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E ainda continuo eu (ingenuamente) a acreditar(?) no Anarquismo

15.03.17

Um comentário que deixei (através de uma conta temporária, que criei apenas para o efeito) na página no Facebook de um "Colectivo Estudantil Libertário", a propósito da recente polémica do cancelamento de uma conferência-debate na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa, organizada por um núcleo de estudantes (aparentemente, de inspiração fascista), depois de ter lido <este> comunicado da autoria do primeiro colectivo.

colestlib.png

Comentário este, ao qual não obtive resposta - sendo que, a um comentário anterior (que entretanto desapareceu) que falava de "moções contra a liberdade de expressão", estava lá uma resposta de tal colectivo a dizer qualquer coisa como que "não se tratou de um acto de censura, mas apenas da não cedência de uma sala" (como que o segundo acto, neste caso, não constituísse uma forma do primeiro).

Quem tiver dúvidas sobre o sucedido, pode ver a seguir a moção em causa - na qual se pode constatar que este episódio se tratou claramente de uma tentativa (ou acto) de censura de tal evento.

aefcsh.jpg

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O célebre Maio de 68 explicado em muito poucas linhas

16.05.15

mai68_violence.jpg

 

Um comentário que deixei ontem na rede Facebook, na página de um colectivo de estudantes anarquistas que assinalava como algo de positivo este conhecido episódio (comentário esse, que foi inesperadamente apagado, quando eliminei eu hoje a minha conta nesta rede - a qual foi criada apenas temporariamente, para enviar uma mensagem a um outro colectivo que apenas se deixava contactar através deste rede social controlada).
Os dois artigos para os quais eu deixo hiperligações, no final do comentário, são <este> e <este>.

 

maio68.png

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Já aderiram ao Facebook?

06.08.12
(Afinal de contas, quem é que ainda quer saber da sua "privacidade"?...)

  • Não se preocupem com o facto desta rede ser uma fachada da CIA.
  • Nem com que pessoas estão especificamente por trás desta.
  • Não liguem ao que, por vezes, quem está à frente desta, possa dizer.
  • Nem dêem importância às reuniões que essa mesma pessoa frequenta.
  • E não se preocupem, que não é nada de complicado colocar os vossos dados neste portal... E podem sempre contar com a ajuda de familiares e amigos para o fazer. (Ler 4º comentário a esta colocação.)

(E esta colocação... Também merece um "Gosto"?...) ;)

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Para os monárquicos (e não só)

10.12.11
"The Committee of 300 is the ultimate secret society made up of an untouchable ruling class, which includes the Queen of England, the Queen of the Netherlands, the Queen of Denmark and the royal families of Europe. These aristocrats decided at the death of Queen Victoria, the matriarch of the Venetian Black Guelphs that, in order to gain world-wide control, it would be necessary for its aristocratic members to «go into business» with the non-aristocratic but extremely powerful leaders of corporate business on a global scale, and so the doors to ultimate power were opened to what the Queen of England likes to refer to as «the commoners.»"
--- Dr. John Coleman, in
The Conspirators' Hierarchy: The Committee of 300

 

