicia argentina” dado que “Irán no es confiable”; hasta la del Gobierno israelí que condenó la reunión de cancilleres aún antes de que se produjera.

La realidad es que el caso de la poderosa bomba que destruyó la sede de AMIA el 18 de julio de 1994 causando 86 muertos y más de 200 heridos, hoy, luego de 18 años, sigue sin resolverse, los responsables del atentado jamás fueron identificados y sus víctimas no han tenido justicia.

El Ataque

Desde el mismo día del atentado, el 'Caso AMIA' sufrió las más descaradas y flagrantes interferencias de los Gobiernos de Estados Unidos e Israel.  El entonces presidente argentino, Carlos Menem, –quien se ufanaba de haber logrado que Argentina mantuviera “relaciones carnales” con EE.UU.- permitió que agencias de inteligencia norteamericanas e israelíes, notablemente el FBI y el Mossad, tuvieran acceso irrestricto y participación fundamental en las investigaciones del hecho.

Fue precisamente un oficial de inteligencia militar israelí quien halló entre los escombros del 'ground zero' de la AMIA un pequeño trozo de metal que resultó pertenecer al motor de una 'van' Trafic que, “por suerte” (para los israelíes), contenía el número de fabricación de ese vehículo.  Ello permitió armar la teoría de un supuesto “coche-bomba” por más que ese vehículo jamás fue hallado ni tampoco existen testigos que declaren haberlo visto.

La investigación del 'Caso AMIA' pasó por siete juzgados federales y está plagada de mentiras, corrupción y encubrimientos. Tras erráticas marchas y contramarchas, hoy el Gobierno Kirchner acusa formalmente a la República Islámica de Irán de ser culpable del ataque.

Obviamente, existe enorme interés por parte de EE.UU. e Israel de que esta acusación prospere, pues le aportaría más “evidencias” que sirvan de excusa para lanzar su reiteradamente anunciado ataque militar unilateral contra Irán. En momentos en que EE.UU. e Israel atraviesan una creciente crisis de credibilidad en sus amenazas contra Irán por su plan nuclear, una “prueba de culpa” iraní en el atentado a la AMIA les vendría como anillo al dedo.

Indaguemos, sin embargo, un poco más a fondo evaluando dos posibles “escenarios”:

Escenario 1.- Una supuesta 'Pista Iraní'

En el 'Caso AMIA' ha habido todo tipo de manoseo en las máximas instancias judiciales y diplomáticas.  Uno condujo a la destitución y posterior juicio político a un juez en la causa, Jorge Galeano, por haber autorizado el pago de un soborno por 400.000 dólares a un detenido por tráfico de vehículos robados de nombre Carlos Telleldín, para que prestara falso testimonio que sustentara una ficticia “pista sirio-iraní”.

Los fondos para ese soborno los proveyó Rubén Beraja, a la sazón presidente de la DAIA y dueño del Banco Mayo, cuya posterior quiebra fraudulenta lo llevó a pasar varios años en la cárcel. Pero en aquellos años 90, Beraja era una prestigiosa figura en círculos sionistas internacionales llegando a integrar en 1996 la Comisión de Personas Notables elegidas y presididas por Paul Volcker, ex gobernador del Banco de la Reserva Federal de EE.UU., para investigar cuentas inactivas de víctimas judías en bancos suizos, operativo que obligó a la banca suiza a aportar 1.250 millones de dólares a las arcas de las organizaciones sionistas mundiales.

Un importante hito se produjo el 21 de septiembre de 2006, cuando el presidente Néstor Kirchner, acompañado de su canciller Jorge Taiana y la primera dama y entonces senadora Cristina Kirchner participaron de una reunión secreta en el Hotel Waldorf-Astoria de Nueva York con ocho de las más importantes organizaciones sionistas pro-Israelíes: el Congreso Judío Norteamericano, el Congreso Mundial Judío, la logia B’nai B’rith y la ADL entre otras.

Se desconoce a ciencia cierta qué discutieron, pero menos de un mes después Kirchner despachó al fiscal especial Alberto Nisman a los EE.UU. para reunirse con la CIA y el Mossad israelí.

A su regreso, Nisman -sionista militante- lanzó una acusación formal contra el ex-presidente iraní Ali Rafsanjani y siete miembros de su gabinete, incluyendo a Ahmad Vahidi, luego ministro de Defensa del presidente Mahmoud Ahmadinejad.  Se los sindicaba de haber financiado y planificado el ataque a la AMIA a través de Hezbolá.

Esta noticia fue primera plana en los diarios argentinos e inspiró al rabino Israel Singer, director político del Congreso Mundial Judío, a “felicitar al Gobierno argentino”, por formalizar “la denuncia contra Irán”, pues con ello se “confirmó el compromiso asumido por el presidente Kirchner en aquella reunión”.

Estas acusaciones argentinas se basaron exclusivamente en “inteligencia” proporcionada por la CIA y el Mossad, que insisten en la teoría de la 'van' Trafic como coche-bomba que hizo explotar la AMIA.

Las presiones sobre la justicia argentina han sido tales que se llegó a sostener el absurdo de que jamás se hallaron otros restos del elusivo coche-bomba porque “la violencia de la explosión lo enterró debajo de la entrada a la AMIA”.  El Dr. Juan Gabriel Labaké, abogado defensor del único imputado local en la Causa AMIA, solicitó a la justicia que ordenara excavar la entrada de la AMIA para hallar de una vez por todas los restos del “coche-bomba”, mas el juzgado reiteradamente no lo permitió…

Pero si los iraníes y los sirios en connivencia con Hezbolá y Hamás no fueron autores del atentado, entonces, ¿quiénes fueron los responsables del mismo?

Escenario 2.- Ajuste de cuentas: ¿Una Pista Israelí?

El 'Caso AMIA' cobra nueva dimensión cuando se interpreta dentro del marco de lo que ocurría en Israel en aquellos años 90. En 1991, había comenzado la Conferencia de Paz de Madrid que buscaba resolver el conflicto palestino-israelí, que avanzó rápidamente tras la victoria electoral en junio de 1992 del general Isaac Rabin, convertido en primer ministro.

Rabin buscaba llegar a un acuerdo con los palestinos, lo que requería detener y desmantelar gran parte de los asentamientos ilegales del movimiento de colonos armados ultraderechistas del fundamentalismo sionista. Éstos sostienen que ceder un centímetro de la "sagrada tierra de Israel" es traición.

Sin embargo, Rabin siguió adelante con el proceso de paz.  En septiembre 1993 se produjo el famoso apretón de manos entre Rabín y Yasser Arafat bajo la mirada atenta de Bill Clinton en el jardín de la Casa Blanca. Poco tiempo después, Rabin llega a un principio de acuerdo con Siria sobre la devolución de los Altos del Golán y también con Jordania.

A principios de julio de 1994, Rabin permite que Arafat regrese a Palestina tras 27 años de exilio. Los colonos sionistas estaban locos de furia; literalmente pues ya en febrero de ese año, un sionista militante neoyorquino perteneciente al grupo Kach, de nombre Baruch Goldstein, irrumpió en una mezquita en Hebrón abriendo fuego con su ametralladora asesinando a más de 40 musulmanes mientras oraban.  Nadie se explica cómo pudo Goldstein, portando una ametralladora, atravesar la fuerte seguridad israelí…  Goldstein resultó muerto por los palestinos luego del ataque, pero luego su tumba se convirtió en lugar de peregrinaje para el movimiento de colonos.

Dentro del marco de esta secuencia cronológica se produce el 18 de julio de 1994 la voladura de la AMIA, precisamente en un punto sumamente crítico de la lucha intestina intra-sionista y dentro del propio Israel.

Por entonces, la conducción de la AMIA apoyaba el proceso de paz de Rabin, por lo que este atentado bien pudo haber sido un “disparo de advertencia” de la extrema derecha sionista contra Rabin para que cesara en sus esfuerzos de lograr la “paz por territorio” con los palestinos.

Pero parece que Rabin “no entendió el mensaje”, y así se llega al clímax de este oscuro proceso el 4 de noviembre de 1995 –poco más de un año después del ataque a la AMIA– cuando el primer ministro Isaac Rabin es asesinado al “estilo John Kennedy” en la vía pública en Tel-Aviv, ya no por un fundamentalista islámico o por algún neonazi, sino por Ygal Amir, joven estudiante ultraderechista miembro del movimiento de colonos sionistas en Israel, y relacionado con el servicio de seguridad interior Shin Beth, organización que estaba siendo reorganizada por Rabin.