Antes de mais, uma explicação.
Na altura em que me apercebi disto, em plena campanha para as eleições europeias de 2009, ainda tentei escrever uma pequena mensagem no sítio na Internet da campanha do PPM. Mas, para além do acesso a esta página ser, na altura, muito lento, ao tentar enviar a mensagem, dava-me um qualquer erro estranho e esta não era publicada. E assim sendo, desisti de o fazer.
Após isto, passou-me pela cabeça contactar aquele que era o cabeça-de-lista desta campanha em particular. Pois não me parecia ser de um chamado "falso líder" (daqueles que lideram, mas propositadamente mal, e que mentem quanto aos seus reais propósitos) que estava perante. Mas sim - para além de um aspirante a político - um jornalista que - por já ter eu, na altura, espreitado algumas vezes os seus blogues - me dava a entender que era, o que eu chamo, um jornalista a sério. Uma daquelas pessoas que falam nos assuntos mais importantes que devem ser falados.
Tratando-se, inclusivamente, da única pessoa de que tinha conhecimento, na altura - e a única de que ainda tenho agora conhecimento - que fazia - e faz - o trabalho que é esperado de alguém que adopta esta profissão. E que, pelo que vejo, não faz parte da esmagadora maioria de membros desta "classe" - na realidade, praticamente inexistente em Portugal - da qual, há já muitos anos, venho a desprezar e a dizer mal, tal é a, propositada ou impropositada, revoltante incompetência que manifesta ter a maior parte das pessoas que a sua suposta tarefa de "informar" não cumprem.
De facto, o que se passou nessa altura foi que, apesar de conhecer muito pouco do seu trabalho, do que lia nos seus blogues, estava já praticamente convencido de que era perante um verdadeiro jornalista que estava. E, como verdadeiro jornalista que me parecia ser, parti do princípio de que seria a verdade que quereria saber. Ainda que esta contradissesse o em que anteriormente acreditava ou de que pensava se tratar o caso.
Mas depois pensei: "Em plena campanha?..." Não me parecia ser o momento mais adequado. Pois parecia-me ser como estar a tentar interpelar alguém que passa por nós a correr...
Iria possivelmente causar um grande "trambolhão", por parte do candidato em causa, e o mais provável seria a informação que tinha ser, na correria de uma campanha eleitoral, interpretada como uma peça de desinformação, emitida por alguém mal-intencionado, que estaria interessado em sabotar a sua campanha.
"Fica para outra altura", pensei. Para um outro momento que se revele mais oportuno.
O tempo passou e, dada a minha não simpatia pela causa monárquica, a minha descrença nos partidos políticos em si - que vejo como "parte do problema e não da solução" - e o forte pessimismo que sentia, e ainda sinto, quanto a qualquer movimento - para mim, decente - que surja neste país, que contrarie tudo isto, pensei "De que é que ainda vale a pena avisar quem quer que seja, neste país, do assunto em causa?..." E acabei por desistir da ideia.
Um dia, vejo um comentário de um português no blogue do Daniel Estulin e reconheço o nome do jornalista em causa, a assinar uma pequena reflexão sobre quem se mobilizava, no país vizinho, contra o Clube Bilderberg.
"Está realmente contra este projecto da Nova Ordem Mundial?" - pensei - "Então talvez queira saber isto." - concretizei. Acabando então por avisar a pessoa em causa do que se passava.
E, sem mais rodeios, vou então direito ao assunto, passando a explicar do que se trata.

Aos monárquicos portugueses que sei que, há uns tempos, andavam a ser corridos do Facebook - desconfio eu que, por (tal como pude constatar, ao visitar um fórum de discussão dos adeptos desta ideologia) andarem repetidamente a mencionar o Clube Bilderberg nas suas conversas (não sei se por culpa, ou não, do jornalista em causa) - e aos restantes, que também navegam na Internet, venho, neste meu humilde blogue, chamar a atenção para algo que escrevi anonimamente, há um ano e meio, nalguns comentários que deixei no blogue do jornalista Frederico Duarte Carvalho - [hiperligação].
Vocês estão, sem saber, a fazer campanha pelos mesmos interesses que o Clube Bilderberg (de que também não gostam) serve.
E as provas disso, podem ser vistas nos seguintes excertos. (Cliquem para ampliar as imagens.)

 

 


Leiam a monografia em causa e leiam aquele que é, simplesmente, o mais importante livro até agora escrito sobre a conspiração da Nova Ordem Mundial.
Quem quiser ver uma muito boa introdução ao "irmão mais velho do Clube Bilderberg", como lhe chama o Estulin, pode também ver o vídeo que se segue.



E nada mais tenho a dizer. Quem quiser, que espalhe esta mensagem. Pois não conto com mais monárquicos, no meu círculo de pessoas próximas, que me queira dar ao trabalho de tentar avisar disto, para além daquele ou daqueles que já esclareci nos comentários em causa.
A resposta ao "enigma", penso que será mais engraçado ser um monárquico a descobrir.
E posso acrescentar que o Daniel Estulin é uma pessoa muito sociável, que lê a correspondência electrónica que lhe é enviada e que responde a perguntas colocadas no seu blogue.
Não sendo eu monárquico, a favor de bons ou maus governantes, ou sequer nacionalista e sabendo eu que a organização que nos controla a todos no topo é, também ela, internacionalista, assim como transnacional e sinarquista, a resposta é algo que não me interessa assim tanto como isso.
Mas penso que para vós - monárquicos e nacionalistas - será algo de muito interesse.

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