Muerto Isaac Rabin, lo sucede Shimon Peres en un breve interregno de siete meses hasta que en las elecciones de 1996, Benjamín Netanyahu es elegido primer ministro y los laboristas son mayormente barridos del escenario político israelí. Desde entonces, a través de Ehud Barack, Ariel Sharon, Ehud Olmert, y hoy nuevamente Netanyahu, el sionismo militante monopoliza el poder en Israel.

Ahora, en vísperas de la anunciada guerra de EE.UU., Israel y el Reino Unido contra Irán, pareciera que Cristina Kirchner -sea por prudencia o por pánico- se quiere “sentar a conversar con Irán”.

¿En qué consistirán esas conversaciones? En poco, seguramente, ya que la grosera posición argentina es insostenible.

¿Qué harán las organizaciones sionistas que detentan poder determinante en la Argentina?

¿Qué harán 'las embajadas' (de EE.UU. e Israel, se entiende) para presionar?

Todas son preguntas en un tablero de ajedrez mundial crecientemente complejo que, conociendo la recurrente falta de idoneidad, planeamiento y consistencia con que Argentina viene manejando el 'Caso AMIA' desde 1994, augura un mal pronóstico para la Argentina.
 

Adrian Salbuchi para RT

­Adrian Salbuchi es analista político, autor, conferencista y comentador de radio y televisión en Argentina. www.proyectosegundarepublica.com.ar
 

Las declaraciones y opiniones expresadas en este artículo son de exclusiva responsabilidad de su autor y no representan necesariamente el punto de vista de RT.

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Michael Ruppert no seu melhor

26.04.14
Uma coisa que eu não disse, aquando da minha última colocação e respectivos comentários, foi que, a razão pela qual o desaparecimento deste grande autor é, para mim, um acontecimento mesmo muito triste e marcante... É porque foi Michael C. Ruppert uma das minhas (principais e muito importantes) referências, aquando do meu tempo de "jornalista cidadão".
Tendo sido este investigador, em particular - para além de uma das pessoas que me iniciaram na verdadeira história do 11 de Setembro - uma das minhas principais fontes de inspiração e muito bons exemplos de conduta, aquando da minha, que foi curta, actividade jornalística amadora.
Sendo isto equivalente a dizer que, se não fosse o trabalho deste e outros investigadores, que corajosamente denunciaram a verdadeira história, que tinham descoberto, dos atentados de 11 de Setembro, nunca teria eu pesquisado tanto, e tão a sério, sobre tal tema e teria acabado por descobrir aquela que é a principal temática que serve de propósito a este blogue.
(Ou seja... Não fosse Ruppert ter feito o grande e muito bom trabalho que fez, é possível que este meu blogue nunca viesse sequer a existir... Sendo, portanto, também a ele que deverão estar agradecidos todos os que possam encontrar algo de interessante nesta minha humilde publicação.)

Ainda hoje me lembro, como se fosse ontem, das várias vezes seguidas que ouvi a seguinte palestra (incrédulo com tudo o de que, através dela, ia tendo conhecimento) para garantir que conseguia absorver toda a grande quantidade de informação, muito importante, que dela podia assimilar... Tendo sido esta uma das muito importantes peças que me iniciaram na construção do "puzzle" relativo ao 11 de Setembro.

E, é chamando a atenção para esta palestra, de particular qualidade (das várias muito boas, aliás, que Ruppert deu) que aproveito para prestar mais uma sentida homenagem a este autor que, como muito poucos, sempre foi capaz de se manter fiel aos seus princípios e ideais - e que, não só pagou o habitual preço, que muitos pagam, da ruína financeira, como, ao que tudo indica, terá pago por isso também com a sua própria vida.

A tua partida prematura foi, por mim e por muitos, grandemente sentida, Michael Ruppert.

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Mais um para a colecção

09.03.14
Para quem a recente descoberta, de que o episódio das mortes que ocorreram na Praça da Independência de Kiev teve por trás atiradores furtivos (directa ou indirectamente) ligados aos interesses ocidentais, constituir uma surpresa, deixo <aqui> a hiperligação para uma muito boa e algo extensa lista de episódios semelhantes e também <aqui> uma outra sobre um dos episódios mais recentes, que ocorreram antes deste, na Síria.

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George Galloway

18.03.13





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colocado por Fernando Negro às 08:06

Rachel Corrie

16.03.13

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colocado por Fernando Negro às 17:20